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terça-feira, 27 de setembro de 2011

Vera Fischer deixa clínica de reabilitação no Rio


Depois de pouco mais de dois meses internada numa clínica de reabilitação, a atriz Vera Fischer deixou o local por volta das 10h30 desta terça-feira. Vera saiu pelos fundos da clínica acompanhada da filha Rafaela.











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26/10/2008 free counters

Microsoft deverá produzir Xbox 360 no Brasil





27 de setembro de 2011 | 13h 44
RAFAEL CABRAL - Agencia Estado
SÃO PAULO - A Microsoft deve anunciar ainda início da produção do videogame Xbox 360 no Brasil. O presidente da empresa no País, Michel Levy, vai a Brasília para fazer o anúncio oficial ao lado do ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante.
A iniciativa faz parte de uma estratégia do governo para atrair produções de tecnologia de ponta para o Brasil e deve reduzir significativamente o preço do console por aqui. A Microsoft não confirmou a informação, mas disse que dois anúncios serão feitos hoje - um na capital federal, relacionado à fábrica, e outro em São Paulo, mais ligado à produção de games.
Ainda não se sabe como a produção local vai afetar o preço final do Xbox 360, que atualmente custa entre R$ 1.300 e R$ 2.200 no País. No início de setembro, a Incomp, uma subdistribuidora da Microsoft, vazou informações sobre novos preços. De acordo com a empresa, o preço do Xbox 360 nacional de 4 GB seria reduzido para R$ 700, enquanto a versão com disco rígido de 250 GB ficaria em R$ 1.000.










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26/10/2008 free counters

SP:Center Norte recebe auto de interdição e tem 72h para fechar

Center Norte recebe auto de interdição e tem 72h para fechar

Há risco de explosão, diz Prefeitura; auto inclui shopping, estacionamentos e hipermercado

27 de setembro de 2011 | 12h 02
Diego Zanchetta - O Estado de S. Paulo
O shopping Center Norte, seu complexo de estacionamentos, o hipermercado Carrefour e o Lar Center, que ficam em região contaminada por gás metano na zona norte de São Paulo, receberam um auto de interdição da Prefeitura de São Paulo na manhã desta terça-feira, 27. Os estabelecimentos terão 72 hora para fechar, pois, segundo a Prefeitura, há risco de explosão. Além de ter que suspender suas atividades, o estabelecimento foi multado em R$ 2 milhões por descumprimento do Artigo 62 da Lei de Crimes Ambientais.
Shopping Center Norte, na zona norte de São Paulo - EVELSON DE FREITAS / AE
EVELSON DE FREITAS / AE
Shopping Center Norte, na zona norte de São Paulo
Segundo informações da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, técnicos da secretaria estiveram na manhã desta terça-feira, 27, no estabelecimento e aplicaram a multa, por deixar de atender exigências da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb).
A medida é válida por tempo indeterminado, até que o estabelecimento comprove que as exigências da Cetesb foram implementadas.
O Center Norte também foi intimado a atender a legislação que exige permeabilidade nos estacionamentos, que estabelece a obrigatoriedade de manter 30% destas áreas permeáveis ou com piso drenante, e também a lei municipal que exige uma árvore para cada 40m² de estacionamento.
O prazo para apresentar projeto é de 30 dias. Fiscais da Subprefeitura da Vila Maria, que acompanharam a fiscalização, serão responsáveis pela verificação do cumprimento do termo de suspensão total das atividades.

Processo. A Prefeitura quer abrir um processo contra o shopping transitado em julgado no STF na década de 1990. A autorização para funcionamento do empreendimento, sem que o shopping desse nenhuma contrapartida à cidade, foi dada pelo prefeito Reynaldo de Barros. Em 1984, o então prefeito Mário Covas, exigiu que o shopping devolvesse uma área de 46 mil metros quadrados ao município. O processo ficou 5 anos na Justiça até que o STF deu ganho de causa ao empreendimento. É esse processo que, passados 22 anos, a Prefeitura quer reabrir.

