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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Terremoto de seis graus atinge a Califórnia


Quinta-feira, 04/02/2010

O epicentro foi localizado a 11 quilômetros de profundidade, a 50 quilômetros da Costa da Califórnia. O terremoto não causou danos e nem fez vítimas. Nenhum alerta de tsunami foi emitido.


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26/10/2008 free counters

Bilhete pode incriminar Arruda em tentativa de suborno




Governador do DF teria tentado subornar testemunha da Polícia Federal. Arruda afirma que foi armação
redação época, com informações da Agência Estado

José Roberto Arruda (ex-DEM, sem partido) é suspeito de tentar subornar uma testemunha da Polícia Federal nas investigações do "mensalão do DEM" no Distrito Federal. O jornalista Edson dos Santos, conhecido como Sombra, alvo do suborno, afirmou em entrevista ao Jornal da Globo que entregou para a Polícia Federal um bilhete escrito por Arruda que confirmaria o papel do governador na tentativa de suborno.

“Recebi alguns telefonemas do deputado Geraldo Naves (DEM) querendo falar comigo. Certo dia, ele veio aqui, e disse que estava vindo a mando do governador Arruda, que precisava de ajuda para sair da crise em que se encontra. Pedi que houvesse uma prova. Ele me trouxe um bilhete feito pelo governador. É fácil identificar a letra dele", disse Sombra.

A Polícia Federal confirmou que o bilhete está com a perícia. Algumas imagens foram divulgadas pelo Jornal da Globo. O texto tem seis tópicos. No quinto, na frente do nome "Geraldo" está a frase “tá valendo”. Abaixo, "GDF Ok". Naves, que foi eleito presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia do DF em janeiro, nega a história de Sombra. Segundo Naves, ele realmente entregou um bilhete do governador Arruda a Edson Sombra, mas apenas para esclarecer ao jornalista que não havia veto do governo a verbas de patrocínio para o jornal dele.

Na quinta-feira, a PF prendeu em flagrante o servidor público aposentado Antônio Bento da Silva, que estaria tentando subornar Sombra. Silva carregava R$ 200 mil em dinheiro, o que seria apenas uma parte do pagamento oferecido para que o jornalista mudasse seu depoimento na operação Caixa de Pandora. “R$ 1 milhão em dinheiro vivo... mais R$ 250 mil de mídia/mês... R$ 200 mil cash por fora para fazer depoimento desmentindo Durval, que os vídeos são montados...basicamente”, disse Sombra ao Jornal da Globo.


Sombra convenceu Durval Barbosa, ex-secretário de Relações Institucionais de Aruda, a tornar público o funcionamento do esquema de corrupção montado no governo, batizado de "mensalão do DEM", e intermediou sua aproximação com o Ministério Público. O jornalista é citado por Barbosa no depoimento ao MP que deu origem à operação da PF. Para receber o dinheiro do suborno Sombra teria que afirmar que os vídeos de deputado e empresários recebendo dinheiro - e guardando as notas até nas meias - foram manipulados.

Se ficar comprovado que a tentativa de suborno partiu de Arruda, o governador poderá até ser alvo de pedido de prisão por obstrução da Justiça.

Bento da Silva, que se aposentou na Companhia Energética de Brasília, pode pegar de três a quatro anos de prisão. Segundo fontes da polícia, Silva teria dito em depoimento que o dinheiro para pagar Edson Sombra lhe foi entregue por Rodrigo Arantes, sobrinho de Arruda que aparece em dos vídeos que deram origem ao escândalo.

O governo do Distrito Federal negou qualquer envolvimento com o servidor. Por meio da assessoria, o governador informou que considerava a denúncia "uma farsa grotesca" e anunciou que mandou demitir Silva do Conselho Fiscal do Metrô, cargo para o qual teria sido indicado por Durval. "É só ligarem os fatos: Sombra é amigo de Durval e chefe de Bento, que agora aparece com essa história fantasiosa", observou.

Além de trabalhar no Conselho Fiscal do Metrô de Brasília, Silva também é gerente comercial do diário O Distrital, que tem como jornalista responsável Edson Sombra.




