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segunda-feira, 14 de junho de 2010

Na Forma da Lei: Alunos dedicam formatura a Eduardo Moreno


No primeiro episódio, os amigos se emocionam com a homenagem


FormandosFormandos em Direito prestam homenagem ao amigo no primeiro episódio de Na Forma da Lei (Foto: TV Globo/Márcio de Souza)

 Ana Beatriz (Ana Paula Arósio) Ana Beatriz (Ana Paula Arósio) teve o noivo morto
dois anos antes da formatura (Foto: TV Globo/
Márcio de Souza)

No episódio de estreia de Na Forma da Lei, que acontece nesta terça-feira, dia 15, às 22h50, logo após o Casseta & Planeta, Urgente!, na Rede Globo, alunos dedicam a formatura à Eduardo Moreno (Thiago Fragoso).

Em 2005, os estudantes Ana Beatriz Tavares de Macedo (Ana Paula Arósio), Célio Rocha (Leonardo Machado), Edgar Mourão (Henri Castelli), Gabriela Guerreiro (Luana Piovani) e Ademir Rodrigues (Samuel de Assis) se formam em Direito. O fato de terem presenciado há dois anos o assassinato do colega de turma e ex-noivo de Ana Beatriz, Eduardo Moreno, ainda os emociona.

Gabriela, oradora da turma, faz questão de relembrar o crime e dedica a cerimônia de colação de grau a Eduardo. Ela diz que, embora o culpado pelo homicídio tenha sido inocentado, agora, formados, eles não podem deixar de acreditar que as leis devem ser respeitadas e não manipuladas pelo poder político ou econômico. Todos os presentes aplaudem seu discurso. Os cinco amigos, em especial, ficam bastante comovidos com a homenagem.


A oradora Gabriela (Luana Piovani)A oradora Gabriela (Luana Piovani) faz questão de relembrar o crime e todos ficam emocionados (Foto: TV Globo/Márcio de Souza)

Na Forma da Lei tem autoria de Antônio Calmon, com colaboração de Leandra Pires e Guilherme Vasconcellos, e direção de núcleo de Wolf Maya, com direção de Emerson Muzelli e Miguel Rodrigues.



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26/10/2008 free counters

Perícia analisa mancha no banco do carro de advogada morta


Perito diz ao G1 que marca pode ser de esperma ou rastro de peixe.
Para peritos, cena do crime acabou prejudicada por não ter sido preservada.

Kleber Tomaz Do G1 SP


Mesmo considerando que a cena do crime no caso Mércia Nakashima foi prejudicada, a perícia técnica do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de São Paulo já conseguiu retirar materiais importantes no carro da advogada para montar o quebra-cabeça que poderá responder como ela morreu. De acordo com o perito Renato Pattoli, um dos “achados” é uma mancha que se assemelha a esperma ou resquício de peixe, encontrada do lado direito do banco do motorista do Honda Fit prata, e que passará por exames no Instituto de Criminalística (IC) para saber se ela é humana. Caso seja, poderia pertencer a alguém suspeito de matar a mulher.

O veículo, que estava submerso na represa de Nazaré Paulista, no interior de São Paulo, foi resgatado pelos bombeiros na sexta-feira (11). Para o especialista, o automóvel não poderia ter sido retirado da água sem a presença dos peritos. “O local foi prejudicado”, afirmou Pattoli nesta segunda-feira (14) ao G1.

Ainda segundo o perito, um pedaço do banco do carro onde estava a mancha foi extraído e será levado ao laboratório de química do IC. Outros elementos são apontados como determinantes para se estabelecer como Mércia morreu e quando isso ocorreu. Ela estava sumida desde 23 de maio.

Para a investigação policial, o advogado Mizael Bispo, de 40 anos, é ainda o principal suspeito pelo desaparecimento e morte da ex-namorada de 28 anos. O delegado Antônio Olim, do DHPP, trata o caso como assassinato. A polícia cumpriu mandado de busca e apreensão de roupas e objetos na casa e no escritório do suspeito. Ele nega o crime.



Suspeito e terceira pessoa
Além da mancha no banco, a perícia vai analisar o módulo do carro para saber quando foi que o veículo ficou submerso, comparar amostras de lama do fundo da margem da represa com terra encontrada em calçados de Bispo e vistoriar o veículo interna e externamente para saber se há indícios da presença de outras pessoas na morte da mulher. Para Olim, quem matou Mércia teve a ajuda de alguém.

“O carro foi encontrado a 6 metros de profundidade na represa e a 25 metros distante da margem onde teria entrado na água”, disse Pattoli.

Um pescador afirmou ter visto o Honda Fit entrar na água no dia 30 de maio, o que sugere que ela poderia estar num cativeiro desde o dia 23, quando desapareceu. Se o módulo do carro de Mércia puder determinar a que horas o sistema eletrônico do veículo parou de funcionar por causa da água, então será possível saber o horário exato que isso ocorreu.

A perícia busca pistas para saber como isso ocorreu: se o veículo entrou engatado ou desengatado. Nas duas hipóteses, Mércia poderia ter estado no volante. A diferença é a seguinte: se o carro entrou engatado, então alguém estaria ao lado dela dentro do automóvel ; se o carro entrou desengatado, então a vítima poderia estar sozinha no veículo e alguém o empurrou.

Local prejudicado
De qualquer modo, o perito criticou a preservação feita no local onde Mércia e seu carro foram achados. “O carro não deveria ter sido retirado pelos bombeiros sem a presença da perícia. Precisávamos, por exemplo, conseguir um ponto de impacto do carro na água, saber se o carro estava engatado ou desengatado. O inimigo número 1 da perícia é o local mexido”, disse Pattoli.

