[Valid Atom 1.0]

sábado, 12 de setembro de 2009

Morre a 13ª vítima de Gripe Suína em Campinas

12/09/2009 - 02h49m - Sábado



Agência Estado

A Secretaria de Saúde de Campinas confirmou nesta sexta-feira (11) a 13ª morte no município por contaminação pelo vírus influenza A (H1N1). Trata-se de uma mulher de 46 anos que morreu no último dia 4. Ela estava internada desde o dia 24 de agosto em um hospital da rede pública de saúde e o caso foi confirmado como infecção por influenza A no dia 31 de agosto. Ela tinha doença anterior que a incluía no grupo de risco, de pessoas com maior probabilidade de desenvolver formas graves e evoluir para óbito.

Segundo dados da secretaria, o número de casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) em Campinas diminuíram. Da última semana de julho até a primeira semana de agosto a média de registros era de cinco casos de gripe A por dia no município. Da primeira semana de agosto até esta sexta, a média caiu para um caso diário. O município confirmou 184 casos da doença, dos quais 13 referiam-se a gestantes. Uma delas estava grávida de gêmeos e morreu. Os bebês sobreviveram.

O órgão municipal informou ainda que está descartado suposto surto de gripe A em uma creche pública da cidade. A possibilidade foi levantada após identificação de um surto de síndrome gripal, no qual 20 pessoas ficaram doentes - 16 crianças e quatro adultos. Os exames feitos pelo Instituto Adolfo Lutz descartaram a contaminação por influenza A. As aulas na unidade, suspensas desde o dia 3, foram retomadas nesta sexta-feira. A secretaria confirmou até o momento seis surtos pela doença no município. O surto é classificado quando mais de um caso ocorre no mesmo local de convívio.

Jundiaí: 4 casos - A região de Campinas já registrou 51 mortes por contaminação pelo vírus da gripe A, dos quais foram 13 em Campinas, quatro em Jundiaí, três em Americana, três em Limeira, três em Piracicaba, três em Sumaré, três em Valinhos, duas em Cosmópolis, duas em Indaiatuba, duas em Mogi Mirim, duas em Nova Odessa, duas em Santa Bárbara d´Oeste, duas em Socorro, e uma em cada um dos municípios de Amparo, Artur Nogueira, Atibaia, Hortolândia, Itapira, Itu e Mogi Guaçu.








Todo o conteúdo desse blog é originalmente do Blog do Planalto e está licenciado sob a CC-by-sa-2.5:

CLONE BLOG DO PLANALTO




Fale com o Ministério


disque saúde 0800 61 1997
Ministério da Saúde - Esplanada dos Ministérios - Bloco G - Brasilia / DF
CEP: 70058-900

Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters

Roger Abdelmassih é suspenso de rede latinoamericana de medicina

11/09/09 - 19h49 - Atualizado em 11/09/09 - 19h49


Médico brasileiro é acusado de abusar sexualmente de 56 mulheres.
Preso em SP, Abdelmassih diz ser inocente e nega os crimes.

Do G1, em São Paulo


Roger Abdelmassih foi preso na segunda-feira (17) (Foto: Reprodução/TV Globo)

O médico especialista Roger Abdelmassih foi suspenso da Rede Latinoamericana de Reprodução Assistida, uma instituição científica e educacional que reúne 90% das clínicas e centros de reprodução assistida do continente.

De acordo com Selmo Geber, representante da Rede Latinoamericana de Reprodução Assistida no Brasil, a entidade já analisava a questão desde o primeiro semestre, quando foi enviada uma carta questionando as condutas antiéticas do médico.

Depois da prisão preventiva e da suspensão do registro de médico pelo Conselho Federal, a instituição decidiu afastá-lo temporariamente. "Como não houve resposta, suspendemos temporariamente. Se for comprovado em quatro meses que não houve falha ética, ele pode voltar", afirma Geber.

Rober Abdelmassih está preso desde o dia 17 de agosto, acusado de abusar sexualmente de 56 mulheres, a maioria pacientes de sua clínica na capital paulista. Além disso, um relatório do Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) indica que procedimentos feitos na clínica de Abdelmassih ferem a ética médica. Entre os procedimentos, estariam o uso de exames genéticos para escolha do sexo do bebê e o aborto seletivo como maneira de reduzir o número de embriões em gestação.

