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terça-feira, 5 de julho de 2011

Cauã Reymond, capa de GQ Brasil

e a estrela de vídeo especialmente para as mulheres

Ator, que mergulha na carreira cinematográfica este ano, é a capa da GQ e ícone discreto e certo da nova evolução masculina

Por GQ Online

Pearl Jam toca no estúdio. Ele gosta, estala os dedos discretamente, tem um balanço sutil no corpo, vestido em um terno Marc Jacobs. A roupa encaixa sem dificuldades. Nada de estrelismo, de insegurança transformada em tom blasé. Antes que alguém o cumprimente, ele já sai apertando a mão de todo mundo e dizendo: “Deixa eu me apresentar: Cauã Reymond”. Como se precisasse… O ator é a capa da GQ de julho, além de ser protagonista da novela Cordel Encantado e dos filmes já em cartaz Não Se Pode Viver sem Amor e Estamos Juntos e dos ainda inéditos Meu País e Reis e Ratos. No longo papo com o redator-chefe de GQ, Ademir Correa, em uma casa de carnes nos Jardins, Cauã tem seu momento para refletir sobre o homem comum que se tornou – embora, na verdade, seja um astro e muito bem acompanhado de Grazi Massafera, a deusa a quem chama de “minha mulher”. “Hoje quero ser um cara saudável e conseguir fazer (na ficção) um cara decadente. Não ser um boêmio que precisa tomar cerveja para entrar em cena”, explica.

Casamento idealizado
Ao “hoje” somam-se a carreira de modelo iniciada aos 18 anos, o período em que viveu nos Estados Unidos e França e o tempo em que dava aula de jiu-jítsu e faturava míseros 20 dólares por dia – as atuações em novela você já sabe. A pose de lutador até apareceu no ensaio comandado pelo fotógrafo Daniel Klajmic, enquanto o ator colocava uma tangerina na boca como um protetor dos dentes, quase como uma careta remetendo inconscientemente a um de seus ídolos, Marlon Brando – que em O Poderoso Chefão (1972) faz a mesma coisa pra assustar um netinho. O homem comum volta, educado, focado, trabalhador-sem-reclamar e GQ lembra de Grazi – como podemos esquecer? “As pessoas idealizam meu casamento. Já recebi convite para fazer festa (de casamento) com tudo pago. Passei adiante. Posso já ter feito isso em segredo. Não somos o casal-marketing, que mistura amor com business. As pessoas ficam juntas, fazem publicidade e depois se separam. Acho sacanagem com o cliente”. Ele ri. E facilmente conquista a todos, homens ou mulheres, no estúdio. Esse é só um aperitivo de Cauã Reymond, que você pode ler mais em GQ de julho, que chega às bancas nesta quarta-feira (6) e ver mais, já, logo abaixo, em um vídeo.

GQ queria dar de presente a você, leitor, um vídeo com a Grazi, mas deixamos para uma próxima edição. Resolvemos então fazer uma edição de um vídeo de Cauã Reymond especialmente para as mulheres, já que sabemos o quanto elas adoram um presente…







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26/10/2008 free counters

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Cauã Reymond: 'Nunca circulei em grupos de pessoas que se drogavam'


POR REGINA RITO

Rio - Cauã Reymond definitivamente conquistou seu espaço na TV, cinema e teatro. Atualmente, encarna o drogado Danilo de ‘Passione’, de Sílvio de Abreu, e só merece elogios. Por causa do personagem, o ator, que pesava 73 quilos, emagreceu quatro. Também deixou de frequentar a praia e até parou de surfar. Mas isso não é problema para esse taurino de 30 anos. Importante é encarar os novos trabalhos e se dedicar.

Quando convidado pelo autor da novela para fazer Danilo, não titubeou: “Adoro um desafio. Odeio coisas ‘meia bomba’”. Namorado de Grazi Massafera desde maio de 2007, já se considera casado: “Estou casadíssimo! Talvez a gente faça uma festa mais para frente”. Se o casal pensa em ter filhos? “Não deve demorar e será muito bem-vindo”, revela.

Quando foi convidado para fazer ‘Passione’ sabia que o personagem chegaria no fundo do poço?
“Sabia que ia ter problemas com dependência química, mas não como o Sílvio ia conduzir o personagem. Ele queria dar o exemplo de um cara de família de classe alta e mostrar que essa questão das drogas atinge todos os níveis sociais.”

Foto: Divulgação

Frequentou sessões dos Narcóticos Anônimos, clínicas de recuperação e leu livros sobre drogas?
“Continuo indo a reuniões dos narcóticos e a clínicas, porque sempre encontro reações diferentes. Li vários livros e gostei muito de ‘Cristal na Veia’, de Nic Sheff. Agora estou tendo auxílio de um psiquiatra, porque a Denise (Saraceni, diretora) acha bom, e também de uma preparadora de elenco para me ajudar no desenvolvimento do personagem.”

