Rubinho, como le conocen en Brasil, es un piloto querido por los aficionados de la Fórmula 1 y el actual campeón del GP de Europa. 20 minutos charló con el brasileño Rubens Barrichello en Valencia, en un acto de Randstad, patrocinador de su equipo Williams. Después de 18 años en la F1, ¿en qué ha cambiado este deporte? ¿Su mejor recuerdo? Hay Barrichello para rato... No he pensado en retirarme, pero cuando lo haga, me alejaré totalmente de la F1 con mi familia ¿Y su peor momento en la F1? Cuando estaba en Ferrari tuvo que acatar órdenes de equipo en favor de Schumacher, ¿se arrepiente de no haberse rebelado? En Austria'02 dejó pasar a Michael a pocos metros de la meta, ¿fue una forma de rebelión? ¿No las sufrió en BrawnGP? ¿Siente que ha merecido ser campeón? ¿La F1 le debe algo? Defiende victoria en Valencia, pero será difícil repetirla...
Es una manía del ser humano decir que los tiempos pasados siempre fueron mejores, pero no lo creo. La F1 ha cambiado mucho, es cierto, pero no sabría decirte si es mejor o peor. Lo importante es que es mucho más segura que antes.
Aunque parezca raro, ahora estoy más contento que nunca. Tengo una energía increíble.
De momento sí. No he pensado en retirarme, pero cuando lo haga, me alejaré totalmente de la F1 con mi familia. No me interesa ser mánager de equipo ni nada de eso.
La muerte de un gran amigo como Ayrton Senna. Yo sufrí un grave accidente en aquel gran premio y dos días después murió él.
No soy una persona polémica y, de cara a la prensa, puede parecer que no me rebelé, pero sí lo hice dentro del equipo. Me fui de Ferrari un año antes de acabar mi contrato porque no compartía su visión.
Desde luego. Me negué a hacerlo hasta el final y, aunque fue ridículo para la F1, creo que conseguí algo. A partir de entonces se prohibieron las órdenes de equipo.
No. En las primeras carreras tuve problemas con el coche, pero cuando cogí el feeling fui tan rápido o más que Button. El problema es que el coche ya no era tan superior como a principios de año.
No me tiene que dar nada, soy yo quien lo debe conseguir. Si me retiro sin ser campeón, me iré con un gran vacío.
Por lo menos disfrutaré. Es un circuito que me encanta y siempre hay gran ambiente en las carreras en España. Hace 18 años, cuando veníamos a hacer tests a Jerez, sólo había cuatro gatos en la grada. Desde que apareció Fernando Alonso, están llenas.
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Barrichello: "No quiero irme sin ser campeón"
5 killed in terror attack at wedding party in Algeria
TEBESSA, Algeria, June 25 (Xinhua) -- Five citizens were killed and one was seriously injured by fire from a terrorist group who targeted a marriage party on Thursday evening in the town of Stah Guenter, 110 km south of Tebessa of Algeria, a security source said Friday. Four persons died on the spot while the fifth died of his wounds during his transfer to the hospital, the source said, adding that a sixth citizen has been "severely affected." The security services have immediately triggered a search operation of the armed group who fled the scene after the crime, according to the source.
O complô contra o Morumbi
O intraduzível trocadilho do cartaz fez sucesso entre os sul-africanos, irritados com as exigências da Fifa
A julgar pelo que a Fifa, a federação internacional de futebol, e a CBF, a confederação brasileira, falaram ao longo de um ano, o estádio do Morumbi é um dos lugares mais inadequados do mundo à prática do futebol. Em junho de 2009, em Bloemfontein, no dia do jogo Brasil e Egito pela Copa das Confederações, o assessor de imprensa da CBF, Rodrigo Paiva, mostrava aos jornalistas o estádio, que é uma das sedes da Copa deste ano. “O ônibus da Seleção parou na porta do vestiário! Agora me digam se o Morumbi tem isso!” Em setembro, durante uma reunião da Fifa no Rio, o presidente da entidade, o suíço Sepp Blatter, disse: “Parece que o prefeito de São Paulo apresentou hoje um projeto de novo estádio”. A seu lado, o secretário-geral da Fifa, o francês Jérôme Valcke, tinha nas mãos um dossiê e estava pronto a criticar o Morumbi caso alguém lhe fizesse a pergunta.
