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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

SUS: Grávida de 9 meses passa 48 horas tentando atendimento médico


em três unidades de saúde em Caxias. Sem conseguir, volta para casa

Grávida de nove meses, Natalia não conseguiu atendimento médico, apesar de ter procurado três unidades de saúde em Caxias. Foto: Cléber Júnior
Citnia Cruz

Victor Gabriel ainda não nasceu, mas já enfrenta, com a mãe, uma luta pela vida. Aos nove meses de gestação, a dona de casa Natália Destefani Silva, de 24 anos, vive um martírio e tenta há mais de 48 horas atendimento para as dores que começou a sentir na madrugada de segunda-feira, véspera da data limite para o parto. Após percorrer três hospitais — um deles por três vezes — Natália voltou para casa com o filho ainda na barriga, em Jardim Gramacho, Caxias.

Desde o início da gestação, Natália diz sofrer com dores no peito, nas costas e dormência nos braços. No Hospital Municipal Maternidade Xerém, onde fez o pré-natal, foi aconselhada a procurar um cardiologista, já que não havia um profissional na unidade.

— Mas na madrugada de segunda-feira, a dor era diferente, era como se estivessem empurrando o bebê para baixo — contou ela.

As dores preocuparam Natália. Ela esperou o dia amanhecer e partiu para o Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, o Hospital de Saracuruna, pensando que voltaria com o pequeno Victor nos braços. A notícia que recebeu, no entanto, mudou os planos.

— Como faço meu pré-natal em Xerém, eles disseram que deveriam me atender lá.

Natália entrou novamente no carro emprestado pelo cunhado e seguiu com o marido para Xerém. Lá, foi informada que a maternidade não tinha estrutura para o seu caso.

Segundo Natália, a médica que a atendeu disse que ela só seria internada se um clínico atestasse que ela poderia ser atendida numa maternidade de baixo risco. A conversa foi gravada: "Não posso internar uma pessoa que está sentindo uma dor relacionada ao coração num hospital que não tem recurso nenhum".

De volta ao Saracuruna, ela foi finalmente examinada. Após a aplicação de medicação na veia, as dores cessaram, mas ela não foi internada.

— Mandaram eu voltar só quando a bolsa estourasse.

A via-crúcis de Natália por atendimento em Caxias:

Dor na madrugada - Grávida de nove meses, Natália sente fortes dores, às 4h de segunda-feira. Ela diz que era como se algo empurrasse o bebê para baixo.

Busca por ajuda - Às 6h, ela sai de casa, no Jardim Gramacho, e segue para Saracuruna.

Saracuruna 1 - Às 7h, chega ao Hospital de Saracuruna, mas é orientada a procurar o hospital onde faz o pré-natal.

Xerém - Às 9h, chega ao Hospital Municipal Maternidade Xerém, onde a médica diz que ela não pode ser internada numa maternidade de baixo risco.

Saracuruna 2 - Por volta de 11h, retorna ao Hospital de Saracuruna, onde é examinada e medicada. A dor passa. A médica diz que ela deve voltar quando a bolsa estourar. Ela não sente mais dores na segunda-feira.

Dor no peito - Na terça-feira, Natália sente uma dor forte no peito.

Moacyr do Carmo - Às 19h, vai para o Hospital Moacyr do Carmo, onde é encaminhada novamente para o Saracuruna.

Saracuruna 3 - Às 20h15m, a médica diz que está tudo normal e pede que Natália procure um cardiologista, mas não há.

Retorno - Grávida de nove meses e com dores no peito, Natália volta para casa às 21h.







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26/10/2008 free counters

#dilma : Personalidades apoiam movimento de combate à corrupção no governo federal


Publicada em 24/08/2011 às 08h29m

O Globo (opais@oglobo.com.br)

RIO - A sociedade civil começa a se mobilizar para dar apoio e respaldo à presidente Dilma na "faxina" no governo. Senadores de diversos partidos lançaram a Frente Suprapartidária Contra a Corrupção e a Impunidade e convocaram a população para participar. Uma empresária já organiza no Facebook um ato contra a corrupção no Rio , que começa a se espalhar pelo Brasil e foi notícia até no jornal espanhol "El País" .

Desde segunda-feira, o GLOBO publica diariamente o depoimento de uma personalidade sobre a importância do movimento de combate à corrupção e da mobilização da sociedade. Hoje, o espaço é da historiadora e pesquisadora do CPDoc da Fundação Getulio Vargas (FGV) Marly da Silva Motta.

"Movimento de combate à corrupção não é inédito no Brasil. No segundo governo Vargas existiu uma frente contra o roubo e a corrupção. Mas o debate político, nessa época, tinha um componente ideológico forte, diferente de hoje. Essa questão cresce porque tem apelo popular. E a sociedade tem que apoiar a "faxina", mas o Brasil não tem tradição de ir às ruas pedir punição para corruptores. Claro que pode ser a primeira vez.