Os dependentes te reconheceram?
“Sim. Isso atrapalha um pouco porque, às vezes, mudam o comportamento, aumentam as coisas e acabam dificultando o processo de pesquisa. Faz parte.” Eles sabiam que fazia laboratório para a novela? “Em algumas situações, sim. Algumas vezes esclareci.” O que mais te impressionou nos dependentes? “Que as drogas atingem todo mundo e hoje em dia as pessoas têm problemas também com bulimia e outros tipos de disfunção.”

Que ajuda os usuários precisam?
“Uma das coisas que percebo quando leio sobre o uso de drogas é que o governo não está preparado para auxiliar famílias que enfrentam o problema e não têm condições para internar seus parentes. Acho que, em ano de eleição, é muito importante falarmos sobre isso.”

A família ajuda?
“A família acaba sendo a causa motor, quando a pessoa não está se sentindo incluída naquele núcleo familiar. Mais importante do que uma boa clínica é a pessoa ter vontade, querer se tratar e largar o vício.”

Por que Danilo entrou nessa ‘trip’?
“Ele tem um pai que sempre foi ausente, é muito rico, sempre foi o campeão e não estava acostumado a lidar com a adversidade. Mas existem pessoas que não têm apoio da família e não seguem esse caminho. Talvez o caráter ou a personalidade colaborem para isso. O Sinval (Kayky Britto), por exemplo, é irmão dele e seguiu outro caminho.”

Mudou de hábitos por causa do Danilo?

“Tive que fazer aulas para me aprimorar como ciclista e emagreci três ou quatro quilos. Tenho surfado menos, ido bem menos à praia. Às vezes, para aliviar a carga negativa, quando sinto que foi um dia pesado, vou direto da gravação para o cinema assistir a um bom filme ou tomo um banho de sal grosso e rezo. Acredito em uma boa reza.”

Por causa do Danilo você deixou de fazer muitos comerciais?
“Talvez sim. Ele não tem apelo carismático e está passando por um problema sério. Mas isso não me incomoda. Me incomodaria se não pudesse fazer bem o personagem. Danilo é um presente que ganhei do Sílvio. Está tudo certo.”

Você já disse que experimentou maconha. Como fez para não virar usuário?

“Fui atleta a vida inteira. Não gosto de beber e nunca circulei em grupos de pessoas que se drogavam. Mesmo quando jovem na escola, sempre fui do grupo de esportes.”

Seus pais souberam?
“Sabem que provei, mas conversaram comigo. Acho que em qualquer geração todo mundo teve essa experiência, né?”

O que as pessoas falam quando te encontram?
“Contam os problemas dos familiares e amigos. É muito legal porque todos acham bacana o fato de o Sílvio abordar esse tema na novela. De vez em quando, uma senhora fala: ‘Menino, para de usar droga’. Isso é muito gostoso.”

Na trama, Danilo engravidou a Fátima (Bianca Bin) sem saber. Já passou por isso?
“Não. Todas as vezes que uma namorada ficou na dúvida, eu dei apoio. O Danilo não foi bacana em ter se afastado do problema. A Fátima poderia ter morrido ao fazer o aborto.”

Danilo ama Clara (Mariana Ximenes) ou é mais uma loucura da cabeça dele?

“Boa pergunta! Não sei. Às vezes, acho que ama; às vezes, não.”

Que fim espera para ele?
“Que amadureça, volte a ter vida saudável, faça faculdade e tenha um caminho mais solar.”

Você está na sua sétima novela, já fez nove filmes e duas peças de teatro. O que você curte mais?

“Gosto de tudo. Acredito que nesse intercâmbio entre cinema e teatro você conhece pessoas diferentes e volta mais maduro para a televisão.”

Como encara críticas?

“Bem. Quando a crítica é construtiva, com uma observação que, às vezes, eu não tinha me dado conta, acho legal, porque agrega.”



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26/10/2008 free counters

sexta-feira, 25 de junho de 2010

30 coisas que você não sabe sobre Cauã Reymond


Mas não é a Grazi Massafera para perguntar. Gente passa duas horas com o galã de Passione em uma suíte de hotel, em São Paulo, para arrancar 30 preciosas curiosidades sobre seus 30 anos de vida

Simone Blanes Fotos: Alê de Souza

1
A mãe engravidou dele aos 17
Minha mãe que escolheu meu nome. Foi uma mistura de fonemas. Depois a gente descobriu que significa gavião, ave de rapina. Ela ficou grávida de mim com 17 anos. Se fosse menina seria Luana. Aliás, meu nome foi quase Luã.