Se ainda havia dúvidas quanto à razão de tamanha má vontade, elas desapareceram na semana passada, quando a Fifa e a CBF anunciaram a exclusão do estádio do São Paulo Futebol Clube da lista de 12 para a Copa do Mundo de 2014, no Brasil. O pretexto escolhido foi um pretenso atraso na entrega das “garantias financeiras”, ou seja, o compromisso de instituições públicas ou privadas de financiar a reforma do estádio para a Copa. Mas poderia ter sido a distância entre a tribuna de imprensa e os vestiários; ou o número insuficiente de vagas de estacionamento; ou, quem sabe, a posição do campo em relação aos preceitos do feng shui. O importante era tirar da Copa o maior estádio particular do país.
Assim, em vez de um estádio cuja reforma seria inteiramente bancada pelo clube (com financiamentos privados e do BNDES), por um valor entre R$ 265 milhões e R$ 630 milhões, segundo o projeto a ser adotado, fala-se agora em uma “arena” pública de R$ 1 bilhão em Pirituba, um bairro pobre da Zona Norte da capital paulista. Por trás da ideia estariam o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, e o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, desafeto dos dirigentes do São Paulo. A empresa dona do terreno em Pirituba afirma não ter sido procurada por ninguém. Há a alternativa de usar a futura arena do Palmeiras, que será construída no lugar do atual estádio, em um ponto nobre da cidade. Esse projeto envolve o empresário J. Hawilla, amigo de Ricardo Teixeira e dono de uma rede de veículos de comunicação e de uma empresa de gestão de arenas esportivas. O São Paulo reagiu com cautela – ainda tem esperança de uma reviravolta.
O problema do Morumbi exemplifica o principal obstáculo diante do Mundial no Brasil: o setor privado não se apresentou para financiar a competição. A cada dia é mais evidente que a conta será quase integralmente paga pelo contribuinte. Compare-se com a Alemanha, onde o dinheiro público só bancou um terço do custo dos estádios do Mundial de 2006. Organizar um torneio nos moldes ditados pela Fifa sai caro. Na Copa deste ano, as exigências da Fifa irritaram tanto os sul-africanos que o intraduzível trocadilho “Fick Fufa!” se tornou sucesso.
Ricardo Teixeira conseguiu excluir o Morumbi, mas isso não significa que tenha vencido a guerra. Faltam apenas quatro anos para a Copa, prazo apertado demais para tudo o que envolve uma obra do porte do possível “Piritubão”. Para erguer um estádio público (e a infraestrutura do entorno, como uma estação de metrô), a prefeitura ou o Estado de São Paulo terão de convencer a população da necessidade de uma obra bilionária. E o problema paulista pode contaminar toda a organização da Copa 2014. Para o tucano Caio Carvalho, presidente do Comitê Executivo de São Paulo para a Copa, “a Fifa ainda vai se arrepender da decisão de excluir o Morumbi”.
30 coisas que você não sabe sobre Cauã Reymond
2 Chupou dedo até 6 anos 3 Seus pais se separaram quando ele tinha 2 anos 4 Só dormia no carro do avô 5 Levou 14 pontos na cabeça aos 5 anos 6 Colecionava Comandos em Ação desmontados 7 Viu Top Gun 14 vezes 8 Teve um Natal inesquecível 9 Era um aluno problema 10 O chamavam de Bocão 11 Era baladeiro em Camburiú 12 Surfava de madrugada com o pai 13 Estudou psicologia 14 O primeiro beijo foi aos 12 e ele não gostou 15 Sua primeira musa foi Luma de Oliveira 16 O primeiro porre foi aos 25 17 No primeiro desfile, depilou as pernas 19 Tinha vontade de surfar quando morava em Paris 20 Primeiro teste na tevê: disputou com um amigo e levou 21 Entre ser ou não ser galã, ele prefere não ser 22 Não tratou Fernanda Montenegro como diva 23 É péssimo tocando violão 24 Adora tomar banho. No verão, são três por dia 25 Já teve ciúmes de Grazi 26 Já levou cantada de homem e não é homofóbico 27 Tem mania de arrumação 28 Reza toda noite
Mas não é a Grazi Massafera para perguntar. Gente passa duas horas com o galã de Passione em uma suíte de hotel, em São Paulo, para arrancar 30 preciosas curiosidades sobre seus 30 anos de vida
Simone Blanes Fotos: Alê de Souza
1A mãe engravidou dele aos 17
Minha mãe que escolheu meu nome. Foi uma mistura de fonemas. Depois a gente descobriu que significa gavião, ave de rapina. Ela ficou grávida de mim com 17 anos. Se fosse menina seria Luana. Aliás, meu nome foi quase Luã.