Procurado, o advogado Márcio Thomaz Bastos, que defende Abdelmassih, informou que não irá comentar o assunto no momento "Prefiro receber uma comunicação oficial antes de falar", disse ao G1 nesta sexta-feira (11).






Todo o conteúdo desse blog é originalmente do Blog do Planalto e está licenciado sob a CC-by-sa-2.5:

CLONE BLOG DO PLANALTO




Fale com o Ministério


disque saúde 0800 61 1997
Ministério da Saúde - Esplanada dos Ministérios - Bloco G - Brasilia / DF
CEP: 70058-900

Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters

OMS acha que fechar escolas é medida efetiva contra gripe

11/09/09 - 12h20 - Atualizado em 11/09/09 - 12h20


Da EFE



Genebra, 11 set (EFE).- A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera que fechar as escolas é uma medida efetiva para frear o contágio da nova gripe, mas especifica que essa decisão depende de cada situação, por isso deixa claro que não deve isso não deve ser entendido com uma recomendação da entidade.


"As decisões sobre se e quando uma escola deve ser fechada durante a pandemia de gripe são complexas e relacionadas ao contexto. A OMS não pode conceder recomendações específicas sobre se é preciso ou não fechar uma escola que possam ser aplicadas a todas as situações", afirma um documento publicado hoje pela entidade.


No entanto, baseada em diferentes estudos realizados durante a gripe sazonal e levando em conta parâmetros matemáticos, a agência de saúde deixa claro que fechar uma escola "pode operar como uma medida proativa para evitar a transmissão na escola e no bairro".


A OMS afirma que o principal benefício de fechar a escola é que se evitam os contágios e, portanto, se reduz a possibilidade de saturar os centros hospitalares e dá tempo aos Governos para obtenham remédios.


Além disso, a entidade indica que o tempo de reação é chave, dado que seus estudos matemáticos lhe indicam que os benefícios ocorrem quando a escola fechou com apenas 1% de sua população doente.


"Sob condições ideais, o fechamento de colégios pode reduzir a demanda de atendimento de saúde entre 30% e 50% no pico da pandemia. No entanto, se fechar muito tarde, os benefícios serão quase imperceptíveis".


Em relação às consequências econômicas do fechamento das escolas, o texto indica que esta decisão pode levar a 16% de faltas em todo o mercado de trabalho, porque os pais precisam cuidar dos filhos que ficaram em casa.


Além disso, destaca que o fechamento de colégios pode levar a uma limitação do atendimento médico, já que muitos médicos e enfermeiras são também pais que devem precisam cuidar dos filhos.


Por tudo isso, a OMS deixa às autoridades locais e nacionais de cada país a decisão de decidir quando é oportuno fechar uma escola. EFE



( Não me lembro de ter visto as estatisticas da GRIPE A no municipio de SÃO PAULO em parte alguma, cadê os dados ? quais são os numeros??????)







Todo o conteúdo desse blog é originalmente do Blog do Planalto e está licenciado sob a CC-by-sa-2.5:

CLONE BLOG DO PLANALTO




Fale com o Ministério


disque saúde 0800 61 1997
Ministério da Saúde - Esplanada dos Ministérios - Bloco G - Brasilia / DF
CEP: 70058-900

Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters

Atenção à mutação do vírus da gripe suína


O médico Francisco Vanin Pascalicchi foi o convidado do programa O Povo Quer Saber

Viviane Gonçalves
vivi@opovo.com.br

12 Set 2009 - 01h08min

O médico Francisco Vanin Pascalicchi, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, disse que uma pandemia tem de duas a três ondas de surto e que a próxima da gripe A deve surgir no início de 2010 (Foto: TALITA ROCHA)
O projeto O Povo Quer Saber encerrou a edição 2009 esclarecendo dúvidas sobre a gripe suína. O médico Francisco Vanin Pascalicchi, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, foi o convidado do programa, transmitido na manhã de ontem pelo portal O POVO online e pela rádio O POVO/CBN. O último boletim da Secretaria Estadual da Saúde (Sesa), divulgado ontem, registra 68 casos da gripe suína no Ceará e 82 em processo de investigação.

Segundo Vanin, o monitoramento do vírus H1N1 está sendo permanente. A boa notícia é que as últimas pesquisas apontam que o vírus não tem apresentado mutações e continua estável. “O vírus pode sofrer alteração genética com outros vírus e ficar ainda mais resistente. Por isso o monitoramento é tão importante. Até agora, o H1N1 está se mostrando dominante“, avalia.

