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terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

DF paga R$ 10,4 milhões a empresas de Paulo Octávio

da Folha Online
Hoje na Folha Reportagem de Fernanda Odilla, Lucas Ferraz e Filipe Coutinho, publicada na edição de hoje da Folha (íntegra disponível somente para assinantes do jornal ou do UOL), informa que o Distrito Federal pagou ao menos R$ 10,4 milhões para empresas do governador interino, Paulo Octávio (DEM), veicularem publicidade oficial.
O levantamento da Folha mapeou as verbas repassadas por agências de publicidade a empresas das Organizações Paulo Octávio --conglomerado de comunicação que inclui emissoras de rádio e TV.
De acordo com a reportagem, o governo do DF e o conglomerado de comunicação de Paulo Octávio afirmam que a distribuição da verba observa a audiência das emissoras.
Leia a reportagem completa na Folha desta terça-feira, que já está nas bancas.

Paulo Octávio

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Nota: Se procura por empresa, consulte Organizações Paulo Octávio.

Paulo Octávio
Deputado federal pelo Bandeira do Distrito Federal.svg Distrito Federal
Mandato: 1º de fevereiro de 1991
até 1º de fevereiro de 1995
Precedido por: José Roberto Arruda
Sucedido por: -
Deputado federal pelo Bandeira do Distrito Federal.svg Distrito Federal
Mandato: 1º de fevereiro de 1999
até 1 de fevereiro de 2003
Senador pelo Bandeira do Distrito Federal.svg Distrito Federal
Mandato: 1º de fevereiro de 2003
até 1º de fevereiro de 2007
Vice-governador pelo Bandeira do Distrito Federal.svg Distrito Federal
Mandato: 1º de janeiro de 2007
11 de fevereiro de 2010
Governador interino pelo Bandeira do Distrito Federal.svg Distrito Federal
Mandato: 11 de fevereiro de 2010
em exercício

Nascimento: 13 de fevereiro de 1950 (60 anos)
Lavras
Partido: DEM
Profissão: empresário, político
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Paulo Octavio (foto:Marcello Casal/ABr)
Paulo Octávio Alves Pereira (Lavras, 13 de fevereiro de 1950) é um empresário e político brasileiro filiado ao Democratas, sendo o atual vice-governador do Distrito Federal. Devido à prisão e consequente afastamento do titular do cargo, José Roberto Arruda, Paulo Octávio foi empossado como governador do Distrito Federal, em caráter interino, no dia 11 de fevereiro de 2010. É casado com Anna Christina Kubitschek Barbará A. Pereira, neta do ex-presidente da República Juscelino Kubitschek, com quem tem dois filhos, Felipe e André.
Formado em Economia pela Universidade de Brasília (UnB), atua no mercado imobiliário desde 1975, com empresas das Organizações Paulo Octávio.
No governo João Figueiredo, quando era genro do então ministro da Marinha Maximiano da Fonseca, associou-se ao empresário Sérgio Naya para a construção do hotel St. Paul, onde a Marinha adquiriu 40 dos 272 apartamentos.[1]

Índice

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[editar] Carreira política

Foi eleito duas vezes deputado federal 1990 e 1998, senador pelo Distrito Federal em 2002 e vice-governador no primeiro turno das eleições de 2006 na chapa de José Roberto Arruda, também do Democratas. Deixou seu mandato no Senado para Adelmir Santana.
No seu primeiro ano no Senado, foi nomeado vice-líder do então PFL e vice-presidente da Comissão de Assuntos Econômicos. Nessa função, fundou a Subcomissão de Turismo. Paulo Octávio se transformou no principal interlocutor entre o Governo do Distrito Federal, de Joaquim Roriz, e o Palácio do Planalto, no primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva na presidência da república. Sua atitude conciliadora fez com que a União complementasse verbas do Fundo Constitucional do DF. Lutou também para construir uma ramificação do Gasoduto Bolívia-Brasil para o Centro-Oeste, que até hoje é uma de suas bandeiras.
Sua postura e atuação como senador levaram Paulo Octávio a ser indicado por dois anos seguidos – 2003 e 2004 – como um dos parlamentares mais influentes do Congresso Nacional pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap). Só Paulo Octávio, ao lado do deputado Sigmaringa Seixas, conseguiram figurar por duas vezes na prestigiada lista do Diap, que indica quem são os “cabeças” do parlamento brasileiro.