Não sei até quando mamei, mas chupei dedo até uns 6 anos. Eu tinha uma camisa que era tipo uma flanelinha que eu adorava ficar com ela. Parecia o Linus, aquele amigo do Charlie Brown, que andava com o cobertor. Eu usei aparelho quando era moleque de tanto chupar dedo. Fiquei dentuço. Era dentução que nem a mônica.
A primeira palavra que falei foi "carro", para minha mãe. Depois "mamãe" e "papai". Meus pais se separaram quando eu tinha 2 anos. Eles não chegaram a casar, moravam juntos. Meu pai foi morar em Santa Catarina e eu o via pouco.
Quando tinha 2 anos, gostava muito de dormir no carro do meu avô, naquele vão entre o banco traseiro e o vidro. Tinha vezes que eu não conseguia dormir, e minha mãe ligava para o meu avô levar o carro para eu dormir nele. Era um Corcel. Ninguém me tirava dali. Era magrinho, encaixava direitinho.
A primeira travessura foi aqui (mostra a cabeça), com 5 anos, um tombo de bicicleta, levei 14 pontos. Eu pulei uma rampa, a bicicleta foi para um lado e a cabeça para o outro. Caí direto no parachoque de um Fusca que estava parado. E tem essa, que foi com 7 anos (mostra a testa), de skate. Nossa, eu era muito travesso!
Tinha mania de desmontar os bonecos porque ninguém me dava todos que eu queria, então montava os meus comandos em ação. Desmontava as peças e fazia um novo bonequinho e, quando não rolava, eu pegava um papelzinho, desenhava e colava com durex. E também colecionava selos de cavalo. Teve uma fase que eu queria andar a cavalo e minha família não tinha grana. Então, me davam os selos de cavalo.
Meu filme preferido era Top Gun. Meu primeiro ídolo, não era nem o Tom Cruise, era o personagem dele no filme, o aviador Pete "maverick" Mitchell. Tinha uns 11 anos e vi o filme umas 14 vezes.
Me lembro de um muito bonito na casa de uma tia. Estava a família toda. Meu primo ganhou um videogame, master system, e eu ficava louco para ele jogar e eu jogar junto.
Eu fui muito bagunceiro. Fui convidado a me retirar na maioria dos colégios onde estive. Nunca fiquei mais de dois anos em uma escola. Era um aluno mediano. Repeti a terceira série, foi o ano que meu irmão nasceu, acho que por ciúmes. Era hiperativo. Cheguei a ser expulso do curso de inglês aos 13 anos, imagina? Era bagunça demais (risos). Ainda bem que virei ator, né?
O apelido veio quando era mais velho. Bocão... básico, né? Me pergunto por que não me deram antes. Acho que meu nome já era diferente, então, nem precisava de apelido.
Morei em Santa Catarina, em Balneário Camburiú, que é uma cidade ótima, uma das melhores noites do Brasil. E eu lembro que era bacana, porque a gente podia ir para a noitada, não tinha perigo, meu pai não ficava preocupado.
A lembrança mais bacana da adolescência foi quando fui campeão brasileiro de jiu-jítsu. Tinha 17 anos e fui aos 18 de novo. Fui bi. Outras lembranças: eu ir surfar com meu pai. Lembro que, quando o mar estava bom - e eu tinha que estar na escola às 7 da manhã - a gente acordava cedo, de madrugada e ele me levava para surfar. Às 7h10 eu estava no colégio. Meu pai me influenciou muito nos hábitos saudáveis. Até ir morar com ele, não era saudável: comia hambúrguer de calabresa, refrigerante... era bem junkie. Dos 14 em diante sim. Via meu pai comer e virei mais natureba.
Fiz terceiro grau incompleto. Entrei na faculdade e tranquei. Na PUC, de psicologia. Meu pai é psicólogo e, quando eu tinha 18, estava meio perdido, trabalhando como modelo. Aí, decidi trancar a faculdade e viajar para a europa.
