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sexta-feira, 2 de julho de 2010

'Qualquer coisa que acontecer comigo, o culpado será ele'


Entrevista de Eliza Samudio, ao jornal Extra, do Rio de Janeiro, ao registrar queixa na delegacia contra o goleiro Bruno, do Flamengo. Ele era acusado de agressão, sequestro e ameça por Eliza, que afirmava estar grávida do jogador. Imagens: Paulo Carvalho. Edição: André Pinto. Fonte: Agência O Globo.

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26/10/2008 free counters

CGU aponta prejuízo de R$ 150 mi em repasses federais para governo do DF

30/06/2010

Leandro Kleber
Do Contas Abertas

A Controladoria-Geral da União (CGU) divulgou ontem (29) a segunda e última etapa de auditoria realizada nos recursos federais transferidos ao Distrito Federal no período 2006-2009. As principais áreas investigadas foram obras e saúde. E as constatações iniciais dos auditores se confirmaram, pois vários tipos de irregularidades foram novamente encontrados. Desta vez, os trabalhos da Controladoria se caracterizaram principalmente pela análise das manifestações apresentadas pelas secretarias do Governo do Distrito Federal (GDF). Como resultado, a CGU calcula um rombo de R$ 150 milhões no dinheiro repassado pela União.



A auditoria foi iniciada em dezembro de 2009, depois da Operação Caixa de Pandora, realizada pela Polícia Federal e Ministério Público, autorizada pelo Superior Tribunal de Justiça. A investigação desvendou um esquema de pagamento de propina no GDF envolvendo empresários e deputados distritais, também conhecido como mensalão do DEM.



Para o ministro-chefe da CGU, Jorge Hage, os números evidenciam a “má gestão” da máquina pública no DF. “No nosso entendimento, os problemas mostrados no relatório estão ligados à má gestão e à corrupção”, disse. As constatações da CGU foram listadas em 17 itens que vão desde dinheiro parado em banco e pagamentos indevidos até superfaturamento de obras, favorecimento em licitações e contratações desnecessárias.



A respeito dos R$ 320 milhões aplicados no Banco de Brasília (BRB), por exemplo, informado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) à CGU, R$ 218,7 milhões permanecem, até hoje, parados. Este montante, não computado como prejuízo, pois ainda pode ser desembolsado, deveria ter sido aplicado em ações de saúde.



Os auditores também constataram que o GDF usou os recursos repassados pela União para pagamentos de pessoal de forma indevida. De um total de R$ 51,5 milhões, R$ 40 milhões são referentes a servidores não pertencentes à carreira da Polícia Civil do DF, que estão recebendo indevidamente a remuneração com recursos do Fundo Constitucional do Distrito Federal. Outros R$ 31,4 milhões verificados como disponíveis em conta há mais de seis meses, referentes a convênios e contratos de repasse firmados com vários ministérios, continuam com objeto não executado.



Quanto aos R$ 50,5 milhões de sobrepreço e superfaturamento, a CGU confirmou que mais de R$ 22 milhões são relativos a obras executadas com recursos transferidos pelos ministérios das Cidades, dos Transportes e da Integração Nacional e R$ 23 milhões referem-se à aquisição de medicamentos. O GDF justificou um possível sobrepreço no Metrô e a CGU acatou parcialmente a justificativa apresentada.



A CGU ainda classificou como contratação desnecessária despesa da ordem de R$ 7,2 milhões. Segundo a CGU, R$ 4,7 milhões referem-se à contratação, pela Secretaria de Obras do GDF, de uma empresa de consultoria especializada para gerenciamento e coordenação dos contratos de financiamento celebrados entre o Governo do Distrito Federal e a Caixa Econômica Federal. O restante, R$ 2,4 milhões, não foram utilizados em pesquisa de emprego e desemprego contratada pela Secretaria de Trabalho do DF.



Os relatórios da CGU serão encaminhados a todos os órgãos do GDF e ao governador, Rogério Rosso, para que sejam tomadas as providências recomendadas. Os documentos também serão entregues aos órgãos federais que transferiram recursos ao GDF para o devido acompanhamento das providências junto aos órgãos executores locais. A Polícia Federal, o Tribunal de Contas da União, o Tribunal de Contas do Distrito Federal, o Ministério Público Federal, o Ministério Público do Distrito Federal e a Advocacia-Geral da União também receberão o relatório para as providências cabíveis.