Agora, o que tem diferente hoje é que antes esses movimentos ocorriam durante graves crises políticas (por ex, no governo Vargas, com JK e até na época do Collor) e agora não são para derrubar a Dilma. Então, os movimentos podem estabelecer novos padrões. A corrupção não está sendo vista como arma para derrubar presidente. Agora, instituições como AGU e CGU podem se mobilizar e aí a corrupção será tratada no lugar certo. Esse combate deve passar pelas instituições que o Estado possui. Mas espero que tudo não seja só panaceia, e sim um processo duradouro.

Sobre a Dilma, ninguém duvida que ela possa tomar a iniciativa (pra continuar com o movimento), o eleitorado já esperava uma atitude mais durona. Ela faz acreditar que o processo pode avançar."

OPINE: Por que você também apoia o movimento de combate à corrupção?

EU-REPÓRTER : Grave um vídeo e expresse a sua opinião

Cláudio Assis, cineasta O cineasta Cláudio Assis apoia o movimento contra a corrupção. Foto: divulgação

"A corrupção no Brasil é uma questão cultural, que vem desde os tempos do Império, não dos nossos índios, mas de quem nos colonizou. Infelizmente, ela é uma coisa que não acaba nunca. Sempre vai ter isso. É claro que é sempre muito bom que surja um movimento contra isso. Eu apoio qualquer movimento contra a corrupção e é bom que ele cresça, que as pessoas se mobilizem, porque a sociedade tem sido muito passiva em relação a essas práticas que parecem que estão na genética do brasileiro. Infelizmente. O pior é que se fala em faxina ética, se faz limpeza, mas uns corruptos se vão e outros chegam."

VÍDEO: Empresário Eike Batista apoia ação de Dilma contra a corrupção

MAIS DEPOIMENTOS: Brasileiros avaliam que Dilma precisa do apoio para desmontar esquemas

APELO: Senador Pedro Simon diz que sociedade tem que liderar o movimento

Roberto DaMatta, antropólogo Antropólogo Roberto DaMatta. Foto: Mônica Imbuzeiro

"Um dos problemas de se acreditar no brasileiro é que aqui se governa com os amigos. Como você separa projetos que interessam à população de outros projetos que são muito mais de interesse de grupos, lobistas, pessoas incrustadas nos ministérios? Esse é o grande problema. O que o Senado está fazendo é muito bom. Representa um pouco da indignação diante do fato de que o Brasil melhora, mas não consegue mudar em relação às falcatruas. Entra governo de direita, sai governo de direta, entra governo de centro, sai governo de centro, entra Lula, sai Lula, entra Dilma e continua tudo a mesma coisa. E a coisa vai ficando cada vez pior. E os tribunais? As pessoas falaram que houve abuso no uso de algemas nos presos (na Operação Voucher, da Polícia Federal). Sim, e aí? Essas pessoas são criminosas ou não? Vão ser julgadas ou não?"


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26/10/2008 free counters

Romário critica desapropriações


Correio Braziliense - 24/08/2011

Deputado disse estar preocupado com o processo de retiradas de pessoas na realização de obras do Mundial. Correio alertou para o problema em julho

"Não podemos admitir que nossos cidadãos sejam surpreendidos por retroescavadeiras que aparecem de repente para desalojá-los"
Romário, ex-jogador e deputado federal (PSB-RJ)

Em 27 de julho deste ano, o Correio publicou reportagem de três páginas sobre o processo de desalojamento de cerca de 65 mil pessoas que terão que abandonar suas casas para que o Brasil conclua as obras de infraestrutura da Copa de 2014. Nesta semana, o ex-jogador e deputado federal Romário (PSB-RJ) retomou o assunto em discurso na tribuna da Câmara.

"Acompanho com apreensão as notícias sobre o modo como têm sido realizadas, em alguns casos, as desapropriações para a realização das obras. Há denúncias e queixas sobre falta de transparência, a falta de diálogo e de negociação com as comunidades afetadas em diversas capitais. Há denúncias também de truculência por parte dos agentes públicos. Isso é inadmissível", declarou o parlamentar.

Na reportagem, o Super Esportes já havia alertado para o nebuloso processo e mostrado as histórias de famílias no Rio de Janeiro e em São Paulo que não sabiam para onde iriam ou quando seriam transferidas. "Não podemos admitir que nossos cidadãos sejam surpreendidos por retroescavadeiras que aparecem de repente para desalojá-los."

