( O Governo sustentado, (pagamos os seu salários ) pelos brasileiros resolve sustentar (paga) com o dinheiro dos brasileiros os haitianos, além dos cubanos lá em Cuba!
Eles que vão para outro lugar do mundo ou fiquem por e reconstruam o pais como fizeram os japoneses , claro que existe um abismo cultural entre esses povos !
Não queremos que venham para o nosso Brasil ! O que eles tem a acrescentar ? NADA ! Apenas fogem de um pais violento, arrasado, criminoso, faminto, cuja cultura que não nos interessa.
Ou voces pensam que eles não irão repetir seus atos aqui ? Estupros, crimes, roubos, homicidios, drogas , é o que trazem na bagem para o nosso pais e NINGUEM NOS CONSULTOU ????!!!
SE QUISERMOS ESTRANGEIROS , QUE POSSAMOS ESCOLHER !
A Euopra está em crise, que venham os espanhois, os gregos, os italianos , portugueses e suas culturas que irão acrescentar ainda mais , pois já temos a nossa cultuar ligada a eles!
Queremos crescer e os haitianos não sãouma evolução em nenhum sentido!
Ah! li que a Dilma mandou uma verba consideravel aos haitianos que vieram de maneira clandestina , com ordem de quem, ela pode distribuir o nosso dinheiro como se fosse supositório , já não basta a corrupção que ela não combate e ainda apóia , até quando os brasileiros vão aguentar isso ???
a DILMA E O LULA nada fizeram pelo indios do Brasil , crianças morrem doentes e com fome enquanto os dois gastam rios de dinheiro com propaganda e marketing , premios comprados na tentativa de vender a imagem deles para o resto do mundo . O partido (PT) é ganancioso e quer poder, poder e mais poder .Muito parecido com o nazismo , criando rivalidade entre religiões, raças, culturas , sexos e niveis socias, uma desavença geral, ! Nós que sempre nos orgulhamos de nossa paz !
Os nossos indios não merecem a atenção do governo? Eles são os legitmos brasileiros )
PS: Para qualquer caro publico voce tem que ter passado num concurso, ter um nivel de escolaridade e estudar bastante para passar na prova . No Brasil tivemos um presidente que se orgulhava de ser semi- analfabeto, não saber nem ler , escrever , falar direito ( A dilma tambem e ela fez faculdade sei lá do que ) ser grosseiro , deselegante , alcoolatra , trapaceiro , corrupto , como foi que deixamos acontecer ? absurdo! Mesmo sabendo que nossas urnas podem ser fraudadas
Segundo
o voluntário da Paróquia de São Geraldo, Tom Rodrigues, até a
segunda-feira (6), os imigrantes já começarão a receber carteiras de
trabalho e os demais documentos exigidos para a permanência em Manaus
Manaus, 04 de Fevereiro de 2012
JOELMA MUNIZ
O grupo se juntou aos mais de 4 mil imigrantes do Haiti que
optaram por viver em Manaus, após ao terremoto que devastou o país em 12
de janeiro de 2010
(Alexandre Fonseca)
Mais
400 imigrantes haitianos desembarcaram em Manaus na manhã deste sábado
(4). Os haitianos estão sendo encaminhados à Paróquia de São Geraldo, no
bairro São Geraldo, zona Centro-Sul de Manaus, onde estão recebendo as
primeiras orientações sobre a expedição dos documentos necessários para
ingressar moradia na cidade.
Segundo
o voluntário da Paróquia de São Geraldo, Tom Rodrigues, até a
segunda-feira (6), os imigrantes já devem começar a ter expedidas
carteiras de trabalho e os demais documentos exigidos para a permanência em Manaus.
“Os
recebermos e agora vamos correr atrás de toda essa documentação. O
maior desafio é abrigar essas pessoas”, disse o voluntário.
