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quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Dan Stulbach


dan_g1_052.jpgDan Stulbach é ator. Nasceu e vive em São Paulo. Estreou nos palcos do Colégio Rio Branco e, profissionalmente, protagonizando a peça Peer Gynt, de Ibsen. De lá pra cá, fez, entre outros, Senhora Lênin, de Klémnikov; Pentesiléias, de Kleist; Um Violinista no Telhado; Ciúmes de Barbuillé, de Molière; Prova de Fogo, de Consuelo de Castro; Guerreiras do Amor, adaptação da comédia clássica Lisístrata por Domingos de Oliveira; Esplêndidos, de Jean Genet; Édipo, de Sófocles com a Companhia Armazém de Teatro; e Novas Diretrizes em Tempos de Paz, de Bosco Brasil, ao lado de Tony Ramos, com o qual recebeu os prêmios APCA e Shell de melhor ator. Filma este ano uma versão da peça para o cinema, Tempos de Paz, com Tony Ramos e dirigido por Daniel Filho.

Recentemente trabalhou com Paulo Autran em Visitando Sr. Green, comédia de grande sucesso no Brasil e em Portugal e em Dúvida, sucesso mundial de Patrick Shanley. Foi assistente de direção de Marco Nanini, Elias Andreato e Naum Alves de Souza.

No cinema, fez os filmes Cronicamente Inviável, dirigido por Sérgio Bianchi; Matter Dei, de Diogo Mainardi, por Vinícius Mainardi; Viva Voz, por Paulo Morelli e Mais Uma Vez Amor, por Rosana Svartman. No exterior, filmou Living the Dream, dirigido por Alan Fiterman.

Na televisão, esteve nas novelas O Amor está no Ar, Esperança, Mulheres Apaixonadas (APCA, Qualidade Brasil e outros 12 prêmios) e Senhora do Destino; no especial Papo de Anjo e nas minisséries Os Maias, JK e Amazônia. Recentemente, em Queridos Amigos, de Maria Adelaide Amaral e seu próximo trabalho será Som e Fúria, minissérie sobre um Grupo de Teatro dirigida por Fernando Meirelles para a Rede Globo com estréia em fevereiro de 2009. É diretor artístico do Teatro Eva Herz no Conjunto Nacional, projeto em parceria com a Livraria Cultura.

O Fim de Expediente é sua primeira experiência no rádio.


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26/10/2008 free counters

São Paulo nos bastidores de Som e Fúria

"Fim de Expediente" é apresentado pelo ator Dan Stulbach, com a participação do escritor José Godoy e do economista Luiz Gustavo Medina. Vai ao ar das 19h às 20h, às sextas, na CBN SP, e também na internet, no


Dan Stulbach

Numa gravação se espera muito. É natural, tem que arrumar luz, som, trocar a câmera de lugar, etc. Daí, Marcello Mastroianni ter dito uma vez que ganhava pra esperar, não pra atuar.

Bom, gravando Som e Fúria, minissérie dirigida por Fernando Meirelles que irá passar na Globo em fevereiro do ano que vem, o papo é bom, o que compensa a espera e deixa tudo mais divertido. Num destes dias, gravamos em três diárias uma cena no bar do Teatro onde a história se passa. Daí, quase o elenco todo estava lá. A cena marca o fim da primeira parte da minissérie, e como “plus”, tem música ao vivo. O Wandy Doradiotto, que faz o papel de uns dos atores da trama, tocava seu violão ao lado de uma banda de primeira, que tinha também seu filho, Danilo Morais, músico por talento e escolha. Daí, levei meu gravadorzinho, fiz a proposta que foi gentilmente aceita, e enquanto arrumavam alguma coisa no set, fomos para um canto e gravamos algumas.

A gravação que você encontra no link é da música “São Paulo, São Paulo”, sucesso que o Wandy cantava no Premeditando o Breque. Acho a música poética, divertida, e claro, a cara da cidade. No final, você ainda tem o produtor chamando a gente de volta para a labuta.