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26/10/2008 free counters

Atento Brasil abre 5.112 vagas em São Paulo


Cargos são de teleoperador, técnico e atendente de suporte.
Vagas são para a capital paulista.

Do G1, em São Paulo


Operadores de telemarketing precisam ter no mínino 18 anos e nível médio completo. (Foto: Rede Globo/Reprodução)

A Atento Brasil, empresa de contact center, oferece 5.112 vagas de teleoperador, teleoperador bilíngue, técnico de suporte e atendente de suporte técnico na cidade de São Paulo.


O perfil exigido para teleoperador é idade mínima de 18 anos, segundo grau completo, bom vocabulário, fluência verbal, boa dicção, bom relacionamento interpessoal, dinamismo, bons conhecimentos de informática e digitação.

Para teleoperador bilíngue, os candidatos precisam ter certificado de idioma de inglês.

Para os cargos de técnico de suporte e atendente de suporte técnico é preciso ter conhecimentos de hardware e internet.

A empresa oferece assistência médica, vale-refeição, seguro de vida, assistência odontológica, vale-transporte, treinamento e oportunidades de crescimento. A remuneração varia de acordo com o cliente e carga horária.

Os candidatos devem cadastrar os currículos no site www.atento.com.br.

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26/10/2008 free counters

'Viver a vida': veja foto de Soraia vestida de Dora para atrair Garcia


Soraia se veste de Dora em  "Viver a vida" / Crédito: João Miguel Júnior/ divulgação TV  Globo

Esta aí a foto de Soraia (Nanda Costa) vestida de Dora (Giovanna Antonelli) para seduzir Garcia (Mario Jose Paz) em "Viver a vida". Ela consegue convencer o argentino a ficar com o emprego da prima no restaurante enquanto ela está fora. Garcia aceita, mas diz que Soraia terá de usar o uniforme de Dora, pois não tem nenhum novo. Ela então sobe ao quarto da prima e veste não só seu uniforme, como calça sua sandália e usa o perfume e o batom dela. Quando a vê, Garcia pensa que está vendo sua amada. Leia o diálogo da cena, prevista para ir ao ar neste sábado:

Ele trabalhando no caixa. Ela dobrando guardanapos de papel, ali por perto.

GARCIA —Soraia, querida, já disse que não precisa ficar aí se cansando, fazendo essa chatice. Tenho os funcionários pra isso.
SORAIA —Não me dá trabalho nenhum e ainda me distrai. Garcia, você pensou no que te falei?
GARCIA —O que você me falou? Vamos lá, ative a memória desse velho homem.
SORAIA —Para de dizer que é velho! A Rafaela é que tem razão: só porque tem cabelos brancos? E daí?
GARCIA —Cabelos brancos e umas boas décadas vividas nas costas. Já não estou suficientemente credenciado à velhice?
SORAIA —Não. Você é mais ativo e animado que muito garotão da minha idade.
GARCIA — Então esses meninos estão muito devagar. Mas, vamos lá, o que você me disse que eu não deveria ter esquecido?
SORAIA —Sobre trabalhar aqui no restaurante, no lugar da Dora, só enquanto ela não volta.
GARCIA — É verdade, me lembro agora. Mas sabe o que é, meu anjo, e se Dorita chega, sei lá... amanhã? Como fica?
SORAIA —Acha mesmo que ela está para voltar, assim, tão rápido?
GARCIA — Ela já está há dias lá! E me disse que não demoraria, tenho que acreditar. E é como te falei, estou dando mais um tempo. Se Dorita não der sinal, vou até o Rio ver o que está acontecendo.
SORAIA —Tudo bem. Se ela chegar, eu saio, pronto. Não tem problema. É só pra eu aprender um pouco aqui, com você. Sempre quis trabalhar com público, atender as pessoas...
GARCIA — Flavinho nunca te arrumou uma vaga na sorveteria?
SORAIA —Ia dar briga. Irmão junto, sabe como é. Os donos nem deixam.

Ele pensa, considera, olha pra ela analisando.

GARCIA —Ok! Contratada!
SORAIA —Ai, Maradona – olha eu já me apossando do seu apelido – obrigada! Você sabe, eu ajudo minha mãe na casa daquele pessoal do Rio. Mas eles quase não têm vindo pra Búzios, fico meio desocupada, entende? Ganho meu salário mesmo assim, mas fico entediada.
GARCIA —Que menina trabalhadora... Bom, aqui, pelo menos, vai ter muita animação. Mas não se esqueça: é por tempo determinado e em caráter de experiência. Só até Dorita voltar, que meu quadro de funcionários já está inchado.
SORAIA —Claro, combinadíssimo. Posso começar agora mesmo?
GARCIA —Assim, no susto? E seu pai, Soraia? Olha lá que não quero confusão pro meu lado. Vai que ele entra aqui como naquele dia e/
SORAIA —Sou maior de idade. E é trabalho, poxa! O que meu pai pode fazer? E ainda ajudo em casa, caramba, botando mais uma grana.
GARCIA —Tudo bem, fazemos um treinamento hoje. Mas, olha, não tenho uniforme novo para te dar. Se importa de usar o da Dora?
SORAIA —Imagina, por mim está ótimo. Acho que ela também não ligaria de me emprestar. Depois lavo, passo e devolvo direitinho.
GARCIA —Toma a chave, sobe e pega lá no armário dela. Te espero aqui.
SORAIA —Não demoro. Volto num minutinho.

Soraia abre o armário de Dora. Depois de procurar um pouco, acha o uniforme pendurado no cabide. Pega, bota na frente do corpo e se mede no espelho. Tira o vestido que usa – fica de sutiã e calcinha - prende o cabelo num coque e veste o uniforme. Admira-se no espelho e considera a sandália que calça. Abre a outra parte do armário e saca uma de Dora. Calça, ainda vasculha um pouco por ali, passa o perfume e o batom que encontra, dá a última olhada no espelho, deixa os seios mais visíveis, a saia mais pra cima. E sai, exultante. Soraia se aproxima de Garcia, vestida como Dora. Ele olha e chega a ver sua amada no corpo de Soraia. Aperta os olhos e cai em si.

Soraia  tenta seduzir Garcia vestida como Dora / Crédito: João Miguel Júnior /  divulgação TV Globo

GARCIA —Nossa, por um momento pensei que fosse minha Dorita.
SORAIA —Somos primas, não é? Alguma coisa deve parecer. O jeito, pelo menos.
GARCIA —Resta saber se o tino para trabalhar com o público também é parecido, que a Dora bate um bolão. Vamos lá, vou começar te ensinando como botar a mesa para receber nossos clientes. Atenção: nosso jogo americano é este aqui. Os talheres têm que ficar arrumados como manda o figurino. Sabe arrumar os garfos e facas direitinho?
SORAIA —Sei, sim. Mas deixa eu ver como você faz, se é igual à casa onde lá onde eu trabalho, nas férias.

Garcia explica. Soraia muito atenta a tudo.




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26/10/2008 free counters

Viver a vida': Rafaela mostra seu lado cruel em discussão com Helena


Rafaela discute com Helena em

A licença médica de Alinne Moraes, que ficou dez dias longe das gravações de “Viver a vida”, teve o efeito de uma pisada firme no acelerador para a novela. Desde a semana passada — quando a trama de sua personagem, Luciana, precisou ficar em segundo plano — as outras histórias do folhetim vêm ganhando impulso. A novela está com um ritmo mais ágil, que se manterá nos próximos capítulos: fortes emoções estão à vista (clique aqui e leia mais sobre o que vai acontecer na novela).

Acontecimentos que estavam previstos desde a estreia vão finalmente entrar em cena. Rafaela (Klara Castanho), por exemplo, que seria uma vilãzinha e até agora só vinha se mostrando uma criança chatinha, colocará as manguinhas de fora numa discussão com Helena (Taís Araújo). Depois de presenciar o beijo da modelo em Bruno (Thiago Lacerda), a garota vai começar a encará-la, sem dizer nada, de maneira um tanto assustadora. Até decidir confrontá-la.

Rafaela surge na sala da casa amarela quando Helena está sozinha e dispara: “Como se chama aquele moço bonito que você estava beijando na festa?”. “Você está enganada, não beijei ninguém”, responde a modelo. A menina então começa a rir diabolicamente, olhando para Helena sem piscar. O embate segue até que Dora (Giovanna Antonelli) chega e interrompe, mandando a filha para o quarto.

— Rafaela é indiscreta, tem a língua que não cabe na boca, nunca deixa de ser intrometida — comenta a atriz mirim Klara Castanho.

Helena que se prepare, pois isso é apenas o começo... Leia aqui como será a cena do embate entre as duas, previsto para ser exibido na segunda-feira.:

Helena percebe o olhar de alguém. Vira-se e dá de cara com Rafaela, olhando para ela. Sorri sem vontade.

HELENA — Alguma coisa, Rafaela?
RAFAELA — Não.
HELENA — Olha, hoje eu não convido você para jantar porque tenho que conversar com o meu marido... assunto aqui da casa, entende? Então, prefiro ficar sozinha com ele.

Rafaela não responde.

HELENA — Você me ouviu?
RAFAELA — Como é que ele se chama?
HELENA — Ele quem?
RAFAELA — Aquele moço bonito?

Helena tenta disfarçar sua inquietação e mente.

HELENA — Não tô lembrada de ninguém que...
RAFAELA — Aquele moço lindo que você estava beijando lá na festa, ontem?

Um branco de alguns segundos.

HELENA — O que é que você está falando, Rafaela? Não estou entendendo. Se é uma brincadeira...
RAFAELA — Não é, não, eu vi.
HELENA — Você está enganada, não beijei ninguém.
RAFAELA — Minha mãe me proibiu de falar sobre isso, mas eu esqueci.

Rafaela começa a rir, olhando Helena fixamente, diabolicamente.

HELENA — Você foi falar uma coisa dessas pra sua mãe?
RAFAELA — Que é que tem? Eu falo tudo pra ela. Quando eu cheguei da festa, ela me perguntou como é que tinha sido, se eu tinha gostado, e eu falei que tinha visto você beijando aquele moço bonito.
HELENA — Olha, Rafaela, presta atenção. Você não pode falar pra ninguém uma coisa assim, que não aconteceu, que você imaginou, inventou. Tenho certeza que ninguém que estava naquela festa, viu qualquer coisa...
RAFAELA — Só eu que vi. Entrei no quarto e vocês estavam no maior beijo! Na boca!

Dora aparece e percebe que o clima está pesado. Rafaela começa a rir outra vez.

DORA — Algum problema, Helena?
HELENA — Não, quer dizer, acho que a Rafaela andou comentando com você alguma coisa lá da festa de ontem, que ela inventou...

E agora Rafaela se irrita com a negativa insistente de Helena.

RAFAELA — Não inventei! Eu vi!
DORA — O que é isso, Rafaela? Cala a boca! Ela não comentou nada comigo, não, Helena. Aquela hora que ela chegou, foi direto pra cama, nem falamos sobre a festa.
RAFAELA — Falamos, sim. Eu contei pra você do beijo e você me pediu pra eu não falar nada. Mas agora saiu! Eu falei! Sem querer. Paciência.
DORA — Você me envergonha. Sabe o que eu tenho vontade? De esganar você.

E Rafaela dá de ombros, como costuma fazer.

RAFAELA — Pode esganar, mas eu vi.
DORA — Sobe pro apartamento. Fica lá, de castigo. Sem sair, sem ver televisão, sem piscina, sem almoçar, sem nada. Vamos, rápido, sai daqui!

E Rafaela vai se afastando, olhos maliciosos, fixos em Helena, e ainda repetindo baixinho.

RAFAELA — Eu vi, vi mesmo, pronto.
DORA — Desculpe, Helena, pode acreditar que ela não falou nada. Ela tem mesmo essa mania, de vez em quando, de inventar uma história, enfiar uma coisa na cabeça e ficar teimando...

Marcos aparece e interrompe o que Dora está dizendo. Ele percebe que Dora parou por causa dele e que Helena ficou sem graça.

MARCOS — Atrapalho a conversa de vocês?
HELENA — Não, Marcos, claro que não.
DORA — Com licença.




