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terça-feira, 23 de setembro de 2008

Sai o gabarito do concurso com 700 vagas no IBGE


Da Redação
Em São Paulo
Foram divulgadas as respostas corretas do concurso do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Veja o gabarito aqui

O exame teve abstenção de 35,2%: dos 65.442 inscritos, 42.382 fizeram as provas. A Consulplan, organizadora do concurso, avalia que o número de faltas foi normal, por considerar que houve candidatos inscritos que estão participando ou já foram aprovados em outros concursos.

A prova selecionou para 700 postos temporários de agente censitário. Há vagas em 492 municípios, em todos os Estados brasileiros.

O exame teve 60 questões: língua portuguesa (dez), geografia (15), raciocínio lógico (dez), noções de informática (15) e conhecimentos gerais (dez). A divulgação do resultado final está prevista para 15 de outubro.

Cargos
Os agentes trabalharão na atualização de mapas municipais, croquis dos setores censitários da base territorial e cadastro de endereços.

O contrato será de 12 meses, podendo ser prorrogado por até mais 12 meses. A jornada de trabalho será de 40 horas semanais, e o salário oferecido é de R$ 600.

Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro, é o posto mais disputado: 826 candidatos estavam inscritos para uma única vaga. Em seguida vem Duque de Caxias, também no Rio, com 614 inscrições para apenas uma vaga disponível. Em Brasília (DF) está a terceira maior concorrência: 457 candidatos/vaga -- são oferecidos quatro postos. Veja a relação candidato/vaga em todos os municípios.

As informações foram fornecidas pelo IBGE e pela Consulplan. É recomendável confirmar datas e horários para se prevenir de alterações posteriores à publicação deste texto. Outros dados podem ser obtidos no site da Consulplan.

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26/10/2008 free counters

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

VW divulga fotos de sua 'picape-conceito'


Utilitário será produzido na fábrica da montadora na Argentina.
Modelo deverá chegar ao Brasil no ano que vem.

Do G1, em São Paulo


Picape da Volkswagen deverá ganhar o nome de Robust (Foto: Divulgação)

A Volkswagen divulgou nesta segunda-feira (22) as primeiras imagens do protótipo da picape que a montadora vai introduzir no mercado a partir de 2010. A empresa incluiu no modelo apenas a placa "Pick Up", embora o veículo deva ser batizado como Robust (de robustez).

A picape será produzida a partir de 2009 na fábrica da Volkswagen em Pacheco, na Argentina, e será comercializada em países como Austrália, África do Sul e, especialmente, o Brasil.

Veículo será produzido em fábrica da montadora na Argentina (Foto: Divulgação)

As fotos divulgadas são relativas a uma versão especial da Robust, a "Seach and Rescue", voltada para trabalhos com salva-vidas. A primeira aparição oficial da picape Robust será no Salão do Automóvel de Hannover, na Alemanha, ainda esta semana. O utilitário de uma tonelada terá quatro portas, com capacidade para quatro pessoas.

A Volkswagen já havia anunciado que o projeto da Robust inclui investimentos de US$ 380 milhões na fábrica argentina. A montadora pretende produzir 90 mil unidades da picape por ano.

Foto: Divulgação

Protótipo será apresentado no Salão do Automóvel de Hannover (Foto: Divulgação)

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26/10/2008 free counters

Livro conta a história do urso Knut e seu tratador, que morreu nesta segunda-feira


22/09/2008 - 17:21 - Atualizado em 22/09/2008 - 17:46

A relação entre o urso polar e Thomas Dörflein é contada no livro Knut – Como um ursinho polar mudou o mundo, recém-lançado no Brasil. Um biólogo brasileiro criticou a proximidadade excessiva de Dörflein – para ele, a morte do tratador pode ser prejudicial para o comportamento de Knut.
Margarida Telles

A relação entre o urso polar Knut e seu tratador, o alemão Thomas Dörflein, tornou-se tão próxima que virou tema de um livro. Knut – Como um ursinho polar cativou o mundo (Editora Gaia) foi lançado na Bienal do Livro, em agosto, e conta como Dörflein, achado morto em um apartamento de Berlim nesta segunda-feira, cuidava de Knut como se fosse um filho.

Knut nasceu no Zoológico de Berlim em 5 de dezembro de 2006. Como sua mãe não demonstrou interesse pela cria, o que não é raro entre animais selvagens, o pequeno urso teria de ser cuidado por um tratador para que sobrevivesse. A pessoa escolhida foi Thomas Dörflein. No livro, a relação entre ele e Knut está sempre em primeiro plano, e são narradas diversas situações engraçadas da vida do ursinho, como a sua primeira refeição sólida (ração de gatos com leite), que acabou virando uma "piscina" para Knut.

Dörflein tinha 44 anos, e aparentemente morreu por causas naturais. Desde dezembro de 2007, o tratador interagia menos com Knut, pois, como o filhote cresceu, suas brincadeiras poderiam comprometer a integridade física de Dörflein. No entanto, a presença do tratador ainda era constante na vida de Knut.

A proximidade de Knut com Thomas é criticada por alguns, como o biólogo do Zoológico de São Paulo, Guilherme Domenichelli. Na sua opinião, o correto no tratamento de animais, para evitar o sofrimento por afastamento ou perda, é não criar fortes vínculos com seus tratadores. “Eles podem ser treinados e receber estímulos, porém, de pessoas diferentes”, afirma o biólogo.

 Divulgação
A capa do livro recém-lançado sobre a relação entre o ursinho Knut e seu tratador

REVISTA ÉPOCA

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26/10/2008 free counters

O ministro trapalhão que só faz espuma


Ruth de Aquino
Revista Época
RUTH DE AQUINO
é diretora da sucursal de ÉPOCA no Rio de Janeiro
raquino@edglobo.com.br

Ele tem 1,90 metro, é gaúcho e suas trapalhadas começam a embaraçar o presidente Lula. Convocado em julho de 2007 para resolver o caos aéreo, sua primeira exigência – não cumprida – foi em causa própria: aumentar o espaço entre os assentos dos aviões, porque suas pernas não cabiam. Entrou pisando forte e falando grosso. Na semana passada, enrolou-se todo nos grampos das maletas da Abin. Bateu de frente com um general, não provou suas acusações. E, para coroar, agora quer mudar a lei e obrigar jornalistas a revelar fontes.

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, de 62 anos, precisa de umas férias em sua cidade natal, Santa Maria, para dar uma boa olhada na biruta dos aeródromos e perceber para onde os ventos estão soprando. Ele contribuiu para afastar Paulo Lacerda da cúpula da Agência Brasileira de Inteligência, ao garantir que os equipamentos da Abin podiam, sim, ser usados para fazer grampos. O general Jorge Félix, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, irritado, desmentiu Jobim e afirmou que as maletas eram destinadas a “varreduras”. Isso quer dizer que os equipamentos da Abin só checariam a existência de escutas telefônicas. Félix disse que entregou os laudos do Exército a Jobim. E Jobim, sem laudo e sem provas, tirou o corpanzil fora. Mostrou somente fichas técnicas no site da empresa que fabrica as maletas de grampo. Foi primário.

Para compensar a gafe e angariar apoios, apontou a metralhadora giratória para o inimigo comum e conveniente nessa hora: a imprensa. Na CPI dos Grampos, pediu aos deputados que considerem se “a liberdade é a mesma coisa que a irresponsabilidade”. O ministro quer evitar vazamento de dados. Para dar mais peso ao discurso, usou mais um daqueles verbos que dizem tudo e nada. Jobim deseja “relativizar” o sigilo da fonte jornalística. Quem criou o conceito de “democracia relativa” foi o general Ernesto Geisel, que governou o país de 1974 a 1979. E foi rebatido genialmente por Ulysses Guimarães: “Se não existe o substantivo, que importa o adjetivo!”. Agora, virou verbo.

Nelson Jobim precisa de férias para olhar a biruta
dos aeródromos e perceber para onde o vento sopra

Não sei não, mas a impressão foi que, sem ter como voltar atrás nem ir adiante em suas acusações à Abin, Jobim resolveu desviar o foco e dar munição aos jornais. Pedir o fim do sigilo da fonte garantiria umas manchetes indignadas e passageiras. Seu desempenho decepcionante na CPI ficaria relegado a segundo plano.

Jobim gosta de cavar manchetes. Quando foi nomeado, prometeu cumprir os três maiores princípios da aviação comercial: “Segurança, regularidade e pontualidade”. Até aí, tudo bem, uma profissão de fé. Mas as histórias de atrasos de vôos e descaso com passageiros persistem. O que foi feito exatamente, em um ano da atual gestão, para melhorar a precisão nas torres de controle aéreo e evitar colisões ou quase-acidentes por erro do controlador? Ninguém sabe.

