POR REGINA RITO
Rio - Ana Paula Arósio e Wagner Moura foram eleitos, segunda-feira à noite, pela Associação Paulista de Críticos de Arte, melhor atriz e melhor ator de cinema, respectivamente, pelo filme ‘Como Esquecer’, de Malu di Martino, e ‘Tropa de Elite 2’, de José Padilha.
Na TV, ‘A Cura’, de João Emanuel Carneiro, da Globo, foi escolhida a melhor série. ‘Comédia MTV’ levou o de humor. Irene Ravache, o de melhor atriz por ‘Passione’; Murilo Benício, melhor ator por ‘Ti-ti-ti’ e ‘Força Tarefa’, ambos da Globo, e Rodrigo Faro, da Record, o de apresentador. A cerimônia de premiação acontecerá no primeiro trimestre de 2011, no Teatro Sesc Pinheiros, em São Paulo
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Ana Paula Arósio e Wagner Moura são eleitos melhor atriz e ator de cinema
domingo, 18 de abril de 2010
Wagner Moura fala sobre filhos e drogas no Marília Gabriela Entrevista
| Veja a entrevista com Wagner Moura dia 16 de maio. Foto: Eliana Rodrigues |
"Minha esposa está grávida de 6 meses. Eu acho que tenho uma super vocação para ser pai, é uma aventura criar e educar uma criança", disse o ator, de 33 anos, que é casado e tem um filho com a jornalista e fotógrafa Sandra Delgado.
Um assunto que levanta polêmica há décadas é a legalização das drogas. E Wagner aproveitou para dar sua opinião sobre como o tráfico nas favelas poderia ser resolvido.
"Sou a favor da descriminalização das drogas, é uma questão de saúde pública, precisamos começar a falar sobre isso".
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Wagner Moura será pai pela segunda vez
Pai do primogênito Bem, de 3 anos, o ator Wagner Moura se prepara para a chegada de um novo rebento Pai do primogênito Bem, de 3 anos, o ator Wagner Moura se prepara para a chegada de um novo rebento. Sandra Delgado, fotógrafa com quem o ator é casado há mais de seis anos, está grávida de quatro meses e espera o segundo filho do casal. Fernanda Ribas, empresária do ator, será uma das madrinhas. Em tempo, Wagner está no elenco de Tropa de Elite 2, de José Padilha, novamente como Capitão Nascimento. "O Wagner é muito concentrado, quase não há conversa durante as gravações. É tudo muito intenso", contou um dos assessores do filme, que já conta com locações como o famoso Morro Santa Marta e a Alerge, no Rio. Na tarde da segunda-feira 1º, Wagner e equipe trabalharam com mais de 100 pessoas no set, incluindo 80 homens da Polícia Militar do Rio de Janeiro que fizeram uma figuração na trama. As gravações acontecem seis dias por semana e devem terminar em abril.
Thaís Botelho e Poliana Costa
Sulamérica Trânsito
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terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Wagner Moura faz seis papéis em novo longa
da Folha Online
Wagner Moura faz seis papéis diferentes no filme "Vips", produzido pela O2 e baseado em livro homônimo, escrito por Mariana Caltabiano. A montagem do filme sobre a vida de um dos maiores vigaristas brasileiros foi fechada nesta semana.
A informação é da coluna Ooops!, do UOL.
"Vips" conta a saga de Marcelo Nascimento da Rocha, ex-traficante, piloto de avião que, em 2001, foragido da polícia, passou quatro dias convivendo com ricos e famosos num camarote do Carnaval do Recife. Ele fingia ser Henrique Constantino, filho do dono da Gol Linhas Aéreas.
Foi abraçado por modelos, entrevistado por Amauri Jr., levou artistas para passear de avião --pilotado por ele. Acabou preso mais tarde e condenado por vários crimes. Da prisão, deu o depoimento que agora chega às telas.
O longa é dirigido pelo Toniko Melo e estreia dia 30 de julho.
| Luciana Whitaker - 27.mai.2008/Folha Imagem | ||
| Wagner Moura interpreta golpista em filme baseado em história real |
Sulamérica Trânsito
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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Elenco faz treinamento na Zona Oeste para o filme 'Tropa de elite 2
O pesado treinamento dos atores para a continuação de “Tropa de elite” já acontece numa grande área verde na Zona Oeste do Rio. Wagner Moura, André Ramiro e o cantor D’Black, entre outros, botam em prática o que aprenderam na teoria com policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope), como a simulação de invasões de favelas. Teve até exercício com arma em punho e os olhos vendados. Wagner também passou por aulas de jiu-jitsu com o famoso lutador Rickson Gracie.
“Tropa de elite 2” vai mostrar o que aconteceu com o famoso Capitão Nascimento, personagem de Wagner Moura, 12 anos depois de deixar o Bope e agora atuando na Secretaria de Segurança do Rio. O filme tem estreia marcada para o dia 13 de agosto.
Veja o vídeo do treinamento:
Sulamérica Trânsito
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segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Há algo de sexy no reino da Dinamarca: o Hamlet de Jude Law
Spotlight On: Hamlet
Jude Law takes on the iconic role in this new revival.
Ator inglês provoca romaria de mulheres à Broadway todo fim de semana com Shakespeare casual
Jotabê Medeiros, de O Estado de S. Paulo
Jotabê Medeiros/AE
Foto de Jude Law em cartaz na Broadway
"Jude é bonito, mas Shakespeare é melhor", jurou na calçada do teatro, após a sessão, Chelsea Trowbridge, estudante de Inglês que foi ao teatro acompanhada da amiga Danielle Burkee. "Não tenho tanto conhecimento de teatro para julgar as interpretações, mas me parece que ele foi muito bem, assim como todo o elenco." Me engana que eu gosto, Chelsea!
Jude não tira a camisa nem mostra as partes em cena, mas quando brinca como um acrobata nos ombros de dois companheiros de cena, exibindo a forma física de um Diego Hipólito, arranca aplausos emocionados das moças (bom, ele arranca aplausos até quando a fala não é dele...). "Jude é um ator muscular, visceral, e tem uma conexão direta com as emoções mais cruas", defendeu o diretor Michael Grandage.
Bom, ao menos bem treinado Jude Law é. Mas não faz um Hamlet exibicionista, muito ao contrário. Somente às vezes mostra seu coté hollywoodiano, como quando duela com espadas de esgrima com o oponente Laertes. Parece cena de O Gavião do Mar (quando não sugere um clima meio Juventude Transviada). É uma ousadia para o velho Broadhurst Theatre, aberto em 1917 com Misalliance, de George Bernard Shaw. Mas quem está por trás dessa montagem não dá tiro a esmo: trata-se da poderosa Donmar Warehouse, empresa que já produziou espetáculos que ganharam 14 prêmios Tony, 35 prêmios Olivier, 20 prêmios Critics’ Circle.
Descalço em cena a maior parte do tempo, parecendo que veste um pijama da Gap, que acabou de acordar e que está indo para a cozinha pegar um suco na geladeira, Jude Law faz um Hamlet casual, falsamente ordinário, que até imita macaco e caranguejo (Alô, pessoal do Pânico, o homem aprendeu!) e faz uma piadinha levemente homofóbica ao acariciar o braço de Horatio (Matt Ryan) e soltá-lo de supetão ("Isso está ficando esquisito"). As dezenas de casais gays na plateia não chiaram porque, no final, Horatio beija a testa de Hamlet enquanto este morre em seus braços (não era para contar o final? Ah, come on, é Shakespeare!).
O Hamlet de Jude Law e Michael Grandage é um Shakespeare vestido às vezes com roupas da Barneys, noutras com Oscar de La Renta e Dolce & Gabbana e gelzinho para espetar o cabelo. É Shakespeare de casaco de couro tingido com as cores do humor, ou algo parecido. Todos riem do contraponto entre tragédia e comédia que Grandage criou, mas é um tanto sem graça. Tem um momento, quando Hamlet descobre o assassinato do pai, o Rei da Dinamarca (o bom ator veterano americano Peter Eyre), e berra: "Vingança!" Jude vai ao fundo do palco e encobre o rosto, e fica todo mundo tenso, calado. Mas daí ele levanta o rosto e diz: "Que bundão que eu sou!", e todo mundo ri como se concordasse.