Foi com 12 anos e não foi legal, porque usava aparelho móvel e na hora tive que tirar. Foi estranho. Não foi legal nem para mim e nem para a menina, uma colega de escola. Depois, a menina que eu queria ficar mesmo, que eu era amarradão, não quis mais ficar comigo porque soube que eu tinha beijado a outra. Aí só voltei a beijar com 14 anos. E foi legal.
Me lembro de uma matéria de uma revista masculina, não vi a Luma pelada, mas vi os pés da Luma. Achei aquilo tão sexy! Depois, aos 17, quando eu era modelo, a encontrei uma vez. Ela foi lá falar com alguém e sentou do meu lado. Fiquei tenso. Não conseguia olhar para ela! Luma preenchia todas as minhas fantasias. Depois, eu vi outras fotos dela, mas a primeira coisa foram os pés.
Meu primeiro porre foi tarde. E eu só tomei três porres na vida. Foi no casamento do meu melhor amigo, em 2005, aos 25. Nunca tinha tomado, passei mal... mas foi legal. Era meu melhor amigo casando e eu era padrinho. Os outros dois também foi entre amigos. Mas não sou de beber, não gosto de beber. No máximo saquê ou vinho.
Foi em um desfile da Cia Marítima e fiquei muito nervoso porque tive que depilar as pernas. O cara da marca falou que a gente tinha que ir depilado e eu cheguei em casa, peguei um prestobarba e me rasguei inteiro. Tinha 17 anos, nem tinha barba, então não sabia usar prestobarba. E a sunguinha pequenininha? Eu acostumado com sungão, porque lutador usa sungão...
18 Roubava biscoitos numa loja em Milão
Em milão, tinha uma cestinha de biscoitos de uma loja do lado de onde eu morava, e eu sempre pegava alguns e saía correndo. Em Nova York, no curso de interpretação onde estudava, varria o chão, lavava o banheiro, pintava parede, atendia telefone, era o faz-tudo. Não comia fora, comia o que eu cozinhava. Lembro de gente me perguntar: "Você morou em Nova York? Foi ao restaurante tal?" eu dizia não. Não tinha dinheiro, vivia a vida de quem ralava. em Milão e Paris, só modelava. Tive sorte de fotografar com Karl Lagerfeld, Mario Testino. E desfilei para o Jean-Paul Gaultier também.
O esporte me deu uma coisa boa de não perder o foco. Em Paris, eu tinha tanta saudade de surfar que andava em skates longs e todos os retrovisores que eu via, imaginava que era um tubo. Achava legal até levar um tombo tão grande na frente da Torre Eiffel, que fiquei com medo de skate. Em Paris, ganhei a faixa marrom de judô porque não dava para lutar jiu-jítsu. Em Milão, lutava judô. Em NY praticava jiu-jítsu. Tinha na cabeça que queria pegar a faixa preta e peguei. O esporte, além do foco, salva a adolescência.
Fui com um amigo, aquela história, meu amigo estava muito mais certo de pegar o papel. E eu peguei. Foi em Malhação (2002). Meu primeiro dia de gravação foi estranho. Era verde como ator. E com a liberdade cênica dentro da tevê, era estranho ter que saber a marca, onde está a câmera, a luz, você não pode entrar na luz do outro. Demorei para pegar. Foi na prática, amadurecendo aos olhos do telespectador.
Não me acredito um galã. Às vezes você preenche uma função dramatúrgica de galã, mas tenho interesse em outras áreas, não fico preso nisso. Quero fazer outros personagens, não necessariamente galãs.
Carreira é difícil sempre. Você fica mais experiente, mais velho, vai sabendo o que quer e o que não quer. Fui campeão de cartas com o Mau Mau na Malhação. O sucesso se repetiu em Belíssima, onde eu fazia o garoto de programa Mateus. Teve muito assédio. Me lembro a primeira vez que entrei em cena com a Fernanda Montenegro, ao lado da Vera Holtz. Fiquei nervoso. Aí, um diretor me chamou e disse que, se um dia eu contracenasse com a Fernandona, não deveria tratá-la como uma diva: "ela está esperando um ator." Aquilo ficou marcado, me deu um clique e não fiquei mais nervoso. Quando rolou a cena, ela conduziu tudo. Eu era só uma peça ali. Foi um presente do Silvio de Abreu ter acabado a novela com ela. Mas meu divisor de águas foi o Halley (A Favorita). Era um papel de muita dramaturgia, trabalhei muito, foi intenso.