[editar] Escândalo de corrupção

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Mensalão do DEM
No dia 27 de novembro de 2009 teve seu nome seu envolvido na Operação Caixa de Pandora feita pela Polícia Federal, que no inquérito do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) relata gravações feitas com autorização da justiça, sobre a suposta divisão de dinheiro entre membros do primeiro escalão do GDF.[2]
Segundo depoimento prestado ao Ministério Público Federal o ex-secretário secretário do governo do Distrito Federal, Durval Barbosa, afirma que o vice governador do Distrito Federal Paulo Octávio (DEM), dono do patrimônio milionário tambem recebeu propina.[3]
Em novo depoimento a Polícia Federal Segundo Durval Barbosa, vice-Governador Paulo Octávio teria recebido 200 mil diretamente das mãos de Durval Barbosa em uma das suítes do Hotel Kubitischeck Plaza, que pertence ao grupo do vice-governador.[4]

[editar] Desvio de dinheiro público

Em meio ao escândalo do mensalão do Dem o grupo empresárial do vice-governador do Distrito, é acusado de provocar um rombo de 27 milhões aos cofres da Caixa Econômica Federal. O Ministério Público entrou, com cinco denuncias na Justiça Federal contra as construtoras do vice-governador. O procurador da República Carlos Herinque Maritins Lima, cobra a devolução do dinheiro a caixa.
Ainda segundo o jornal Estado de São Paulo que teve acesso a novas ações judiciais que complicam ainda mais a vida do vice-governador, citado no inquérito sobre as fraudes do governo do DF. No centro da investigações está o Brasília Shopping, um dos mais luxuosos da cidade, situado na área nobre da capital federal.
O ministério público aponta uma série de irregularidades na construção feita em parceria entre o Grupo Paulo Octávio e o Funcef, fundo de pensão dos funcionários da Caixa. Essa sociedade dura até hoje já na administração do shopping. o fundo tem 105 mil associados e um patrimônio de 32 bilhões. O procurador lembra que o rombo prejudica interesses das dezenas de milhares pessoas que participam do Funcef. Dos 27 milhões do prejuízo, R$ 14 milhões referem-se apenas uma das cinco denúncias.[5]

[editar] Governo do Distrito Federal

No dia 11 de fevereiro de 2010 após a prisão do Governador José Roberto Arruda, Paulo Octávio decidiu que irá assumir a vaga, Segundo a defesa do vice- governador não há nenhuma prova contra ele. Mas a intenção dele assumir o governo pode ser freada: o DEM, partido de Paulo Octávio, determinou, por meio de nota, a saída imediata de todos os seus filiados que ocupam cargos no governo. Além disso, o procurador-geral da República solicitou ao presidente do Supremo Tribunal Federal que aprecie um pedido de intervenção federal no DF [6]. O pedido foi acolhido por Gilmar Mendes para apreciação, e um prazo de cinco dias úteis foi estipulado para que as autoridades distritais se manifestem. Se acolhido, nos termos da Constituição Federal, o STF solicitará ao presidente da república que decrete a intervenção, que deverá ser ainda submetida ao exame do Congresso Nacional.
No dia 12 de fevereiro de 2010, Paulo Octávio pediu afastamento da presidencia do DEM no Distrito Federal e também da executiva nacional do partido.[7]
Paulo Octávio também ja é alvo quatro de pedidos de impeachment na Câmara Legislativa do DF[8]
Segundo o relatório da Polícia Federal de Paulo Octávio era um dos pricipais beneficiados do esquema que revelado pela Operação Caixa de Pandora as Acusações feitas por Durval Barbosa disse que ele tinha 178 mil frutos de propina guardados o valor seria dividido por várias pessoas que eram ligadas a José Roberto Arruda, sendo que 30% era repassado a Paulo Octávio.[9]
Em um reportagem feita pelo jornal Folha de São Paulo, diz que o que o Governo do Distrito Federal pagou 10,4 milhões para empresas do Governador interino, veicular publicidade oficial.[10]

[editar] Ligações externas

Referências



Sulamérica Trânsito












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