O elenco parece escolhido a dedo, todo o povo good looking do teatro - os rapazes são guapos, como Laertes (Gwilym Lee), Horatio (Matt Ryan), James Le Feuvre (cortesão), Alan Turkington (Francisco), Henry Pettigrew (Marcellus) ou Rosencrantz (John MacMillan). Ofélia (Gugu Mbatha-Raw), que é mulata, passeia pelo palco (e canta) com pijaminha de menina de orfanato, fazendo o gênero sexy distraída. O efeito é previsível. "With Shakespeare in love, Hamlet on Broadhurst is phenomenal!", postou logo depois da peça em seu twitter Katrine Hald, de Stamford, Connecticut, fazendo trocadilho com o blockbuster Shakespeare Apaixonado. A Rainha Gertudre (Geraldine James) é um clone da Cate Blanchett, elegantérrima e linda, só que parece mais nova que o filho Hamlet (mas isso não faz a menor diferença).
O ator Ron Cook, que faz o conselheiro Polonius, é o ponta-de-lança do elenco "engraçadinho" (trabalhou na TV nas séries The Lost Prince, The Singing Detective e Little Dorrit). O veterano Peter Eyre se destaca como o fantasma do pai de Hamlet, e mostra versatilidade em drama e comédia nos dois atos (no segundo, ele interpeta um ator que Hamlet usa para desmascarar o padrasto). "Não deixe o reino da Dinamarca sucumbir em luxúria e danação!", exorta, pedindo vingança ao filho, e o público fica sabendo ali o que é um ator convincente.
A versão em dois atos do Hamlet de Shakespeare de Jude Law e Grandage usa buzinas de carro em cena e inverte expectativas. Hamlet diz a famosa frase "To be or not to be" debaixo de uma tempestade de neve. O crânio do rei é "escavado" no meio do palco, na mesma cova em que é enterrado o corpo de Ofélia, bem defronte dos olhos da plateia. "My fate cries out" (Meu destino me chama!), berra Hamlet/Law. Ninguém parece acreditar. "Mesmo que não fosse tão bom eu teria gostado", diz a balconista Melanie Riese, de Las Vegas, saindo da sessão feliz como pinto sai do lixo. Se é bom? Muita gente parece que vai pensando que esse tal Shakespeare é um novo roteirista rico de Beverly Hills. Certamente a implacável Barbara Heliodora teria uma coisinha ou outra para dizer sobre essa versão.
Fui ver e aplaudi:
Gabriel Villela, diretor - Há uma calmaria muito bem calculada no Hamlet de Jude Law. Ausência de ventos, mesmo. Ator astuto, perspicaz, de voz timbrada para tão grande evento, vestindo roupas de andar em casa, ele sabe explorar bem o paradeiro de Elsinore. Preenche-o de pensamentos, ideias ambíguas, até que um próximo pé de vento se aproxime. Então, ele arremessa seu Hamlet no olho do furacão com uma volúpia e um prazer inacreditáveis. Jude Law conta com uma trupe de antagonistas à sua altura, pra melhores, se calhar. No paradeiro dessa montagem franciscana, o livre-arbítrio do protagonista evolui harmoniosamente até se encontrar com o troca-troca de venenos nas espadas e cálices. Atônitos e silenciosos, os sobreviventes contemplam a tragédia de Hamlet, depois olham em coro para nós, espectadores, e parecem parafrasear, com seus semblantes interrogativos, uma das primeiras frases da peça: "Alto aí, plateia! Você sabe quem vem lá?"
Thiago Lacerda, ator - Tudo na montagem é impressionante. O espetáculo é impecável. O uso dos recursos de encenação é milimétrico, assim como a técnica do elenco, que é ótimo. Destaques para o rei e para a rainha Gertrudes, como eu nunca havia visto (e olha que eu já vi algumas montagens desse espetáculo). E Jude Law desfila um talento que, de longe, supera seus trabalhos no cinema, que já indicam o grande ator que ele é. Seu Hamlet é deslumbrante... Na medida e preciso. Para quem está ou vai passar por Nova York durante esta temporada, o espetáculo é imperdível. Foi um privilégio poder assisti-lo e uma experiência indelével. Uma aula de teatro.