Dentre os itens que foram comprometidos para o trabalho da perícia, estão a coleta das impressões digitais no veículo. Como muitas pessoas, bombeiros, familiares e até jornalistas, segundo peritos, encostaram e se aproximaram do Honda Fit, a análise desse material fica prejudicada. Há também queixas em relação a terem aberto a porta do automóvel antes da chegada da perícia, que ocorreu por volta das 16h30 de sexta (11).

A polícia pediu quatro laudos ao Instituto Médico-Legal para descobrir a causa da morte de Mércia, dos quais, exames toxicológico, de violência sexual. O corpo dela apresenta um ferimento no queixo. Segundo médicos legistas, ela sofreu uma fratura no maxilar. A investigação quer saber se ela foi ferida no carro ou agredida. As análises devem ficar prontas em 30 dias.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo, a perícia no carro de Mércia será feita nesta segunda-feira (14) em horário e local não divulgados. Também não será permitida a presença da imprensa durante os trabalhos.

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26/10/2008 free counters

Depois de Bahuan, Márcio Garcia volta à bandidagem em Na forma da lei


Márcio Garcia/ Foto de Luís  Alvarenga

Ser mau faz bem a Márcio Garcia. Basta lembrar que ele atingiu seu ápice como ator na pele do michê Marcos, de “Celebridade” (2003). Inesquecível sua dobradinha com Cláudia Abreu, a “cachorra” Laura, na trama de Gilberto Braga. Na época, tamanho sucesso cresceu os olhos da TV Record, que o contratou.

Na emissora paulista, Márcio emendou outras duas participações bandidas, nas novelas “Prova de amor” (2005) e “Vidas opostas” (2006). Irrepreensível. Mas foi a porção apresentador desse carioca que deslanchou nas tardes de sábado com o programa “O melhor do Brasil”. E o sucesso na concorrência, desta vez, chamou a atenção da Globo sobre sua cria. Não deu outra: ano passado, Márcio Garcia voltou ao Rio, cheio de pompas. “Agora, tenho três contratos: como ator, como apresentador e como diretor de criação. A Globo bancou o que eu ganhava na Record, mais a possibilidade de fazer outros negócios”, explica.

Sem previsão de comandar o programa de seus sonhos na casa, Márcio encarou o desafio de viver o mocinho Bahuan, na premiada “Caminho das Índias”. Só que não convenceu no papel de protagonista da novela de Glória Perez. “Foi um erro”, revela o ator nesta entrevista à Canal Extra: “Desde o início, o personagem não estava bem definido. Em novela a gente está sujeito a isso. É um time: se alguém não joga bem ou não dá certo, tem que ir para o banco e deixar outro entrar para fazer o gol. Não dá para ganhar sempre. No final, até eu já estava torcendo pelo Raj (o antagonista, interpretado por Rodrigo Lombardi)”.

A partir de terça-feira, Márcio volta a atuar no mundo do crime. Na nova série “Na forma da lei”, que entra na grade da Globo no lugar de “Força-tarefa”, o ator interpreta o psicopata Maurício, um playboy de vida dupla: ao mesmo tempo em que é um elegante e carismático pai de família, comete uma série de assassinatos para manter o império de corrupção do pai, o senador João Carlos Viegas (Luís Melo). Frio e cruel, sente enorme prazer em matar. “Maurício elimina 15 pessoas em oito episódios. É uma média de dois por vez. Delatou, ele deleta. O cara é perverso, não tem apego a absolutamente nada. Acho que, na história da TV Globo, nunca houve um vilão tão mau”, afirma. Nada mal...

TARA PELA MORTE
“Maurício é um psicopata, completamente desequilibrado. Tem rompantes de violência, de extrema ira, e se utiliza do poder do pai para sair impune. Para ele, a morte alheia é um deleite, uma tara. E mata com revólver ou mesmo com um abridor de cartas. Ele não grita com a vítima. Na hora da execução, fala baixo, olha no olho, só falta beijar a vítima”.

EMOÇÕES QUE DÃO NÁUSEA
“Tenho feito cenas pesadas, que mexem comigo. Ficar catalisando raiva é muito ruim, sou um sujeito calmo... Cheguei a perder o apetite e até senti vontade de vomitar. Mas para fazer legal tem que deixar as emoções virem e extravasar tudo. Depois a gente se recupera”.

BAHUAN NÃO ACONTECEU
“Bahuan foi um personagem que começou bom, ficou mau, gostava, não gostava... Nada contra, adoro a Glória, ‘Caminho das Índias’ foi ótima. Mas o ator não pode querer que seu personagem cresça sempre. É uma novela, é um time. Se alguém não jogou bem ou não deu certo, tem que ir para o banco e deixar o outro entrar para fazer o gol. Mas foi um erro, o personagem não estava bem definido... No final, até eu estava torcendo pelo Raj. Dizia: ‘Como espectador, quero que Maya termine com Raj. Esse Bahuan é um pentelho, largou a mulher na chuva, não sabe o que quer”.

CRÍTICAS
“Quando se está na pele do personagem que não sobe, a gente sente. Muita gente adorou o Bahuan, muita gente entendeu. Ele era um intocável, e um intocável é inexpressivo. Tony Ramos me pegou um dia para falar: ’Não esquenta, você está fazendo certo, ele é assim mesmo‘. E eu: ’As pessoas não estão entendendo aqui no Ocidente essa cara de paisagem do Bahuan. Não vai dar certo‘. Ele retrucou: ’Isso não é problema seu. Faz o que tem que ser feito‘. E é fato. Um dia se ganha, no outro se perde. Se você bota ego, não dá certo”.