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26/10/2008 free counters

Comissão de Anistia indeniza família de Covas


Publicada em 05/02/2010 às 00h00m

Wagner Gomes

SÃO PAULO - O ex-governador de São Paulo Mario Covas, morto em 2001 em decorrência de um câncer no intestino, foi considerado nesta quinta-feira pela Comissão de Anistia do Ministério da Justiça vítima da ditadura militar, e sua família receberá uma indenização de R$ 100 mil. A decisão foi anunciada em São Paulo pelo ministro da Justiça, Tarso Genro, durante reunião da Caravana da Anistia, na sede da Força Sindical, onde foram julgados 88 processos de pessoas perseguidas politicamente durante o regime militar, de 1964 a 1985.

A família de Covas queria uma indenização de R$ 2,3 milhões, referentes ao salários que ele deixou de receber durante dez anos como deputado federal. Covas teve o mandato cassado em 1969, mas a Caravana da Anistia não reconheceu esse pleito e fixou a indenização em R$ 100 mil.

A reunião foi presidida por Tarso. Desde 2008, quando foi criada, a caravana já passou por 17 estados e julgou mais de 700 pedidos de anistia.

- A Caravana da Anistia não visa a revirar ódio, promover revanchismo ou vingança. Ela alerta para o que aconteceu no passado, o que o regime de força nos submeteu - disse Tarso.

No início do ano, a Comissão de Anistia do Ministério da Justiça já havia reconhecido como anistiados 16 filhos e netos de perseguidos políticos . Durante os julgamentos, Luiz Carlos Prestes Ribeiro Filho e João Vicente Goulart defenderam a abertura de arquivos da ditadura militar (1964-1985).




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26/10/2008 free counters

Funcionários da Caixa cometeram fraudes contra o seguro-desemprego


Polícia Federal faz operação de combate a fraudes no seguro-desemprego; funcionários da Caixa envolvidos

Publicada em 05/02/2010 às 13h41m

O Globo

BRASÍLIA - A Polícia Federal prendeu 31 pessoas em nove estados na Operação Bismark para combater fraudes em saque do seguro-desemprego. Deste total, 24 foram presas nesta sexta-feira e outras seis já estavam detidas A fraude lesava a Caixa Econômica Federal e o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A polícia conseguiu identificar até agora prejuízos da ordem de mais de R$ 1,5 milhão ao mês durante as investigações.

O crime consistia em obter informações sobre parcelas de seguro-desemprego para serem recebidas através da Caixa e do MTE. Após isso, os criminosos falsificavam documentos das pessoas que tinham direito ao seguro-desemprego e o sacavam. Quando o verdadeiro titular do direito ia realizar o saque, descobria a fraude, e o próprio Ministério do Trabalho pagava novamente o benefício.

As investigações iniciaram em 2008, através do próprio Ministério do Trabalho. Surgiram várias denúncias da fraude, que contava com o apoio de empregados temporários da Caixa e do MTE.

O nome da Operação Bismark faz referência ao estadista alemão Otto Von Bismark, criador de vários benefícios trabalhistas na Alemanha do século XIX.

Até R$ 6 mil em um dia

Apenas um dos fraudadores retirou, num único dia, o valor de R$ 6 mil na Caixa Econômica. Segundo a representação, cada integrante da quadrilha lucrava de R$ 15 mil a R$ 20 mil por mês com os saques indevidos.

A ação é realizada nos estados de Mato Grosso, Minas Gerais, Rondônia, Goiás, Pernambuco, Rio Grande do Norte, São Paulo, Ceará, Paraíba e conta com o apoio logístico de Superintendências da Polícia Federal de vários Estados da Federação.

Veja de onde são os presos

Segundo a PF, foram expeditos 78 mandados judiciais pelo juízo da 5ª Vara Federal em Cuiabá (MT), sendo 50 mandados de prisão temporária e 28 mandados de busca e apreensão. Dos indiciados, três são ex-funcionários do Ministério do Trabalho e Emprego e dois são ex-funcionários da Caixa Econômica Federal.

Durante as investigações, dez pessoas foram presas em flagrante e receberam novos mandados a serem executados nesta sexta-feira.

Além de quebra do sigilo bancário, de comunicação eletrônica e bancário, utilizados durante o processo de investigação, a polícia representou pelo bloqueio das contas bancárias dos indiciados. Os fraudadores vão responder por estelionato, falsidade ideológica e falsificação de documentos públicos.




