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domingo, 20 de novembro de 2011

Carmen, Votre toast, je peux vous le rendre Kent Nagano; René Pape

Kent Nagano; René Pape


http://www.radio.uol.com.br/musica/varios-artistas/carmen%2C-votre-toast%2C-je-peux-vous-le-rendre/113373
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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

"Poker Face", de Glee Cast, #nowplaying na


Ouvindo a música "Poker Face", de Glee Cast, #nowplaying na @RadioUOL http://uol.fm/bwcWS

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domingo, 25 de setembro de 2011

The Beatles - Paperback Writer














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The Beatles Hello Goodbye














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sábado, 24 de setembro de 2011

The Beatles- A Day in the Life ( my favorite)


A Day in the Life is a song by the English rock band The Beatles written by John Lennon and Paul McCartney, based on an original idea by Lennon. It is the final track on the group's 1967 album Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band. Since its original album release, "A Day in the Life" has been released as a B-side, and also on various compilation albums. It has been covered by other artists including The Fall, Bobby Darin, Sting, Neil Young, Jeff Beck, The Bee Gees, Mae and since 2008, by Paul McCartney in his live performances. Rolling Stone magazine ranked it the 26th greatest song of all time.

There is some dispute about the inspiration for the first verse. Many believe that it was written with regard to the death of Tara Browne, the 21-year-old heir to the Guinness fortune and close friend of Lennon and McCartney, who had crashed his Lotus Elan on 18 December 1966 when a Volkswagen pulled out of a side street into his path in Redcliffe Gardens, Earls Court. In numerous interviews, Lennon claimed this was the verse's prime inspiration. However, George Martin adamantly claims that it is a drug reference (as is the line "I'd love to turn you on" and other passages from the song) and while writing the lyrics John and Paul were imagining a stoned politician who had stopped at a set of traffic lights.

The description of the accident in "A Day in the Life" was not a literal description of Browne's fatal accident. Lennon said, "I didn't copy the accident. Tara didn't blow his mind out, but it was in my mind when I was writing that verse. The details of the accident in the song — not noticing traffic lights and a crowd forming at the scene — were similarly part of the fiction."

The final verse was inspired by an article in the Daily Mail in January 1967 regarding a substantial number of potholes in Blackburn, a town in Lancashire. However, he had a problem with the words of the final verse, not being able to think of how to connect "Now they know how many holes it takes to" and "the Albert Hall". His friend Terry Doran suggested that they would "fill" the Albert Hall.

McCartney provided the middle section of the song, a short piano piece he had been working on independently, with lyrics about a commuter whose uneventful morning routine leads him to drift off into a reverie. He had written the piece as a wistful recollection of his younger years, which included riding the bus to school, smoking and going to class. The line "I'd love to turn you on", which concludes both verse sections, was, according to Lennon, also contributed by McCartney; Lennon said "I had the bulk of the song and the words, but he contributed this little lick floating around in his head that he couldn't use for anything."

A Day in the Life

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
"A Day in the Life"
Canção por The Beatles
do álbum Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band
Lançamento 1 de Junho de 1967
Gravado 19 de Janeiro - 22 de Fevereiro de 1967
Gênero Rock, Rock sinfônico
Duração 5:33
Gravadora Parlophone, Capitol Records, EMI
Letrista(s) John Lennon e Paul McCartney
Composição Lennon/McCartney
Produtor(es) George Martin
Faixas de Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band
Último
Último
"Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band (Reprise)"
(12)

"A Day in the Life" (algo como 'Um Dia na Vida') é uma canção dos Beatles creditada à dupla Lennon-McCartney. Foi lançada no álbum Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band de 1967. A gravação teve início em 19 de janeiro de 1967, e concluída em 22 de fevereiro de 1967. Há uma parte adicional com sons difusos e estranhos, que não foi incluída no lançamento do álbum no Brasil. Somando esta parte, a música dura 5'33". Na verdade, quando escutamos essa música em vinil, os sons estranhos no final da música tornam-se uma espécie de moto-perpétuo, caracterizando assim uma música teoricamente sem fim. Os sons repetem-se em intervalos 2 segundos, e assim permanece até que retiremos o vinil do toca-discos. Com o CD, o material editado tem 5´33", aproximadamente.