Ele explica que as pandemias costumam se dividir em duas ou três grandes ondas de surto. “A primeira já está passando e a próxima deve surgir no início de 2010. Estamos monitorando o vírus, mas não dá para prever como o vírus vai se comportar“, afirma. O temor é que a nova onda conte com um vírus mais poderoso e o tratamento não seja tão eficaz. Por isso, o alerta deve continuar.

O Ministério da Saúde encomendou 18 milhões de vacinas, que devem chegar até novembro. “Ainda não foi definido como será a distribuição. Mas os grupos de risco e profissionais de saúde deverão ter prioridade“.

A preocupação ainda é com a auto-medicação. “Acho que o Ministério da Saúde fez certo em restringir o acesso ao medicamento. O uso incorreto pode provocar resistência ao vírus“, alerta. Por isso, a prevenção é a maior estratégia de controle da doença. Durante a entrevista, Vanin alertou para a importância de não compartilhar objetos pessoais, cobrir a boca e o nariz quando tossir ou espirrar e lavar as mãos frequentemente. Ele explica que o uso de máscaras deve ser restrito aos casos suspeitos de gripe suína e profissionais de saúde.

O médico sanitarista avaliou como positiva o acompanhamento, a contagem e a divulgação dos casos da nova gripe. “Acho que não provocou pânico e sim esclarecimento à população sobre a doença. Muitas pessoas queriam entender a gripe suína“

Desde que surgiu o primeiro caso de gripe suína no Brasil, as unidades de saúde ficaram ainda mais lotadas. Para Vanin, os gestores municipais, estaduais e federais devem atuar em conjunto para minimizar o problema. “Esse não é um problema específico do Brasil, os Estados Unidos e outros países também tiveram superlotação nas unidades de saúde. A população tem que estar bem orientada para procurar atendimento médico quando necessário“, alerta. E acrescenta que muitos casos de Influenza A podem ser tratados em casa e sem o uso de medicação específica. “Devem ir ao hospital as pessoas que sejam do grupo de risco ou quando houver sinais de agravamento da doença, como febre e alteração respiratória“, alerta.


NO DEBATE

>Erick Guimarães, editor-chefe executivo do O POVO

>Larissa Lima, repórter do núcleo Cotidiano do O POVO

> Lidiane Pereira, Produtora da TV O POVO

> Fernando Graziani, Jornalista do Grupo de Comunicação O POVO

> Dalviane Pires, repórter do O POVO e apresentadora do Debates do O POVO


PERFIL

FRANCISCO VANIN PASCALICCHIO
> Formado em Medicina pela Universidade Federal de São Paulo/EPM em 1978. Realizou Mestrado em Saúde Coletiva pela Unicamp em 2002. Atualmente é médico e fiscal sanitário da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, lotado na Coordenação de Vigilância Sanitária de Portos, Aeroportos e Fronteiras de São Paulo e médico sanitarista do Núcleo de Epidemiologia Hospitalar do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, em São Paulo.

> Vanin tem experiência na área de Saúde Coletiva, com ênfase em vigilância epidemiológica, vigilância sanitária, saúde e trabalho, planejamento e gestão.


SAIBA MAIS

>É preciso estar atento para que ambientes fechados não se transformem em um propagador da gripe A.

> A orientação é para que portas e janelas fiquem abertas por pelo menos uma hora por dia.

> O filtro de ar-condicionado deve ser limpo a cada 15 dias.

> Caso o ambiente seja completamente fechado, o ideal é que sejam instalados exaustores.

> Os principais sintomas da gripe A são: febre alta repentina, maior que 38 graus, e tosse, acompanhadas ou não de dor de cabeça, musculares, nas articulações ou dificuldade respiratória.

> Cubra a boca e o nariz com lenço descartável ao tossir ou espirrar.

> Não esqueça de lavar as mãos com água e sabão líquido, especialmente depois de tossir ou espirrar. Uma alternativa é usar produtos à base de álcool em gel para limpar as mãos.

> Evite tocar os olhos, boca e nariz, porque os germes se espalham desse modo. Não compartilhe objetos de uso pessoal, como copos e talheres.