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26/10/2008 free counters

Salário médio do Judiciário é o maior dos Três Poderes

20:00 - 30/6/2010


Leandro Kleber
Do Contas Abertas


Enquanto o Congresso Nacional segue votando projetos de lei que aumentam salários de funcionários públicos dos Três Poderes e irão gerar despesas adicionais de bilhões de reais nos próximos anos, levantamento do Contas Abertas mostra que, em média, o servidor do Judiciário e o do Legislativo ganham o dobro do lotado no Executivo. A União gasta, em média, R$ 13.290 com a remuneração dos 119 mil servidores federais do Judiciário, R$ 12.516 com os quase 36 mil servidores do Legislativo (Câmara, Senado e Tribunal de Contas da União) e apenas R$ 5.599 com os cerca de 1,8 milhão de servidores do Executivo (veja tabela).



Os dados são do boletim de pessoal elaborado pelo Ministério do Planejamento, relativos a janeiro deste ano, e relacionam a despesa total (ativos, aposentados e pensionistas) dividida pelo número de servidores. No Executivo, são considerados servidores civis e militares da administração direta, autarquias, fundações, Comando da Aeronáutica, Exército e Marinha. Ainda estão listados funcionários do Ministério Público da União (MPU), Banco Central (Bacen), empresas públicas e de economia mista que recebem recursos do Tesouro.



O boletim mostra com detalhes o tamanho do funcionalismo público federal. Atualmente, o Executivo tem 911 mil servidores na ativa (50% do total), 510 mil aposentados e 388 mil pensionistas. Ao todo, quase 586 mil são militares, sendo 308 mil da ativa (53% do total), 136 mil inativos e 140 mil pensionistas (veja tabela).



A União desembolsa, em média, R$ 4.037 por militar, valor três vezes menor que a despesa registrada, por exemplo, por servidor do Ministério Público (R$ 19.079). No Executivo, como a quantidade de funcionários é bem superior aos demais poderes, as diferenças salariais entre os segmentos considerados no boletim são mais significativas. Enquanto um servidor civil da administração direta recebe em média R$ 5.658, o servidor do Bacen tem remuneração média de R$ 16.416 (veja tabela).



As diferenças salariais veem desde pelo menos 1995, conforme mostra o boletim de pessoal. No entanto, é possível observar que houve mudança significativa na despesa média com os servidores do Judiciário (R$ 2.728), que ganhavam menos do que no Legislativo (R$ 3.924). Em outras palavras, nos últimos 16 anos, os funcionários do Judiciário tiveram um dos melhores avanços salariais do funcionalismo público do país.



A reportagem entrou em contato com órgãos dos Três Poderes para saber a posição de cada um deles a respeito das diferenças nas remunerações. O Ministério do Planejamento informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que o governo federal só tem competência para estabelecer a remuneração dos servidores do Poder Executivo. “Os demais poderes têm autonomia plena e não nos cabe fazer comentários sobre a remuneração de seus servidores”, afirmou.



Já o Supremo Tribunal Federal (STF) limitou-se a informar que o analista técnico Judiciário tem salários iniciais e finais menores do que os pagos a cargos como analista do Banco Central, delegado de Polícia Federal, auditor fiscal do trabalho e da Receita, diplomata, auditor federal de controle interno, entre outros. Os dados estão em tabela sobre comparativo de carreiras encaminhada à reportagem.



Em nota à imprensa divulgada no último dia 23, também enviada ao Contas Abertas, a Secretaria de Comunicação Social do Supremo afirma que o projeto de lei de reajuste dos salários dos servidores do Judiciário que tramita no Legislativo - a qual trata de 57% do reauste - foi elaborado pelos órgãos do Judiciário, sob a coordenação do STF, sendo “inclusive aprovado em sessão administrativa da Suprema Corte antes de ser encaminhado ao Congresso Nacional”.



Segundo a nota, os vencimentos do Poder Judiciário estão comprovadamente defasados em relação às carreiras públicas similares dos Poderes Executivo e Legislativo. “O projeto tem por objetivo também eliminar a elevada rotatividade existente nos quadros de pessoal do Judiciário, em consequência da falta de atratividade da remuneração desses cargos”, conclui.



A reportagem também procurou a Câmara dos Deputados para comentar os dados. No entanto, até o fechamento da matéria, a assessoria de imprensa não se manifestou.



Reajustes aprovados no Congresso



Os salários dos servidores públicos federais foram e continuam sendo temas de debate nos últimos meses no Congresso. Recentemente, parlamentares aprovaram aumento de salários e gratificações para mais de 30 mil servidores do Executivo, 15% de reajuste para funcionários do quadro da Câmara e 35% para servidores do Senado. Ainda está em tramitação proposta que reajusta em 57% o vencimento dos servidores do Judiciário.




