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sábado, 26 de setembro de 2009

Meteorologia prevê tempestade na Região Sul neste domingo


Centro-Oeste, Norte e São Paulo também devem ter chuvas.
No interior do Nordeste, fim de semana terá tempo seco.

Do G1, em São Paulo


Imagem de satélite de sexta-feira (25) mostra nebulosidade no Norte e Nordeste do país (Foto: Reprodução/Cptec/Inpe)

A partir deste sábado (26), pancadas de chuva isoladas devem atingir a maior parte do país, principalmente nas regiões Sul, Centro-Oeste, Norte e em São Paulo. De acordo com o meteorologista Vlamir da Silva Junior, do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Cptec/Inpe), no domingo (27) há previsão de tempestade no Sul do país.

Saiba mais sobre a previsão do tempo no Brasil e no mundo

“Um sistema frontal em formação deve causar temporais com vento forte, descargas elétricas e até queda de granizo de forma isolada. Em São Paulo, Mato Grosso, Goiás, Amazonas e sul do Pará, a previsão também é de pancadas de chuva. Já no interior do Nordeste, o fim de semana deve ter tempo seco”, diz Silva Junior.

Sul

O sábado será de sol com nebulosidade variável em grande parte do Sul. Há possibilidade de pancadas de chuvas em áreas do oeste e centro da região.



No domingo, a previsão é de muitas nuvens com tempestades e tempo nublado com pancadas de chuva localmente fortes em grande parte da região. O litoral deve ter ventos fortes.

Sudeste

O dia será nublado, neste sábado, com possibilidade de pancadas de chuva em toda a região. No centro-oeste de São Paulo, o sol pode aparecer entre as nuvens.

Em grande parte de São Paulo e no sul de Minas Gerais, o domingo terá sol com nebulosidade variável e pancadas de chuva a partir da tarde. As demais áreas da região terão nebulosidade variável com possibilidade de pancadas de chuva. As temperaturas estarão em gradativa elevação.

Centro-Oeste

Neste sábado, no sul de Mato Grosso do Sul e no centro-norte de Goiás e de Mato Grosso, o sol aparece com nebulosidade variável e com pancadas de chuva. Em grande parte de Mato Grosso do Sul e no sul de Mato Grosso e de Goiás, o sol aparece entre nuvens.

No domingo, a previsão é de sol com nebulosidade variável em todo o estado.

Norte

No norte do Pará e no centro-sul do Amapá, o sábado será de sol entre poucas nuvens. Nas demais áreas da região, a previsão é de tempo nublado com pancadas de chuva localmente fortes.

No domingo, ainda no Pará e no Amapá, o sol deve aparecer entre poucas nuvens. Sol entre nuvens e pancadas de chuva estão previstos para as demais áreas do Norte.

Nordeste

No sul e sudeste da Bahia, o sábado terá muitas nuvens com chuva de forma isolada. Nas demais áreas do estado, o sol aparece com nebulosidade variável e possibilidade de pancadas de chuva. Nas demais áreas da região, o sol aparece entre poucas nuvens.

No domingo, no litoral da Bahia e de Sergipe, o sol aparece com nebulosidade variável e há uma pequena chance de pancadas de chuva. No sudeste da Bahia, o tempo estará nublado com chuva isolada.








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26/10/2008 free counters

Zelaya diz preferir a morte à rendição






O presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, afirmou ontem que prefere morrer a se render ao governo golpista liderado por Roberto Micheletti. Zelaya foi destituído em 28 de junho e, desde a última segunda-feira, 21, se refugia na Embaixada do Brasil em Honduras, que permanece cercada por forças de segurança locais. "Morreria em pé, mas não de joelhos diante de uma ditadura", afirmou Zelaya em entrevista concedida à Rádio Fórmula, do México.
O presidente deposto disse ainda que existem "três instrumentos internacionais" que poderiam "solucionar o problema em cinco minutos" - em referência à ONU (Organização das Nações Unidas), à OEA (Organização dos Estados Americanos) e às tentativas de mediação do conflito promovidas pela secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, junto ao presidente costa-riquenho, Oscar Árias.
Sobre as eleições do dia 29 de novembro, que foram convocadas pelo governo golpista, Zelaya ressaltou que "não estão sendo levadas adiante pela maioria do povo". Segundo ele, se o pleito for realizado, haverá um "aprofundamento da crise" política no país, e o governo Micheletti se "isolaria ainda mais do mundo".





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26/10/2008 free counters

Embaixada do Brasil em Honduras teria sido atacada com gás










"Alguns estão vomitando e outros urinando sangue", revelou Zelaya



O presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, denunciou nesta sexta-feira que o governo de fato propagou um gás tóxico na embaixada brasileira em Tegucigalpa, onde está refugiado, e pediu a intervenção da Cruz Vermelha Internacional.

"Pedimos a intervenção imediata da Cruz Vermelha Internacional", declarou Zelaya por telefone à AFP.

"Um gás tóxico utilizado pelos militares para dispersar as pessoas está sendo pulverizado. Há 60 pessoas aqui, e todas elas estão tentando respirar no pátio". Zelaya disse que o gás tóxico fez com que várias pessoas vomitassem sangue e tivessem dificuldade de respirar, além de enjoo e problemas digestivos.

"Alguns estão vomitando e outros urinando sangue", revelou Zelaya, que teve a garganta ressecada. "As pessoas ficaram muito alarmadas e houve descontrole porque não sabíamos o que estava ocorrendo, nem quais seriam as consequências físicas do contato com aquela substância".

Dois médicos hondurenhos foram à embaixada do Brasil para examinar Zelaya e outras pessoas afetadas pelo suposto gás tóxico, constatou a AFP. Carlos Aguilar, ministro da Saúde de Zelaya, e Marcos Rodas, médico pessoal do presidente deposto, foram autorizados a entrar no local pelos militares que cercam a embaixada. Os médicos examinaram Zelaya, que mostrava irritação na garganta, e outros ocupantes da sede diplomática afetados pelo gás.

Representantes das Nações Unidas também foram à embaixada brasileira, mas não tiveram autorização para entrar. A utilização de gás tóxico foi negada pela polícia hondurenha, mas o Canal 36 divulgou fotos da embaixada brasileira onde aparecem militares com máscaras colocando aparelhos em uma casa ao lado do prédio.

A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) exigiu que o governo de fato de Honduras interrompesse sua "operação" contra a embaixada do Brasil. A CIDH faz um apelo urgente ao regime de fato para que interrompa esta operação imediatamente e adote todas as medidas necessárias a fim de garantir o direito à vida, à integridade e à segurança de todas as pessoas na embaixada.

A Comissão condenou o uso desses gases, que provocaram "intoxicações, sangramento, vômitos e enjoos nas pessoas que se encontram dentro da sede diplomática", e o bloqueio feito por militares para impedir a saída de pessoas da embaixada ou a entrada de membros da Cruz Vermelha. O Conselho de Segurança das Nações Unidas exigiu que o governo de fato de Honduras, liderado por Roberto Micheletti, suspenda o cerco à embaixada do Brasil.

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26/10/2008 free counters

Homem tenta impedir a demolição da casa dele no RJ

Sexta-feira, 25 de setembro de 2009 - 20h01
Cotidiano: Homem tenta impedir a demolição da casa dele no RJ
O dono de uma casa construída em uma área de preservação ambiental, em Niterói no Rio de Janeiro, tentou impedir a demolição da residência nesta sexta-feira. Desesperado, ele chegou a ficar na frente da escavadeira e acabou preso.

Narração de Ticiana Villas Boas









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Cotidiano: Homem tenta impedir a demolição da casa dele no RJ

Sexta-feira, 25 de setembro de 2009 - 20h01
Cotidiano: Homem tenta impedir a demolição da casa dele no RJ
O dono de uma casa construída em uma área de preservação ambiental, em Niterói no Rio de Janeiro, tentou impedir a demolição da residência nesta sexta-feira. Desesperado, ele chegou a ficar na frente da escavadeira e acabou preso.

Narração de Ticiana Villas Boas









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Mundo: Micheletti afirma que não entrega cargo a Zelaya



Sábado, 26 de setembro de 2009 - 04h54

O presidente de fato de Honduras, Roberto Micheletti, afirmou nesta sexta-feira que pode até renunciar ao cargo. Mas descartou qualquer possibilidade de entregá-lo ao presidente deposto, Manuel Zelaya. Micheletti disse que a solução para o país é a escolha de um novo líder.










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Micheletti diz que pedido de Lula ocasionou cerco



O presidente de fato de Honduras, Roberto Micheletti, afirmou que o cerco à embaixada brasileira em Tegucigalpa atende a um pedido do presidente Lula, para que fosse garantida a segurança do local. Micheletti, no entanto, segue negando lançamentos de gases para dentro da embaixada, apesar de diversos relatos de jornalistas e testemunhas que estão do lado de fora do prédio.













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Zelaya e funcionários denunciam lançamento de gás




Sexta-feira, 25 de setembro de 2009 - 19h55

A embaixada do Brasil, em Tegucigalpa, solicitou a presença da Cruz Vermelha para verficar se há feridos no prédio. O pedido foi feito depois que o presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya e funcionários da embaixada denunciaram o lançamento de um gás tóxico, no local.

