No topo das estatais
Autor(es): Agencia o Globo/Bruno Villas Bôas
O Globo - 27/06/2010
Empresas pagam a diretores R$ 45 milhões no ano, 94% mais que em 2007
Petrobras, Eletrobras e Banco do Brasil (BB) — as três maiores estatais brasileiras de capital aberto — preveem gastar este ano R$ 45,51 milhões apenas para pagamento de salários, bônus, participação nos lucros e outros benefícios a 50 funcionários de alto escalão (como presidentes, vice-presidentes e diretores). Levantamento do GLOBO, com base em documentos das próprias empresas enviados à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), mostra que esse valor representa um aumento de 94% em relação aos R$ 23,512 milhões desembolsados para pagamento aos executivos há três anos.
Os gastos para remunerar o alto escalão crescem tanto pelo aumento do número de diretores — que passou de 41 para 50 nesses quatros anos —, puxado por Banco do Brasil e Eletrobras, quanto pelo maior ganho individual de cada um deles.
A remuneração mensal de diretores subiu nos últimos três anos 75% na Petrobras (para R$ 119.294), 66% no Banco do Brasil (para R$ 72.576) e 35% na Eletrobras (para R$ 45.354). São valores médios, sendo maiores ou menores para cada diretor ou presidente, e consideram ganhos fixo e variável.
Na iniciativa privada, executivos receberam nesse mesmo período aumento de 30%, inferior portanto ao concedido por estatais, segundo a consultoria Towers Watson. Outro importante indicador, a inflação pelo INPC — usada nas negociações entre sindicatos trabalhistas e empregadores — aumentou 22,75% no período, aquém dos ganhos nas estatais.
Setor privado paga até 21 vezes mais
Mesmo que maior do que o percebido na iniciativa privada, o avanço da remuneração divide opiniões. Os diretores das estatais recebem menos que alguns de seus pares que atuam na iniciativa privada. Mas especialistas lembram, por outro lado, que diretores de estatais são, com exceções, indicados por partidos políticos para o posto e desfrutam de maior estabilidade na função.
— Se o espírito for preservar profissionais que a estatal investiu e qualificou, é bom haver o aumento — afirma Gil Castelo Branco, da ONG Contas Abertas. — Mas existe quem cai de para-quedas, indicado por alguém, e ganha projeção no cargo. Não é necessariamente cobrado. E isso acontece não apenas neste governo, mas também houve em outros.
O aumento mais generoso partiu da Petrobras, que paga a maior remuneração média por diretor entre as três estatais. Cada um pode receber, em média, R$ 1,431 milhão neste ano, incluindo salários, bônus, participação nos lucros e outros benefícios, segundo dados enviados pela empresa à CVM. Isso significará uma alta de 75% em relação ao pago em 2007.
Só em participação nos lucros e bônus, a diretoria da Petrobras pode receber ao todo R$ 3,268 milhões em 2010. No ano passado e retrasado, executivos não receberam pagamento de bônus. No total deste ano, a Petrobras poderá gastar até R$ 10,02 milhões para remunerar diretores.
Mas a remuneração dos executivos da Petrobras continua inferior à média do setor privado. Na americana Chevron, por exemplo, cada diretor recebeu R$ 1,68 milhão por mês em 2009 (último dado disponível). O valor equivalia a quase dois anos de ganhos de diretores da Petrobras, ou seja, 21,7 vezes mais. Outra referência é a Vale, segunda maior empresa do país. Cada diretor recebeu R$ 526.194 por mês em 2009, na média, 6,8 vezes mais.
Segundo Christian Mattos, consultor da Towers Watson, a remuneração da Petrobras seria maior se a empresa fosse completamente privada.
— Hoje não acredito que um executivo topo de linha da iniciativa privada aceitasse o salário da Petrobras, por maior que seja o desafio da companhia — acrescenta Mattos.
A Petrobras tem hoje seis diretores e um presidente, José Sérgio Gabrielli. Os cinco diretores são funcionários de carreira da companhia. Gabrielli foi candidato a deputado federal em 1982 e ao governo da Bahia em 1990, sempre pelo PT. Todos os diretores, no entanto, tem sustentação de algum partido político, como PT, PMDB e PP.
