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domingo, 3 de outubro de 2010

#dilma : Documento causa confusão nos locais de votação


por Bruno Siffredi

Seção: Eleições

03.outubro.2010 14:21:23

Paula Pacheco

Além dos escândalos, uma das polêmicas desta campanha eleitoral foi a necessidade de se apresentar dois documentos na hora de votar. O PT brigou até o último minuto no Supremo Tribunal Federal (STF) para que a exigência fosse derrubada. No final, prevaleceu a decisão de que bastaria um documento com foto para votar.

O problema é que a decisão do STF foi tomada muito em cima da hora. O material informativo nos locais de votação, preparado pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo, por exemplo, ainda dizia que eram necessários os dois documentos.

No sábado, 2, na véspera da eleição, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fez uma exaustiva campanha na TV falando da não obrigatoriedade da apresentação do título de eleitor.

Quem trabalhou nas eleições também ficou confuso. Enquanto em algumas zonas eleitorais os mesários pediam apenas o documento com foto, em outras bastava apresentar o título. Foi o que aconteceu com Renata Elias Lima, que votou na Seção 5, zona 251, no Colégio Fernão Dias, no bairro de Pinheiros (zona oeste da capital paulista). Como seu título trazia o nome de solteira e o RG o nome de casada, ela optou por apresentar apenas o segundo documento – como orientava a justiça eleitoral. O mesário, segundo ela, disse que bastava mostrar o título de eleitor. “Não me pediram documento com foto, ao contrário do que ouvi na TV ontem”, disse.












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26/10/2008 free counters

#POLITICA : Carrinho de Compras: TSE fará jantar para 80 pessoas nesta noite R$ 7,6 mil


Leandro Kleber
Do Contas Abertas

Durante esta semana de intensa correria política e, inclusive, jurídica, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) teve um tempinho para planejar e empenhar (reservar em orçamento) R$ 7,6 mil para pagar jantar na Churrascaria Fogo de Chão, que será realizado hoje (3), entre 19h30 e 22h. A nota de empenho (documento da contratação dos serviços) informa que o evento é para quantidade estimada de 80 pessoas, “servido em espaço privativo e apropriado”.

Aliás, “o espaço deve ser separado em dois ambientes distintos, sendo um para a recepção dos convidados e outro para o jantar”. Na conta paga pelo TSE estão incluídas refeições pelo sistema de rodízio, bem como suco, água, refrigerante, sobremesa e café. Após meses de trabalho, os ministros deverão acompanhar ou já comemorar o resultado das eleições nesta noite na famosa churrascaria da capital federal...

E quem for eleito na Câmara dos Deputados, por exemplo, corre o risco de chegar e já sentar em cadeiras novas. Isso porque o órgão comprometeu R$ 75 mil para a compra de 250 poltronas giratórias. Outros R$ 2,2 mil foram reservados à aquisição de uma escada em aço inoxidável.

No Senado, os novos ocupantes deverão ser recepcionados por um novo piso flutuante. Na verdade, a Casa empenhou R$ 32 mil para a compra de carpete de madeira a ser instalado a medida que houver necessidade, durante o período de setembro a dezembro. Fora isso, a instituição faz um belo trabalho de publicidade, reservando R$ 2,5 mil para contratação de serviços de panfletagem para afixação de 2,3 mil cartazes tamanho A3 no interior dos ônibus das empresas Viplan e Grupo Amaral, com o objetivo de divulgar o III concurso de redação do órgão. Sorte aos candidatos!

Já o Supremo Tribunal Federal (STF), que não conseguiu resolver o impasse da lei da Ficha Limpa, mesmo diante da pressão de sociedade e às vésperas das eleições, parece estar com ambiente quente e com “energia fraca”. Isso porque a mais alta corte do país comprometeu R$ 8 mil para a compra de 40 umidificadores e circuladores de ar, R$ 2,7 mil com 20 ventiladores tipo torre, com baixo nível de ruído, e R$ 3,1 mil para a compra de 12 baterias de triciclo.

Clique aqui para ver as notas de empenho citadas.










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26/10/2008 free counters

#Dilmistas podem deter 3/5 do Senado e imobilizar oposição até para criar CPI

Daniel Bramatti - O Estado de S.Paulo

Marta Suplicy (PT) e Netinho de Paula (PC do B) serão eleitos hoje representantes do Estado de São Paulo no Senado, segundo o Ibope. Pesquisas do instituto mostram que PMDB e PT sairão da eleição com as maiores bancadas de senadores. Os dois partidos darão as principais contribuições para que um eventual governo Dilma Rousseff tenha maioria qualificada na Casa.