Uma de suas primeiras espumas foi o tal “espaço vital” entre as poltronas dos aviões. Ninguém acha que os aviões brasileiros são exemplo de conforto. Mas era agosto de 2007, logo após uma tragédia aérea em Congonhas que traumatizara o país. Não fazia sentido o ministro da Defesa exigir uma “definição imediata” das companhias sobre o espaço entre assentos. Lula, com menos de 1,70 metro de altura, deve ter dado uma cutucada em Jobim, porque ele nunca mais tocou no assunto.

Jobim de vez em quando tem rompantes. Recentemente, como se não houvesse problemas suficientes em sua pasta, engajou-se numa campanha. Tornar ainda mais obrigatório o serviço militar obrigatório. Jobim quer nas fileiras do Exército jovens de classe média, de classe alta, mesmo que se alistem depois de formados na universidade. “Hoje, o número de rapazes que entram (no Exército) para ter o que comer e onde dormir é cada vez maior”, disse. Ele acha que a presença de jovens ricos nos quartéis, num país desigual como o Brasil, seria um “nivelador republicano”. Além de relativizar, o ministro quer nivelar.

Lula, que tal perguntar ao Jobim por que ele não se cala?

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26/10/2008 free counters

Ministro de quatro


Qua, 17/09/08
por gmfiuza |

Se o Brasil passar bem por essa crise financeira internacional, o posto de ministro da Fazenda poderá ser sumariamente extinto. Guido Mantega passará à história como o homem que provou a obsolescência do cargo.

Mantega declarou que, em outros tempos, o Brasil já estaria “de quatro” na crise deflagrada pela quebra do Lehman Brothers. Em outros tempos, se o Brasil tivesse um ministro como Mantega, não teria sobrado país para contar a história.

No momento em que o furacão americano devasta as bolsas do mundo inteiro e deixa os brasileiros de cabelo em pé, a maior autoridade econômica nacional tranqüiliza o país da seguinte forma: a crise vai encarecer o crédito no Brasil, vai desacelerar a nossa economia e vai minguar a entrada de dinheiro externo. Mas vai ficar tudo bem.

Em outras palavras: o monstro existe, é horripilante, sanguinário e está ali atrás da porta, mas eu vou cantar uma bonita canção de ninar para vocês. Durmam tranqüilos.

Nunca se viu tamanho grau de autismo de um homem forte (sic) da economia brasileira. Lula deve ter se arrepiado todo. Tanto que veio a público dizer que a crise será praticamente imperceptível para o Brasil. E teve o cuidado de dizer que tinha acabado de conversar com o ministro Mantega.

Os movimentos do mercado são guiados basicamente pela sinfonia das expectativas. O presidente fez o óbvio: se há razões para se confiar na solidez da economia, ele afirma que a economia está sólida. E ponto.

Se tudo ruir, a conversa será outra. Mas nunca se viu uma autoridade econômica discorrer sobre as ameaças de ruína para explicar que vai ficar tudo bem. Para o mercado, é mais ou menos como explicar que o bicho papão é bonzinho.

O Brasil poderia estar de quatro. E se não ficar, será graças à desimportância do que diz o seu ministro da Fazenda.

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26/10/2008 free counters

Democratas de festim


Sáb, 20/09/08
por gmfiuza |

A aprovação de Lula em todas as classes sociais é uma bênção para o Brasil. Se fosse o contrário, nem é bom imaginar o que o grupo que está no poder estaria fazendo com a democracia brasileira.

Tarso Genro, esse xiita travestido de intelectual moderado, cansou de incitar as bases petistas contra a imprensa. No pós-mensalão, participou da campanha para fustigar “o povo” a boicotar os mais importantes veículos de comunicação do país.

Agora é o arauto do novo golpe branco, tentando, através de lei, restringir a divulgação de escutas telefônicas por jornais e TVs. É bom lembrar que o escândalo do grampo no BNDES, que derrubou o ministro Mendonça de Barros no governo FHC na privatização das teles, só veio à tona porque a imprensa divulgou uma escuta não autorizada pela Justiça.

É claro que na época os petistas não tinham nada contra isso.

Nelson Jobim, que foi à CPI e só não falou da seleção do Dunga, foi mais longe. Defendeu o fim do direito dos jornalistas à preservação da fonte. Na República imaginada por Jobim, o caso Watergate, uma das maiores contribuições da imprensa à democracia ocidental, teria morrido na praia.