RODRIGO LOMBARDI
“Rodrigo é meu irmão, um superator. Gosto tanto dele, que o chamei para ’Bed and breakfast‘, o filme que estou dirigindo. Ele e a Ju (Juliana Paes). É ótimo reviver essas parceiras. Estou sabendo que em ’Passione‘ o personagem dele agora é o rejeitado do triângulo amoroso, vou dar uma sacaneada. É a minha vingança (risos)”.

A VOLTA PARA A GLOBO
“Não voltei para a Globo com o objetivo único de ter um programa. Agora são três contratos: como ator, como apresentador e como diretor de criação. Vou me empenhar e focar no que eu estiver fazendo. A Globo bancou o que eu ganhava na Record, mais a possibilidade de fazer outros negócios. Sei que tenho vocação para apresentador, as pessoas se divertem comigo. Se acontecer, imagino ter um programa de auditório, no fim de semana — sem pretensão de dia ou horário —, com quadros diversos. Para dar certo, tem que haver uma usina de ideias, os quadros têm validade de dois meses”.

RODRIGO FARO
“Tenho disposição para rolar no chão, dar cambalhota, pagar meu mico. Apresentador não pode ter pudor. Acho bacana que o Rodrigo tenha esse desprendimento também. Ele está indo muito bem nas caracterizações. Não sei se eu faria de forma tão frequente, mas é aquele negócio: subiu o ibope, a brincadeira não é ser feliz, mas fazer dinheiro. Morosidade não é bom para ninguém”.

QUARENTÃO
“Acabei de fazer 40 anos, mas não mudou nada. Acho que nunca perdi a jovialidade por causa do bom humor. E assumo meus grisalhos na boa. Aquela coisa de sex symbol ficou na casa dos 30, agora chegam perto perguntando sobre mulher e filhos, elogiando a família. Foi a Andréa (Santa Rosa, mulher de Márcio) que me ensinou a me cuidar. Adoro praticar esportes, e lá em casa a alimentação é regrada, saudável. Mas rola um mercado negro que ela nem imagina nos fins de semana, com pizza e coca-cola (risos)”.

CARIOCA DE VIDA GANHA
“Nasci no Rio, cresci na Lagoa, adoro jogar futevôlei na Barra. Nunca me faltou nada, mas não sou de ambições. Já investi em vários negócios, hoje tenho só uma produtora. Meu foco agora é o cinema, mas não o nacional. Viso o mercado mundial, que dá retorno. Hollywood é logo ali, e Oscar pode ser uma consequência, quem sabe?”.

TESTE DO BEIJO
“O comercial da Delícia é muito divertido. A moça só beija efetivamente o Giane, eu e Brichta somos casados, é menos problema pra todo mundo, né? Achei genial colocarem os três galãs com cara de pastel, reprovados no teste do beijo. Se eu beijo bem? (risos) Ah! Nunca me beijei para saber...”.

Os cinco  protagonistas de Na Forma da Lei/ Foto: Divulgação/ TV Globo

A história de "Na forma da lei"

Em oito episódios, exibidos sempre às terças-feiras, “Na forma da lei” vai contar a história de cinco amigos unidos pela sede de justiça.

Em maio de 2003, durante uma festa em que comemoravam o noivado de Ana Beatriz (Ana Paula Arósio) e Eduardo (Thiago Fragoso), Célio (Leonardo Machado), Edgar (Henri Castelli), Ademir (Samuel de Assis) e Gabriela (Luana Piovani) presenciam o assassinato de Eduardo. É Maurício (Márcio Garcia) quem elimina o noivo de sua ex, por quem é obcecado.

Dois anos depois, na formatura dos alunos de direito, o quinteto homenageia o amigo morto e promete lutar por justiça, embora o culpado pelo crime tenha sido inocentado, já que é filho de um político poderoso, o senador João Carlos Viegas (Luís Melo).

Quando, em setembro de 2010, Denise (Ellen Roche) é encontrada morta, Ademir, que se tornou jornalista investigativo, descobre que Maurício está por trás do crime. Imediatamente, ele convoca os amigos de faculdade: Ana Beatriz se tornou promotora; Célio, juiz; Gabriela, delegada federal; e Edgar, advogado. Baseados em artifícios legais, ele vão tentar fazer com que Maurício pague pelos crimes cometidos.

Outros grandes atores compõem o elenco do seriado: Carolina Ferraz vive Maria Clara Viegas, aristocrata e mulher de Maurício. Ângela Vieira é Dona Eunice, mãe do assassino. E Hugo Carvana é Jorginho, pai de Maria Clara, dono de um bingo no Rio de Janeiro.



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Globo estreia série 'Na forma da lei' com Márcio Garcia, Luana Piovani e Ana Paula Arósio



Plantão | Publicada em 13/06/2010 às 09h23m

Zean Bravo

Elenco do seriado 'Na  forma da lei'

RIO - Márcio Garcia anda de um lado para o outro do estúdio bufando e gesticulando com um punhal na mão e o figurino manchado de sangue cenográfico. A câmera ainda não está ligada. Mas o ator já quer entrar em cena ofegante para gravar a sequência em que seu personagem, Maurício, destrói o quarto de Ana Beatriz (Ana Paula Arósio) em mais um lance de violência de "Na forma da lei". A série em oito capítulos escrita por Antonio Calmon, algo na linha jurídica da americana "Law & order", estreia na Globo nesta terça-feira, às 22h40m, com Garcia no papel de um psicopata obcecado pela promotora pública interpretada por Arósio.

Veja mais imagens da série 'Na forma da lei'

- Exagerei, né? Pareço um bêbado - brinca o ator, antes de entrar em cena para valer.