Marta e Netinho chegam ao dia da votação empatados, com 27% dos votos válidos. O tucano Aloysio Nunes Ferreira subiu na reta final da campanha, mas não deve ter fôlego para ultrapassar os líderes, de acordo com o Ibope - tem 19%. Já o Datafolha mostra números diferentes: Marta e Netinho, com 24%, e Aloysio menos distante dos líderes, com 20%.

Especial link O tamanho dos partidos no Congresso


Em Minas Gerais, segundo o instituto, Aécio Neves (PSDB) e Itamar Franco (PPS) devem ser os eleitos, deixando de fora o petista Fernando Pimentel.

Pesquisas nos demais Estados e no Distrito Federal indicam que há 12 peemedebistas entre os favoritos na disputa pelas duas vagas em cada unidade da Federação. Outros dois integrantes do PMDB estão em situação de empate técnico na disputa pela segunda vaga. Os eleitos vão se juntar a três peemedebistas que têm mandato até 2014 no Senado: José Sarney (AP), Jarbas Vasconcelos (PE) e Pedro Simon (RS).

Entre os petistas, 11 encontram-se na primeira ou segunda posição nas pesquisas. Outros dois estão em terceiro lugar, mas com desvantagem de menos de cinco pontos porcentuais em relação ao segundo.

Em Estados como Pernambuco, Rio, Acre, Mato Grosso do Sul e Piauí há candidatos do PT isolados na liderança nos levantamentos do Ibope. No Rio Grande do Sul e no Paraná, além de São Paulo, petistas estão em empate técnico na primeira colocação.

No PT, os atuais senadores com mandato até 2014 são Eduardo Suplicy (SP) e Tião Viana - favorito para vencer no primeiro turno a eleição para o governo do Acre, ele deve ser substituído por um suplente do partido.

Outro petista deve ser empossado no Senado, caso se confirme a eleição do senador Renato Casagrande (PSB) para o governo do Espírito Santo. Sua suplente é Ana Rita Esgário (PT).

Com prováveis eleitos do PDT, do PC do B e do PSB, entre outros, Dilma terá, caso vença a eleição presidencial, uma base com mais de três quintos dos integrantes do Senado.

Reformas. Com essa representação, que caracteriza a chamada maioria qualificada, seria possível promover mudanças na Constituição. Pesquisas recentes ainda mostram candidatos "dilmistas" em condições de conquistar de 38 a 46 das 54 vagas em disputa no Senado. Já a oposição elegeria de 8 a 16 representantes.

Há outros 27 senadores, eleitos em 2006, que têm mais quatro anos de mandato - 14 de oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e 13 aliados do presidente. Com a soma dos prováveis eleitos em 2010, uma eventual base de Dilma no Senado teria de 51 a 59 integrantes.

O quórum mínimo necessário para aprovar mudanças constitucionais é de 49 senadores. A oposição a um eventual governo Dilma corre o risco de nem sequer conquistar 27 cadeiras - o mínimo necessário para conseguir aprovar a criação, por exemplo, de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI).

A atuação do presidente Lula como cabo eleitoral tem atrapalhado os planos de reeleição de notórios líderes oposicionistas. Heráclito Fortes (DEM-PI), Artur Virgílio (PSDB-AM), (PSDB-MT), Efraim Moraes (DEM-PB) e Marco Maciel (DEM-PE) são exemplos de parlamentares com histórico de embates com o governo Lula que correm risco de não se reeleger.










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26/10/2008 free counters

#Dilma Rousseff e o estilista Alexandre Herchcovitch deu pano para manga.

Quando anunciada, em agosto, a parceria entre Dilma Rousseff e o estilista Alexandre Herchcovitch deu pano para manga.

Mas o acordo terminou sem que uma criação de Herchcovitch fosse incorporada ao guarda-roupa da presidenciável.


Pelo Twitter, Herchcovitch frisou que ele nada tem a ver com as decisões estéticas da petista.

Não esteve por trás, por exemplo, do casaquinho rosa usado por Dilma no debate da Rede Globo --o visual virou motivo de chacota no microblog, suscitando comparações com "almofada" e "roupa de vovozinha".

"As roupas usadas pela candidata durante a campanha não são da marca Herchcovitch, assim como não foram escolhidas por mim", escreveu.

Por meio de sua assessoria, o estilista confirmou o fim de uma carreira que mal começou: a de consultor de estilo da candidata do PT à Presidência.