Uma vez tentei tocar violão, "Wish You here", aí percebi que as pessoas ligavam a tevê, iam para a internet. Tentei há três anos, e parei. Me achava autodidata, mas sou péssimo tocando violão. Todo mundo arrumava desculpas e saía da sala. Aí eu desisti, né? Porque o prazer era tocar para os outros. Me achava cool, aí eu vi que realmente eu não tinha talento. O violão está encostado.
Sou bem vaidoso com a minha saúde. Ligo para dormir oito horas. Se dormir menos de seis horas, fico malhumorado. Meu pai falava para eu não lavar o cabelo à noite e não lavo. Gosto de tomar muito banho, sabia? No verão, tomo três banhos por dia. Odeio ficar com sensação de melado. Mas, tento, quando estou ensaboando, não gastar a água do planeta.
Já fui muito ciumento, mas tratei isso em mim. Não faz bem para ninguém. Nunca tive ataque de ciúme, a gente chegou bem preparado para o relacionamento. Uma vez morri de ciúmes dela por causa de uma roupa. Não vou negar, ela estava muito bonita. Mas não a fiz trocar, acho um absurdo. Antes achava um absurdo a pessoa sair com a roupa curta. Hoje acho um absurdo pedir para trocar. Tá vendo? Evoluí (risos).
Quando fazia o Mateus, em Belíssima, uma mulher me deu mole com o marido dela olhando. Entendi o clima e vazei. Mas já ouvi coisas estranhas: gente que achava minha lordose o máximo! Mal sabem que faço RPG para não ter hérnia de disco (risos). Já levei cantada de homem, mas para mim é igual a de mulher: se não estou a fim, não vai rolar. Levo na boa, não sou homofóbico.
Tenho mania de arrumar a casa. Hoje não mandei arrumar o quarto, então eu mesmo arrumei. Mania de organização, não é TOC ainda, talvez evolua. Adoro limpeza.
Não sou supersticioso, mas se posso não passo debaixo de escada. Rezo toda noite e quando estou no trânsito ou no voo. Olha, sou cético até me provarem o contrário. Fui a um grupo de espiritismo, falei com alguém incorporado e o cara disse coisas que tinham a ver. Acredito em tarô, astrologia. Sou taurino com ascendente em peixes. Isso serve como um oráculo, não para levar a ferro e fogo como eu levei a primeira vez que fiz meu mapa. Foi engraçado, o pessoal dizia - "Para! Nem tudo isso vai acontecer!" Grazi me aturou, viu?
29 Quer casar na igreja, ter três filhos e gostaria de adotar
Me considero casado, tenho vida de casado. Mas a cerimônia, estilo O Poderoso Chefão, está de pé. Tem que ser essa festa, senão não tem graça. Acho igreja legal. Já filhos virão daqui a um tempo e não vai demorar. Quero ter três. Me imagino pai com uma casa cheia. Vou ser um pai, em alguns momentos autoritário, mas também brother, vou fazer mamadeira. E adotaria uma criança, sim. Minha mãe é adotada e penso em um dia adotar também. A Grazi também acha legal.
30 Acredita em interesse fulminante à primeira vista
Não acredito em amor à primeira vista porque isso demora para construir, mas no interesse fulminante à primeira vista, sim. Foi o nosso caso. Não foi só físico, teve um interesse mútuo, instantâneo. A gente se conheceu no estacionamento do Projac. Eu a vi de costas e pensei: "humm! Não conheço essa pessoa." E aí quando passei, ela me viu de costas e pensou: humm! Há um ano moramos juntos. Cuido de certas coisas da casa, ela de outras. A cozinha, é ela quem cuida, mas a Grazi não cozinha. Graças a Deus tem alguém para cozinhar para a gente. Somos viciados em cinema. No ano passado, ela me fez um aniversário surpresa, bonito. Estava meio assim porque não gosto muito de comemorar, mas quando abri a porta estava a maior galera. Ela reuniu todo mundo, um baita rango, um baita bolo, um baita presente. Ganhei um quadro lindo. Eu era mais romântico, estou tentando voltar a ser. Com essa rotina de trabalho, a distância faz a gente sofrer. Mas gosto de musiquinha, incenso. Nesse quesito, eu sou mais romântico que ela.
