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quarta-feira, 2 de março de 2011

Vanessa Vasconcelos Duarte, Assassinos de jovem escondem em Assis

Atualizado em 02/03/2011

Investigadorres continuam buscas por suspeitos de matar Vanessa


Vanessa Dainesi
(policia@webdiario.com.br)

A Polícia Civil de Carapicuíba continua realizando buscas para capturar Edson Bezerra de Gouveia, vulgo Buda ou Gigante, que é um dos suspeitos de matar a supervisora de vendas Vanessa Vasconcelos Duarte, que foi encontrada morta em uma região de mata, no dia 13 de fevereiro, no limite de Cotia com Vargem Grande Paulista. Desde a divulgação da foto do suspeito, os investigadores do SHPP (Setor de Homicídios e Proteção às Pessoas) da Seccional de Carapicuíba vistoriam locais onde poderiam localizar Edson.

Além disso, a polícia continua tentando fazer com que testemunhas do caso façam o reconhecimento, por fotos, de um suspeito que foi detido na semana passada, e pode ser o homem que aparece no 2º retrato falado, mas que não teve o nome divulgado à imprensa.

Para a polícia, a supervisora de vendas foi assassinada logo após ter sido pega pelos suspeitos. Além disso, as investigações apontam que Edson “pegou” a supervisora com a intenção de matá-la.

Edson Bezerra Gouveia tem 35 anos e uma tatuagem de pantera no braço direito e por causa dos 2,03 metros de altura tem apelido de “Gigante e Buda”. Além disso, ele passou por 18 unidades do sistema prisional do Estado de São Paulo e foi condenado três vezes por assalto. Além disso, em fevereiro do ano passado, Edson ganhou o benefício da liberdade condicional, quando deixou o Centro de Progressão Penitenciária de Mongaguá.

Desaparecimento

Vanessa desapareceu após sair de Barueri, às 8 horas de sábado, 12, para encontrar as amigas em um posto de gasolina em Carapicuíba. Elas seguiram para um curso de maquiagem no Jaguaré, na Capital. À tarde, o carro da supervisora foi localizado em uma área de mata em Vargem Grande.

O corpo da jovem foi localizado no domingo em um matagal no limite entre Cotia e Vargem Grande Paulista, a jovem tinha vários ferimentos no rosto e estava seminua. No local a polícia apreendeu um preservativo e duas embalagens.

O exame feito pelo IML (Instituto Médico Legal) no corpo da vítima constatou a causa da morte foi asfixia respiratória, provocada por estrangulamento e pela obstrução da boca que foi feita por um absorvente feminino. A vítima também sofreu traumatismo craniano, queimaduras nas costas e violência sexual.





25/02/2011 06:00:12


Dupla acusada de matar vendedora na Grande São Paulo fugiu para o interior

Vanessa foi morta no último dia 12 - Foto: Divulgação

Considerado o principal suspeito do brutal assassinato da supervisora de vendas Vanessa Vasconcelos Duarte, 25, ocorrido em Vargem Grande Paulista, na Grande São Paulo, no último dia 12, o ex-presidiário Edson Gouvêia, 35, se escondeu em Assis (70 km de Marília) poucas horas após o crime. Informação foi divulgada pelo jornal Agora SP anteontem.

Segundo a reportagem, ele e seu comparsa foram até Araraquara e, de lá, partiram para Assis. A intenção da dupla era fugir para o Paraguai. O texto menciona que “como havia muitos policiais em Assis, ele (o suspeito) voltou para a capital no dia 15” e também cita a possibilidade dos bandidos terem cometido outros crimes durante a fuga.

Vanessa desapareceu no dia 12 depois de deixar a casa do noivo em Barueri, na Grande São Paulo. Ela foi encontrada morta no dia seguinte, numa área de mata em Vargem Grande Paulista. Laudo do IML (Instituto Médico-Legal) apontou que a jovem foi torturada, estuprada e depois asfixiada até a morte.







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26/10/2008 free counters

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Suspeito de matar supervisora de vendas é preso em Ribeirão do Pinhal

Investigação
Caso Vanessa: suspeito preso pode ser solto, diz delegado

Publicada em 24/02/2011 às 20h22m
SPTV, Bom Dia S.Paulo, O Globo

*
Reprodução de imagem TV Globo

SÃO PAULO - O suspeito de participação na morte da supervisora de vendas, Vanessa de Vasconcelos Duarte, de 25 anos, pode ser solto se não for reconhecido por testemunhas, de acordo com o delegado Zacarias Tadros, titular do setor de Homicídios e Proteção à Pessoa. Ele foi detido em Carapicuíba, na Grande São Paulo, depois de denúncias anônimas.

Segundo as denúncias, o suspeito que é parecido com a imagem do retrato-falado feita pela polícia, foi visto em companhia de Edson Bezerra Gouveia, o principal suspeito de ter estuprado e matado Vanessa.

Três testemunhas eram esperadas para fazer o reconhecimento do detido, mas elas não apareceram. A prisão temporária dele só pode ser pedida depois que ele for reconhecido.

- Não conseguimos fazer o reconhecimento porque as testemunhas não compareceram. Estamos fazendo um trabalho de convencimento - disse o delegado.

À polícia, o suspeito negou ter participado do crime. Ele estava drogado e sem documentos quando foi detido.

O corpo de Vanessa foi achado em um matagal às margens da Rodovia Raposo Tavares. O principal suspeito de ser o autor do crime é Edson Bezerra de Gouveia. Ele ficou preso durante 13 anos e passou por 18 presídios diferentes . Estava em liberdade condicional e saiu da prisão sem que fossem feitos exames de avaliação psicológica. Ele já foi casado, tem dois filhos e mede 2,03 metros de altura. Cumpriu pena por assaltos e atentado violento ao pudor.

Gouveia confessou o crime ao irmão. Em seguida, juntou algumas roupas e sumiu de casa. Segundo a polícia, o segundo suspeito, teria dormido na casa do primeiro, localizada em Barueri.

Nesta quarta-feira, a polícia devolveu o carro que estava sendo usado por Vanessa no dia em que foi rendida e morta. O carro, que pertence ao noivo dela, Luiz Vanderley de Oliveira, de 34 anos, estava com a polícia desde o dia 13 de fevereiro. Luiz Vanderley e a irmã de Vanessa, Valéria, estiveram por três horas na delegacia.












25/2/2011 - 6h57 - Atualizado em 25/2/2011 - 6h50



Caso Vanessa



Polícia Militar informou que o homem se parece muito com o segundo suspeito do crime, mas não confirmou a participação dele no caso


GOOGLE NEWS

Vítima do assassinato
A polícia manteve desde a tarde até o final da noite desta quinta-feira (24) um homem suspeito de ser um dos envolvidos na morte da supervisora de vendas Vanessa Vasconcelos Duarte encontrada morta no dia 13, em Vargem Grande Paulista, na Grande São Paulo, detido na Delegacia de Polícia Civil, em Ribeirão do Pinhal, no Norte Pioneiro do Paraná. O suspeito foi preso pela Polícia Militar na manhã desta quinta quando tentava conseguir uma passagem junto ao serviço social da cidade para voltar a São Paulo. No momento da prisão o homem não esboçou reação.
De acordo com informações da própria delegacia, o homem prestou depoimento por quase cinco horas ao delegado da cidade paulista de Bernardino de Campos, Fernando Freitas, que está em Ribeirão do Pinhal também desde a manhã desta quinta com uma equipe de policiais civis paulista. O grupo monitorava os passos do suspeito deste quarta-feira (23).
Saiba mais
Apesar de toda a movimentação da imprensa e de curiosos na frente da delegacia, até às 21h30 desta quinta o delegado paulista não tinha falado nem dado autorização para seus comandados dar informações sobre o caso. O que a reportagem conseguiu apurar foi que a polícia paulista teria feito imagens do homem detido e encaminhado as informações para a capital paulista. Em São Paulo, um delegado estaria localizando as testemunhas do crime para fazer o reconhecimento do suspeito através das imagens feitas no Paraná.
De acordo com a Polícia Militar, que efetuou a prisão, o homem se parece muito com o segundo suspeito do crime, mas os policiais não quiseram confirmar a participação dele no caso nem forneceram mais detalhes sobre as características físicas do detido.
Apesar da ação da Polícia Civil de São Paulo, nenhum delegado paranaense esteve na delegacia ontem para acompanhar o trabalho. O titular Tristão Antônio Borborema de Carvalho está de férias e a delegada substituta, Margareth Alferes de Oliveira Mota França das Neves está licenciada da função por dois dias.
Se fosse confirmada ainda nesta quinta a participação do suspeito no crime, a polícia paulista teria que viajar com o preso de volta a São Paulo ou então levar o homem até uma delegacia da região, já que a carceragem da unidade policial de Ribeirão do Pinhal está interditada desde o ano passado porque não reúne condições de abrigar presos.





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26/10/2008 free counters

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Suspeito de matar Vanessa de Vasconcelos Duarte atacava só mulheres

23/02/2011


Josmar Jozino
do Agora

O assaltante Edson Bezerra Gouveia, 35 anos, acusado pela polícia de estuprar e matar a supervisora de vendas Vanessa de Vasconcelos Duarte, 25 anos, só roubava mulheres. Uma das primeiras vítimas dele é uma analista financeira de 35 anos.