2 Chupou dedo até 6 anos
Não sei até quando mamei, mas chupei dedo até uns 6 anos. Eu tinha uma camisa que era tipo uma flanelinha que eu adorava ficar com ela. Parecia o Linus, aquele amigo do Charlie Brown, que andava com o cobertor. Eu usei aparelho quando era moleque de tanto chupar dedo. Fiquei dentuço. Era dentução que nem a mônica.

3 Seus pais se separaram quando ele tinha 2 anos
A primeira palavra que falei foi "carro", para minha mãe. Depois "mamãe" e "papai". Meus pais se separaram quando eu tinha 2 anos. Eles não chegaram a casar, moravam juntos. Meu pai foi morar em Santa Catarina e eu o via pouco.

4 Só dormia no carro do avô
Quando tinha 2 anos, gostava muito de dormir no carro do meu avô, naquele vão entre o banco traseiro e o vidro. Tinha vezes que eu não conseguia dormir, e minha mãe ligava para o meu avô levar o carro para eu dormir nele. Era um Corcel. Ninguém me tirava dali. Era magrinho, encaixava direitinho.

5 Levou 14 pontos na cabeça aos 5 anos
A primeira travessura foi aqui (mostra a cabeça), com 5 anos, um tombo de bicicleta, levei 14 pontos. Eu pulei uma rampa, a bicicleta foi para um lado e a cabeça para o outro. Caí direto no parachoque de um Fusca que estava parado. E tem essa, que foi com 7 anos (mostra a testa), de skate. Nossa, eu era muito travesso!

6 Colecionava Comandos em Ação desmontados
Tinha mania de desmontar os bonecos porque ninguém me dava todos que eu queria, então montava os meus comandos em ação. Desmontava as peças e fazia um novo bonequinho e, quando não rolava, eu pegava um papelzinho, desenhava e colava com durex. E também colecionava selos de cavalo. Teve uma fase que eu queria andar a cavalo e minha família não tinha grana. Então, me davam os selos de cavalo.

7 Viu Top Gun 14 vezes
Meu filme preferido era Top Gun. Meu primeiro ídolo, não era nem o Tom Cruise, era o personagem dele no filme, o aviador Pete "maverick" Mitchell. Tinha uns 11 anos e vi o filme umas 14 vezes.

8 Teve um Natal inesquecível
Me lembro de um muito bonito na casa de uma tia. Estava a família toda. Meu primo ganhou um videogame, master system, e eu ficava louco para ele jogar e eu jogar junto.

9 Era um aluno problema
Eu fui muito bagunceiro. Fui convidado a me retirar na maioria dos colégios onde estive. Nunca fiquei mais de dois anos em uma escola. Era um aluno mediano. Repeti a terceira série, foi o ano que meu irmão nasceu, acho que por ciúmes. Era hiperativo. Cheguei a ser expulso do curso de inglês aos 13 anos, imagina? Era bagunça demais (risos). Ainda bem que virei ator, né?

10 O chamavam de Bocão
O apelido veio quando era mais velho. Bocão... básico, né? Me pergunto por que não me deram antes. Acho que meu nome já era diferente, então, nem precisava de apelido.

11 Era baladeiro em Camburiú
Morei em Santa Catarina, em Balneário Camburiú, que é uma cidade ótima, uma das melhores noites do Brasil. E eu lembro que era bacana, porque a gente podia ir para a noitada, não tinha perigo, meu pai não ficava preocupado.

12 Surfava de madrugada com o pai
A lembrança mais bacana da adolescência foi quando fui campeão brasileiro de jiu-jítsu. Tinha 17 anos e fui aos 18 de novo. Fui bi. Outras lembranças: eu ir surfar com meu pai. Lembro que, quando o mar estava bom - e eu tinha que estar na escola às 7 da manhã - a gente acordava cedo, de madrugada e ele me levava para surfar. Às 7h10 eu estava no colégio. Meu pai me influenciou muito nos hábitos saudáveis. Até ir morar com ele, não era saudável: comia hambúrguer de calabresa, refrigerante... era bem junkie. Dos 14 em diante sim. Via meu pai comer e virei mais natureba.

13 Estudou psicologia
Fiz terceiro grau incompleto. Entrei na faculdade e tranquei. Na PUC, de psicologia. Meu pai é psicólogo e, quando eu tinha 18, estava meio perdido, trabalhando como modelo. Aí, decidi trancar a faculdade e viajar para a europa.