Romário tomou como base do discurso um estudo das Nações Unidas que sugere a interrupção das desapropriações até que as autoridades garantam a devida transparência nas ações de despejo. "Como frisou a senhora Raquel Rolnik, relatora da ONU, "remoções têm que ser chave a chave". Ou seja, morador só sai quando receber a chave da casa nova", disse o ex-jogador.







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26/10/2008 free counters

O povo que se dane : Dilma suspende faxina para conter aliados insatisfeitos




DE SÃO PAULO

Hoje na Folha O Palácio do Planalto comunicou aos partidos aliados ao governo que a presidente Dilma Rousseff só mexerá novamente na sua equipe se eles pedirem, numa tentativa de conter a insatisfação crescente da base governista com as mudanças no ministério, informa reportagem de Natuza Nery e Maria Clara Cabral, publicada na Folha desta quarta-feira (a íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

Após perder quatro ministro em oito meses de governo, outros dois ministros entraram na linha de tiro nos últimos dias por conta de suspeitas de irregularidades: Pedro Novais, indicado pelo PMDB para o Turismo, e Mário Negromonte, nome do PP nas Cidades.

Ueslei Marcelino - 23.ago.2011/Reuters
Dilma Rousseff durante a posse do novo ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro, no Palácio do Planalto
Dilma Rousseff durante a posse do novo ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro, no Palácio do Planalto

Ontem, em depoimento no Senado, Novais se defendeu das acusações na pasta, alvo de operação da PF, e disse que as irregularidades apontadas até agora são das gestões anteriores. Segundo ele, sua permanência no cargo tem o apoio de caciques do PMDB.

Negromonte, por outro lado, está órfão de padrinhos influentes, após perder o comando do PP na Câmara.

O PP está rachado na Câmara há duas semanas, desde que o grupo ligado ao ex-ministro da pasta Márcio Fortes assumiu a liderança da bancada.

O grupo destituiu da liderança o deputado paranaense Nelson Meurer e emplacou o nome do paraibano Aguinaldo Ribeiro, aliado do ex-ministro Márcio Fortes.


Editoria de Arte/Folhapress

Leia mais na Folha desta quarta-feira, que já está nas bancas.







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26/10/2008 free counters

Tarso diz que não afastará servidores sem concurso


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FELIPE BÄCHTOLD
DE PORTO ALEGRE

O governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro (PT), anunciou que vai manter nos quadros do governo 155 funcionários que ocupam cargos comissionados criados desde o começo de seu mandato.

Justiça suspende criação de cargos no governo gaúcho

Na segunda-feira, o Tribunal de Justiça gaúcho mandou o Estado suspender a criação dessas vagas de preenchimento sem concurso por entender que elas não são de chefia ou assessoramento.

O governo do Estado vai aguardar a publicação do acórdão com a decisão judicial e planeja contestar o posicionamento da Justiça. Enquanto isso, os servidores continuam trabalhando.

O questionamento na Justiça partiu da bancada do PMDB, que acusa os petistas de tentarem aparelhar o Estado com os novos cargos e de inchar a folha de pagamento.

De acordo com o governo do Estado, o trabalho de alguns órgãos fica inviabilizado sem essas vagas.


Greve na Saúde de Porto Alegre aponta falhas no atendimento que pode durar até cinco anos

(*) Jorge Américo, da Radioagência NP –

Os servidores municipais, estaduais e federais, que atuam na rede de saúde pública da Prefeitura de Porto Alegre, iniciaram uma greve que atingiu todos os postos de atendimento do município. Diversas categorias aderiram ao movimento. Participam técnicos e auxiliares de enfermagem, funcionários do setor administrativo e áreas de apoio em geral.

Os médicos não participam da greve. No mês de junho, a Câmara Municipal estabeleceu um novo plano de carreira para a categoria. Na ocasião, foi criado o cargo de especialista médico, com jornada de 20 horas semanais, além de gratificações.

Os trabalhadores defendem redução da jornada de trabalho, sem redução de salário. O diretor do Sindicato dos Trabalhadores da Saúde, Trabalho e Previdência do Rio Grande do Sul (Sindisprev/RS), Joel Soares, afirma que a prefeitura se recusou a negociar quando a categoria sinalizou que iria entrar em greve.

“A gente tentou de toda forma evitar que houvesse esse confronto, mas o prefeito foi intransigente. Nós queremos que seja regulamentada a carga horária já existente de todos os profissionais para 30 horas semanais. Entendemos que é possível suportar na rede de saúde.”

A greve também está servindo para denunciar as condições de atendimento nas unidades de saúde. Em alguns casos faltam equipamentos e acessórios básicos até mesmo para fazer curativos. Soares relata que a greve recebeu apoio da população.

“Eles estão entendendo isso porque sabem que têm dificuldade para marcar a primeira consulta e as pessoas estão levando até cinco anos para ter atendimento nas especialidades. Sabem que é necessário contratar mais profissionais e equipar os prédios e o pronto-atendimento.”