Ela foi atacada por Gouveia e pelo parceiro dele, Ronaldo de Jesus Silva, 47 anos, em 11 de janeiro de 1998. A vítima tinha 23 anos. A analista financeira conta que havia sacado dinheiro em um caixa eletrônico em Vargem Grande Paulista (Grande SP) --mesma cidade onde Vanessa foi violentada e morta, no último dia 12.

Segundo a analista, que não quer ser identificada, Gouveia agiu com violência e a ameaçou de morte. "Eu tinha acabado de fazer o saque. Ele me pegou pelo pescoço, me mandou entregar todo o dinheiro e disse que, se eu gritasse, morreria", afirmou.

  • Leia esta reportagem completa na edição impressa do Agora nesta quarta, 23 de fevereiro, nas bancas

Leia mais


São Paulo


Testemunha diz que Vanessa seria sequestrada por Edson
Publicado em 23/02/2011





Uma testemunha disse que Edson Bezerra Gouveia, o principal suspeito da morte da supervisora de vendas Vanessa de Vasconcelos Duarte, no dia 12 deste mês, queria cometer sequestro-relâmpago. Sem explicar o motivo, disse que algo deu errado, segundo o jornal Agora.

Uma versão anterior dava conta de que ele iria abusar sexualmente da jovem. Até ontem ele havia sido procurado em ao menos 20 endereços e não havia sido localizado.

A testemunha a que o jornal Agora teve acesso disse que Gouveia e o cúmplice dele no crime fugiram para o interior com R$ 500 que o irmão lhe providenciou um dia após a morte de Vanessa. Inicialmente eles foram para Araraquara (273 km de SP). Ele deu R$ 250 para ir para Assis (434 km de SP).

Ele iria fugir para o Paraguai, porém, como havia muitos policiais em Assis, ele retornou para a capital no dia 15.

Ficha

Edson, também conhecido como Buda ou Gigante, ganhou os apelidos devido ao peso. Depois de usar crack, teria emagrecido.

Ele já esteve preso e passou por diversas penitenciárias.

Desde fevereiro do ano passado ele estava em liberdade condicional.

Na última sexta ele teve a prisão preventiva decretada pela Justiça.




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26/10/2008 free counters

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Vanessa de Vasconcelos Duarte, Caso Vanessa: Acusado do crime esteve em 18 unidades prisionais em 13 anos


Plantão | Publicada em 22/02/2011 às 19h41m

SPTV

SÃO PAULO - O principal acusado de matar a supervisora de vendas Vanessa Duarte, de 25 anos, tem uma extensa ficha criminal, com passagens por 18 unidades do sistema prisional de São Paulo em 13 anos. Vanessa foi seqüestrada e morta há 10 dias. O corpo dela foi encontrado em um matagal às margens da Rodovia Raposo Tavares, na Grande São Paulo.

Segundo a polícia, Edson Bezerra de Gouveia, de 35 anos, que teve a prisão temporária decretada pela Justiça na última sexta-feira, foi casado e tem dois filhos. Ele estava em liberdade condicional há um ano após cumprir pena no Centro de Detenção Prisional de Mongaguá, no litoral sul de São Paulo e foi libertado sem passar por exame de avaliação de personalidade.

Desde que foi solto, Gouveia, que também é conhecido pelos apelidos de Buda e Gigante, por conta dos seus 2,03m de altura, teve de comparecer ao fórum de Barueri, onde a vítima morava, a cada três meses. A última delas foi em 4 de fevereiro, 8 dias antes do crime.

22/02/2011 19h37 - Atualizado em 22/02/2011 19h37

Polícia investiga se arquiteta morta em Campinas seria sequestrada

Para o delegado, depoimento de testemunha reforça a hipótese.
Thaís Tokomoto, 25, morreu durante tiroteio entre criminosos e um policial.

Carolina Iskandarian Do G1 SP


Thaís Tokumoto, arquiteta morta em tentativa de assalto em Campinas (Foto: Reprodução EPTV)Thaís Tokumoto, arquiteta morta em tentativa de
assalto em Campinas (Foto: Reprodução/EPTV)

Após ouvir uma testemunha, o delegado Tadeu Brito de Almeida passou a considerar que a arquiteta Thaís Tokomoto, de 25 anos, morta ao ser baleada em Campinas no dia 17, pode ter sido vítima de uma tentativa de sequestro. “Essa é hoje uma hipótese a ser levantada. Antes não tínhamos esses indícios”, afirmou ele ao G1 na tarde desta terça-feira (22). Até as 19h, ninguém havia sido preso por matar a arquiteta.

A jovem ficou no meio de uma troca de tiros entre os dois homens que a abordaram e um policial militar à paisana que tentou ajudá-la. De acordo com o laudo do Instituto Médico-Legal de Campinas, distante 93 km de São Paulo, Thaís foi ferida pelas costas, levando um tiro na nuca e outro no ombro.

Almeida contou que o depoimento da mulher do PM, o único tomado até agora, reforçou a hipótese de sequestro. “O veículo (com os criminosos) atravessou e ficou na frente do carro dela. Em tese, ela poderia estar sendo seguida. Poderiam querer não só levar o veículo, mas a vítima”, afirmou o delegado. A polícia da cidade também apura se o crime foi de latrocínio.

A mulher do PM depôs nesta segunda-feira por meia hora. Ela trabalha em uma guarita de segurança da Associação de Moradores no distrito de Barão Geraldo, próximo ao local onde Thaís foi baleada. “Houve bate-boca, ela não queria sair do carro e, mesmo baleada, (os bandidos) arrastaram ela até o outro lado da rua”, contou o delegado, sugerindo que a jovem poderia ser o alvo principal da dupla que a abordou.

Câmeras de segurança
Almeida disse estar buscando imagens de câmeras de segurança da região que possam ajudar a identificar os criminosos. Ele lamentou o fato de o equipamento instalado na guarita, onde Thaís teria tentado pedir ajuda, não estar funcionando. “Estamos vendo se pelo menos as lojas próximas têm imagens.”

O policial que atirou contra os criminosos é considerado uma peça “importante” na investigação e ainda não prestou depoimento. “Ele alegou questões administrativas no batalhão”, explicou o delegado, que disse ter encaminhado nesta terça o inquérito à Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Campinas. As investigações continuarão por lá porque se trata de um crime de autoria desconhecida.

Junto com os autos, Almeida informou ter enviado à DIG o laudo do IML, a pistola calibre 380 usada pelo PM na troca de tiros e as balas encontradas na cena do crime. De acordo com ele, ainda falta ficar pronto um laudo do Instituto de Criminalística sobre o exame de balística. Almeida explicou que as ranhuras nos projéteis são únicas e “identificam exclusivamente a arma” de onde partiram os tiros que atingiram Thaís.

A família da arquiteta, que estava de casamento marcado para novembro, ainda não foi ouvida. Para o delegado, há pontos que podem ser esclarecidos com o depoimento dos parentes da vítima. “É uma família de empresários? Estavam recebendo ameaças, sendo alvo de chantagem? A gente tem que se cercar com essas informações”, disse Almeida. Ele justificou não ter ouvido os familiares da moça, ainda abalados com o crime, por ser “prematuro”.






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26/10/2008 free counters

Acusado de matar Vanessa de Vasconcelos Duarte, cumpria pena em liberdade


22 de fevereiro de 2011 | 10h 25
AE - Agência Estado

Oito dias antes do assassinato da supervisora de vendas Vanessa de Vasconcelos Duarte, de 25 anos, o principal acusado do crime, Edson Bezerra de Gouveia, de 35, se apresentou no Fórum de Barueri, na Grande São Paulo. Ele tinha de comparecer por estar cumprindo pena de roubo em liberdade condicional.

Gouveia, que está com prisão temporária de 30 dias decretada pela Justiça, não era foragido, como havia declarado na semana passada o delegado Zacarias Katzer Tadros, responsável pela investigação. O acusado estava cumprindo pena em liberdade desde 3 de fevereiro de 2010.

Antes disso, ele estava em regime semiaberto no Centro de Progressão Penitenciária de Mongaguá, na Baixada Santista, segundo a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP). Como condição para ficar em liberdade condicional, ele tinha de se apresentar no Fórum de Barueri, na Grande São Paulo, a cada três meses.

Crime

Vanessa foi encontrada morta em Vargem Grande Paulista no dia 12. Ontem, a Polícia Civil informou ter o primeiro nome do segundo suspeito, mas não o divulgou. O acusado seria amigo de Gouveia e, segundo a polícia, eles teriam cometido outros crimes juntos. "Temos informes de que os dois, após o crime, se dirigiram para a região de Araraquara", contou Tadros. Lá, eles teriam brigado por dinheiro e Gouveia voltou para a Grande São Paulo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.





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26/10/2008 free counters

Polícia identifica 2º suspeito de matar jovem Vanessa de Vasconcelos Duarte

na Grande SP
21 de fevereiro de 2011 16h57


Polícia divulga retrato falado de segundo suspeito. Foto: Reprodução/Futura Press

O retrato falado do segundo suspeito foi divulgado na quinta-feira, dia 17
Foto: Reprodução/Futura Press


O delegado Zacarias Tadros, do Setor de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP) de Carapicuíba, informou nesta segunda-feira já ter identificado o segundo suspeito da morte da supervisora de vendas Vanessa Vasconcelos Duarte, 25 anos, em Vargem Grande Paulista, na Grande São Paulo. O nome dele não foi divulgado para evitar atrapalhar as investigações. As informações são da rádio CBN.