Zelaya, no entanto, afirma que o regime golpista tenta aterrorizar as pessoas que estão dentro da embaixada. Ele mostrou às cameras o lenço sujo de sangue e pediu aos simpatizantes que fiquem longe da polícia. O médico pessoal do presidente deposto disse que o gás entra pelas vias respiratórias, afeta o sistema de coagulação sanguíneo e faz com que as pessoas sangrem pelo nariz e pelos olhos. O porta-voz do governo interino nega as acusações. Segundo os militares, o cheiro forte pode ter sido provocado pelas máquinas de limpeza da embaixada, que são movidas à gasolina.

Carlos Aguilar, o ex-ministro da Saúde do governo de Manuel Zelaya, afirmou que o gás lançado na embaixada era tóxico e que várias pessoas ficaram feridas. Muitos teriam apresentado problemas gastrointestinais e outros, sangramento. Mas, de acordo com Aguilar, Zelaya e a maioria dos atingidos passa bem. O ex-ministro não soube precisar que tipo de gás foi liberado.








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26/10/2008 free counters

A marcha para a insensatez






O Brasil numa camisa de 11 varas em Honduras



Participando deste conluio engendrado pelo governo venezuelano para favorecer um governante golpista e desmoralizado, o Brasil ingressa perigosamente no clube dos dirigentes bolivarianos autoritários. Nunca se viu na história da diplomacia mundial um país conceder menagem, em sua embaixada em outro país, a um natural dentro de seu próprio território para fazer comícios. O Brasil meteu-se numa camisa de 11 varas e coloca-se ao lado dos piores modelos de diplomatas e tiranetes travestidos de democratas. Manuel Zelaya, com seu exótico e ridículo chapéu de boiadeiro, pilhado em flagrante no momento em que pretendia golpear a Constituição de Honduras, merecendo por isso a repulsa dos hondurenhos e a condenação dos tribunais, buscou solidariedade em Cuba, com Hugo Chávez, Evo Morales e Rafael Corrêa, e em Brasília tentou obter o apoio do presidente Lula, na permissão para que o fugitivo da Justiça de sua terra se homiziasse na embaixada brasileira, cercado de um magote de desocupados e baderneiros.

Para se ter uma ideia da enrascada em que se envolve o governo brasileiro, ele deve decidir sobre o expresso pedido do governo de Honduras para que seja o transgressor e delinquente entregue à Justiça local ou lhe conceda a condição de asilado, impedindo que use a embaixada como palanque político. Enreda-se mais a diplomacia nos arranjos e perfilhações ideológicas, dispondo o Brasil ao escárnio das nações civilizadas pela constrangedora atitude. A inviolabilidade da sede diplomática do Brasil em Tegucigalpa é algo consolidado nas normas diplomáticas de todo o mundo, razão porque o governo local não cometeria a imprudência de invadi-la. A única e estreita via que resta ao governo brasileiro é indicar ao golpista Zelaya o caminho de volta ao local onde estava homiziado para escapar das garras da Justiça de sua terra, obrigando-o a deixar a embaixada e, com isso, acalmar a maioria da população que já se encontrava em plena campanha eleitoral para a escolha do presidente do país.

Enquanto as trombetas da publicidade oficial procuram lugar onde Lula possa esconder a cara ante o olhar crítico dos chefes de governo estrangeiros, reunidos em Nova York para a Assembleia Geral da ONU e a Conferência sobre o Clima, milhares de hondurenhos se solidarizam com seu governo pela atitude firme de respeitar as decisões da Justiça, oferecendo ao golpista invasor a única saída: entregar-se para julgamento dos seus atos criminosos e atentatórios à Constituição de seu país ou asilar-se.

Uma vergonha a trama de Lula, Chávez e Ortega, o trio de ouro da patuscada internacional. O Brasil deve rapidamente se livrar da camisa de 11 varas em que se meteu, sobretudo porque jogou fora longo e sedimentado capital de boas articulações internacionais com seus vizinhos. A não ser que deseje continuar a marcha batida para a insensatez, repetida interna e externamente em suas intervenções, marcadas pelo carimbo ideológico e não pelo legítimo interesse nacional.