Rodrigues
informou ainda que existem conversas na tentativa de viabilizar, junto
ao Governo do Estado, o aluguel de uma pousada próxima ao Terminal de
ônibus T1, para abrigar os haitianos.
“Representantes
do governo do Estado estiveram aqui e apontaram essa possibilidade.
Esperamos que medidas definitivas sejam formuladas e aplicadas”,
ressaltou.
Veja galeria de imagens da chegada dos haitianos em Manaus.
(sem consultar o povo que a sustenta , Dilma oferece o dinheiro de brasileiros a Cuba, não é meigo?)
31 de janeiro de 2012 | 17h 47
REUTERS
A presidente Dilma Rousseff disse nesta terça-feira que o
Brasil pode dar uma grande contribuição para reanimar a frágil economia
de Cuba e destacou os projetos de cooperação que o governo brasileiro
mantém com a ilha.
A visita de Dilma, que chegou na segunda-feira para uma viagem de
dois dias, ocorre em meio a uma série de 300 reformas impostas pelo
governo comunista para revitalizar o modelo econômico de estilo
soviético que mantém o socialismo vivo no país.
"A grande contribuição que nós podemos dar aqui em Cuba é ajudar a
desenvolver todo o processo econômico", disse Dilma a jornalistas após
prestar homenagem à estátua de José Martí, líder da independência cubana
do século 19.
"É um tipo de cooperação na qual todo mundo ganha. Ganha o Brasil por
fazer uma cooperação... com o povo e toda uma estrutura excepcional,
que é visivelmente competente, capaz, na área de biotecnologia, na área
de ciências médicas", disse.
Depois, Dilma foi recebeida pelo presidente cubano, Raúl Castro, na sede do governo comunista.
Na agenda de Dilma, estava prevista ainda uma visita ao porto Mariel,
cerca de 45 quilômetros a oeste de Havana, para observar os andamentos
da modernização de um terminal de contêineres, financiado pelo Brasil e
calculado em 800 milhões de dólares.
"Nós participamos não somente construindo o porto, mas também
trazendo para cá uma cooperação que eu considero estratégica para o
Brasil e para Cuba", disse.
As obras no porto Mariel são realizadas pela construtora brasileira
Odebrecht e devem ser concluídas em janeiro de 2013. Elas incluem uma
"zona especial de desenvolvimento", com indústrias para exportação e
para abastecer o mercado cubano.
Brasília e Havana participam de várias iniciativas, vínculos que
foram fortalecidos durante o mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula
da Silva.
Cuba, por exemplo, solicitou em novembro um crédito de 200 milhões de
dólares para importar maquinário agrícola e, nesta semana, a Odebrecht
assinou um contrato com um grupo do setor de açúcar para aumentar a
produção da commodity e a capacidade de moagem num engenho do centro-sul
da ilha.
Dilma citou ainda a questão dos direitos humanos, sempre polêmica em
relação a Cuba, que é acusada por dissidentes de violações. A presidente
disse que o tema não deve ser usado para criticar apenas alguns países e
deve ser discutido de maneira multilateral.
(Reportagem de Nelson Acosta)
Os primeiros humanos nesta ilha, conhecida como Quisqueya pelos índios arauaques (ou taínos) e caraíbas,[4] chegaram à ilha há mais de 7000 anos. Em 5 de dezembro de 1492, Cristóvão Colombo chegou a uma grande ilha, à qual deu o nome de Hispaniola. Mais tarde passou a ser chamada de São Domingos pelos franceses. Dividida entre dois países, a República Dominicana e o Haiti, é a segunda maior das Grandes Antilhas,
com a superfície de 76.192 km² e cerca de 9 milhões de habitantes. Com
641 quilômetros de extensão entre seus pontos extremos, a ilha tem
formato semelhante à cabeça de um caimão, pequeno crocodilo abundante na região, cuja "boca" aberta parece pronta a devorar a pequena ilha de La Gonâve. O litoral norte abre-se para o oceano Atlântico, e o sul para o mar do Caribe (ou das Antilhas).