> Fazem parte do grupo de risco: idosos acima de 60 anos, crianças menores de dois anos, gestantes, pessoas com deficiência imunológica, hemoglobinopatias, diabetes, doença cardíaca, pulmonar ou renal crônica e obesidade mórbida.

> Para tirar dúvidas sobre a gripe A basta ligar 0800 280 0808.

E-Mais

>Vanin acredita que o Brasil tem se comportado bem diante da pandemia. Ele afirma que o País soube adotar estratégias para a contenção da doença.

> Sobre o atendimento nas unidades de saúde, ele afirma que é preciso evitar a superlotação e avaliar o número de leitos de UTI em cada região.

> Não há registros de contaminação do vírus H1N1em animais.

> O consumo de carne suína está liberado.

> De acordo com Vanin, algumas estratégias adotadas logo quando surgiram os primeiros casos de gripe suína não apresentaram grandes efeitos.

> Desde 2000, o Brasil tem um projeto de vigilância de doenças, do Ministério da Saúde, que realiza coleta sistemática de vírus de gripe.

> Segundo Vanin, viagens internacionais estão liberadas. “É só seguir as recomendações básicas, como lavar as mãos frequentemente e evitar aglomerações“, afirma.










Todo o conteúdo desse blog é originalmente do Blog do Planalto e está licenciado sob a CC-by-sa-2.5:

CLONE BLOG DO PLANALTO




Fale com o Ministério


disque saúde 0800 61 1997
Ministério da Saúde - Esplanada dos Ministérios - Bloco G - Brasilia / DF
CEP: 70058-900

Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters

OMS divulga novas medidas para conter a gripe suína nas escolas


Carlos Araújo, Rádio das Nações Unidas

NOVA YORK, EUA - A Organização Mundial da Saúde, OMS, disse que professores, alunos e outros funcionários escolares com sintomas de gripe devem ficar em casa.

Esta recomendação faz parte de uma série de novas diretrizes divulgadas, nesta sexta-feira, pela agência da ONU sobre medidas que podem ser tomadas pelas escolas para reduzir o impacto da epidemia A(H1N1).

Prevenção

O órgão pediu também às escolas para estabelecerem planos de contingência, incluindo a criação de espaços isolados para estudantes ou professores que não se sentirem bem durante as aulas.

O epidemiologista da OMS, Carlos Dora, disse à Rádio ONU, de Genebra, na Suíça, que a escola tem um papel multiplicador no alastramento do vírus.

- A escola conglomera muitas pessoas e as crianças funcionam como veículo da transmissão. Se uma criança tem a doença ela vai contaminar os outros alunos na escola. Essas por sua vez voltam para casa e contaminam as famílias. É o mesmo mecanismo de qualquer outra aglomeração - disse.

Medidas de Prevenção

De acordo com o órgão, as autoridades nacionais e locais são as que se encontram em melhor posição para tomar decisões sobre medidas de prevenção e como elas devem ser implementadas.

A OMS disse que as escolas devem continuar a promover práticas de higiene como lavar as mãos e disponibilizar máscaras contra a gripe. Sugere ainda medidas rigorosas de ventilação e limpeza.

A agência das Nações Unidas disse que não pode fornecer recomendações específicas a favor ou contra o fechamento de estabelecimentos escolares. Afirma, contudo, que o momento escolhido para fechar uma escola é crucial para impedir a propagação do doença.









Todo o conteúdo desse blog é originalmente do Blog do Planalto e está licenciado sob a CC-by-sa-2.5:

CLONE BLOG DO PLANALTO




Fale com o Ministério


disque saúde 0800 61 1997
Ministério da Saúde - Esplanada dos Ministérios - Bloco G - Brasilia / DF
CEP: 70058-900

Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters

Suspensão de aulas pode frear gripe H1N1, diz OMS


sexta-feira, 11 de setembro de 2009, 12:30 | Online




Fechamento das escolas pode reduzir procura de serviços de saúde em até 50% no auge da pandemia

Reuters

Tamanho do texto? A A A A

GENEBRA - O fechamento de escolas no início de um surto da gripe H1N1 em uma comunidade pode frear em grande parte a disseminação do vírus entre estudantes e suas famílias, além de dar tempo para o armazenamento de remédios, afirmou a OMS (Organização Mundial da Saúde) nesta sexta-feira, 11.