Publicado em: 26/09/2009







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Lula obedece Chávez e prejudica Honduras












26 de setembro de 2009


Lula tem na política o instinto matador que caracteriza os grandes artilheiros do futebol tão admirados por ele. Na semana passada, essa habilidade abandonou o presidente da República. Ele esteve em Nova York para discursar na abertura da 64ª Assembleia Geral da ONU, palco privilegiado para fazer o que ele mais gosta e faz como poucos, enaltecer o Brasil aos olhos do mundo. Em sua fala Lula assinalou os avanços no uso de energias limpas no Brasil e mesmerizou os burocratas internacionais com ataques à caricatura do mercado onipotente. Ficou nisso. A maior parte do tempo passado sob os holofotes foi dedicada por Lula a falar de um país estrangeiro, Honduras, uma nação paupérrima sem nenhuma relação especial com o Brasil.


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Politicamente instável, Honduras vem de ejetar do posto e exilar um presidente, Manuel Zelaya, pela tentativa de desrespeitar a Constituição e, por meio da convocação de um plebiscito, perpetuar-se no poder.

Caso típico da contaminação ideológica patrocinada pelo venezuelano Hugo Chávez, Zelaya vendeu a Caracas seu pouco valorizado passado de latifundiário direitista. De repente passou a se pautar pela cartilha populista chavista de miséria moral e material, supressão de liberdades individuais, desrespeito às leis, aos costumes civilizados, associação com o narcotráfico e, claro, eternização no poder - receita que estranhamente passou a ser chamada de esquerda na América Latina.

Em uma operação comandada por Chávez, Zelaya foi conduzido de volta a Honduras e se materializou com numerosa comitiva na casa onde funciona a embaixada do Brasil em Tegucigalpa. Esse hóspede incômodo, de aparência bizarra e com sinais evidentes de distúrbios mentais - se diz vítima de ataques por ondas eletromagnéticas e gases tóxicos que só ele percebe - foi o grande assunto de Lula em Nova York. O Brasil pode esperar outra oportunidade.

Zelaya é um problema dos hondurenhos que encurtaram seu mandato antes que ele o espichasse indefinidamente. É um problema também de Chávez que não se conforma em perder o investimento feito na conversão dele ao seu credo. É um problema dos Estados Unidos pela proximidade geográfica por estar na sua esfera de influência histórica. Pois a semana acabou com Zelaya sendo um problema e constrangimento para o Brasil.

Golpe de mestre de Chávez que evitou alojar Zelaya na embaixada da Venezuela, ordenando a seus amigos na para-diplomacia brasileira chefiada por Marco Aurélio Garcia que o acolhessem na representação brasileira. "Hoje o Brasil tem um problema em Honduras e Chávez, que o produziu, não tem nenhum", diz Maristella Basso, professora de direito internacional a Universidade de São Paulo. Chávez age como o líder do subcontinente americano. Ataca Barack Obama, presidente americano, e ignora Lula.

Com as eleições marcadas para o próximo dia 29 de novembro, o governo interino que derrubou Zelaya se preparava para reconduzir o país à normalidade democrática. O candidato ligado a Manuel Zelaya aparecia até bem colocado nas pesquisas de intenção de voto. Seria uma saída rápida e democrática para um golpe, coisa inédita na América Latina. Seria.

Agora o desfecho da crise é imprevisível. O mais lógico seria deixar o retornado sob os cuidados dos amigos brasileiros até depois das eleições que, se legítimas, convenceriam a comunidade internacional das intenções democráticas dos golpistas. Mas é preciso combinar com os apoiadores e detratores de Zelaya nas ruas e elas costumam ter sua própria e volátil dinâmica. O Brasil, que poderia ser parte da solução da crise de Honduras, tornou-se, graças a Chávez, o problema. A embaixada brasileira agora tem um hóspede que ouve vozes e uma para-diplomacia que ouve ditadores estrangeiros.

Qualquer regime minimamente antiamericano conta com o apoio tático do governo brasileiro - ainda que esteja envolvido em genocídio, como o do Sudão, ou tratado como pária mundial, como o Irã. As estripulias dos governantes de esquerda da região - mesmo que eles estejam agindo contra os interesses brasileiros - são toleradas em silêncio pelo presidente Lula. "Por causa desta política externa, estamos sempre a reboque dos acontecimentos", disse a VEJA Rubens Barbosa, que foi embaixador brasileiro em Washington no governo de Fernando Henrique.

O Brasil poderia ser protagonista de uma solução pacífica em Honduras, cujo formato foi definido por Oscar Arias, Prêmio Nobel da Paz e ex-presidente da Costa Rica, com o apoio dos Estados Unidos e da Organização dos Estados Americanos. Chávez foi mais convincente. Na Assembleia Geral da ONU, em rompante, Lula chegou a dar ultimato ao governo de Honduras. Vai mandar os Fuzileiros Navais? Seria a suprema vitória de Chávez na armadilha que armou para Lula.






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