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segunda-feira, 30 de junho de 2008

Montesinos exculpa a Fujimori en el juicio por violación de los Derechos Humanos

EL EX PRESIDENTE DE PERÚ, EN EL BANQUILLO


Actualizado lunes 30/06/2008 17:28 (CET)

LIMA.- El ex asesor de inteligencia Vladimiro Montesinos exculpó al ex presidente de Perú Alberto Fujimori de los cargos que se le imputan en el juicio que se le sigue en Lima por violación de los Derechos Humanos.

Al inicio de la audiencia, Montesinos recalcó que, a pesar de que que no "está garantizado el debido proceso" hacia su persona, dará su testimonio por considerar que el ex presidente peruano no tiene "ninguna responsabilidad de los hechos que tiene materia en este proceso".

Montesinos, que fuera mano derecha de Fujimori durante su gobierno (1990-2000), rechazó acogerse a su derecho a guardar silencio.

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26/10/2008 free counters

El fuego en California sigue sin control


Casi 20.000 bomberos, apoyados por unos 1.000 helicópteros, luchan para apagar las llamas que han asolado unas 148.000 hectáreas

ELPAÍS.com - Madrid - 30/06/2008


Miles de bomberos continuaban hoy combatiendo los incendios que siguen asolando el estado norteamericano de California, y que hasta el momento han consumido unas 148.000 hectáreas. El fuego ha destruido más de 50 edificios, ha informado Gregory Renick, portavoz de los servicios de emergencia estatales, según la cadena estadounidense CNN.

    Estados Unidos

    Estados Unidos

    A FONDO

    Capital:
    Washington.
    Gobierno:
    República Federal.
    Población:
    290.000.000 (2004)

Más de 19.500 bomberos, con el apoyo de 926 helicópteros, han ayudado a que no se produzcan nuevos focos, sin embargo, las malas noticias es que los 1.420 incendios que están activos siguen sin control. La alerta de bandera roja -que significa el peligro de incendio más extremo- aún continúa en vigor en el norte de California, y la situación no cambiará mucho en los próximos días, ya que las escasas lluvias y los niveles récord de vegetación reseca probablemente signifiquen un largo y caluroso verano para esa zona del Estado, de acuerdo con los pronósticos de los Servicios Forestales de California.

Los incendios actuales han sido desatadados en su mayoría por tormentas eléctricas que han sido inusualmente intensas a comienzos de la estación, y los Servicios Forestales vaticinan que las tormentas de verano serán mucho peor.

El presidente George W. Bush declaró el sábado pasado la emergencia en California y ordenó a las agencias para respaldar los esfuerzos de los bomberos.

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26/10/2008 free counters

A Volkswagen apresentou em Berlim uma versão do carro Golf movido a energia elétrica

Carro na tomada

A Volkswagen apresentou na quarta-feira 25 em Berlim uma versão do carro Golf movido a energia elétrica. Batizado de TwinDrive Golf, o protótipo tem bateria de lítio que pode ser recarregada em uma tomada. O modelo também possui um segundo motor de baixo consumo alimentado por combustíveis fósseis. A expectativa da Volks é de que esses carros híbridos cheguem ao mercado europeu em 2010.

MIGUEL VILLAGRAN/AP/IMAGEPLUS


Indústria Automobilística

Volks apresenta Golf elétrico recarregado em tomada

A Volkswagen apresentou nesta quinta-feira, em Berlim, na Alemanha, seu sistema para a nova geração de motores elétricos. O propulsor do TwinDrive Golf é abastecido por uma bateria de lítio recarregada por uma tomada e que a montadora promete ser mais eficiente em geração de energia. O carro ainda possui um segundo motor movido a combustível fóssil, com menor consumo.

» Veja fotos do Golf elétrico

O novo Golf é um dos 20 modelos que serão testados com a nova tecnologia, de motores elétrico e a diesel.

A montadora alemã pretende, após testar os protótipos, fazer um acordo com outras empresas para que uma nova geração de veículos híbridos chegue ao mercado europeu até a metade de 2010.

O ministro alemão de Meio-Ambiente, Sigmar Gabril, o presidente da empresa de energia elétrica E.ON, Klaus-Dieter Maubach, e o presidente da Volks, Martin Winterkorn participaram do evento.

