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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Dilma diz que o dinheiro dos Brasileiros pode dar grande ajuda econômica a Cuba


(sem consultar o povo que a sustenta , Dilma oferece o dinheiro de brasileiros a Cuba, não é meigo?)

31 de janeiro de 2012 | 17h 47


REUTERS
A presidente Dilma Rousseff disse nesta terça-feira que o Brasil pode dar uma grande contribuição para reanimar a frágil economia de Cuba e destacou os projetos de cooperação que o governo brasileiro mantém com a ilha.
A visita de Dilma, que chegou na segunda-feira para uma viagem de dois dias, ocorre em meio a uma série de 300 reformas impostas pelo governo comunista para revitalizar o modelo econômico de estilo soviético que mantém o socialismo vivo no país.
"A grande contribuição que nós podemos dar aqui em Cuba é ajudar a desenvolver todo o processo econômico", disse Dilma a jornalistas após prestar homenagem à estátua de José Martí, líder da independência cubana do século 19.
"É um tipo de cooperação na qual todo mundo ganha. Ganha o Brasil por fazer uma cooperação... com o povo e toda uma estrutura excepcional, que é visivelmente competente, capaz, na área de biotecnologia, na área de ciências médicas", disse.
Depois, Dilma foi recebeida pelo presidente cubano, Raúl Castro, na sede do governo comunista.
Na agenda de Dilma, estava prevista ainda uma visita ao porto Mariel, cerca de 45 quilômetros a oeste de Havana, para observar os andamentos da modernização de um terminal de contêineres, financiado pelo Brasil e calculado em 800 milhões de dólares.
"Nós participamos não somente construindo o porto, mas também trazendo para cá uma cooperação que eu considero estratégica para o Brasil e para Cuba", disse.
As obras no porto Mariel são realizadas pela construtora brasileira Odebrecht e devem ser concluídas em janeiro de 2013. Elas incluem uma "zona especial de desenvolvimento", com indústrias para exportação e para abastecer o mercado cubano.
Brasília e Havana participam de várias iniciativas, vínculos que foram fortalecidos durante o mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Cuba, por exemplo, solicitou em novembro um crédito de 200 milhões de dólares para importar maquinário agrícola e, nesta semana, a Odebrecht assinou um contrato com um grupo do setor de açúcar para aumentar a produção da commodity e a capacidade de moagem num engenho do centro-sul da ilha.
Dilma citou ainda a questão dos direitos humanos, sempre polêmica em relação a Cuba, que é acusada por dissidentes de violações. A presidente disse que o tema não deve ser usado para criticar apenas alguns países e deve ser discutido de maneira multilateral.
(Reportagem de Nelson Acosta)






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26/10/2008 free counters

domingo, 18 de setembro de 2011

#lula : Raúl Castro destaca avanços em porto financiado pelo Brasil


HAVANA — O presidente de Cuba, Raúl Castro, visitou no sábado as obras de ampliação do porto de Mariel, 50 km ao oeste de Havana, que são financiadas pelo Brasil.
"Esta obra tem uma importância econômica extraordinária não apenas para o desenvolvimento atual do país, mas também para o futuro", disse Raúl Castro, antes de destacar os "avanços nas obras de construção".
Em junho, Castro visitou o local com o ex-presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, que inaugurou em fevereiro de 2010 as obras, na última de suas quatro viagens à ilha como chefe de Estado.
O Brasil financiou 300 milhões de dólares - dos 600 previstos - para a construção de um cais de 700 metros, uma estrada e uma ferrovia entre Mariel e Havana, a dragagem do porto, a construção de diques, armazéns e outras obras, que são executadas em uma associação internacional, formada pelo grupo brasileiro Odebrecht e uma construtora cubana.
O Mariel, cenário do maior êxodo de Cuba para os Estados Unidos - 125.000 pessoas em 1980 -, substituirá comercialmente o porto de Havana como o principal do país.


Exibir mapa ampliado

Em visita a Cuba, Lula visita obras do porto de Mariel ao lado de Raúl Castro

Parceria com empresas brasileiras financiou construção de estrada e ferrovia até Havana, construção de diques e dragagem do porto

iG São Paulo | 01/06/2011 19:32
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O presidente cubano, Raúl Castro, e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que chegou na terça-feira à ilha, visitaram na manhã desta quarta-feira obras do porto de Mariel, a oeste de Havana, cujas instalações estão sendo ampliadas para transformá-lo no principal porto comercial da ilha, em um projeto que conta com financiamento brasileiro.