Índice

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[editar] A criação

Esta música foi o resultado da junção de duas músicas distintas: uma composta por John Lennon e a outra por Paul McCartney.
John tinha o início e o fim da música, mas não tinha o miolo dela. Achava que tinha de por algo entre as partes que tinha composto. Por isso, gravou a primeira parte; marcou o meio dela com uma contagem de 1 (um) a 24 compassos, feita por Mal Evans; e em seguida gravou a parte final. A indicação do final da contagem era marcada, para fins de orientação, pelo toque de um despertador.
Paul possuia uma canção que não tinha início e nem fim. Apresentou ao grupo que resolveu inseri-la entre as partes já gravadas por John. O resultado final agradou a John Lennon e a Paul McCartney. Por coincidência, a frase da parte de Paul iniciava com: "Woke up, fell out of bed…" (acordei, caí da cama…), e começava exatamente no ponto antecedido pela marcação do toque do despertador. Por este motivo, o som do despertador foi mantido na gravação, já que Paul, pela canção, estava despertando.

[editar] A gravação

A gravação teve início no dia 19 de janeiro de 1967, quando foram gravadas quatro tomadas, só com a parte do John. No dia seguinte, a tomada 4 foi trabalhada e transformada nas tomadas 5, 6 e 7, já com a parte de Paul inserida, sendo a tomada 6 considerada a melhor. No dia 3 de fevereiro a parte de Paul foi refeita e Ringo Starr gravou a sua batida antológica de Tom-toms.
A parte orquestral da canção foi gravada no dia 10 de fevereiro. A orquestra era composta de 40 músicos, um gasto extravagante para o pouco que ela tocaria. Paul McCartney foi quem teve a idéia de utilizar uma orquestra; e embora na realidade quissesse 90 músicos, foi convencido por George Martin que 40 seriam suficientes para o efeito que desejava. George Martin e Paul pediram aos músicos que tocassem, partindo de uma nota pré-estabelecida (Mi maior), indo até a nota mais aguda que seus instrumentos pudessem alcançar, em intensidade cada vez maior, até preencher os 24 compassos entre a parte de John e a parte de Paul. Os músicos no início não entenderam direito o que era para ser feito, mas com mais explicações entraram no clima da gravação. O resultado final foram 33 segundos de acordes de uma orquestra de 40 instrumentos tocados em crescendo. Depois, a gravação foi quadruplicada através de "overdub", criando um efeito semelhante a 160 músicos executando seus instrumentos. Estes acordes foram utilizados duas vezes na música: entre a primeira parte de John e a parte de Paul, e após a segunda parte de John, culminando no temeroso fim da música, que é composto de um acorde tocado simultaneamente por três pianos e um harmônio, que se esvai lentamente. O acorde é sustentado por incríveis 45 segundos.
Para finalizar a parte instrumental e musical, no dia 22 de fevereiro foi gravado um tom de Mi maior, tocado simultaneamente por Mal Evans, John Lennon, Paul McCartney, e Ringo Starr em três pianos diferentes, que foi triplicada através de "overdub", criando um efeito de apoteose.
Após o final apoteótico produzido pelo Mi maior executado pelos três pianos e de um pequeno intervalo (em que na versão inglesa, John Lennon inseriu um tom tocado por um apito para cachorros, só audível por estes), ouve-se sons difusos, sem nexos, que encerram a faixa e o álbum. Esta última parte da gravação foi realizada durante a recepção que foi oferecida pelos Beatles no dia da gravação da orquestra, 10 de fevereiro, para amigos e convidados especiais (Mick Jagger, Marianne Faithfull, Keith Richards, Donovan, Pattie Boyd e Michael Nesmith, entre outros). É a gravação de sons dos convidados na festa, que foi reproduzida com a fita invertida e repetida várias vezes. Na época, cogitou-se haver "mensagens ocultas" neste trecho.
Na parte final da canção, as versões dos LPs lançados na Inglaterra, nos EUA e no resto do mundo (que seguia a versão americana) diferiam. A partir do lançamento do álbum em versão digital (CD), no ano de 1987, houve um unificação da edição, prevalecendo a versão inicial pensada pelos Beatles e lançada na edição britânica.
O CD Anthology 2 apresenta uma versão criada por George Martin especialmente para esta edição. Várias tomadas alternativas das gravações foram montadas, formando a mesma seqüência da música, mas com tomadas diversas. Aparece John dando as instruções iniciais na tomada 1; a marcação para o início da tomada 2 de John: "sugar plum fairy...., sugar plum fairy" (segundo a gíria londrina, "sugar plum fairy" era um traficante entregador de drogas, mas também pode ser uma referência a uma peça de Tchaikovsky); a marcação do intervalo através da contagem de Mal Evans e o toque do despertador. A parte de Paul é uma tomada diferente do lançada na versão oficial.
No CD Love a música começa com a contagem "sugar plum fairy...., sugar plum fairy" e o som do despertador é mais acentuado. A parte dos sons difusos, gravados na festa e tocado ao contrário é omitida.