O presidente Lula avisou nos últimos dias que acabou a temporada de reajustes salariais de servidores públicos que não estejam previstos no orçamento de 2010, diante das várias propostas que tramitam no Congresso, inclusive de servidores parlamentares. “Eu estou no meu juízo perfeito, e com minha cabeça muito boa, para não permitir nenhuma sandice nesse país”, disse, acrescendo que não é por estarem em período eleitoral “que as pessoas devem perder o senso de responsabilidade”.



O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, também já reiterou que não há previsão orçamentária para um reajuste do Judiciário neste ano. Disse que dificilmente o governo teria condições de encaixar uma despesa neste montante. Segundo ele, a possibilidade será discutir na comissão uma solução para o próximo ano.



O ministro explicou que a situação do Executivo e do Judiciário é diferente. No Executivo, qualquer acordo feito agora pode não ser cumprido pelo próximo governo. Porém, no Judiciário, como não haverá mudança de dirigente, qualquer acordo para os próximos anos pode ser cumprido.



Especialistas comentam dados



Para o economista especializado em contas públicas Raul Velloso, que foi secretário de Assuntos Econômicos do Ministério do Planejamento no começo dos anos 90, as diferenças salariais entre o Legislativo e Judiciário com o Executivo estão relacionados à autonomia financeira e administrativa dos poderes, prevista na Constituição. “Eles [Legislativo e Judiciário] mandam a conta para a União pagar. Como são independentes, têm mais força para impor salários mais altos. Não são eles que geram e brigam por recursos. No Executivo, que tem um peso muito maior, há brigas pela distribuição da verba. Por isso, eles [Executivo] têm de administrar os recursos”, afirma



Segundo Velloso, antigamente o peso salarial de poderes como o Legislativo e Judiciário não passava de 7% do orçamento global de pessoal do país e, por isso, a alegação de que tinha que aumentar era justificável. “Como tinham peso menor, havia argumentos para reajustar os salários. Mas hoje, esse percentual já chega a 20%. Já é um peso considerável e não dá mais para usar aquela justificativa antiga”, acredita.



Velloso ressalta que questões técnicas alegadas por parte de servidores do Legislativo não podem justificar salários mais altos. “Todos têm de ser bem remunerados e devem ter salários equivalentes. O fosso entre o Executivo e os demais poderes é muito grande”, lembra. Ele diz que o salário do funcionalismo público é maior do que do setor privado. “O grande drama do setor público é que para funções de menor qualificação, se paga muito mais que no setor privado. E nas áreas que exigem melhor qualificação, o serviço público paga menos”, diz.



Raul Velloso defende um quadro de servidores “enxuto” e afirma que o governo não pode pensar em contratar mais. Para ele, os gastos com servidores deveriam ser menores. “Um Estado que não tem capacidade financeira, mas tem muitas funções para exercer deveria ser mais enxuto do que é. Se o governo não tem dinheiro, os gastos com pessoal deveriam ser muito menores”.



Já para o especialista em contas públicas Roberto Piscitelli, consultor legislativo, a primeira constatação a respeito das diferenças salariais entre os servidores dos Três Poderes é de que os níveis de remuneração do Judiciário e Legislativo são mais homogêneos, até porque têm um número de servidores bem menor. Segundo ele, o fato de o Executivo ter mais funcionários o deixa com uma média menor, além da maior diversidade de funções e, consequentemente, níveis salariais bastante diferenciados.



“O Legislativo tem funções menos diferenciadas. As funções mais diferenciadas são no Executivo, seguido do Judiciário. Os níveis de remuneração inicial no Executivo também são muito mais baixos. A distância percorrida entre o início e o final de carreira no Legislativo e Judiciário é menor, sendo que nos dois há menos salários baixos, o que de certa forma está ligado à diversidade de especializações e funções”, avalia.



Quanto às variações nas remunerações, Piscitelli considera muito grande os salários médios do Judiciário em comparação com os do Executivo: o dobro do servidor civil e mais de três vezes o salário do militar. “No entanto, nos últimos quatro anos, os ganhos maiores devem ter sido do Executivo. Hoje, em relação a 1995, acredito que as diferenças de remuneração devem estar menores entre os Três Poderes”, acredita.



Piscitelli acredita que houve uma recuperação salarial significativa do funcionalismo nos últimos anos. “O governo Lula foi mais generoso com o funcionalismo. Ele repôs quadros. Na década de 80 e início da 90, houve redução em termos absolutos de número de funcionários públicos federais; fato incomum porque a população crescia. No final da década de 90, verifica-se um aumento da quantidade de funcionários, principalmente na era Lula, com a abertura de muitos concursos”, ressalta.



O especialista ainda lembra que a média salarial do Executivo é puxada para baixo porque a proporção de pessoal auxiliar é muito maior do que no Judiciário e Legislativo. “O Executivo tem que ter mais gente auxiliando. Isso puxa a sua média para baixo, assim como ocorre na iniciativa privada, que tem uma diferenciação muito maior do que no Executivo e uma proporção de funções auxiliares de nível baixo muito maior também”, diz.



“Se comparar com a iniciativa privada, porém, a média do funcionalismo é maior, pelas peculiaridades do serviço público e funções típicas do Estado”. Apesar de acreditar que os servidores devem ser bem remunerados, Piscitelli crê que o governo terá dificuldades para equacionar as recentes negociações salariais e administrar a relação com os servidores no futuro. “Essa coisa de carreiras ‘inespecíficas’ - todo mundo sendo inserido como analista, por exemplo - é um problema muito sério para o governo, pois levou a uma espécie de nivelamento. E a tendência é que se nivele por cima, pois as reivindicações das categorias e dos sindicatos é essa”, acredita.



Em compensação, segundo ele, as carreiras tradicionais foram desaparecendo do serviço público. “Hoje, onde estão os economistas, contadores e administradores? Além das diferenças serem maiores no Executivo, há carreiras nobres bem remuneradas e carreiras mal remuneradas. Nestas, o pessoal não foi abrangido pelas melhorias dos últimos anos. Podem ser categorias pouco organizadas. Ou seja, alguns setores estão ganhando muito e outros não estão ganhando tanto”, finaliza.



Autor: Contas abertas
Fonte: Contas abertas

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26/10/2008 free counters

Caso Bruno: oito meses para um exame de urina

Bruno do Flamengo: polícia encontra substâncias abortivas na urina de ex-amante

Publicada em 01/07/2010

O Globo e Fernando Torres - Extra Bruno, goleiro do  Flamengo, fala com a imprensa pela primeira vez desde o começo da  investigação sobre o desaparecimento de sua ex-amante / Foto de Márcia  Foletto - O Globo

RIO - Pouco mais de oito meses após a coleta da urina de Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno, do Flamengo, que está desaparecida há cerca de três semanas, o resultado, divulgado nesta quinta-feira, indicou a presença de um grupamento de substâncias consideradas abortivas. A informação é do Departamento Geral de Policia Técnico Cientifica da Policia Civil do Rio. Segundo os peritos, porém, a mistura também pode ser encontrada no consumo simultâneo de bebidas alcoólicas com fumo. Por isso, os peritos decidiram mandar o material para o laboratório da UFRJ, com o qual a Polícia Civil mantém convênio, a fim de confirmar a análise, excluindo qualquer possibilidade de o grupamento pertencer a outros compostos. Segundo o DGPTC, o resultado final ficará pronto na próxima segunda-feira, dia 5 de julho.

Em outubro do ano passado, Eliza acusou o ex-amante de tê-la agredido e lhe dado um remédio para o abortar o bebê que esperava. A queixa foi feita à Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) de Jacarepaguá. (Assista aqui ao vídeo com Eliza Samudio) Com base nas acusações e no exame de corpo de delito feito por Eliza - que constatou lesão corporal e ameaça - Bruno chegou a ser indiciado pela Polícia Civil por tentativa de aborto, ameaça, lesão corporal e sequestro com cárcere privado.

O inquérito da Deam foi remetido ao Ministério Público, aonde chegou na quarta-feira, sem o laudo do Instituto Médico-Legal (IML), peça fundamental para que o promotor Alexandre Murilo Graça possa denunciar Bruno por tentar obrigar Eliza a abortar. O promotor diz ter solicitado duas vezes acesso ao inquérito, que voltou ao MP três vezes durante oito meses, sempre com a pendência de anexar os laudos dos exames de sangue e urina. O promotor argumenta que o laudo comprovando a existência de substâncias abortivas no organismo de Eliza era fundamental para a elaboração da denúncia completa.

Segundo o diretor de Polícia Técnica, delegado Marcus Neves, o exame de urina não foi feito na época porque houve um problema na obra do laboratório do novo IML. Neves afirmou que a amostra coletada na ocasião ficou preservada a uma temperatura muito baixa e não se deteriorou. Ele disse que a amostra tem validade de pelo menos um ano.

Ainda nesta quinta-feira, após seis dias de silêncio, Bruno falou com a imprensa, depois de treinar no Ninho do Urubu. Ele disse que está muito chateado com o sumiço de Eliza.

(Assista às imagens da primeira entrevista do atleta sobre o caso)

- Eu torço para que ela apareça. Esta situação é muito constrangedora para mim e para a minha família - disse o goleiro.