Foto: AFP Ampliar
Lula chegou à capital Havana na terça-feira e foi recebido pelo chanceler cubano, Bruno Rodriguez (31/5/2011)
As obras de Mariel, a cerca de 40 quilômetros de Havana, estão sendo executadas a partir de uma associação de empresas cubanas e brasileiras. O Brasil financiou US$ 300 milhões - dos US$ 600 milhões previstos - para a construção de uma estrada e uma ferrovia entre Mariel e Havana, além de dragagem do porto, construção de diques, armazéns e outras obras.
As novas instalações devem ficar prontas em 2014, segundo disse em Havana Marco Aurélio Garcia, assessor da Presidência da República, durante uma visita à ilha realizada em março.
Mariel, cenário do maior êxodo de pessoas de Cuba para os Estados Unidos – somente em 1980 125 mil tentaram deixar a ilha pelo porto - substituirá comercialmente o porto de Havana como o principal do país, devido à maior profundidade de sua costa e melhor localização para operações com grandes navios.
Agenda


Segundo fontes do Itamaraty, a agenda de Lula para esta quarta-feira inclui ainda um encontro com a comunidade brasileira na ilha e uma possível visita ao ex-presidente Fidel Castro, afastado do poder desde 2006 por problemas de saúde.
A visita de Lula à ilha começou nesta terça-feira com uma reunião com Raúl Castro que também contou com a participação de assessores brasileiros, o embaixador do Brasil em Havana, José Martins, e os ministros cubanos das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez, e de Comércio Exterior e Investimento Estrangeiro, Rodrigo Malmierca.
Trata-se da primeira viagem que o ex-presidente brasileiro a Cuba desde que concluiu seu mandato, durante o qual visitou a ilha em quatro ocasiões, sendo a última em fevereiro de 2010.
Lula chegou a Cuba procedente das Bahamas. O ex-mandatário deixará o país caribenho na quinta-feira rumo a Caracas, onde participará de reunião com o presidente venezuelano, Hugo Chávez.
*Com EFE e AFP









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26/10/2008 free counters

domingo, 19 de junho de 2011

#cuba Fidel, Raul Castro visit Venezuelan president





Picture taken on June 17, 2011, provided by Cubadebate, shows the president of Cuba Raul Castro (R), accompanied by the historical leader Fidel Castro (L), talking with the president of Venezuela Hugo Chavez, who is recovering from surgery in a hospital in Habana, capital of Cuba. (Xinhua/Cubadebate)

Granma did not provide any details on Chavez's surgery or how long he would stay on the island.

Chavez arrived in Havana on June 8, but two days later he reportedly received a surgery on pelvic abscess.

From Havana, Chavez reportedly has kept in contact with the members of his cabinet and instructed them on various government issues.

Venezuela's National Assembly ratified on Wednesday the requested authorization for Chavez to stay out of the country while recovering from his surgery.

Venezuela is Cuba's main political and economic ally. The two nations have signed many economic agreements.




Picture taken on June 17, 2011, provided by Cubadebate, shows the historical leader Fidel Castro (L), talking with the president of Venezuela, Hugo Chavez, who is recovering from surgery in a hospital in Habana, capital of Cuba. (Xinhua/Cubadebate)


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Fidel y Raúl visitan a Chávez. Foto: Estudios Revolución

El Comandante en Jefe Fidel Castro Ruz y el Presidente de los Consejos de Estado y de Ministros, Raúl Castro Ruz, visitaron este viernes 17 al Comandante Presidente Hugo Chávez Frías.

En el fraternal encuentro, pasaron revista a los estrechos vínculos entre Venezuela y Cuba y trataron diversos temas de la situación internacional.

El Presidente Chávez se recupera satisfactoriamente, cumple las indicaciones médicas y se mantiene en estrecha coordinación con el Vicepresidente y otros ministros venezolanos al tanto de los principales asuntos de su país.

Mensaje de Los Cinco

Querido compañero Hugo Chávez:

Hasta nuestras celdas en las entrañas del imperio ha llegado la noticia de su condición médica.

Le deseamos un pronto restablecimiento para que pueda incorporarse plenamente a sus tareas, a las que se dedica con tanta pasión, esfuerzo y entrega.

Esperamos que con el mismo entusiasmo se dedique ahora a la restitución de su salud.

Nuestra América y la humanidad le necesitamos por muchos años, vibrante y lleno de energía, para que libre junto a todos las nuevas batallas que demanda un mundo absurdo, en peligro de autoinmolación a manos de un puñado de fanáticos del capital.

No se nos consuma. Nos urge su energía vital para impedir que nos consuman ellos.

Un abrazo de Patria o Muerte

Hasta la Victoria Siempre

Gerardo Hernández Nordelo, Ramón Labañino Salazar, Antonio Guerrero Rodríguez, Fernando González Llort, René González Sehwerert

Fidel y Raúl visitan a Chavez. Foto: Granma

Fidel y Raúl visitan a Chávez. Foto: Estudios Revolución

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Fidel y Raúl visitan a Chávez. Foto: Estudios Revolución

Fidel y Raúl visitan a Chávez. Foto: Estudios Revolución

Fidel y Raúl visitan a Chávez. Foto: Estudios Revolución


Domingo, 19 de junio de 2011




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26/10/2008 free counters

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Hugo Chávez afirmó que su operación en Cuba resultó "muy exitosa"


El presidente venezolano rechazó que la ausencia en el cargo cree una situación legal especial e insitió que continúa al mando del Gobierno

Lunes 13 de junio de 2011 - 01:12 am
Cuba, Venezuela
(AP)

Caracas (AP). El presidente venezolano, Hugo Chávez, dijo hoy que su operación fue “muy exitosa” y que los estudios no dieron “ninguna señal maligna” tras ser intervenido quirúrgicamente en Cuba por un absceso pélvico.