Histórico. Em abril de 2003, vereadores da CPI das Áreas Contaminadas receberam denúncias de que o Cingapura e todo o complexo onde estão o Center Norte, Lar Center e Expo Center Norte estão sobre um antigo lixão. Os parlamentares pediram que a Cetesb investigasse a informação, o que a entidade começou a fazer dez meses depois, em fevereiro de 2004.
Em novembro de 2009, depois de ser acionada pelo Ministério Público, a Cetesb solicitou à Prefeitura uma investigação do solo do conjunto. Dezessete meses depois, em abril deste ano, um estudo da Secretaria Municipal de Habitação apontou a existência de metano na área, mas sem risco de explosão - dado confirmado em outra medição, em julho.
No dia 16 de setembro, o Shopping Center Norte, empreendimento de 110 mil m² e 311 lojas construído no início dos anos 1980 sobre um antigo lixão, entrou para a lista de "áreas contaminadas críticas" do Estado.
Pelo complexo onde está o Center Norte, que inclui ainda Lar Center, Expo Center Norte e Novotel, passam cerca de 800 mil pessoas durante os fins de semana.
A Cetesb constatou gás metano na área das lojas, em índice que superou 5% da composição do ar, nos dias 17, 21 e 22 de julho - ou seja, com risco de explosão. O órgão pediu então medidas urgentes ao shopping, como a ventilação de espaços fechados - caso das galerias de telefonia e de esgoto e dos depósitos das lojas.
(Com Solange Spigliatti, do Estadão.com.br)













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26/10/2008 free counters

Facebook Logout Tracking: Privacy Concerns Arise Over Alleged Cookie Snooping




The Huffington Post     First Posted: 9/26/11 08:50 AM ET   Updated: 9/26/11 02:47 PM ET

Is Facebook tracking which websites users visit even after they've logged out of the service?
According to hacker and blogger Nik Cubrilovic: Yeah, it is. In a post to his personal blog, Cubrilovic writes that "[e]ven if you are logged out, Facebook still knows and can track every page you visit," pointing to Facebook cookies that remain active even after the user signs out. In his mind, this defeats the purpose of logging out of Facebook and presents a major privacy concern.
Cubrilovic goes on to write,

With my browser logged out of Facebook, whenever I visit any page with a Facebook like button, or share button, or any other widget, the information, including my account ID, is still being sent to Facebook. The only solution to Facebook not knowing who you are is to delete all Facebook cookies.
This is all important because of Facebook's new frictionless apps, unveiled recently at Facebook's f8 Developer's Conference and rolling out now on the social network. Websites can write apps whereby all activity on their pages can be shared automatically to a user's Facebook profile. The aim is to make sharing more convenient, so that Facebook members can more easily browse what their friends are interested in and start conversations about common interests and activities.
Cubrilovic penned his post in response to another blog post by Dave Winer, in which Winer claimed to be "seriously scared" of the disclosures these apps would automatically make and that the only solution was to log out of Facebook when browsing.
Cubrilovic's post was a warning that logging out was not enough.
In a comment on Cubrilovic's blog, a reader identifying himself as Gregg Stefancik ("an engineer who works on login systems at Facebook") refuted "some of the incorrect conclusions," stating that "Facebook has no interest in tracking people" and that Facebook's cookies "aren't used for tracking." Though Facebook could see when one of its users visited a partner site, Stefancik said, it could not see which user it was and that the only information sent back to them was the user's language, country and browser. Since Facebook "doesn't have an ad network and [doesn't] sell people's information," the logged out cookies were used for:
- Identifying and disabling spammers and phishers - Disabling registration if an underage user tries to re-register with a different birth date - Helping people recover hacked accounts - Powering account security features, such as login approvals and notifications - Identifying shared computers to discourage the use of “Keep me logged in.”
According to an answer of a commonly asked question in Facebook's Help Center, when one of its users visits a site with a Facebook social plug-in, whether logged in or logged out, Facebook receives information about "the date and time you visited, the web page you came from (commonly known as the referrer URL), and other technical information about the IP address, browser, and operating system you use."
"This is industry standard data," the Help Center answer continues, "that helps us optimize your experience depending on which browser you are using or whether or not you are logged into Facebook."
Essentially, Facebook is indeed tracking where its users go after they log-out, but it is claiming to do so for benign reasons.
Facebook, of course, is constantly battling against privacy concerns. Recently, the social networking giant has fought back against worries over its new auto-tag feature in early September, "epidemic levels" of bullying amongst teens on its site and its ability to make cyber-stalking easier.
UPDATE: Facebook emailed us the following statement, reiterating much of what Gregg Stefancik wrote in his comment on Cubrilovic's blog:
Facebook does not track users across the web. Instead, we use cookies on social plugins to personalize content (e.g. show you what your friends liked), to help maintain and improve what we do (e.g. measure click-through rate), or for safety and security (e.g. keeping underage kids from trying to sign up with a different age). No information we receive when you see a social plugin is used to target ads, we delete or anonymize this information within 90 days, and we never sell your information. Specific to logged-out cookies, they are used for safety and protection, including identifying spammers and phishers, detecting when somebody unauthorized is trying to access your account, helping you get back into your account if you get hacked, disabling registration for underage people who try to re-register with a different birth date, powering account security features such as second factor login approvals and notification, and identifying shared computers to discourage the use of "Keep me logged in."