As salas de aula tiveram seu papel na rápida transmissão da gripe H1N1 em Nova York e outras localidades. À medida que as instituições de ensino recebem seus alunos de volta às aulas no hemisfério norte, muitas estão analisando como reduzir os riscos de infecção.

Não há uma medida que por si só impeça totalmente a disseminação da gripe, mas certas ações podem brecá-la, afirmou o órgão da ONU a seus 193 países-membros.

A melhor solução é "fechar as escolas no início do surto, de preferência antes que um por cento da população adoeça", disse a OMS. "Em condições ideais, o fechamento das escolas pode reduzir a procura de serviços de saúde em estimados 30 a 50 por cento no auge da pandemia".

Reduzir o número de pessoas com necessidade de cuidados médicos é especialmente importante ao se combater as gripes, porque os hospitais e outras instituições de saúde correm o risco de ficar sobrecarregadas.

O vírus H1N1 já matou quase três mil pessoas após surgir em abril na América do Norte e no momento é o principal vírus de gripe circulando nos dois hemisférios, de acordo com a OMS.

"Se as escolas demorarem para fechar durante um surto em uma comunidade, a redução da transmissão provavelmente será muito limitada",disse a organização.

Estudantes, professores e funcionários devem providenciar um espaço para isolar qualquer pessoa que adoeça no recinto, acrescentou. Quando as escolas estiverem fechadas, medidas devem ser tomadas para limitar reuniões sociais de estudantes, disse a OMS, explicando: "Se os estudantes se reunirem em outro local que não a escola, vão continuar a espalhar o vírus, e as vantagens de se fechar as escolas serão reduzidas, senão anuladas".









Todo o conteúdo desse blog é originalmente do Blog do Planalto e está licenciado sob a CC-by-sa-2.5:

CLONE BLOG DO PLANALTO




Fale com o Ministério


disque saúde 0800 61 1997
Ministério da Saúde - Esplanada dos Ministérios - Bloco G - Brasilia / DF
CEP: 70058-900

Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters

Estado do Paraná confirma mais de 8 mil casos de gripe suína



11/09/09 - 20:52 > SAÚDE




Agência Brasil
CURITIBA - O boletim epidemiológico nº 58, divulgado nesta sexta-feira (11) pela Secretaria da Saúde do Paraná, confirma 8.236 casos de influenza A (H1N1) – gripe suína - no Paraná. São 1.347 novos casos em relação ao último boletim divulgado há dois dias - aumento quee o secretário da Saúde, Gilberto Martin, atribui ao fato de o Paraná realizar os exames no próprio estado, no Laboratório Central (Lacen), o que agiliza os resultados e mostra o quadro real da doença.



O Paraná também está confirmando a nova gripe por critério clínico epidemiológico (consulta médica, por exemplo), além da confirmação laboratorial. Se uma pessoa teve contato com alguém que contraiu o vírus e apresentar os sintomas será confirmada como caso da nova gripe. Entre os casos confirmados 382 são gestantes. Outros 2.780 casos foram negativos para influenza A.



Até agora, 220 pessoas morreram no Paraná em decorrência de complicações da nova gripe. De acordo com o boletim, as mortes ocorreram entre os dias 14 de julho e 6 de setembro e estão distribuídas por sexo e faixa etária: 56% eram mulheres e 44%, homens e quanto à faixa etária 62,7% das mortes ocorreram em pessoas que tinham entre 20 e 49 anos e 20% entre 50 e 59 anos.



As regiões com maior número de casos confirmados são Curitiba e região (3.505), Cascavel (623), Cornélio Procópio (613), Francisco Beltrão (547) e Jacarezinho (392). Com maior número de óbitos são Curitiba e região (75), Cascavel (20), Foz do Iguaçu (18), Maringá (15), Toledo (11)









Todo o conteúdo desse blog é originalmente do Blog do Planalto e está licenciado sob a CC-by-sa-2.5:

CLONE BLOG DO PLANALTO




Fale com o Ministério


disque saúde 0800 61 1997
Ministério da Saúde - Esplanada dos Ministérios - Bloco G - Brasilia / DF
CEP: 70058-900

Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Diretor da Receita Federal argentina demite supostos responsáveis por blitz no "Clarín"


11/09/2009 - 00h31


Publicidade

da Folha Online

Depois que quase 200 agentes tributários realizaram nesta quinta-feira uma blitz na sede do "Clarín", principal jornal da Argentina, o diretor da Administração Federal de Receitas Públicas (Afip, a Receita Federal argentina), Ricardo Echegaray, declarou que não sabia da operação e anunciou a demissão de dois responsáveis.