A Ilha Hispaniola foi visitada por Cristóvão Colombo em 1492. Já no fim do século XVI, quase toda a população nativa havia desaparecido, escravizada ou morta pelos conquistadores.
A parte ocidental da ilha, onde hoje fica o Haiti, foi cedida à França pela Espanha em 1697. No século XVIII, a região foi a mais próspera colónia francesa na América, graças à exportação de açúcar, cacau e café.
Após uma revolta de escravos, em 1794, o Haiti tornou-se o primeiro país do mundo a abolir a escravidão. Nesse mesmo ano, a França passou a dominar toda a ilha. Em 1801, o ex-escravo Toussaint Louverture tornou-se governador-geral, mas, logo depois, foi deposto e morto pelos franceses. O líder Jean Jacques Dessalines organizou o exército e derrotou os franceses em 1803.
No ano seguinte, foi declarada a independência (o segundo país a se
tornar independente nas Américas) e Dessalines proclamou-se imperador.
Como forma de retaliação, em 1804, os escravistas europeus e
estadunidenses mantiveram o Haiti sob bloqueio comercial por 60 anos.
Em 1815 Simon Bolívar
refugiou-se no Haiti, após o fracasso de sua primeira tentativa de luta
contra os espanhóis. Recebeu dinheiro, armas e pessoal militar, com a
condição de que abolisse a escravidão nas terras que libertasse.
Posteriormente, para por fim ao bloqueio, o Haiti, sob o governo de
Jean Pierre Boyer, cercado pela frota da ex-metrópole, concordou em
assinar um tratado pelo qual seu país pagaria à França a quantia de 150
milhões de francos a título de indenização. A dívida depois foi reduzida
para 90 milhões, mas assim mesmo isso exauriu a economia do país.
Após período de instabilidade, o Haiti foi dividido em dois e a parte oriental - atual República Dominicana - reocupada pela Espanha. Em 1822, o presidente Jean-Pierre Boyer reunificou o país e conquistou toda a ilha. Em 1844, porém, nova revolta derrubou Boyer e a República Dominicana conquistou a independência.
Da segunda metade do século XIX ao começo do século XX, 20 governantes sucederam-se no poder. Desses, 16 foram depostos ou assassinados. Tropas dos Estados Unidos da América ocuparam o Haiti entre 1915 e 1934, sob o pretexto de proteger os interesses norte-americanos no país. Em 1946, foi eleito um presidente negro, Dusmarsais Estimé. Após a derrubada de mais duas administrações governamentais, o médico François Duvalier foi eleito presidente em 1957.
François Duvalier, conhecido como Papa Doc, apoiado pelos Estados Unidos no contexto da Guerra Fria, instaurou feroz ditadura, baseada no terror policial dos tontons macoutes (bichos-papões) - sua guarda pessoal -, e na exploração do vodu. Presidente vitalício, a partir de 1964, Duvalier exterminou a oposição e perseguiu a Igreja Católica. Papa Doc morreu em 1971 e foi substituído por seu filho, Jean-Claude Duvalier - o Baby Doc.
Em 1986,
Baby Doc decretou estado de sítio. Os protestos populares se
intensificaram e ele fugiu com a família para a França, deixando em seu
lugar o General Henri Namphy. Eleições foram convocadas e Leslie Manigat foi eleito, em pleito caracterizado por grande abstenção. Manigat governou de fevereiro a junho de 1988, quando foi deposto por Namphy. Três meses depois, outro golpe pôs no poder o chefe da guarda presidencial, General Prosper Avril.