Facebook recently revamped its own privacy settings for users who are logged in to the site. Take a look at the slideshow (which originally appeared here) to see the most important changes you need to know now.











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26/10/2008 free counters

Syrian forces backed by tanks and helicopters stormed the strategic town of Rastan in Homs


Syrian forces backed by tanks and helicopters stormed the strategic town of Rastan in Homs

Syria forces storm main town, fight defectors




    AMMAN - Syrian forces backed by tanks and helicopters stormed a strategic town on Tuesday after fighting with army defectors, in a major operation to subdue pro-democracy protests in the center of the country, residents said.

Tens of tanks and armored vehicles entered Rastan, a town of 40,000 on the highway to Turkey near the city of Homs, after pounding it overnight with heavy machine guns from tanks and attack helicopters following a two-day siege, they said.

Syria accuses West of sowing 'total chaos'




DAMASCUS -- Syria denounced international intervention and accused the West of trying to unleash "total chaos," as rights activists said troops on Monday shot dead four soldiers who had tried to desert.
China meanwhile expressed its concern at the wider implications of the violence in Syria, even as the United States pressed Beijing, a veto-wielding member of the Security Council, to back stronger UN action against Damascus.
Syrian Foreign Minister Walid Muallem said the West wanted chaos that will lead to the break-up of the country. Anti-regime protests were also a "pretext for foreign interventions," he said at the UN General Assembly in New York.
Foreign governments were trying to undermine co-existence between Syria's different religious groups, he added.
"How can we otherwise explain media provocations, financing and arming religious extremism?" he said.
"What purpose could this serve other than total chaos that would dismember Syria -- and consequently adversely affect its neighbors?"
Rejecting the accusations, Germany's Foreign Minister Guido Westerwelle called for UN Security Council action.
"The courageous men and women in Syria deserve a clear signal of our solidarity," Westerwelle told the UN assembly, condemning the "brutal force" used by President Bashar al-Assad's forces.
Damascus does not accept the existence of popular opposition to the authorities, instead blaming "armed gangs" and "terrorists" for trying to sow chaos.
The Syrian Observatory for Human Rights reported the death of the soldiers.
"Four soldiers in Maar Shamsa in (northwestern) Idlib were shot dead while trying to flee the Wadi Deif military camp," it said. The group also reported gunfire, arrests, and killings.
In New York, China's Foreign Minister Yang Jiechi expressed Beijing's concern over the dragging crisis.
The international community, he said, should "handle the Syrian issue in a prudent way so as to prevent further turbulence in Syria and its repercussions on regional peace."
And in a call to opposition demonstrators as well as Assad's forces, Yang said "we hope that parties in Syria will exercise restraint, avoid any form of violence or more bloodshed and conflict, and act quickly to ease tension."
China has joined Russia in leading opposition to UN sanctions against the Assad government in Syria, where the United Nations says that more than 2,700 people have been killed since March.
US Secretary of State Hillary Clinton urged China to back strong UN action on Syria when she met Yang just before his speech, a senior US official said.
The Britain-based Observatory reported soaring tensions in central Homs province, a hub of protests against the Assad regime.
"The army has deployed in the villages of the Qusseir region (south of Homs), where two unidentified bodies were found in the Assi river."
"There are also mutilated bodies at the National Hospital" in Qusseir, where 12 people were killed and 15 were reported missing in military operations on Saturday, it said.
North of Homs, "many security checkpoints have been set up on the roads leading to Rastan, where heavy machine-gun fire was heard this morning."
In northwestern Idlib province, near the Turkish border, security forces stormed villages, setting up roadblocks and arresting 17 people.
The Observatory also said that in the rebel city of Hama, "a civilian died and three others were wounded by gunfire on Sunday night on the Mhardeh-Hilfaya road."
In the southern city of Dael, in Daraa province, where the first protests ignited in mid-March, there was intense gunfire overnight after the city council building was set on fire, which residents blamed on pro-regime militias.
The state-run SANA news agency reported the seizure of "arms and ammunition" in a house in the Daraa village of Nassib near the Jordanian border, and the discovery of a carload of "Israeli arms and explosives charges in Homs."
SANA also reported the funeral of four soldiers and security officers, as well as that of a doctor who had been killed in Homs.