A polícia faz buscas pelos dois homens que teriam participado do crime. Um deles é Edson Bezerra Gouveia, o primeiro a ter o retrato falado divulgado e que teve a prisão temporária decretada na sexta-feira. Segundo a polícia, ele morava próximo à casa de Vanessa e pretendia abusá-la sexualmente. Policiais teriam informações de que o suspeito se encontra na Grande São Paulo e têm expectativas de prendê-lo em breve. O corpo da jovem foi encontrado no dia 13, em um matagal próximo à rodovia Raposo Tavares.


TERRA

Preso, suspeito confessa ter matado menina de 9 anos em SP
22 de fevereiro de 2011 08h09


O principal suspeito do assassinato da menina Pamela Bianca da Silva, que tinha 9 anos e cujo corpo está desaparecido há mais de cinco meses, está preso em Araraquara e confessou o crime. A confissão foi gravada pela Delegacia de Investigações Gerais e divulgada nesta terça-feira. As informações são do Bom Dia SP.

Nas imagens, Deivis Gregório da Cruz Miranda, 30 anos, preso e algemado, diz à ex-namorada que matou a criança, responde sobre os motivos que o teriam levado a cometer o crime (em trecho inaudível) e informa a localização do corpo - um matagal da cidade em que a polícia já faz buscas. O crime teria sido cometido no final de setembro de 2010, quando a mãe de Pamela, que estava em um bar, teria pedido a Deivis que levasse a menina para casa.

22/02/2011 06h41 - Atualizado em 22/02/2011 07h08

Suspeito de matar menina de 9 anos é preso e confessa o crime em SP

Caso aconteceu há 5 meses em Araraquara, no interior do estado.
Corpo da criança ainda não foi encontrado.

Do G1 SP

O principal suspeito de matar e esconder o corpo da Pâmela Bianca Ezequiel da Silva, de 9 anos, em Araraquara, a 273 km de São Paulo, foi preso na semana passada na cidade. Imagens divulgadas pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) nesta segunda-feira (21) mostram quando ele confessa o crime.

A menina desapareceu no fim de setembro do ano passado. Ela estava em um bar com a mãe, que tinha pedido ao suspeito, que era vizinho, para levar a filha de volta para casa. Desde então, ela nunca mais foi vista.

O homem de 30 anos foi preso no dia 14 de fevereiro após cometer um roubo em Jaboticabal. Na delegacia de Araraquara, durante uma acareação com sua ex-namorada, ele conta que matou a menina para se vingar da mãe dela.

Segundo a polícia, o objetivo foi confrontar um depoimento anterior em que ele afirmava que tinha vendido a menina. Durante as gravações, porém, ele confessou como a matou. “Afogada”, disse.

O delegado pergunta qual o foi motivo do crime e ele se justifica.

Delegado: Mas conta para ela a causa. Por quê?
Preso: Vingança.
Delegado: Ela te fez algum mal?
Preso: A mãe dela fez.

O suspeito indicou um matagal como o lugar em que deixou o corpo de Pâmela. Buscas já foram feitas, mas como o mato está alto e a área alagada, o trabalho é difícil.

A Polícia Civil pretende fazer a reconstituição do crime na quarta-feira (23) para poder concluir as investigações até o final desta semana.




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26/10/2008 free counters

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Polícia divulga foto de suspeito de matar Vanessa de Vasconcelos Duarte na Grande SP


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DE SÃO PAULO

A polícia divulgou na noite desta segunda-feira a foto de Edson Bezerra Gouveia, 35, conhecido como Buda, suspeito de estuprar e matar a supervisora de vendas Vanessa Duarte, 25.

Justiça decreta prisão de suspeito de matar jovem em SP
Polícia pede prisão de suspeito de matar vendedora
Polícia ouve noivo e irmã de jovem assassinada em SP
Polícia identifica suspeito de matar vendedora na Grande SP
Laudo diz que vendedora foi estuprada, espancada e asfixiada
Promotoria acompanha investigações sobre assassinato
Noivo torce para que assassino da jovem não seja um conhecido


Reprodução/TV

Apelido Buda surgiu por conta do excesso de peso do suspeito --mas, segundo a polícia, ele emagreceu devido ao uso de crack
Apelido Buda surgiu por conta do excesso de peso; segundo a polícia, ele emagreceu devido ao uso de crack

Gouveia teve a prisão decretada na sexta-feira (18) e está foragido. Imagens divulgadas pela TV Record mostram que o suspeito tem uma tatuagem grande no braço direito.

O corpo de Vanessa foi encontrado em um matagal em Vargem Grande Paulista (Grande São Paulo), no domingo (13).

O suspeito ganhou o apelido de Buda por conta do excesso de peso do suspeito --mas, segundo a polícia, ele emagreceu devido ao uso de crack.

Gouveia tem condenações por roubo, receptação, ato obsceno e atentado violento ao pudor e fugiu do regime semiaberto do presídio de Tremembé em fevereiro de 2010. Ele teve seu retrato falado divulgado na terça-feira (15).

A polícia diz que chegou até o Gouveia porque, no dia do crime, ele teria comentado com um irmão que tinha sequestrado uma mulher e feito uma "loucura". Como ele chegou em casa transtornado, o irmão procurou a polícia.

Uma outra testemunha também afirmou ter cruzado com o suspeito em uma estrada na região do crime --ela o reconheceu por foto. De acordo com essa testemunha, Gouveia estava com os olhos "esbugalhados" e tinha arranhões nos braços, o que pode indicar contato com a vítima.

Segundo o delegado responsável pelo caso, Zacarias Tadros, o crime foi premeditado e o objetivo era estuprar a jovem. Ele afirmou que o suspeito monitorava e seguia Vanessa já havia algum tempo e que ela foi sequestrada assim que deixou sua casa.

Ainda de acordo com Tadros, após a prisão deste suspeito será mais fácil localizar o outro.

RETRATOS

Na quinta, foi divulgado retrato falado do segundo suspeito de assassinar a vendedora. O retrato foi feito com base no depoimento de uma testemunha e, a princípio, não seria divulgado para preservar as investigações. A polícia, porém, mudou de ideia e divulgou a imagem, que mostra um homem jovem branco.


Divulgação
Retrato falado dos suspeitos do assassinato de Vanessa Duarte; segundo retrato foi divulgado depois
Retrato falado dos suspeitos do assassinato de Vanessa Duarte; segundo retrato foi divulgado depois

A polícia também está analisando mais de nove horas de imagens captadas por câmeras de monitoramento da Prefeitura de Barueri. A investigação tenta rastrear imagens em que aparece o carro em que estava Vanessa para descobrir o trajeto exato desde que ela saiu de sua casa até o local onde o veículo foi encontrado, em Vargem Grande Paulista.

CRIME

O corpo de Vanessa foi encontrado por amigos na noite de domingo (13) em um matagal próximo à rodovia Raposo Tavares, em Vargem Grande Paulista, na Grande São Paulo, após eles avistarem um broche, um colar e uma cinta da jovem.

Reprodução/TV Record
Suspeito de ter estuprado e matado jovem na Grande SP tem tatuagem no braço
Suspeito de ter estuprado e matado jovem na Grande São Paulo, conhecido como Buda, tem tatuagem no braço

Um preservativo e duas embalagens vazias foram encontradas perto do local em que estava o corpo e passarão por perícia, segundo informação da Secretaria de Segurança Pública.

O carro usado pela jovem no dia do seu desaparecimento é do noivo dela. Ele disse à polícia que ela ia de encontrar três amigas em Carapicuíba (Grande SP), de onde seguiriam para um curso no bairro do Jaguaré, na zona oeste de São Paulo. O casamento estava marcado para novembro.

As amigas da jovem disseram que esperaram até as 9h40, mas ela não apareceu. Elas contam que o celular dela estava na caixa postal a manhã inteira.

O laudo do IML (Instituto Médico Legal) de Cotia (Grande São Paulo) sobre a causa da morte de Vanessa apontou que ela morreu asfixiada após sofrer abuso sexual e ser espancada.

A asfixia foi provocada por estrangulamento e pela obstrução da boca por um absorvente feminino. O laudo também apontou traumatismo craniano, hematomas em diversas partes do corpo e queimaduras.






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26/10/2008 free counters

''Fim do caso não trará Vanessa de volta''


19 de fevereiro de 2011 | 0h 00
Paulo Sampaio - O Estado de S.Paulo

A última sexta-feira foi particularmente difícil para o gerente administrativo Vanderlei Luiz de Oliveira, de 34 anos. No mesmo dia em que se soube que o assassino de sua noiva, a coordenadora de vendas Vanessa Duarte, de 25, era um vizinho - que estava foragido até ontem -, Vanderlei enfrentou outro martírio: passou o dia cancelando os compromissos do casamento deles, marcado para novembro. Os dois namoravam havia quatro anos e dois meses. O casamento ocorreria na Igreja de Santo Antônio, em Barueri. Vanderlei diz que pretende vender o apartamento de 76m2, com dois quartos, que os dois estavam comprando em um bairro de classe média da cidade. Cada um pagava metade da parcela mensal de R$ 800.

Faz alguma diferença saber que o assassino de sua noiva era um ex-presidiário?

Não. A gente só pensa que, se ele estivesse preso, como deveria, isso não teria acontecido. Dá revolta.