Com direção geral de Wolf Maya, o seriado mostra um grupo de amigos em busca de justiça. Os personagens centrais são interpretador por Ana Paula Arósio, Luana Piovani, Leonardo Machado, Henri Castelli e Samuel de Assis. Ex de Ana Beatriz, Maurício mata Eduardo (Thiago Fragoso) na noite em que ele comemora seu noivado com a promotora. Todos presenciam o crime, mas seu autor é absolvido por ser filho de um senador.

" Criei o Maurício como um psicopata. Ele aprendeu que a solução para os seus problemas é a morte alheia "

- A ação está muito presente e temos várias cenas gravadas em locações externas. Mas a dramaturgia mais emocional e humana do Calmon é o que dá o tom aqui - explica Wolf Maya. - O que interessa é esse fato que envolveu todos esses jovens no passado e como isso determinou até as escolhas profissionais de cada um deles.

Para Maya, não há um protagonista absoluto na série. O diretor afirma que os cinco amigos têm o mesmo peso na história, assim como o personagem vivido por Márcio Garcia.

- Eles funcionam como grupo. Todos terão papéis marcantes - promete.

A trama de "Na forma da lei" começa sete anos depois do assassinato de Eduardo, quando Ana Beatriz já tornou-se promotora. Ela ainda não superou o choque causado pela tragédia e tenta encontrar algum conforto com a ajuda de uma terapeuta interpretada por Eva Wilma.

Luana Piovani

Estudantes de Direito à época do crime, os cinco amigos ainda estão de certa forma unidos. Célio (Leonardo Machado), que nutre um interesse declarado por Ana no presente, é juiz. Edgar (Henri Castelli), advogado, Gabriela (Luana Piovani) atua como delegada, e Ademir (Samuel de Assis) trabalha como jornalista. A violência assombra todos no grupo. Eles tentam incriminar novamente Maurício depois que a ex-modelo Denise (Ellen Roche), amante do psicopata, surge morta.

- O meu personagem não pensa duas vezes antes de executar alguém. Ele sente prazer nisso - conclui Márcio Garcia, que matará mais pessoas no decorrer da trama. - Criei o Maurício como um psicopata. Ele aprendeu que a solução para os seus problemas é a morte alheia.

A maior vítima do criminoso, casado com Maria Clara (Carolina Ferraz), é a personagem de Ana Paula.

- Ana Beatriz e Maurício tiveram um trelelê no passado e ele a persegue implacavelmente. A cabeça dela é beeem complicada - conta a atriz.

Escalada para a próxima novela de Gilberto Braga (leia mais na página 14), Ana Paula está de volta ao vídeo depois de atuar como protagonista em "Ciranda de pedra", de 2008. "Na forma da lei" também marca o retorno de Luana Piovani à TV num papel de destaque - a última aparição da atriz foi uma participação num episódio da série "Ó paí, ó", no ano passado.

Com a carreira mais voltada para o teatro e o cinema nos últimos anos, Luana explica: o palco é mesmo sua prioridade. Mas isso não significa que ela torça o nariz para a televisão.

- Não faço novela porque são dez meses de trabalho e teria que ficar um ano todo disponível. Como não sou contratada, não tenho obrigação nenhuma e só faço o que eu gosto, como agora - afirma Luana, que diz não querer um vínculo fixo com a Globo. - Não tem dinheiro que pague minha liberdade. Gosto de ser absolutamente a dona do meu destino. Não dá para ter tudo e abro mão dessa vitrine que é estar sempre na TV.

Assim como Ana Paula, Luana também fez aula de artes marciais e tiro para compor sua personagem. Mas ao contrário da colega, sofreu com o treinamento.

- O problema maior não foi o desgaste físico e, sim, o psicológico. Aquilo me fez mal. Só conseguia pensar no que a arma simbolizava. É uma energia muito pesada. Fiquei muito ansiosa na noite anterior ao treinamento. Nem consegui dormir direito com medo de me machucar - desabafa a atriz, que será uma mulher casada e mãe de duas meninas na série.

Luana só relaxou depois de gravar sua primeira grande cena de ação, quando Gabriela prende uma quadrilha de contrabandistas dentro de um motel.

- Resolvi encarar essas cenas como um jogo. Não poderia gravar com medo e nem há nada pior do que um ator com reservas enquanto atua - acredita, sem ver necessidade nenhuma em métodos mais radicais de preparação de atores. - Não preciso passar dois meses numa favela e de ninguém dando tapa na minha cara para fazer esse papel.

Na trama, Maurício é filho do senador João Carlos Viegas (Luís Melo) e da perua Eunice (Ângela Vieira). O pai é conivente com os crimes dele. Para Garcia, de volta agora ao ar depois de um papel morno em "Caminho das Índias", as cenas de seu atual personagem são as mais pesadas do programa.

- Tem muita gente como ele na vida real que abusa do poder das costas quentes para cometer crimes - aponta o ator, que aceitou o papel para falar sobre impunidade. - Sou um cara do bem. Precisei mexer com certas emoções como a raiva para interpretar esse personagem.

"Na forma da lei" traz ainda em seu elenco nomes como Paulo José, José Wilker, Ailton Graça, Maurício Mattar, Ruth de Souza, Osmar Prado, Othon Bastos, Leona Cavalli e Dalton Vigh. O diretor Wolf Maya aposta que a linguagem do seriado será diferente de tudo o que está em exibição atualmente na Globo.

- Não tem nada a ver com "Força-tarefa", por exemplo. Lá, a história é centrada num herói. Os nossos personagens vem de uma dramaturgia pregressa - compara o diretor: - O que me interessou foi o olhar para a nova Justiça brasileira e para os profissionais que formam uma polícia jovem. Há analogias entre os crimes da série e crimes reais.