AFP
Montadora quer que nova geração de híbridos chegue ao mercado até 2010

VW to fleet test Twin Drive Golf plug-in hybrid concept in 2010

















Click above for high-res gallery of the VW Twin Drive Golf

Volkswagen CEO Martin Winterkorn has revealed a new concept today called the Golf Twin Drive. The Twin Drive is a plug-in electric hybrid that uses a powerful 82-hp electric motor and a 2.0L turbodiesel producing 122 hp. The electric motor is fed energy from a pack of lithium-ion batteries that can sustain the car's mobility for about 50 kilometers or 31 miles, after which the diesel engine will take over propulsion duties. While we do know the Twin Drive also features start-stop technology and regenerative brakes, we're still a bit unclear on how everything works. From the way it's been described in the news and VW's somewhat vague press release that we've translated from German, the gas and electric motors are completely isolated, with one unable to provide the other assistance under heavy loads like in the Prius or a typical parallel hybrid. At the same time, the Twin Drive Golf doesn't sound like a series hybrid in the same vein as the Chevy Volt, as the gas engine (or diesel in this case) is directly connected to the drive wheels. In other words, the engine onboard is not simply a range-extending generator supplying power to recharge the batteries like in the Volt. What the Twin Drive appears to be is a plug-in hybrid with a very robust electric drivetrain that's forced to drag around an internal combustion engine in case it gets too far away from home. Regardless, when we find out exactly how Twin Drive works, we'll let you know.

Volkswagen is developing the Twin Drive system with eight German partners and is planning a trial fleet of 20 Golfs outfitted with the system in 2010. The German government is along for the ride, and for a good bit of green PR, VW promises the the electricity used to charge the fleet of test vehicles will be generated from renewable sources like wind and solar power.




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26/10/2008 free counters

O 'Arraiá' da Granja do Torto

Foto: Roberto Stuckert Filho/Agência O Globo

Lula acompanhado de seu chefe de gabinete Giberto Carvalho e Dona Marisa Letícia, durante a festa junina em sua residência de campo na Granja do Torto

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu, nesta noite de sábado, ministros e convidados na já tradicional Festa Junina da Granja do Torto, residência de campo da Presidência da República. Entre os presentes estão o vice-presidente, José Alencar (PL), a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff; os ministros da Fazenda, Guido Mantega; das Relações Exteriores, Celso Amorim; da Saúde, José Gomes Temporão; das Comunicações, Hélio Costa; da Defesa, Nelson Jobim; e do Esporte, Orlando Silva. O candidato a vice-prefeito de São Paulo, na chapa de Marta Suplicy (PT) deputado Aldo Rebelo (PC do B - SP), também compareceu à festa.

Programado para começar às 20 horas, o "arraiá" oficial só começou a receber a maioria dos convidados a partir das 20h30. Porém, o primeiro deles, o chefe de Gabinete da Presidência, Gilberto Carvalho, chegou antes, às 19h50.

A maioria dos ministros compareceu vestida a caráter. Orlando Silva, do Esporte, usava um chapéu de palha. O novo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, usava bigode desenhado à caneta. O menos caracterizado dos convidados era o ministro da Secretaria de Planejamento Estratégico, Mangabeira Unger, que dispensou os trajes típicos e estava de camisa e paletó. Mangabeira também destoou dos demais por ser o único dos convidados a chegar em carro oficial.

Organizado pela primeira-dama Marisa Leticia, o 'Arraiá' da Granja do Torto é realizado anualmente desde o início do primeiro governo Lula, em 2003. Nos bastidores do Palácio do Planalto, havia expectativa, nas últimas horas, de que a festa pudesse ser cancelada em razão do luto oficial decretado pelo presidente Lula, após a morte da ex-primeira dama Ruth Cardoso.

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26/10/2008 free counters

Não se corrige o comportamento dos cidadãos a canetadas.

Moralismo gay

Está tudo ao contrário. Antigamente, era o stablishment que queria controlar a liberdade sexual. Agora é a liberdade sexual que quer enquadrar o stablishment.

Esse projeto de lei que o Senado vai votar, criminalizando atos de preconceito contra os gays, não poderia ser mais preconceituoso.

Pelas novas regras propostas para a vida em sociedade, se um proprietário não alugar seu imóvel para um homossexual, por exemplo, pode ir preso. O motivo pode até ter sido a falta de confiança no fiador, mas o inquilino recusado poderá alegar que foi discriminado por sua opção sexual.