Fisco argentino realiza blitz no "Clarín"
Diretor da Receita diz que não ordenou ação
Cristina propõe polêmica lei de radiodifusão
Entenda as mudanças propostas na nova lei

Classificada pelo jornal como uma forma de intimidação estatal, a operação aconteceu no dia em que o "Clarín" divulgou denúncia contra o Oncca (Escritório Nacional de Controle Comercial Agropecuário), também dirigido pelo chefe da receita, e marca mais um episódio de tensão entre o governo e a imprensa, que colocou em campos opostos a presidente argentina, Cristina Kirchner, e o Grupo Clarín, proprietário ainda dos jornais "Olé" e "La Razon", de emissoras de TV, rádio, provedores de internet e TVs a cabo.

Fiscais da receita também foram a outros prédios do Grupo Clarín e as casas de dez de diretores do jornal. A operação durou mais de três horas, disse o Gerente de Comunicações Externas do Grupo, Martín Etchevers.

Segundo o "Clarín", Echegaray telefonou para a direção do jornal dizendo que a operação não teve seu consentimento. Em seguida, enviou uma carta, publicada pelo site do jornal, em que reafirma sua ignorância prévia em relação à ação, mas diz que a fiscalização contra as grande empresas vai continuar.

"Escrevo a vocês a presente com a finalidade de informar-lhe, em meu caráter de titular de Administrador Federal de receitas Públicas, NÃO [maiúsculas no original] me dispus a realizar qualquer procedimento especial de inspeção física nas instalações do Grupo Clarín", diz a mensagem assinada por Echegaray.

Entrevistado pelo canal de noticias TN, o responsável pela receita disse que afastara dois funcionários aos quais responsabilizou pela operação. Ele afirmou que tomou a atitude porque, embora as grande empresas estejam sujeitas a investigação, não havia ações marcadas para esta quinta-feira contra empresas de comunicação.

Segundo a denúncia publicada pelo jornal, o órgão agropecuário dirigido por Echegaray, identificado como "ultrakirchnerista" pelo texto, concedeu subsídio de mais de 10 milhões de pesos (R$ 4,7 milhões) a uma empresa pecuária que não tinham licença para operar. A empresa teria recebido uma inscrição temporária apenas depois de ter sido paga, como uma forma de disfarçar a suposta ilegalidade.


Reprodução
Site do "Clarín" mostra fiscais da Administração Federal de Receitas Públicas argentina em frente à sede do jornal
Site do "Clarín" mostra fiscais da Administração Federal de Receitas Públicas argentina em frente à sede do jornal

A operação dos ficais da Administração Federal de Receitas Públicas aconteceu no dia em que grupos argentinos e internacionais de defesa da liberdade de imprensa se reuniram na capital argentina para criticar o projeto de reforma de lei de telecomunicações defendida pela presidente Cristina Kirchner com o objetivo declarado de democratizar os meios de comunicação no país. Governistas criticam o que chamam de monopólio do Grupo Clarín, empresa que deve ser uma das mais afetadas pelas regras propostas, segundo especialistas.

O preço das ações do grupo ações fechou o dia com queda de 1,6% na Bolsa de Buenos Aires, enquanto a televisão local cobria a operação fiscal.

Mais cedo, um porta-voz da agência de impostos disse que a operação teve como objetivo analisar os livros ficais da empresa e seria semelhante às recentes inspeções realizadas em outras empresas. Mas porta-voz do Grupo Clarín questionou a operação e disse que a empresa foi um alvo escolhido a dedo pelo governo.

"Esse tipo de inspeção nunca aconteceu na história do 'Clarín'", disse Etchevers a um canal de TV local.

Na semana passada, o chefe do órgão de regulação de telecomunicações da Argentina comunicou um veto à fusão de duas TVs a cabo do país de propriedade do Grupo Clarín, uma decisão que também foi criticada pela direção da empresa.

O objetivo do governo é sancionar a nova lei de telecomunicações, que pretende revisar as regras que datam do período da última ditadura militar do país (1976-83), antes de 10 de dezembro, quando vai assumir o novo Congresso, escolhido em 28 de junho, em eleições nas quais o governo perdeu sua hegemonia na Câmara e no Senado.