Confira alguns atores que já interpretaram Hamlet no teatro
2009
O ator britânico Jude Law interpreta Hamlet na Broadway.
2008
O Hamlet de Wagner Moura ('Tropa de Elite') é definido como debochado, irado, malandro, carinhoso, sagaz e cínico.
2001
O ator americano Robert Downey Jr. é o Hamlet na montagem dirigida por Mel Gibson.
2001
Diogo Vilela, o ator comemorou os 30 anos de sua carreira interpretando Hamlet.
1991
O ator Marco Ricca vive o papel de Hamlet, com direção de Ulisses Cruz.
1969
Hamlet foi interpretado por Walmor Chagas.
1948
O ator britânico, agraciado com o título de sir em 1947, Laurence Olivier, foi um dos mais carismáticos atores do século XX. Sua presença em palco fascinava o público e sua credibilidade como intérprete, no drama como na comédia, proporcionou-lhe os maiores êxitos. Destacou-se interpretando personagens de Shakespeare, quer no teatro, quer no cinema.
1948
A produção de Hamlet, no Teatro Fênix, encenada e atuada pelo renomado ator brasileiro Sérgio Cardoso, que teve grande repercussão na história do teatro brasileiro. A produção tornou-se popular e conquistou crítica e público. O impacto dessa produção foi a interpretação inovadora de Sérgio Cardoso, citada como atenciosa na construção da personagem, num tempo em que os atores brasileiros acreditavam no talento nato. Cardoso trabalharia novamente em Hamlet oito anos depois, em 1956.
Lula acumula: -Aposentadoria por invalidez,aposentadoria de Aposentadoria por invalidez,Pensão Vitalícia de "perseguido político" isenta de IR,salário de presidente de honra do PT,salário de Presidente da República.Você sabia??? Sphere: Related Content
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Pais em ação
Especial Dia dos Pais Para os pais célebres, não há nada melhor que dividir memoráveis momentos ao lado de seus filhos. Gente escolheu 10 imagens do cotidiano para homenageá-los
BUCÓLICO |
| GRANDE FAMÍLIA Vladimir Brichta é um superpai em qualquer situação. O ator de 32 anos exerce muito bem o papel, seja com sua filha mais velha Agnes, de 9 anos, de seu primeiro casamento, seja com o pequeno Vicente, 1 ano e 9 meses, seu filho com Adriana Esteves, seja com o enteado Felipe, 8. Ou com todos juntos, de preferência. |
| BENDITO ENTRE AS MULHERES Ele reina feliz e absoluto entre suas meninas. O ator Eduardo Moscovis, de 40 anos é pai de Gabriela, 9 anos, e Sofia, 7, de seu primeiro casamento, e da caçula Manuela, de 1 ano, sua filha com a apresentadora Cynthia Howlett. O programa preferido com o papai galã é andar de bicicleta com direito a uma pausa para o sorvete. |
| TAL PAI, TAL FILHO Gael, filho de Thiago Lacerda, de 30 anos, e Vanessa Lóes, é grande. Com um ano, o menino tem 10 centímetros a mais do que a média dos bebês de sua idade. “Puxou o pai”, costuma dizer o ator. Ele é um dos mais altos da televisão brasileira, com 1,95 m. |
| CORRA, LU, CORRA Isso que é aproveitar o tempo livre para ficar com os filhos. Na hora da malhação, o apresentador Luciano Huck, de 36 anos, empurra seu primogênito, Joaquim, de 3 anos, no carrinho. O menino adora. Pai também de Benício, de nove meses, Huck costuma declarar que felicidade, para ele, é a companhia dos herdeiros e da mulher, Angélica. |
| CANGURU Um dos programas prediletos de Cássio Reis, de 30 anos, é passear pela orla do Leblon com o filho Noah, de sete meses, do casamento com Danielle Winits. O ator leva o menino preso junto ao corpo e os dois seguem sorridentes. O nome do bebê tem origem hebraica e significa repouso, paz e tranqüilidade. Segundo Cássio, não haveria melhor definição para seu herdeiro. |
| A MAIOR BÊNÇÃO Para o craque do Milan, o nascimento do filho Luca em junho deste ano em São Paulo foi melhor do que um supergol. Evangélico, Kaká, de 26 anos, diz que a maior expectativa dele é “poder transmitir ao meu filho os valores bíblicos que eu e Caroline (Celico, sua mulher) praticamos”. |
