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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Battisti, parere avvocatura brasiliana: no estradizione. Lula deciderà domani





















BRASILIA (30 dicembre) - Cesare Battisti deve rimanere in Brasile: l'Avvocatura generale dello Stato si è pronunciata contro la sua estradizione in Italia, parere consegnato al presidente Luiz Inacio Lula da Silva, il quale ha sempre detto di voler far proprio tale decisione. Possibilità contro la quale, su più fronti, il governo italiano sta in queste ore dando battaglia. Sulla base quindi di quanto sostenuto dall'Avvocatura, Battisti (56 anni, detenuto in un carcere a Brasilia dal marzo del 2007) potrebbe così evitare le prigioni italiane e rimanere nel paese latinoamericano, fatti che rappresenterebbero l'epilogo di una lunga e complessa vicenda giudiziaria.

Nel corso di una giornata di alta tensione sull'asse Roma-Brasilia, le notizie sul dossier Battisti sono rimbalzate più volte nei media dei due paesi, in primo piano non solo in Italia ma anche in Brasile: il futuro dell'ex terrorista rosso è finito infatti per intrecciarsi con le ultime ore della presidenza del popolare presidente operaio, visto che sabato Lula lascerà il paese nelle mani di Dilma Rousseff. Lo stesso capo dello Stato uscente ha sempre detto che il verdetto su Battisti l'avrebbe annunciato lui, non Dilma: tutto fa pensare quindi che si pronuncerà domani, a poche ore dalla chiusura della sua presidenza.

Decisione alla quale, affermano fonti locali, la difesa del governo italiano potrebbe subito replicare con la presentazione di un ricorso presso il Supremo Tribunal Federal, l'Alta Corte di Brasilia. Oggi, il governo italiano ha ripetutamente, e con più voci, ribadito le proprie ragioni sul caso Battisti, mentre Alberto Torregiani, figlio del gioielliere Pierluigi Torregiani, per la cui morte Cesare Battisti Š stato condannato, ha annunciato una manifestazione a Roma, in Piazza Navona di fronte all'ambasciata brasiliana, per protestare contro Brasilia.

A puntualizzare che l'Italia «si riserva» di considerare «tutte le misure necessarie per ottenere il rispetto del trattato bilaterale di estradizione, in conformità con il diritto brasiliano» è stato per esempio in una nota il ministro degli esteri, Franco Frattini. Poco dopo la diffusione del parere dell'Avocatura, contenuto in un documento di una settantina di pagine, Palazzo Chigi ha rilevato quanto fatto da Roma nell'ultimo anno e mezzo, «con il consenso di tutte le forze politiche», per ottenere l'estradizione. Indicando quale «possibile motivazione» da parte del Brasile il «presunto aggravamento della situazione personale di Battisti», il governo definisce «incomprensibile e inaccettabile nel modo più assoluto siffatto riferimento e la relativa decisione».

Nel caso di una conferma del no all'estradizione, sarà lo stesso Lula - afferma la nota - a dover «spiegare tale scelta non solo al Governo, ma agli italiani tutti», in particolare ai familiari delle vittime dell'ex membro dei Proletari armati per il comunismo (Pac).




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26/10/2008 free counters

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

#Lula avoca a si a decisão do caso Battisti. E o terrorista que matou 4 pessoas provavelmente ficará livre da cadeia


Amigos do blog, errei quando previ, em post anterior, que a sorte do terrorista italiano Cesare Battisti, assunto que o presidente Lula vem empurrando com a barriga há um ano, acabaria estourando no colo da presidente eleita, Dilma Rousseff.

Como se sabe, Lula, de forma cavalheiresca para com a sucessora, prometeu que resolverá o caso antes de deixar o poder, na tarde de 1º de janeiro próximo.

Battisti, hoje dedicado a atividades intelectuais e amigo de muita gente na esquerda brasileira, foi terrorista perigoso, assassino de quatro pessoas no tempo em que militava, no final dos anos 70, na organização clandestina italiana Proletários Armados pelo Comunismo (PAC).