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26/10/2008 free counters

Mais um marido violento mata a mulher




Em Santa Izabel do Pará, no bairro Santa Lúcia 1, ocorreu na noite de domingo passado, às 20h, o assassinato de Oneide Silva Santos.

A casa onde residia foi invadida por seu ex-companheiro Roberto, vulgo “Pitita”. Segundo o testemunho da vizinhança, ele teria invadido a casa com uma faca na mão e deu apenas um golpe, mas profundo, no peito de Oneide, e logo em seguida fugiu.

Na casa estavam quatro pessoas, além da vítima. Dentre elas, duas crianças, de 9 e 11 anos, filhos da vítima. Oneide e Roberto viveram juntos por três anos e ele sempre demonstrou ter muito ciúme da mulher, segundo a vizinhança.
ACUSAÇÃO

Dona Maria Clara, que mora ao lado da casa, conta que ele a acusava de traí-lo, todos os dias, sem que fosse verdade, ou que ele conseguisse provar algo sobre o que afirmava.

Assim que o crime foi cometido, a Polícia Militar se fez presente. O sargento Luiz Lisboa tomou as providências de praxe, porém o pessoal do Centro de Perícias “Renato Chaves” somente chegou após a meia-noite.

Será aberto inquérito policial pela Seccional de Santa Izabel para apurar o crime. (Diário do Pará).












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26/10/2008 free counters

Taboão da Serra : Evilásio afirma que desvios chegaram a R$ 8 milhões






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O prefeito Evilásio Farias surpreendeu a imprensa ao afirmar, durante uma rápida entrevista, que a fraude contra o sistema financeiro do município chegou a R$ 8 milhões. A declaração foi dada no último domingo, dia 25, durante a convenção municipal do PSB. “Eu tenho mais elementos da investigação do que a polícia. A polícia não sabe quantas pessoas foram lá se beneficiar e eu sei”, disse antes de encerrar a entrevista.

O prefeito Evilásio vinha evitando conversar com a imprensa. Durante a convenção, ele concedeu uma pequena entrevista de pouco mais de oito minutos, onde basicamente atacou a forma como as investigações foram feitas. No final, disse que tem mais informações do que a própria polícia.

Foto: Divulgação

O prefeito Evilásio Farias durante convenção municipal do PSB

A primeira fase de investigações da operação Cleptocracia durou cerca de dois meses e terminou com a prisão de 14 pessoas. Na segunda fase, outras 13 pessoas foram presas. Em entrevista ao Portal O Taboanense, no final de maio, o investigador-chefe da Seccional, Ivan Jerônimo, disse que não se surpreenderia se o rombo ultrapassasse os R$ 10 milhões inicialmente calculados.