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sexta-feira, 1 de agosto de 2008
4º Prêmio BRAVO! Prime de Cultura
Beatriz Milhazes, Roberto Minczuk, Wagner Moura, Laurentino Gomes, José Padilha e Ney Matogrosso são os indicados na categoria Artista Prime do Ano
Segunda, 28 de julho de 2008 | Assunto do dia A mais abrangente premiação de cultura do país divulga o que há de melhor na produção artística nacional. Vote na principal categoria: o Artista Prime do AnoPOR REDAÇÃO Realizado em parceria com o Bradesco Prime e com apoio da CPFL Energia, o 4º Prêmio BRAVO! Prime de Cultura homenageia artistas e realizadores nas áreas de artes plásticas, cinema, teatro, dança, literatura, música popular e erudita. Já começou o processo de escolha das personalidades e trabalhos que mais se destacaram no período que vai de agosto de 2007 a julho de 2008. Pelo quarto ano consecutivo, a Revista BRAVO! promove o mais abrangente prêmio de cultura do país, divulgando o que, em um ano, foi feito de melhor na produção artística nacional. A eleição é feita em grande parte por um júri crítico, que divulgará os vencedores na festa de premiação do dia 27 de outubro, na Sala São Paulo, localizadana capital paulista. Já para eleger o melhor Artista Prime do Ano, a escolha se dá por meio de votação popular e são os internautas quem decidem. Para participar, basta acessar o hotsite preparado exclusivamente para a premiação e votar no seu preferido entre os seis indicados dessa que é a principal categoria do prêmio. Neste ano, concorrem: 1) A artista plástica Beatriz Milhazes, que começou sua carreia em 1983 e hoje é uma das expoentes brasileiras em sua área. Em maio deste ano, sua obra O Mágico foi leiloada no leilão Sotheby's, de Nova York e arrematada por um milhão de dólares, o maior valor já pago pela obra de um artista brasileiro vivo. Veja aqui galeria de imagens com obras de Beatriz Milhazes. 2) O cineasta José Padilha, diretor de "Tropa de Elite", seu primeiro longa de ficção, levou o Urso de Ouro de Melhor Filme no Festival de Berlim, em fevereiro - um feito inédito para uma produção nacional. O filme bateu o recorde de bilheteria em 2007, com mais de 2 milhões de espectadores. Assista ao trailer de "Tropa de Elite" aqui. 3) O cantor Ney Matogrosso, que voltou a exibir performances atrevidas nos palcos nacionais. Com vocação artística moldada desde a infância, o artista lançou a turnê do CD "Inclassificáveis", provando que, mesmo aos 66 anos, ainda pode dançar e alcançar os mesmos agudos da época em que integrava o Secos & Molhados. Confira trechos do show "Inclassificáveis" aqui. 4) O jornalista Laurentino Gomes, autor de um dos livros de grande sucesso em 2007. Resultado de dez anos de pesquisa, 1808 relata a história da corte portuguesa no Brasil.Lançado em setembro, a obra comemora o bicentenário da chegada da família real portuguesa ao país e já vendeu mais de 300 mil cópias. Leia o primeiro capítulo e 1808 aqui. 5) O ator Wagner Moura, cuja consagração aconteceu em 2007 com o truculento Capitão Nascimento do filme Tropa de Elite. No mesmo ano, viveu outro mau-caráter de grande apelo popular, o vilão Olavo da novela Paraíso Tropical, da Rede Globo. Em 2008, interpreta no palco Hamlet, um dos personagens mais difíceis do teatro ocidental. Assista ao vilão Olavo em ação aqui. 6) O maestro Roberto Minczuk, responsável por revitalizar, a partir de 2005, a Orquestra Sinfônica Brasileira, quadruplicando seu orçamento e renovando o quadro de músicos. Aos 41 anos, ele já foi regente associado da Filarmônica de Nova York e conduziu orquestras do porte das filarmônicas de Israel e Londres. Veja o maestro regendo a OSB aqui. | |