E por aí vai, com desdobramentos igualmente autoritários para seleção profissional, tratamento na rua etc. Chamar um sujeito burro de “jumento” pode. Chamar um gay de “bichona” vai dar cadeia. A ditadura politicamente correta ainda vai te mandar tratar cachorro vira-latas de sua excelência.

Esse virtuosismo estúpido quer que negros tenham matrículas raciais nas universidades – o que é, por si só, humilhante e discriminatório. Em vez de afirmar culturalmente o quanto é sadia a liberdade sexual e afetiva, cria-se uma mordaça para reprimir os retrógrados. Moralismo combatido com moralismo.

Por que o pinguço é no máximo um inconveniente, e o maconheiro tem aura de bandido? De novo, por obra e graça do moralismo das leis.

O desastre da institucionalização do preconceito é estudado de forma brilhante no livro “A arte perniciosa: A repressão penal aos capoeiras na República Velha”, do advogado Renato Neves Tonini, que está sendo lançado pela editora Lúmen Júris.

O autor mostra, entre outros aspectos, como a criminalização da capoeira no Brasil do século 19 fermentou o preconceito entre elite e povo. De quebra, indica o quanto esse tipo de regra arbitrária vira fonte de corrupção policial e judiciária.

Pelo visto, o Brasil nunca vai entender que o comportamento dos cidadãos não se corrige a canetadas.

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26/10/2008 free counters

Balcão de sentenças


O ex-ministro do Supremo Carlos Velloso é chamado para depor na polícia num caso de compra de decisões judiciais
ANDREI MEIRELES E RODRIGO RANGEL
Iano Andrade
NA MIRA
Velloso foi citado nas investigações. Ele nega ter usado sua influência para ajudar o grupo acusado de comprar sentenças

Às 11 horas da manhã da quinta-feira, um agente da Polícia Federal (PF) bateu à porta do apartamento do ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Carlos Velloso, em Belo Horizonte. Foi a filha dele, Ana Flávia, quem atendeu. O policial estava ali para entregar uma intimação, destinada ao próprio Velloso. O documento convocava o ex-ministro da mais alta corte judicial do país a comparecer à Delegacia de Repressão ao Crime Organizado, no bairro vizinho de Cidade Jardim. Velloso foi chamado a prestar depoimento numa investigação que começou modesta, destinada a mapear desvio de dinheiro em prefeituras, mas acabou por esquadrinhar um esquema muito maior, com pagamento de propina a autoridades e suspeitas de compra de sentenças judiciais.

A PF intimou Velloso para saber o que o motivou a visitar o Tribunal Regional Federal de Brasília (TRF-1), no dia 10 de abril, para pedir a libertação do advogado Wander Tanure, preso um dia antes na Operação Pasárgada. Tanure é acusado de envolvimento num esquema de desvio de verbas do Fundo de Participação dos Municípios, mecanismo que transfere recursos do governo federal para prefeituras. Segundo a PF, gravações telefônicas, documentos apreendidos em diligências e depoimentos revelam que Tanure se valia de suas relações com juízes para obter decisões favoráveis a seus clientes. Tanure e Velloso trabalharam juntos na Justiça Federal em Minas Gerais. Velloso era juiz, e Tanure diretor do tribunal.

O nome de Velloso é citado em conversas gravadas pela PF. Aparece também em anotações apreendidas na casa de um dos líderes do esquema com as prefeituras, o empresário Sinval Drummond. Drummond é sócio do Grupo SIM-Instituto de Gestão Fiscal. Dono de contratos milionários em mais de 200 prefeituras de Minas e outros Estados, o SIM é acusado de pagar propina a prefeitos, auditores, conselheiros de tribunais de contas e juízes que, em troca, adotariam decisões favoráveis ao grupo.

Velloso é suspeito de participar, com Tanure, de uma articulação para salvar o mandato de um prefeito de Minas Gerais, cliente do SIM. A ÉPOCA, o ex-ministro disse que é amigo de Tanure há 40 anos. Mas negou ter recebido qualquer pedido dele para interferir em decisões judiciais. “Fui procurado em meu escritório, mas recusei a causa do prefeito por estar de quarentena na Justiça Eleitoral”, afirma. Ele diz ter apenas sugerido nomes de outros advogados.