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26/10/2008 free counters

Venezuela diz que EUA encorajam oposição a derrubar Chávez


Embaixador venezuelano em Washington criticou relatório de diretor de inteligência em carta ao Senado

Agência Estado


CARACAS - A Venezuela acusou os EUA de tentarem "criminalizar" o governo do presidente

Hugo Chávez. O embaixador venezuelano em Washington, Bernardo Alvarez, disse na quinta-feira, 4, que há um esforço das autoridades americanas para encorajar a oposição a tentar derrubar Chávez.


Alvarez comentou um relatório do diretor de inteligência americano, Danis Blair, enviado nesta semana a senadores dos EUA. O texto descreve o líder bolivariano como um autocrata, que reprime a oposição.

Em uma carta enviada à presidente do Comitê de Inteligência do Senado, Dianne Feinstein, Alvarez rebateu o relatório, qualificando-o como "cheio de acusações politicamente motivadas e cínicas".

O embaixador afirmou que há uma campanha dos EUA para "criminalizar nosso governo e encorajar grupos dentro da oposição da Venezuela para buscar formas não democráticas de tomar o poder".

Funcionários americanos negaram repetidamente que apoiariam qualquer tentativa de retirar Chávez do poder com um golpe. Os oposicionistas venezuelanos garantem, também, que desejam vencer Chávez apenas nas urnas.

Chávez nega com veemência as críticas de que seu governo esteja reprimindo e intimidando a oposição. As informações são da Associated Press.



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26/10/2008 free counters

Chávez adverte oposição e reprime protesto em aniversário de golpe


Prefeitura tinha proibido a marcha opositora; presidente ameaça 'burguesia' contra qualquer tentativa de derrubá-lo

CARACAS


A polícia venezuelana reprimiu ontem com gás lacrimogêneo e balas de borracha centenas de estudantes universitários que tentaram marchar até a Assembleia Nacional em Caracas, desrespeitando a decisão da prefeitura da capital, que havia proibido o protesto dos opositores. A manifestação ocorreu durante as comemorações dos 18 anos do fracassado golpe liderado pelo presidente Hugo Chávez contra o governo de Carlos Andrés Pérez e coincidiu com um duro discurso do líder venezuelano, que pediu união pela revolução.

"Se nos buscam pelo caminho das armas, aqui estamos nós, com a espada de (Simon) Bolívar, dispostos a bater onde seja pela liberdade da Venezuela, pela revolução bolivariana, não se equivoquem conosco", disse Chávez. "Nem a burguesia venezuelana nem mil burguesias unidas poderão contra nós."

Opositores e partidários do presidente haviam convocado atos em Caracas para marcar a data de ontem - considerada por chavistas como o início da chamada "revolução bolivariana". A prefeitura justificou a proibição da marcha dos estudantes afirmando que o trajeto elaborado pela oposição coincidia em alguns pontos com a manifestação chavista. De acordo com o órgão, os partidários do presidente receberam a autorização porque entraram com o pedido antes dos opositores.

FERIDOS

O estudante Nizar el-Fakih afirmou que os jovens não queriam entrar em choque com simpatizantes do governo porque são contra a violência, argumentando que a manifestação era pacífica. Inicialmente, a marcha opositora tinha como destino a Assembleia Nacional, onde os estudantes pretendiam entregar um documento com propostas para resolver os problemas que vêm dominando o cenário político do país. Segundo os serviços de saúde da capital venezuelana, dezenas de pessoas ficaram feridas após a repressão da marcha.

O embaixador dos EUA no Brasil, Thomas Shannon, pediu ao governo da Venezuela que deixe de reprimir as manifestações da oposição. "Esta seria nossa mensagem ao governo da Venezuela: não reprimir, abrir espaço para ouvir o povo venezuelano", afirmou Shannon em Brasília (mais informações na página 16).

A marcha chavista tinha como destino o Forte Tiuna, uma base militar na capital onde Chávez participou de uma cerimônia no fim do dia, batizado pelo governo como o dia da "dignidade nacional".