O marido e antecessor da presidente, Néstor Kirchner, tem criticado publicamente a cobertura do "Clarín" sobre o governo, classificando-a de parcial, e descreve a empresa como um "monopólio". A oposição questiona diversos artigos do projeto e considera a iniciativa como parte de uma dura batalha entre o casal Kirchner e o poderoso grupo empresarial. O jornal, por sua vez, tem mantido uma cobertura crítica da proposta de reforma e da própria administração do país.

A Associação Internacional de Radiodifusão (AIR), a Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) e a Associação de Entidades Jornalísticas Argentinas (Adepa), entre outros grupos que reuniram nesta quinta-feira na sede do Senado criticaram duramente o projeto de lei de meios audiovisuais do governo.

"Consideramos que os princípios constitucionais e internacionais de reconhecimento e garantia da liberdade de expressão, e a proibição da censura prévia, são ameaçados a partir de disposições que concedem aos governantes amplos critérios de discricionaridade", assinala o documento divulgado ao fim do que foi chamado de Encontro pela Liberdade de Expressão.

As associações consideram que a importância da lei "requer um debate profundo" para "gerar um alto grau de consenso na sociedade, que garanta sua sobrevivência".

O vice-presidente argentino, Julio Cobos, que se afastou de Cristina Kirchner em 2008 e se tornou um de seus principais adversários, disse à imprensa nesta noite que ação contra o jornal parecia uma "atitude intimidatória" e "difícil de entender".

"Celebro que Echegaray tenha se retificado, mas terei que pedir-lhe mais explicações", disse o vice-presidente ao canal noticioso de TV a cabo Todo Noticias.

Com Reuters e France Presse











Todo o conteúdo desse blog é originalmente do Blog do Planalto e está licenciado sob a CC-by-sa-2.5:

CLONE BLOG DO PLANALTO




Fale com o Ministério


disque saúde 0800 61 1997
Ministério da Saúde - Esplanada dos Ministérios - Bloco G - Brasilia / DF
CEP: 70058-900

Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters

Bandidos queimam mais um ônibus em Salvador

_Geral

sexta-feira, 11 de setembro de 2009, 01:09 | Online

Avalie esta Notícia

0 votos


Agencia Estado


SÃO PAULO - Mais um coletivo, desta vez um micro-ônibus foi incendiado em Salvador na noite de ontem (10). Segundo informações do Corpo de Bombeiros, o ataque aconteceu por volta das 22 horas na periferia da cidade e não deixou feridos.










Todo o conteúdo desse blog é originalmente do Blog do Planalto e está licenciado sob a CC-by-sa-2.5:

CLONE BLOG DO PLANALTO




Fale com o Ministério


disque saúde 0800 61 1997
Ministério da Saúde - Esplanada dos Ministérios - Bloco G - Brasilia / DF
CEP: 70058-900

Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters

Duas meninas desenvolvem resistência ao Tamiflu nos EUA

Quinta-feira, 10 de setembro de 2009, 18:34 | Online




Medicamento havia sido dado preventivamente para proteger crianças da nova gripe em um acampamento

Reuters


Duas meninas desenvolvem resistência ao Tamiflu nos EUA
WASHINGTON - Duas meninas que receberam antivirais em um esforço para proteger crianças da nova gripe em um acampamento desenvolveram um vírus resistente, informaram as autoridades de saúde dos Estados Unidos nesta quinta-feira, 10.

O Centro norte-americano de Prevenção e Controle de Doenças disse que o estudo apoia as novas recomendações de que as medicações não sejam utilizadas para prevenir a doença em pessoas que estejam saudáveis.

As duas meninas se recuperaram sem ficar extremamente doentes, mas o incidente mostra que é fácil para o vírus H1N1 desenvolver resistência aos medicamentos contra a gripe, disseram as autoridades.

"Estamos preocupados com o uso apropriado de antivirais", disse a especialista do CDC, Anne Schuchat.











Todo o conteúdo desse blog é originalmente do Blog do Planalto e está licenciado sob a CC-by-sa-2.5:

CLONE BLOG DO PLANALTO




Fale com o Ministério


disque saúde 0800 61 1997
Ministério da Saúde - Esplanada dos Ministérios - Bloco G - Brasilia / DF
CEP: 70058-900

Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters