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quinta-feira, 11 de agosto de 2011

A presidenta Dilma inaugurou o governo-motel: o ministro entra, goza com a nossa cara, e sai.

A presidenta Dilma inaugurou o governo-motel: o ministro entra, goza com a nossa cara, e sai.

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Câmara vai ouvir atual e ex-ministro do Turismo

Autor(es): Rosana de Cássia; Rosa Costa; Andrea Jubé Vianna
O Estado de S. Paulo - 11/08/2011

Comissões aprovaram convites apresentados por tucanos, que também miraram em Marta: senadora atribuiu ataque a disputa eleitoral antecipada As Comissões de Fiscalização Financeira e Controle e de Defesa do Consumidor na Câmara aprovaram ontem convites ao ministro do Turismo, Pedro Novais, para dar explicações sobre o desvio de recursos públicos na pasta investigada pela Polícia Federal. O ex-ministro Luiz Barreto, que assumiu a pasta em 2008 no lugar da hoje senadora Marta Suplicy (PT -SP), também foi convidado a ir à Comissão de Fiscalização e Controle. Ambos os convites foram apresentados por deputados da oposição. Para os tucanos Duarte Nogueira (SP), líder do PSDB na Câmara, e Vanderlei Macris (SP), tanto o ex-ministro quanto o atual titular da pasta devem explicar os convênios que estão sob investigação da PF. O também deputado e presidente do PSDB, Sérgio Guerra (PE), foi além e cobrou explicações de Marta Suplicy, que foi ministra do Turismo entre 2007 e 2008, no segundo mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "As denúncias que estão aparecendo não começaram no governo atual nem com o ministro atual. Vem de muito antes, vem da Marta, sim, do tempo da Marta. Ela tem que explicar isso também", disse Guerra. O tucano alegou que funcionários responsáveis pela liberação de emendas parlamentares estão na pasta desde a gestão de Marta. "Ela não pode ficar nas estrelas pensando que foi lá que isso aconteceu. Foi no ministério que ela dirigia." Defesa. Marta usou a tribuna do Senado e o Twitter para se defender. Pelo microblog, acusou Guerra de "começar a campanha eleitoral antes da hora" e considerou a atitude "lamentável". "Trabalhei um ano no Ministério do Turismo e não há nenhum questionamento sobre minha gestão", escreveu. No Senado, Marta disse que ficou "indignada" com a imprensa, após notícias de que, para evitar comentários sobre o ex-assessor Mario Moysés, preso ontem pela PF, a petista chegou a se refugiar no banheiro da Casa. "Fui porque havia uma necessidade de ir ao banheiro. Quando sai, havia dez jornalistas, para minha surpresa, e eu simplesmente disse que não iria mais falar sobre o assunto, porque já havia me manifestado e não sabia do que se tratava", alegou. Marta, no entanto, não mencionou o fato de ter deixado o plenário pela saída que dá acesso à taquigrafia, evitando os repórteres.



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