Os vereadores da Comissão Especial de Inquérito também se surpreenderam com a informação. Para o vereador Olívio Nóbrega, o prefeito deveria contribuir com as investigações fornecendo esses dados. “Não sabemos de onde ele tirou esses números, pode ser de alguma auditoria ou de um relatório da Conam, mas não fomos informados ainda”, disse.

Já o presidente da CEI, vereador Cido, afirmou ao site Taboão em Foco que a comissão não tem nenhuma informação sobre esse valor.  “Ele [prefeito] não pode fazer essa afirmação. A CPI [CEI] que tanto investiga ainda não tem esse valor. Por isso não vou me atrever a dizer se esse valor é a mais ou a menos”.

Prisão

Evilásio foi além de ter dado números sobre o rombo causado aos cofres municipais. Disse também que assim que soube do esquema fraudulento ordenou que fosse feita a prisão dos envolvidos. “Sou o primeiro prefeito da história de Taboão da Serra que identificou ladrão e prendeu. Prendemos no nosso território da prefeitura, prendemos com a nossa guarda e continuamos a fazê-lo se aparecer ladrão lá dentro”.

O prefeito disse que durante o período que está à frente da prefeitura já exonerou 50 servidores envolvidos em crimes contra o patrimônio. “Nós não abrimos mão de extirpar a corrupção nessa cidade, não abrimos a mão de prender com a nossa polícia, com a nossa autoridade, algum grande desvio. Eu exonerei 50 funcionários por desvios. Prendi cinco, por que o crime foi maior”, disse.










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26/10/2008 free counters

#NEWS Joran Van Der Sloot Confesses To Stephany Flores Murder In Newly Released Video (VIDEO)


First Posted: 9/26/11 01:30 PM ET Updated: 9/26/11 02:19 PM ET>
Police in Peru have released a video of murder suspect Joran van der Sloot in which he confessed to the slaying of a young Peruvian woman.
In the video that was broadcast Monday by Peruvian news station RPP Noticias, the 23-year-old Dutchman allegedly said he strangled 21-year-old business student Stephany Flores on May 30, 2010, after she used his laptop to find out about his involvement in the case of Natalee Holloway, an 18-year-old Alabama student who vanished in Aruba in May 2005.
When an investigator asked, "Did you murder Stephany Flores," Van der Sloot replied, "Yes."
The video was filmed in June 2010, and he tried to recant his statement soon thereafter. Authorities have previously released only transcripts of their interviews with van der Sloot.
"I did not want to do it," van der Sloot said about the attack. "The girl intruded into my private life. She had no right. I went to her, and I hit her. She was scared. We argued, and she tried to escape. I grabbed her by the neck, and I hit her."
Investigators also said he enjoyed a cocktail of coffee and drugs in the minutes following Flores' slaying while he contemplated how to dispose of her body.
"I was going to use one of my suitcases to take her out of the hotel, but I didn't do it because I was afraid someone [would] stop me carrying my luggage without paying," van der Sloot allegedly told police.
Police said that after the deed was done and van der Sloot realized that he could not hide Flores' body, he showered, changed his clothes and grabbed a few belongings before fleeing the scene. Flores was found dead in van der Sloot's Lima, Peru, hotel room three days later, on June 2, 2010, setting off a police manhunt that ended with his arrest in Chile the following day.
The Dutchman is charged with first-degree murder and robbery in Flores' slaying.
Van der Sloot was in police custody less than a week before his alleged confession. In the weeks that followed, he reportedly retracted his statement, saying police had "tricked" him. Van der Sloot claimed he was falsely promised that he would be extradited back to the Netherlands if he agreed to the statement.
"I was scared and confused during the interrogation and wanted to leave," van der Sloot told Dutch newspaper De Telegraaf. "In my blind panic, I signed everything but didn't know what it said."
It was not the first time van der Sloot has changed his story. He has both given and retracted several admissions of involvement in the disappearance of Holloway, who vanished while vacationing in Aruba six years ago.
JORAN VAN DER SLOOT CASE (ARTICLE CONTINUES BELOW)

Joran van der Sloot
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Joran van der Sloot, 20, takes a walk to the local supermarket near the house of his parents in Oranjestad, Aruba, in December 2007. (Raul Henriquez/AFP/Getty Images)
Total comments: 412 | Post a Comment
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Holloway was last seen alive with van der Sloot, who initially told investigators that he left her drunk and alone on a beach. However, in 2007, a Dutch television crime reporter secretly recorded him saying that after Holloway passed out, he asked a friend to dump her body in the sea. He changed his story again in 2009, allegedly telling German news agency RTL that a drunken Holloway had fallen off a balcony at his friend's house and that he hid her body in a swamp because he was afraid of being prosecuted.
On June 25, 2010, Peruvian Superior Court Judge Wilder Casique rejected a habeus corpus motion on behalf of van der Sloot to void his confession in the Flores case.
Earlier this month, pre-trial hearings began in van der Sloot's murder trial. Peruvian prosecutors are seeking a 30-year prison sentence and $73,000 restitution for Flores' family. They allege van der Sloot's motive was robbery.
Van der Sloot's attorney wants to enter a manslaughter plea on behalf of his client, with a reduced sentence of six to 20 years. Van der Sloot's defense is that he was temporarily insane.
The trial is expected to begin in Lima, Peru, in October. If convicted, van der Sloot faces 15 to 35 years in prison.
WATCH TODAY'S TOP STORIES FROM THE ASSOCIATED PRESS:




















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26/10/2008 free counters

#simananaseacabaelmundo Evo Morales

 supende la construcción de la carretera que dividía un parque natural

Una mujer sostiente un cartel contra Evo Morales en La Paz. | ReutersUna mujer sostiente un cartel contra Evo Morales en La Paz. | Reuters
  • Calificó de "imperdonable" la violenta represión policial contra la marcha
  • Aseguró que él nunca dispuso una intervención violenta como la producid

El presidente de Bolivia, Evo Morales, ha anunciado que suspende la construcción de la carretera que iba a dividir un parque natural y calificó de "imperdonable" la violenta represión policial del domingo contra la marcha indígena que se oponía a ese proyecto.
En una breve declaración al término de una jornada de protestas generalizadas, dijo que "queda suspendido el proyecto de carretera en el Parque del Territorio Indígena Isiboro Sécure" (Tipnis) mientras los departamentos Cochabamba y Beni, por los que debía pasar la obra, decidan sobre su continuidad.
Hasta hoy, el mandatario había reiterado que la carretera iba a construirse "sí o sí", lo que desató una escalada de protestas y una marcha indígena por la Amazonía que el domingo cumplió 41 días en rechazo a esa obra financiada por Brasil.
La columna, de unos 1.500 indígenas, fue disuelta el domingo con violencia por medio millar de policías que golpearon y amordazaron a dirigentes de las etnias y mujeres y trasladaron por la fuerza a varios de ellos en autobuses y camionetas a pueblos vecinos.
El mandatario lamentó los excesos de la operación, que calificó de "imperdonable", y anunció que una comisión de alto nivel formada por organismo internacionales y el Defensor del Pueblo investigará con profundidad lo sucedido.

'Un abuso, un exceso'

"Lamentamos, repudiamos, los excesos realizados el día de ayer a la marcha. No comparto, no compartimos, una violencia, un exceso, un abuso hacia los hermanos indígenas que estaban en la marcha", dijo el mandatario tras la oleada de protestas, incluida la dimisión de su ministra de Defensa, Cecilia Chacón.
Al tiempo, pidió ayuda para aclarar si durante la represión murieron un niño y dos ancianos, como denunciaron los indígenas, la Iglesia Católica y los medios, aunque los cuerpos -dijo- no han aparecido hasta ahora.
Aseguró que él, personalmente, nunca dispuso una intervención violenta como la producida, y que las autoridades encargadas del tema no han reportado víctimas, pero reconoció que "los hechos de ayer dejan mucho que desear" .Los policías atacaron con gases y porras el campamento de carpas de los indígenas cerca del pueblo de Yucumo, a más de 300 kilómetros de La Paz.
El subcomandante de la Policía, general Oscar Muñoz, aseguró que lo hicieron porque fueron amenazados por nativos armados con flechas, pero el Defensor del Pueblo, Rolando Villena, dijo que los agentes actuaron cuando los indígenas estaban a punto de cenar y exigió a Morales el "cese inmediato de la violencia", lo mismo que la oficina de la ONU en La Paz.
Los indígenas rechazan la carretera porque atravesará la reserva natural del Tipnis y temen que esa reserva ecológica sea depredada e invadida por los productores de coca, planta base para fabricar cocaína.