Outro fator que distingue "Na forma da lei" dos demais seriados produzidos atualmente pela emissora é a sua duração, de apenas oito episódios, sempre às terças-feiras.

- Boa parte dos meus atores morre durante esses episódios. É uma história fechada, como em um filme. Não há chance de termos uma segunda temporada - declara Maya.



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domingo, 13 de junho de 2010

Lula deve vetar reajuste de pensões e aposentadorias do INSS







Plantão | Publicada em 13/06/2010 às 22h30m

Luiza Damé

BRASÍLIA - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve decidir nesta segunda-feira pelo veto ao reajuste de 7,72% às pensões e aposentadorias do INSS superiores ao salário mínimo, cedendo à pressão da equipe econômica. A dúvida que ainda persiste no governo é qual o instrumento jurídico que será usado para garantir o aumento dos benefícios e cumprir o acordo feito com as centrais sindicais e os representantes de aposentados.

- A tendência é respeitar o acordo com as centrais e fazer o veto. Essa é a tendência, mas o presidente só decidirá na terça-feira. Mas vamos fazer algo que não prejudique os aposentados. Eles já estão recebendo os 6,14% - disse o chefe de gabinete da Presidência, Gilberto Carvalho.

Lula também deverá vetar o fim do fator previdenciário, aprovado pelo Congresso, junto com o aumento dos benefícios. O governo propôs um aumento de 6,14%, chegou a aceitar 7%, mas o Congresso aprovou 7,7%. Num primeiro momento, Lula pensou em sancionar esse índice, temendo um impacto negativo na candidatura da petista Dilma Rousseff. Como ela começou a crescer nas pesquisas de intenção de voto, o efeito tende a se diluir.

Desde o início das negociações, a equipe econômica se opôs a um aumento além dos 6,14%, argumentando que foram alocados recursos para cobrir esse índice. Segundo o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, o acordo prevê o reajuste do salário mínimo com base na inflação e na variação do PIB, mas o aumento das aposentadorias seria inflação mais a metade da variação do PIB.

- Eu não vejo motivo para chegar aos 7%. O acordo tinha uma lógica, mas começaram a fazer leilão de índices, um campeonato de quem era mais bonzinho - disse Paulo Bernardo.

O ministro afirmou que a proposta de conceder o reajuste por meio de abono foi afastada, porque geraria disputa judicial. Segundo ele, o aumento das aposentadorias e pensões deverá ser fixado novamente por medida provisória, num índice próximo aos 6,14% - que representa um aumento real de 2,6%.

- Ninguém está massacrando velhinhos, não estamos arrochando as aposentadorias. Como aumentamos bastante o salário mínimo, os aposentados fazem os cálculos: alguém que ganhava quatro salários mínimos, agora ganha 3,7%. E reclama disso. É compreensível - afirmou.


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26/10/2008 free counters

Ana Paula Arósio e Márcio Garcia gravam 'Na forma da lei'


Ana Paula Arósio e Márcio Garcia gravaram cenas da série “Na forma da lei”, terça-feira, no clube Costa Brava, na Barra. A atriz, que raramente é flagrada de biquíni, sentiu o friozinho e precisou de um roupão no fim da gravação. Ela empurrou o galã, que vive um serial killer na piscina, mas se divertiu com o ator nos bastidores.

GabrielReis/ByteBeach

GabrielReis/ByteBeach

GabrielReis/ByteBeach




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26/10/2008 free counters

Advogada teve fratura no maxilar, dizem médicos do IML e Polícia Civil


Laudo sobre a causa da morte de Mércia Nakashima sairá em até 30 dias.
Sumida desde 23 de maio foi achada sexta (11) em represa; ex é suspeito.

Kleber Tomaz Do G1 SP


Exames preliminares feitos pelo Instituto Médico Legal (IML) no corpo de Mércia Nakashima indicam que ela sofreu uma fratura no maxilar, segundo informaram fontes médicas e policiais ao G1. A advogada foi enterrada no sábado (12) num cemitério em Guarulhos, na Grande São Paulo.

Depois de ficar desaparecida desde o dia 23 de maio, a mulher foi encontrada boiando sem vida numa represa em Nazaré Paulista, no interior de SP, na sexta-feira (11). Um dia antes, o veículo dela, um Honda Fit prata, foi achado submerso no mesmo local. Para a Polícia Civil, a jovem de 28 anos teria sido assassinada. Seu ex-namorado, o também advogado Mizael Bispo, de 40 anos, é considerado o principal suspeito pelo desaparecimento e pela morte dela. Uma outra pessoa não identificada teria ajudado a cometer o crime. Bispo se diz inocente.




Hipótese 1

Peritos do IML ainda não sabem o que teria causado a lesão no osso da face de Mércia. A investigação policial trabalha com algumas hipóteses para explicar a fissura no maxilar. Uma delas é a de que ela foi agredida, ficou desacordada e alguém empurrou o automóvel com ela dentro em direção a água. Em tese, a vítima teria saído pela janela do motorista e pisado no teto –que está amassado.

O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) já identificou a testemunha que afirmou ter visto o carro de Mércia ser empurrado na represa. Foi ela quem ligou para a família da advogada para fazer a denúncia que resultou no resgate do corpo da mulher e do veículo. Antes, o homem que disse ter presenciado a cena chegou a ligar para polícia. Ele mora na região de Nazaré Paulista e poderá entrar no plano de proteção à testemunha para prestar um depoimento formal à polícia. Esta testemunha e outra teriam opiniões divergentes sobre a data em que o carro teria caído na represa. A polícia investiga a suspeita de Mércia não ter morrido no mesmo dia em que desapareceu.