“Me han hecho biopsias, estudios, microbiología, distintos laboratorios y no hay ninguna señal maligna ahí”, dijo el mandatario por vía telefónica desde Cuba a la cadena regional de noticias “Telesur” mientras esta entrevistaba a su canciller Nicolás Maduro.

Ambos rechazaron versiones de la oposición respecto a que la ausencia del presidente crearía una situación legal especial en el país, e insistieron que Chávez continúa al mando del gobierno. En cuanto a la fecha de su regreso, señalaron que los médicos decidirán cuándo puede volver según se vaya recuperando.

“Es una lesión sensible. No hay que apresurarse de ninguna manera”, comentó el presidente.

La oposición había pedido horas antes que se ampliaran los detalles de la enfermedad y el proceso de recuperación del mandatario.

“La ausencia de más de 5 días consecutivos del Presidente requiere autorización de la Asamblea Nacional (...) debe informar a la Asamblea Nacional y evitar incertidumbre”, dijo en su cuenta de la red social Twitter la diputada opositora María Corina Machado.

Sobre la emergencia, el canciller precisó que Chávez sintió molestias abdominales durante su gira y que luego se le incrementaron en Cuba, donde fue evaluado por médicos de confianza del retirado líder de la isla Fidel Castro.

“Había que actuar lo más rápido posible porque es una región delicada que si no se actúa rápido, puede provocar una obstrucción severa”, detalló luego el mismo Chávez.

El presidente, a quien se le ha visto usar bastón las últimas semanas debido a una lesión en la rodilla izquierda, llegó el miércoles a la isla tras visitar Brasil y Ecuador, y fue operado el viernes en la mañana debido al absceso pélvico.

Durante su breve conversación telefónica con “Telesur”, Chávez agradeció a sus partidarios que se concentraron durante el día en varias plazas de Venezuela para enviarle palabras de aliento.







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26/10/2008 free counters

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Cubano morto teria deixado mais um dossiê

Acusações


Publicada em 03/02/2011 às 23h40m
O Globo

RIO - O assassinato do jornalista e religioso cubano Rafael Zamora Diaz, de 51 anos , morto a tiros na noite de terça-feira no Cosme Velho, já conta com duas versões. Em dossiê entregue a deputados da Alerj em setembro do ano passado, Zamora se disse ameaçado por um policial civil, que suspeitava de um relacionamento amoroso entre o cubano e a mulher. Na mesma época, Zamora fez a denúncia à Comissão de Igualdade Racial da OAB, mas identificou o autor das ameaças como um assessor do Palácio Guanabara. Como nenhum dos dossiês foi divulgado, não é possível saber se os acusados são a mesma pessoa.
Clemente e Olga Zamora, irmãos do jornalista, contaram que ele recebia ameaças por telefone e pela internet há cerca de um ano. Segundo relatos, Zamora, que era presidente-fundador da Sociedade de Ifá e Cultura Afro-Cubana no Brasil, chegou a conversar com o policial e negou que tivesse um romance com a mulher dele, afirmando que estava apenas "dando apoio espiritual".
Segundo parentes, Zamora foi morto quando estacionava seu carro, por volta das 22h, no Largo do Cosme Velho, a dez metros de sua casa, na Ladeira dos Guararapes, onde vivia com o filho, de 20 anos. Segundo um policial do 2 BPM (Botafogo), Zamora foi atingido por sete tiros de pistola calibre 9 mm e morreu na hora. Rafael Zamora morava no Rio há 20 anos.



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26/10/2008 free counters

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

The Cuban Revolution No Longer Enchants / Iván García

http://translatingcuba.com/

Jean Paul Sartre and his wife, Simone de Beauvior, with Che in Havana in the '60s.

Left behind was the romantic stage, when a notable majority of leftist intellectuals pinned their hopes on the Revolutionary hurricane of Fidel Castro and Che Guevara.

A Cuba that clouded the reason of heavyweights in the world of letters such as Jean Paul Sartre, Julio Cortázar and José Saramago has lost its steam.

The “snob appeal” and the novelty of hundreds of poets, painters, musicians casually strolling through the streets of Havana in the ’60s, surrounded by the bustle of soldiers, where there was no hour for appointments and conversations could well last three days and two nights, said adiós long ago.

Gone to a better life are the talks on Castro’s yacht, spear fishing and drinking rum, while the guerrilla commander, with his ever-present cigar and his mania for talking without listening to others, spoke of his lavish plans that would convert the sugar-cane island into a Caribbean paradise.