Velloso diz que foi ao tribunal para “compartilhar
preocupação” com a prisão de amigo

Depois de ler a intimação da PF, Velloso telefonou para o presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes. Queixou-se dos termos do mandado, que considerou desrespeitosos. Por ordem de Gilmar Mendes, o STF informou à PF que, mesmo aposentado, Velloso tem prerrogativa para marcar data e hora para seu depoimento. Velloso diz que foi ao TRF “compartilhar a preocupação” com a prisão de Tanure pelo fato de ele ter 75 anos e ser “muito gordo”.De acordo com Velloso, o envolvimento de seu nome na investigação da PF parece retaliação. “Tenho protestado contra as prisões pirotécnicas de advogados e criticado os juízes que decretam prisões provisórias sem nenhuma necessidade”, afirma.

De acordo com a PF, Tanure e Drummond estariam envolvidos numa dessas operações de compra de sentença judicial. O objetivo seria anular no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a cassação do mandato de um prefeito ligado ao esquema de desvio de verbas que eles comandavam. Trata-se de Geraldo Nascimento Oliveira (PT), prefeito de Timóteo, município da rica região do Vale do Aço, em Minas Gerais. O mandato de Oliveira fora cassado pelo uso de dinheiro público na campanha. Como ele tinha um contrato milionário com o Grupo SIM, reverter sua cassação passou a ser encarado como um negócio estratégico pela turma.

A operação foi assumida por uma força-tarefa. Peças do processo impetrado na Justiça Eleitoral para reconduzir Oliveira ao cargo foram apreendidas pela PF na casa de Tanure, mesmo ele não tendo nenhuma atuação formal na ação. A primeira tentativa de reconduzir Oliveira ao cargo, em novembro passado, não deu certo. O ministro Marcelo Ribeiro, do TSE, manteve a cassação. O caso retornou, então, ao Tribunal Regional Eleitoral mineiro. Ali, os bastidores foram acompanhados de perto pela PF, que gravou as negociações e fotografou encontros.

Nessa tarefa, a PF flagrou conversas entre os supostos integrantes do esquema de compra de sentenças e o desembargador Francisco Betti, do Tribunal Regional Federal, em Brasília. Em uma das conversas foi acertada a entrega de “seis apostilas” ao juiz Betti. Para a PF, tratava-se de um código: as apostilas na verdade seriam dinheiro. Em conversas telefônicas gravadas pela polícia, Betti falava abertamente de dinheiro com os integrantes da quadrilha desarticulada pela PF. Os investigados queriam a ajuda dele para apressar uma decisão do TRE a favor ou contra o prefeito Oliveira para o processo retornar rapidamente a Brasília, onde apostavam num desfecho favorável. Tiveram sucesso. O processo voltou para Brasília. Um mês depois, o TSE reconduziu Oliveira ao cargo.

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26/10/2008 free counters

Acidente com helicópteros ambulância deixa seis mortos nos EUA

da Folha Online
da France Presse

Seis pessoas morreram e outras três ficaram gravemente feridas neste domingo quando dois helicópteros ambulância se chocaram no povoado de Flagstaff, Arizona (sudoeste dos Estados Unidos), informou a emissora KPHO.

O acidente ocorreu perto do Flagstaff Medical Center, entre os seis mortos estão um paciente e o piloto de um dos helicópteros, disse ao canal de TV um porta-voz da FAA (Administração Federal de Aviação).

Outras três pessoas ficaram gravemente feridas no acidente. Entre os feridos está uma enfermeira, que foi socorrida com graves machucados, e outros duas pessoas atingidas em terra.

Segundo a FAA, os dois helicópteros colidiram quando realizavam um pouso. O porta-voz Matt Stein afirmou que é muito raro que duas equipes médicas realizem pousos ao mesmo tempo.

O choque dos dois helicópteros iniciou um incêndio florestal na área, coberta por densos bosques, mas o fogo está perto de ser controlado pelos bombeiros, informou um porta-voz do Corpo de Bombeiros de Flagstaff.

Com Associated Press

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26/10/2008 free counters

Escola de música centenária é despejada em SP


Segundo direção do conservatório, há ordem judicial para a desocupação.
Conservatório Dramático Musical tem 102 anos. Área dará lugar a uma praça.
Do G1, em São Paulo

Foto: Paulo Liebert/AE
Paulo Liebert/AE
PM acompanha despejo de conservatório (Foto: Paulo Liebert/AE )
Agentes da Prefeitura de São Paulo foram, neste sábado (28), até a sede do Conservatório Dramático Musical, no Centro da capital. Segundo o diretor da instituição, Júlio Navega, os agentes, acompanhados de policiais, retiraram materiais e equipamentos do local.

“A juíza deu a emissão de posse e a Prefeitura pediu um aditamento para entrar com reforço policial e ter o direito de arrombamento”, disse Navega.

A Prefeitura pretende desapropriar o prédio do conservatório, tombado pelos órgãos de proteção do patrimônio histórico, para construir a Praça das Artes. Foi decidido na Justiça que todo o acervo da entidade e o prédio onde ela está instalada serão desapropriados. Segundo o Conservatório, seu acervo possui cerca de 7 mil volumes, que foram avaliados pela Prefeitura em R$ 170 mil. O conservatório funciona há 102 anos.

Por volta das 14h30, Navega informou que estava tentando entrar em contato com o advogado da instituição para saber que providências iria tomar. “Não se sabe o que vai acontecer agora com os alunos e com a escola. É muito estranho o que ocorre ali naquela área. Essa pressa em tirar o conservatório de lá”, disse.

Segundo ele, a Prefeitura havia informado que iria “tolerar” o funcionamento do conservatório até o dia 27 de junho por causa das aulas dos alunos. Com o final do semestre, o prazo de espera foi encerrado.

A reportagem do G1 tentou entrar em contato com a Secretaria Municipal de Cultura, mas até a publicação desta notícia não havia conseguido.


Kassab projeta Praça das Artes Fonte: Folha de S. Paulo

A Prefeitura de São Paulo quer converter a vizinhança do Theatro Municipal no projeto cultural mais ambicioso da gestão de Gilberto Kassab (DEM).
Chamado de Praça das Artes, o complexo reúne um edifício novo de 28,5 mil m2, a recuperação do Conservatório Dramático Musical, um prédio do século 19 que está deteriorado, e o uso da fachada do Cine Cairo, já que o interior está em ruínas. Lá ficarão as sedes da Sinfônica Municipal, da Orquestra Experimental, do Coral Lírico, do Balé da Cidade e do Quarteto de Cordas.

"É uma espécie de Juilliard School para São Paulo", diz o arquiteto Marcelo Ferraz, referindo-se ao complexo de Nova York que abriga escolas de música e de dança. Ferraz criou o projeto com Francisco Fanucci e Marcos Cartum. A obra total custará R$ 61,5 milhões, a serem gastos em três anos. Só faltam duas desapropiações.

A licitação será lançada nos próximos meses. Se o projeto for feito integralmente, a Praça das Artes ligará a rua Conselheiro Crispiniano ao vale do Anhangabaú. A avenida São João seria o terceiro vértice do triângulo. Os prédios vizinhos ao Cine Cairo já foram desapropriados. A área pode abrigar praça e prédios.

DEPOIS DO ROUBO
O Masp está tomando providências para a reabertura na próxima terça-feira. Uma câmera de vídeo foi instalada numa parede lateral do prédio, perto de uma porta onde já houve uma tentativa de arrombamento. Algumas salas ganharam sensores sonoros, que emitem sons quando o visitante chega perto de uma obra. A porta de vidro do térreo agora tem cadeado.


Prefeitura decide criar uma Praça das Artes englobando o
Conservatório Dramático e Musical de São Paulo

Fabio Mattos

Prefeitura propõe transformar quarteirão do Conservatório em pólo cultural Praça das Artes

Com o processo de requalificação do Centro de São Paulo em andamento, surge mais um projeto com o objetivo de dar uma nova vida a logradouros, prédios e equipamentos instalados na área central. Prefeitura decide pela criação de uma “Praça das Artes” no quarteirão entre a Avenida São João e as ruas Formosa e Conselheiro Crispiniano. O projeto apresentado pelo poder executivo tem como principal objetivo dar um novo uso ao prédio do Conservatório Dramático e Musical, que chega quase inoperante aos cem anos neste 2006.

Tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico (Condephaat), o prédio – hoje nas mãos da fundação que administra o conservatório – após ser desapropriado pela Prefeitura sofreria uma grande reforma para então receber a Escola Municipal de Música e o Balé da Cidade, que seriam instalados no lugar. Em seus tempos áureos passaram pelo conservatório alunos como Mário de Andrade e Camargo Guarnieri, quando o prédio abrigava 25 salas de aula, um auditório com 400 poltronas e uma biblioteca de 19 mil livros, muitos deles raros.

No entorno do equipamento outros prédios também estariam na lista de desapropriações, como é o caso do Cine Saci, um cinema pornô que fica ao lado do Conservatório. No lugar do cinema, o projeto, elaborado pelo arquiteto Marcos Cartum, prevê a construção de um anexo onde seria criado o “Centro de Documentação Artística”. O lugar, além de conter um vasto acervo do balé e do conservatório, funcionaria como uma espécie de extensão do Teatro Municipal, com salas de ensaio para a Orquestra Sinfônica Municipal, o Coral Lírico e o Coral Paulistano, o que poderá dar maior fluxo à programação do teatro.

A proposta, encabeçada pela Secretária Municipal de Cultura, contempla ainda a recuperação de um espaço arborizado existente nos fundos do conservatório, a construção de uma galeria para exposições e de uma garagem subterrânea na Rua Conselheiro Crispiniano, reivindicação antiga dos freqüentadores do Teatro Municipal. A expectativa é de o projeto “Praça das Artes” saia do papel em dois anos. Hoje a obra estaria orçada em R$ 7,5 milhões, a serem pagos com recursos de um convênio da Prefeitura com a Comunidade Européia e com o empréstimo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para a requalificação do Centro.


Kassab, Lula e Serra: rindo de quê?


"Política é como nuvem. Você olha e ela está de um jeito. Olha de novo e já mudou", dizia o mineiro e udenista Magalhães Pinto (1909-96), fundador do finado banco Nacional.

A questão em relação à foto acima é se ela é somente produto dessa instável meteorologia política ou de uma mudança mais estrutural, como o aquecimento global. Seria finalmente a convergência das três principais forças políticas mais ou menos organizadas e representativas do país?

Gilberto Kassab, prefeito de São Paulo, é do DEM, ex-PFL. Lula é do PT e Serra, do PSDB. Os três não apenas trocaram risadas e muitos elogios na semana passada como anunciaram um investimento conjunto de R$ 3,3 bilhões em saneamento e habitação.

É significativo que as obras, na agenda do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), serão feitas em uma das principais favelas de São Paulo, Heliópolis, onde a trinca fez questão de posar junta.

É importante também que parte da obra seja de saneamento. Pois é famoso o cinismo eleitoral em relação ao setor, dando conta de que canos de água e esgoto, escondidos entre paredes ou debaixo da terra, não são bons puxadores de votos.

É incrível quanto tempo o Brasil perdeu até se chegar à cena dessa foto, onde representantes da ex-direita (DEM), do ex-centro (PSDB) e da ex-esquerda (PT) sentam juntos em uma favela. A convergência entre os três partidos e suas respectivas canetas poderia ser bem mais produtiva do que tem sido. E menos envergonhada.

O caso é tão patente que PT e PSDB estão lançando juntos um candidato à Prefeitura de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, por um terceiro partido, o PSB. A candidatura de Lacerda em BH é perfeitamente cabível se for considerada a evolução das idéias no Brasil pós Plano Real. Mas soa bizarra quando se olha para a cena nacional.

Hoje, o governo do PT tem o apoio na Câmara de mais de uma dezena de partidos, onde o PMDB é seu esteio. Já DEM e PSDB são a pedra no sapato.

Embora descrito como o mais fisiológico de todos, o PMDB foi também o partido que deu sustentação aos tucanos sob FHC, cobrando alto preço em ministérios e cargos.

Já os oposicionistas DEM e PSDB têm juntos na atual Legislatura 114 deputados. É mais do que os 105 do bloco liderado pelo PMDB e do que os 80 do PT. No entanto, jogam contra. E muitas vezes com uma estridência vazia que faz lembrar o velho PT...

É triste. Abandonada a idéia da reforma política, resta aos coitados dos eleitores-contribuintes olhar para as nuvens e rezar por tempo bom.


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26/10/2008 free counters

Homem pesca peixe de 2,23 m e 144 kg no Alasca


Um homem pescou no Golfo do Alasca um enorme halibut, uma espécie de peixe parecida com o salmão, de 144 kg, que pode valer até US$ 10 mil, cerca de R$ 16 mil, segundo a AP.


