domingo, 25 de outubro de 2009
MARIA EDUARDA E CASTRO GOMES
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Casa da Mãe Joana
COMÉDIA

![]()
![]()
![]()
NO INÍCIO DOS ANOS 60, os jovens atores Hugo Carvana, Daniel Filho, Luís Carlos Miele e Roberto Maya dividiam um apartamento no bairro carioca do Leblon. A vida naquele "templo da atividade carnal", como diz Carvana, rendeu histórias impublicáveis, mas um pouco da alegria e do companheirismo daqueles anos são celebrados em Casa da Mãe Joana. É um reencontro de camaradas. Carvana está atrás das câmeras, Daniel Filho é um dos produtores, Miele e Maya fazem participações especiais. Em seu sétimo longa-metragem, Carvana se mostra um cineasta inoculado pelo vírus do riso e aqui se cerca de um elenco estelar, que expressa na tela o clima de molecagem que deve ter imperado nos bastidores.
Na trama, José Wilker, Paulo Betti e Antônio Pedro Borges são três farristas incorrigíveis que acabam de ser passados para trás pelo caçula do grupo, Pedro Cardoso. Este último fugiu com a dondoca Malu Mader e a grana do golpe que aplicaram em uma joalheria. A situação se complica quando recebem uma ação de despejo e o prazo de trinta dias para quitar as dívidas. Sem escolha, eles decidem fazer o que mais abominam: trabalhar. Betti vira "coroa de programa", Wilker se torna acompanhante do travesti paralítico interpretado por Agildo Ribeiro e Borges volta a escrever uma coluna de jornal com a ajuda de seu alter ego feminino, Juliana Paes. A zona aumenta com a chegada de Laura Cardoso e Fernanda de Freitas, a mãe caduca de um e a filha criada por índios de outro.
Esse rol de personagens amalucados é o grande trunfo da produção, pois o enredo nada tem de original, os diálogos são batidos e só convencem porque estão nas mãos de atores de primeira. Com poucas tomadas externas do Rio de Janeiro e uma ação que se desenrola basicamente no apartamento da trupe, o diretor tem dificuldade em escapar do formato televisivo. Carvana realiza uma obra despretensiosa, um passatempo que enaltece a amizade, valoriza astros veteranos e, de quebra, faz refletir sobre o cinema nacional. Sem diminuir a relevância de dramas que retratam a dura realidade do País, comédias como essa mostram que um espírito mais anárquico - pois a encrencada trinca central jamais perde o bom humor - pode ser um aliado na luta contra os problemas do dia-a-dia. (14 anos) Suzana Uchôa Itiberê
Elenco afiado garante o riso em filme dirigido por Hug
o Carvana
Trailer de "Casa da Mãe Joana"
Divulgação | 17.09.2008
Produção de Hugo Carvana conta história de 3 amigos que só pensam em curtir e nunca trabalharam na vida, mas agora precisam se virar para pagar a hipoteca do apartamento em que moram
Sphere: Related Content
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Os Maias imagens , Castro Gomes nos Olivais
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
“A Festa da Menina Morta” ganha a platéia por antecipação no penúltimo dia do Festival de Gramado
16/08 - 17:07 - Fabio Prikladnicki
GRAMADO - O filme nem havia começado, e Matheus Nachtergaele estava sendo calorosamente aplaudido pelo público presente na sala de exibição do Palácio dos Festivais. Bastou os apresentadores Renata Boldrini e Paulo Betti mencionarem seu nome para a platéia entusiasmar-se. “A Festa da Menina Morta”, que marca sua estréia como diretor, encerrou, nesta sexta-feira (15/08), a mostra competitiva do 36° Festival de Cinema de Gramado. A cerimônia de premiação acontece na noite do sábado.
O filme confirmou as expectativas de ser um dos concorrentes mais fortes deste ano. Confirmou, também, o rumo que o festival vem retomando nos últimos três anos, quando a curadoria passou para as mãos da dupla José Carlos Avellar e Sérgio Sanz: valorizar o “cinema de autor”. Gramado quer recuperar seu prestígio crítico, depois de ter passado algum tempo com o foco voltado para o culto excessivo às celebridades.