Like every Utopia, it collapsed. The Cuban government no longer casts a spell on the planet’s intellectuals. It started to play hardball. The Revolution was institutionalized in the ’70s and then came the Five Grey Years. Along with the ridiculous plans dictated by the bureaucrats. The illusion died.

Cuba allied itself to the USSR and some intellectuals were condemned to ostracism, for being gay or for not reflecting the epic deeds of Castro and his Revolution in their works.

Then Real Socialism took over almost all aspects of Cuban cultural life. The pavones* came to the fore and guys such as Heberto Padilla were in prison. Giants such as Lezama or Virgilio Piñera were regarded with disfavor. Mediocre writers like Manuel Cofiño were applauded.

Some European and Latin American intellectuals broke the unwritten agreement of support and devotion for Fidel Castro. Vargas Llosa threw the first stone. It was not taken well, because a majority of the notable men of letters still believed in the righteous work of the bearded Caribbean.

In Franco’s Spain, “liberals” like the Seville attorney Felipe González and a colorful club of Iberian thinkers and artists read the extensive speeches of Castro in one sitting.

Che was an icon. To visit the shrine of the Cuban Revolution was more exciting than a tour of Paris.

Havana began its decline. Slowly it lost its allure as a dazzling metropolis. Cutting cane was an obligation for Cubans and a hobby for foreigners. Indeed, scarcities mounted and buses were rare. People dressed as in Mao’s China, but an entire people tightened their belts and pledged to take heaven by storm.

By the ’80s, the enchantment was gone. Bad news reached the dreamy European intellectuals: Cubans also wanted to earn money, dress well, wear name-brand perfumes, drive nice cars, travel the world as tourists and visit Disneyland.

Despite Cubans’ capitalist aspirations, artists in the style of Víctor Manuel, the Catalan Joan Manuel Serrat or Joaquín Sabina continued to appreciate the son of a Galician soldier who had gone to the island to preserve, at any price, the most precious jewel in the Spanish crown.

With the fall of the Berlin Wall and the disappearance of the once powerful Soviet Union, hundreds of leftist intellectuals began to look at Cuba through a magnifying glass. It was obvious: There were no presidential elections. Castro started to see himself like a newly minted Napoleon, sending his troops to different African countries.

If you have opinions which differ from those of the government, you could go to prison. And the people continue to live badly and eat little, with a ration book in force since 1962. Hundreds jumped the fence of an embassy, or launched themselves in a rickety raft on a shark-filled sea, looking for freedom and a better life on the other shore.

And now we come to the 21st century. Castro continued the same. Blinded by his Numantian position and imprisoned opponents. In 2003, the Portuguese José Saramago said, “Up to this point, I’ve gone along.” Spanish musicians, artists and intellectuals also grew tired of applauding the comandante, who now seemed like an old fraud. They didn’t care if the fault was Fidel Castro’s or the United States’. That fact is that many decided not to return to Cuba.

The death of Orlando Zapata Tamayo, political inertia, economic disaster, and the desire among a growing part of Cuban society for political changes, set off alarms and touched the sensibilities of European intellectuals.

Now the Revolution is cornered by the criticisms of cultured people throughout the world. Ana Belén slammed the door. Bosé and Juanes don’t see the situation clearly. And though still wearing kid gloves, they are aware that something is not working on the island.

Every day there are more desertions from the army of admirers of the olive-green Revolution. Few are left. Eduardo Galeano in Uruguay. A silent and ill García Márquez who says nothing, more from loyalty and friendship for Castro than from conviction.

The truth is that those who currently blindly support the Castro brothers are a tiny chorus. The great and famous flew away several springs ago.

*Translator’s note: “Pavon” means “peacock” and also refers to Luis Pavon Tamayo who headed the Cuban Culture Council during this time of heavy censorship.

January 1, 2011





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26/10/2008 free counters

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

#Farc saluda elección de #Dilma a la presidencia de Brasil

Farc saluda elección de Dilma a la presidencia de Brasil
ANNCOL
Para todos nuestros lectores en todo el mundo mensaje conocido por ANNCOL en el día de hoy:

Compatriota
DILMA ROUSSEFF
Presidenta electa del Brasil
Desde las montañas de Colombia, nuestro saludo cordial, bolivariano, con anhelo de Patria Grande.

Permítanos adherimos a la justificada alegría del gran pueblo de Luis Carlos Prestes, ante el hecho relevante de tener, por primera vez en la historia del Brasil, una presidenta; una mujer ligada siempre, a la lucha por la justicia.

Presidenta Dilma, para usted, nuestro aplauso y reconocimiento.

Su exaltación a la presidencia de la República Federativa, sumada a su pública convicción de la necesidad de una salida política al conflicto interno de Colombia, ha centuplicado nuestra esperanza en la posibilidad de alcanzar la paz por la vía del diálogo y la justicia social.

Estamos seguros que la nueva presidencia del Brasil jugará papel determinante en la aclimatación de la paz regional y en la hermandad de los pueblos del continente.