14 O primeiro beijo foi aos 12 e ele não gostou
Foi com 12 anos e não foi legal, porque usava aparelho móvel e na hora tive que tirar. Foi estranho. Não foi legal nem para mim e nem para a menina, uma colega de escola. Depois, a menina que eu queria ficar mesmo, que eu era amarradão, não quis mais ficar comigo porque soube que eu tinha beijado a outra. Aí só voltei a beijar com 14 anos. E foi legal.

15 Sua primeira musa foi Luma de Oliveira
M
e lembro de uma matéria de uma revista masculina, não vi a Luma pelada, mas vi os pés da Luma. Achei aquilo tão sexy! Depois, aos 17, quando eu era modelo, a encontrei uma vez. Ela foi lá falar com alguém e sentou do meu lado. Fiquei tenso. Não conseguia olhar para ela! Luma preenchia todas as minhas fantasias. Depois, eu vi outras fotos dela, mas a primeira coisa foram os pés.

16 O primeiro porre foi aos 25
Meu primeiro porre foi tarde. E eu só tomei três porres na vida. Foi no casamento do meu melhor amigo, em 2005, aos 25. Nunca tinha tomado, passei mal... mas foi legal. Era meu melhor amigo casando e eu era padrinho. Os outros dois também foi entre amigos. Mas não sou de beber, não gosto de beber. No máximo saquê ou vinho.

17 No primeiro desfile, depilou as pernas
Foi em um desfile da Cia Marítima e fiquei muito nervoso porque tive que depilar as pernas. O cara da marca falou que a gente tinha que ir depilado e eu cheguei em casa, peguei um prestobarba e me rasguei inteiro. Tinha 17 anos, nem tinha barba, então não sabia usar prestobarba. E a sunguinha pequenininha? Eu acostumado com sungão, porque lutador usa sungão...


18
Roubava biscoitos numa loja em Milão

Em milão, tinha uma cestinha de biscoitos de uma loja do lado de onde eu morava, e eu sempre pegava alguns e saía correndo. Em Nova York, no curso de interpretação onde estudava, varria o chão, lavava o banheiro, pintava parede, atendia telefone, era o faz-tudo. Não comia fora, comia o que eu cozinhava. Lembro de gente me perguntar: "Você morou em Nova York? Foi ao restaurante tal?" eu dizia não. Não tinha dinheiro, vivia a vida de quem ralava. em Milão e Paris, só modelava. Tive sorte de fotografar com Karl Lagerfeld, Mario Testino. E desfilei para o Jean-Paul Gaultier também.

19 Tinha vontade de surfar quando morava em Paris
O esporte me deu uma coisa boa de não perder o foco. Em Paris, eu tinha tanta saudade de surfar que andava em skates longs e todos os retrovisores que eu via, imaginava que era um tubo. Achava legal até levar um tombo tão grande na frente da Torre Eiffel, que fiquei com medo de skate. Em Paris, ganhei a faixa marrom de judô porque não dava para lutar jiu-jítsu. Em Milão, lutava judô. Em NY praticava jiu-jítsu. Tinha na cabeça que queria pegar a faixa preta e peguei. O esporte, além do foco, salva a adolescência.

20 Primeiro teste na tevê: disputou com um amigo e levou
Fui com um amigo, aquela história, meu amigo estava muito mais certo de pegar o papel. E eu peguei. Foi em Malhação (2002). Meu primeiro dia de gravação foi estranho. Era verde como ator. E com a liberdade cênica dentro da tevê, era estranho ter que saber a marca, onde está a câmera, a luz, você não pode entrar na luz do outro. Demorei para pegar. Foi na prática, amadurecendo aos olhos do telespectador.

21 Entre ser ou não ser galã, ele prefere não ser
Não me acredito um galã. Às vezes você preenche uma função dramatúrgica de galã, mas tenho interesse em outras áreas, não fico preso nisso. Quero fazer outros personagens, não necessariamente galãs.

22 Não tratou Fernanda Montenegro como diva
Carreira é difícil sempre. Você fica mais experiente, mais velho, vai sabendo o que quer e o que não quer. Fui campeão de cartas com o Mau Mau na Malhação. O sucesso se repetiu em Belíssima, onde eu fazia o garoto de programa Mateus. Teve muito assédio. Me lembro a primeira vez que entrei em cena com a Fernanda Montenegro, ao lado da Vera Holtz. Fiquei nervoso. Aí, um diretor me chamou e disse que, se um dia eu contracenasse com a Fernandona, não deveria tratá-la como uma diva: "ela está esperando um ator." Aquilo ficou marcado, me deu um clique e não fiquei mais nervoso. Quando rolou a cena, ela conduziu tudo. Eu era só uma peça ali. Foi um presente do Silvio de Abreu ter acabado a novela com ela. Mas meu divisor de águas foi o Halley (A Favorita). Era um papel de muita dramaturgia, trabalhei muito, foi intenso.