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26/10/2008 free counters

Gianecchini deve receber alta do hospital na próxima sexta




DE SÃO PAULO

O ator Reynaldo Gianecchini, 38, deve ter alta do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, na próxima sexta-feira (26), segundo seu médico Raul Cutait. Ele está internado para tratamento do linfoma não Hodgkin (variante de câncer que afeta as células do sistema linfático) diagnosticado há mais de uma semana.

O inicio da quimioterapia começou na última segunda-feira (22), com atraso de cinco dias em razão de um sangramento ocorrido no momento de implantar um cateter venoso central (tubo plástico usado para aplicar o medicamento) na veia subclávia do ator.


Mastrangelo Reino/Folhapress
Foto de Reynaldo Gianecchini em junho, durante ensaio de peça; ator começou quimioterapia nesta semana
Foto de Reynaldo Gianecchini em junho, durante ensaio de peça; ator começou quimioterapia nesta semana

CASO RARO

Cutait afirma que a intercorrência não é comum, mas pode ocorrer em até 5% dos procedimentos, de acordo com a literatura médica.

"Passo cateter todos os dias em pacientes com câncer e, em toda minha carreira, só tive dois casos [de sangramento]. Um há 39 anos e esse outro agora."

Segundo o médico, Gianecchini tem uma anatomia que desfavorece o cateter descer direito pela veia --a sonda pode ter "raspado" a veia.

Outra possibilidade é que a complicação tenha ocorrido por distúrbios da coagulação do sangue.

Pacientes com linfoma podem ter esse tipo de alteração no organismo, o que os tornam mais vulneráveis a sangramentos como o que acabou afetando Gianecchini.

Além de Cutait, o ator é acompanhado pelos médicos David Uip, infectologista, e Yana Novis, hematologista.







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26/10/2008 free counters

Why McDonald's wins in any economy

August 23, 2011: 5:00 AM ET

Thanks to Jim Skinner's no-nonsense leadership, the global restaurant juggernaut is doing better than ever.

By Beth Kowitt, writer-reporter

French fries do not reflect actual earnings-per-share gains.

FORTUNE -- Jim Skinner, CEO of McDonald's, is inspecting the kitchen of one of his restaurants in Oak Brook, Ill., with the rigor many of his peers might reserve for financial reports. He examines the food-preparation area as he explains, in great detail, the "review of the hash browns" that McDonald's initiated a few years ago -- and admonishes me to not touch anything. "Unless you feel like you want to have a job," he adds. McDonald's, after all, is one of the few places hiring these days.

Skinner isn't a micromanager. He's simply intensely focused on the efficiency and performance of McDonald's (MCD) 33,000 restaurants worldwide and the enormous, complex infrastructure that supports them, a managerial trait that has resulted in nothing short of a Golden Age for the Golden Arches. Since Skinner, 66, became CEO in 2004, the company has delivered an annual growth rate of 5%, with revenue topping $24 billion last year. Same-store sales, a closely watched industry metric, have climbed each of the seven years of his tenure, and in that time the stock has returned more than 250% -- even after the early-August equities selloff -- vs. 16% for the S&P 500 (SPX). [Click here to read our 2005 story about how McDonald's got CEO succession right.]

If you haven't been in a McDonald's lately, you might assume that the company simply has been the beneficiary of the struggling economy in the U.S. and elsewhere in the world, and that cost-conscious consumers are flocking to fast-food eateries instead of sit-down restaurants. But to post the kind of impressive numbers McDonald's has -- and to weather the current turmoil -- Skinner has had to find ways to attract new diners while retaining the hard-core Big Mac-and-fries crowd. And so today, along with burgers and shakes, you can stroll into a McDonald's and pick up a snack wrap or a fruit smoothie or a decent latte (much to Starbucks' chagrin), all of which translates into higher sales per location. Last year average per-store sales jumped to $2.4 million, from $1.6 million in 2004.

Now think of all the things that have to go right to pull off that kind of global transformation: Test kitchens need to churn out winning recipes (no more McPizzas!), the company must line up suppliers who can handle big orders, the crews have to be trained to prepare new items, and marketers must figure out a way to sell them -- all while fending off the food police who, not without merit, dog the company about the nutritional value of its fare. Luckily for McDonald's, Skinner is an operations whiz who has turned the restaurant giant into a well-oiled machine, insisting on planning and accountability throughout the company -- even hash browns are subject to review. "McDonald's has been an execution wonder," says UBS analyst David Palmer. That's why Fortune has named Skinner to the starting lineup of our first Executive Dream Team, an all-star roster of top-performing executives.