Segundo jornal, Globo desaprova postura de Ana Maria Braga
Globo desaprova discurso de Ana Maria Braga
Foto: Márcio de Souza/TV Globo/Divulgação
De acordo com a coluna Outro Canal, do jornal Folha de S.Paulo, a TV Globo não aprovou a forma como Ana Maria Braga fez seu discurso no Mais Você sobre a notícia veiculada na revista QUEM desta semana, que fala sobre um suposto affair entre a apresentadora e Renato Zóia, seu professor de dança no reality Dança dos Famosos.
À publicação, a emissora enviou uma frase sobre o caso, na qual diz que a loira havia sido autorizada a comentar o caso, mas não com os termos que utilizou. A permissão partiu da direção da Globo e Ana Maria disse que processará a revista e os jornalistas envolvidos. Além disso, classificou a revista, que também pertence ao grupo Globo, como mentirosa e sem qualificação.
Sem Kaká, Brasil empata e fica em 1º
Brasil cumpre objetivo e fica com a liderança após empate com Portugal
Placar de 0 a 0 garante primeiro lugar do Grupo G para a seleção, que entretanto mostra falta de alternativas contra lusos em Durban
Por Thiago Lavinas Direto de Durban, África do Sul
No duelo mais esperado da primeira fase da Copa do Mundo, o Brasil cumpriu seu objetivo principal e ficou com a liderança do Grupo G. Jogou para o gasto, com uma atuação razoável no primeiro tempo e apagada no segundo, e ficou no empate por 0 a 0 com Portugal no estádio Moses Mabhida, em Durban, nesta sexta-feira. A partida contra o adversário mais forte da chave, no entanto, acende o sinal de alerta para o time de Dunga, principalmente quanto ao desempenho pouco produtivo de Julio Baptista, substituto de Kaká, e à dependência do ataque pelo lado direito.
O Brasil, que ouviu vaias de parte da torcida após o apito final, acumulou sete pontos no Grupo G, contra cinco dos portugueses, quatro dos marfinenses e nenhum dos norte-coreanos. Agora espera a rodada decisiva do Grupo H, nesta tarde (a partir de 15h30m), para conhecer o segundo colocado, que será seu adversário nas oitavas de final, na próxima segunda-feira, às 15h30m (de Brasília). Portugal, que alcançou 19 partidas de incencibilidade e terminou a primeira fase da Copa sem sofrer gol, pegará o líder do Grupo H na terça-feira, no mesmo horário.
Com a missão cumprida, a seleção brasileira tem a vantagem de percorrer um caminho teoricamente mais fácil até a final. Depois das oitavas, se for avançando, encara Holanda ou Eslováquia nas quartas, e Uruguai, Coreia do Sul, Estados Unidos ou Gana na semifinal. Do outro lado da chave, Argentina, Alemanha, Inglaterra e Portugal batalham por uma vaga na decisão.
As duas seleções apresentaram surpresas em suas escalações. O Brasil, além da entrada de Daniel Alves e Julio Baptista, teve Nilmar substituindo Robinho, poupado. Portugal foi mais radical nas mexidas, com quatro alterações: entraram Ricardo Costa, Duda, o brasileiro Pepe e Danny.
Primeiro tempo nervoso: sete cartões amarelos
Os primeiros minutos da partida mostraram o objetivo de Portugal com as mudanças: reforçar a marcação, sobretudo pelo lado esquerdo da defesa, e sair no contra-ataque. E foi exatamente pelo lado mais congestionado do campo que o Brasil buscou seus ataques, com Daniel Alves se aproximando de Maicon e tentando achar espaços pelo meio. No outro canto, Nilmar se posicionava às costas de Ricardo Costa, esperando por uma falha. Mas ficava isolado, já que Michel Bastos não avançava, e Julio Baptista não passava por ali.
Se o Brasil avançava com Maicon, Portugal aproveitava o espaço deixado pelo lateral-direito para conseguir seus ataques. Na melhor oportunidade, Coentrão deu passe aéreo da esquerda para Tiago na entrada da área. O meia pegou de primeira, num lance bastante plástico, mas de pouco perigo. O craque Cristiano Ronaldo - eleito o melhor em campo pela terceira vez seguida - jogou mais centralizado, em vez de se deslocar pelas pontas, e não assustou na primeira etapa. Conseguiu apenas um chute de fora da área, defendido sem problemas por Julio Cesar. Poderia ter uma segunda chance, se Juan não colocasse a mão na bola, interceptando bom lançamento de Duda e recebendo cartão amarelo.