Hipótese 2

Outra possibilidade investigada pela polícia é a de que Mércia tenha batido a cabeça no volante do carro ao tentar fugir de alguém. Em seguida, teria entrado com o veículo na água. Nas duas hipóteses, a única certeza é a de que a advogada não sabia nadar, de acordo com os familiares. Policiais não descartam a probabilidade de ela ter sido morta em decorrência de um afogamento.

De qualquer modo, qualquer conclusão ainda é prematura. Até porque a causa da morte da advogada não foi esclarecida oficialmente pelo IML.

O atestado de óbito encaminhado à família da advogada para que ela pudesse ser sepultada neste sábado consta como “causa da morte a apurar ou indeterminada”. Nesse caso, apesar de a investigação suspeitar de que a mulher foi assassinada e que Bispo está envolvido no crime, ainda é preciso aguardar o resultado do laudo do instituto, que deverá ficar pronto em até 30 dias, para se ter alguma convicção. Tecnicamente, só o resultado dos exames dará elementos para a polícia saber se o caso é mesmo de homicídio ou não.

De acordo com os legistas ouvidos pela reportagem, inicialmente não foram encontrados ferimentos a faca ou projéteis de arma de fogo no corpo de Mércia, que vestia suéter roxo, calça jeans e tênis branco. As mesmas roupas de quando deixou a casa da avó em Guarulhos e sumiu por 19 dias.

Quatro exames do IML começaram a ser feitos em relação a análise feita no corpo de Mércia. Dentre os quais, um toxicológico e outro para se constatar se ela sofreu violência sexual. Na segunda-feira (14), a perícia técnica do DHPP pretende iniciar o trabalho para tentar recolher possíveis impressões digitais no Honda Fit de Mércia.

Busca e apreensão

De acordo com o DHPP, o GPS do carro de Bispo mostra que ele estava perto do local no mesmo dia onde Mércia foi vista pela última vez antes de sumir. O ex-namorado alega que estava com uma outra mulher em seu carro num estacionamento de um hospital próximo a casa da avó da advogada. Essa testemunha ainda não foi encontrada.

Além disso, as quebras do sigilo telefônico da vítima e do suspeito mostram que Bispo ligou para o telefone da ex no mesmo dia em que ela desapareceu.

Ainda na sexta, a equipe do delegado Antônio Olim, do DHPP, cumpriu um mandado de busca e apreensão na residência e escritório do advogado. Foram apreendidos camisa rasgada nas costas e dois pares de calçados para serem periciados. A lama encontrada nos sapatos e tênis de Bispo será comparada com a terra da represa onde Mércia foi achada para saber se o suspeito estava lá.

Só em posse do conjunto de todos esses indícios é que a investigação poderá afirmar se a advogada foi mesmo assassinada e se possui elementos para apontar Bispo como o responsável pelo crime.

Polícia investiga se advogada achada morta foi levada para cativeiro

Márcia Nakashima foi sepultada neste sábado (12) em Guarulhos.
Para delegado que cuida do caso, ela foi assassinada há menos de 15 dias.

Do G1 SP


Policiais do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) investigam a possibilidade de a advogada Mércia Nakashima ter sido levada para um cativeiro antes de ser morta. Eles ouviram neste sábado (12) pessoas que afirmam ter visto a vítima ao lado de seu ex-namorado Mizael Bispo dos Santos, principal suspeito pela morte de Mércia, perto de uma favela, na periferia de Guarulhos.

Segundo o delegado que cuida do caso, Antônio Olim, Mércia deve ter ficado uma semana escondida em algum lugar antes de ser morta. "Ela ficou em algum lugar com mais gente envolvida e ela foi morta em outro domingo. Foi jogada naquele local como foi visto por um pescador", disse Olim.


Na sexta-feira (11) investigadores apreenderam dois pares de sapato e uma camisa rasgada na casa de Mizael. A perícia vai analisar amostras de terra encontradas no tapete do carro dele e nos sapatos apreendidos. Essas amostras serão comparadas com outras recolhidas na represa onde o corpo de Mércia foi encontrado. A polícia espera descobrir se Misael esteve lá.

Mércia Nakashima, de 28 anos foi encontrada morta na sexta-feira dentro de uma represa em Nazaré Paulista. Ela estava desaparecida desde 23 de maio, mas a polícia acredita que não tenha sido assassinada uma semana depois. Pelo estado em que o corpo foi encontrado, os legistas suspeitam que a morte ocorreu no máximo há 15 dias.




Sepultamento Márcia NakashimaCorpo de Márcia Nakashima foi sepultado neste sábado (Foto: Roney Domingos/ G1)

O corpo de Mércia foi enterrado durante a manhã no Cemitério São João Batista, no centro de Guarulhos. O pai da advogada, que não conseguiu participar do velório, apareceu no último momento para se despedir da filha.

A represa onde o carro e o corpo da advogada foram encontrados é de difícil acesso. Por isso a polícia investiga a participação de mais de uma pessoa no assassinato. Segundo a família de Mércia, testemunhas viram ela sendo morta e chegaram a pedir ajuda.

O irmão de Mércia, Márcio Nakashima, afirma que houve falha do serviço 190. "Um pescador quando estava lá, ligou para o disque-denúncia, ligou para o 181 e a resposta que ele teve lá era que a polícia já estava cuidando do caso e ele deveria procurar o DHPP na segunda-feira de manhã, sendo que ele escutou a minha irmã gritando, ligou no 190 e ninguém pôde fazer nada." A PM informou que só durante as investigações vai ser possível saber se houve falha no serviço.