Na Venezuela, Hugo Chávez botou para correr do país o representante da Human Rights Watch. É uma turma que não lida bem com o contraditório. Ainda bem que Lula é popular.

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26/10/2008 free counters

Planos de saúde já dirigem 500 hospitais

Cresce em 66% no País o número de hospitais de planos de saúde

Já são 500 estabelecimentos; crescimento polêmico é explicado pela necessidade de redução de custos

Fabiane Leite


O número de hospitais administrados por planos de saúde aumentou 66% nos últimos dois anos no Brasil. O crescimento é motivado pela preocupação de operadoras do setor em reduzir custos com assistência médica e fomenta um intenso debate sobre possíveis prejuízos à qualidade geral dos serviços.

Segundo dados do mercado, atualmente 500 hospitais no País são administrados por planos, ante 300 há dois anos. Um exemplo é o tradicional Hospital Nove de Julho, na região da avenida Paulista, que há cerca de seis meses é administrado pela empresa Esho, do controlador da Amil, Edson de Godoy Bueno. No entanto, ele continua aberto também para o atendimento de convênios de outras empresas.

"A idéia é ter um controle melhor do custo, é uma tendência", afirma o presidente da Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge), Arlindo de Almeida. O fenômeno, chamado de verticalização, é verificado principalmente entre operadoras de planos, uma vez que as seguradores têm limitações legais para adquirir serviços. As operadoras são as que têm mais usuários e que só permitem o uso de médicos indicados.

Almeida explica que as empresas do setor tradicionalmente possuem seus próprios serviços, mas a abertura recente de capital na Bolsa de Valores por grandes empresas do setor, como Amil e Medial, impulsiona novas aquisições.

Além disso, as compras de pequenas e médias empresas de planos por grandes companhias do setor faz com que determinadas operadoras tenham um maior número de serviços sob seu controle. "Enxergamos a verticalização como um modelo de gestão da saúde do beneficiário", afirma Wilson Cappellete, diretor da unidade de negócios Hospitais da Medial, que recentemente assumiu hospital no DF.

Apesar de a Amil ter optado por não controlar todo o Hospital Nove de Julho, o caso é visto no mercado como principal exemplo do interesse do setor em controlar os prestadores de serviço. A Esho já administra diferentes serviços de saúde. Procurados, Bueno e Amil não quiseram comentar a aquisição.

PREOCUPAÇÃO

"Nós olhamos essas mudança com muita preocupação", diz o diretor-executivo do Hospital Santa Catarina, Fabio Tadeo Teixeira. Representantes de hospitais privados independentes, de grande porte, como o Santa Catarina, o São Luiz e o Albert Einstein têm alertado que a verticalização poderá afetar a qualidade geral de atendimento, com cortes de exames e insumos hospitalares. Destacam ainda que o fato de estarem sendo preteridos pelos convênios poderá significar menor recursos para que continuem a investir em tecnologias.

"Teremos uma redução de mercado e de investimentos, conseqüentemente os hospitais privados não conseguirão manter a evolução tecnológica e não temos garantia de que as operadoras farão isto. A expectativa é que o grau de qualidade reduza como um todo", continuou Teixeira, que destaca que, diferentemente das operadoras, o setor tem limitações legais para abrir o capital na Bolsa. "Talvez tenhamos ilhas de qualidade, para pacientes particulares e internacionais. O mercado será nivelado por baixo."

"Eles fazem esses questionamentos porque estão preocupados com a concorrência", rebate Almeida, que destaca que são raros os hospitais de planos que atendem só um tipo de convênio médico. "E os outros convênios só internarão nesses lugares se o serviço tiver qualidade", continuou.

"Concorrência é bom", diz o diretor de Normas e Habilitação de Operadoras de Saúde da Agência Nacional de Saúde Suplementar, Alfredo Cardoso. "Mas também já tivemos experiências de verticalização que não foram eficientes, o custo era maior e a qualidade, pior", alertou.

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26/10/2008 free counters

Internet Explorer 8 Beta 2, en castellano


El navegador estrena su versión en pruebas del tercer idioma por número de internautas

ELPAÍS.com - Madrid - 22/09/2008


Internet Explorer 8 Beta 2 se encuentra disponible en castellano. La primera vez que Microsoft lanzó la beta 1 del navegador fue el 8 de marzo y fue una versión destinada a desarrolladores. Mientras que la segunda beta en inglés llegó a finales de agosto. Ahora el público de habla hispana puede disfrutar del navegador que según Microsoft es más seguro y cuenta con mejoras en cuanto a los ataques de phishing.


