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terça-feira, 22 de abril de 2014

Ouça gravação de coletiva com a Delegada responsável pelo Caso Bernardo



http://www.portelaonline.com.br/site/audios/c978b903eb26b9464e31cc34ce2b2045.mp3







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26/10/2008 free counters

3.000 pessoas foram enterradas como indigentes tendo RG em SP




Investigação revela que, mesmo identificados, 3 mil mortos foram mandados para a vala comum em 15 anos em SP; Ministério Público quer saber por quê

ROGÉRIO PAGNAN
;REYNALDO TUROLLO JR.
;DE SÃO PAULO

Nos últimos 14 anos, a rotina do técnico em telecomunicação Cláudio Rocha, 53, inclui a procura desesperada pelo pai, desaparecido.



Desde 15 de janeiro de 2000, ele visitou um sem-número de hospitais, unidades do IML e delegacias de São Paulo, mas nunca mais teve notícias do aposentado João Rocha, que tinha 72 anos quando sumiu de casa.



Na semana passada, Cláudio recebeu um telefonema que pôs fim à sua procura.



As notícias não poderiam ser piores: o pai estava morto e, apesar de ter se identificado ao dar entrada no hospital, foi enterrado como indigente em março de 2000.



Quatorze anos de procura em vão. "Eu esperava encontrá-lo vivo até hoje. Isso é um descaso muito grande", afirmou ele à Folha
.


A família Rocha foi vítima de uma falha na burocracia estadual, que, revela-se agora, mandou para a vala comum cerca de 3.000 pessoas que possuíam identificação quando morreram nos últimos 15 anos na capital paulista.



Os "indigentes com RG" foram descobertos numa investigação do Ministério Público de São Paulo, coordenada pela promotora Eliana Vendramini, que se dedica a descobrir o paradeiro de desaparecidos em São Paulo.



Ela custou a acreditar, mas descobriu que o próprio sistema funerário estatal pode ter sido responsável pelo "desaparecimento" de milhares de pessoas na capital.



Isso porque o Estado manda para as valas públicas os corpos não reclamados por parentes num prazo de 72 horas, mesmo se o morto estiver com o RG no bolso. Vale-se de norma estadual de 1993, criada no governo Fleury (PMDB).



Faz isso sem tentar avisar qualquer parente, embora tenha dados de todos os mortos. Assim, deixa famílias numa busca sem fim.



Os enterros são realizados em parceria com o Serviço Funerário Municipal nos cemitérios 1 e 2 da Vila Formosa, na zona leste da cidade --onde os corpos chegam nus em caixotes de madeira com tampas de papelão.



Antes, também eram enterrados no cemitério Dom Bosco, em Perus, na zona norte.



A responsabilidade pelos casos investigados pelo Ministério Público é do SVO (Serviço de Verificação de Óbitos), órgão ligado à Faculdade de Medicina da USP.



O órgão atende casos de mortes naturais, em que não há suspeita de violência, mas que necessitam de investigação da causa do óbito.



Agora, o Ministério Público quer saber por que o Estado não procurou as famílias dos mortos identificados.



Ao contrário da Promotoria, a direção do SVO entende que a lei não o obriga a procurar os familiares.



Diz ainda que não tem equipes para executar essa tarefa e que está disposto a colaborar com a investigação do Ministério Público (leia texto na página ao lado).



À Promotoria, o SVO afirmou que não tinha informações suficientes para chegar aos parentes. "Mas é tão possível localizar as famílias que nós estamos conseguindo", contesta a promotora.



Vendramini diz ainda que, além da Constituição Federal, que em seu artigo 1º trata da "dignidade da pessoa humana", o Código Civil obriga o serviço a fazer essa comunicação, porque o corpo pertence à família.



"É uma questão óbvia. Vai ter uma lei para dizer o óbvio? Vai ter uma lei para dizer: Não enterre um corpo identificado sem avisar a família?'", questiona.



Outro problema é o fato de o SVO ser desconhecido da maioria da população, que, em geral, procura familiares desaparecidos apenas no IML --que é encarregado de lidar exclusivamente com mortes violentas ou com corpos sem identificação.



O Ministério Público quer acabar com as procuras desnecessárias das famílias e pôr fim aos enterros sem aviso.



Primeiro, está cruzando a lista dos cerca de 3.000 "indigentes identificados" que passaram pelo SVO com a lista de desaparecidos do Estado de São Paulo.