O ex-namorado de Mércia é apontado como principal suspeito. Mizael Bispo dos Santos foi soldado e cabo da Polícia Militar, mas se aposentou por invalidez depois de ser atingido por uma descarga elétrica. Afastado da PM, se formou em direito e se tornou sócio de Mércia num escritório de advocacia. Em entrevista ao programa Fantástico na semana passada, ele disse que estava sofrendo com o desaparecimento da ex-namorada.

"Eu estou sentindo o que a família está sentindo. Eu gostaria de ter desaparecido junto com ela porque não está sendo fácil para mim", disse Mizael.

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26/10/2008 free counters

Com medo de linchamento, ex de advogada assassinada não vai a enterro


O advogado Mizael Bispo de Souza, 40, principal suspeito da morte da ex-namorada Mércia Nakashima, 28, decidiu não ir ao enterro da advogada neste sábado no cemitério São João Batista, na região central de Guarulhos (Grande SP). De acordo com o advogado de Mizael, Samir Haddad Júnior, a decisão foi tomada após sua orientação. "É capaz de ele ser linchado."

A advogada, que estava desaparecida desde o último dia 23, foi encontrada morta ontem na represa de Nazaré Paulista (64 km de São Paulo), onde seu carro já tinha sido localizado na quinta-feira (10). No início da noite de ontem, a polícia cumpriu um mandado de busca e apreensão na casa de Souza, 40.

Mizael, que estava em uma cidade do litoral de São Paulo até a última quinta-feira (10), está em Guarulhos, na casa de amigos. Segundo Samir, a reação popular contra Mizael tem sido "assustadora".

"Já picharam a casa dele e o escritório. O coitado não consegue mais trabalhar. A sociedade precisa jogar alguém na cova dos leões, mas se Deus quiser Mizael vai fazer como Daniel", afirmou o advogado.

Ainda segundo Samir, não há provas suficientes contra Mizael. "Ele é um homem inteligente, passou na OAB, você acha que ele ia usar carro com rastreador para ser o principal suspeito? Ia voltar a pé da represa? A polícia tem que investigar", afirma.

Desaparecimento

A advogada foi vista pela última vez no dia 23 de maio, quando deixava a casa da avó, em Guarulhos (Grande SP). O ex-namorado dela, Mizael Bispo de Souza, 40, já prestou depoimento duas vezes à Polícia Civil e negou qualquer envolvimento no sumiço da jovem, mas, para a polícia, ele continua como principal suspeito.

O relatório das ligações dos três celulares de Mércia apontou que a última ligação recebida por ela no dia do seu desaparecimento foi de Souza, às 14h30 do dia 23. Segundo o delegado, essa foi a chamada que os familiares de Mércia viram que ela recebeu e não atendeu.

O rastreamento do carro de Souza apontou que ele passou pela região próxima a casa da avó de Mércia --onde ela foi vista pela última vez-- na tarde de domingo (23). Em depoimento, o advogado afirmou que passou na casa de um amigo que mora por lá, mas ele não estava e que passou a tarde com uma garota de programa.


Encontrado em represa corpo da advogada Mércia Nakashima, desaparecida desde 23 de maio em SP

Plantão | Publicada em 11/06/2010 às 10h37m

Globo News TV, O Globo

Mércia, que estava desaparecida  em Guarulhos desde 23 de maio/Reprodução de imagem TV Globo

SÃO PAULO - Foi encontrado na represa de Nazaré Paulista o corpo da advogada Mércia Nakashima, 28 anos, que estava desaparecida desde o dia 23 de maio em Guarulhos, na Grande São Paulo, depois de participar de um almoço em família. O irmão dela estava no local acompanhando a buscas do Corpo de Bombeiros e confirmou que o corpo é mesmo de Mércia. O carro da advogada foi localizado na represa ontem , depois de um telefonema anônimo dado à família. A testemunha afirmou que viu o carro sendo jogado na represa.

O carro estava submerso a uma profundidade de aproximadamente 6 metros e foi içado no fim da tarde de ontem. O carro tinha o vidro do passageiro aberto e estava com pertences da advogada. Peritos analisam o veículo.

O ex-PM e advogado Mizael Bispo de Souza, ex-namorado e ex-sócio de Mércia, de acordo com a polícia, é considerado o principal suspeito do desaparecimento, mas negou envolvimento no caso em depoimento à polícia. À polícia, Mizael disse que os dois terminaram o relacionamento no ano passado, mas continuavam saindo.

Reprodução de imagem TV  Globo Ele disse que saiu com Mércia na sexta-feira e no sábado e juntos foram a um cinema em Guarulhos. No domingo em que Mércia sumiu, Mizael afirmou que ele não conseguiu ver a advogada. Na hora do desaparecimento, o ex-namorado de Mércia disse que estava com uma garota de programa, mas não soube identificá-la.

A família da advogada disse que Mizael era possessivo e, com o fim do relacionamento, começou a fazer tocaia na casa de Mércia. Na casa dele, onde policiais cumpriram mandado de busca, foram encontradas duas armas, registradas em nome dele. No carro dele não há sinais de Mércia, segundo a polícia.


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26/10/2008 free counters

Ato marca dois anos do desaparecimento de engenheira no Rio







Cerca de cem parentes e amigos da engenheira Patrícia Amieiro Franco, desaparecida no Rio de Janeiro desde 14 de junho de 2008, promoveram neste sábado um ato na Barra da Tijuca (zona oeste) para registrar os dois anos do sumiço dela. O público foi estimado por participantes da manifestação.

O caso ainda é discutido na Justiça. Policiais militares são acusados de matar e ocultar o cadáver da engenheira, que tinha 24 anos.