Microsoft ha incorporado nuevas funcionalidades que ayudan a proteger la privacidad de los usuarios mediante la herramienta de Borrar Historial mejorada. El modo de exploración InPrivate protege la privacidad del usuario en su ordenador al evitar que las cookies (archivos temporales de Internet) queden grabadas en el historial. Además, el modo de exploración InPrivate ofrece el control al usuario sobre su intimidad respetando el valor de los contenidos de otros en la web.

Otra característica que ha incorporado Internet Explorar 8 son los Web Slices, permiten al usuario suscribirse a sus sitios web favoritos y, con clic en la barra Favoritos, visualizar e interactuar con las actualizaciones más recientes. Así como ver los titulares más recientes desde su servicio favorito de noticias, revisar el estado de una subasta o incluso realizar una oferta, o bien comprobar las actualizaciones del estado de su red social, sin la necesidad de abandonar la página actual.

En la actualidad, el 75% de los usuarios de Internet navegan a través de los navegadores de Microsoft. A pesar de ello, la compañía de Redmond contaba con una cuota del 90% hace cuatro años. El gran responsable de esta disminución de debe a su principal competidor: Firefox, que cuenta ya con una cuota de mercado del 19%. Al panorama se une ahora Chrome, el navegador de Google, que ha nacido para competir de forma directa con Microsoft.

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26/10/2008 free counters

Acer estrenará su primer teléfono móvil a principios de 2009


El fabricante, que mantiene las marcas de Gateway y Packard Bell, prepara su entrada en telefonía

LUZ FERNÁNDEZ - Budapest - 22/09/2008

Acer tiene un nuevo reto en la telefonía, ahora que ha logrado su objetivo de ser uno de los tres principales proveedores de ordenadores del mundo. Los datos del primer semestre de 2008, mostrados en una rueda de prensa internacional en Budapest, reflejan una cuota de mercado del 14,65% en los equipos de sobremesa y del 15,63% en portátiles, lo que le sitúa como tercera y segunda marca más vendida del mundo, según los datos de Gartner.


"La crisis no está teniendo un impacto en el mercado de los ordenadores, y prevemos que siga creciendo", ha asegurado Gianfranco Lanci, presidente de la compañía, quien ha visto cómo sus ventas aumentaban un 31% respecto a las de primera mitad de 2007, y que espera que lleguen a cerca de los 20.000 millones de dólares a finales de año gracias al impulso que ha supuesto la compra de Gateway y Packard Bell.

Con la digestión de las dos marcas aún por resolver, Acer cree que gran parte de su crecimiento -además del segmento de portátiles que se espera que siga creciendo con un ritmo del 30% anual- está en un nuevo segmento: el de la movilidad donde la compañía irrumpirá en el primer trimestre del próximo año.

Acer agrupa en el negocio de movilidad a los miniportátiles o netbooks (portátiles de red con recursos mínimos, poco peso y pensados para conectarse a Internet) combinados con los nuevos dispositivos móviles como los smartphones (teléfonos inteligentes, es decir, los que se parecen a pequeños ordenadores y tienen conexión a la red).

Acer ha confirmado en Budapest que lanzará su primer móvil en febrero de 2009 y que estará basado en los desarrollos de E-Ten, compañía que absorbió el pasado mes de abril. Acer no ha querido adelantar más detalles, aunque sus ejecutivos sí se atrevieron a comentar que su producto se acercaría más a un ordenador que a un móvil en el que el software tendría una gran importancia, al igual que el contar con una buena pantalla.

Los netbooks, que Acer comercializa bajo la marca de Aspire One, van a ser otra de sus grandes apuestas. La compañía dice que llegará a vender 10 millones de miniportátiles en 2008 y que llegarán a los 25 millones de unidades en 2009.

Las novedades en esta gama irán enfocadas a una mayor conectividad con 3G y hasta Wimax, pantallas más grandes y la incorporación de productos como el Messenger de Microsoft o Skype.

Cuatro caras para una sola compañía

Acer se ha mostrado firmemente partidaria de mantener todas sus marcas para atender a distintos tipo de usuario. "Una única marca no puede llegar a todos los segmentos", asegura Lanci, quien se ha propuesto que el negocio multimarca le lleve a lograr una facturación de 30.000 millones de dólares en 2011.

Packard Bell se va a quedar como una marca de consumo, al igual que Gateway (no tiene presencia en España), con las que se pretende llegar ese consumidor que está casi más atraído por el diseño que por la tecnología.