No treino, Bruno se manteve tranquilo e rindo com os companheiros do time, como ocorreu na quarta. Ele declarou ainda que não vê a jovem há cerca de três meses, mas disse também que esteve com o bebê no inicio de junho, no sítio em Minas. A criança teria sido levada ao local pelo amigo Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão. Bruno acrescentou que o menino foi entregue a Macarrão pela estudante. Segundo ele, Eliza teria dito ao amigo que deixou o bebê com ele para resolver problemas pessoais.

Família de jovem oferece recompensa por informações sobre o caso

O pai de Eliza, Luiz Carlos Samudio anunciou uma recompensa de R$ 5 mil para quem fornecer informações que levem ao paradeiro da filha. Segundo a advogada Anne Faraco, a família está acompanhando o caso pela imprensa e não vem tendo ligação direta com os investigadores da Delegacia de Homicídios de Contagem.

- Estou confiante porque percebi, enquanto estive em Contagem, que polícia está trabalhando com seriedade e reunindo muitas provas - afirmou Faraco.

O bebê de quatro meses de Eliza, também chamado Bruno e supostamente filho do jogador do Flamengo, está na casa do pai da jovem, Luiz Carlos, em Foz do Iguaçu. Ele, que atua como microempresário do ramo da construção, conseguiu, junto no Fórum da Comarca de Contagem, em Minas Gerais, a guarda provisória por 180 dias e uma autorização para viagem com a criança. Caso Eliza continue desaparecida após este prazo, a advogada Anne Faraco entrará com um pedido para ajuizar ação de tutela em favor do avô. São submetidos a este procedimento filhos menores que tenham pais falecidos, declarados ausentes ou perdido o poder familiar. Como o processo de reconhecimento de paternidade ainda corre na Justiça e Bruno não é, oficialmente, o pai da criança, Luiz Carlos seria o tutor imediato.

Delegado que investiga o caso muda discurso

Pela primeira vez em seis dias de investigação, a polícia de Minas Gerais fala que tem esperança de que Eliza Samudio esteja viva. Até o momento, as declarações apontavam um desaparecimento que tinha indícios de homicídio com ocultação de cadáver. No início da noite desta quinta-feira, o chefe do Departamento de Invetigações, Edson Moreira, apresentou um discurso diferente do que vinha sendo adotado. Antes, falava em priorizar as buscas pelo corpo. Agora, em possibilidade de encontrar a mulher com vida.

" Tenho esperança de um bom desfecho, sem morte "

- Tenho esperança de um bom desfecho, sem morte. Eu espero que ela esteja viva. Esta é a minha esperança. A investigação está avançando - ressaltou Moreira.

A postura em relação ao goleiro Bruno também mudou. Quando o jogador disse, na última segunda-feira, que ainda iria "rir de tudo isso", Edson respondeu: "Vamos ver se ele vai rir mesmo". Nesta quinta, Bruno falou à imprensa e comentou o caso. Moreira preferiu a cautela.

- Não vou comentar as declarações do Bruno porque não são oficiais. Só podemos analisar quando estiver escrito, nos autos - declarou.

Perguntado de havia alguma equipe da Delegacia de Homicídios realizando buscas por suspeitos ou testemunhas no Rio de Janeiro, retrucou: "Não vou dar o milho pro bandido."



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26/10/2008 free counters

After suicide attack security beefs up in Pakistan's Lahore



14:24, July 02, 2010




Rescuers carry a body from the blast site in eastern Pakistani city of Lahore on July 2, 2010. At least 37 people were killed and 175 others injured in three suicide bomb attacks at a shrine in Lahore late Thursday night, according to local sources and media reports. (Xinhua/Jamil Ahmad)

After deadly suicide bomb blasts late on Thursday killed 42 people and injured over 180 others in Lahore in eastern Pakistan, security around the city was strengthened on Friday.

All the entrance and exit points in Lahore city are being carefully monitored under strict security measure.

Heavy police contingents have been deployed in and around Lahore, while Darbar Bibi Pakdaman, a compound within the limits of Data Darbar (shrine) which was attacked Thursday night, has also been closed down for visitors, a local TV reported.

Extraordinary security steps have been adopted at all big and small shrines throughout Punjab and Lahore.

Hours after the deadly terror attack, a large number of worshipers Friday offered Morning Prayers at the shrine of Hazrat Data Gunj Buksh.

A report, warning a likely suicide attack at Data Darbar, had been sent to the provincial government and Darbar administration on June 24, but was ignored, local TV Geo news reported.

This was not the first time that a religious place was targeted in the city, two suicide attacks on two separate worship places of a minority group in Lahore killed 90 people and injured over 100 in late May.