Divirta-se.









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26/10/2008 free counters

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Quem é Dan Stulbach

Dan Filip Stulbach é o primeiro brasileiro de uma pequena família de imigrantes poloneses. Nasceu em São Paulo, em 26 de setembro de 1969. Tem apenas uma irmã, que é nutricionista e mãe de seu único sobrinho, um bebê de pouco mais de um ano.

* Em casa, cresceu ouvindo a língua polonesa e as histórias que o avô lhe contava sobre a vida no país europeu, devastado durante a Segunda Guerra Mundial. Até hoje, emociona-se com a Polonaise, de Chopin, imortalizada como hino da Resistência ao nazismo.

* Seu talento artístico começou a aparecer ainda na infância, quando o avô lhe pedia para ler os jornais. Depois de algum tempo, cansado da tarefa, o menino aproveitava os personagens do noticiário para inventar suas próprias histórias. Só assim Delfim Netto pôde ser visto na praia, conversando com o jogador Sócrates...

* Aos 12 anos, devido a um problema de calcificação, teve de operar os dois pés. A recuperação levou cerca de seis meses e incluiu uma temporada em cadeira de rodas e outra de muletas, além da fisioterapia. "Naquela época, lembro de ficar triste por não poder jogar futebol", conta. A volta aos gramados se deu na função de goleiro.

* Embora discorde, na opinião dos amigos é fanático por futebol. "O Corinthians é uma das poucas coisas que o tira do sério. O Dan sofre quando o time dele perde", entrega Luiz Gustavo Medina, o Teco. Mas costumava jogar bem. "Era o homem dos gols impossíveis, capaz de fazer um gol no último minuto", conta José Godoy, o Zé.

* Indeciso a respeito da carreira que deveria seguir, prestou vestibular – e foi aprovado – em Medicina, Administração e Engenharia. Excelente em matemática, cursou um ano a faculdade de Engenharia, antes de descobrir que aquela não seria sua profissão. Formou-se em Comunicação Social na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). Também freqüentou a Escola de Arte Dramática da USP.

* Três meses depois de ingressar na ESPM, criou o grupo de teatro Tangerina, que existe até hoje. Durante oito anos dirigiu espetáculos do grupo, que venceu inúmeros festivais de teatro amador.

* Viveu em San Diego, Califórnia, nos Estados Unidos, por quase um ano. Lá estudou inglês e trabalhou como pipoqueiro e bilheteiro de cinema. Com o dinheiro que ganhou, passou uma temporada em Nova York, onde pôde assistir dezenas de peças de teatro.

* No início da carreira, chegou a encenar espetáculos para duas, três ou cinco pessoas na platéia. "É horrível. E não é possível abstrair", diz. "Eu já tive crises de choro, quando era garoto, achando que... nossa, você não tem idéia. Achando que ninguém se interessava por teatro."

* Ele, Alexandre Edelstein e alguns outros amigos formaram, em meados dos anos 90, o Tela Viva. Espécie de precursor do programa Retrato Falado, comandado por Denise Fraga, na Globo, com o grupo de teatro, que segue atuando, apresentava-se em domicílio, narrando histórias engraçadas ou episódios marcantes da vida de pessoas comuns.

* Seu primeiro personagem no teatro amador foi em uma adaptação de “Sonhos de uma noite de verão”, de Shakespeare. Sua estréia profissional foi protagonizando “Peer Gynt”, de Ibsen. Deu vida também a criações de Klémnikov, Kleist, Molière, Jean Genet e Sófocles, entre outros. Fã de Paulo Autran, que conheceu ainda no início da carreira e de quem viria a se tornar amigo, fez com ele “Visitando o Sr. Green”. Além de representar, hoje também é diretor artístico do teatro Eva Herz, em São Paulo.