A remuneração também cresce em ritmo alto na Eletrobras, holding estatal do setor elétrico. Três anos atrás, cada diretor da empresa ganhava R$ 401.681 por ano. Essa remuneração deve subir para R$ 544.250 em 2010, aumento de 35,5%. Somente em “gratificação natalina” serão distribuídos R$ 35 mil a cada um neste ano.
Dos seis diretores da Eletrobras, cinco foram indicados pelo PMDB, inclusive seu presidente, José Antônio Muniz Lopes, apoiado pelo senador José Sarney (PMDB). Um sexto diretor foi colocado no cargo com apoio da então ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, agora candidata à Presidência da República pelo PT.
Em conjunto, os seis diretores da Eletrobras receberão R$ 3,265 milhões em remuneração neste ano.
Em 2007 a estatal tinha três diretores que, somados, receberam R$ 1,2 milhão. Trata-se de um aumento de 161% nesse período.
Especialista defende ‘blindar’ estatais
Números mais detalhados sobre ganhos de executivos começam a vir à tona com novas regras da CVM, que busca aumentar a transparência no mercado. A Eletrobras, contudo, enviou dados errados à autarquia, informando que diretores receberam R$ 1 milhão a menos do que em 2007. A estatal alegou erro de digitação.
No Banco do Brasil, além do aumento de 31 para 37 no número de membros da diretoria nos últimos três anos, a instituição elevou no período de R$ 525.069 para R$ 870.923 a remuneração média individual de cada executivo por ano. A alta foi de 66%.
Indicações em diretorias do BB custaram ao governo Lula, em 2004, um de seus primeiros escândalos. Diretores ligados ao PT no banco aprovaram a compra de 70 mesas para o show da dupla sertaneja Zezé di Camargo e Luciano, cuja renda seria doada para o PT comprar uma sede em São Paulo.
Claudio Weber Abramo, diretorexecutivo da ONG Transparência Brasil, afirma que as estatais brasileiras precisam ser blindadas contra as nomeações políticas, com métodos de promoções internas.
— Toda estatal tem diretores indicados.
É um problema genético.
Isso não significa que todos são incompetentes. Mas também não nos dá segurança que os salários sejam realmente merecidos
terça-feira, 29 de junho de 2010
Estatais sobem 94% os salários de diretores
POLÍTICOS COMPRAM LISTAS DE SEGUIDORES DO TWITTER
| POPULARIDADE À VENDA |
| Autor(es): Fernando Braga |
| Correio Braziliense - 27/06/2010 |
85,3%
Críticas ao comércio pirata
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LDO prevê indenização ao SUS por indústria do tabaco
| Autor(es): Juliano Basile, de Brasília |
| Valor Econômico - 28/06/2010 |
O governo espera a aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) pelo Congresso para ingressar com novas ações na Justiça contra a indústria do tabaco. A ofensiva terá início assim que a lei for aprovada, o que deverá ocorrer nesta semana, antes do recesso de julho. O objetivo é obter o ressarcimento pelos gastos do sistema público de saúde com o tratamento de doenças decorrentes do fumo. A expectativa é que a cobrança atinja bilhões de reais. Nos Estados Unidos, a indústria de cigarros pagou, nos anos 90, US$ 246 bilhões ao governo como indenização pelos gastos com o tratamento de pessoas que tiveram problemas por causa do uso do tabaco. A Advocacia-Geral da União (AGU) ainda não tem uma estimativa precisa sobre o valor das ações no Brasil, mas acredita que pode ser muito alto. "Vamos verificar as despesas do Sistema Único de Saúde (SUS)", afirmou ao Valor o advogado-geral, ministro Luís Inácio Lucena Adams. Esse será o primeiro passo para o ingresso dessas ações. O segundo, continua Adams, é definir a responsabilização da indústria. O ministro reconheceu que o assunto é complexo, pois as empresas poderão cobrar provas de que as pessoas doentes utilizaram produtos de suas marcas. "A questão da responsabilização é bastante complexa, pois a indústria pode querer provas de qual marca de cigarro determinado doente tratado pelo SUS fumou ao longo da vida", disse Adams. "Mas o texto da LDO traz uma orientação programática para o governo e vamos cumpri-la", completou. O texto a que o ministro se refere é o parágrafo 6º do artigo 50 do projeto da LDO: "A União tomará medidas judiciais cabíveis necessárias ao ressarcimento das despesas do SUS com o tratamento de usuários de fumo e tabaco". Uma vez aprovado pelo Congresso, ele terá de ser cumprido pelos advogados da União, numa atuação que será estratégica dentro do governo. "Para nós, o texto vai funcionar como uma diretriz", resumiu. A AGU já atua no setor de fumo contra ações de empresas que pedem para serem liberadas da obrigatoriedade de veicular imagens de pessoas com doenças nos maços de cigarros. Nesses casos, a tendência, na Justiça, é a de decidir pela manutenção dessas imagens. Por outro lado, o Judiciário nega a maior parte dos pedidos de indenização feitos por fumantes contra as empresas. No Superior Tribunal de Justiça, a jurisprudência, nesses casos, favorece a indústria. Caso seja aprovada, a LDO deverá ser contestada no Judiciário. Em nota ao Valor, a Souza Cruz avaliou que a medida é inconstitucional. Para a companhia, o SUS é custeado pela arrecadação de tributos, "cabendo ao Executivo a gestão desses recursos na execução de políticas públicas de saúde". "Além disso, a referida iniciativa também viola os limitadores constitucionais acerca do que pode ser contemplado nesse tipo de lei e fere o princípio da separação de poderes", completou a nota. A empresa disse que "os riscos associados ao consumo de cigarros são amplamente conhecidos pela população em geral, pela comunidade médica e pelo prórprio Estado que, ciente de se tratar de um produto de risco inerente, autoriza a sua fabricação e comercialização, mediante severas restrições regulatórias, ampla fiscalização e carga tributária historicamente elevada". |
"Mesmo com o afastamento de Arruda, [o esquema] não se desfez"
| Cláudio Humberto - Cláudio Humberto |
| Jornal de Brasília - 28/06/2010 |
Roberto Gurgel, procurador-geral da República, defendendo a intervenção no DF.
NO STF, QUORUM IMPEDE 2ª TURMA DE TRABALHAR
PODER SEM PUDOR |
NÚMERO DE VÍTIMAS DAS CHUVAS TRIPLICA EM 3 ANOS
Anistiado pobre fica sem indenização
| Anistiado pobre fica sem receber indenização |
| Autor(es): Leonencio Nossa |
| O Estado de S. Paulo - 28/06/2010 |
Barqueiros, lavradores e comerciantes vítimas do regime militar aguardam até hoje as indenizações da Comissão de Anistia. Os processos são tão lentos que alguns morrem antes, de velhice. Dos 44 anistiados do Araguaia, 5 já morreram. "A Justiça tem de tomar uma decisão definitiva. Ou permite os pagamentos ou acaba de vez com a esperança do pessoal", afirmou Sezostrys Alves da Costa, representante da Associação dos Torturados da Guerrilha do Araguaia. A associação conta com 280 integrantes. O Estado revelou na edição de ontem que indenizações de R$ 4 bilhões pagas ou aprovadas pela Comissão de Anistia para perseguidos políticos poderão ter os valores revistos pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Proposta em análise no órgão prevê a possibilidade de reduzir os benefícios concedidos aos anistiados. As indenizações já aprovadas somam um total de R$ 4,2 bilhões. Suspensos. Em junho do ano passado, o então ministro da Justiça Tarso Genro entregou simbolicamente, numa praça de São Domingos, no Sul do Pará, a indenização à família de Renovato e a outros 43 moradores pobres que passaram pelos campos de tortura e foram reconhecidos como anistiados políticos. Os pagamentos, no entanto, foram suspensos por decisão da Justiça Federal. De 1995 até 2007, o governo só tinha concedido duas anistias para pessoas de camadas mais pobres. Tarso afirmou que, a partir dali, o Ministério da Justiça priorizaria as vítimas esquecidas da ditadura. Desde a suspensão dos benefícios dos agricultores do Araguaia, no ano passado, a Advocacia-Geral da União não conseguiu, porém, derrubar a liminar que bloqueou os pagamentos. A decisão que suspendeu indenizações que variavam de R$ 83 mil a R$ 142 mil aos moradores do Araguaia foi tomada bem longe dali. O juiz José Carlos Zebulum, da 27.