[editar] A inspiração

A inspiração para a letra de John Lennon é a sequência de acontecimentos que, segundo ele, havia lido recentemente no jornal londrino Daily Mail. O acidente fatal de carro inspirou-se no sofrido por Tara Browne, 25 anos, neto de Edward Cecil Guiness e herdeiro da famosa marca de cerveja Guinness. Os 4.000 buracos, em uma notícia da existência dessa quantidade de buracos nas ruas de Blackburn, Lancashire. Sobre o filme visto, a referência próxima era a participação de John no filme "How I Won the War", em que o exército britânico vence a guerra. Baseado nestes acontecimentos, ele criou um universo onírico, com jogos de palavras, bem ao seu estilo de compor. O verso "I'd love to turn you on" que finalizava ambas as partes da música atribuída a ele tinha conotação explícita com o uso de drogas: "Eu adoraria 'ligar' você". Naquela época, John Lennon estava no auge de suas experiências com o LSD.
A letra de Paul McCartney é mais pessoal. Refere-se a alguém que acorda, toma o café-da-manhã, sai atrasado para trabalhar, entra no ônibus e vai para a parte de cima (os ônibus britânicos têm dois andares). Então, fuma e entra em um sonho: "Found my way upstairs and had a smoke / Somebody spoke and I went into a dream" (Me encaminhei para o segundo andar e havia uma fumaça, alguém falou e então entrei em um sonho (transe)). Esta última parte da letra é uma referência explícita a uma "viagem" ocasionada pelo uso de droga, neste caso, a maconha.
Devido a estas referências serem explícitas ao uso de entorpecentes, esta canção foi banida das estações de rádio inglesas.









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The Beatles - Come Together




Come Together

Here come old flattop, he come grooving up slowly
He got joo-joo eyeball, he one holy roller
He got hair down to his knee
Got to be a joker he just do what he please

He wear no shoeshine, he got Toe-Jam football
He got monkey finger, he shoot Coca-Cola
He say "I know you, you know me"
One thing I can tell you is you got to be free

Come together right now over me

He bag production, he got walrus gumboot
He got Ono sideboard, he one spinal cracker
He got feet down below his knee
Hold you in his armchair you can feel his disease

Come together right now over me

Right

He roller-coaster he got early warning
He got muddy water, he one mojo filter
He say "one and one and one is three"
Got to be good-looking 'cause he's so hard to see

Come together right now over me

(9x)
Come together, yeah

Venha Junto

Aqui vem o velho Flat Top, ele vem gingando lentamente
Ele tem olhos mágicos, ele quer um par de patins santos
Ele tem cabelos até seu joelho
Tem que ser um palhaço, ele simplesmente faz o que lhe agrada