"Os meses que estão por vir são de unidade", afirmou o vice-presidente, Elías Jaua, aos manifestantes. "Que o inimigo saiba que a força de Chávez e a força bolivariana estarão em cada rua, esquina e praça, combatendo em qualquer terreno." Ontem, Chávez empossou o general Carlos Mata Figueroa como novo ministro da Defesa e exigiu que ele continue construindo "as novas Forças Armadas socialistas e anti-imperialistas". Figueroa substitui Ramón Carrizález, que renunciou ao cargo e à vice-presidência no dia 25 "por razões pessoais".

O presidente ainda aproveitou a ocasião para condecorar oficiais que participaram da tentativa de golpe em 1992. "Soldados de todas as hierarquias, sintam-se hoje mais orgulhosos do que nunca do caminho percorrido", afirmou Chávez. "Estamos hoje comemorando 18 anos, povo e força armada unidos aqui, olhando para o passado, conscientes do presente e, sobretudo, comprometidos com o futuro, com a revolução socialista que começava em 4 de fevereiro." O presidente ainda fez uma previsão de que seu governo "chegará a 2030" e pediu a seus seguidores que consolidem seu projeto de revolução socialista.

Esta semana, Chávez comemorou o aniversário de sua primeira posse como presidente, em 2 de fevereiro de 1999, afirmando que "se o povo quiser", está disposto a governar por mais 11 anos para garantir as conquistas de seu projeto socialista.

AJUDA CUBANA

As comemorações do presidente ocorrem em um momento de crescente descontentamento popular com o governo por causa dos constantes racionamentos de água e energia elétrica.

Para auxiliar nos problemas de abastecimento de energia no país, Chávez designou o cubano Ramiro Valdes - ministro da Tecnologia e presidente do Conselho de Ministros da ilha - como líder de uma comissão técnica sobre o tema. A decisão foi altamente criticada pela oposição. "O que acontece é que quando os cubanos vêm, a fúria contrarrevolucionária imediatamente é desatada", afirmou o presidente venezuelano. AP, AFP, EFE E REUTERS

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26/10/2008 free counters

OAB pede bloqueio de bens de Arruda


CAROL PIRES - Agencia Estado


BRASÍLIA - A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) ingressou hoje com uma ação na Justiça Federal pedindo o bloqueio dos bens do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, e dos oito deputados distritais envolvidos no Mensalão do DEM. O inquérito da Operação Caixa de Pandora da Polícia Federal aponta o governador como chefe de um esquema de corrupção que arrecadava propina entre empresas contratadas pelo governo para ser distribuída a aliados. Arruda responde a três processos de impeachment na Assembleia Legislativa do DF, e os deputados respondem a processo por quebra de decoro parlamentar.



Segundo o presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante, a ação não significa um prejulgamento, mas sim uma questão de zelo. "Temos que zelar para o retorno à sociedade daquilo que eventualmente foi subtraído dela. Não estamos julgando, mas em havendo desvio de recursos, deve ser devolvido à sociedade aquilo que foi retirado dela. O bloqueio serve para que eles (acusados) não possam alienar esses bens no curso das investigações", disse Ophir Cavalcante. Ele informou que a OAB estuda agora como pedir à Justiça o afastamento de Arruda do cargo de governador, enquanto durarem as investigações



Ontem, a Polícia Federal prendeu o conselheiro do Metrô de Brasília, Antonio Bento da Silva, em flagrante, após ele tentar subornar o jornalista Edson dos Santos, conhecido como o "Sombra", amigo do ex-secretário de Relações Institucionais, Durval Barbosa, principal delator do Mensalão do DEM. O objetivo era fazer com que Sombra convencesse Durval a dar declarações favoráveis ao governador, em seu depoimento na PF. O presidente da OAB avalia que essa tentativa de suborno sugere que pessoas ligadas ao governador podem estar tentando atrapalhar as investigações.



"Com as novas provas trazidas, como o bilhete do Arruda, envolvendo o jornalista Sombra, que foi divulgado pela imprensa, a Ordem já está estudando uma nova medida judicial para pleitear o afastamento do governador. Essa medida judicial dependerá dos elementos probatórios, mas já há um link maior que o GDF estaria obstruindo as investigações", afirmou Cavalcante, referindo-se ao bilhete entregue por Naves ao Sombra, explicitando a proposta do governador, supostamente escrito por ele, Arruda.



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