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Obama signs toughest-ever US sanctions on Iran



Friday, 02 Jul, 2010
US President Barack Obama signs the Iran Sanctions Act at the White House in Washington July 1, 2010. The House of Representatives and the Senate approved the new sanctions bill last week that penalizes companies supplying Iran with gasoline as well as international banks involved with Iran's Islamic Revolutionary Guard Corps. - Photo by Reuters.

WASHINGTON: President Barack Obama on Thursday signed into law the toughest ever US sanctions on Iran, which he said would strike at Tehran's capacity to finance its nuclear program and deepen its isolation.

The measures, on top of new UN Security Council and European sanctions, aim to choke off Iran's access to imports of refined petroleum products like gasoline and jet fuel and curb its access to the international banking system.

“With these sanctions -- along with others -- we are striking at the heart of the Iranian government's ability to fund and develop its nuclear programs,” Obama said at a White House ceremony, before signing the sanctions into law.

“We are showing the Iranian government that its actions have consequences, and if it persists, the pressure will continue to mount, and its isolation will continue to deepen.”

“There should be no doubt -- the United States and the international community are determined to prevent Iran from acquiring nuclear weapons.” The US Senate and House of Representatives approved the legislation -- which backers described as the toughest ever unilateral US sanctions against the Islamic republic -- by crushing 99-0 and 408-8 margins last week.

The United States spent months assembling an international coalition for new United Nations Security Council sanctions on Iran, which passed last month.

The measures, the fourth such set of UN penalties levied on Iran, are meant to punish Tehran for refusing to halt its uranium enrichment work, the most sensitive part of its atomic drive.

In response, Iranian President Mahmoud Ahmadinejad said Monday he would postpone nuclear talks as a “penalty” to world powers as a result of the latest UN sanctions.

The new US sanctions are effectively designed to force foreign firms to chose whether to do business with Iran or the United States.

The law shuts US markets to firms that provide Iran with refined petroleum products that the oil-rich nation must import to meet demand because of a weak domestic refining capability.

It also takes aim at firms that invest in Iran's energy sector, including non-US companies that provide financing, insurance, or shipping services.

It could also see non-US banks doing business with certain blacklisted Iranian entities -- including Iran's elite Islamic Revolutionary Guard Corps and several banks -- shut out of the US financial system.

Some foreign companies have already begun to sever ties with Iran because of the new law.

But observers, though, have questioned how successful the new law, and similar measures being adopted in Europe, and by other close US allies will be, given that Iran has been looking for other sources of supplies.

Obama noted that Iran had spurned the offer of dialogue that he had made last year on coming to office.

“To date, Iran has chosen the path of defiance,” he said.

“That is why we have steadily built a broader and deeper coalition of nations to pressure the Iranian government.” World powers led by Washington have accused the Islamic Republic of seeking to build nuclear weapons and are demanding it freeze its uranium enrichment activity, which can be a key step towards developing an atomic arsenal.

Iran denies its nuclear program has a military use.

“The government of Iran still has a choice,” Obama said in the prepared remarks.

“The door to diplomacy remains open. Iran can prove that its intentions are peaceful. It can meet its obligations under the (Nuclear Non Proliferation Treaty) and achieve the security and prosperity worthy of a great nation.” – AFP



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Terremoto de 6,8 grados en las costas de Vanuatu

El Centro de Alerta de Tsunamis del Pacífico no ha advertido del riesgo de maremoto

Madrid. (EUROPA PRESS).- Un terremoto de 6,8 grados en la escala de Richter se registró este viernes en las costas de Vanuatu, en el Pacífico suroccidental, según informó el centro de observación geológica de Estados Unidos (USGS).

El terremoto se produjo a las 17:04 horas locales (8:04, hora peninsular española) y ha tenido una profundidad de 66 kilómetros. El epicentro se ha localizado a unos 230 kilómetros al noroeste de la isla de Espíritu Santo, perteneciente a Vanuatu.

De momento, el Centro de Alerta de Tsunamis del Pacífico no ha advertido del riesgo de maremoto.



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6.8-MAGNITUDE EARTHQUAKE HITS OF VANUATU -- USGS

6.8-MAGNITUDE EARTHQUAKE HITS OF VANUATU -- USGS

A 6.8-magnitude earthquake struck off the island nation of Vanuatu, the U.S. Geological Survey reported early Friday.

The magnitude was a preliminary estimate, the USGS said.

No tsunami warning was issued. There were no immediate reports of casualties or damage.

The quake was centered 144 miles northwest of Santo, Vanuatu. The quake struck at 5:04 p.m. local time (2:04 a.m. EDT) at a depth of 25 miles.

Vanuatu is located about 1,000 miles east of Australia.