Sempre negando a autoria, ele foi condenado em 1988 à prisão perpétua pela Justiça de Milão, na Itália, por “homicídios hediondos”, andou foragido no México, na França e finalmente se instalou no Brasil. A Itália, invocando tratado em vigor que assinou com o Brasil, pediu sua prisão e posterior extradição. A Polícia Federal o prendeu e o mantém até hoje numa de suas carceragem em Brasília. O pedido de extradição acabaria sendo julgado a 19 de novembro do ano passado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

O SUPREMO DECIDIU NÃO DECIDIR

Numa decisão esdrúxula, espantosa, o Supremo, na primeira parte da sessão de julgamento, resolveu por 5 votos a 4 que os crimes cometidos por Battisti não tiveram caráter político, diferentemente do que alegava sua defesa, e aprovou o pedido de extradição formulado pela Itália.

Na segunda parte da mesma sessão, contudo, pelo mesmo placar de 5 votos a 4, o Supremo ressalvou que, por se tratar de “um caso de política internacional”, apenas autorizava o governo a extraditar o criminoso. A palavra final seria do presidente da República. Foi como se o Supremo tivesse decidido não decidir.

A previsão generalizada de quem conhece o presidente e os meandros do poder em Brasília é a de que Lula, contrariando um país amigo, a Itália, e vários outros países amigos integrantes da União Européia, vai preferir contentar os “companheiros” de esquerda — ele, que já declarou nunca ter sido de esquerda — e deixar o criminoso Battisti levar uma vida normal no Brasil, sem jamais pagar pelos quatro assassinatos que cometeu.

Se assim for, prevalecerá a tese absurda levantada na época pelo então ministro da Justiça, Tarso Genro, segundo a qual Battisti era vítima de “perseguição política” na Itália — como se na Itália vigorasse uma ditadura, e não um regime democrático. O que ocorreu na Itália foi o julgamento de um assassino pelas leis democráticas do país, com direito a ampla defesa, por um tribunal legalmente constituído.


Sorte do terrorista de estimação de Tarso Genro pode virar bomba no colo de Dilma

Battisti rodeado por políticos brasileiros de esquerda, inclusive o senador Eduardo Suplicy (o terceiro, da direita para a esquerda)

Extraditar para a Itália ou deixá-lo viver livre, leve e solto no Brasil?

O que fazer com Cesare Battisti, terrorista perigoso, assassino de quatro pessoas no tempo em que militava, no final dos anos 70, na organização clandestina italiana Proletários Armados pelo Comunismo (PAC), condenado em 1988 à prisão perpétua pela Justiça de Milão por “homicídios hediondos”, foragido no México, na França e finalmente no Brasil?

Esta questão aguarda há um ano decisão de Lula, com o terrorista preso numa carceragem da Polícia Federal em Brasília. Mas, faltando só 29 dias para o presidente ir embora, tudo indica que essa bomba vai acabar estourando no colo da presidente eleita, Dilma Rousseff.

Acho que vocês se recordam do caso (leiam post de Augusto Nunes na ocasião).

O então ministro da Justiça, o petista Tarso Genro, tal como vários parlamentares de esquerda, defendiam que Battisti, como “perseguido político” — como se na Itália democrática estivesse em vigência uma feroz ditadura –, merecia asilo no Brasil. Augusto Nunes passou a chamar Battisti de “terrorista de estimação” do ministro.

LULA SENTOU EM CIMA DO CASO

No dia 19 de novembro do ano passado, em decisão espantosa, o Supremo Tribunal Federal (STF) — a quem caberia julgar o destino do criminoso — resolveu entregar ao presidente da República o julgamento em última instância do caso Battisti. Digo espantosa porque, na primeira parte da sessão, por 5 votos a 4, a Corte resolveu que os crimes cometidos por Battisti não têm caráter político, como alegavam seus advogados — e aprovou o pedido de extradição formulado pela Itália.