A advertência não foi apenas para o zagueiro. Outros seis jogadores - quatro portugueses e dois brasileiros - também ficaram pendurados, um recorde nesta Copa para os 45 minutos iniciais. E às vezes em lances ríspidos. Felipe Melo distribuiu entradas duras e sofreu um pisão de Pepe, que fez o sinal de "1 a 1" para ele, após claro revide. Dunga preferiu poupar o volante de uma lesão mais grave no tornozelo e de um cartão vermelho desnecessário, trocando-o por Josué.
A seleção brasileira, que teve 63% de posse de bola na primeira etapa, esteve perto de tirar o zero do placar. Mesmo isolado, Nilmar teve duas boas chances. Uma foi criada por ele mesmo, após dar chapéu em Ricardo Costa e isolar a bola em seguida. A outra veio em passe primoroso de Luis Fabiano: Nilmar se esticou e conseguiu concluir a gol, mas esbarrou em boa defesa de Eduardo, que espalmou para o travessão. Luis Fabiano também teve a sua oportunidade, cabeceando com estilo após cruzamento de Maicon. A bola passou raspando a trave.
Portugal se solta, e Brasil se atrapalha
No segundo tempo, Portugal continuou explorando o seu lado esquerdo, onde nos primeiros minutos Cristiano Ronaldo recebeu dois passes livre na ponta. Nos dois lances tentou encontrar alguém na área, mas foi impedido por um carrinho providencial de Lúcio, no primeiro, e por uma cabeçada acrobática de Juan no segundo. Os lusos mostravam que estavam mais dispostos a atacar e reforçaram essa estratégia ao trocarem Duda pelo atacante Simão logo aos dez minutos.
Julio Cesar precisou entrar em ação aos 15, espalmando um chute de Raul Meireles, após desarme de Lúcio em Cristiano Ronaldo, que chegou ao ataque sozinho enfrentando quatro adversários. Enquanto o goleiro era atendido, após choque com o português, e exibia uma proteção nas costas, Dunga mostrava no banco de reservas muita irritação com a falha na marcação.
Vendo o adversário tomar a iniciativa do jogo na segunda etapa, o Brasil tentava variar suas jogadas, apostando em Michel Bastos na esquerda. Mas o lateral não teve sucesso no ataque, sendo vaiado por parte da torcida após um cruzamento errado. Pelo meio, a situação também era complicada, com Julio Baptista se movimentando pouco e aceitando facilmente a marcação.
Nos 15 minutos finais, Brasil e Portugal pouco se arriscaram, satisfeitos com o empate zerado. Sem muitas alternativas do meio-campo para frente, Lúcio fez o papel do volante que sai para o jogo, avançando com a bola e procurando um companheiro mais bem posicionado. Dunga ainda trocou Julio Baptista por Ramires, que tinha um cartão amarelo e corria o risco de ficar suspenso nas oitavas, e Luis Fabiano por Grafite, que fez sua estreia na Copa.
Nos cinco minutos de acréscimo, Ramires quase marcou, após chute que desviou no adversário e quase traiu o goleiro Eduardo, que se esticou e fez excelente defesa. Continuou no placar o empate por 0 a 0, o primeiro do Brasil em Mundiais desde a final de 1994, contra a Itália.
