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quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Empate entre Governo e aposentados



ELES RIEM DE QUE?
OU ELES RIEM DE QUEM?



( MAS PARA SALVAR BANCOS E EMPRESAS, O DINHEIRO DO TRABALHADOR SERVE, QUANDO VOCE PAGA O INSS DE 10 OU MAIS SALARIOS MINIMOS EM DESCONTO DE SEUS VENCIMENTOS , O DINHEIRO ENTRA E NA HORA DO RETORNO DESSE DINHEIRO PARA O CIDADÃO SE APOSENTAR ELE DESAPARECE E VOCE FICA COM UMA APOSENTARIA M A R A V I L H O S A DE 3 SALARIOS MINIMOS, ISSO PORQUE VC TRABAHOU "TROCENTOS ANOS", MAS O "CIDADÃOZINHO " QUE ENTRA PARA A POLITICA OU JUDICIARIO E E OUTROS "CARGUINHOS DO OLIMPO" , ESSES SEMI DEUSES TRABALHAM 4, 8 ANOS E COM APOSENTADORIAS ASTRONOMICAS, PAGAS PELA "DONA MARIA E POR SR JOSE DO POVO CALADO", SIM O REBANHO PAGA PARA OS LOBOS OS DEVORAREM, OS HUMILHAREM O DINHEIRO PAGA FARRAS , PACs,, PLASTICAS E VAI PAGANDO SEM PARAR...)


Manobra retira de pauta projeto que garantia reajuste único a todos no INSS, sob argumento de que não há dinheiro, mas relatório do projeto que acaba com fator previdenciário consegue aprovação

Rio - Aposentados e pensionistas do INSS sofreram um duro golpe ontem, com a manobra do governo, que retirou de pauta o Projeto de Lei 01/2007, que tornaria obrigatório o reajuste único a todos os segurados. Os 1.200 manifestantes que se aglomeravam nas galerias saíram decepcionados da Câmara e, com eles, 8,1 milhões de aposentados que ganham acima do mínimo e apostavam em aumento real maior nos próximos anos. No placar, um a zero para o governo.

Mas os segurados deram o troco e empataram disputa, com a aprovação do relatório do PL 3.299 pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que acaba com o fator previdenciário sem o substitutivo que criava a fórmula 85/95, o que na prática instituía a idade mínima para aposentadoria. Assim, o placar ficou 1 a 1.




O relator da Medida Provisória 466, deputado João Carlos Bacelar (PR-BA), pediu prazo de uma sessão para apresentar parecer. O presidente da Câmara, deputado Michel Temer (PMDB-SP), anunciou a decisão como inegável, por ser “regimental”. Miro Teixeira (PDT-RJ), que ainda tentou reverter, explicou que o projeto não saiu de pauta e deve ser o primeiro que entrará em votação semana que vem: “É questão de ordem. É preciso aplicar nova regra ou todos aposentados vão ganhar o mínimo no futuro”.

Diretor da Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (Cobap), José Carlos Pinto Vieira disse que os manifestantes ficaram frustrados, mas não vão desistir. “A manobra nos tomou de surpresa, mas não vamos parar”.

Para a Cobap, a aprovação do projeto que acaba com o fator previdenciário revela que o acordo do governo com as centrais sindicais, que concede a benefícios acima do piso a reposição da inflação mais 50% do PIB, com metade do aumento real do mínimo, perde o valor.

Presidente em exercício reconhece a defasagem

O presidente da República em exercício, José Alencar, reconheceu que o reajuste dos aposentados e pensionistas que ganham acima de um salário mínimo(R$ 465) precisa ter índice de recomposição igual ao do piso nacional, mas desde que isso “não prejudique o equilíbrio fiscal”.

O governo calcula que o reajuste único custaria R$ 6,9 bilhões a mais em 2010. O deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) defendeu retomada do acordo negociado entre o governo e centrais: “É uma votação complexa. É preciso ter acordo. Não é correto vincular o reajuste ao que é concedido ao mínimo”.

Autor da emenda diz que orçamento cobre despesas

Autor da emenda ao PL 01/2009, o senador Paulo Paim (PT-RS) acompanhou a movimentação do governo e questionou o discurso de que aponta o reajuste único como fator que desequilibraria as contas do INSS: “Por que não concordam com auditoria nas contas da Previdência? Quem paga tudo é o dinheiro dos aposentados. A reforma tributária quer tirar mais R$ 18 bilhões da Seguridade Social”. Segundo ele, o reajuste de 5% a 6% — que o governo defende — elevaria a despesa do INSS em R$ 2,5 bilhões dentro de um orçamento de quase R$ 300 bilhões da Seguridade Social.






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