Depois de mais um período de grande conturbação política, foram realizadas eleições presidenciais livres em dezembro de 1990, vencida pelo padre salesianoJean-Bertrand Aristide, ligado à teologia da libertação. Em setembro de 1991, Aristide foi deposto num golpe de Estado liderado pelo General Raul Cedras e se exilou nos EUA. A Organização dos Estados Americanos (OEA), a Organização das Nações Unidas (ONU) e os EUA impuseram sanções econômicas ao país para forçar os militares a permitirem a volta de Aristide ao poder.
Em julho de 1993, Cedras e Aristide assinaram pacto em Nova York,
acordando o retorno do governo constitucional e a reforma das Forças
Armadas. Em outubro de 1993, porém, grupos paramilitares impediram o
desembarque de soldados norte-americanos, integrantes de uma Força de
Paz da ONU. O elevado número de refugiados haitianos que tentavam
ingressar nos EUA fez aumentar a pressão americana pela volta de
Aristide. Em maio de 1994, o Conselho de Segurança da ONU decretou bloqueio total ao país. A junta militar empossou um civil, Émile Jonassaint, para exercer a presidência até as eleições marcadas para fevereiro de 1995.
Os EUA denunciaram o ato como ilegal. Em julho, a ONU autorizou uma
intervenção militar, liderada pelos EUA. Jonaissant decretou estado de
sítio em 1º de agosto.
Em setembro de 1994, força multinacional, liderada pelos EUA, entrou
no Haiti para reempossar Aristide. Os chefes militares haitianos
renunciaram a seus postos e foram amnistiados. Jonaissant deixou a
presidência em outubro e Aristide reassumiu o País com a economia
destroçada pelo bloqueio comercial e por convulsões internas.
No período de 1994-2000,
apesar de avanços como a eleição democrática de dois presidentes, o
Haiti viveu mergulhado em crises. Devido à instabilidade, não puderam
ser implementadas reformas políticas profundas.
O MINUSTAH durante uma missão nas eleições de 2006.
A eleição parlamentar e presidencial de 2000 foi marcada pela
suspeita de manipulação por Aristide e seu partido. O diálogo entre
oposição e governo ficou prejudicado. Em 2003, a oposição passou a clamar pela renúncia de Aristide. A Comunidade do Caribe, Canadá, União Europeia, França, Organização dos Estados Americanos e Estados Unidos, apresentaram-se como mediadores. Entretanto, a oposição refutou as propostas de mediação, aprofundando a crise.
Em fevereiro de 2004, ex-integrantes do exército haitiano (tontons macoutes) deram início a um levante militar em Gonaives,
espalhando-se por outras cidades nos dias subsequentes. Gradualmente,
os revoltosos assumiram o controle do norte do Haiti. Apesar dos
esforços diplomáticos, a oposição armada ameaçou marchar sobre Porto
Príncipe, onde se preparava uma resistência pro-Aristide.
Aristide foi retirado do país por militares norte-americanos em 29 de fevereiro, contra sua vontade, e conseguiu asilo na África do Sul. De acordo com as regras de sucessão constitucional, o presidente do Supremo Tribunal (Cour suprême), Bonifácio Alexandre, assumiu a presidência interinamente e requisitou, de imediato, assistência das Nações Unidas
para apoiar uma transição política pacífica e constitucional e manter a
segurança interna. Nesse sentido, o Conselho de Segurança (CS) aprovou o
envio da Força Multinacional Interina (MIF), liderada pelo Brasil, que prontamente iniciou seu desdobramento.
Considerando que a situação no Haiti ainda constitui ameaça para a
paz internacional e a segurança na região, o CS decidiu estabelecer a
Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (MINUSTAH), que assumiu a autoridade exercida pela MIF em 1º de junho de 2004. Para o comando do componente militar da MINUSTAH (Force Commander) foi designado o General Augusto Heleno Ribeiro Pereira, do Exército Brasileiro, posteriormente sucedido pelo General Urano Teixeira da Mata Bacelar que morreu no Haiti em Janeiro de 2006.[5] O efetivo autorizado para o contingente militar é de 6.700 homens, oriundos dos seguintes países contribuintes: Argentina, Benin, Bolívia, Brasil, Canadá, Chade, Chile, Croácia, França, Jordânia, Nepal, Paraguai, Peru, Portugal, Turquia e Uruguai.