ª Vara Federal do Rio de Janeiro, aceitou pedido de suspensão apresentada pelos advogados do deputado estadual Flávio Bolsonaro (PP-RJ). O pai de Bolsonaro, Jair, deputado federal também pelo PP, representa setores conservadores das Forças Armadas no Congresso. O presidente da Comissão de Anistia do Ministério da Justiça, Paulo Abrão, reclama que o governo e os agricultores do Araguaia não foram ouvidos pela Justiça do Rio. "Não me surpreendem ações ideológicas de determinados grupos militares e reacionários. O que me surpreende é um juiz conceder essa liminar sem ouvir o Estado brasileiro e os camponeses", disse Abrão. Tumulto. Na justificativa de sua decisão, o juiz José Carlos Zebulum escreveu que ouvir os camponeses "causaria evidente tumulto processual, prejudicando a eficiência e celeridade da prestação jurisdicional". Sezostrys Costa disse que a suspensão dos pagamentos causou desespero entre os anistiados do Sul do Pará, pessoas que vivem em situação de miséria e com problemas de saúde. Zé da Rita. José Francisco Pinto, o Zé da Rita, que participou de patrulhas militares era um dos perseguidos por grupos de direitos humanos. Ele reivindicava indenização por "trabalhar como escravo" dos militares. Zé da Rita morreu em abril deste ano. |
Dilma nega ser "poste", mas quer ajuda de Lula se eleita
BRASÍLIA (Reuters) - A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, negou nesta segunda-feira que seja um "poste" criado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para sucedê-lo, mas afirmou que contará com a ajuda dele para governar se eleita em outubro.
A candidata governista ponderou que Lula é muito respeitoso e seria incapaz de fazer uma interferência indevida no próximo governo.
"Compreendo que alguns queiram dizer que eu sou um poste. Agora, acho que isso não me transforma num poste", disse a ex-ministra da Casa Civil durante o programa Roda Viva, transmitido pela Internet e que irá ao ar pela TV Cultura nesta noite.
"Vou querer que o presidente me ajude a aprovar reformas importantes, que o presidente participe com seus conselhos. Agora, tenho clareza que o presidente participará como ex-presidente."
Dilma defendeu uma reforma política que inclua o financiamento público de campanhas eleitorais, o voto em lista e outras medidas que melhorem a governabilidade e fortaleçam os partidos políticos.
"Seria prudente que fosse uma constituinte exclusiva, uma constituinte específica para tratar dessa questão."
Em relação à reforma tributária, ela defendeu a redução dos tributos que incidem sobre os investimentos, a folha de pagamento das empresas e o setor de energia, além da uniformização da cobrança do ICMS pelos Estados.
Ponderou, entretanto, que a cobrança de um imposto sobre grandes fortunas, prevista na Constituição mas ainda não regulamentada, não deve ser uma prioridade.
"É uma demanda que para ser aprovada no Brasil demandaria uma imensa energia política. Estamos numa fase muito importante para o Brasil que é de aumento de competitividade... nesse momento, vamos ter que falar sobretudo de redução (de tributos) sobre investimentos."
CASO DO DOSSIÊ
Dilma voltou a rebater as acusações de que seu comitê de campanha tenha sido responsável pela suposta tentativa de produção de dossiês contra pessoas ligadas à oposição, e cobrou a apresentação de provas de que isso tenha acontecido.