23 É péssimo tocando violão
Uma vez tentei tocar violão, "Wish You here", aí percebi que as pessoas ligavam a tevê, iam para a internet. Tentei há três anos, e parei. Me achava autodidata, mas sou péssimo tocando violão. Todo mundo arrumava desculpas e saía da sala. Aí eu desisti, né? Porque o prazer era tocar para os outros. Me achava cool, aí eu vi que realmente eu não tinha talento. O violão está encostado.

24 Adora tomar banho. No verão, são três por dia
Sou bem vaidoso com a minha saúde. Ligo para dormir oito horas. Se dormir menos de seis horas, fico malhumorado. Meu pai falava para eu não lavar o cabelo à noite e não lavo. Gosto de tomar muito banho, sabia? No verão, tomo três banhos por dia. Odeio ficar com sensação de melado. Mas, tento, quando estou ensaboando, não gastar a água do planeta.

25 Já teve ciúmes de Grazi
Já fui muito ciumento, mas tratei isso em mim. Não faz bem para ninguém. Nunca tive ataque de ciúme, a gente chegou bem preparado para o relacionamento. Uma vez morri de ciúmes dela por causa de uma roupa. Não vou negar, ela estava muito bonita. Mas não a fiz trocar, acho um absurdo. Antes achava um absurdo a pessoa sair com a roupa curta. Hoje acho um absurdo pedir para trocar. Tá vendo? Evoluí (risos).

26 Já levou cantada de homem e não é homofóbico
Quando fazia o Mateus, em Belíssima, uma mulher me deu mole com o marido dela olhando. Entendi o clima e vazei. Mas já ouvi coisas estranhas: gente que achava minha lordose o máximo! Mal sabem que faço RPG para não ter hérnia de disco (risos). Já levei cantada de homem, mas para mim é igual a de mulher: se não estou a fim, não vai rolar. Levo na boa, não sou homofóbico.

27 Tem mania de arrumação
Tenho mania de arrumar a casa. Hoje não mandei arrumar o quarto, então eu mesmo arrumei. Mania de organização, não é TOC ainda, talvez evolua. Adoro limpeza.

28 Reza toda noite
Não sou supersticioso, mas se posso não passo debaixo de escada. Rezo toda noite e quando estou no trânsito ou no voo. Olha, sou cético até me provarem o contrário. Fui a um grupo de espiritismo, falei com alguém incorporado e o cara disse coisas que tinham a ver. Acredito em tarô, astrologia. Sou taurino com ascendente em peixes. Isso serve como um oráculo, não para levar a ferro e fogo como eu levei a primeira vez que fiz meu mapa. Foi engraçado, o pessoal dizia - "Para! Nem tudo isso vai acontecer!" Grazi me aturou, viu?

29 Quer casar na igreja, ter três filhos e gostaria de adotar
Me considero casado, tenho vida de casado. Mas a cerimônia, estilo O Poderoso Chefão, está de pé. Tem que ser essa festa, senão não tem graça. Acho igreja legal. Já filhos virão daqui a um tempo e não vai demorar. Quero ter três. Me imagino pai com uma casa cheia. Vou ser um pai, em alguns momentos autoritário, mas também brother, vou fazer mamadeira. E adotaria uma criança, sim. Minha mãe é adotada e penso em um dia adotar também. A Grazi também acha legal.

30 Acredita em interesse fulminante à primeira vista
Não acredito em amor à primeira vista porque isso demora para construir, mas no interesse fulminante à primeira vista, sim. Foi o nosso caso. Não foi só físico, teve um interesse mútuo, instantâneo. A gente se conheceu no estacionamento do Projac. Eu a vi de costas e pensei: "humm! Não conheço essa pessoa." E aí quando passei, ela me viu de costas e pensou: humm! Há um ano moramos juntos. Cuido de certas coisas da casa, ela de outras. A cozinha, é ela quem cuida, mas a Grazi não cozinha. Graças a Deus tem alguém para cozinhar para a gente. Somos viciados em cinema. No ano passado, ela me fez um aniversário surpresa, bonito. Estava meio assim porque não gosto muito de comemorar, mas quando abri a porta estava a maior galera. Ela reuniu todo mundo, um baita rango, um baita bolo, um baita presente. Ganhei um quadro lindo. Eu era mais romântico, estou tentando voltar a ser. Com essa rotina de trabalho, a distância faz a gente sofrer. Mas gosto de musiquinha, incenso. Nesse quesito, eu sou mais romântico que ela.