Em 12 de janeiro de 2010, um terremoto de proporções catastróficas, com magnitude sísmica 7,0 na escala de magnitude de momento[6] (7.3 na escala de Richter[7]), atingiu o país a aproximadamente 22 quilômetros da capital, Porto Príncipe.
Em seguida, foram sentidos na área múltiplos tremores com magnitude em
torno de 5.9 graus. O palácio presidencial, várias escolas, hospitais e
outras construções ficaram destruídos após o terremoto e estima-se que
80% das construções de Porto Príncipe
foram destruídas ou seriamente danificadas. O número de mortos não é
conhecido com precisão. Em 3 de fevereiro, o Premiê Jean-Max Bellerive
afirmou que já passa de 200 mil o número de óbitos, e o número de
desabrigados pode chegar aos três milhões. Diversos países
disponibilizaram recursos em dinheiro para amenizar o sofrimento do país
mais pobre do continente americano. O presidente norte-americano Barack
Obama, afirmou logo após a tragédia que o povo haitiano não seria
esquecido, obrigando a comunidade internacional a refletir sobre a
responsabilidade dos países que exploraram e abandonaram o Haiti.[8] Segundo as Nações Unidas, o sismo foi o pior desastre já enfrentado pela organização desde sua criação em 1945.[9]
O terreno do Haiti consiste principalmente de montanhas escarpadas
com pequenas planícies costeiras e vales fluviais. O leste e a zona
central é um grande planalto elevado.
A maior cidade é a capital, Porto Príncipe, com 2 milhões de habitantes, seguindo-se-lhe Cap-Haïtien
com 600 000. O Haiti encontra-se na placa Caribenha, que possui,
relativamente, um pequeno tamanho quando comparadas as placas
Sul-americana e Norte Americana. Estas "comprimem" a placa Caribenha e
faz com que a região do Haiti se torne instável e propensa a terremotos.
A incidência de falhas é o fator agravante, uma vez que um simples
movimento para cima ou para baixo faça com que os tremores sísmicos
gerem uma grande catástrofe.
Embora a densidade populacional
do Haiti suba em média a 270 habitantes por quilômetro quadrado, a sua
população está concentrada nas zonas urbanas, planícies costeiras e
vales. Cerca de 90% dos haitianos são de ascendência africana. O resto da população é principalmente mulata, de ascendência mista caucasiana-africana. Uma minúscula minoria descende diretamente europeus ou levantinos. Cerca de dois terços da população vivem em áreas rurais.
O francês é uma das duas línguas oficiais, mas é falado só por cerca de 10% da população. Quase todos os haitianos falam Krèyol (Crioulo), a outra língua oficial do país.
O catolicismo romano é a religião de estado, professada pela maioria populacional. Houve várias conversões ao protestantismo sendo agora essa a segunda mais popular religião do país. Muitos haitianos também praticam tradições vodu, sem ver nelas nenhum conflito com a sua fé cristã.
A padroeira do Haiti, na Igreja Católica, é Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.
O Haiti é uma república presidencialista com um Presidente eleito e uma Assembleia Nacional. A constituição foi introduzida em 1987 e teve como modelo as constituições dos Estados Unidos da América e da França. Foi parcial ou completamente suspensa durante alguns anos, mas voltou à plena validade em 1994.
No século XVIII, o Haiti, então chamado de Saint-Domingue, e governado pelos franceses, era a mais próspera colônia no Novo Mundo. Seu solo enormemente fértil produzia uma grande abundância de colheitas e atraiu milhares de colonizadores franceses.