Herchcovitch culpou conflitos entre seus "compromissos internacionais" e "a agenda de campanha" de Dilma.

"Devido a isso, em nenhum momento foram usadas criações ou sugestões de Alexandre Herchcovitch", diz a nota oficial.

À MODA ANTIGA

Nos bastidores, a história é outra.

Logo no primeiro encontro, Dilma rejeitou conselhos de seu novo escudeiro fashion. Ela não teria aceitado, sobretudo, que Herchcovitch impusesse grandes revoluções em seu modo de vestir.

Por outro lado, acatou os pitacos estéticos de Luiz Inácio Lula da Silva. A pedido do presidente, na medida em que sua candidatura encorpava, Dilma foi empurrando para o fundo da gaveta blusas com babados, cores fortes e tecidos sintéticos --antigos hits de seu armário.

Em agosto, o estilista --atualmente no Japão, segundo assessoria-- entrou em campo para "deixar [Dilma] segura quanto ao assunto roupas".
"Dilma respeita o meu trabalho, e eu, o dela. Somos diretos", disse à Folha na ocasião.

FOTO

À época, Herchcovitch publicou no Twitter uma foto na qual aparece tirando as medidas de Dilma.

Questionada então sobre a consultoria, ela disse que não pretendia trocar seus trajes, mas incrementar.


Reprodução
Reprodução do Twitter da Dilma - @dilmabr e @aherchcovitch - o começo...
Herchcovitch publicou no seu Twitter foto na qual aparece tirando medidas da candidata Dilma Rousseff




Segundo uma de suas principais assessoras, Dilma Rousseff (PT) dispensou os serviços do estilista Alexandre Herchcovitch, que foi anunciado no começo da campanha como "consultor" da presidenciável, logo na primeira arara.

"Ela detestou as roupas dele", afirmou durante o debate da TV Globo.

Na versão de Herchcovitch, divulgada na internet, a consultoria não foi efetivada "devido à agenda de campanha e aos compromissos internacionais do estilista".

A informação é da coluna Mônica Bergamo, publicada na Folha deste sábado (2). A íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL.


Reprodução
Reprodução do Twitter da Dilma - @dilmabr e @aherchcovitch - o começo...
Herchcovitch publicou no seu Twitter foto na qual aparece tirando medidas da candidata Dilma Rousseff






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26/10/2008 free counters

Casal é encontrado morto dentro de casa em condomínio de Santana de Parnaíba (SP)

Um casal foi encontrado morto, na manhã deste sábado, dentro da casa em que moravam em Santana de Parnaíba (Grande São Paulo). Segundo a Polícia Militar, as vítimas tinham marcas de facadas.




Ainda de acordo com a PM, os corpos foram encontrados por volta das 11h40 por funcionários do casal que foram até a residência, no condomínio Portal das Acácias. A casa estava revirada e tinha diversas marcas de sangue.

A corporação não soube informar se algo foi roubado da residência. O caso foi registrado na delegacia da cidade, mas nenhum suspeito tinha sido preso até as 14h de hoje.










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No meio do caminho, de Carlos Drummond de Andrade

No meio do caminho, de Carlos Drummond de Andrade





Arquivos de mídia
JUCA_2809.mp3 (MP3 Audio File, 3.9MB)



Juca de Oliveira



Juca de Oliveira é ator e autor. Iniciou a carreira no Teatro Brasileiro de Comédia com clássicos como O Pagador de Promessas e A Morte do Caixeiro Viajante. Na época da ditadura, revolucionário de esquerda, se auto-exilou na Bolívia. Na televisão, interpretou João Gibão, da Saramandaia, um dos maiores sucessos de Dias Gomes (1974) e atuou em As Pupilas do Senhor Reitor (1995) e O Clone (2001) entre mais de 20 telenovelas. No teatro, escreveu Hotel Paradiso, Meno Male e Caixa Dois. É considerado um dos maiores atores do teatro brasileiro


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Soneto da Fidelidade, de Vinícius de Morais

29/09/2010 15:42
Soneto da Fidelidade, de Vinícius de Morais



Arquivos de mídia
JUCA_2909.mp3 (MP3 Audio File, 3.9MB)








Juca de Oliveira

Juca de Oliveira é ator e autor. Iniciou a carreira no Teatro Brasileiro de Comédia com clássicos como O Pagador de Promessas e A Morte do Caixeiro Viajante. Na época da ditadura, revolucionário de esquerda, se auto-exilou na Bolívia. Na televisão, interpretou João Gibão, da Saramandaia, um dos maiores sucessos de Dias Gomes (1974) e atuou em As Pupilas do Senhor Reitor (1995) e O Clone (2001) entre mais de 20 telenovelas. No teatro, escreveu Hotel Paradiso, Meno Male e Caixa Dois. É considerado um dos maiores atores do teatro brasileiro.