"Está em curso uma tentativa de atribuir a nós questões que não foram criadas no nosso ambiente político... há uma tendência de forçar essa interpretação."
MACROECONOMIA
A ex-ministra da Casa Civil também afirmou que não faz nenhum sentido o Brasil adotar a mesma receita para combater os efeitos da crise financeira global que os países desenvolvidos. No fim de semana, o G20 propôs a meta de redução pela metade dos déficits orçamentários dos países até 2013.
Para Dilma, os países em desenvolvimento não cometeram as mesmas "barbaridades" na área financeira que as economias desenvolvidas e, por isso, seria uma "solidariedade burra" adotar o mesmo receituário.
"Este remédio não é nosso", sublinhou, lembrando que o endividamento brasileiro vem caindo nos últimos anos.
Ela argumentou que o país caminha a "passos céleres" para a redução das taxas de juros e defendeu a manutenção da autonomia operacional do Banco Central.
"Para a gente reduzir (a Selic) de forma sustentável, vamos ter que ter duas coisas: decrescente a dívida líquida sobre o PIB e o déficit nominal", argumentou, acrescentando que um crescimento da economia de entre 4,5 por cento e 5,5 por cento entre 2011 e 2014 levaria a Selic a níveis internacionais.
Ela rechaçou, no entanto, um movimento repentino para reduzir a meta de inflação: "Nesse curto prazo, enquanto tiver essa conjuntura internacional, acho uma temeridade fazer isso".
(Reportagem de Fernando Exman)
Vamos rever a lei de anistia e abrir os arquivos?
As eleições no Chile trouxeram uma novidade inesperada para o cenário latino-americano. Qual seja, o povo está acordando do sono letárgico e desiludido com a esquerda, vislumbra novos horizontes.
O comunismo praticamente ruiu ou faliu moralmente e economicamente no mundo inteiro, mas renasceu travestido de socialismo nos trópicos e vinha ganhando adeptos.
O continente latino-americano já estava quase todo pintado de vermelho. A Colômbia foi o único país que resistiu e não se rendeu ao plano de poder da esquerda, sintetizado no Foro de São Paulo.
Mas a esquerda não tem projetos que se sustentam. Existe apenas um projeto de poder que visa criar uma grande União das Repúblicas Socialistas Latino-Americanas.
A exemplo do que temos visto no Brasil, na Venezuela, na Argentina e especialmente em Cuba, este regime seria uma cleptocracia populista, autoritária, despótica e ideologicamente incoerente.
A incoerência transpira por todos os atos e só não percebe quem não quer ou tem os sentidos embotados.
Cuba é o exemplo mais aberrante deste regime. Estranhamente aqueles que aqui no Brasil dizem ter lutado pela democracia e contra a ditadura, idolatram Cuba e endeusam Fidel Castro sem qualquer constrangimento. Lula, Dilma Rousseff, Franklin Martins, Carlos Minc, José Dirceu e todo grupo que puxa os cordéis do marionete Lula, fazem parte deste fã clube.
O comunismo “libertador” de Cuba matou mais de 100.000 cubanos que se opunham ao regime e continua matando.
A título de comparação, o regime militar, ou a chamada “ditadura” no Brasil, deixou um saldo de 500 (quinhentas) vítimas, entre assaltantes de bancos, sequestradores, terroristas e todo tipo de criminoso. A lista nominal destes indivíduos e suas respectivas fichas estão disponíveis na grande rede.
Estes números são oficiais e reconhecidos por entidades internacionais de direitos humanos como reais. As demais “vitimas” são estes indivíduos, que com base em propaganda enganosa e explorando a fantasia de terem sido “torturados”, hoje estão no poder e esbulham a nação brasileira.
Quem só conhece Cuba pela propaganda comunista, imagina um país onde a saúde, ensino e incentivo aos esportes, sejam um modelo para o mundo. Mas estes são cartões postais montados. Se a medicina é avançada, não chega ao povo, pois é apenas produto de exportação para campanhas publicitárias.