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Ator pode pegar três anos de prisão por pedofilia


01 de julho de 2010 •


  Foto: Getty Images

Jeffrey Jones pode passar três anos na prisão por tirar foto de menor nu
Foto: Getty Images


O diretor Rooney, de Curtindo a Vida Adoidado, o ator Jeffrey Jones, pode ser preso por ter tirado fotos sexuais de um menino de 17 anos em 2003. De acordo com o TMZ nesta quinta-feira (1º), ele está sendo acusado de não passar suas informações para o processo.

O ator deveria ter atualizado seus dados para as autoridades quando completou 63 anos, em setembro de 2009. Como não fez, será julgado e pode pegar até três anos de prisão.

Na quarta-feira (23), Jeffrey a polícia chegou até ele e o prendeu. Após pagar US$ 20 mil de fiança, ele foi liberado sem se safar da acusação. De acordo com a BBC, ele terá de comparecer a um tribunal no próximo dia 14.



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Eliza ficava em quarto do sítio de goleiro



Administrador desmente jogador e diz ter visto a jovem e o filho na propriedade há um mês

Contagem (MG) - Administrador do sítio do goleiro do Flamengo Bruno Fernandes das Dores de Souza, em Esmeraldas, a 50 quilômetros de Belo Horizonte (MG), Elenilson Vitor da Silva, 22 anos, fez revelações importantes à polícia. Conforme desabafou aos pais e a amigos, o funcionário desmentiu a versão do atleta de que há cerca de três meses não tinha contato com a ex-namorada Eliza Samudio, 25, desaparecida há mais de 20 dias. No primeiro depoimento, quando os agentes fizeram buscas na propriedade, há uma semana, Elenilson afirmou que não tinha visto a moça no Condomínio Turmalina. Desta vez, porém, ele não só confirmou a presença da jovem como contou que ela e o bebê Bruninho, de quatro meses, ficavam dentro de um quarto praticamente durante o dia inteiro.

Em mais de cinco horas de depoimento, na madrugada de ontem, Elenilson admitiu que ele mesmo levava comida para a estudante e o bebê. A nova declaração do administrador, que seria irmão de criação de Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, homem de confiança do goleiro, ratifica informações de outras testemunhas. Na tarde de quarta-feira, os policiais ouviram vizinha de Bruno, que afirmou ter visto Eliza na piscina da casa, com o goleiro e mais dois amigos. Horas depois, os agentes localizaram Elenilson numa delegacia de Esmeraldas, onde ele prestava queixa sobre o furto ocorrido dentro do sítio.

Conduzido pelos policiais para o Delegacia de Investigação de Homicídios, o administrador enfim admitiu que Eliza esteve na casa do jogador entre os dias 8 e 9 de junho. Na tarde do dia 9, segundo ele, Bruno saiu com o bebê, enquanto Eliza ficou na casa — informação que coincide com a prestada em depoimento por V., a amiga com quem Eliza conversou pela última vez. A ligação aconteceu às 17h57 e o telefone da ex-amante de Bruno indicava estar na região de Betim, município próximo ao Condomínio Turmalina.

De acordo com V., Eliza disse que estava bem, no interior de Minas Gerais, e que o goleiro tinha decidido ajudá-la. “Ela contou que Bruno tinha levado o bebê para os pais dele conhecerem, e eu até estranhei porque Eliza era muito agarrada com o menino. Nunca deixava ninguém se aproximar de Bruninho”, repetiu V. a O DIA, na noite de ontem.


Os pais do administrador disseram que o filho jurou não saber o que aconteceu com a ex-amante do jogador, apesar ter visto a jovem no sítio. A família de Elenilson, que vive com pouco mais de um salário mínimo numa casa simples no bairro Liberdade, em Ribeirão das Neves, tem passado por dias tumultuados desde que o episódio veio à tona.

CHORO DOS PAIS

Segundo a mãe do rapaz, a dona de casa Nilda Maria Vitor da Silva, 47 anos, o goleiro paga R$ 600 por mês ao filho, dinheiro que ele estaria guardando para ajudá-la na reforma da casa. “Uma mãe conhece o filho. Ele já chorou e negou saber de qualquer informação sobre o desaparecimento dessa menina. Eu acredito nele. As pessoas falam que ele é amigo do Bruno, mas isso não é verdade. Ele o via porque é caseiro do sítio. Amigo é o Macarrão. Tanto que ele fica mais no Rio do que aqui em Minas”, disse Nilda, emocionada.

Desde que soube do envolvimento do nome do filho no caso do desaparecimento de Eliza, a dona de casa não consegue se alimentar. O pai do administrador, o gari João da Silva, 55 anos, contou, chorando, que o jovem foi surpreendido pela polícia e levado a prestar depoimento sobre o caso quando registrava a queixa do saque no sítio de Bruno. “Ele disse que foi pego e levado para Contagem, onde ficou até de madrugada. Tudo isso é muito triste. Estou arrasado. Pensei que ele tinha ficado preso”, lembrou.