Você o reconheceu?

Pela foto, não.

Como tem sido a reação das pessoas?

Como não foi morte por acidente ou doença, a gente acaba se prendendo na investigação para saber quem foi. Nesse momento, todos têm a expectativa de prender esse cara ou esses (são dois os suspeitos). Depois, acho que vai piorar bastante.

Piorar?

Sim, porque não vai adiantar nada saber, ela não vai voltar. Fica todo mundo querendo saber quem foi, mas para preencher o vazio da perda. O fim da investigação não vai trazer o alívio que se espera.

Você tem vontade de se encontrar ou conversar com ele?

Sinceramente, não. Na verdade, me revoltava muito quando sabia de histórias assim com outras pessoas. Assistia na televisão e ficava pensando: "Queria matar um filho da p. desses".

Em relação aos assassinos de Vanessa, não sente o mesmo...

Estou tentando manter o coração tranquilo. Não vou alimentar o ódio, para ele não crescer. Não tive educação para odiar ou desejar coisa ruim a ninguém. Sinto saudade só, muita saudade, tristeza e uma sensação de impotência.

Como você imagina o homem que, sem nenhum motivo, matou sua noiva?

A cabeça do ser humano é complicada. Ele pode ser um cara destrutivo ou um safado mesmo. Poderia estar drogado. Não vai ser difícil saber quando o pegarem. Mas que diferença fará?

De que forma as pessoas que o cercam, amigos e conhecidos, o apoiam?

Todos são muito solidários, o que ajuda e, às vezes, atrapalha. Há muita especulação.

Você também estava curtindo a festa de casamento?

Não como a Vanessa; o homem, em geral, não alimenta a mesma expectativa que a mulher. Ela sempre teve o sonho de se casar na igreja. Diria que era até meio obsessiva.

Onde vocês se conheceram?

Ela começou a trabalhar na mesma empresa que eu. Entrou na área comercial, eu trabalhava no planejamento de produção. A gente foi se conhecendo aos poucos. Eu controlava o trabalho, ela sempre foi excelente funcionária.

O namoro começou logo?

Eu gostei dela desde o início. No começo, a gente saía, ficava. Um mês depois, oficializamos o namoro.

Quando você olha para frente, o que vê?

No momento, sinceramente, nada. Não sei...





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26/10/2008 free counters

domingo, 20 de fevereiro de 2011

PM procura matador de Vanessa de Vasconcelos Duarte às cegas

20/02/2011


Josmar Jozino
do Agora

A Polícia Militar, responsável pelo patrulhamento preventivo no Estado, até ontem não sabia o nome nem tinha a foto do suspeito de estuprar e matar a supervisora de vendas Vanessa de Vasconcelos Duarte, 25 anos. O acusado é condenado a 14 anos, foragido de um presídio de regime semiaberto em Tremembé (147 Km de SP) e teve a prisão temporária de 30 dias decretada pela Justiça.

No 20º Batalhão, em Barueri (Grande SP), cidade onde ele abordou Vanessa, PMs não tinham informações sobre o suspeito. "A Polícia Civil não divulgou o nome dele para a PM. Eles trabalham de um jeito e a gente de outro", afirmou o soldado Lucas.

No 33º Batalhão, em Carapicuíba (Grande SP), onde o suspeito dormiu em uma casa na rua André Ohl, no dia do crime, o soldado Gama não possuía o nome dele.




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26/10/2008 free counters

Band tem acesso à identidade e imagens do suspeito de matar Vanessa Vasconcelos Duarte



Da Redação, com BandNews TV

cidades@eband.com.br

O jornalismo da Band teve acesso, com exclusividade, à identidade e às imagens do homem acusado de violentar e matar a supervisora de vendas Vanessa Duarte, de 25 anos. O nome dele é Edson Bezerra Gouveia, de 35 anos, conhecido como Buda.

Segundo a polícia, ele já havia sido condenado por roubo, receptação, ato obsceno e atentado violento ao pudor, mas havia fugido do regime semi-aberto.

As imagens divulgadas mostram o carro de Vanessa logo depois do crime, dirigido por um homem, no km 41 da rodovia Raposo Tavares, na Grande São Paulo. Um outro homem aparece em uma moto, olhando para os lados e aparentando estar preocupado. A polícia acredita que ele tenha sido a pessoa que ajudou Buda a estuprar e matar a jovem.

Testemunha

Além das imagens, a Band também teve acesso ao depoimento da principal testemunha da polícia. Segundo ela, Buda se escondeu na casa de um parente. Ele estava muito assustado e apresentava arranhões no antebraço. Ao chegar, disse que fez “uma besteira”. Logo em seguida, ao ver na TV a reportagem sobre o crime, ele chorou e disse que tinha sido ele o autor.

A polícia rastreou o celular do suspeito. A partir das informações obtidas, os investigadores descobriram por onde ele passou. Mas há dois dias, o telefone foi desligado pelo presidiário, que é foragido da cadeia.

Na sexta-feira, a Polícia Civil pediu a prisão temporária do suspeito. Além disso, foi confirmado que a motivação do crime foi sexual. O assassino seria um vizinho, que mora a cerca de 500 metros da casa onde Vanessa morava, e seria obcecado pela jovem.

O corpo de Vanessa foi encontrado no último domingo, em um matagal de Vargem Grande Paulista, que fica a 45 quilômetros da capital paulista. Segundo laudo do IML (Instituto Médico Legal), ela foi torturada e estuprada antes de ser morta por estrangulamento.


Redator: Fábio Mendes




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26/10/2008 free counters

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Suspeito de matar Vanessa de Vasconcelos Duarte era foragido da Justiça condenado a 14 anos


Arthur Guimarães
Do UOL Notícias
Em Santana de Parnaíba (SP)
  • Alvo do pedido de prisão seria o homem descrito no primeiro retrato falado (foto) divulgado pela polícia nesta semana

    Alvo do pedido de prisão seria o homem descrito no primeiro retrato falado (foto) divulgado pela polícia nesta semana

A Polícia Civil de São Paulo afirma que um dos suspeitos de matar a supervisora de vendas Vanessa de Vasconcelos Duarte, 25, --desaparecida no último sábado em Barueri e encontrada morta e violentada, domingo, em uma estrada em Vargem Grande Paulista, na Grande São Paulo-- é um ex-detento, com “perfil complicado”.

“É criminoso contumaz, um camarada que passou muito tempo preso”, afirmou o delegado Zacarias Tadros, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa da delegacia seccional de Carapicuíba, que preferiu não fornecer o nome do procurado, que é tido como fugitivo do sistema prisional. Ele tem 14 anos de condenação, mas o delegado não informou também por qual crime.

A Justiça decretou nesta sexta-feira (18) a prisão temporária do suspeito. Segundo a polícia, o crime teve motivação sexual. O alvo do delegado é o homem descrito no primeiro retrato falado divulgado pela polícia, que teria tido “papel preponderante” na ação.

Pelas informações da polícia, o objetivo da ação criminosa era o de “possuir a menina sexualmente”. De toda forma, as autoridades evitam classificar o suspeito como maníaco. “Não tem distúrbio. É criminoso mesmo. Infelizmente, tem mente deturpada”, contou.

Em entrevista coletiva na sede da seccional de Carapicuíba, Tadros afirmou que o suspeito provavelmente agiu de forma premeditada e acompanhava a vítima há algum tempo. “Infelizmente, é um crime a que todos nós estamos sujeitos. Ela estava lá. O sujeito já deveria estar monitorando e aproveitou uma situação de descuido”, disse.

  • Divulgação

    Polícia divulga retrato falado do segundo suspeito de ter participado do assassinato de Vanessa

Para o delegado, as evidências indicam que a vítima foi surpreendida pouco após deixar a casa do noivo em Barueri no sábado de manhã, quando seguia de carro para um curso de maquiagem em São Paulo. A autoridade policial contou que haveria farto número de provas contra o procurado.

A polícia não confirmou que o suspeito seria vizinho de Vanessa, informação divulgada pelo jornal "O Estado de S.Paulo" hoje, mas admitiu, na sequência, que ele morava a cerca de 470 metros da vítima. “A Vanessa com certeza conhecia ele. Conhecia, mas não significa que tinha relação com ela”, limitou-se a afirmar o delegado, quando perguntando sobre a relação entre autor e vítima do homicídio. Também não se sabe há quanto tempo os dois se conheciam.

Como apontam as investigações policiais, duas pessoas teriam participado do crime. Não é descartada a possibilidade de a abordagem ter sido feita por apenas um dos suspeitos. Segundo o delegado, após ser dominada, Vanessa foi provavelmente amarrada e levada diretamente para o local em que foi estuprada e asfixiada até a morte. O policial disse ainda que um “detalhe” fez com que a dupla resolvesse assassinar Vanessa -- mas ele não forneceu explicações sobre tal motivação.

Tadros assumiu que a polícia ainda está com poucas informações sobre o segundo autor do crime -- descrito no segundo retrato-falado divulgado na quinta-feira (17). De toda forma, o delegado sustenta que, assim que capturar o primeiro procurado, chegará “automaticamente” ao segundo. “Seriam eventualmente até parentes.”

Histórico

A supervisora de vendas desapareceu na manhã do sábado depois de deixar, sozinha, a casa do noivo em Barueri. Ela iria para Carapicuíba com o carro dele, onde se juntaria a três amigas para ir a um curso de maquiagem em São Paulo. Segundo o delegado, a moça provavelmente foi abordada entre as 8h40 e 9h30, ainda em Barueri.