De usted, atentamente,

Secretariado del Estado Mayor Central de las FARC-EP
Montañas de Colombia, Noviembre 1 de 2010

La guerrilla colombiana de las FARC saluda la elección de Rousseff en Brasil
(AFP) – 12/11/2010  
BOGOTÁ — La guerrilla izquierdista colombiana de las FARC "saludó" la elección de Dilma Rousseff como primera presidenta de Brasil y destacó "su pública convicción de una salida política al conflicto interno de Colombia", en un comunicado divulgado este viernes en internet.
"Nuestro saludo cordial, bolivariano, con anhelo de Patria Grande", dijo las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC), que consideró como un "hecho relevante" que por primera vez una mujer hubiera sido elegida presidenta de Brasil.
"Su exaltación a la presidencia de la República Federativa, sumada a su pública convicción de la necesidad de una salida política al conflicto interno de Colombia, ha catapultado nuestra esperanza en la posibilidad de alcanzar la paz por la vía del diálogo y la justicia social", agregó la declaración.
"Estamos seguros que la nueva presidencia del Brasil jugará papel determinante en la aclimatación de la paz regional y en la hermandad de los pueblos del continente", agrega el texto, suscrito por el Secretariado del Estado Mayor Central de las FARC (cúpula de esa guerrilla), y fechado el 1 de noviembre.
El comunicado fue divulgado este viernes en la página en internet de la agencia informativa Anncol, que difunde información de esa guerrilla.
Rousseff, 62 años, quien militó en la guerrilla de su país durante la dictadura militar y estuvo presa, fue elegida presidenta del gigante latinoamericano en los comicios del pasado 31 octubre.
Las FARC, con 46 años de lucha armada contra el Estado colombiano, es la principal guerrilla izquierdista que opera en el país, con un estimado actualmente de 7.000 combatientes, según el ministro de Defensa, Rodrigo Rivera.
Asimismo, la guerrilla izquierdista expresó su "condolencia" a la presidenta de Argentina, Cristina Férnandez, por la muerte de su esposo, Néstor Kirchner, y agradeció su "preocupación por la paz de Colombia". "A su Excelencia (la presidenta), a la familia Kirchner, nuestra solidaridad y condolencia por el deceso del ex presidente Néstor Kirchner. Nos sumamos al sentimiento del pueblo argentino seguidor de sus banderas sociales", dijeron en internet.
"Ha partido un latinoamericano insigne. Un hombre que batalló denodadamente por la consolidación de un organismo multilateral independiente del poder de Washington", agregó el texto. Las FARC señalaron que "siempre agradeceremos su humana preocupación por la paz de Colombia, su participación en los procesos de liberación de prisioneros de guerra (rehenes civiles y uniformados) en el marco del conflicto social y armado que vive el país, y la eficiencia de su diplomacia serena para restablecer la concordia entre naciones hermanas".
Kirchner estuvo en Colombia a finales de diciembre de 2007 para participar en una fracasada operación de liberación de dos rehenes de las FARC, las políticas Clara Rojas y Consuelo González.
En el comunicado, fechado el 30 de octubre, tres días después del súbito fallecimiento del ex mandatario (2003-2007) y quien se desempeñaba como secretario de la Unión de Naciones Suramericanas (Unasur), las FARC renovaron su llamamiento a que se les permita debatir en ese foro subcontinental. "Sea esta la ocasión para reiterarle a la Unasur los puntos de vista expuestos en la carta que dirigimos el mes de agosto pasado", puntualizaron las FARC, que habían pedido a ese foro ser escuchadas sobre su visión del conflicto colombiano.


http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5gADYK4IzUyYq0Ssmq1envGnAI9Pg?docId=CNG.db23b96235b39b2b24f6062d3fb17753.ba1&hl=es

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26/10/2008 free counters

sábado, 6 de novembro de 2010

#Cuba inicia proceso de identificación de víctimas de accidente aéreo



Cuba inicia proceso de identificación de víctimas de accidente aéreo



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 Equipo de expertos cubanos trabaja en la búsqueda de información para esclarecer accidente aéreo. (Foto: EFE)
Equipo de expertos cubanos trabaja en la búsqueda de información para esclarecer accidente aéreo. (Foto: EFE)

El experto forense de Cuba señaló que la investigación del accidente aéreo ocurrido el pasado jueves en el centro de la isla caribeña donde perdieron la vida 68 personas, la realiza íntegramente personal cubano. Indicó que la nación dispone de una red nacional de criminalística.

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TeleSUR _ Hace: 01 hora
Cuba inició el proceso de identificación de las 68 personas que murieron este jueves en un accidente aéreo ocurrido en la región central de la isla caribeña. Las autoridades de esta nación cuentan con los recursos y personal capacitado para investigar la tragedia aérea, señaló el experto forense cubano doctor Jorge González Pérez.