O objetivo é saber quantas famílias ainda estão buscando seus familiares para dar-lhes a notícia da morte e limpar os nomes que inflam a lista de desaparecidos.



João Rocha estava nessa lista e faz parte da primeira família avisada.



Nas últimas duas semanas, a Folha
localizou outras quatro famílias. Nenhuma delas foi procurada pelos serviços do Estado e os parentes foram enterrados como indigentes.



NAS DELEGACIAS



O Ministério Público também vê problemas no trabalho da Polícia Civil.



Segundo a legislação, a polícia é obrigada a registrar boletins de ocorrência das mortes antes de enviar os corpos para o SVO. Da mesma forma, a polícia registra o desaparecimento quando as famílias dão queixa numa delegacia.



Porém, em todos os casos analisados pela Folha
, os dados dos boletins de ocorrência --de morte e de desaparecimento-- não foram cruzados, o que teria encerrado as buscas das famílias.


Três das cinco famílias procuradas pela Folha
, que tiveram parentes ou amigos desaparecidos, disseram desconhecer a existência do SVO. Nesses casos, os reclamantes ou ainda procuravam os desaparecidos ou já tinham desistido da busca.


Em um caso, o parente havia morrido também. Em outro, a filha encontrou o pai 20 dias após a morte, já enterrado como indigente. Buscou ajuda até de um pai de santo.



Há ainda um número desconhecido de pessoas identificadas e enterradas como indigentes pelo IML, vítimas de violência ou de acidente.







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domingo, 20 de abril de 2014

2 FOOT Bat Boomerang flight and giveaway for Feruary 2014 COSPLAY















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sábado, 19 de abril de 2014

Daughter of World Cup official had '$3.4m put into account' #FIFA





SPORTS

Daughter of World Cup official had '$3.4m put into account'


Ricardo Teixeira is currently under investigation over his financial activities and has since stepped down from the committee. (Photo courtesy The Telegraph)
The account of a 10-year-old daughter of a FIFA executive was pumped with $3.4 million, according to a report by The Telegraph on Friday, raising more questions over the finances of the officials who awarded Russia and Qatar the 2018 and 2022 tournaments.
Antonia Wigand Teixeira, the daughter of the Brazilian representative of the FIFA executive committee,  had reportedly received the money in 2011.
Her father Ricardo, part of the committee which helped select the World Cup host nation, is currently under investigation over his financial activities and has since stepped down from his position.
The sum transferred to Antonia’s account is thought to have been deposited by Sandro Rosell, former head of Nike Brazil and President of Barcelona Football Club. It is reported the two men had a long-standing business relationship.
A statement issued by lawyers acting for the Qatar bid said the payment from Mr. Rosell to Mr. Teixeira had nothing to do with the country’s bid for the 2022 World Cup and reiterated that no payments were given to secure Mr. Teixeira’s vote.
The decision to award Qatar the World Cup has raised suspicions since its announcement. Opponents to the verdict reason it is irrational to hold a sports competition in a desert state where temperatures will reach 104 F (40 C).
Mr. Teixeira is not the only committee member to be on the receiving end of scrutiny into his financial activities.
Last month, the Telegraph disclosed that Jack Warner, a former vice-president of FIFA, and his family appeared to have been paid almost $2 million from a Qatari firm linked to the 2022 World Cup bid.
Mr. Warner appears to have been personally paid $1.2 million by a company controlled by a former Qatari football official shortly after the decision to award the country the tournament.
A spokesman for Qatar’s 2022 World Cup organizing committee said last month it had strictly adhered to Fifa’s bidding regulations and was unaware of any allegations surrounding business dealings between private individuals.
Last Update: Saturday, 19 April 2014 KSA 12:26 - GMT 09:26








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26/10/2008 free counters

Four French journalists held captive in Syria for almost a year were free and "in good health" on Saturday, President Francois Hollande told AFP.

http://english.alarabiya.net/en/media/print/2014/04/19/Four-French-journalists-captive-in-Syria-freed.html









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domingo, 13 de abril de 2014

Os Maias, A morte de Don Afonso (Walmor Chagas(















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sábado, 12 de abril de 2014

Adele - Rolling in the Deep (Piano/Cello Cover) - ThePianoGuys















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Os Maias, Personagem Alencar por Osmar Prado Dirigido por Luiz Fernando...















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