Na segunda parte, contudo, pelos idênticos 5 votos a 4, o Supremo ressalvou que, por se tratar de “um caso de política internacional”, o que parecia uma sentença, uma decisão final e inapelável do principal tribunal na hierarquia da Justiça do país, era na verdade uma autorização para que o delinquente italiano fosse extraditado. A palavra final, decidiu-se, seria de Lula.

Que, depois disso, sentou-se em cima do assunto. Assim está até agora.

O julgamento de Battisti, em setembro de 2009: STF adotou decisão espantosa



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26/10/2008 free counters

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Dois jovens desaparecem após abordagem policial em Goiânia




Mirelle Irene
Direto de Goiânia

A corregedoria da Polícia Militar (PM) e a Delegacia Estadual de Investigações de Homicídios (DIH) de Goiás investigam o desaparecimento de dois jovens na tarde da última segunda-feira após abordagem do Batalhão de Choque da PM em Goiânia.

Um jovem de 16 anos e o motociclista Adriano Souza Matos, 22 anos, saíram de casa para pagar uma conta em uma casa lotérica e não retornaram. Às 12h da última segunda-feira, um amigo dos jovens viu eles serem abordados pelo Batalhão de Choque nas proximidades do Parque Agropecuário, no Setor Nova Vila, região central de Goiânia.

O coronel Júlio César Motta Fernandes, comandante do policiamento da cidade, confirmou que os jovens foram abordados pela equipe da PM e afirmou que, depois de comunicada pela família, a polícia recolheu dos quatro PMs que fizeram a abordagem a viatura, o armamento e os telefones celulares de uso funcional.

Segundo o coronel, os policiais têm colaborado com a investigação, mas, por medida cautelar, estão lotados em atividades administrativas até a verificação do caso.


TERRA


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26/10/2008 free counters

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

morte de Toninho do PT continua sem culpados 11/07/09


Rosanne D'Agostino
Do UOL Notícias
Em São Paulo

Morte completa oito anos

  • Ricardo Lima/Folha Imagem - 1.out.2000

    O então candidato à Prefeitura de Campinas pelo PT, Antonio da Costa Santos, o Toninho, em 2000; ele foi assassinado após oito meses de mandato


Ao longo de oito anos de dúvidas em torno do assassinato do ex-prefeito de Campinas (95 km de SP) Antonio da Costa Santos, o Toninho do PT, suspeitos foram apontados, inquéritos e processos foram remexidos, mas ninguém foi condenado pelo crime.

Na noite de 10 de setembro de 2001, Toninho, que completava oito meses no cargo, dirigia seu carro, sozinho, por volta das 22h na saída de um shopping da cidade, quando levou três tiros. Testemunhas avistaram um automóvel em alta velocidade na avenida Mackenzie (região leste da cidade), ouviram os estampidos, mas não souberam descrever os passageiros.

As possíveis motivações do crime ainda são contraditórias. Enquanto a família acredita em vingança política, alegando que o então prefeito ganhou inimigos em sua gestão, inquérito encerrado em 2002 apontou para a quadrilha comandada por Wanderson Nilton da Paula Lima, o Andinho, como responsável pelo assassinato, na tese de que o carro do prefeito teria atrapalhado uma suposta fuga.

Viúva: motivo foi político

  • Alan Marques/Folha Imagem - 8.nov.2005

    Em 2005, a psicóloga Roseana Garcia, viúva de Toninho, disse à CPI dos Bingos acreditar que o assassinato de seu marido foi político, provavelmente por ele ter contrariado interesses na prefeitura, e não crime comum, como concluiu a polícia



A decisão mais recente sobre o caso saiu no final de julho deste ano, da 3ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de SP. Os desembargadores negaram, por unanimidade, um recurso em sentido estrito do Ministério Público, que pretendia levar Andinho a júri popular pelo assassinato.