Yet few at McDonald's ever expected the publicity-shy Midwesterner, who never graduated from college, to become CEO. "I've been a walk-on in everything; nobody was thinking, 'Get the little guy from Davenport, Iowa,'" says the 5-foot-6 Skinner, who rarely talks about himself in interviews. His transition from supporting player to team captain in November 2004 came under tragic circumstances: Former CEO Jim Cantalupo died of a heart attack that year, and Cantalupo's successor, Charlie Bell, resigned as he underwent treatment for cancer after just seven months on the job. He died in January 2005.

But Skinner's leadership has been utterly self-assured -- it is as though the walk-on had been quietly practicing for his big shot all along. Employees and analysts say he's guided by a zeal for satisfying customers, even if it comes at the expense of his own ideas and preferences. A few years ago the company did extensive testing on new coffee-cup lids and rolled out a version that consumers liked -- and that Skinner, who happens to drink a lot of coffee, really didn't. Rather than overrule the masses, Skinner came up with his own solution: He keeps a stash of the old lids on hand.

From the kitchen up

If Skinner seems as though he knows his way around a McDonald's kitchen, it is because he once worked in one, as did 40% of the company's executives. (Amazon (AMZN) CEO Jeff Bezos and Top Chef Richard Blais did too.) At age 16 he got a job at McDonald's in Davenport. "I was in a family where, if I wanted to have any spending money, I had to work," says Skinner, whose father was a bricklayer. It was 1962 and employees still peeled, blanched, and sliced potatoes for French fries.

Skinner visiting a McDonald's restaurant in Oak Brook, Ill.

After six months behind the counter, he left Iowa behind for the Navy, serving on the aircraft carriers Midway and Oriskany. (He briefly overlapped with Oriskany veteran John McCain.) The hallmarks that came with spending nearly a decade in a highly disciplined, execution-driven environment became classic Skinner. He met his future wife, Kathleen, during his last year in the service -- they're still married 42 years later -- and decided it was time to settle down. He landed at McDonald's as a restaurant manager trainee after a Navy buddy encouraged him to apply.

Skinner earned a reputation as a loyal McDonald's man, one who always did his homework but never felt the need to show it off. Denis Hennequin, who until 2010 served as the company's head of Europe, says the future McDonald's chief would eventually earn the nickname "Jim Skipsdinner" for his preference for having a quiet bite in the hotel once business was finished rather than attend an official meal for the sake of appearances. "Some people have an ego that makes them need to be seen even if it's not necessary," says Hennequin, now CEO of hotel operator Accor. "Jim is not like that." Several former executives described Skinner as having no tolerance for bureaucratic double talk, one noting that he has a "good crap detector." (None of this is to say he's humorless. In fact, he's rather funny. Ask him about one of his favorite shows, Two and a Half Men, and he'll offer his thoughts on how he would write Ashton Kutcher into the sitcom.)

He proved to be insightful too, backing his executives publicly even if he didn't always agree with their tactics. Claire Babrowski, who worked for McDonald's for almost 30 years, remembers, as a manager in the North Carolina region, running into a difficult franchisee who wasn't operating his store the way the company liked. (To this day, 80% of McDonald's restaurants are operated by independent owners.) To top it off, he would never wear a tie -- standard practice at the time for franchisees. Skinner was her boss, and during a visit all parties met to hash out their issues. "For some reason I got off on the tie thing, which was so the least of it," Babrowski says. Skinner didn't stop her, instead turning to the franchisee to ask him how hard it would be to put on a tie. "Later at night Jim took me out to dinner, and he's like, 'Really? The tie?'"

In 1992, McDonald's promoted Skinner to work in its international business, bringing Big Macs and fries to 60 new markets, including parts of Europe, Africa, and the Middle East. By the time he came back to domestic operations he had worked in every region of the world.

Skinner returned to the U.S. business in 2002 to a McDonald's that was floundering. The company was hooked on expansion; in 2001 it was opening more than three restaurants a day. The quality of the food and service had deteriorated as a result, along with the stock price and profits. Long-time McDonald's man Jim Cantalupo came out of retirement to run the company and elevated Skinner to vice chairman. The new executive team implemented a back-to-basics turnaround strategy -- the Plan to Win -- with a focus on growth through increasing sales at existing stores rather than by opening new locations.

In April 2004, Cantalupo and his management crew traveled down to Orlando for the company's owner-operator convention. In the early morning hours the day Cantalupo was to give his remarks, a victory speech of sorts, he had a heart attack and died in the room next to Skinner's. That same day the board named the young, charismatic Charlie Bell as the company's new leader. But less than a month later Bell was diagnosed with colorectal cancer. While he and the company were at first optimistic about a recovery, he stepped aside in November. "The bizarre paradoxical thing was that in the midst of first losing Jim [Cantalupo] and then Charlie being ill, we were performing better than ever," says former McDonald's executive Mats Lederhausen. "It was surreal."