Tadros afirma ainda que a morte de Vanessa aconteceu por volta das 10h15, em um matagal em Vargem Grande Paulista, na altura do km 41 da rodovia Raposo Tavares. Naquela mesma manhã, as amigas estranharam a demora de Vanessa e tentaram achá-la.

Um policial militar e dois amigos da supervisora decidiram realizar buscas por conta própria. No fim da tarde de domingo, o trio foi informado sobre um local de desova de carros e decidiram conferir. Acharam o corpo de Vanessa no meio da mata.

Laudo

O delegado confirmou que o laudo do IML (Instituto Médico Legal) apontou que a supervisora de vendas morreu por asfixia. Apesar de as redes de televisão terem divulgado o resultado da autópsia ontem, Tadros alegou só ter tomado conhecimento do documento hoje.

Pela conclusão do laudo, assinado pelo perito Jorge Pereira de Oliveira, a causa da morte foi “asfixia respiratória por constrição mecânica do pescoço”. Pela análise do especialista, Vanessa foi sufocada tendo sua língua retraída por um absorvente íntimo feminino. O documento também aponta que houve agressões e sinais de violência sexual.




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26/10/2008 free counters

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Polícia suspeita que VANESSA DE VASCONCELOS DUARTE foi morta por vizinho


Investigadores já têm nome e foto do principal suspeito, que teria tido ajuda de comparsa; ontem, foi divulgado um 2º retrato falado

18 de fevereiro de 2011 | 0h 00
Marcelo Godoy e Elvis Pereira - O Estado de S.Paulo

A polícia de São Paulo já tem o nome de um dos assassinos da supervisora de vendas Vanessa Duarte, de 25 anos - trata-se de um vizinho. "Infelizmente, é uma pessoa próxima da vítima. Não é parente e não é do relacionamento pessoal dela", disse o delegado Zacarias Tadros, responsável pela investigação. Até ontem à noite, ninguém havia sido preso.

Também ontem, o delegado divulgou o retrato falado de mais um suspeito de participar do crime - a polícia trabalha com a hipótese de dois autores do assassinato. No início da semana, um dos retratos já havia sido divulgado. Tadros afirmou que não divulgou o outro retrato antes porque ele foi mostrado a testemunhas do caso, mas ninguém reconheceu o suspeito.

O delegado não quis dizer, no entanto, se o retrato falado de ontem é do suspeito já identificado. Fontes ligadas à investigação admitiram que a busca pelo vizinho de Vanessa já ocorre há algum tempo. Apesar da proximidade, acredita-se que o vizinho (responsável pelo assassinato) não teria nenhum tipo de relacionamento com Vanessa.

"Temos a convicção de que os dois (acusados até o momento) são os autores do crime. Estamos na busca para prender o suspeito identificado e esperamos que, com a prisão, seja possível identificar o segundo autor", afirmou o delegado Tadros.

O noivo de Vanessa, Luiz Vanderlei de Oliveira, depôs ontem por cerca de duas horas. "Neste momento, descartamos qualquer participação dele no crime", disse o delegado. Além de Luiz, estiveram no Setor de Homicídios e Proteção à Pessoa, em Santana de Parnaíba, a irmã gêmea da vítima, Valéria, o noivo desta, Alex Veras da Silva, de 26 anos, e um casal com uma criança. Eles entraram e saíram da delegacia sem conversar com a imprensa.

O crime. Vanessa desapareceu no sábado, pela manhã, ao sair da casa do noivo, em Barueri, para se encontrar com amigas em Carapicuíba, ambas na Região Metropolitana. O corpo da supervisora de vendas foi encontrado por parentes e amigos no dia seguinte, em um matagal perto da Rodovia Raposo Tavares, no limite entre Vargem Grande e Cotia. Os criminosos tentaram incendiar o carro.

A polícia acredita que ela lutou para tentar escapar dos criminosos. Foi vista amarrada dentro do Fiesta e com boca tampada. Tinha hematomas no braço e na perna, trauma no rosto e traumatismo craniano. Além de estrangulada, teve um absorvente enfiado na boca, sufocando-a. Laudo do Instituto Médico-Legal confirmou que ela foi estuprada.

O resultado dos exames de DNA efetuados com vestígios recolhidos no Fiesta devem ficar prontos no mês que vem. Os laudos da perícia feita no carro e no local onde Vanessa foi encontrada morta também estão em elaboração.

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26/10/2008 free counters

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Vanessa de Vasconcelos Duarte, Polícia divulga retrato de 2.º suspeito de matar jovem na Grande SP


Envolvido na morte da supervisora Vanessa Duarte seria conhecido da vítima; polícia ainda procura acusados

17 de fevereiro de 2011 | 14h 03
Marília Lopes - Central de Notícias

SÃO PAULO - Foi divulgado nesta quinta-feira, 17, o retrato falado do segundo suspeito de envolvimento na morte a supervisora de vendas Vanessa de Vasconcelos Duarte, de 25 anos, na Grande São Paulo. Segundo a Polícia Civil, o segundo suspeito seria uma pessoa que já conhecia a vítima.

Divulgação
Divulgação
Segundo suspeito seria conhecido de Vanessa

Veja também:
link
Laudo aponta que jovem morta na Grande SP foi asfixiada e violentada

O corpo de Vanessa foi encontrado por volta das 18h de domingo em um matagal da Rua Rio Tajapuru, em Vargem Grande Paulista, na região metropolitana. Ao lado do corpo foram encontradas dois preservativos - um usado e outro, não.

Uma moradora da região disse que viu quando o veículo foi deixado no local por um homem. O caso está sendo investigado pelo setor de homicídios da Delegacia de Carapicuíba, que distribuiu o retrato falado.

Vanessa desapareceu no sábado, quando saiu pela manhã da casa de seu noivo em Barueri. Ela iria encontrar três amigas em Carapicuíba, de onde seguiriam para um curso no bairro do Jaguarpe, na zona oeste. O carro que a jovem usava foi encontrado abandonado em Vargem Grande Paulista pela Polícia Militar, na manhã de sábado.


Quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011 - 15h00 Última atualização, 17/02/2011 - 15h01

Polícia divulga novo retrato falado do caso Vanessa

Foto: Polícia Civil de Carapicuíba Zoom Retrato falado de um dos homens que participou do crime

Retrato falado de um dos homens que participou do crime

Da Redação

cidades@eband.com.br

A Polícia Civil de Carapicuíba, na Grande São Paulo, divulgou nesta quinta-feira o retrato falado de outro suspeito de participação na morte da supervisora de vendas Vanessa de Vasconcelos Duarte, de 25 anos.

O delegado responsável pelo caso, Zacarias Tadros, deve disponibilizar ainda nesta quinta-feira as imagens de câmeras de segurança dos locais por onde o carro da supervisora teria passado. O laudo do IML (Instituto Médico Legal) que aponta as causas da morte também deve ser divulgado nesta tarde.

O corpo de Vanessa foi encontrado no último domingo em um matagal de Vargem Grande Paulista, que fica a 45 quilômetros da capital paulista. A vítima estava desaparecida desde sábado, quando deveria ter se encontrado com amigas, mas não apareceu.

Até agora, as investigações indicam que a jovem sofreu violência sexual antes de ser morta por estrangulamento. Segundo a polícia, ela conhecia o assassino.

17/02/2011 14h38 - Atualizado em 17/02/2011 14h58

Parentes de jovem assassinada na Grande SP vão a delegacia

Irmã, seu noivo e noivo de Vanessa Duarte devem ser ouvidos.
Polícia divulgou nesta quinta um novo retrato falado de suspeito.

Paulo Toledo Piza Do G1 SP

Valéria chega a delegacia com parentes (Foto: Paulo Toledo Piza/G1)Valéria chega a delegacia com parentes
(Foto: Paulo Toledo Piza/G1)

Parentes da supervisora de vendas Vanessa de Vasconcelos Duarte, de 25 anos, chegaram por volta das 14h desta quinta-feira (17) ao Setor de Homicídios e Proteção à Pessoa da Delegacia Seccional de Carapicuíba, que fica em Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo. O corpo da jovem foi encontrado por conhecidos dela no domingo (13), em um matagal em Vargem Grande Paulista.

A irmã gêmea da vítima,Valéria, o noivo dela, Alex Veras da Silva, e o noivo de Vanessa, Luiz Vanderlei de Oliveira, devem ser ouvidos pelo delegado que conduz as investigações, Zacarias Tadros. Também chegou à delegacia um casal com um bebê de colo que não se identificou. Eles estavam em dois veículos e não conversaram com a imprensa.

Mais cedo, o delegado divulgou o retrato falado de mais um suspeito de matar Vanessa. Trata-se de um homem que, segundo o policial, é conhecido da jovem. “Esse homem foi visto por essa testemunha dirigindo o carro que Vanessa usou no dia em que desapareceu”, disse Zacarias. A mulher desapareceu no sábado (12) depois de ter saído da casa do noivo em Barueri com o carro dele. Ela ia a Carapicuíba encontrar com amigas que levaria à capital paulista para um curso de maquiagem.