Dificilmente será revertida. Seguiu voto do relator, desembargador Amado de Faria, para quem não há indícios concretos de que Andinho tenha encomendado o crime ou mesmo participou dele. O acórdão manteve sentença de setembro de 2007, do juiz José Henrique Torres, de Campinas, que rejeitou a denúncia do MP no caso.

"Por essa razão, ao Tribunal do Júri, cujas decisões são, por vezes, influenciadas pelas paixões e pela eloquência dos contendores, somente podem ser apresentados os casos em que, ao juiz da pronúncia, transpareça, de maneira convincente, o envolvimento do réu nos fatos delituosos", escreveu Faria.

Polícia apresentou suspeito

  • Moacyr Lopes Junior/Folha Imagem - 26.fev.2002

    Wanderson de Paula Lima, o Andinho, foi preso em 2002; outros três acusados morreram em ações policiais



Segundo o Ministério Público, o carro do prefeito, em baixa velocidade, atrapalhou a fuga de Andinho e mais três comparsas - Valdecir de Souza Moura, Fiínho, Anderson José Bastos, o Anso, e Valmir Conti, o Valmirzinho - que tinham acabado de cometer um latrocínio (roubo seguido de morte).

Apenas Andinho continua vivo. Fiínho morreu em confronto com policiais, em fevereiro de 2002, quando foi preso o primeiro acusado, em uma chácara de Itu (a 103 km de SP). Os dois últimos, durante suposto tiroteio com policiais, em Caraguatatuba (litoral paulista). Houve quem dissesse que as mortes tenham sido queima de arquivo, mas nada ficou comprovado.

Em 2003, o caso teve uma reviravolta, na época da comissão parlamentar de inquérito apelidada de "CPI do Fim do Mundo".

Atos pedem investigação

  • Jorge Araújo/Folha Imagem - 28.jan.2002

    Em 2002, ato pela paz reuniu cerca de 700 pessoas no centro de SP; além de Toninho, também foi assassinado Celso Daniel, em Santo André, jogado em uma estrada de terra, em Juquitiba (SP), com marcas de tortura e alvejado por oito tiros

  • Rodrigo Paiva/Folha Imagem - 26.ago.2006

    Em 2006, protesto cobrava uma resposta do governo Lula



O sushiman Anderson Gonçalves, ainda identificado apenas pela alcunha de "Jack", afirmou à CPI dos Bingos que testemunhou três reuniões em um bingo nas quais teria sido tramado o assassinato. Em 2006, foi preso acusado de falso testemunho e, segundo a Promotoria, admitiu a mentira.

Mas as versões sobre o assassinato ganharam fôlego. Em setembro daquele ano, a Justiça determinou a abertura de uma Comissão Especial de Inquérito na Câmara dos Vereadores de Campinas, para investigar supostas irregularidades no contrato do lixo da cidade.

Isso porque, após tomar posse em 2001, Toninho decidira renegociar um contrato de lixo do Consórcio Ecocamp. Os valores, reduzidos de R$ 133,6 milhões para R$ 93,5 milhões, segundo uma testemunha, teriam sido o motivo do crime. O consórcio classificou a acusação como "inaceitável". Nenhuma investigação policial concluiu que houve motivo político no assassinato.

Agora, somente uma nova denúncia, com novas provas que convençam o Judiciário, pode fazer com que um júri ocorra. Para isso, a polícia de Campinas deve abrir um novo inquérito.

Andinho, considerado um dos criminosos mais perigosos do Estado, cumpre mais de 400 anos de prisão pelos crimes de roubo, homicídio e extorsão mediante sequestro na penitenciária Presidente Venceslau 2 (611 km de SP).






Lula acumula: -Aposentadoria por invalidez,aposentadoria de Aposentadoria por invalidez,Pensão Vitalícia de "perseguido político" isenta de IR,salário de presidente de honra do PT,salário de Presidente da República.Você sabia???