Quanto às demais maravilhas sobre Cuba e Fidel Castro, são tantas, que o povo só deseja fugir da ilha prisão, ainda que tal signifique arriscar a vida e deixar tudo e todos para trás.
Talvez estes fatos, que por tanto tempo foram ocultadas e deturpadas por maciças campanhas de desinformação, tenham permitido à esquerda renascer das cinzas.
A eleição no Chile tem dois aspectos interessantes.
Michelle Bachelet Jeria, a atual presidente tinha um elevado índice de aprovação. De acordo com pesquisas feitas antes das eleições este índice chegou a 80%. Contudo, Bachelet não conseguiu transferir sua popularidade ao seu candidato, que daria continuidade à esquerda no poder.
O candidato eleito foi o empresário de centro-direita, Miguel Sebastián Piñera (Alianza).
O fato do Chile, um dos países mais importantes da América do Sul, ter barrado a esquerda nas urnas, coloca em risco o projeto do Foro de São.
Esta eleição às vésperas de eleições brasileiras, onde Lula tem índices de aprovação semelhantes aos de Michelle Bachelet e pretende eleger Dilma Rousseff, mostra que podemos estar diante do melancólico ocaso da esquerda medíocre que domina o continente.
Marta Supliciy, já foi um presságio que não seria tão fácil transformar a popularidade de Lula em votos para sua cria política.
Está é uma das razões da esquerda brasileira estar fazendo tanto barulho para desenterrar um passado tão longínquo como o período do regime militar brasileiro.
Dilma Rousseff e a esquerda brasileira não têm um projeto a oferecer ao país. Passaram 8 anos prometendo projetos como PAC, um milhão de moradias, saúde, educação e segurança. De efetivo o que fizeram, foi destruir o sistema político e administrativo brasileiro, aparelhando o Estado e transformando corrupção em política de governo.
Agora só resta apelar para a receita antiga que no passado deu certo, pois transformou criminosos e terroristas em “libertadores” e “democratas”.
Aí está a razão desse esforço concentrado para reabrir os arquivos, mas só explorar o que foi feito pelos “algozes”.
O país precisa olhar para frente. Precisamos de propostas concretas para varrer a corrupção do cenário político e restabelecer princípio de moral e ética na administração pública. Precisamos de políticas públicas decentes e honestas que resolvam problemas crônicos como o abandono da saúde, a decadência do ensino e a violência. Na área administrativa o país precisa de uma série de reformas que vêm sendo adiadas. Na área internacional, onde Lula é “o cara”, precisamos nos impor como nação do futuro capaz de produzir alimento para o mundo e fornecer matéria prima para sustentar a indústria global.
Mas se a esquerda quer reduzir o debate de eleições à falsificação da ficha criminal de Dilma Rousseff que circula na rede e abrir os arquivos, que se abram os arquivos para definitivamente lavar toda roupa suja.
Dilma Rousseff, Franklin Martins, Carlos Mink Baumfeld e toda esta esquerda que pousa de vítima deveriam começar explicando o que foi feito com o dinheiro de tantos assaltos a bancos.
Esta lista não inclui receitas decorrentes de outros crimes com roubos a cofres particulares, pagamentos por resgates de sequestraos, entre outros.
Pior do que este balanço, é o rastro macabro de mortos e justiçados deixados por estes indivídus. Muitos destes mortos foram vítimas apenas por estarem no local errado, na hora errada.
Os autores destes crimes todos, que já ganharam gordas indenizações e esbulharam o país, querem agora repetir o teatro de vítimas de um regime que morreu há trinta anos e impediu que o Brasil fosse transformado numa gigantesca Cuba.
O país precisa acordar e não pode se deixar levar por desinformação. A mídia que vive afirmando ser guardiã da verdade e que seu papel é informar, deveria ajudar a por tudo em pratos limpos para que o Brasil possa seguir seu rumo.
SE ARGUS FALAR, DILMA CAI. OUTROS VÃO JUNTO.
Dilma, MENTIRA nunca mais



Teria sido Dilma Rousseff tão importante quanto pretendem mostrar?