The board looked to the 60-year-old Skinner to become the company's new CEO at one of the most delicate moments in its history. "The fact that it was Jim, at least from my point of view, was a comfort," Babrowski says. To the outside world, Skinner was relatively unknown, which he attributes to always being a good No. 2. "Good No. 2s don't usurp their boss's authority," he says. "They don't go around trying to take credit."

Rather than shake up the already unsettled company by implementing a new approach, the no-drama Skinner came in on a platform of continuity, stressing that leadership change doesn't mean strategy change. "He understood that he didn't need to rebrand the company in his own image," says Jeffrey Sonnenfeld of the Yale School of Management. "He didn't need to imprint his persona."

Keeping the streak going

Under Skinner, McDonald's has become so successful that it now has a challenge only a few companies, such as Wal-Mart (WMT), face. How do you continue to grow a behemoth? Every day 64 million people in 118 countries (Bosnia was just added to the list) eat at its restaurants, which generate revenue that trumps Starbucks (SBUX), KFC, Pizza Hut, and Taco Bell (YUM) combined. From 2008 through 2010, McDonald's was responsible for 90% of the sales growth of the U.S. fast-food and fast-casual industry, according to research firm Technomic. Every month that the company ups its same-store-sales figures, which it has done for the past 99, the harder it is to lap its numbers year to year.

The fact that fast food is a somewhat cyclical business makes McDonald's sales streak all the more impressive. But Skinner doesn't think McDonald's should experience serious ups and downs based on seasons or swings in the economy. He's constantly telling shareholders and analysts that the company's success doesn't hinge on consumers trading down when times are tough; when customers have more to spend, they'll spend it at McDonald's, he says.

To entice consumers to buy more -- and more often -- McDonald's under Skinner has pursued what the fast-food industry calls "platforms" rather than one-hit wonders. (Chicken is a platform; McNuggets are the product.) McCafé, McDonald's beverage platform featuring coffee drinks and smoothies, has added about $125,000 in sales per store and is the company's biggest launch in 35 years. As McDonald's has put its major flops of the past far behind (ever try the McLean or the Arch Deluxe?), the company has gained permission from consumers to branch out into products you'd never expect to see on the menu board a decade ago -- oatmeal, for example. Geographical divisions have even gotten better at sharing ideas around the globe. McCafé originated in Australia, and now Chicken McBites, another Aussie staple, is being tested in the U.S.

Despite having more than 100 items on the menu, Skinner, perhaps more than anyone else at McDonald's, has never lost sight of the fact that the company's roots go back to the burger business. In the late 1990s and early 2000s McDonald's started acquiring stakes in brands like Chipotle (CMG). Those investments diversified the company but barely caused a blip in earnings. When Skinner became CEO, he sold them all off in their entirety in order to keep the focus on the core. "Because you're good with hamburgers, you think you can do pizzas or rental cars or an IT business or sell your know-how," says former executive Hennequin. McDonald's has been guilty of this too -- it once opened Golden Arch hotels in Switzerland. "Jim is always the guy that takes us back to 'What difference is this going to make for the hamburger business? Is that going to help? If that's not going to help, forget it.'"

Today McDonald's is better than ever at figuring out what will or won't work on the menu board, a testament to the discipline Skinner has instituted. Every new item that ends up on customers' trays has to have a strong business case that examines its profitability, the capital it requires, and how it can be built out nationally. McDonald's has about 40 products at different stages in the pipeline, and some, like the Angus Burger, can take over four years to hit the market. Products that meet the company's business-case requirements have a 90% chance of going national. During the testing phase, the company may even try out different prices by market to ensure a new launch is adding incremental sales rather than stealing share from an existing item.

McDonald's buying power

Take the snack wrap, which came about when restaurants started to see a plateau in sales volume of its Chicken Selects. McDonald's executive chef, suppliers, and franchisees got together at headquarters to figure out how to ramp up the turn of the crispy chicken strips. After chefs, food scientists, suppliers, and members of the menu-management team and advertising agency weighed in on how to define the product and pricing, the snack wrap had to pass muster with 150 to 200 consumers in focus groups. It then went into a four- to six-week operational test in a handful of restaurants to determine if changes needed to be made in crew positioning or equipment. McDonald's had mastered the bun, but with the snack wrap, the menu-development team had a lot of work to do operationally around tortillas: What was the right packaging? How do you get them at the right temperature for the customer? What's the right amount of flexibility in the tortilla?