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26/10/2008 free counters

terça-feira, 9 de novembro de 2010

#LULA #DILMA #PT Para promotor, assassinato de Celso Daniel foi encomendado

09/11/2010 - 09h40

Mônica Bergamo:


DE SÃO PAULO

O promotor Francisco Cembranelli vai defender que Marcos Bispo, o réu do caso Celso Daniel que será julgado no dia 18, cumpra pena de 12 anos por homicídio qualificado, cometido mediante promessa de pagamento, informa a coluna Mônica Bergamo, publicada nesta terça-feira pela Folha (a íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL).

Com isso, ele acolhe a tese de que o assassinato do ex-prefeito de Santo André foi encomendado, e não apenas sequestro seguido de morte.

Uma condenação reforçará a tese de que Sérgio Gomes da Silva, o "Sombra", que estava com o ex-prefeito no dia do sequestro, foi o mandante do crime, o que ele sempre negou. "Sombra" será julgado em outra data.

Cembranelli citará petistas estrelados no julgamento. Um deles, Gilberto Carvalho, chefe de gabinete de Lula, é testemunha no processo.




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26/10/2008 free counters

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

# Dilma diz que MST não é 'caso de polícia'

03 de novembro de 2010 | 13h 59



LEONENCIO NOSSA E FÁBIO GRANER - Agência Estado

A presidente eleita, Dilma Rousseff, disse hoje que não tratará o Movimento dos Sem Terra (MST) como "caso de polícia". Em conversa com jornalistas, em Brasília, ela ainda alfinetou os tucanos ao fazer referência ao chamado "massacre de Carajás", de 1996, quando 19 militantes do MST foram mortos em Eldorado dos Carajás por tropas da Polícia Militar (PM) do governo do Estado do Pará, à época sob administração do PSDB. "Não darei margem para um Eldorado dos Carajás", afirmou Dilma. "Agora, eu não compactuo com ilegalidades, nem com invasão de prédios públicos e propriedades produtivamente administradas", disse.

Na entrevista, Dilma evitou comentar sobre a adoção de um índice de produtividade, limitando-se a dizer que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu à Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) um estudo técnico sobre o tema. "Eu vou avaliar", disse.

Dilma afirmou que o País tem terras suficientes para fazer uma reforma agrária e destacou que pretende manter e reforçar ações do atual governo para incentivar pequenos agricultores e assentados. "É fundamental garantir aos assentados uma renda monetária. Temos de fazer uma revolução no campo para transformar os assentados em proprietários", disse, completando: "Para resolver o problema dos sem terra é preciso criar milhões de pequenos proprietários".

A presidente eleita ressaltou a importância da agricultura familiar para produção de alimentos e disse que "é preciso que o tecido social no setor rural seja cada vez mais democrático". "Agora, para isso, o pequeno produtor tem de ter renda e perceber a melhoria devida", disse


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26/10/2008 free counters

terça-feira, 2 de novembro de 2010

#dilma MST E A VITÓRIA DE DILMA :












O brasil do PT

Antônio Carlos Vaca foi agredido na porta de casa, em Borebi.
Ele ficou gravemente ferido e foi submetido a cirurgia na cabeça.

Do G1 SP


A polícia já identificou os envolvidos na briga de integrantes do Movimento dos Sem Terra (MST) com Antônio Carlos Vaca (PSDB), prefeito de Borebi, cidadezinha a 309 km de São Paulo e que tem 2 mil habitantes. A confusão foi na noite deste domingo (31). Nesta segunda-feira (1º), o prefeito permanecia internado na UTI de um hospital particular em Bauru, a 329 km de São Paulo, após passar por uma cirurgia na cabeça.

A família disse que o prefeito foi agredido por integrantes do MST que comemoravam a vitória de Dilma Rousseff. Ainda segundo parentes, o prefeito tentou impedir que manifestantes retirassem da casa dele faixas do candidato José Serra. Antônio Carlos Vaca foi atingido com um chute pelas costas, caiu e bateu com a cabeça no chão, ficando gravemente ferido.