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26/10/2008 free counters

terça-feira, 15 de junho de 2010

Passione: Grávida de Danilo, Clara se casa com Totó


Danilo e Clara transaram uma vez e a vilã engravidou do ciclista

A noite de amor entre Clara (Mariana Ximenes) e Danilo (Cauã Reymond) — que será exibida no próximo dia 24 — renderá frutos à vilã, em “Passione”. A malvada, que a esta altura estará na Itália fingindo estar apaixonada por Totó (Tony Ramos), vai descobrir que está grávida do ciclista e fará com que o camponês a peça em casamento.

A chegada de Clara será como uma aparição para Totó. É que a vilã surge entre os campos de flores onde o casal costumava se encontrar, o que o faz acreditar estar tendo uma visão. Só depois que ela o beija e diz que não tinha conseguido ficar mais tempo longe dele é que Totó acredita na felicidade que está sentindo.

Sem perda de tempo

Mesmo com o coração aos pulos, Totó — que acreditou na mentira de Fred (Reynaldo Gianecchini) de que Clara se casaria com um antigo namorado — pergunta à amada sobre o noivo. Ordinária, a vilã diz que não há ninguém em sua vida e Fred só não queria que ela se encontrasse com Totó novamente, para não dar a impressão de que ela estaria interessada no seu dinheiro.

— Clara é ardilosa e terrivelmente sedutora — afirma Tony Ramos.

Totó vai se casar com Clara e acreditar que ela espera um filho dele

Para enganar ainda mais Totó, Clara consegue com Mimi (Marcelo Médici) informações sobre a falecida mulher dele e usa isso a seu favor. Ao mesmo tempo, não deixa de pensar em Danilo. Ao começar a ter enjoos, vê que está grávida do ciclista e, rapidamente, consegue subir ao altar com o camponês, para tristeza de Gemma (Aracy Balabanian).



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26/10/2008 free counters

Cauã Reymond sobre Grazi: "Enquanto eu sou tensão, ela é relaxamento"


Ator falou da namorada em entrevista a Fernanda Young

QUEM Online

  Divulgação

Cauã Reymond afirmou que seu relacionamento com Grazi Massafera dá certo porque os dois se completam. "Enquanto eu sou tensão, ela é relaxamento. A gente tem essa troca”, disse, em entrevista ao programa “Irritando Fernanda Young” que vai ao ar no próximo domingo (20), no canal GNT.

Em conversa com a apresentadora, ele conta que ficou deslumbrado por quatro meses no início da carreira, e que percebeu isso com a aproximação das mulheres. “É estranho, do dia para a noite você começar a ter um monte de meninas que nunca deram mole para você. O que me ajudou foi que eu nunca perdi as minhas amizades, tenho os mesmos amigos desde os 14 anos”. O ator afirma que gosta de charuto, que controle remoto da TV sem pilha o tira do sério, e que já se machucou bastante. "Tenho uns 50 e poucos pontos pelo corpo”.

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Cauã Reymond beija a mão da apresentadora Fernanda Young nas gravações do programa


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26/10/2008 free counters

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Passione: Danilo descobre que vai ser pai e abusa das drogas


Danilo se sente pressionado com a gravidez indesejada

Um tsumani vai passar na vida de Danilo (Cauã Reymond), em “Passione”. Ao descobrir que Fátima (Bianca Bin) está grávida de um filho seu, o ciclista vai exagerar nas drogas a ponto de desmaiar durante os treinos e ser levado para o hospital.

Danilo se desespera quando Fátima — ela o levou para o motel aproveitando que ele estava drogado —, afirma que espera um bebê dele. “É muita uruca. Eu não tenho culpa desse troço. Só quando acordei é que vi que era você do meu lado da cama. Você é louca menina!”, esbraveja.

Aos prantos, a jovem diz que não o está culpando de nada, mas que quer uma ajuda. O ciclista afirma que arranja dinheiro para ela se consultar com um médico, mas só isso. “Quem armou essa presepada foi você, me tira dessa”, implora.

Já em casa, Danilo revela o que está acontecendo à mãe, Stela (Maitê Proença). Ela o consola, entende que ele não teve culpa, mas diz que o filho terá que assumir a criança. A tensão do rapaz se reflete nos treinos. Danilo sente que está perdendo rendimento e pede que Chulepa (Gabriel Wainer) lhe dê pílulas de anfetaminas. “Você está exagerando, tomou duas agora”, alerta o rapaz.

Mas o ciclista insiste e acaba tomando mais três. À noite, Danilo se droga de novo. No treino do dia seguinte, o atleta não aguenta e desmaia em cima da bicicleta, rolando pelo chão. E é levado para o hospital por Chulepa e Sinvval (Kayky Brito).



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26/10/2008 free counters

sexta-feira, 26 de março de 2010

Cauã Reymond se irrita com Silvio Santos.