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26/10/2008 free counters

#listening Madredeus - O Pastor

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26/10/2008 free counters

#DILMA : Las últimas encuestas dejan la duda sobre si Rousseff será elegida mañana

Río de Janeiro, 3 oct (EFE).- La candidata oficialista a la Presidencia brasileña, Dilma Rousseff, obtuvo el 50% y el 51% de las intenciones de voto en las dos últimas encuestas antes de las elecciones de mañana, por lo que quedó la duda sobre si conseguirá la votación necesaria para ser elegida sin disputar una segunda vuelta.

Según el sondeo divulgado hoy por el Instituto Ibope y realizado entre el viernes y este sábado, si las elecciones fuesen hoy, Rousseff se impondría con un 51% de los votos válidos, contra el 31% del líder opositor José Serra y el 17% de la senadora Marina Silva.

La encuesta de la firma Datafolha, realizada igualmente en los dos últimos días, le atribuye a la oficialista el 50% de los votos válidos, contra el 31% de su principal adversario y el 17% de la tercera favorita.

Como ambos sondeos admiten un margen de error de dos puntos porcentuales, la intención de voto de la candidata apoyada por el presidente Luiz Inácio Lula da Silva puede estar por debajo de la mitad más uno de los votos que necesita para garantizar su elección mañana.

La legislación brasileña prevé una segunda vuelta para los dos candidatos más votados, que se disputaría el 31 de octubre, en caso de que ninguno de los aspirantes consiga en la primera la mitad más uno de los votos válidos, es decir excluidos los blancos y los nulos.

Ambos sondeos mostraron que la candidata del oficialista Partido de los Trabajadores (PT) siguió perdiendo puntos en las encuestas.

Según Datafolha, la diferencia de la intención de voto entre Rousseff y los demás candidatos juntos cayó desde cuatro puntos porcentuales en el sondeo realizado el pasado lunes a ningún punto en el realizado este final de semana.

La nueva encuesta del Ibope le atribuye a Serra, ex gobernador de Sao Paulo y candidato por el opositor Partido de la Social Democracia Brasileña (PSDB), el 31% de los votos válidos, cuatro puntos porcentuales por encima del 27% que tenía el domingo.

Serra, derrotado por Lula en la segunda vuelta de las elecciones presidenciales de 2002, fue uno de los candidatos que más ganó apoyo en la semana en que la mayoría de los indecisos definió su voto.

Marina Silva, candidata por el Partido Verde (PV) y ex ministra de Medio Ambiente de Lula, obtuvo el 17% de los votos válidos en el sondeo realizado en los dos últimos días, frente al 13% que le atribuía el sondeo del domingo pasado.

Según el Ibope, en caso de que tenga que disputar una segunda vuelta, Rousseff se impondría con el 51% de los votos frente al 37% de Serra, lo que muestra un mayor avance del ex gobernador de Sao Paulo debido a que el sondeo anterior para la segunda vuelta le atribuía un 55% a la oficialista y un 32% al opositor.

El sondeo de Ibope, encomendado por la red de televisión Globo y por el diario O Estado de Sao Paulo, consultó a 3.100 electores, y el de Datafolha, encomendada por el diario Folha de Sao Paulo, entrevistó a 20.960 personas en 521 ciudades.

Hasta hace apenas diez días, la candidata oficialista, apalancada por la popularidad récord de Lula, por el éxito de los programas sociales del Gobierno y el buen momento de la economía brasileña, era señalada como clara favorita para ser elegida sin necesidad de segunda vuelta, pero en los últimos días perdió parte de apoyo en los sondeos.

Su caída en las encuestas de intención de voto de las últimas semanas fue atribuida a escándalos de corrupción que salpicaron a una importante ex asesora suya, así como a los rumores de que es partidaria de despenalizar el aborto.

La posibilidad de que los brasileños tengan que acudir a las urnas nuevamente para elegir a su próximo presidente animó una campaña en la que nada parecía salirse de la senda trazada por Lula.

