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domingo, 4 de julho de 2010

Denúncia diz que traficante recebeu R$ 70 mil para sumir com corpo de Eliza

jornale.com.br

Polícia tem recebido informações anônimas sobre ex do goleiro Bruno





A Polícia Civil de Minas Gerais, que investiga o desaparecimento da estudante paranaense Eliza Samudio, 25 anos de idade e ex-amante do goleiro do Flamengo, Bruno Fernandes, informou que tem recebido muitas denúncias anônimas sobre o caso, assim como a Polícia Civil do Rio de Janeiro.

Uma das denúncias, de acordo com informações passadas à Rede Record pelos policiais, diz que um traficante de drogas, conhecido como Clayton, teria recebido R$ 70 mil para sumir com o corpo da jovem. Há indicações ainda de que o corpo pode ter sido queimado em uma mata na região de Esmeraldas (MG). Ao menos seis equipes de agentes participam das investigações.

Eliza sumiu há quase um mês e Bruno é o principal suspeito de envolvimento. Ela brigava na Justiça para que ele reconhecesse a paternidade de um menino de quatro meses. Uma testemunha diz ter visto os três juntos no sítio do goleiro, em Esmeraldas (MG), na época em que a jovem desapareceu. Bruno, no entanto, nega esta versão e diz que torce para que Eliza apareça logo.

A polícia já confirmou que um segundo carro do jogador, um New Beetle amarelo, pode ser apreendido para perícia. Isso acontecerá se os exames feitos no Range Rover do atleta, apreendido no início de junho, em Minas, comprovarem que os vestígios de sangue e os fios de cabelo encontrados no interior do veículo são de Eliza. Os resultados devem sair em até 20 dias.





Testemunha abre nova frente de investigação sobre desaparecimento de ex-amante do goleiro Bruno

O relato da testemunha indica que um traficante da região metropolitana de Belo Horizonte teria sido pago para desaparecer com Eliza

Andréa Silva, Contagem

Eliza Samudio, 25, ex-amante do goleiro Bruno, do  Flamengo

Eliza Samudio, 25, ex-amante do goleiro Bruno, do Flamengo (AE)

Goleiro volta a treinar no Rio e aparenta tranquilidade. Atleta está afastado do time principal, concentrado em Itu

Uma testemunha cuja identidade é mantida em sigilo pela polícia mineira abriu uma nova frente de investigação sobre o sumiço da jovem Eliza Samudio, 25 anos, desaparecida há três semanas. O relato levou os investigadores a procurar, em uma mata entre Contagem e Ribeirão das Neves, em Minas Gerais, o corpo de Eliza. O local, chamado de Mata das Abóboras, é um conhecido ponto de ocultação de cadáveres por bandidos da região.

O relato da testemunha indica que um traficante da região metropolitana de Belo Horizonte teria sido pago para desaparecer com Eliza. A Mata das Abóboras seria o local para onde o corpo foi levado depois do crime.

Apesar de o caso até agora ser tratado como desaparecimento, o chefe da Divisão de Investigações da Polícia Civil de Minas Gerais, Édson Moreira, afirmou, na noite de terça-feira, que são grandes as chances de Eliza ter sido assassinada. A delegada Alessandra Wilke, da divisão de homicídios de Contagem, comparou as características da jovem desaparecida com corpos no Instituto Médico-Legal de Minas, mas não encontrou semelhanças.

O goleiro treinou no Centro de Treinamento do Clube, em Vargem Grande, na Zona Oeste do Rio. O jogador não deu declarações à imprensa. Aparentando tranquilidade e várias vezes sorrindo para os companheiros, o goleiro realizou exercícios com bola. O atleta está afastado da intertemporada que o time de futebol realiza em Itu, até o esclarecimento do caso. Bruno deixou o Centro de Treinamento por volta do meio-dia em um carro de vidros escuros. O veículo deixou o atleta dentro do condomínio onde ele reside, no Recreio dos Bandeirantes, na zona oeste da cidade.

Bruno não foi intimado a depor, mas a delegada que conduz as investigações em Minas Gerais, Alessandra Wilke, afirmou que espera “uma apresentação espontânea” do jogador, para prestar esclarecimentos sobre o caso.

Até o momento, foram ouvidas 20 pessoas, a maioria amigos do jogador. Na terça-feira, prestou depoimento o homem que dirigia a Land Rover do atleta em Contagem no dia 8 deste mês, quando o veículo foi apreendido em uma blitz por estar com documentação irregular. Cleiton da Silva Gonçalves negou envolvimento no sumiço de Eliza e confirmou à polícia que, no carro, naquele dia, também estavam Luiz Henrique Romão, o Macarrão, e Marco Antônio Figueiredo, conhecido como Russo. Os dois, coincidentemente, foram acusados por Eliza, em outubro do ano passado, de participar de supostas ameaças que Bruno teria feito para obrigá-la a abortar - na época, ela estava no quinto mês de gravidez.





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