González Pérez también rector de la Universidad de Ciencias Médicas de La Habana, explicó al diario cubano Gramma que Cuba dispone de una red nacional de criminalística "con los recursos, materiales y el personal necesario y especializado, todo lo cual permite asumir con seriedad la identificación de las víctimas".

La investigación se realiza "íntegramente por personal cubano para lo cual, además del equipo que trabaja en Sancti Spíritus
(a 362 kilómetros de La Habana cercana a la presa Zaza, el mayor embalse de Cuba) ya se activó otro grupo de expertos" en La Habana que "labora en la búsqueda de la información requerida para un proceso como este", señaló González Pérez.

El especialista de reconocido prestigio en la isla caribeña dijo que resulta "encomiable (loable) la manera en que logró preservarse el lugar de los hechos y las facilidades de acceso y comunicación creadas al equipo que labora in situ (lugar)", así como el apoyo permanente de las principales autoridades de Sancti Spíritus y al país en general.

La corresponsal de teleSUR en Cuba, Mailing Alonso informó
que actualmente "se está procediendo con el análisis de identificación de los cuerpos para el repatriamiento" de las personas extranjeras que fallecieron en el accidente.

Alonsó comentó que existe una dinámica de trámites consulares "por parte de todas las embajadas que están abocadas a la repatriación".

Indicó además que el Gobierno de Argentina enviará un avión a Cuba para la repatriación de nueve ciudadanos argentinos, que perdieron la vida el pasado jueves cuando el avión en el que viajaban se precipitó a tierra.

Informó que antes de que comience la repatriación de los extranjeros fallecidos "los cuerpos tienen que ser identificados" en el Instituto de Medicina Legal de la capital cubana.

Alonso reportó que en la localidad de Sancti Spíritus continúa la comisión de expertos del Instituto de Aeronáutica Civil de Cuba (IACC) "con el levantamiento del avión".

Asimismo, señaló que durante este viernes se encontró la caja negra del avión ATR-72 "un elemento clave para el esclarecimiento del accidente" .


En el avión siniestrado llevaba 40 pasajeros cubanos y otros 28 extranjeros, entre ellos nueve argentinos, siete mexicanos, tres holandeses, dos alemanes, dos austriacos, un francés, un italiano, un japonés, una venezolana y un español.

Las autoridades locales y vecinos de las comunidades de Mayábuna y Vanguardia cercanas al lugar del accidente, comentaron que la aeronave realizó unos "movimientos bruscos" en el aire, por lo que se precipitó de inmediato a tierra. Posteriormente, el avión ATR-72 se incendió, dijeron los testigos.

Tomás no afectó a Cuba

Por otro lado, Tomás que este sábado se debilitó y se convirtió nuevamente en tormenta tropical no afectó a Cuba tras su paso este viernes por la isla caribeña.

La corresponsal de teleSUR informó que este viernes Tomás pasó por la isla "sin dejar consecuencias materiales y fatales"

Señaló que este sábado en Cuba "se han sentido los vientos de lluvias, pero Tomás se está alejando"

Comentó que en la zona occidental de la isla caribeña se ha registrado un frente frío.

A las 12H00 GMT de este sábado, el centro de Tomás se encontraba a 110 kilómetros al norte de Turcos con vientos de 110 kilómetros por hora y se mueve rápidamente a 24 kilómetros por hora en dirección noreste, informó el Centro Nacional de Huracanes (CNH) de Estados Unidos, con sede en Miami (sureste).



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sábado, 11 de setembro de 2010

#NEWS Fidel Castro says U.S. magazine misinterpreted his words


2010-09-11 10:52:57

Former Cuban President Fidel Castro attends the presentation of his new book "La Victoria Estrategica" (The Strategic Victory) at Havana's University.

HAVANA, Sept. 10 (Xinhua) -- Former Cuban leader Fidel Castro said Friday that his statements published on the U.S. magazine The Atlantic was misinterpreted.

The American reporter from the magazine, Jeffrey Goldberg, visited Castro earlier this month. He said when he asked Castro whether the Cuban model was still something worth to export, the former leader replied "the Cuban model doesn't even work for us anymore."

Castro dismissed this at Havana University during the unveiling of his book "Strategic Counteroffensive," the second book on his revolution.

"It's obvious that implicit in the question was the theory that Cuba was exporting the revolution," he said, adding that it was funny to see Goldberg interpreted his remarks word-for-word.

"I said that with no bitterness or concern," Castro said, "but the real thing is that my answer meant the exact opposite of what Goldberg and the analyst Julia Sweig, who accompanied him, interpreted on the Cuban model."

Castro said his idea was that the capitalist system, which is leading the world from crisis to crisis, no longer works for either the United States or the world, let alone a socialist country like Cuba.

Castro met Goldberg in Havana on Sept. 1. The Atlantic magazine published the interview on Wednesday.



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26/10/2008 free counters

sábado, 4 de setembro de 2010

#CUBA El disidente cubano Guillermo Fariñas fue operado de urgencia de la vesícula



Guillermo Fariñas, disidente cubano.

