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segunda-feira, 15 de agosto de 2011

“Enquanto Marina Silva se reunia com Clinton em hotel caro, eu descia o rio Purus, no Acre”

É, queridos, os dias não são nada simples. Abaixo, há uma notícia do jornal “Valor Econômico”. Leiam o que segue. Volto em seguida.

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O deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP) criticou nesta segunda-feira (15) as ONGs (organizações não governamentais) internacionais. O parlamentar acusou o Greenpeace de ser uma organização aventureira e arrogante. A ex-senadora Marina Silva (AC) também foi alvo de acusações do deputado, relator do projeto de reforma do Código Florestal.

“No alto de sua arrogância, eles [Greenpeace] quiseram intimidar publicamente o Congresso Nacional quando votamos o Código Florestal”, disse Aldo Rebelo em palestra na Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo).

Sobre Marina, o deputado afirmou: “Enquanto Bill Clinton [ex-presidente dos Estados Unidos], o diretor do filme Avatar [James Cameron] e a dona Marina Silva se reuniam em hotéis caros, eu descia o Rio Purus (AC) para conversar com a população local”, afirmou.

O projeto de reforma do Código Florestal, cujo substitutivo foi aprovado na Câmara em maio, contou com o apoio de 410 deputados. Outros 63 foram contra. O texto aprovado prevê a anistia para desmatamentos ilegais feitos até julho de 2008 e permite o plantio em encostas e a criação de gado em topos de morro.

Além disso, permite a redução de 80% para 50% da área de Reserva Legal na Amazônia em casos de regularização. Na hipótese de ser aprovado dessa forma pelo Senado, o código representará uma elevação de vegetação nativa não protegida, apenas em Mato Grosso, de sete milhões para 11 milhões de hectares.

Comento
Pois é… Aldo Rebelo está certo, e ele é que é do PC do B. Já demonstrei aqui umas 300 vezes: é mentira! O código proposto por Aldo não “anistia” ninguém, ao contrário do que informa o texto do Valor. É um absurdo que essas porcarias continuem a ser escritas impunemente, como se verdades fossem. Os proprietários têm de aderir a um conjunto de medidas para que deixem de pagar a multa — ou ela será aplicada. Anistia, na prática, é aquela que está hoje em vigência.

Quanto à ocupação de encostas e topos de morros, o código não “permitirá” ocupação nenhuma; reconhece ocupações que já existem há décadas, algumas há uns dois séculos pelos menos. Essas mentiras, organizadas pelo onguismo com interesses muito bem-definidos, vão sendo repetidas por aí. Eu duvido que o redator tenha lido o código. Se leu, ou não entendeu ou decidiu agredir a verdade de modo militante e deliberado.

Por Reinaldo Azevedo

Aldo Rebelo critica Marina Silva e ONGs internacionais

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DO VALOR ONLINE

O deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP) criticou nesta segunda-feira (15) as ONGs (organizações não governamentais) internacionais. O parlamentar acusou o Greenpeace de ser uma organização aventureira e arrogante. A ex-senadora Marina Silva (AC) também foi alvo de acusações do deputado, relator do projeto de reforma do Código Florestal.

"No alto de sua arrogância, eles [Greenpeace] quiseram intimidar publicamente o Congresso Nacional quando votamos o Código Florestal", disse Aldo Rebelo em palestra na Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo).

Marlene Bergamo/Folhapress
O relator do Código Florestal, que prevê a anistia para desmatamentos ilegais feitos até julho de 2008, criticou a postura de Marina Silva
O relator do Código Florestal criticou a postura de Marina Silva

Sobre Marina, o deputado afirmou: "Enquanto Bill Clinton [ex-presidente dos Estados Unidos], o diretor do filme Avatar [James Cameron] e a dona Marina Silva se reuniam em hotéis caros, eu descia o Rio Purus (AC) para conversar com a população local", afirmou.

O projeto de reforma do Código Florestal, cujo substitutivo foi aprovado na Câmara em maio, contou com o apoio de 410 deputados. Outros 63 foram contra.

O texto aprovado prevê a anistia para desmatamentos ilegais feitos até julho de 2008 e permite o plantio em encostas e a criação de gado em topos de morro.

Além disso, permite a redução de 80% para 50% da área de Reserva Legal na Amazônia em casos de regularização. Na hipótese de ser aprovado dessa forma pelo Senado, o código representará uma elevação de vegetação nativa não protegida, apenas em Mato Grosso, de sete milhões para 11 milhões de hectares.





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