O primeiro retrato falado, feito a partir de relatos de testemunhas, é de um homem negro que, segundo o delegado, dirigia uma moto atrás do veículo da jovem. A polícia procura pelos dois suspeitos. Quatro pessoas com características físicas parecidas foram detidas na quarta, mas foram liberadas após prestarem esclarecimentos.

Ainda segundo o policial, nenhum parente reconheceu os retratos falados. “São fisionomias bem comuns.” Zacarias, porém, afirmou que já tem o nome de alguns suspeitos.

Laudo

Retrato falado de segundo suspeito foi divulgado nesta quinta (Foto: Reprodução)Retrato falado de segundo suspeito foi divulgado
nesta quinta (Foto: Reprodução)

O laudo com a causa da morte de Vanessa feito pelo Instituto Médico-Legal (IML) de Cotia a pedido da polícia concluiu que a jovem teve várias lesões pelo corpo e foi violentada. O exame feito no corpo de Vanessa Vasconcelos Duarte constatou: hematomas em toda perna direita, ferimentos no braço direito, arranhões e hematomas no pescoço, marcas de espancamento no rosto, um corte profundo na cabeça e queimaduras nas costas na altura da cintura.

A causa da morte foi asfixia respiratória, provocada por estrangulamento e pela obstrução da boca por um absorvente feminino. Vanessa também sofreu traumatismo craniano e violência sexual. “Foi uma morte violenta por asfixia e tortura”, concluiu o médico legista de Cotia que assinou o laudo.



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26/10/2008 free counters

Vanessa de Vasconcellos Duarte

Assassinos eram próximos de Vanessa, diz polícia

Depoimento de testemunha ajuda a identificar dois suspeitos vistos com supervisora horas antes de ela ser violentada e asfixiada

17 de fevereiro de 2011 | 0h 00

Elvis Pereira - O Estado de S.Paulo

A Polícia Civil iniciou ontem as buscas a dois suspeitos de envolvimento na morte da supervisora de vendas Vanessa de Vasconcellos Duarte, de 25 anos, cujo corpo foi encontrado no domingo passado em Vargem Grande Paulista, na Grande São Paulo. Ambos foram identificados a partir do depoimento de testemunhas e seriam próximos à vítima.

Laudo do Instituto Médico-Legal, divulgado pela Rede Globo, indica que Vanessa morreu asfixiada por estrangulamento. Além disso, foi sufocada ao ter um absorvente colocado na boca. O documentou confirmou que ela foi agredida e violentada.

Ontem, a irmã gêmea da supervisora, Valéria, depôs no Setor de Homicídios e Proteção à Pessoa, em Santana de Parnaíba. Ela estava acompanhada pelo noivo, Alex Veras da Silva, de 26, e pelo PM José Alves da Silva, de 40, que integrava o grupo que encontrou o corpo da vítima. Os três permaneceram cerca de quatro horas na delegacia. Só Valéria foi ouvida oficialmente. Ficou sozinha com os policiais. Alex e José conversaram informalmente com eles, primeiramente juntos e, depois, separados.

O cunhado de Vanessa e o PM viram apenas o retrato falado de um dos suspeitos, um motociclista que acompanhava o carro da vítima, porém não o reconheceram. Eles não tiveram acesso ao retrato do outro suspeito, visto no carro com Vanessa. A imagem é mantida em sigilo.

Após a irmã, o cunhado da supervisora e o PM deixarem a delegacia, às 14 horas, uma mulher chegou ao distrito para ser interrogada e permaneceu no local por cerca de uma hora. Sua identidade não foi revelada.

Depoimento. Uma das quatro testemunhas ouvidas desde segunda-feira presenciou parte do crime. "Ela viu o momento em que a menina foi levada para o local. Essa testemunha é que nos permite fazer uma dinâmica de como aconteceram os fatos", disse o delegado Zacharias Katzer Tadros, responsável pela investigação. "Ela viu Vanessa no banco do passageiro, possivelmente amarrada e com a boca tampada, e um motoqueiro logo atrás."

O delegado comentou o depoimento do PM José Alves. "Ele realmente se empenhou." Alves localizou o corpo de Vanessa no fim da tarde de domingo com a ajuda do cunhado dela, Veras, do motoboy Adriano Gomes de Farias e do PM Alexandro Batista de Amorim, de 35 anos. O grupo contou à polícia ter decidido procurar Vanessa por conta própria após o Fiesta ser localizado em Vargem Grande. Tadros, que inicialmente estranhou da rapidez com que o corpo foi encontrado, definiu como "um pouco de sorte" o resultado das buscas.

Uma nova perícia no Fiesta usado por Vanessa foi cancelada. O Instituto de Criminalística informou ter colhido todos os vestígios necessários para a busca de provas. Ontem, avaliava-se a possibilidade de efetuar uma varredura no local onde a supervisora foi encontrada morta. Ainda está em análise a imagem da câmera da prefeitura de Barueri que mostra dois homens no carro com Vanessa.

CRONOLOGIA

Jovem teria um encontro

12 de fevereiro
Desaparecimento

Vanessa teria saído da casa do noivo em Barueri, na Grande São Paulo, por volta das 8 horas, para encontrar três amigas, mas não chegou ao local combinado. O Fiesta prata em que a supervisora de vendas estava foi encontrado em Vargem Grande Paulista, também na Grande São Paulo. Quando os PMs chegaram, havia um princípio de incêndio no banco do motorista. Dentro do carro, foram encontrados uma bolsa e vestígios de sangue.

13 de fevereiro
Morte

O corpo de Vanessa foi encontrado no km 41,5 da Rodovia Raposo Tavares, no município de Cotia, na Grande São Paulo.

14 de fevereiro
Investigação

A polícia acredita que dois homens que conheciam Vanessa praticaram o crime. Ela teria tentado reagir e foi violentada. Uma testemunha ajuda a fazer o retrato falado de um suspeito. É pedida a quebra do sigilo bancário e telefônico de Vanessa.

17/02/2011

Laudo aponta que Vanessa foi violentada

Josmar Jozino
do Agora

Exame do Instituto Médico Legal de Cotia (Grande SP) concluiu que a supervisora de vendas Vanessa de Vasconcelos Duarte, 25 anos, foi abusada sexualmente, teve morte violenta por tortura e asfixia respiratória provocada por estrangulamento e obstrução da boca por absorvente.

O laudo diz que Vanessa tinha hematomas em toda a perna direita, ferimentos no braço direito e arranhões e hematomas no pescoço. Apresentava marcas de espancamento no rosto, corte profundo na cabeça e queimadura nas costas, altura da cintura.

O delegado Zacarias Katzer Tadros, que investiga o caso, recebeu ontem cópia do laudo. Ele afirmou ter identificado dois suspeitos de envolvimento no assassinato de Vanessa, encontrada morta no último sábado em Vargem Grande Paulista (Grande SP).






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26/10/2008 free counters

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Polícia identifica os dois suspeitos de matar Vanessa de Vasconcelos Duarte





Jornal da Band

pauta@band.com.br

A polícia liberou, no início da noite desta quarta-feira, quatro homens que haviam sido detidos como suspeitos pela morte da supervisora de vendas Vanessa de Vasconcelos Duarte, de 25 anos. Segundo os policiais, eles não foram reconhecidos pelas testemunhas que viram dois homens próximo ao local do crime.

O IML (Instituto Médico Legal) divulgou o laudo da morte de Vanessa. Segundo o documento, ela foi torturada e morta asfixiada por esganadura. Vanessa apresentou muitos machucados pelo corpo.

Vanessa foi encontrada morta em um matagal próximo à rodovia Raposo Tavares, na noite de domingo pelo noivo da irmã e por um policial amigo da família.

As prisões desta tarde foram feitas com base em dois retratos-falados. Apenas um deles foi divulgado pela polícia.
De acordo com as investigações, o segundo retrato não foi divulgado porque o suspeito tem um sinal que pode ser de alguém muito próximo à família. Os investigadores encontraram ainda uma pista no carro, que pode levar a um terceiro suspeito.

O delegado Zacarias Tadros, responsável pelo caso, afirmou que a polícia continua com a tese de que o assassino seja “alguém próximo da família”.

A irmã gêmea, Valéria Duarte, e o noivo de Vanessa, Alex Veras da Silva, estiveram na tarde desta quarta-feira na delegacia e não reconheceram o homem do retrato. Valéria Duarte foi a única a prestar depoimento.


Polícia identifica os dois suspeitos de matar supervisora

Uma testemunha viu ambos com Vanessa Duarte no carro pouco antes do crime. A vítima estava no banco do carona, amarrada e amordaçada

Cristina Christiano
DIÁRIO SP

A polícia já identificou os dois homens suspeitos de assassinar a supervisora de vendas Vanessa de Vasconcelos Duarte. Eles foram flagrados por câmeras de segurança de Barueri no carro da vítima e uma testemunha sigilosa fez nesta quarta o reconhecimento formal no Departamento de Homicídios da cidade e ambos foram incluídos no inquérito.

Segundo o delegado Zacarias Tadros, responsável pelas investigações, uma testemunha viu os suspeitos no Fiesta de Vanessa, em Barueri, pouco antes de ela ser morta. A vítima estava no banco do passageiro, amarrada, e tinha um absorvente higiênico enfiado na boca. Um dos criminosos dirigia o veículo e o outro ocupava o banco de trás. A informação sobre essa testemunha chegou à polícia por meio do apresentador José Luiz Datena.