***Homem assalta ônibus e diz ter explosivos em SP
São Paulo - Depois de assaltar um ônibus de linha da empresa Breda que fazia o trajeto Bertioga-Mogi das Cruzes, no interior de São Paulo, um homem disse que tinha um explosivo dentro de uma bolsa e que a deixaria dentro do coletivo para ser entregue na base da Polícia Rodoviária Estadual em Bertioga.
Segundo a polícia, o homem identificou-se como integrante do PCC. Ele levou R$ 134 do coletivo.
Uma equipe do GATE (Grupo de Ações Táticas da Polícia Militar) foi deslocada para o local, mas policiais não encontraram nenhum artefato explosivo dentro da bolsa, apenas itens de higiene pessoal, como escova de dentes e pasta dental.
Los trastornos mentales afectan a 23 millones de personas en Brasil
BRASILIA, 28 jun (Xinhua) - Veinte y tres millones de brasileños necesitan atención de salud mental y por lo menos cinco millones de personas sufren de trastornos mentales severos y persistentes, de acuerdo a los datos de la Asociación Brasileña de Psiquiatría publicada el lunes.
Las enfermedades más frecuentes son los relacionados con la depresión, la ansiedad y los trastornos de adaptación, pero las políticas públicas para dar prioridad a la salud mental enfermedades más graves como la esquizofrenia o trastorno bipolar.
Desde la aprobación de la llamada Ley de la Reforma Psiquiátrica, las inversiones se centran principalmente en las medidas para sustituir el cuidado y en los hospitales psiquiátricos con los servicios abiertos y basados en la comunidad.
La implementación de la red de sustitución - con la creación de Centros de Atención Psicosocial (CAPS) y las residencias terapéuticas y aumentar el número de camas psiquiátricas en hospitales generales - ha avanzado, pero aún convive con la ex modelo, marcado por una hospitalización de larga estancia en hospitales psiquiátricos.
Brasil tiene 1.513 CAPS, pero la distribución sigue siendo desigual. En el estado de Amazonas, por ejemplo, con 3 millones de habitantes, sólo hay cuatro centros.
En todo el país existen 564 residencias terapéuticas, que albergan 3.062 habitantes.
A nivel mundial, más de 400 millones de personas están afectadas por trastornos mentales o problemas de conducta. problemas de salud mental representan la mitad de las diez principales causas de discapacidad, de acuerdo con la Organización Mundial de la Salud (OMS).
Según datos de la OMS, el 62 por ciento de los países tienen políticas de salud mental, incluyendo Brasil. El año pasado, el país invirtió 1,4 mil millones de reales (unos 780 mil millones dólares de EE.UU.) en los programas en salud mental.
Mental disorders affect 23 million people in Brazil
BRASILIA, June 28 (Xinhua) -- Twenty-three million Brazilians need mental health care and at least 5 million people suffer from severe and persistent mental disorders, according to data from the Brazilian Psychiatric Association released on Monday. The most frequent diseases are linked to depression, anxiety and adjustment disorders, but public policies for mental health give priority to more serious illnesses such as schizophrenia or bipolar disorder. Since the approval of the so called Psychiatric Reform Law, investments are focused mainly on measures to replace care at psychiatric hospitals with open and community-based services. The implementation of replacement network - with the creation of Centers for Psychosocial Care (CAPS) and therapeutic homes and increasing the number of psychiatric beds in general hospitals - has advanced, but it still coexists with the former model, marked by long-stay hospitalization in psychiatric hospitals. Brazil has 1,513 CAPS, but distribution is still uneven. In the state of Amazon, for example, with 3 million residents, there are only four centers. Across the country there are 564 therapeutic homes, sheltering 3,062 residents. Worldwide, more than 400 million people are affected by mental disorders or behavioral problems. Mental health problems account for half of the ten leading causes of disability, according to World Health Organization (WHO). According to data from the WHO, 62 percent of countries have mental health policies, including Brazil. Last year, the country invested 1.4 billion reais (about 780 billion U.S. dollars) in mental health programs.