Un muerto y 37 desaparecidos en el operativo policial contra los indígenas bolivianos

Vídeo: Atlas
La Policía disolvió la marcha este domingo. | EfeLa Policía disolvió la marcha este domingo. | Efe
  • La protesta indígena se inició el 15 de agosto y recorrió a pie 273 km
  • Se oponen a la construcción de una carretera que partirá en dos una reserva
  • 'Tenemos unos 15 policías heridos', aseguran las autoridades bolivianas
  • El Gobierno todavía no ha presentado un reporte oficial sobre los sucesos
  • Unos 2.000 marchistas fueron sorprendidos por la Policía cuando descansaban
Un bebé murió y 37 personas están desaparecidas tras un operativo policial que disolvió el domingo una de las marchas indígenas que se oponen a la construcción de una carretera que partirá en dos una reserva ecológica en centro de Bolivia, reportó este lunes la red radial Erbol.
"Marchistas denuncian un bebé muerto y 37 desaparecidos, de los cuales siete son niños", informó Andrés Gómez, director de Erbol, a través de su cuenta en Twitter.
La protesta indígena que se inició el 15 de agosto en Trinidad, y que recorrió a pie unos 273 kilómetros en 42 días, fue disuelta el domingo por policías en inmediaciones del pueblo de Yucumo, 327 kilómetros al noreste de La Paz, en el ingreso a la Amazonia boliviana.
Unos 2.000 marchistas fueron sorprendidos cuando descansaban en la hacienda San Lorenzo por los policías, quienes utilizaron gases lacrimógenos y violencia física para detener a los indígenas para su transporte en autobuses y otros vehículos hasta la ciudad de Trinidad, reportó Erbol.
Pero un corte de ruta a cargo de pobladores de San Borja, a 50 kilómetros de la hacienda San Lorenzo, complicó el traslado de los indígenas detenidos, quienes fueron conducidos la noche del domingo a Rurrenabaque, donde llegaron a las 03:50 hora local (07:50 GMT) para ser llevados en avión a un destino desconocido.
Los principales líderes de la protesta indígena lograron huir a la selva amazónica y se reportaron por telefonía celular a varias estaciones de radio y televisión, como es el caso de Rafael Quispe y Adolfo Chávez, y del ex viceministro de Tierras, Alejandro Almaraz.
La red de televisión PAT difundió imágenes donde varios policías mientras esposaban, cubrían el rostro con cinta adhesiva y golpeaban en la cabeza a Fernando Vargas, presidente de la subcentral del Tipnis (Territorio Indígena y Parque Nacional Isiboro Sécure).
El diario 'El Deber' de Santa Cruz publicó una foto de Gabriel Tórrez, dirigente de la Central de Pueblos Indígenas de La Paz, con el rostro ensangrentado y heridas en la cabeza, antes de ser llevado al hospital de San Borja.
"Hemos tenido que realizar la primera intervención (policial) en la marcha indígena con el respectivo requerimiento fiscal", informó el general Oscar Muñoz, quien comandó el operativo en la hacienda San Lorenzo.
Agregó que "los indígenas habían respondido con flechas y piedras. Tenemos unos 15 policías heridos".
El Defensor del Pueblo, Rolando Villena, censuró la intervención policial del campamento de los marchistas. "Hubo un uso excesivo de la fuerza y se vulneró el derecho a la libre asociación, a la libre libertad de pensamiento y de tránsito", dijo.
La representante de Naciones Unidas en Bolivia, la japonesa Yoriko Yasukawa, pidió al Gobierno de Evo Morales que pare la violencia en la región amazónica.
El Gobierno aún no presentó un reporte oficial sobre los sucesos del domingo en Yucumo ni el destino de los indígenas detenidos por los policías.
"La policía afirma que el detonante para intervención (contra los indígenas) fue el peligro por integridad física de los uniformados", informó la estatal agencia de noticias ABI.