Já os PMs afirmam que Patrícia sofreu um acidente na saída do túnel do Joá, na Barra. Os PMs dizem que o veículo de Patrícia saiu da pista, caiu numa ribanceira e capotou. O corpo, disseram, caiu na lagoa de Marapendi.



17/06/2009

O que aconteceu com ela?

Reconstituição reforça tese de envolvimento de PMs no desaparecimento da engenheira Patrícia Franco

Sofia Cerqueira

Álbum de família
Patrícia tinha 24 anos quando sofreu um acidente de carro na Barra da Tijuca, em 14 de junho de 2008. Seu corpo nunca foi encontrado. Esta é uma de suas últimas fotos

Era um dia que prometia ser de festa. O analista de sistemas Antônio Celso de Franco comemoraria seus 54 anos com um grande churrasco na casa da família, no Recreio dos Bandeirantes. Às 7 e meia da manhã de 14 de junho de 2008, ele e a mulher, a dona de casa Tânia Márcia, foram acordados por um telefonema que mudaria para sempre a vida deles: a filha caçula do casal, a engenheira Patrícia Amieiro Branco de Franco, de 24 anos, sofrera um acidente de carro no início da Barra da Tijuca e o corpo teria desaparecido no Canal de Marapendi. Só no último dia 4, às vésperas de seu sumiço completar um ano, foi feita a reconstituição do caso, comprovando a tese que a família defende há meses: não foi um acidente. O laudo oficial só deve ser divulgado nesta semana. Peritos que participaram da simulação informaram, no entanto, que, na velocidade em que estava o veículo (um Palio 2007), a jovem não teria sido jogada para fora do carro e caído no canal. "Há um ano lutamos para provar que policiais militares estão envolvidos no seu desaparecimento", afirma Franco. A principal suspeita é que dois PMs que faziam blitz na saída do Túnel do Joá tenham tentado parar o carro de Patrícia quando ela voltava de uma festa no Morro da Urca. Como não foram atendidos, teriam atirado no veículo e provocado o acidente. A investigação policial já concluiu que outros policiais estiveram no local logo após o desastre. O que aconteceu com ela a partir daí é um mistério.

Guilherme Pinto/Extra/Ag. O Globo
A reconstituição: na velocidade em que dirigia, ela não seria lançada no canal

"Nossa vida parou com aquele telefonema", diz Tânia Márcia. "Não consigo dormir mais de uma hora por noite." Na casa, o quarto de Patrícia permanece intacto, com uma vela acesa. No início, a família achou que tivesse sido mesmo um acidente. Duas semanas depois, no entanto, quando Adriano, de 26 anos, irmão de Patrícia, viu o veículo numa oficina, descobriu marcas de tiros no motor. As perfurações haviam passado despercebidas na primeira perícia. Uma nova análise, após alguns dias, encontrou fragmentos de projéteis no carro. "Do desespero inicial passamos a uma batalha por justiça", conta Franco. "Foram meses e meses lutando contra o corporativismo da PM, pedindo perícias, exames de DNA, análises de GPS de viaturas..." O pai de Patrícia, funcionário do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), só voltou a trabalhar regularmente há um mês. Duas vezes por semana ele vai à Delegacia de Homicídios, no Centro, para acompanhar o andamento do caso. As investigações apontam o envolvimento de oito PMs, que podem ser indiciados por homicídio doloso (com intenção de matar) e por ocultação de cadáver.

Os pais, Tânia e Antônio Franco: "Enquanto não provarem
o contrário, acredito que ela esteja viva", diz a mãe

Desde o desaparecimento, a família de Patrícia vem distribuindo panfletos com o seu rosto e o telefone do disque-denúncia em vários bairros e favelas da Zona Oeste. Também espalhou outdoors pela cidade, criou um site com o intuito de buscar informações (www.cadepatricia.com.br) e promoveu manifestações cobrando uma solução para o caso, como a passeata do domingo (7), na orla da Barra. Várias versões para o misterioso sumiço são investigadas. Uma delas seria a de que, depois de atirarem no carro, os PMs teriam recorrido a policiais amigos, integrantes de uma milícia, que teriam levado o corpo para uma favela em Campo Grande e o queimado. "Já ouvimos falar até que um policial que foi morto na Rua Sacopã (na Fonte da Saudade) saberia demais sobre essa história e por isso teria sido eliminado", diz Franco. "Mas até agora não se conseguiu provar nada." Outra hipótese é a de o corpo ter sido enterrado no município de São Gonçalo. Por seis ocasiões, ao longo de um ano, a família viveu a expectativa de a polícia ter encontrado o corpo de Patrícia. "Cada vez é um baque no coração, um sofrimento enorme", afirma Franco. "Enquanto não provarem o contrário, acredito que ela esteja viva", completa a mãe.


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26/10/2008 free counters

Queda de elevador deixa um morto e outro ferido na zona leste de SP

Uma pessoa morreu e outra ficou ferida na manhã deste domingo na queda de um elevador no bairro Jardim Nossa Senhora, na zona leste de São Paulo.

Segundo informações da Polícia Militar, o acidente aconteceu por volta das 7h50 em um prédio de três andares localizado na rua Floriano de Toledo. Informações preliminares apontam que o prédio é residencial.

Os bombeiros foram acionados para atender as vítimas, mas uma delas não resistiu e morreu ainda no local. A segunda foi socorrida e encaminhada para o pronto-socorro Santa Marcelina de Itaquera, também na zona leste.

O caso deve ser registrado no 53º DP (Parque do Carmo), mas ainda não tinha sido feito por volta das 9h50. As causas do acidente ainda serão determinadas pela perícia.



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26/10/2008 free counters