Snack wraps made it to market in 2006, 18 months after executives began discussing them. One of the fastest launches the company has ever had, it accomplished what McDonald's has increasingly tried to do: hit another price point on the menu and offer some food news that gives customers a reason to go back into its stores. The process also helped McDonald's realize the potential of the snacking market -- the growing segment that wants to nibble between meals -- and the chance to increase traffic between mealtimes. An added bonus: The product team then took the same formula for the snack wrap and applied its tortilla know-how at breakfast to create the McSkillet Burrito. Both products use the same tortilla, so the kitchen isn't further complicated with another ingredient.

Skinner likes a new hit product as much as the next guy, but, he says, at this point in McDonald's history another breakout blockbuster is unlikely. Growth these days is about scaling and executing. Hence the operational zeal, which has evolved into a strategy that places a relentless focus on the stores. Whenever his people travel on business, he wants them checking out the local McDonald's. Robbie Hofmann, president of McDonald's supplier North Side Foods and a friend of Skinner's for 30 years, says that whenever they travel together, Skinner always coerces him into stopping for coffee at the nearest McDonald's, where he spends the next half hour chatting with the crew -- after he's secured one of his back-up lids for his drink, of course.

Skinner knows the restaurants are the only place the cash register rings. Headquarters can cook up any idea it wants, but if it overly complicates the kitchen, the product won't fly. This doesn't always endear him to his finance executives, to whom he's been known to say, "I want to remind you that it's a lot harder to make money than it is to count it!" At one time the company floated the idea of putting deli sandwiches on the menu. The deal killer? The crew couldn't get it done in 55 to 60 seconds. "We talk about hospitality, we talk about friendly relationships, but we live in a world of speed today," Skinner says. McDonald's customers at the drive-through don't want to be chatted with, and they don't want to wait two minutes for a turkey sandwich.

Don't be afraid of your No. 2

There was a time when the idea of "Hamburger U," McDonald's training facility, used to elicit titters, but to Skinner, who didn't graduate from college or earn an MBA, management training is no joke. He created a leadership institute a year after he became CEO. One nine-month leadership program brings together top-performing executives to work on addressing big issues for McDonald's. Funding for another program, for all new officers, comes out of Skinner's own budget.

Skinner in company garb in the mid-1970s

This push for talent development may be Skinner's greatest legacy at the company, which has 700,000 employees in the U.S. alone, thanks in part to its April "national hiring day" spree of 62,000 workers. He requires that all executives train at least two potential successors -- one who could do the job today, the "ready now," in McDonald's parlance, and one who could be a future replacement, the "ready future." One could speculate that this redundancy might have to do with the way Skinner came into his current position. Every year the executive team, including Skinner, reviews the top 200 positions in the company and the feeder pool, which means it ends up looking at about 400 people. "We talk about all of them," says HR chief Rich Floersch.

Skinner doesn't show much sympathy for employees who can't handle the thought of having a subordinate right behind them who's capable of tackling their job at any moment. "That's always a danger, and some people can't live with that," Skinner says. "I always like to say that my goal is to surround myself with people smarter than I am. I'm not afraid of it." And Skinner seems to practice what he preaches: At analyst meetings and on calls, he regularly defers to his No. 2, Don Thompson, who moved into his current job as chief operating officer in 2010.

Skinner isn't exempt from having a "ready now," and Thompson is widely believed by analysts to be his heir apparent. McDonald's doesn't have a mandatory retirement age, and the 66-year-old Skinner won't say when he plans to make the move. He does offer one lighthearted hint: "People always ask me when I'm going to retire," he tells me. "I say, 'When I run out of lids.'"

This article is from the September 5, 2011 issue of Fortune.







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26/10/2008 free counters

Google Doodle Celebrates 112th Birthday of Author Jorge Luis Borges


Borges

Google on Wednesday celebrated what would have been the 112th birthday of Argentine poet, essayist, and short story writer Jorge Luis Borges with a homepage doodle the captures the author's surreal approach to literary works.

"Wishing Jorge Luis Borges a happy 112th birthday!" Google tweeted early this morning, adding a well-known Borges quote: "I have always imagined that paradise will be a kind of library."

One of Borges' more famous works, "The Garden of Forking Paths," was published in 1941, but many view it as a story that captures the spirit of a system that would eventually become the Internet, thanks to his idea of "forking paths through networks of time."

An ongoing exhibition of historic and contemporary artists' computer games sponsored by Australia's d/Lux/MediaArts focuses on Borges' contributions.

"The storyline [in 'Forking Paths'] surrounding an infinite, labyrinthine book that realizes multiple paths and futures are echoed in the information age with hypertext, the World Wide Web and the form and structure of computer games," the organization said. "Just as Borges and his contemporaries pushed the envelope of the narrative form, so too artists have been creating and modifying computer games, experimenting with the notions of what a game is and exploring alternate approaches to interaction and play methodologies."