Desde o período de colonização o Haiti possui uma economia primária. Produzia açúcar de excelente qualidade, que concorreu com o açúcar brasileiro no século XVII e junto com toda produção das Antilhas serviu para a desvalorização do açúcar brasileiro na Europa.
Após vários regimes ditatoriais, hoje em dia seu principal produto de
exportação ainda continua sendo o açúcar, além de outros produtos como banana, manga, milho, batata-doce, legumes, tubérculos e muito mais.
Atualmente sua economia se encontra destroçada e em ruínas. O país
permanece extremamente pobre e sem perspectivas a curto prazo, sendo o
mais pobre da América, 45,2% da população é analfabeta, a expectativa de vida é de apenas 60,9 anos. Sua renda per capita é extremamente baixa.
Presidentes de Cuba e Haiti chegam a Caracas para cúpula da Alba
(AFP)
–
Há 1 dia
CARACAS — Os presidentes cubano, Raúl Castro, e haitiano, Michel
Matelly, chegaram nesta sexta-feira a Caracas, para assistir, no
domingo, à cúpula da Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América
(Alba), e participar, no sábado das comemorações do 20º aniversário da
tentativa de golpe de Estado de Hugo Chávez, em 1992.
Raúl Castro,
que foi recebido no aeroporto internacional de Caracas pelo presidente
venuelano, viajou acompanhado do vice-presidente, Ricardo Cabrisa, e do
ministro do Comércio Exterior e Investimento Estrangeiro, Rodrigo
Malmierca, noticiou anteriormente a televisão cubana.
O presidente
cubano, que não fez declarações em sua chegada, tem previsto assistir
no sábado aos atos de comemoração pelo 20º aniversário da fracassada
tentativa de golpe de Estado, liderada por Chávez em 1992, contra o
então presidente Carlos Andrés Pérez, e que será celebrado com uma
parada militar.
Momentos depois, o presidente do Haiti, Michel
Martelly, também chegou ao país para assistir ao encontro na qualidade
de observador. Ainda são aguardados outros presidentes que participarão
da cúpula, como o boliviano Evo Morales.
Martelly viajou à
Venezuela para participar, no domingo, da cúpula da Alba, bloco de
cooperação impulsionado por Caracas e Havana.
"Até o momento, o
Haiti tem um status de observador na Alba e vou participar desta reunião
para explorar as oportunidades para o meu país", explicou Martelly à
imprensa no aeroporto de Porto Príncipe.
Ex-cantor popular que
chegou ao poder em maio passado, Martelly explicou que esperava que ao
assistir à cúpula da Alba, seu país possa se beneficiar das vantagens
trazidas pelas organizações regionais.
"Para alguns, isto pode ser
considerado uma tomada de posição, eu não vejo assim. O Haiti não está
em guerra com ninguém. É um país que tem o direito de se associar com
outros para o bem-estar do seu povo", afirmou o presidente.
Na
sede do ministério das Relações Exteriores venezuelano, chanceleres
analisavam uma agenda de 16 pontos para apresentar aos presidentes.