Tanto Serra como Marina Silva intensificaron sus campañas con la esperanza de pasar a la segunda vuelta y poder equilibrar la disputa, ya que para la ronda decisiva el segundo tendría derecho al mismo tiempo de propaganda electoral gratuita que Rousseff, que en la primera tuvo más minutos que todos sus rivales juntos.









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26/10/2008 free counters

#Dilma Rousseff: ex guerrillera contra la dictadura y ¿primera presidenta de Brasil?


Dilma Rousseff: ex guerrillera contra la dictadura y ¿primera presidenta de Brasil?  (Imagen: EFE)
  • El carismático Lula, presidente saliente, avala la candidatura de esta política que dejó las armas y el marxismo por la administración estatal.
  • Se afilió al partido de Lula tarde, en 1999, pero escaló rápido en él.
  • Pronto, la mujer "fuerte" de Lula copó puestos en su Gobierno.
  • Los sondeos hablan a su favor en las elecciones de este domingo.

AGENCIAS. 02.10.2010 - 18.18 h

Es la principal favorita para suceder en la presidencia de Brasil al carismático Lula Da Silva. Dilma Rousseff, una política de corte administrativo, poco dada a la espontaneidad, cabal y cerebral, está a punto de lograr la victoria electoral gracias al apadrinamiento del personaje más popular e influyente del país, el propio presidente.

Rousseff luchó contra la dictadura militar desde posiciones marxistas y guerrilleras -fue encarcelada y torturada por ello- en diversos grupos durante la dictadura militar (1964-1985). Recientemente, tras un paso fulgurante, su popularidad no ha dejado de crecer gracias, en gran medida, a la calurosa intervención de Lula en la campaña, que no ha estado exenta de críticas debido a lo que algunos consideran como una excesiva toma de partido por una candidata.

El cambio de imagen de Rousseff no sólo ha sido dialéctico, sino que ha supuesto una completa metamorfosis de su apariencia

El carismático líder ha sido clave para impulsar a Rousseff, de 62 años, cuyas tablas en la primera línea de la política son muy escasas. A pesar de no haberse presentado nunca a unos comicios y de ser una advenediza en el Partido de los Trabajadores (PT), al que se afilió en 1999, Lula no dudó en convertirla en su mano derecha e impulsarla como su sucesora.

Para las elecciones, Rousseff, nacida el 14 de diciembre de 1947 en Belo Horizonte, capital del estado de Minas Gerais, se ha empecinado en borrar su imagen adusta y antipática para forjar una cara más amable, con la que ha procurado movilizar el voto de las mujeres.

Divorciada desde hace 10 años, ha explotado su condición de madre y de abuela -su primer nieto nació durante la campaña- e incluso ha llegado a inventar la palabra "presidenta", que en portugués no existe, para remarcar su lado femenino.

Hasta su vestuario ha experimentado una transformación: del desaliño a la pulcritud

El cambio de imagen de Rousseff no sólo ha sido dialéctico, sino que ha supuesto una completa metamorfosis de su apariencia, antes con aires de improvisación y a veces desaliñada, ahora claramente deliberada y con pretensiones de relucir jovialidad y modernidad.

En pocos meses sustituyó sus habituales blusas holgadas y floridas por trajes de corte elegante, dejó en el cajón sus anticuadas gafas de pasta, se realizó un estiramiento facial, se arregló los dientes y se aplicó una fijación permanente en el pelo.

Curada de un linfoma

Su salto a la gran política vino cuando Lula le ofreció el Ministerio de Minas y Energía en 2003 y, dos años después, la trasladó a la cartera de Presidencia, la más importante del Gabinete, que quedó vacante por los escándalos de corrupción que sacudieron al Gobierno.

Desde ese ministerio, Rousseff se encargó de gestionar y coordinar los principales programas desarrollistas del Gobierno y se erigió como la "mujer fuerte" y brazo ejecutor de las políticas de Lula. El mandatario reveló, en tono jocoso, que algunos ministros acudían a su despacho con quejas de "maltratos" por parte de Rousseff, aunque ella ha aclarado que siempre trató con respeto a sus compañeros.

Infatigable, Rousseff no se apartó de sus funciones ni siquiera para tratarse un linfoma que le fue descubierto en una fase incipiente a mediados del año pasado y del que ya se ha curado, gracias a la quimioterapia.

Ahora, a las puertas de una cita histórica en Brasil, Rousseff, evitó comentar la posibilidad de ganar la jefatura del Estado. "Nadie está preparando una fiesta. Tenemos mucho respeto por el proceso electoral", dijo Rousseff.














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