A partir do depoimento da testemunha e de outras três pessoas a polícia elaborou o retrato falado dos dois homens. Mas divulgou a imagem de apenas de um deles para não prejudicar as investigações.

Duas equipes policiais estão nas ruas atrás deles. Quatro homens chegaram a ser detidos nesta quarta à tarde, mas foram liberados pouco depois porque ninguém os reconheceu.

foto: Adriano Lima / Fotoarena / Agência O Globo
O PM José da Silva, que achou o corpo, e Valéria, gêmea de Vanessa, prestaram depoimento


LAUDO / O IML de Cotia concluiu o laudo sobre a causa da morte de Vanessa. Segundo o "SPTV", que teve acesso ao documento, a supervisora morreu por asfixia mecânica provocada por esganadura. Ela apresentava hematomas na perna e braço direitos, arranhões no corpo, queimaduras nas costas e fratura no crânio provocada por espancamento. O legista Jorge Pereira de Oliveira, que assina o documento, afirma que a vítima foi cruelmente torturada.

Também prestaram depoimento nesta quarta a irmã gêmea de Vanessa, Valéria de Vasconcelos Duarte, e o soldado da PM José Alves da Silva, um dos dois policiais amigos da família da vítima que localizaram o corpo, no domingo à noite, em uma ribanceira em Vargem Grande Paulista, na Grande São Paulo. Valéria estava acompanhada do noivo, o gerente de banco Alex Veras da Silva, que foi ouvido informalmente. Outras testemunhas deverão ser convocadas nos próximos dias, entre elas o noivo de Vanessa, Luís Vanderlei de Oliveira.

O delegado Tadros diz ter provas que ligam os suspeitos do retrato falado ao caso. Mesmo assim, retornará nesta quinta ao local onde o corpo de Vanessa foi localizado em busca de novos indícios. Já a perícia minuciosa no carro da vítima, prevista para ocorrer terça-feira, foi cancelada porque, segundo Tadros, o perito já havia recolhido tudo o que a investigação esperava.

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26/10/2008 free counters

Suspeito de matar jovem Vanessa Vasconcelos Duarte, em SP é detido; laudo aponta violência











16 de fevereiro de 2011 20h48 atualizado às 20h58


Após ouvir testemunhas, a polícia fez um retrato falado do suspeito. Foto: Polícia Civil/Divulgação

Após ouvir testemunhas, a polícia fez um retrato falado de um dos suspeitos de matar Vanessa
Foto: Polícia Civil/Divulgação


A prefeitura de Barueri, na Grande São Paulo, entregou à polícia as imagens das câmeras de segurança municipal que registraram o carro em que estava a supervisora de vendas Vanessa Vasconcelos Duarte, 25 anos, pouco antes de ser assassinada. O corpo da jovem foi encontrado no domingo, próximo ao km 41 da rodovia Raposo Tavares. O laudo concluiu que a vítima teve várias lesões pelo corpo e foi violentada. No início da noite de hoje, um suspeito foi identificado e detido.

Segundo a Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP), a polícia tenta reconhecer quem estava dentro do carro. Ontem, a Polícia Civil divulgou o retrato falado de um dos suspeitos de matar a supervisora de vendas. Hoje, três testemunhas prestaram depoimento à polícia, sendo uma delas familiar da vítima. O delegado Zacarias Katzer Tadros, da Divisão de Homicídios de Carapicuíba, não quis comentar o teor dos depoimentos.

Quatro pessoas foram detidas no início da noite desta quarta-feira, sendo que apenas uma era considerada suspeita do homicídio e as demais estavam em sua companhia. "Não há nenhum depoimento marcado, mas a qualquer momento pode aparecer uma testemunha importante e estamos dispostos a trabalhar a qualquer hora", afirmou o delegado Zacarias Tadros.

Por volta das 7h30 do último sábado, câmeras de segurança registraram dois homens parados próximos à casa de Vanessa. Pouco antes das 9h, ela saiu sozinha dirigindo um Fiesta e, logo adiante, outra câmera flagrou o carro da jovem passando. Havia um homem dirigindo e outro ao lado. Pelas imagens, não dá para identificar Vanessa, segundo a SSP.

A vítima foi encontrada seminua e apresentava sinais de violência. Próximo ao corpo, foram encontrados um preservativo e duas embalagens vazias do produto. Um dia antes, o carro em que a jovem foi vista pela última vez foi encontrado abandonado e com o banco do motorista parcialmente queimado. Segundo a PM, as chamas no banco foram contidas com o extintor do próprio veículo. Não havia queixa de roubo ou furto do carro, que é do noivo de Vanessa.


Caso Vanessa Duarte: polícia busca dois supeitos por assassinato

Câmeras de trânsito mostram carro de coordenadora de vendas no dia do sumiço. Laudo indica que Vanessa morreu às 10h30 do sábado

Márcio Apolinário, iG São Paulo | 16/02/2011 16:43 - Atualizada às 21:27


A Polícia Civil está a procura de dois suspeitos da morte da coordenadora de vendas Vanessa Duarte, de 25 anos, que foram identificados durante as investigações do crime. Segundo o delegado responsável pelo caso, Zacarias Tadros, os dois rapazes se enquadram aos retratos falados feitos pela corporação e podem ser apreendidos a qualquer momento. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP) de São Paulo, quatro pessoas foram detidas para averiguação nesta tarde, mas foram liberadas após prestar depoimento.

"Assim que acharmos essas duas pessoas, vamos ouvi-las e averiguar seu álibis para só então dar o próximo passo. Posso dizer que esses suspeitos possuem alguma proximidade com a vítima, mas não posso adiantar se são amigos ou vizinhos, afirmou o delegado.

Vanessa Duarte pega o carro do noivo emprestado para ir a um curso de maquiagem
Foto: Arte/iG

Vanessa Duarte pega o carro do noivo emprestado para ir a um curso de maquiagem

O delegado acrescentou que as investigações deram um grande passo após ouvirem uma testemunha que afirmou ter visto a jovem no carro no banco do passageiro, imóvel e possivelmente amarrada e amordaçada. De acordo com ele, a testemunha foi ouvida informalmente. Ele afirmou ainda que por se tratar de uma investigação de homicídio todos são suspeitos.

Ainda nesta tarde, Tadros recebeu a informação que os peritos concluíram o laudo no IML e as informações serão anexadas aos autos na quinta-feira. De acordo com a SSP, o laudo informa que Vanessa foi morta às 10h30, cerca de 2h após deixar a casa do noivo. O delegado também descartou a segunda perícia no carro, que estava programada para a tarde desta quarta-feira.

Depoimentos

Foto: AE Ampliar

Valéria Duarte deixa delegacia após prestar depoimento

A Polícia Civil ouviu nesta quarta-feira a irmã gêmea de Vanessa Duarte, Valéria Duarte, seu noivo Alex Veras da Silva e o policial Alexandro Batista de Amorin, que esteve presente no momento em que o corpo foi encontrado. As testemunhas saíram do Setor de Homicídios da delegacia de Carapicuíba por volta das 14h15 após quase quatro horas de depoimento. Eles não quiseram dar declarações à imprensa. Uma quarta testemunha, não revelada, deixou a delegacia às 15h10.

Durante as investigações, a polícia ouviu informalmente ao menos quatro testemunhas, sendo que três delas auxiliaram na concepção de dois retratos falados. Um deles não foi divulgado por lembrar a característica física de uma pessoa que poderia comprometer as investigações.

O delegado informou ainda que a polícia recebeu imagens de câmeras de segurança da guarda civil metropolitana de Barueri e outras imagens de áreas particulares. Segundo ele, essas imagens mostram o momento em que Vanessa é abordada e levada por dois suspeitos. Ela é levada no banco do passageiro, um dos suspeitos segue ao volante e o outro, em uma moto fazendo a escolta do veículo.

Retrato falado

A família da coordenadora de vendas Vanessa de Vasconcellos Duarte, de 25 anos, não reconheceu o suspeito descrito no retrato falado divulgado pela Polícia Civil de Carapicuiba, na terça-feira, elaborado com base no depoimento de uma testemunha que a polícia civil ouviu.

Um dos irmãos da vítima, Danilo Duarte, de 22 anos, disse ao ver o retrato falado, mostrado à família pela reportagem do iG, que aquela pessoa não fazia parte do círculo de amizades de Vanessa. A família ainda não tinha visto a imagem divulgada pela polícia. “Essa pessoa eu nunca vi na vida. Posso dizer que não fazia parte dos amigos que a família conhecia”, afirmou o assistente de inventário.

A mesma opinião foi dada por Viviane Duarte, irmã mais velha de Vanessa. “Ela era uma pessoa muito reservada, mas conhecíamos quase todos os amigos dela, e essa pessoa do retrato não lembra nenhum dos amigos próximos dela. Nunca vi!”, disse.

Foto: Reprodução

Vanessa Duarte ao lado do noivo Luiz Vanderlei de Oliveira

Mesmo estando muito abalados e não atendendo a reportagem, os pais da vítima também apresentaram a mesma opinião sobre o retrato falado, segundo relato do casal de irmãos.

O irmão afirma que, por ser muito reservada, a irmã não divulgou para muitas pessoas que ela estava matriculada no curso de maquiagem, que duraria um dia completo. “Eu mesmo não sabia que ela faria esse curso. Depois que aconteceu tudo isso eu fiquei sabendo que ela queria fazer esse curso para poder se automaquiar para o seu casamento que seria ainda este ano. E para maquiar nossa outra irmã, Valéria Duarte, que tem o casamento marcado para o mês de maio.”

Viviane de Vasconcellos relata que sua irmã era muito vaidosa e queria aprender a fazer maquiagem de forma profissional. “Tudo o que ela fazia ela queria que fosse da melhor forma possível. Era o orgulho da família. Tudo o que fazia era motivo de satisfação. Agora perdemos nossa boneca.”

O caso

O corpo da coordenadora de vendas foi encontrado no domingo, no km 41,5 da Rodovia Raposo Tavares, em Cotia, Grande São Paulo. Ela estava desaparecida desde que saiu da casa do noivo, em Barueri, também na região metropolitana, entre 8 e 9h de sábado, para encontrar suas amigas e irem juntas a um curso de maquiagem, mas não chegou ao local combinado. O corpo foi achado no meio da mata, seminu e apresentando sinais de violência. Próximo ao corpo foram encontrados um preservativo e duas embalagens vazias.

Na mesma manhã, as amigas estranharam a demora e tentaram achá-la. Um policial militar e dois amigos da coordenadora decidiram realizar buscas por contra própria. O carro que a jovem usava foi encontrado abandonado em Vargem Grande Paulista, também na Grande São Paulo, pela Polícia Militar. Uma moradora da região disse que viu quando o veículo foi deixado no local por um homem.

Foto: Futurapress

Carro foi recuperado com pequeno foco de incêndio



Dois suspeitos de matar jovem em SP são ‘próximos’ dela, diz delegado

Vanessa Duarte foi encontrada morta no dia 13 em um matagal.
Para o delegado, descrição dos homens bate com a dos retratos falados.

Carolina Iskandarian Do G1 SP

O delegado Zacarias Tadros, responsável pela investigação da morte da supervisora de vendas Vanessa de Vasconcelos Duarte, 25, disse na tarde desta quarta-feira (16) que tem uma equipe na rua à procura de dois suspeitos do assassinato e que eles “são próximos à vítima”. O corpo da jovem foi encontrado no dia 13, em um matagal em Vargem Grande Paulista, na Grande São Paulo.

“Os investigadores estão na rua para realizar a detenção de pelo menos dois elementos. São pessoas que batem com a descrição do retrato falado”, afirmou Tadros, que é titular do Setor de Homicídios e Proteção à Pessoa em Santana de Parnaíba. Ele ressaltou que o fato de os suspeitos serem próximos de Vanessa não quer dizem que sejam da família. “A pessoa está próxima. Não quer dizer que seja parente ou vizinho.”

A polícia tem em mãos dois retratos falados confeccionados a partir de depoimentos de testemunhas. Além disso, está com imagens gravadas pelo circuito de segurança da Guarda Municipal e de residências particulares na região. Elas mostram Vanessa sentada no banco do carona, ao lado de um homem. Uma terceira pessoa é vista no banco de trás.

O delegado contou em uma entrevista rápida aos jornalistas que ouviu uma outra testemunha – a que ele se refere como “pessoa”, sem dizer o sexo – e que ela disse ter visto Vanessa ser levada para o matagal. “Tenho uma testemunha presencial de parte do crime”, revelou Tadros.

Em seguida, completou: “ela (testemunha) viu o momento em que a menina estava sendo levada para o local. A pessoa visualizou uma pessoa dirigindo o veículo, a menina no banco do passageiro, possivelmente com as mãos amarradas e amordaçada, e um motoqueiro atrás (acompanhando o carro)”.

Com relação às imagens da Guarda Municipal, Tadros informou que elas não são muito nítidas e não há como melhorá-las. Por isso, ele não disse se os mesmos suspeitos dos retratos falados são os que aparecem nas gravações. O delegado também descartou, nesse momento, só uma linha de investigação. “Trabalhamos com todas as linhas. Crime passional, latrocínio...”.

Depoimento

A irmã gêmea da vendedora Vanessa de Vasconcelos Duarte, Valéria, seu noivo Alex Veras da Silva e o policial militar José Alves da Silva foram à delegacia na tarde desta quarta, mas só o depoimento de Valéria foi tomado formalmente. O teor das declarações não foi divulgado.

O veículo usado pela vítima e que foi abandonado a cerca de 7 km de onde o corpo estava foi levado à delegacia para passar novamente por perícia. A polícia localizou o automóvel no sábado (12).

Carro passará por perícia novamente (Foto: Kleber Tomaz/G1)Carro passará por perícia novamente (Foto: Kleber
Tomaz/G1)

Desaparecimento
Vanessa desapareceu no sábado, quando deixou a casa onde morava com o noivo, em Barueri. Ela seguia para Carapicuíba, para pegar mais três amigas. Todas planejavam participar de um curso de maquiagem na capital paulista. O sumiço da vendedora ocorreu pela manhã, entre 8h30 e 9h, de acordo com análises preliminares da perícia. Ainda de acordo com a investigação, a vítima foi pega pelos criminosos nesse intervalo de tempo após sair da residência.

Segundo as amigas de Vanessa, o telefone dela estava na caixa-postal naquele sábado. Depois, uma testemunha informou ter visto o Fiesta abandonado em Vargem Grande e ligou para a Polícia Militar. Segundo dois boletins de ocorrência registrados sobre o caso, parentes da vendedora, dois policiais militares conhecidos da família da mulher, um motoboy e o noivo da irmã dela ajudaram nas buscas até achar o corpo da vítima.

O corpo de Vanessa estava seminu, com marcas de violência, num barranco em Vargem Grande. Existe a suspeita de que ela tenha sido estuprada porque foram achados preservativos no local. O material foi levado para testes pelos peritos. Vanessa foi morta por asfixia, segundo informações do Instituto Médico-Legal (IML) à polícia


O pai da vendedora afirmou nesta terça ao G1 que ainda não consegue acreditar nessa hipótese. Por telefone, o comerciante Mariano Duarte Leite, de 56 anos, disse à reportagem que as pessoas que ele conhece e mantiveram contato com sua filha estão acima de qualquer suspeita. Acha mais provável que ela tenha sido confundida com alguém.

“Não sei, não faço ideia, mas ela não tinha inimigos. Ela pode ter sido pega por engano talvez. Poderia ser a pessoa errada que estavam procurando. Alguma inveja. Soube que teria ocorrido um assalto ali perto de onde ela foi vista pela última vez. Não sei se é verdade. É preciso ver isso melhor”, disse o pai da vítima.

Retrato falado divulgado neste terça-feira pela
Polícia Civil (Foto: Kleber Tomaz/G1
O G1 não conseguiu localizar Luiz para comentar o assunto. A informação da família de Vanessa é que o noivo estava nesta terça na casa onde a vítima morava com os pais. “Tenho o Luiz como um filho. Ele está sofrendo muito. Fazia seis meses que minha filha morava com ele. Eles iriam se casar e isso é normal no século 21”.“Não posso descartar nada, mas reitero que minha família e o noivo dela [o engenheiro Luiz Vanderlei de Oliveira, de 34 anos] estão acima de qualquer suspeita. Não tem ninguém na minha casa que faria uma barbaridade dessas”, completou o pai de Vanessa.

Mulheres reconhecem suspeito de matar namorada da web em MG
16 de fevereiro de 2011 21h23


Ney Rubens
Direto de Belo Horizonte

A delegada Karla Silveira, que investiga a morte da secretária e estudante de psicologia Janinha Pereira de Freitas, 35 anos, em Montes Claros, norte de Minas Gerais, disse nesta quarta-feira que outras seis mulheres telefonaram para a delegacia e afirmaram ter sido vítimas do homem que é suspeito do crime. Janinha teria sido morta durante um encontro com um homem que conheceu pela internet.

As supostas vítimas souberam da morte da estudante pela imprensa e são de outras cidades de Minas Gerais, Bahia, Piauí, São Paulo e Mato Grosso do Sul. "Todas afirmaram que conheceram esse suspeito em sites de relacionamento na internet. Algumas relataram terem sido roubadas, o restante relatou ter tido outros problemas. Vamos checar estas informações" afirmou. A delegada disse que as supostas vítimas serão contatadas para prestarem depoimento.

Janinha foi encontrada morta por estrangulamento e sinais de violência sexual na manhã da última segunda-feira. O suspeito do crime é um homem que se apresentou à vítima como Danilo Fernandes e que teria saído de São Paulo para encontrar com a secretária depois que os dois se conheceram em um site de relacionamentos na internet.

Segundo a polícia, a vítima foi encontrada enrolada em um lençol e teria sido sufocada com um fio. Após constatar o crime, as autoridades notaram que o computador, dinheiro e alguns objetos pessoais da estudante tinham sido levados.

A polícia acredita que o homem tenha usado um nome falso para se aproximar da secretária. Ele teria chegado, segundo relatos de uma testemunha, que é amiga da vítima, na sexta-feira a Montes Claros e se hospedado na casa de Janinha.

A delegada informou ainda que a perícia analisa imagens do circuito de segurança de uma padaria que mostram Janinha e o suspeito fazendo compras um dia antes dela ter sido encontrada morta. Nas cenas o homem está vestido com uma camisa verde, do Palmeiras.

Na quinta-feira, a polícia vai ouvir o depoimento de oito pessoas, dentre elas da amiga da vítima que teve contato com o suspeito no domingo.




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