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domingo, 25 de setembro de 2011

The Beatles - Paperback Writer














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The Beatles Hello Goodbye














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sábado, 24 de setembro de 2011

The Beatles- A Day in the Life ( my favorite)


A Day in the Life is a song by the English rock band The Beatles written by John Lennon and Paul McCartney, based on an original idea by Lennon. It is the final track on the group's 1967 album Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band. Since its original album release, "A Day in the Life" has been released as a B-side, and also on various compilation albums. It has been covered by other artists including The Fall, Bobby Darin, Sting, Neil Young, Jeff Beck, The Bee Gees, Mae and since 2008, by Paul McCartney in his live performances. Rolling Stone magazine ranked it the 26th greatest song of all time.

There is some dispute about the inspiration for the first verse. Many believe that it was written with regard to the death of Tara Browne, the 21-year-old heir to the Guinness fortune and close friend of Lennon and McCartney, who had crashed his Lotus Elan on 18 December 1966 when a Volkswagen pulled out of a side street into his path in Redcliffe Gardens, Earls Court. In numerous interviews, Lennon claimed this was the verse's prime inspiration. However, George Martin adamantly claims that it is a drug reference (as is the line "I'd love to turn you on" and other passages from the song) and while writing the lyrics John and Paul were imagining a stoned politician who had stopped at a set of traffic lights.

The description of the accident in "A Day in the Life" was not a literal description of Browne's fatal accident. Lennon said, "I didn't copy the accident. Tara didn't blow his mind out, but it was in my mind when I was writing that verse. The details of the accident in the song — not noticing traffic lights and a crowd forming at the scene — were similarly part of the fiction."

The final verse was inspired by an article in the Daily Mail in January 1967 regarding a substantial number of potholes in Blackburn, a town in Lancashire. However, he had a problem with the words of the final verse, not being able to think of how to connect "Now they know how many holes it takes to" and "the Albert Hall". His friend Terry Doran suggested that they would "fill" the Albert Hall.

McCartney provided the middle section of the song, a short piano piece he had been working on independently, with lyrics about a commuter whose uneventful morning routine leads him to drift off into a reverie. He had written the piece as a wistful recollection of his younger years, which included riding the bus to school, smoking and going to class. The line "I'd love to turn you on", which concludes both verse sections, was, according to Lennon, also contributed by McCartney; Lennon said "I had the bulk of the song and the words, but he contributed this little lick floating around in his head that he couldn't use for anything."

A Day in the Life

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
"A Day in the Life"
Canção por The Beatles
do álbum Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band
Lançamento 1 de Junho de 1967
Gravado 19 de Janeiro - 22 de Fevereiro de 1967
Gênero Rock, Rock sinfônico
Duração 5:33
Gravadora Parlophone, Capitol Records, EMI
Letrista(s) John Lennon e Paul McCartney
Composição Lennon/McCartney
Produtor(es) George Martin
Faixas de Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band
Último
Último
"Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band (Reprise)"
(12)

"A Day in the Life" (algo como 'Um Dia na Vida') é uma canção dos Beatles creditada à dupla Lennon-McCartney. Foi lançada no álbum Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band de 1967. A gravação teve início em 19 de janeiro de 1967, e concluída em 22 de fevereiro de 1967. Há uma parte adicional com sons difusos e estranhos, que não foi incluída no lançamento do álbum no Brasil. Somando esta parte, a música dura 5'33". Na verdade, quando escutamos essa música em vinil, os sons estranhos no final da música tornam-se uma espécie de moto-perpétuo, caracterizando assim uma música teoricamente sem fim. Os sons repetem-se em intervalos 2 segundos, e assim permanece até que retiremos o vinil do toca-discos. Com o CD, o material editado tem 5´33", aproximadamente.

Índice

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[editar] A criação

Esta música foi o resultado da junção de duas músicas distintas: uma composta por John Lennon e a outra por Paul McCartney.
John tinha o início e o fim da música, mas não tinha o miolo dela. Achava que tinha de por algo entre as partes que tinha composto. Por isso, gravou a primeira parte; marcou o meio dela com uma contagem de 1 (um) a 24 compassos, feita por Mal Evans; e em seguida gravou a parte final. A indicação do final da contagem era marcada, para fins de orientação, pelo toque de um despertador.
Paul possuia uma canção que não tinha início e nem fim. Apresentou ao grupo que resolveu inseri-la entre as partes já gravadas por John. O resultado final agradou a John Lennon e a Paul McCartney. Por coincidência, a frase da parte de Paul iniciava com: "Woke up, fell out of bed…" (acordei, caí da cama…), e começava exatamente no ponto antecedido pela marcação do toque do despertador. Por este motivo, o som do despertador foi mantido na gravação, já que Paul, pela canção, estava despertando.

[editar] A gravação

A gravação teve início no dia 19 de janeiro de 1967, quando foram gravadas quatro tomadas, só com a parte do John. No dia seguinte, a tomada 4 foi trabalhada e transformada nas tomadas 5, 6 e 7, já com a parte de Paul inserida, sendo a tomada 6 considerada a melhor. No dia 3 de fevereiro a parte de Paul foi refeita e Ringo Starr gravou a sua batida antológica de Tom-toms.
A parte orquestral da canção foi gravada no dia 10 de fevereiro. A orquestra era composta de 40 músicos, um gasto extravagante para o pouco que ela tocaria. Paul McCartney foi quem teve a idéia de utilizar uma orquestra; e embora na realidade quissesse 90 músicos, foi convencido por George Martin que 40 seriam suficientes para o efeito que desejava. George Martin e Paul pediram aos músicos que tocassem, partindo de uma nota pré-estabelecida (Mi maior), indo até a nota mais aguda que seus instrumentos pudessem alcançar, em intensidade cada vez maior, até preencher os 24 compassos entre a parte de John e a parte de Paul. Os músicos no início não entenderam direito o que era para ser feito, mas com mais explicações entraram no clima da gravação. O resultado final foram 33 segundos de acordes de uma orquestra de 40 instrumentos tocados em crescendo. Depois, a gravação foi quadruplicada através de "overdub", criando um efeito semelhante a 160 músicos executando seus instrumentos. Estes acordes foram utilizados duas vezes na música: entre a primeira parte de John e a parte de Paul, e após a segunda parte de John, culminando no temeroso fim da música, que é composto de um acorde tocado simultaneamente por três pianos e um harmônio, que se esvai lentamente. O acorde é sustentado por incríveis 45 segundos.
Para finalizar a parte instrumental e musical, no dia 22 de fevereiro foi gravado um tom de Mi maior, tocado simultaneamente por Mal Evans, John Lennon, Paul McCartney, e Ringo Starr em três pianos diferentes, que foi triplicada através de "overdub", criando um efeito de apoteose.
Após o final apoteótico produzido pelo Mi maior executado pelos três pianos e de um pequeno intervalo (em que na versão inglesa, John Lennon inseriu um tom tocado por um apito para cachorros, só audível por estes), ouve-se sons difusos, sem nexos, que encerram a faixa e o álbum. Esta última parte da gravação foi realizada durante a recepção que foi oferecida pelos Beatles no dia da gravação da orquestra, 10 de fevereiro, para amigos e convidados especiais (Mick Jagger, Marianne Faithfull, Keith Richards, Donovan, Pattie Boyd e Michael Nesmith, entre outros). É a gravação de sons dos convidados na festa, que foi reproduzida com a fita invertida e repetida várias vezes. Na época, cogitou-se haver "mensagens ocultas" neste trecho.
Na parte final da canção, as versões dos LPs lançados na Inglaterra, nos EUA e no resto do mundo (que seguia a versão americana) diferiam. A partir do lançamento do álbum em versão digital (CD), no ano de 1987, houve um unificação da edição, prevalecendo a versão inicial pensada pelos Beatles e lançada na edição britânica.
O CD Anthology 2 apresenta uma versão criada por George Martin especialmente para esta edição. Várias tomadas alternativas das gravações foram montadas, formando a mesma seqüência da música, mas com tomadas diversas. Aparece John dando as instruções iniciais na tomada 1; a marcação para o início da tomada 2 de John: "sugar plum fairy...., sugar plum fairy" (segundo a gíria londrina, "sugar plum fairy" era um traficante entregador de drogas, mas também pode ser uma referência a uma peça de Tchaikovsky); a marcação do intervalo através da contagem de Mal Evans e o toque do despertador. A parte de Paul é uma tomada diferente do lançada na versão oficial.
No CD Love a música começa com a contagem "sugar plum fairy...., sugar plum fairy" e o som do despertador é mais acentuado. A parte dos sons difusos, gravados na festa e tocado ao contrário é omitida.

[editar] A inspiração

A inspiração para a letra de John Lennon é a sequência de acontecimentos que, segundo ele, havia lido recentemente no jornal londrino Daily Mail. O acidente fatal de carro inspirou-se no sofrido por Tara Browne, 25 anos, neto de Edward Cecil Guiness e herdeiro da famosa marca de cerveja Guinness. Os 4.000 buracos, em uma notícia da existência dessa quantidade de buracos nas ruas de Blackburn, Lancashire. Sobre o filme visto, a referência próxima era a participação de John no filme "How I Won the War", em que o exército britânico vence a guerra. Baseado nestes acontecimentos, ele criou um universo onírico, com jogos de palavras, bem ao seu estilo de compor. O verso "I'd love to turn you on" que finalizava ambas as partes da música atribuída a ele tinha conotação explícita com o uso de drogas: "Eu adoraria 'ligar' você". Naquela época, John Lennon estava no auge de suas experiências com o LSD.
A letra de Paul McCartney é mais pessoal. Refere-se a alguém que acorda, toma o café-da-manhã, sai atrasado para trabalhar, entra no ônibus e vai para a parte de cima (os ônibus britânicos têm dois andares). Então, fuma e entra em um sonho: "Found my way upstairs and had a smoke / Somebody spoke and I went into a dream" (Me encaminhei para o segundo andar e havia uma fumaça, alguém falou e então entrei em um sonho (transe)). Esta última parte da letra é uma referência explícita a uma "viagem" ocasionada pelo uso de droga, neste caso, a maconha.
Devido a estas referências serem explícitas ao uso de entorpecentes, esta canção foi banida das estações de rádio inglesas.









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The Beatles - Come Together




Come Together

Here come old flattop, he come grooving up slowly
He got joo-joo eyeball, he one holy roller
He got hair down to his knee
Got to be a joker he just do what he please

He wear no shoeshine, he got Toe-Jam football
He got monkey finger, he shoot Coca-Cola
He say "I know you, you know me"
One thing I can tell you is you got to be free

Come together right now over me

He bag production, he got walrus gumboot
He got Ono sideboard, he one spinal cracker
He got feet down below his knee
Hold you in his armchair you can feel his disease

Come together right now over me

Right

He roller-coaster he got early warning
He got muddy water, he one mojo filter
He say "one and one and one is three"
Got to be good-looking 'cause he's so hard to see

Come together right now over me

(9x)
Come together, yeah

Venha Junto

Aqui vem o velho Flat Top, ele vem gingando lentamente
Ele tem olhos mágicos, ele quer um par de patins santos
Ele tem cabelos até seu joelho
Tem que ser um palhaço, ele simplesmente faz o que lhe agrada

Ele não usa nenhuma graxa no sapato, ele tem futebol nos dedos
Ele tem dedo de macaco, ele atira coca-cola
Ele diz "Eu te conheço, você me conhece"
Uma coisa que eu posso dizer a você é que você tem de ser livre

Chegue mais perto, agora mesmo, comigo

Ele ensacola produção, ele tem botas de morsa
Ele tem as costeletas da Ono, ele é um quebrador de colunas
Ele tem pés abaixo do seu joelho
Prende você na sua poltrona, você pode sentir sua doença

Chegue mais perto, agora mesmo, comigo

Certo

Ele vai na montanha-russa, ele recebe aviso prévio
Ele tem água barrenta, ele é um filtro de feitiço
Ele diz "um e um e um é três"
Tem que ter boa aparência porque ele é tão difícil de ver

Chegue mais perto, agora mesmo, comigo

(9x)
Chegue mais perto, yeah


Come Together

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
"Come Together"
Single por The Beatles
do álbum Abbey Road
Lado A Something
Lançamento 31 de outubro de 1969
Formato 7"
Gravação 21 de julho de 1969
Gênero Blues rock
Duração 4:18
Gravadora(s) Apple Records
Composição John Lennon
Produção e arranjos George Martin
Cronologia de singles por The Beatles
Último
Último
"The Ballad of John and Yoko" / "Old Brown Shoe"
(1969)
"Let It Be" / "You Know My Name (Look Up the Number)"
(1970)
Próximo
Próximo
"Come Together" ("Reunam - se", "Juntem-se", em tradução livre) é uma canção dos Beatles composta por John Lennon, creditada a dupla Lennon/McCartney, e lançada no álbum Abbey Road de 1969. A gravação teve início em 21 de julho de 1969, e foi concluída em 7 de agosto de 1969. Dura 4’20”.
Foi lançada em 6 de outubro de 1969, nos Estados Unidos, como lado B do compacto simples que tinha "Something" de George Harrison como lado A . Com este formato, foi lançada também ao redor do mundo, inclusive no Brasil.
John Lennon escreveu esta música para Timothy Leary, baseado no slogan da campanha deste para o governo da Califórnia em 1969 (Come Together, Join the Party). Tem influências da música de Chuck Berry "You Can't Catch Me". A letra é nonsense, sujeita a interpretações diversas.
O início desta gravação marca a volta do engenheiro de som Geoff Emerick ao trabalho com os Beatles. Ele havia abandonado o quarteto no dia 16 de julho de 1968 por não suportar o clima pesado que pairava sobre as sessões de gravação na época.
John Lennon canta e toca guitarra; George Harrison toca guitarra; Paul McCartney toca baixo e Ringo Starr toca bateria.

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segunda-feira, 22 de novembro de 2010

♫ listening to A DAY IN THE LIFE by THE BEATLES

♫ listening to A DAY IN THE LIFE by THE BEATLES http://www.stereomood.com/song/33389

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quarta-feira, 29 de setembro de 2010

#listening The Beatles - A Day In The Life

The Beatles - A Day In The Life via



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sábado, 11 de setembro de 2010

O dia em que Paul McCartney morreu

Lúcio Ribeiro - O Estado de S.Paulo

ENQUANTO ELE NÃO VEM

Nesta semana fomos atingidos por fortes rumores de shows de Sir Paul McCartney no Brasil, em novembro, corroborados por confirmações argentinas e chilenas.
Enquanto a história da turnê do ex-beatle não desembaça, é inevitável, pelo menos para mim, não lembrar de outro rumor envolvendo o ex-baixista da banda mais famosa de todos os tempos. A de que, bem ele, Paul McCartney, parceiro de John Lennon, um dos nomes mais conhecidos do planeta... morreu em 1966.

E que este aí que viria para o Brasil é um sósia forjado para assumir seu lugar logo após sua morte. A história, que já rendeu filme, livros, documentários e teses de mestrado, é mais ou menos assim.

No auge dos Beatles, em 1966, Paul McCartney foi tragicamente decapitado em um acidente de carro no interior da Inglaterra.

Para abafar o caso, não chocar o mundo e ainda salvar os Beatles de um final prematuro, executivo das gravadoras Capitol e EMI deram uma "sumida" com a banda, esfriaram suas atividades e arranjaram um sujeito parecidíssimo com Paul, um tal de William Campbell, que não fazia muito tempo havia ganhado um concurso de sósias qualquer sobre os Beatles. E a vida voltou ao "normal". Inconformado com a farsa, John Lennon nunca engoliu a história. E passou a espalhar pistas da morte do parceiro pelas famosas capas dos álbuns lançados pelos Beatles.

Três anos depois, a morte de Paul "vazou" nos Estados Unidos, espalhada por um DJ de uma rádio da cidade de Detroit. Russell Gibb soltou a bomba dizendo que tinha fontes seguras e de dentro da indústria musical. E o caso, fato ou ficção, entre beatlemaníacos ou não, virou obsessão.

Entre as muitas obras geradas pelo rumor, uma das mais bacanas é o filme alemão Paul Is Dead, que passou na Mostra Internacional de São Paulo em 2000. O diretor Hendrik Handloegten, tomando como verdade a conspiração pop mais famosa do mundo, ambientou a ação num bairro da periferia de Berlim, quando um menino de 12 anos, fã dos Beatles, descobre a "morte" de Paul e passa a ver pistas da farsa por todos os lugares. A trama se passa em 1980. Por quê? Porque foi o ano do assassinato de Lennon...

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26/10/2008 free counters

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

#listening 'A Day in the Life' es la mejor canción de los Beatles, según la revista Rolling Stone



THE BEATLES - A DAY IN THE LIFE (SGT. PEPPER LONELY HEARTS CLUB BAND)




I read the news today oh boy
About a lucky man who made the grade
And though the news was rather sad
Well I just had to laugh
I saw the photograph
He blew his mind out in a car
He didn't notice that the lights had changed
A crowd of people stood and stared
They'd seen his face before
Nobody was really sure
If he was from the House of Lords
I saw a film today oh boy
The English Army had just won the war
A crowd of people turned away
but I just had to look
Having read the book
I'd love to turn you on
Woke up, fell out of bed
Dragged a comb across my head
Found my way downstairs and drank a cup
And looking up I noticed I was late
Found my coat and grabbed my hat
Made the bus in seconds flat
Found my way upstairs and had a smoke
Somebody spoke and I went into a dream
I read the news today oh boy
Four thousand holes in Blackburn, Lancashire
And though the holes were rather small
They had to count them all
Now they know how many holes it takes to fill the Albert Hall
I'd love to turn you on
A Day In The Life lyrics by The Beatles

concordo plenamente !

'A Day in the Life' es la mejor canción de los Beatles, según la revista Rolling Stone  (Imagen: ARCHIVO)
  • La revista ha elaborado un ránking en una edición de coleccionista.
  • Rolling Stone celebra así el 40 aniversario de la edición del último disco de la formación británica, 'Let it Be' (1970).
  • El segundo puesto de la lista es para 'I Want to Hold Your Hand' y el tercero para 'Strawberry Fields Forever'.


La revista Rolling Stone ha elegido A Day in the Life, compuesta por John Lennon y Paul McCartney, como la mejor canción de The Beatles, en una lista de cien de sus temas, a la que siguen I Want to Hold Your Hand y Strawberry Fields Forever. Elvis Costello es el encargado de escribir la introducción de la revista dedicada al grupo

Esas canciones ocupan los tres primeros puestos de un ránking elaborado para una edición de coleccionista de la revista con la que esta publicación quiere celebrar el 40 aniversario de la edición del último disco del grupo británico, Let It Be (1970), y cuyos diez primeros puestos pueden consultarse en la web de la publicación estadounidense.

El músico británico Elvis Costello es el encargado de escribir la introducción de la revista dedicada al que Rolling Stone define como "el mejor grupo de todos los tiempos". Costello destaca la evolución que la banda experimentó en los diez años que permaneció unida (1960-1970) y en los que conquistaron al público mundial.

Evolución de la banda

"Lennon, McCartney y (George) Harrison tenían una sensacional calidad como compositores y entonces empezaron a crecer de verdad", señala Costello en su texto, donde asegura que la banda pasó de escribir "letras sencillas de amor a historias adultas, como Norwegian Wood, que hablan de la cara agridulce del amor".

Lennon, McCartney y Harrison tenían una sensacional calidad como compositores

El músico subraya que los cuatro de Liverpool -Lennon, McCarthy, Harrison y Ringo Starr- crearon temas que hablaban "de ideas más importantes de las que cabría esperar de un grupo de pop pegadizo", por lo que se aseguraron un lugar en la historia de la música.

La revista define a la canción líder de la lista, A Day in the Life, incluida en Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band (1967), como "la mejor colaboración" entre Lennon y McCartney, pese a que no fuera reconocida "como la obra maestra de la banda hasta los años ochenta".

Tras ella, se sitúan I Want to Hold Your Hand -la primera canción que muchos estadounidenses escucharon de la banda- y Strawberry Fields Forever -en la que Lennon rememora su infancia-, así como el conocido Yesterday, tema que Rolling Stone asegura que es el más versionado de la historia, e In My Life. En Strawberry Fields Forever John Lennon rememora su infancia

Completan las diez primeras posiciones del listado de la revista: Something, Hey Jude, Let It Be, Come Together y While My Guitar Gently Weeps.

Pese a que el ránking está dominado por canciones firmadas por Lennon y McCartney, dos de los diez mejores temas de The Beatles -Something y While My Guitar Gently Weeps- fueron compuestos por Harrison.



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sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Fita dos Beatles desaparecida desde os anos 60 será leiloada

Uma fita dos Beatles, que estava desaparecida desde os anos 60 e inclui canções e brincadeiras dos integrantes do grupo, será entregue a quem fizer o melhor lance no dia 5 de agosto, informou hoje (30) a casa de leilões Cameo.

AP
Fita dos Beatles, que estava desaparecida desde os anos 60 e inclui canções e brincadeiras dos integrantes do grupo, será leiloada
Fita dos Beatles, que estava desaparecida desde os anos 60 e inclui canções e brincadeiras dos integrantes, será leiloada

A gravação, de meia hora de duração, foi realizada em 1964 e contém músicas compostas por John Lennon e Paul McCartney, assim como versões de melodias de outros artistas, afirmou a Cameo, com sede em Berkshire, no sul da Inglaterra.

A fita apareceu recentemente no norte da Inglaterra, no sótão de um homem que trabalhou na indústria da música, afirmaram os leiloeiros sem fornecer mais detalhes.

No primeiro trecho da gravação, surgiam as vozes de Lennon e McCartney, que brincam e riem enquanto tentam gravar a canção "I'll Follow The Sun".

"Isto vai ser mais e mais divertido à medida que avançar a noite. E são 23 horas, sabe?", comenta Lennon em uma ocasião, enquanto McCartney aposta em tentar gravar a canção "mais uma vez".

Segundo os cálculos da Cameo, a gravação do quarteto de Liverpool formado por Lennon, McCartney, George Harrison e Ringo Starr poderá alcançar um preço de até 12 mil libras (R$ 37,2 mil).

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quinta-feira, 31 de julho de 2008

Sale a subasta una grabación de los Beatles desaparecida desde los años 60


La cinta, que incluye canciones y bromas entre Lennon y McCartney, podría venderse por más de 15.000

EFE - Londres - 01/08/2008


Los Beatles siguen agrandando su leyenda a pesar del paso de los años y cualquier material relacionado con la mítica banda de Liverpool también tiene el poder de agrandar la cartera de quien lo ponga en venta. Los último, una cinta del grupo que llevaba desaparecida desde los años sesenta y que incluye canciones y bromas de los miembros del mítico grupo será subastada por la empresa Cameo el próximo 5 de agosto.

Beatles, The

A FONDO

Género:
Pop - rock internacional
Último disco:
The beatles live (edición especial)

La grabación, de media hora de duración, se efectuó en 1964 y contiene canciones compuestas por John Lennon y Paul McCartney, así como versiones de melodías de otros artistas. La cinta apareció recientemente en el norte de Inglaterra en el ático de un hombre que ha trabajado en la industria de la música, según asegura la casa de subastas aunque sin aportar más detalles.

En la primera cara de la grabación se aprecian las voces de Lennon y McCartney, que gastan bromas y se ríen mientras intentan grabar la canción I'll follow the sun. "Esto va a ser más y más divertido a medida que avance la noche. Y son las once, ¿sabes?", comenta Lennon en una ocasión, en tanto que McCartney apuesta por intentar "una vez más" grabar la canción.

Según los cálculos de Cameo, la grabación del famoso cuarteto de Liverpool (Lennon, McCartney, George Harrison y Ringo Starr) podría alcanzar un precio de hasta 12.000 libras (unos 15.250 euros).

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