Jorge Luis Borges

Before the Internet or computer games were commonplace, however, Borges was born in Buenos Aires in 1899, but he spent his formative years traveling with his family in Switzerland and Spain. While in Spain, he discovered an avant-garde literary movement known as Ultraist, a style he brought back to Argentina when his family returned in the 1920s, though later shunned it. He penned surreal poems and contributed to literary journals, culminating in the publication of a collection of poems, Fervor de Buenos Aires, in 1923.

Borges spent nine "unhappy" years as a librarian in Buenos Aires. But after his father's death in 1938, he suffered a head wound and blood poisoning; a near-death experience that apparently awakened the creative spirit inside him.

He produced many a magical story, most of which were collected in Ficciones and an English translation known as The Aleph and Other Stories. He also teamed up with writer Adolfo Bioy Casares on detective stories under the pen name H. Bustos Domecq.

"The works of this period revealed for the first time Borges's entire dreamworld, an ironical or paradoxical version of the real one, with its own language and systems of symbols," according to the Encyclopedia Britannica.

But while he survived the head injury, his eyesight suffered and he was almost completely blind by the 1950s, an affliction that also affected his father. Nonetheless, he soldiered on, producing works in the 1960s that dealt with revenge, murder, and horror, among other things. Borges died in Geneva, Switzerland, in 1986.

The University of Pittsburgh is currently home to the Borges Center, which houses a Borges archive, criticism, and a tri-lingual journal known as Variaciones Borges. It was started in 1994 at the University of Aarhus in Denmark by philosophy and literature scholars Ivan Almeida and Cristina Parodi. Despite his Argentinean roots, Borges was "passionately interested in Nordic mythology and languages," according to the center, and he "systematically undertook the study of the old Scandinavian tongue."

When Almeida and Parodi retired in 2005, the Borges Center moved to the University of Iowa. But when director Daniel Balderston relocated to the University of Pittsburgh in 2008, the Borges Center moved with him once again, and it remains there today.

For more on Google's doodles, see the slideshow below. One of the company's last popular doodle was a playable image in honor of musician Les Paul, which eventually got its own standalone site. The search giant also celebrated the year's first total lunar eclipse with a doodle that included a live feed of the event.

Recently, it was revealed that Google obtained a patent for its popular homepage doodles, covering "systems and methods for enticing users to access a Web site."







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26/10/2008 free counters

Miriam Belchior entra para o conselho da Petrobras




Seu nome foi aprovado nesta terça-feira pelos acionistas; a ministra do Planejamento ocupará a vaga do ex-ministro da Casa Civil Antonio Palocci

Miriam Belchior

Miriam Belchior ocupará mandato remanescente até a próxima assembleia (Ricardo Moraes/Reuters)

Em assembleia geral extraordinária (AGE), os acionistas da Petrobras aprovaram nesta terça-feira a eleição da ministra do Planejamento, Miriam Belchior, como membro do Conselho de Administração da companhia, para cumprir o mandato remanescente até a próxima assembleia geral ordinária (AGO).

Miriam ocupou a vaga do ex-ministro da Casa Civil Antonio Palocci, que deixou o cargo após a revelação de que seu patrimônio foi multiplicado por vinte nos últimos quatro anos.

Também foi aprovada a reforma do Estatuto Social da companhia, para adequá-lo à Lei nº 12.353/10, que dispõe sobre a participação de empregados nos conselhos de administração de empresas públicas e sociedades de economia mista. Com isso, o número máximo de integrantes do conselho de administração da estatal passa de nove para dez membros, entre outras alterações no estatuto.

(com Agência Estado)





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26/10/2008 free counters

Tribunal decide que estudante do ProUni pode transferir benefício da bolsa para outro curso



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Agência Brasil

Brasília – O Tribunal Regional Federal da 1ª Região confirmou sentença de primeiro grau que garantiu a um estudante beneficiado pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) a transferência da bolsa do curso de psicologia para o de nutrição. Segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), essa transferência só poderia ocorrer em cursos de áreas afins, argumento que foi utilizado pela instituição de ensino para negar o pedido do aluno para migração da bolsa.

Mas, de acordo com a decisão da desembargadora federal Selene de Almeida, “não existe óbice legal ao deferimento do pedido” e, ao contrário, “há disposição legal que corrobora o direito à transferência do benefício”. Ela se apoia em um artigo da lei do ProUni que permite, no momento de adesão da instituição ao programa, a permuta de bolsas entre cursos e turnos, restrita a um quinto do total de benefícios oferecidos.

O ProUni oferece bolsas de estudos que custeiam 50% ou 100% da mensalidade de alunos de baixa renda em instituições privadas de ensino superior. Para participar, é necessário ter cursado todo o ensino médio em escola pública ou estabelecimento privado com bolsa, além de atender aos critérios de renda do programa e atingir uma pontuação mínima no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).







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26/10/2008 free counters