La ministra boliviana de Defensa renuncia por la represión de la marcha indígena

Manifestantes protestan frente a la Policía en el aeropuerto de Rurrenabaque este lunes. | APManifestantes protestan frente a la Policía en el aeropuerto de Rurrenabaque este lunes. | AP
  • 'No comparto la medida de intervención de la marcha' asumida por el Gobierno
  • Un bebe muerto y 37 desaparecidos en el operativo contra la marcha indígena
  • '¡No así! Acordamos con el pueblo hacer las cosas de otra manera', añade

La ministra boliviana de Defensa, Cecilia Chacón, renunció este lunes a su cargo de forma "irrevocable" por la disolución policial violenta de la marcha indígena que defendía un parque nacional.
"Asumo esta decisión porque no comparto la medida de intervención de la marcha que ha asumido el Gobierno y no puedo defender o justificar la misma", señala la carta de renuncia, enviada este lunes al presidente Evo Morales.
Chacón opina que había otras alternativas "en el marco del diálogo, respeto a los derechos humanos, no violencia y defensa de la Madre Tierra".
Según la ministra, las medidas del Gobierno, "lejos de aislar a la derecha, fortalecen su accionar y manipulación dentro de la octava marcha con el fin de atacar el proceso de cambio que tanto ha costado a los bolivianos".
"¡No así! Acordamos con el pueblo hacer las cosas de otra manera", agrega la nota, difundida por el Ministerio.
No es la primera protesta en las filas de Morales, de origen aimara, por el tratamiento a los indígenas amazónicos, ya que la semana pasada varios diputados de su partido, el Movimiento al Socialismo (MAS), dijeron que empezarían a votar contra el Gobierno si la Policía impedía la marcha.
Morales ordenó el domingo la disolución de la marcha, que cumplía 41 días, con resultado de varios heridos y detenidos, un día después de que el ministro de Exteriores boliviano, David Choquehuanca, fuese retenido por más de una hora y obligado a marchar con los indígenas.
Cientos de bolivianos se manifiestan este lunes con vigilias, concentraciones y huelgas de hambre en diferentes ciudades para protestar por la violencia con que se dispersó a los indígenas amazónicos que rechazan una carretera financiada por Brasil que atravesará una reserva natural.
Sindicatos, asociaciones indígenas, partidos de oposición y grupos ecologistas y de defensa de los derechos humanos han organizado protestas públicas para este lunes y los siguientes días, incluyendo una huelga nacional de la Central Obrera Boliviana (COB), la mayor organización laboral del país.
La policía intentó este lunes subir a un avión a los dirigentes indígenas de la marcha, para obligarles a retornar a sus comunidades desde el pueblo amazónico de Rurrenabaque, pero los pobladores del lugar tomaron el aeropuerto, superaron a los agentes y liberaron a los indígenas, informaron medios locales.














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26/10/2008 free counters

#NEWS Australia report: Aborigines have higher STD rates




  • AP foreign,
  • CANBERRA, Australia (AP) — A report says Aborigines suffer far higher rates of sexually transmitted diseases than other Australians despite being targeted by safe sex initiatives.
    University of New South Wales' Kirby Institute told a sexual health conference in Canberra on Tuesday that Aborigines were diagnosed with gonorrhea at a rate almost 27 times higher than the wider Australian community.
    The diagnosis rate of infectious syphilis was five times higher among Aborigines than other Australians and chlamydia was more than three times higher.
    James Ward of the Kirby Institute says factors to blame include a lack of a coordinated health campaign in the Outback, ignorance about diseases and the relatively young indigenous population.










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26/10/2008 free counters