Foto: Archivo / EL TIEMPO

Guillermo Fariñas, disidente cubano.

Fariñas se encuentra "grave pero estable", aseguro su esposa, Clara Pérez.

El disidente cubano Guillermo Fariñas, que pasó más de cuatro meses en huelga de hambre para pedir la libertad de los presos políticos enfermos, fue operado de urgencia para extirparle varios cálculos de la vesícula, informó su familia.

"Guillermo fue operado de urgencia de la vesícula porque la tenía llena de cálculos, lo que le había provocado varias crisis, pero hoy tuvo varios vómitos, fuertes dolores en el abdomen y mucha inflamación", explicó su hermana Raisa Fariñas por teléfono desde la ciudad central de Santa Clara, donde reside el opositor y su familia.

Según dijo Raisa Fariñas, su hermano fue intervenido este mediodía en el hospital "Arnaldo Milián Castro", y los médicos indicaron que tras el proceso posoperatorio sería trasladado a la misma sala de terapia intensiva de ese centro donde pasó la mayor parte de su última huelga de hambre y de sed.

Su hermana señaló que después que salió del hospital el opositor había presentado al menos dos crisis vesiculares, pero "los médicos temieron operarlo porque ha estado recibiendo un tratamiento con anticoagulantes" para la trombosis en la vena yugular que contrajo durante la huelga.

Guillermo Fariñas estuvo en ayuno desde el pasado 24 de febrero, tras la muerte del opositor preso Orlando Zapata Tamayo a causa de una huelga de hambre de 85 días, y para exigir la liberación de los presos más enfermos.

El psicólogo y periodista independiente de 47 años abandonó la huelga el pasado 8 de julio, después de que el Gobierno cubano anunciara su compromiso de liberar a 52 disidentes del Grupo de los 75, condenados en 2003, fruto de un inédito diálogo abierto en mayo pasado con la jerarquía de la Iglesia católica de la isla.

Hasta la fecha suman 28 los presos políticos de ese grupo liberados que han viajado a España siguiendo el proceso de excarcelaciones resultante de ese diálogo, que es apoyado por el Ejecutivo español.

La Habana
EFE



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26/10/2008 free counters

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Hugo #Chávez visitó #Cuba por sorpresa y se reunió con #Fidel y Raúl Castro


Fidel Castro dialoga con Hugo Chávez en la visita sorpresa del mandatario a Cuba. | Afp

Fidel Castro dialoga con Hugo Chávez en la visita sorpresa del mandatario a Cuba. | Afp

  • Entre otros temas, abordaron 'los graves riesgos de la guerra nuclear'
  • Chávez mostró satisfacción por el 'magnífico estado' de salud de Fidel

El presidente de Venezuela, Hugo Chávez, se reunió este miércoles en La Habana con el líder de la revolución cubana Fidel Castro, y su hermano, el presidente Raúl, durante una visita de varias horas no anunciada previamente, según informaron medios oficiales.

El presidente venezolano, que ya abandonó La Habana, sostuvo primero un encuentro "emotivo y fraternal" con el ex presidente Fidel Castro, que se extendió por unas cinco horas, y declaró su satisfacción por el "magnífico estado" de salud de que goza Fidel, de 84 años y que parece repuesto de la grave enfermedad que sufrió en 2006.

Chávez y Castro abordaron diversos asuntos de la actualidad internacional, indicó la nota divulgada, junto con varias fotos, por la televisión estatal y el sitio digital Cubadebate.

Ambos líderes trataron en particular sobre "los graves riesgos de una guerra nuclear que se cierne sobre la humanidad", que es el tema que prácticamente monopoliza las últimas intervenciones públicas de Fidel y sus artículos de "reflexiones".

Según la fuente, Chávez "reconoció el destacado papel que está desempeñando Fidel en el logro de una conciencia universal para evitar una conflagración de incalculables consecuencias para el género humano".

Asimismo subrayó que Chávez mostró "su satisfacción por el magnífico estado de salud" de Fidel Castro, quien compartió con el mandatario venezolano pasajes de su nuevo libro "La contraofensiva estratégica", a punto de ser publicado.

La fuente indicó que en una reunión posterior Chávez y el presidente Raúl Castro pasaron revista "al desarrollo de los ejemplares vínculos políticos y económicos" entre los dos países.

En julio pasado Chávez suspendió una visita a la isla en la que tenía previsto firmar acuerdos bilaterales, pero en 2009 visitó a Castro al menos en tres ocasiones, convirtiéndose en el estadista que más veces ha visitado al ex presidente cubano durante su convalecencia.

El Gobierno de Hugo Chávez ha sido en los últimos años el principal aliado político y el mayor socio comercial de Cuba. El intercambio bilateral pasó de 200 millones de dólares en 2005 a 3.000 millones en 2009.

Venezuela suministra a Cuba cerca de 100.000 barriles diarios de petróleo y derivados, que la isla retribuye principalmente con servicios médicos, maestros, entrenadores deportivos y asesores en otras áreas.