“A Festa da Menina Morta” estreou no Festival de Cannes, como provou a cópia exibida em Gramado, com legendas em francês. Conta a história de um rapaz (Daniel de Oliveira) que é considerado um santo em uma comunidade ribeirinha no Amazonas depois de ter encontrado os trapos de uma menina morta - que vira objeto de culto.
O rapaz também tem uma relação mal resolvida com a memória da mãe morta (Cássia Kiss) e tem uma relação incestuosa com o pai (Jackson Antunes). A cena de sexo entre os dois, por sinal, revoltou parte da platéia em Cannes (mas não em Gramado), ocasião em que algumas pessoas deixaram a sala de exibição. É um filme pesado e, ao mesmo tempo, belo - ponto para a direção de fotografia de Lula Carvalho.
A fotografia é também um dos destaques do filme que abriu a noite, “O Mistéério da Estrada de Sintra”, de Jorge Paixão da Costa, uma co-produção Brasil-Portugal (a fotografia é de Luiz Branquinho). Na apresentação, o diretor questionou o fato de estar concorrendo na categoria de filme estrangeiro.
O filme, no entanto, é falado em português de Portugal, com o sotaque, a dicçãão e as expressões idiomáticas características do paíís. Em entrevista poucas horas antes, a produtora executiva Pandora Cunha Telles havia mencionado uma experiência que teve com outro filme português exibido para o público brasileiro, quando constatou que as pessoas tendiam a entender melhor as piadas nas cópias exibidas com legendas em português do Brasil, por absurda que a opção possa parecer.
Detalhes à parte, “O Mistério” é inventivo e bem realizado, caso típico em que o diretor parece saber, da idéia ao corte final, exatamente aonde queria chegar. Não era uma tarefa fácil: adaptação do livro homônimo de Eça de Queirós e Ramalho Ortigão (originalmente publicado em folhetim), o filme se vale de uma interposição de narrativas em que a trama de como a dupla de escritores criam a história se cruza com a própria históória - e os autores, literalmente, contracenam com seus personagens.
A última noite da mostra competitiva antes da premiação prestou homenagem ao diretor cubano Julio García Espinosa, que cancelou a ida a Gramado de última hora “por motivos de saúde”, conforme divulgado à imprensa. O prêmio foi um “kikito de cristal” pelo conjunto de sua obra.
Sphere: Related Contentdomingo, 3 de agosto de 2008
Letras e Leituras - Paulo Betti
Você também pode ouvir Mona Dorf na Rádio Eldorado AM 700 KHZ. www.radioeldorado.com.br
Sphere: Related Contentquinta-feira, 10 de julho de 2008
PAULO BETTI, ‘Barão de Mauá – o Empreendedor’
Betti, o Barão
Os convidados da inauguração da exposição ‘Barão de Mauá – o Empreendedor’, dia 14, no Centro Cultural Banco do Brasil, terão uma surpresa. Serão recepcionados pelo próprio Barão, ou melhor, por Paulo Betti, que foi convidado pela Transpetro e estará vestido com figurino do filme ‘Barão de Mauá – O Imperador e o Rei’, de 1999
domingo, 15 de junho de 2008
quarta-feira, 28 de maio de 2008
Editoras brasileiras apostam no mercado de audiolivros
Intenção não é fazer do produto concorrente para os livros.
Oferta de títulos é pequena, mas já começa a aumentar.
O sucesso do audiolivro nos Estados Unidos foi um dos estímulos para as editoras brasileiras investirem no produto. No ano passado, 10% dos americanos pagaram para ouvir um livro. Já são 18.000 títulos disponíveis.
Veja o site do Bom Dia Brasil
No Brasil, eles são mais usados por deficientes visuais, contabilizando apenas 140 audiolivros, segundo a Biblioteca Nacional, mas a oferta começa a aumentar. Em um estúdio no Rio de Janeiro, sete lançamentos do mercado de literário ganharam vozes de narrados conhecidos. “E é incrível, porque a gente não prepara essa emoção. Você não sabe onde você vai se emocionar”, revelou o ator Paulo Betti.