Tim Berg é pescador há anos e recentemente se aposentou da polícia na Califórnia. O peixe media 2,23 m. Ele afirma que sua pesca, realizada terça-feira, foi "sorte, sorte, sorte".

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26/10/2008 free counters

No país, 80 mil vivem em abrigos

IPEA mostra que crianças ficam sem família por até 10 anos, o que é muito prejudicial

Luciana Abade

Brasília

Artigo 19:

"Toda criança ou adolescente tem direito a ser criado e educado no seio de sua família natural e, excepcionalmente, em família substituta, assegurada a convivência familiar e comunitária".

Estimam-se que 80 mil crianças e adolescentes vivem em abrigos no Brasil, às vésperas de o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completar 18 anos de vigência. Quase 70% deles são instituições não-governamentais que dependem de trabalho voluntário e doações de pessoas físicas e jurídicas.

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) realizou, em 2003, estudo nacional sobre a situação dos abrigos. Foram avaliadas 589 instituições que receberam recursos do governo federal. O resultado mostra que o principal motivo do abrigamento de crianças e adolescentes é a pobreza, o que contraria o ECA, que é claro ao determinar que a falta ou carência de recursos materiais não constitui motivo suficiente para a perda ou a suspensão do pátrio poder.

Maus-tratos, abandono, violência física e sexual são outros motivos que levam à institucionalização das crianças e adolescentes.

Apesar de o ECA determinar que a medida de abrigo deve ser excepcional e provisória, a pesquisa do IPEA mostra que mais da metade das crianças e adolescentes pesquisados (52,6%) vivia nas instituições há mais de dois anos. Entre elas, 32,9% estavam nos abrigos por um período entre dois e cinco anos. 13,3% estava entre seis e 10 anos e 6,4% estavam abrigados há mais de 10 anos.

Segundo a autora da pesquisa, Enid Rocha, insegurança, agressividade, angústia e autodesvalorização são algumas características constatadas nas crianças abrigadas. Quando prolongado, o abrigamento ainda acarreta perdas para o desenvolvimento psicossocial da criança, principalmente na sua capacidade de construir vínculos positivos com outras pessoas.

– O indivíduo começa a se apegar com facilidade às pessoas que lhe dão atenção, ou pode evitar as relações pessoais por temer ser abandonado novamente – explica a pesquisadora. – As seqüelas serão tanto maiores quanto mais longo for o período de institucionalização.

Todas as conseqüências apresentadas mostram o equívoco da sociedade em acreditar que a criança abrigada está bem porque, ao contrário de muitas outras, não está nas ruas.

Vítimas do preconceito

Além do abandono, elas têm que conviver com o preconceito. O juiz da Vara da Infância e da Juventude de Florianópolis, Francisco Oliveira Neto, ressalta que a sociedade tem dificuldade de diferenciar a criança abrigada do adolescente infrator internado em unidades de ressocialização.

Para Enid, se os dados mostram que no centro dos motivos do abrigamento está a pobreza, o governo federal deveria proceder a imediata inscrição das famílias com crianças abrigadas nos programas assistenciais, entre eles, o Bolsa Família. A sociedade, segundo ela, pode e deve contribuir, mas com ações complementares, uma vez que é dever do Estado "zelar pela integridade física, emocional e cognitiva das crianças e adolescentes afastadas do convívio da família".

O governo federal lançou, em outubro de 2007, o programa Caminho para casa, como parte do Programa Social de Enfrentamento da Violência contra Crianças e Adolescentes, conhecido como PAC da Criança. Um dos objetivos do programa é garantir a reintegração familiar de crianças e adolescentes acolhidos em abrigo por motivo de pobreza. Mas, segundo a diretora das Ações de Proteção Social Especial do Ministério do Desenvolvimento (MDS), Valéria Gonelli, dos R$ 6,6 milhões previstos no Orçamento para essa ação, nada foi executado ainda.

O problema, segundo a diretora, é a inexistência de um levantamento de todos os abrigos brasileiros, que o ministério pretende começar ainda este ano.

– A execução orçamentária está prevista para julho – diz. – A preocupação não é apenas com a distribuição dos recursos e sim com a complexidade das relações das famílias que receberão as crianças de volta.

[ 30/06/2008 ] 02:01

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