* Interpretar o violento Marcos, na novela “Mulheres Apaixonadas”, rendeu-lhe algumas jornaladas de velhinhas indignadas, o desprezo de passageiros da ponte aérea, que não queriam sentar-se ao seu lado, no avião, e vigilância redobrada no embarque – sempre havia alguém sugerindo revistá-lo ou procurando por uma raquete em sua bagagem. Por causa do papel, em um encontro com o presidente Lula, em Brasília, teve de ouvir, do próprio: “você bate muito na mulher, companheiro!”

* Na TV, fez também as novelas “O Amor está no Ar”, “Esperança” e “Senhora do Destino”, além das minisséries “Os Maias”, “JK”, “ Amazônia” e, mais recentemente, “Queridos Amigos”.

* Entre os prêmios que já ganhou estão o da Associação Paulista de Críticos de Teatro (APCA) e o Prêmio Shell de melhor ator, por sua interpretação de Clausewitz, em “Novas Diretrizes em Tempos de Paz”, peça de Bosco Brasil que agora deve virar filme, sob a direção de Daniel Filho.

* No cinema fez “Cronicamente Inviável”, “Matter Dei”, “Viva Voz” e “Mais Uma Vez Amor”. Fora do Brasil atuou em “Living the Dream”, dirigido por Alan Fiterman.

* Também trabalhou como assistente de direção de Elias Andreato, Marco Nanini e Naum Alves de Souza.

* Considera “fácil” livrar-se de um personagem, ao término de uma temporada de interpretação. "O que não é fácil é da sensação." Foi assim, por exemplo, com seu mais recente papel, como protagonista da minissérie “Queridos Amigos”. "Tem uma sensação do Leo, da despedida, que fica. Uma certa melancolia. Fica uma melancolia não dele, mas da emoção, daquele lugar que você visitou e que você tem de se despedir."

* Adora os momentos de solidão no teatro. "Quando acaba a festa e o público vai embora, você está sozinho no camarim ou também indo embora. Dá uma paz, uma coisa boa. O verdadeiro fim de expediente."

* Reconhecidamente um ator extraordinário, esconde vários outros talentos. "O Dan é excepcionalmente bom como empreendedor. Não me lembro de nada que ele tenha começado a fazer e que não tenha dado certo", conta Zé. "É muito convincente e tem intuição muito forte para onde ir com as coisas dele. Sempre foi muito independente e sabe lidar com gente."

* Possui senso estético apurado. "A casa dele sempre foi a mais legal dos amigos. Ele escolhe móveis legais e tem bom senso espacial; deve ter desenvolvido isso no teatro", diz Zé.

* A sorte costuma andar a seu lado. "Basicamente é o cara com mais estrela que conheço na vida. Tem muita intuição. E, para piorar, também tem muita capacidade, é bom em muita coisa. Sempre toma a decisão certa", resume Teco, que revela aquele que seria o maior defeito do ator: é o homem “menos pontual do planeta”. "Ele tem uma burocracia própria dele, é enrolado."

* À época desta entrevista, Dan Stulbach estava acabando de ler “Consolações da Filosofia”, de Alain de Botton, e “O Fotógrafo”, uma HQ ambientada no Afeganistão. Preparava-se para enfrentar as mais de 900 páginas de “As Benevolentes”, obra de Jonathan Littell que trata dos horrores da Segunda Guerra sob a perspectiva do carrasco. Recomenda a leitura de “A Elegância do Ouriço”, de Muriel Barbery. "É muito bonito. Muito feminino."

* Além dos livros, outra de suas paixões é a fotografia. Tem duas câmeras Leica e costuma presentear os amigos com fotos de sua autoria. Também gosta de postar algumas no blog do programa de rádio. Cultiva orquídeas.