Segundo o MST, durante a confusão, o prefeito agrediu um dos integrantes, que se defendeu.

http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2010/11/policia-identifica-agressores-de-prefeito-no-interior-de-sp.html


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26/10/2008 free counters

domingo, 31 de outubro de 2010

Factbox: Possible members of Rousseff cabinet in #Brazil

SAO PAULO | Sun Oct 31, 2010 7:40pm EDT

SAO PAULO (Reuters) - Brazil's president-elect, Dilma Rousseff, is expected to choose some familiar names for her cabinet in the coming weeks after her victory in Sunday's election.

Following are some key names in her inner circle who could get cabinet posts, based on information from sources close to Rousseff and analysts.

ANTONIO PALOCCI, LEGISLATOR AND ROUSSEFF CAMPAIGN MANAGER

Tipped as chief of staff, political liaison with Congress, or health minister.

Palocci, a radical Trotskyite in his youth, is widely credited for winning investor confidence and stabilizing markets as finance minister during the first year of President Luiz Inacio Lula da Silva's presidency.

A physician-turned-politician, Palocci helped found the left-wing Workers' Party (PT) in 1980. As a two-time mayor of a mid-sized city in Sao Paulo state, Palocci was among the first generation of PT politicians to gain executive experience. He boosted his managerial credentials as Lula's campaign manager in 2002.

Palocci, 50, is seen as one of the most market-friendly figures in the PT and has pushed for strict fiscal discipline. There is some opposition within the party to him getting a powerful post such as chief of staff.

He was once tipped as a possible successor to Lula but was forced to resign as finance minister in 2006 over an ethics scandal. He has been one of Rousseff's closest advisors during the campaign and has often been seen coaching her behind the scenes at televised debates.

LUCIANO COUTINHO, PRESIDENT OF THE BNDES DEVELOPMENT BANK

Tipped as finance minister or central bank president.

Born in the same poor, northeastern state of Pernambuco as Lula, Coutinho specialized as an academic in industrial and international economics and was Rousseff's professor in the 1990s when she was pursuing a graduate degree.

Between 1985 and 1988, he was executive secretary for the science and technology ministry, taking part in the structuring of the ministry and conception of policies in areas such as biotechnology and information technology.

Coutinho, 63, is seen as fiscally conservative and believes spending has been rising too quickly, although he has presided over a surge in state-subsidized loans by the BNDES in the wake of the global financial crisis. He has also expressed concern about the effect of the strong real on Brazilian industry and could advocate more restrictions on capital inflows if the currency keeps rising.

He holds a PhD in Economics from Cornell University.

PAULO BERNARDO, PLANNING AND BUDGET MINISTER

Tipped as presidential chief of staff or planning minister.


Although he has a political background as a student leader, a unionist and later a PT legislator, Bernardo is widely viewed as a technocrat and a pragmatist. As an official at the state-owned Banco do Brasil he became a union activist and was later elected to three terms in Congress.

Bernardo, 58, is not considered a heavyweight in Lula's cabinet and usually toes the line of Finance Minister Guido Mantega.

GUIDO MANTEGA, FINANCE MINISTER

Tipped by some to stay on as finance minister, though others think Rousseff will want a new face to lead her economic team.

A longtime advocate of increased development spending in Brazil, Mantega presided over Brazil's rapid economic rebound from the global financial crisis.

On his watch, the finance ministry took a series of measures to quickly lift Latin America's largest economy from recession, reducing taxes for key industries as the national Treasury lent billions of dollars to the BNDES.

Mantega, 61, has in the past publicly disagreed with the central bank over the level of Brazil's interest rates, which are among the world's highest. More recently, he has been at the forefront of Brazil's efforts to contain its rallying currency and has urged other countries to take coordinated action against the weak dollar. He grabbed headlines globally by saying the world was in an "international currency war."

A longtime member of the Workers' Party, he went to great lengths in 2006 to persuade investors that he was committed to the austere fiscal and economic policies championed by his predecessor Palocci.