02/02/12 - 00:00 > POLÍTICA
No Haiti, Dilma discute sobre saúde, agricultura e usina hidroelétrica
Agências
brasília - A presidente Dilma Rousseff chegou ontem ao Haiti
para a primeira visita ao país mais pobre da América Latina. Ela teve
encontro e almoço com o presidente Michel Martelly, que a recebeu no
aeroporto. Dilma visitou os militares brasileiros que fazem parte
do batalhão da Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti
(Minustah). A presidente também se reuniu com empresários e diretores de
organizações não-governamentais que atuam no país, como o ator
norte-americano Sean Penn. Dilma foi recebida na base diplomática
do governo haitiano, no aeroporto internacional Toussaint Louverture,
com faixas que continham sua foto e a frase, em português e em francês,
"Bem-vinda Dilma, esta é sua casa". No trajeto até o Palácio
Nacional - praticamente destruído no terremoto de 2010 - foram colocadas
nas ruas as mesmas faixas, além de bandeiras do Brasil e do Haiti. A
imigração haitiana ao Brasil será um dos temas centrais da conversa
entre os dois presidentes. Apesar das críticas no Brasil, a medida foi
bem recebida no Haiti, que a viu como uma possibilidade de diminuir a
rede ilegal de transporte para o Brasil via Equador e Peru. Outros
temas que entraram na pauta foram a cooperação em saúde - o Brasil
financia a maior parte da reestruturação da área no país e levou médicos
brasileiros para trabalhar com os cubanos nas medidas de implantação de
um sistema comunitário de atendimento. O Brasil também ofereceu
aos haitianos cem vagas para treinamento de policiais pela Polícia
Federal. A intenção é preparar a polícia haitiana para a gradual
retirada das tropas da Minustah, que começa em março. A presidente
deveria retornar ainda ontem ao Brasil, devendo chegar na madrugada de
hoje. Oportunidades Pouco mais de mil haitianos já
deixaram o Acre e migraram para outros estados. A informação é do
governador do estado, Tião Viana, que esteve reunido no Ministério do
Planejamento com o secretário do Programa de Aceleração do Crescimento
(PAC), Maurício Muniz. "O governo da presidente Dilma tem sido
muito solidário, tem transferido apoio. Temos buscado oportunidades de
trabalho digno para essas pessoas. Eles têm migrado para outros estados e
têm achado oportunidades", disse. Com Fidel Castro A
presidente Dilma Rousseff participou de um encontro com Fidel Castro, na
terça-feira.. Esse encontro foi acompanhado por uma comitiva reduzida e
não estava previsto na agenda oficial. Dilma se reuniu com Fidel logo
depois um almoço oferecido a ela por Raúl Castro.
AVISO : tem um video chocante sobre a morte de D Geralda , as cenas são fotes, seria bom se as autoridades retirassem "!
.........
Novas imagens podem ajudar esclarecer morte de Geralda Guabiraba
04/02/12
video : que não tem novidade nenhuma,
.........................
Porteiro do prédio onde a vítima morava prestou depoimento nesta quinta-feira
José Patrício/AE
Corpo de vítima foi encontrado em local conhecido como pedra da macumba, sem os olhos e a pele do rosto
A Polícia Civil
encaminhou para a perícia o carro usado por um dos funcionários da
paróquia frequentada por Geralda Guabiraba, a mulher que foi morta e
desfigurada em Mairiporã, na Grande São Paulo. O veículo do tipo Celta,
cor prata, tem as mesmas características docarro que seguiu a dona de
casa e pertence à Ordem dos Guanellianos.
O carro foi encaminhado para o IC (Instituto de Criminalística) para
perícia. O Celta prata, que era usado pelo funcionário da Ordem, foi
apreendido logo depois que o administrador da entidade assistencial
prestou deoimento.
Ele foi para a delegacia dirigindo o carro apreendido. A reportagem do
ouviu dois funcionários da entidade, que admitiram a apreensão. Como o
caso corre em segredo de Justiça, a polícia não confirma a informação.
A polícia encontrou, dentro da entidade assistencial mantida pela Ordem
dos Guanellianos, uma pedra usada como altar muito semelhante à Pedra da
Macumba, onde a vítima foi encontrada morta. A corporação investiga a
relação entre os dois locais.
Na quinta-feira (3), o porteiro do prédio onde a vítima morava
prestou depoimento. No total, 25 pessoas já foram ouvidas pela polícia.
Mistério
A morte de Geralda Guabiraba completará 20 dias na próxima sexta-feira (3) cercada de mistérios e sem suspeitos. Além do laudo do computador
de Geralda, com mais de cinquenta páginas, indicando que foram feitas
pesquisas sobre chumbinho - veneno usado para matar ratos e animais
domésticos -, a polícia trabalha com detalhes da cena do crime.