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26/10/2008 free counters

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Marília Pêra recusa prêmio de atriz codjuvante

Atriz pede para o ator Rafael Ciani receber o "Prêmio Contigo!" em seu lugar e entregá-lo à Guida Viana

Acyr Méra Júnior Do EGO, no Rio de Janeiro


Juliana Rezende/Globo.com

Rafael Ciani recebe o prêmio para Marília das mãos de Dan Stulbach

O momento saia justa da noite na décima edição do Prêmio Contigo, realizada nesta segunda, 28, no Copacabana Palace, ficou por conta da ausência da atriz Marília Pêra . A veterana, que venceu na categoria de "Melhor Atriz Coadjuvante", enviou o ator Rafael Ciani, de apenas 13 anos, para receber o prêmio em seu lugar e entregar o mesmo para Guida Viana.

"Marília me pediu para vir aqui receber o prêmio por ela e dizer que ela vai entregar ele para a Guida Viana, com quem ela contracena em 'Duas Caras'", disse Rafael.

Na semana passada, em entrevista ao jornal O Globo, Marília Pêra criticou o fato de ser indicada na categoria de 'Atriz Coadjuvante'.

"Tomei a firme resolução de não comparecer mais ao Prêmio Contigo quando for candidata a atriz coadjuvante. Primeiro, porque minha vida de atriz não foi escrita como coadjuvante e, segundo, porque, se perder, não tenho certeza de que a ganhadora será alguém com o coração bondoso como a Danielle Winits (que quando disputava com Marília e ganhou o prêmio, fez um discurso emocionado em homenagem à concorrente), para me aconchegar se eu me sentir rejeitada", disse a atriz.

Para Fernanda Montenegro , que apresentou o prêmio ao lado de Luiz Fernando Guimarães, a palavra coadjuvante é 'esquisita'.

"A expressão coadjuvante é esquisita. Ela só existe porque não inventaram um termo melhor. Muitas vezes atores com papéis secundários se destacam muito", disse Fernanda, que não quis comentar a ausência de Marília. "Somos todos protagonistas na arte de interpretar", desconversou.

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26/10/2008 free counters

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Dan Stulbach

Date of Birth 26 September 1969, São Paulo, São Paulo, Brazil

Birth Name Dan Filip Stulbach

Height 6' 2" (1.88 m)

Dan Filip Stulbach (São Paulo, 26 de setembro de 1969) é um ator brasileiro. Descendente de imigrantes poloneses.

Formado em Comunicação Social pela Escola Superior de Propaganda e Marketing.

Dan Stulbach participou de diversos grupos de teatro na cidade de São Paulo, como ator e como diretor.

Seu primeiro longa-metragem de grande circulação foi "Cronicamente Inviável", em 2000, dirigido por Sérgio Bianchi. Aprofundou então seu trabalho em teledramaturgia, participando da mini-série "Os Maias", em 2001, dirigida por Luiz Fernando Carvalho.

Ficou popularmente conhecido quando interpretou um personagem polêmico na novela das 8 da TV Globo, Mulheres Apaixonadas, onde seu personagem era emocionalmente perturbado e batia em sua mulher. Em seguida atuou em Senhora do Destino, onde interpretou um homem bom e apaixonado.

Stulbach experimentou como ninguém a força da identificação dos telespectadores com os personagens de novelas. Quando estava em Mulheres Apaixonadas era hostilizado publicamente, a ponto de as pessoas se negarem a sentar a seu lado em viagens de avião. Já na novela seguinte, era abordado nas ruas para ouvir palavras de estímulo e conforto pelos problemas vividos por seu personagem.

Em 2002 Dan Stulbach entrou em cartaz com o espetáculo "Novas Diretrizes em Tempos de Paz", de Bosco Brasil, que, após duas trocas de elenco, recebeu como companheiro de cena Tony Ramos. O espetáculo, grande sucesso de crítica e público, rendeu ao ator prêmios importantes no cenário cultural brasileiro.

Em 2006, o ator integrou o elenco da peça "Dúvida", dirigida por Bruno Barreto. Desde abril de 2006, o ator é integrante da equipe da rádio CBN e comanda o programa Fim de Expediente com mais 3 amigos, o escritor José Godoy, o cirurgião-dentista Rodrigo G. Bueno de Moraes e o economista Luís Gustavo Medina.

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26/10/2008 free counters