“Ele pode ser usado na medida em que ele for agradável para quem for usá-lo. O que eu acho é que o audiolivro não substitui o livro. Existe uma relação entre o leitor e o escritor que é única e é insubstituível”, afirmou a educadora. Sphere: Related Content
terça-feira, 15 de abril de 2008
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
Um homem que não sabe amar (Paulo Betti)
Único personagem brasileiro da trama, Castro Gomes VAI SE VINGAR DA MULHER QUANDO DESCOBRIR QUE FOI TRAÍDO
Certo dia, Paulo Betti recebeu o seguinte telefonema: “Deixa a barba crescer que eu tenho um papel para você”. A voz do outro lado da linha era do diretor Luiz Fernando Carvalho, e o papel a que se referia era Castro Gomes, o único personagem brasileiro de Os Maias. O ator não titubeou. Mesmo já tendo experiência em trabalhos de época, fez os cursos de postura e etiqueta.
“Eu já tinha trabalhado com o Luiz Fernando outras vezes. Estou muito feliz com a minissérie e com meu personagem”, diz ele. Castro Gomes, como o próprio ator define, é um homem que não tem capacidade de amar: “Ele é duro, uma espécie de coronel daquela época. Vê a mulher como um objeto de luxo. A Maria Eduarda (Ana Paula Arósio) o ajuda a se projetar, mas ele não tem consideração por ela.
O personagem não chega a ser um vilão. Simplesmente não consegue entender a mulher que tem. Ele se aproveita de sua condição financeira para ter Maria Eduarda ao seu lado. “Castro Gomes sustenta a mulher, a filha e a mãe dela. Por isso, se acha no direito de tê-la. Na verdade, ele não a ama, apenas a possui - explica Paulo. - O personagem ficará na trama até por volta do capítulo 36. O grande momento de Castro na história será quando descobrir o romance entre a mulher e Carlos (Fábio Assunção).
“Ele arquitetará uma vingança contra os dois, principalmente contra Carlos”, adianta o ator. Entre os planos de Paulo para quando a minissérie acabar está a apresentação da peça Feliz Ano Velho, da qual é diretor, no Rio de Janeiro: “Também quero lançar o filme Cafundó, do qual sou produtor e co-diretor. Quanto à repercussão da minissérie, Paulo é enfático: “Os Maias é um alento à mediocridade”.
CORPO-A-CORPO - A portuguesa Maria Adelaide Amaral está realizando um antigo sonho: adaptar a obra Os Maias, de Eça de Queiroz, para a TV. “O trabalho está perfeito. É uma verdadeira obra de arte”, comenta a autora. Com relação aos índices de audiência estarem inferiores aos conseguidos durante a exibição de A Muralha, também de sua autoria, ela explica que “A Muralha tinha muita ação. O tempo de Os Maias é mais lento, trata-se de um romance português do século XIX. Não há dúvidas de que as classes A e B, a crítica e os formadores de opinião adoram a minissérie. Resta-nos conquistar as classes C, D, E, F, o que acontecerá progressivamente” salienta.
Sobre o atraso na edição dos primeiros capítulos, Maria Adelaide explica que tudo ocorreu por razões técnicas. “Os primeiros capítulos não foram ao ar integralmente. Mas o público teve a oportunidade de ver na tela cinema de extraordinária beleza. Luiz Fernando é imprescindível para isso”. Segundo a autora, personagens de outras obras do autor na minissérie foram acrescentadas à minissérie porque era necessário um núcleo cômico. “Os personagens estão fiéis ao original, mas é bom lembrar que a minissérie é inspirada, não baseada. Assim, permito-me algumas licenças”, conclui.
Fonte:
http://www.pernambuco.com/diario/2001/02/05/revistatv5_0.html



































