Foi gravado, anteontem, cercado de sigilo, o “Troféu Imprensa”, no SBT. Os jornalistas que participaram do júri do programa assinaram um termo de confidencialidade para impedir que a lista dos vencedores vazasse antes da exibição da atração.

A razão do sigilo é simples: a atração vai concorrer com o “Domingão do Faustão”, que exibirá, ao vivo, os “Melhores do Ano”, que também premia os destaques de 2009. A coluna, no entanto, teve acesso aos vitoriosos do SBT.

A grande surpresa entre os convidados de Silvio foi Cauã Reymond. Ele foi ao SBT para receber o prêmio de Melhor Ator de 2008 por seu trabalho na novela “A favorita”. Nos bastidores, o ator estava bastante nervoso por estar, pela primeira vez, na frente de Silvio Santos. “Estou muito orgulhoso de conhecer a maior lenda da TV. Estou em choque, sempre quis conhecê-lo”, ele dizia, trêmulo e com os lábios brancos.


O nervosismo, no entanto, deu lugar a um mal-estar. Conhecido por suas bricadeiras ácidas, Silvio Santos deixou Cauã irritado no palco. O Dono do Baú brincou com o fato de o galã namorar uma ex-BBB, Grazi Massafera. “Ah, ela é ex-BBB, né? Nunca ouvi falar. Como você conseguiu ficar com ela?”, perguntou. No início, Cauã sorriu, mas diante da insistência de Silvio em fazer perguntas sobre sua vida pessoal, o ator começou a ser irônico: “X”, “Y”, “Z” era o que ele respondia a cada questão. Ao fim da gravação, Cauã reclamou: “Poxa, vim até o SBT para o Silvio ficar me sacaneando?”.

A pequena Maísa também foi alvo das gracinhas do apresentador. “Você está crescendo, né? Olha, fica ligada porque a graça é que você é pequena!”. A menina, sem graça, insistiu que seu sonho é ser apresentadora “quando crescer”.

Cássia Kiss, Eliana e Claudia Leitte também foram ao programa receber o troféu de anos anteriores. Essas duas últimas ouviram comentários de Silvio sobre seus corpos. Entre os vencedores deste ano estão Tony Ramos (“Caminho das Índias”), Lilia Cabral (“Viver a vida”), “Caminho das Índias (novela) e Rodrigo Faro (apresentador).





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quinta-feira, 4 de março de 2010

De Roma, Rodrigo Santoro e André Ristum falam de "Meu País"


Rodado em São Paulo e no pólo cinematográfico de Paulínia no fim do ano passado, o longa-metragem "Meu País", de André Ristum, terminou, nesta semana, suas filmagens em Roma, na Itália. O filme conta a história do reencontro de uma família desestruturada pela dor. Após anos fora do Brasil, Marcos (Rodrigo Santoro) é obrigado a retornar quando seu pai sofre um derrame. O ator italiano Norman Mozzato ("Vermelho como o Céu", "A Poeira do Tempo") se integrou ao elenco, composto por Santoro, Cauã Raymond, Débora Falabella e Paulo José. Mozzato é Giorgio, pai de Giulia (Anita Caprioli), sogro e chefe de Marcos (Santoro).





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terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Cauã Reymond recebe prêmio em Hollywood

Hollywood
Na quinta-feira 4, em Hollywood, a segunda edição do Hollywood Brazilian Festival premiou Cauã Reymond

Na quinta-feira 4, em Hollywood, a segunda edição do Hollywood Brazilian Festival premiou Cauã Reymond (na foto, com João Miguel e Talize Sayegh, idealizadora do evento). O troféu Horizon Award é destinado a atores brasileiros que se destacam no cinema nacional e também demonstram ter chances de trilhar uma carreira no Exterior. O festival também foi prestigiado por Reynaldo Gianecchini e Malvino Salvador, além de Maria Clara Spinelli, eleita melhor atriz do evento, por sua atuação no longa-metragem Quanto Dura o Amor?, de Roberto Moreira.

Sulamérica Trânsito












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26/10/2008 free counters

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Fábio Assunção e Cauã Reymond circulam por aeroporto do Rio








Fábio Assunção e Cauã Reymond deram o ar da graça no aerporto Santos Dumont, nesta terça-feira, 24.

JR/Ag News

Cauã Reymond acena para fotógrafo

JR/Ag News

Fábio Assunção também esbanjou simpatia








Fábio Assunção - 15/09/2009

Thiago Bitencourt / Ag. News

EU NÃO AGUENTARIA ESSA CHATEAÇÃO, MAS FAZ "PARRRRTE"









Lula acumula: -Aposentadoria por invalidez,aposentadoria de Aposentadoria por invalidez, Pensão Vitalícia de "perseguido político" isenta de IR, salário de presidente de honra do PT, salário de Presidente da República. Você sabia???