Acer se queda como la marca de gama más alta con un producto dirigido a los usuarios más avanzados y preocupados por tener la mejor tecnología.

La cuarta marca es eMachine, un nombre que los taiwaneses no han querido publicitar en exceso, y que está especialmente dirigido a los consumidores más sensibles al precio y que se encuentran en grandes superficies.

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26/10/2008 free counters

SanDisk lanzará discos en MP3 dentro de tarjetas 'flash' de 1 GB


EMI, Sony BMG, Universal y Warner ya han prestado su apoyo al "nuevo" formato: SlotMusic

OTR/PRESS - Madrid - 22/09/2008


Reinventarse o morir es una máxima que la industria musical parece que va a emprender una vez más para encontrar su modelo de negocio en la coyuntura actual. La base es la misma que domina el mercado: el formato digital, pero la vía es otra a las ya más que habituales descargas, sean legales o ilegales.


El gigante de las tarjetas de memoria SanDisk, ante la hegemonía del modelo MicroSD, pondrá a la venta en tiendas discos completos de música dentro de tarjetas flash de 1 GB de memoria sin ningún tipo de restricción de copia. EMI, Sony BMG, Universal y Warner ya han mostrado su interés por la SlotMusic (Literalmente: Ranura-Música).

Las tarjetas de memoria flash aún no han sustituido al DVD como formato estándar de venta de contenidos multimedia debido a su coste. Sin embargo, su reutilización y facilidad de uso sí que las han convertido en el formato ideal para transportar documentos, reproducir música o vídeos -reproductores portátiles o multimedia- o servir de disco duro ampliable para dispositivos tales como cámaras digitales, consolas de videojuegos (PSP), teléfonos móviles o PDA.

Memory Stick, SD, Compact Flash, Smart Media Card... Si el precio de las tarjetas ya era un problema, durante unos años múltiples formatos convivieron -o, más bien, compitieron-, dificultando la compatibilidad de todas ellas con los respectivos dispositivos. Sin embargo, la variación MicroSD está consiguiendo poco a poco convertirse en el estándar no sólo por su reducidísimo tamaño, sino porque mediante adaptadores puede convertirse a otros formatos ya sean SD normal o Memory Stick, los dos más populares.

SanDisk es una empresa pionera en este tipo de dispositivos y parece que también va a tomar la delantera en el nuevo uso que tendrán las tarjetas de memoria: la venta de contenidos musicales. La compañía ha buscado la alianza de productoras de la talla de EMI, Sony BMG, Universal y Warner para poner a la venta tarjetas de MicroSD de 1 GB de memoria en las que vendrán grabados discos completos en formato MP3 sin ningún tipo de restricción de copiado, como sí ocurre, por ejemplo, con contenidos descargados de iTunes.

Modelo de negocio

SanDisk sencillamente aportará las tarjetas de memoria a las discográficas, que serán quienes tendrán que llenarlas de contenidos. Teniendo en cuenta que el proceso de fabricación y distribución es idéntico para ambos lados del nuevo modelo de negocio (fabricación y distribución de dispositivos, en un caso, publicación de música digital, en el otro), todo parece indicar que la rentabilidad está asegurada si la idea cala entre el público.

Para no competir con Apple y su omnipresente iPod o para que el cliente no sienta su dinero perdido en una tarjeta que no le valdría para nada más, los nuevos discos traerán las canciones en MP3, que se podrán cortar, copiar o borrar, y se podrán utilizar para guardar cualquier otro contenido, como una tarjeta normal.

Además, el precio será una de las claves: entre 7 y 10 dólares, de 5 a 7 euros (Una primera estimación nada descabellada teniendo en cuenta que actualmente se pueden encontrar MicroSDs de 4 GB por 20 euros). Por si fuera poco, la música estará codificada a 320 Kilobytes por segundo, una calidad superior a los archivos que se descargan de Internet.

De esta forma, por una cantidad muy baja de dinero, los usuarios dispondrán de una tarjeta de memoria de 1 GB con un disco que podrán emplear directamente en un móvil, reproductor o PDA compatible con el formato MicroSD; o transferir las canciones al ordenador para luego grabarlas en un iPod vía iTunes, por citar los dos ejemplos más comunes. Asimismo, una vez vacía la tarjeta, siempre podrá ser empleada como memoria USB mediante un adaptador -que se espera que venga incluido

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26/10/2008 free counters