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26/10/2008 free counters

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

#Fidel Castro warns of possible #nuclear war's harm to U.S. children, youths

HAVANA, Aug. 19 (Xinhua) -- Former Cuban leader Fidel Castro Thursday said efforts should be made to prevent U.S. children and youths from being harmed by a possible U.S.-launched nuclear war against Iran.

"It's terrible to think that the minds and feelings of American children and youths will be mutilated by wars," Castro said in the second part of his "Reflection" entitled "Global Governance," published by the official media.

"We must fight now to avoid those young people to be taken into a nuclear holocaust, to maintain as much as possible their physical and mental health, and to create the ways in which human beings could be liberated from this terrible fate," he said.

Castro also referred to the book "The Secrets of Bilderberg Club" written by the Russian journalist Daniel Estulin.

Castro described the 475-page book as "fabulous" and "fantastic," said it "shatters the great gurus" including former U.S. Secretary of State Henry Kissinger, British Finance Minister George Osborne, and presidents of Goldman Sachs, Coca Cola, France Telecom, Telefonica of Spain, Suez, Siemens, Shell and British Petroleum.

The Bilderberg Club, composed of many politicians, businessmen, kings and other influential people from all over the world, annually holds a behind-the-curtain meeting in an alleged global conspiracy to control global politics, economy and even culture.

Citing paragraphs from the book, Castro said the North Atlantic Treaty Organization (NATO) was founded by the Bilderberg Club, and the Yom Kippur war in the Middle East was also devised by the group to influence the oil market.

The book also told how works of the British pop group The Beatles and the "New Age" culture were utilized to distract the U.S. public from political issues.

The MTV network was the perfect brainwashing machine created by the Bilderberg group to induce young people to hedonism and consumerism, Castro said.

The first Bilderberg conference was organized in 1954 by Prince Bernhard of the Netherlands, while the most recent meeting was held in early June in Spain.


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26/10/2008 free counters

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Cuba eyes more self-employment, not market reforms


HAVANA — With government plans afoot to reshape Cuba's work force by cutting the bloat out of some payrolls, President Raul Castro said he would allow more small private businesses.

The economy is 95 percent in state hands at the moment. Castro's move is aimed at limiting the socioeconomic fallout from planned work force shifts that could target one million excess jobs.

The Council of Ministers "agreed to expand the range of self-employment jobs, and their use as another alternative for workers who lose their jobs," Castro said as he gave a closing address at a biannual session of the National Assembly.

After the crash of the former Soviet bloc, Cuba's cash-strapped government in the 1990s approved a wide range of self-employment. Positions such as beauticians, dog groomers, small restaurant owners and even cigarette lighter refillers were legalized as long as workers got licenses and paid taxes.

But social resentment spread when some workers, particularly in small private restaurants, achieved dramatic levels of success.

The government began increasing taxation and regulation, and decreasing license-granting, until the self-employed sector was largely rendered paralyzed, like most of the economy.

By 2009, there were just 148,000 people out of a work force of five million who were legally self-employed.

Cuba has no regular access to international funding; it depends heavily on the cut-rate oil it gets from Venezuela in order to keep its fragile economy afloat. Tourism earnings and remittances from emigres also are key pillars of the Cuban economy.

Inefficiency is rampant and wages are woefully low.

Cubans' hopes had been running high that change was coming to allow some economic opening in the Americas' only one-party communist regime.

But the Castro government flatly ruled out the possibility of a sweeping turn toward capitalism.

"One cannot speak of reforms," said Economy Minister Marino Murillo.

"We are studying an updating of the Cuban economic model in which socialist economic priorities will be at the forefront, and not the market," he stressed, in a message sure to disappoint many on the island desperately weary after years of hardship and almost no economic or political change.

If there was any welcome news for Cubans, many of whom were fearful that job shifts discussed in state media recently could leave them unemployed for the first time, Castro insisted no massive firings without reassignment of workers would take place.

"No one will be simply left out in the cold" on the employment front, Castro said.

Raul Castro, 79, said he would launch new wage and salary practices early next year. He did not give details.

Three months ago he gave a green light for a test-run privatization of barber and beauty shops.

Under the limited program, the state now rents out shops to workers who used to live mainly on tips and work at home on off hours. Now stylists are able to set their own prices, and are working at improving service. Stylists pay for a license, their rent, social security plus electric and water bills.

Legislative committees have been looking at whether privatization can be expanded in food businesses, long plagued by insufficient supply, high prices, and major problems in the distribution chain, from rampant theft to spoilage.

Castro took the reins from his ailing brother Fidel Castro four years ago, saying he wanted to boost production. But the Cuban government has not made bold policy shifts able to achieve the gains it wants.

So far the government has handed fallow land to Cubans willing to farm it, and has ended the equal scale for salaries for all workers across industries.

But workers still make an average of around 20 dollars a month.


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Inefficiency is rampant and wages are woefully low in Cuba

Map

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