Ele não usa nenhuma graxa no sapato, ele tem futebol nos dedos
Ele tem dedo de macaco, ele atira coca-cola
Ele diz "Eu te conheço, você me conhece"
Uma coisa que eu posso dizer a você é que você tem de ser livre

Chegue mais perto, agora mesmo, comigo

Ele ensacola produção, ele tem botas de morsa
Ele tem as costeletas da Ono, ele é um quebrador de colunas
Ele tem pés abaixo do seu joelho
Prende você na sua poltrona, você pode sentir sua doença

Chegue mais perto, agora mesmo, comigo

Certo

Ele vai na montanha-russa, ele recebe aviso prévio
Ele tem água barrenta, ele é um filtro de feitiço
Ele diz "um e um e um é três"
Tem que ter boa aparência porque ele é tão difícil de ver

Chegue mais perto, agora mesmo, comigo

(9x)
Chegue mais perto, yeah


Come Together

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
"Come Together"
Single por The Beatles
do álbum Abbey Road
Lado A Something
Lançamento 31 de outubro de 1969
Formato 7"
Gravação 21 de julho de 1969
Gênero Blues rock
Duração 4:18
Gravadora(s) Apple Records
Composição John Lennon
Produção e arranjos George Martin
Cronologia de singles por The Beatles
Último
Último
"The Ballad of John and Yoko" / "Old Brown Shoe"
(1969)
"Let It Be" / "You Know My Name (Look Up the Number)"
(1970)
Próximo
Próximo
"Come Together" ("Reunam - se", "Juntem-se", em tradução livre) é uma canção dos Beatles composta por John Lennon, creditada a dupla Lennon/McCartney, e lançada no álbum Abbey Road de 1969. A gravação teve início em 21 de julho de 1969, e foi concluída em 7 de agosto de 1969. Dura 4’20”.
Foi lançada em 6 de outubro de 1969, nos Estados Unidos, como lado B do compacto simples que tinha "Something" de George Harrison como lado A . Com este formato, foi lançada também ao redor do mundo, inclusive no Brasil.
John Lennon escreveu esta música para Timothy Leary, baseado no slogan da campanha deste para o governo da Califórnia em 1969 (Come Together, Join the Party). Tem influências da música de Chuck Berry "You Can't Catch Me". A letra é nonsense, sujeita a interpretações diversas.
O início desta gravação marca a volta do engenheiro de som Geoff Emerick ao trabalho com os Beatles. Ele havia abandonado o quarteto no dia 16 de julho de 1968 por não suportar o clima pesado que pairava sobre as sessões de gravação na época.
John Lennon canta e toca guitarra; George Harrison toca guitarra; Paul McCartney toca baixo e Ringo Starr toca bateria.

Índice

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sábado, 17 de setembro de 2011

Andrea Bocelli recebe convidados em show nos EUA




16 de setembro de 2011 • 21h35 • atualizado às 21h45



A cantora Celine Dion foi uma das convidadas. Foto: AP A cantora Celine Dion foi uma das convidadas
Foto: AP

Andrea Bocelli se apresentou nesta sexta-feira (16), no Central Park, em Nova York, nos Estados Unidos. O cantor recebeu convidados de peso, como Celine Dion e Tony Bennett.











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segunda-feira, 27 de junho de 2011

#listening "Hungarian Rhapsody No.2", de Paul Mauriat And His Orchestra, #nowplaying na

#listening "Hungarian Rhapsody No.2", de Paul Mauriat And His Orchestra, #nowplaying na @RadioUOL link»






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Miserere - Pavarotti + Bocelli AND Zucchero








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Macchine Da Guerra - Andréa Boccelli