Compre a camisa do Brasil na loja GLOBOESPORTE.COM
Compre a camisa da Portugal na loja GLOBOESPORTE.COM
Ficha técnica:
| Eduardo, Ricardo Costa, Ricardo Carvalho, Bruno Alves e Fábio Coentrão; Pepe (Pedro Mendes), Tiago, Danny, Raul Meireles (Veloso), Duda (Simão); Cristiano Ronaldo. | Julio Cesar, Maicon, Lúcio, Juan e Michel Bastos; Gilberto SIlva, Felipe Melo (Josué), Daniel Alves e Julio Baptista (Ramires); Nilmar e Luis Fabiano (Grafite). |
| Técnico: Carlos Queiroz. | Técnico: Dunga. |
| Cartões amarelos: Duda, Tiago, Pepe, Coentrão (Portugal); Luis Fabiano, Juan, Felipe Melo (Brasil). | |
| Estádio: Moses Mabhida (em Durban). Data: 25/06/2010. Árbitro: Benito Archundia (MEX). Assistentes: Marvin Torrentera (MEX) e Hector Vergara (CAN). Público: 62.712. | |
Passione: Triângulos e quartetos amorosos movimentam a trama
Melina ama Mauro, que é apaixonado por Diana, que casou com Gerson, que não vai abrir mão da mulher
Numa novela batizada de “Passione”, não é de se estranhar que muitos personagens estejam envolvidos em triângulos ou quartetos amorosos. Só para ter uma ideia, enquanto Melina (Mayana Moura) ama Mauro (Rodrigo Lombardi), o coração do executivo bate por Diana (Carolina Dieckmann), que se casou com Gerson (Marcello Antony). E se Sinval (Kayky Brito) é apaixonado por Fátima (Bianca Bin), a menina só tem olhos para Danilo (Cauã Reymond), que está fascinado por Clara (Mariana Ximenes).
— Triângulos e quartetos amorosos são a ação, emoção, paixão e vida de um folhetim! E eles geram também as dúvidas, desconfianças, ciúme, impulsos, enfim, todos estes sentimentos que fazem parte da vida de qualquer pessoa e que faz com que o telespectador se identifique com os personagens. E, é claro, torça por quem ele considera mais merecedor daquele amor — analisa o autor Silvio de Abreu.
Sinval só tem olhos para Fátima, cujo coração é de Danilo, que só quer saber de Clara
E administrar essa rede de paixões deixa Silvio eufórico:
— É delicioso! Com uma novela que foi batizada de “Passione” poderia querer algo melhor?
Mimi sonha em ter Agostina em seus braços, mas a italiana é louca pelo marido Berilo, que a ama também, só que se casou com Jéssica e não abre não de ter as duas
Intérprete de Berilo, o italiano que está enrolado até o pescoço no triângulo com Jéssica (Gabriela Duarte) e Agostina (Leandra Leal) — que por sua vez é a grande paixão do carteiro Mimi (Marcelo Médici) —, Bruno Gagliasso concorda com o autor:
— É fundamental que essas redes existam. É o que move os folhetins desde antigamente.
Fortunato é louco por Jackie, que ama há tempos Olavo, que é apaixonado pela mulher, Clô
Para Francisco Cuoco, o Olavo, é interessante ver como os personagens se comportam nesses encontros e desencontros do coração.
— Disputar alguém é uma tarefa árdua e, numa trama, faz com que a história fique sempre viva — acredita o ator, cujo personagem ama e é amado por Clô (Irene Ravache), mas também é o sonho de consumo de Jackie (Alexandra Richter), a mulher que Fortunato (Flávio Migliaccio) tanto deseja.
Fred e Clara vão voltar a ser amantes, mesmo ela tendo se casado com Totó, que vai despertar o interesse de Felícia
Pakistan monitors Google, other sites for blasphemy
By ASSOCIATED PRESS
06/25/2010 17:41
The moves follow a temporary ban imposed on Facebook in May that drew both praise and condemnation in a country that has long struggled to figure out how strict a version of Islam it should follow.
Both the Facebook ban and the move announced Friday were in response to court orders. The sites to be monitored include Yahoo, Google, MSN, Hotmail, YouTube, Amazon and Bing, said Pakistan Telecommunication Authority spokesman Khurram Mehran.
"If any particular link with offensive content appears on these websites, the (link) shall be blocked immediately without disturbing the main website," Mehran said.
Hamas has no new information on Schalit
A-Zahar added that he "was not even sure [Schalit] remains in Gaza."
The US-based group Human Rights Watch said Friday that Hamas is violating the international rules of war by prohibiting Gilad Schalit from having contact with his family or visits from the Red Cross.
Human Rights Watch called the treatment of the 23-year-old soldier "cruel and inhuman" and described it as matching the UN definition of torture because he is denied any outside contact.
From Jerusalem, to Rome, to New York, supporters of captive soldier Gilad Schalit on Thursday cried out for his release as they marked the eve of the fourth anniversary of his kidnapping.
In Rome, the lights of the Colosseum were turned off. So too, the lights around the Old City walls in Jerusalem.
In New York, a flotilla of ships, called “The True Freedom Flotilla,” sailed from Pier 40 around the Statue of Liberty and past the buildings of the United Nations.