Reportagem de Christina Nascimento e Leslie Leitão




Seis carros usados em apenas quatro dias



Eliza está desaparecida há mais de 20 dias | Foto: Reprodução da Internet

Contagem (MG) - Entre os dias 6 e 9, Bruno e Macarrão usaram pelo menos seis carros em Minas. Os registros constam no livro de entrada e saída de veículos do Condomínio Turmalina. O documento está sob análise da polícia.

O primeiro registro de Bruno é do dia 6, às 14h. Ele chega numa BMW preta, e Macarrão entra 25 minutos depois na Range Rover verde. Às 14h45, os dois carros deixam o condomínio. Às 18h45, Macarrão volta com o jipe e sai uma hora depois. Às 2h do dia 7, Bruno chega com o jipe que antes estava com Macarrão e só vai embora às 11h15. Meia hora depois, usando o mesmo jipe, Macarrão entra no condomínio e só sai às 21h. No dia seguinte, por volta de meia-noite, Bruno e família chegam em um Palio, com placa de Minas Gerais. No mesmo horário, Macarrão também entra, mas dessa vez em uma caminhonete D-20, de Belo Horizonte. Os dois deixam o local por volta do meio-dia do dia 9, mas às 22h15, Bruno volta usando a caminhonete.




Nesse período, Macarrão chega ao condomínio em um Palio do Rio e só vai embora às 23h20. Nesses dias, também há dez registros de entradas e saídas dos carros dirigidos por Cleiton e Flávio, amigos de Bruno que foram ouvidos pela polícia.

Reportagem de Christina Nascimento e Leslie Leitão





Amigo foi visto levando Bruninho

Contagem (MG) - Os livros de registro de acesso ao condomínio — publicados ontem com exclusividade por O DIA — mostram que Bruno deixou o sítio às 13h10 do dia 9. Naquele dia também passaram pela Chácara 16E os amigos Macarrão e Flávio, com quem Bruninho foi deixado na estrada BR-040. O caderno não indica o horário em que Bruno voltou para casa, mas registrou nova saída do goleiro — desta vez numa caminhonete D-20, carro usado por Macarrão ao longo do dia — às 22h15. Ele retornou ao condomínio 20 minutos depois.

Elenilson diz que Eliza e Bruninho estiveram no sítio do goleiro, mas ficavam quase o dia todo num quarto. ‘Até levei comida a eles’ | Foto: André Mourão / Agência O Dia

O administrador também confirmou à polícia que Macarrão voltou ao sítio dia 10, levando o bebê. A criança ficou aos cuidados do funcionário na casa principal até o dia 23, quando a mulher do goleiro, Dayanne Rodrigues do Carmo Souza, chegou do Rio. Nos dois dias seguintes, Bruninho ficou na casa dos caseiros. Elenilson também mencionou um jogo de futebol no sítio, dia 9. O episódio também foi relatado por Cleiton Gonçalves da Silva, que depôs terça-feira. Ele contou que, após a ‘pelada’, pediu para tomar banho, mas teria sido impedido por Bruno porque “ela” (Eliza) estaria lá dentro.


Vestígio de sangue no carro é mesmo humano

O vestígio de sangue encontrado no banco traseiro do Range Rover do goleiro Bruno é mesmo humano. O resultado foi divulgado na tarde de ontem, pelo Instituto de Criminalística da Polícia Civil de Minas Gerais. Com o laudo, o processo de investigação ao paradeiro de Eliza Samudio entra em outra fase: comparar o material coletado no veículo com o de Bruninho e do pai dela, Luis Carlos Samudio, 43. Segundo o diretor do Instituto de Criminalística, Sérgio Márcio Costa Ribeiro, o resultado só deve ficar pronto em uma semana.

O Range Rover foi apreendido no dia 8, na Avenida Altino José Costa, em Esmeraldas, sem IPVA pago. A polícia está intrigada porque a apreensão aconteceu às 12h, mas o carro foi visto no condomínio novamente às 21h. Macarrão estava na direção, segundo registros do livro de acesso ao condomínio.



Dia 6, o carro foi usado de novo por ele, que entrou às 14h25 e saiu após 20 minutos, e voltou mais tarde, às 18h45, permanecendo no sítio por quase uma hora, até 19h40. Três multas foram registradas às 14h15, 18h34 e 19h42.

Reportagem de Christina Nascimento e Leslie Leitão





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26/10/2008 free counters