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26/10/2008 free counters

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Grazi e Cauã nus em livro de Mario Testino


Reprodução

Reprodução

Aproveitando o Fashion Rocks no Rio, o fotógrafo Mario Testino lançou na cidade o livro “MaRio de Janeiro Testino”, que é uma homenagem à Cidade Maravilhosa. São muitas fotos de modelos em trajes pequenos em cenários deslumbrantes. E, lógico, muitas celebridades que tiraram a roupa de maneira nem um pouco vulgar.

Reprodução

A foto mais impressionante de todas é, sem dúvida, a de Grazi Massafera e Cauã Reymond. Os dois, nus, com os cabelos molhados, tomando banho de sol. Também tiraram a roupa Rômulo Arantes Neto, Fernando Fernandes, Alinne Moraes e Fernanda Lima. Esta última, fotografou ainda com a família. Rodrigo Santoro preferiu usar uma sunga.

Reprodução

Reprodução

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26/10/2008 free counters

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Cauã pede Grazi em casamento ao pai da atriz


Gilmar Massafera, pai de Grazi, conta a revista QUEM como foi o pedido

Luciana Barcellos e Valmir Moratelli

Arquivo Pessoal
1. Cauã e Grazi na piscina com o irmão mais novo da atriz, Alexandre; 2. O ator com os primos e amigos de Grazi na churrasqueira

Cauã Reymond pediu a mão de Grazi Massafera em casamento durante uma viagem ao sul do país, onde moram suas famílias. “Foi de brincadeira, do jeito dele, né? Ele pediu em casamento, ajoelhado, na minha frente”, contou o pai da atriz, Gilmar Massafera, a revista QUEM que chega às bancas nesta quarta-feira (29).

A visita, que também teve como objetivo contar aos pais e parentes próximos da decisão de Cauã e Grazi de morar juntos, começou em Jacarezinho, no Paraná. Para receber a filha e o genro no último dia 18, a mãe da atriz, Cleusa, preparou o prato predileto de Grazi: lasanha. Eles também estiveram com o irmão de Grazi e com a mãe de Cauã, que vive em Santa Catarina.


CONFIRA A MATÉRIA COMPLETA E FOTOS EXCLUSIVAS NAS BANCAS
Arquivo Pessoal
1. O casal posa com a mãe de Grazi, Cleusa, e seu namorado, Rafael; 2. Em uma mesa cheia de bolos e doces, os atores posam com a enteada do tio da atriz, Bruna

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26/10/2008 free counters

domingo, 12 de abril de 2009

Bate-papo com Reynaldo Gianecchini, José Mayer e Cauã Reymond


Reunir os três atores parece sonho de consumo, mas nós conseguimos! E eles se revelaram tudo de bom. Para o trio do filme DIVÃ, as mulheres estão cada vez melhores. Não é para a gente suspirar?

Vera Gudin e Margaret Schaeffer

Que tal ser casada com José Mayer, ter um caso com Reynaldo Gianecchini e dar uns amassos no Cauã Reymond? Mercedes, 40 e poucos anos, personagem de Lília Cabral no filme DIVÃ, em cartaz nos cinemas a partir deste mês, responde por tamanha façanha – vamos combinar, antes de tudo ela é uma mulher de sorte. Fora isso, não é muito diferente de nenhuma outra quarentona de seu convívio, com sonhos, medos e angústias semelhantes. Mas, ao procurar um psicanalista, descobre suas múltiplas facetas, como a apaixonada, a insegura, a sensual, e dá vazão a elas. CLAUDIA assistiu ao filme, baseado na peça DIVÃ – que por sua vez já era uma adaptação do romance homônimo da escritora gaúcha Martha Medeiros –, pinçou algumas frases-chave ditas pelos personagens e reuniu os três atores para um batepapo sobre o universo feminino. Mayer, 60 anos, Gianecchini, 36, e Cauã, 28, toparam o convite a sério e foram totalmente sinceros. As opiniões deles convergiram em várias questões, como a importância do bom humor e da lealdade para que um relacionamento amoroso vença os estragos da rotina. Em maior ou menor grau, todos tinham conhecimento de causa. Mayer é casado há 34 anos com a atriz Vera Fajardo; Giane estava solteiro até o fechamento desta edição, depois de um relacionamento de oito anos com a apresentadora e atriz Marília Gabriela, encerrado há pouco mais de dois anos; e Cauã está casadíssimo com a atriz Grazi Massafera.

O que eles pensam sobre as frases-chaves da peça Divã


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domingo, 9 de novembro de 2008

CAUÃ REYMOND







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