HENRIQUE MEIRELLES, CENTRAL BANK PRESIDENT

Tipped for a ministry, possibly mines and energy, or a potential new role as Brazil's infrastructure czar. Some say he may struggle to win backing for a high-profile post because he only recently joined the coalition PMDB party.

Brazil's longest-serving central bank governor, Meirelles has managed to keep price pressures contained by aggressively pursuing an inflation target.

He has resisted pressure at times from the finance ministry and others to bring down borrowing costs, consistently taking a more conservative approach to monetary policy.

His political aspirations raised worries over the direction of monetary policy earlier this year, but he is widely credited for having successfully helped steer Brazil's economy through the worst global financial crisis in decades.

Meirelles, 65, came from the private sector, where he was president of BankBoston from 1996 to 1999. He could stay at the central bank during a transition period, but is not keen to stay in the job much longer.

ALEXANDRE TOMBINI, HEAD OF REGULATION AT THE CENTRAL BANK

Another name that has been floated as a potential central bank president.

Tombini, head of the financial regulation at the central bank, is a seasoned inflation fighter who is seen as unlikely to bend to political pressures and would be widely expected to continue with conservative monetary policy.

He helped set up the inflation-targeting regime that Brazil adopted in 1999.

Tombini, 46, has also been the director of the central bank's foreign affairs department and the special studies department. He previously worked at the International Monetary Fund and at Brazil's finance ministry.

He holds a PhD in Economics from the University of Illinois.

NELSON BARBOSA, SECRETARY OF ECONOMIC POLICY

Tipped for a key role on the economic team, or possibly as central bank head.

A rising star and a top advisor to the finance minister on economic policy, Barbosa is close to Rousseff and also helped Lula during his 2006 presidential campaign.

He has strongly backed Lula's plan to revamp oil laws regulating massive offshore crude reserves and a popular government program to build affordable housing.

Barbosa, 40, was also involved in Brazil's massive infrastructure program known as the PAC, which was managed by Rousseff during her time as Lula's chief of staff.

He called for looser fiscal policy during the global financial crisis, and has criticized the central bank for not lowering interest rates more aggressively.

Barbosa has argued that real interest rates in Brazil could safely fall to 2 percent in the next four years without putting the economy at risk. Real interest rates, or the central bank's base rate minus inflation, currently hover at around 6.25 percent in Brazil.

He holds a PhD in Economics from the New School for Social Research in New York.

(Compiled by Ana Nicolaci da Costa and Raymond Colitt in Brasilia and Stuart Grudgings in Rio de Janeiro; Editing by Todd Benson and Kieran Murray)




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terça-feira, 26 de outubro de 2010

#DILMA Hélio Bicudo declara voto em José Serra






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#DILMA "Presidenciáveis em Fatos e Fotos"



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Você acha que ela precisa usar o boné do MST para dizer que é a favor da guerrilha rural que se instalou no Brasil?



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#DILMA PETROBRAS



Para os companheiros, tudo. Para os aposentados, nada.


A Folha de São Paulo informa que a Petrobras vai pagar R$ 1,4 milhão neste ano a seus cinco diretores e ao presidente da companhia sob a forma de "bônus por desempenho". Este é o mesmo tipo de bônus que os bancos americanos cortaram, pois induziam a fraude, empurravam os diretores a cometerem falcatruas em busca de lucros imediatos para turbinar os ganhos pessoais. A remuneração é um acinte, pois foi aumentada em 29% de 2009 para 2010, apesar de toda a crise. Serão R$ 10,7 milhões em salários e benefícios para meia dúzia de petistas que comanda a empresa. Estes membros do PT estão recebendo salários de R$ 66.701 por mês. Com a "distribuição de lucros", a média mensal vai chegar em R$ 90 mil, sem contar todas as mordomias como casa, carro, comida, cartão corporativo e uma vida de marajá.


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#LULA #DILMA



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#DILMA












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#DILMA









Photobucket Pictures, Images and Photos





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