Máquina da Guerra


Se fosse uma coisa simples
Eu te diria,
Mas existe uma confusão dentro
E ao meu redor.
Tu prefere evitar
E talvez a culpa não é tua;
Poderia tentar uma outra vez,
Mas não sou eu que deve escutar.
De pés descalços caminhamos
Sobre vidros quebrados e depois
Com as mãos sujas nos tocamos
Nos ferimos entre nós;
Todos os gestos estão danificados,
Fracos apagados no escuro;
Poderia tentar uma outra vez
Mas não sou eu que deve escutar
.
Escuta o teu coração se bate,
Olha onde corre e para,
Escuta a dor do mundo;
Estamos perdidos pela estrada,
órfãos de vida,
Máquinas de guerra,
Mas por que?
Não existe mais tempo para olhar
Uma estrela sobre nós,
Esta tudo pronto,estampado
E garantido para nós;
Mas como fazes para não compreender,
Iludir-se, e ir embora,
Com passos falsos de felicidade,
Mas o sangue também é seu.
Escuta o teu coração se bate,
Olha onde corre e para,
Escuta a dor do mundo;

Estamos perdidos pela estrada,
órfãos de vida, máquinas de guerra,
Mas por que?






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26/10/2008 free counters

Andrea Bocelli - Sogno



Vai... te esperarei
A flor no jardim marca o tempo .......
Aqui desenharei o dia da tua volta ....
És tão segura de meu amor que o leva consigo....fechado nas mãos que leva à face repensando ainda ...
Em mim

E se achar necessário o mostre ao mundo.... que não sabe que vida há .... no coração que distraido parece ausente.... não sabe que vida há naquilo que só o coração sente...
Não sabe....
Aqui te esperarei .... e eu roubarei os beijos ao tempo ....
Tempo que não pode apagar com lembranças o desejo que .... fica fechado nas mãos que leva à face repensando ainda ....em mim

E te acompanhará... passando cidades por mim... por mim que ainda estou aqui... e sonho coisas que eu não sei de ti ....
Onde estará... por qual caminho retornará...
Sonho...
Aqui eu espero... e eu roubarei os beijos ao tempo ....
Sonho ....
Um som... o vento que me desperta ..... e já estás aqui



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Resta Qui (Stay with me) - Andrea Bocelli







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Laura Pausini - Strani amori



Strani Amori

Mi dispiace devo andare via
Ma sapevo che era una bugia
Quanto tempo perso dietro a lui
Che promette e poi non cambia mai
Strani amori mettono nei guai
Ma, in realtà, siamo noi

E lo aspetti ad un telefono
Litigando che sia libero
con il cuore nello stomaco
Un gomitolo nell'angolo
Lì da sola, dentro un brivido
Ma perché lui non c'è

E sono strani amori che
Fanno crescere e sorridere
Fra le lacrime
Quante pagine lì da scrivere
Sogni e lividi da dividere
Sono amori che spesso a questa età
Si confondono dentro a quest'anima
Che si interroga senza decidere
Se è un amore che fa per noi

E quante notti perse a piangere
Rileggendo quelle lettere
Che non riesci più a buttare via
Dal labirinto della nostalgia
Grandi amori che finiscono
Ma perché restano nel cuore

Strani amori che vanno e vengono
Nei pensieri che lì nascondono
Storie vere che ci appartengono
Ma si lasciano come noi

Strani amori fragili
Prigionieri, liberi
Strani amori mettono nei guai
Ma, in realtà, siamo noi

Strani amori fragili
Prigionieri, liberi
Strani amori che non sanno vivere
E si perdono dentro noi

Mi dispiace devo andare via
Questa volta l'ho promesso a me
Perché ho voglia di un amore vero
Senza te

Amores Estranhos

Sinto muito tenho que ir embora
Mas eu sabia que era uma mentira
Quanto tempo perdido atrás dele
Que promete mas nunca muda
Amores estranhos põe em problemas
Mas na realidade, somos nós

E você o espera num telefonema
Brigando para que esteja livre
Com o coração no estômago
Encolhido no canto
Sozinha ali, dentro um calafrio
Mas por que ele não está

E são amores estranhos que
Fazem crescer e sorrir
Entre as lágrimas
Quanta páginas a serem escritas,
Sonhos e marcas a serem divididas
São amores que freqüentemente nesta idade
Se confundem dentro dessa alma
Que se questiona sem decidir
Se é um amor que serve para nós

E quanta noites perdidas chorando
Relendo aquelas cartas
Que não consegues mais jogar fora
Do labirinto da saudade
Grandes amores que acabam
Mas por que permanecem no coração

Estranhos amores que vão e vêm
Nos pensamentos que o escondem
Verdadeiras histórias que nos pertencem
Mas se deixam como nós

Amores estranhos amores frágeis
Prisioneiros, livres
Amores estranhos põe em problemas
Mas em realidade, somos nós

Amores estranhos frágeis
Prisioneiros, livres......
Amores estranhos que não sabem viver
E se perdem dentro de nós

Me desculpe tenho que ir embora
Desta vez eu prometi a mim
Porque eu quero um amor verdadeiro
Sem você





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Andrea Bocelli - Melodramma







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ANS bate recorde de arrecadação ao retomar cobrança por uso do SUS


27 de junho de 2011 • 03h15 • atualizado às 03h16


De acordo com a edição desta segunda-feira da Folha de S. Paulo, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) bateu recorde de cobrança e arrecadação em 2011 ao voltar a cobrar das seguradoras de saúde ressarcimento pelas internações de conveniados em unidades hospitalares atendidas pelo SUS. Depois de um ano sem efetuar a cobrança, a agência voltou a emitir notificações às operadoras em julho do ano passado, segundo relatório feito a pedido da Folha. Por problemas administrativos, a agência ficou entre 2008 e 2009 sem fazer notificações.

Segundo o jornal, nos cinco primeiros meses de 2011, a agência arrecadou R$ 25 milhões - valor superior à soma dos anos de 2008, 2009 e 2010. Neste ano, o valor efetivamente cobrado dos planos (sem direito a recurso administrativo) é de R$ 97 milhões, também superior à soma dos três anos anteriores. A diferença não foi paga ou está sendo contestada judicialmente, segundo informa o jornal, que ressalta ainda que, apesar dos recordes, os valores continuam pequenos em relação à dívida dos planos com o SUS - os quais devem crescer, porque as últimas notificações da ANS são de atendimentos feitos no segundo semestre de 2008.








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A mio padre Andrea Bocelli

A Mio Padre

6 Maggio 1992

Caro, Babbo,
Inutile discutere
D'accordo non saremo mai
Che cosa c'è di strano in ciò
Trent'anni ci separano
O forse
C'è il timore in te
Di non trovare più la forza
D'essere al mio fianco
Se gli ostacoli mi fermano.

No preoccuparti, ascoltami
Avrò problemi
Affronto infami ma
Niente mi spaventerà
Niente mi corromperà
Niente al mondo
Mi farà scordare che
Posso vincere
E voglio farcela da me.
E voglio farcela da me.

So bene che per teè difficile
Giustificare
Questa smania di combattere
Osare l'impossibile...lo so

Ti sembrerà incredibile
Ma più ci penso più m'accorgo che assomiglio proprio a te
E non sai come vorrei
Che la forza non ti abbandonasse mai
Per averti qui
E non arrendermi
Mai

Ciao Babbo,
A presto.

A Meu Pai

6 de maio, 1992

Caro papai
É inutil discutir.
Nunca entraremos em acordo,
E o que haveria de estranho nisso?
30 anos nos separam...
Ou talvez,
Exista um medo em você,
De não encontrar mais a força
Para estar ao meu lado
Se obstáculos me pararem.

Não se preocupe,escute.
Terei problemas,
Afrontas às infâmias,
Mas nada me assustará.
Nada me corromperá.
Nada no mundo
Me fará esquecer que
Posso vencer.
E eu mesmo quero fazê-lo.
E eu mesmo quero fazer isso

Sei bem que para voce é dificil
Justificar
Essa mania de combater,
Ousar o impossivel...eu sei.

Pode achar incrível,
Mas quanto mais penso nisso, E eu mesmo quero fazê-lo.
E você não tem idéia de como eu queria
Que a força nunca te abandonasse.
Para te ter aqui comigo.
E nao me render.
Nunca.

tchau papai
até logo







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Andrea Bocelli Rapsodia

Rapsodia

lo vorrei
liberarti domattina
e vorrei
vederti volare
sui nevai come prima

Tu, cosi lontana
seppure ormai
cosi vicina
E l`anima se ne va
verso l`eternita.
Rapsodia.
lo vorrei
liberarti il cuore
e vorrei
restare indietro
e fare finta di cadere.

Perche cosi sei piu vicina
a illuminar
la vita mia
E l`anima se ne va
verso l`eternita.
L`anima, se ne va

Perche cosi sei piu vicina
a illuminar
la vita mia
E l`anima se ne va
verso l`eternita.

Rapsódia

Eu queria
Amanhã pela manhã te libertar
E eu queria
Ver te voar
Sobre as montanhas cobertas de neve como antes.

Você, tão distante,
Ao mesmo tempo
Esta tão proxima
E a alma vai
Através da eternidade.
rapsodia
Eu queria
Libertar o coração
E queria
Ficar para trás
Fingir cair.

Porque assim voce estaria mais proxima
Iluminando
A minha vida
E a alma que se vai
através da eternidade
A alma, que se vai

Porque assim voce estaria mais proxima
Iluminando
A minha vida
E a alma que se vai
através da eternidade






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Ave Maria No Morro - Andrea Bocelli








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LAURA PAUSINI E ANDREA BOCELLI "VIVERE"








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La Voce del Silenzio - Andrea Bocelli



La Voce del Silenzio

(dueto com Elisa)

Volevo stare un pò da solo
per pensare tu lo sai,
e ho sentito nel silenzio
una voce dentro me
e tornan vive troppe cose
che credevo morte ormai...

e chi ho tanto amato
dal mare del silenzio
ritorna come un'onda
nei miei occhi,
e quello che mi manca
nel mare del silenzio
mi manca sai molto di più

ci sono cose in un silenzio
che non aspettavo mai

vorrei una voce,
e improvvisamente
ti accorgi che il silenzio
ha il volto delle cose che hai perduto
e io ti sento amore
ti sento nel mio cuore
stai riprendendo il posto che

tu non avevi perso mai
che non avevi perso mai (2x)
tu non avevi perso mai

volevo stare un po' da solo
per pensare tu lo sai
ma ci son cose in un silenzio
che non m'aspettavo mai

vorrei una voce
e improvvisamente
ti accorgi che il silenzio
ha il volto delle cose che hai perduto
e io ti sento amore
ti sento nel mio cuore
stai riprendendo il posto che

tu non avevi perso mai
che non avevi perso mai
tu non avevi perso mai

A Voz do Silêncio

(dueto com Elisa)

Queria estar um pouco só
para pensar, você sabe
e ouvi no silêncio
uma voz dentro de mim,
e revivem tantas coisas
que acreditava já mortas

E quem tanto amei
do mar do silêncio
volta como uma onda
nos meus olhos.
E aquilo que me falta
no mar do silêncio
me fazem muito mais falta

Existem coisas num silêncio
que jamais imaginei

queria uma voz
e derepente
reparo que o silêncio
tem o vulto das coisas que perdi.
E eu te sinto amor
te sinto no meu coração,
estás retomando o lugar que

você na verdade nunca havia perdido
você nunca havia perdido
você nunca havia perdido

Queria estar um pouco só
para pensar, você sabe
Mas há coisas num silêncio
que jamais imaginei

queria uma voz
e de repente
reparo que o silêncio
tem o vulto das coisas que perdi.
E eu te sinto amor
te sinto no meu coração,
estás retomando o lugar que

você na verdade nunca havia perdido
você nunca havia perdido
você nunca havia perdido





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