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sexta-feira, 23 de julho de 2010

Greek, Spanish Bank CDS Among Biggest Movers After Stress Tests

    By Katy Burne    Of DOW JONES NEWSWIRES  

NEW YORK (Dow Jones)--Credit default swaps on Greek and Spanish financial institutions were among the biggest movers after the Committee of European Banking Supervisors released euro-area bank stress-test results at noon EDT.

The cost to insure debt from the National Bank of Greece using CDS fell 11% from Thursday's levels to 758 basis points, equivalent to $758,000 per year to cover $10 million of debt for five years. CDS on Greece's third-largest bank, EFG Eurobank Ergasias, fell 13% to 755 basis points. And CDS on Banco Popolare Societa Cooperativa and Banco de Sabadell fell 8% and 7% to 277 and 272 basis points, respectively.

Elsewhere, CDS were largely unshaken by the results.

"There had been so many leaks that people expected the majority of banks to pass, and the ones that didn't--the Spanish cajas and Hypo Real Estate Holding--you know they will get help," said Gary Jenkins, head of fixed-income research at Evolution Securities in London. "There is a difference between failing a stress test and being allowed to fail. No European government is going to replicate the Lehman [Brothers] experiment any time soon."

The cost to insure Greek debt against non-payment or default using CDS fell 1.55% from Thursday's levels to 749.3 basis points, according to Markit data, equivalent to $749,300 a year to cover $10 million. CDS on Portugal were 8.22% cheaper, Italy's were 4.82% cheaper, and Ireland's fell 2.48%%. By contrast, Spain's were roughly flat and CDS on Germany rose 2.45% after one of its banks failed the test.

All five Italian banks passed, as did all the Portuguese and listed Spanish banks. Overall, seven EU banks failed the worse-case scenario, whereby their Tier 1 capital ratio fell below the threshold of 6% in the simulated conditions generating an overall shortfall of EUR3.5 billion. Some 38 of the 91 banks tested are reliant on government support.

"Spain had a very successful [bond] auction and a lot of those problems went away. And with the sovereigns coming back, there is a lot less pressure on the banks," said Jenkins.

The iTraxx Europe Senior Financials index--a key barometer of financial institutions' health in the region--was trading around 132 basis points before the results, 1.5% better than Thursday's close, but after the results it deteriorated marginally to 133.8 basis points.

The tests simulated the resilience of 91 European financial institutions to shocks in the value of their sovereign bond holdings, rises in interest rates and a prolonged recession. Only haircuts on sovereign debt in the observed banks' trading books counted, because assets held on firms' bank books were assumed to be held until maturity and not sold off if prices dipped. Hedges via CDS weren't factored into aggregate exposures.

As of the end of March this year, the aggregate sovereign debt exposure of the observed banks was EUR58.2 billion, the CEBS said. Sellers of CDS protection on European sovereign bonds would need to pay $135.5 billion to protect buyers upon a credit event, according to recent Depository Trust & Clearing Corp. figures, excluding Malta, Cyprus and Luxembourg.

Market participants pointed to the lack of transparency in the European tests by comparison with the U.S. tests in 2009.

That protectionism led some to believe the tests might not be as stringent as they could have been.

"The big difference between this test and the U.S. test was you get the added complication of testing in 20 countries and national interests," said Ivan Zubo, a banking analyst at BNP Paribas in London. "In Europe, countries are being very defensive about their banks. So the risk was much more about not enough banks failing."

Charles Mounts, global financials strategist at Knight Capital and a former bank examiner at the New York Federal Reserve Bank, said investors will take a while to digest the news.

"The success of the stress tests is not going to be measured by what the capital deficiency number is per se. It will be, 'Does it help restore confidence in the EU banking sector?' which may, by extension, restore confidence in the more stressed European sovereign stories. That won't be immediate," he said.

Based on current CDS prices and assumed recovery levels, the probability of a Greek default is 48.41%, Portugal's

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JÁ QUEBREI A PROMESSA! ENTÃO EU TAMBÉM VOU FALAR DO PT E DAS FARC, PRONTO!


Eu estou de férias, como sabem. Meus textos de despedida — temporária, viu, Petralhas!? — são estes dois dos links abaixo, em vermelho. Mas topo dividir o meu calor com vocês se o momento pede. E o momento pede. A declaração do deputado Índio da Costa deixou a bugrada da política brasileira bastante excitada. E a bugrada do jornalismo também. Todas se converteram em freiras pudicas a bradar seus “ais” e seus “uis” com medo do… PT! Na sexta-feira, Lula acusou o governo de São Paulo de sabotar convênios com o PAC —o que é mentira! As freirinhas, inclusive as da oposição, ficaram quietas. Acham que isso não é grave. Bem, os links da despedida, reitero, são estes. E eu vou entrar no bafafá. Com muito gosto.

- ATÉ BREVE! E UMA CONVOCAÇÃO;
-
UMA CARTA AOS LEITORES. LANÇO HOJE UMA LUTA E VOLTO A SER UM MILITANTE: MINHA CAUSA, AGORA, É O “ESTADO DO BEM-ESTAR DEMOCRÁTICO”. E EU OS CONVOCO

O bafafá
O que é estar “ligado” às Farc? Bem, depende, evidentemente, do que se considera “ligado”. Fazer de conta que PT e Farc são como água e óleo, por exemplo, com moléculas que não se comunicam, ah, isso é falso. Falsíssimo!

1 - O PT é um dos fundadores do Foro de São Paulo, entidade da qual as Farc faziam parte. Oficialmente, deixaram a entidade — “deixaram”, não foram expulsas. Quando estavam lá, já seqüestravam, já matavam, já mantinham campos de concentração na floresta. Sob o mesmo teto de Lula, o chefão do grupo, e de Fidel Castro, o outro chefão! Isso é estar ligado? O PT não vai me processar por isso. Não vai porque eu falo a verdade. É uma ligação?

2- Em 2005, petistas mantiveram em Brasília uma reunião com representantes das Farc. Um agente da Abin disse que a organização prometeu US$ 5 milhões ao partido. Não há comprovação de que o dinheiro tenha sido entregue. Mas a reunião aconteceu. E o PT, de novo, não vai me processar porque isso é um fato. É ligação?

3 - Dilma Rousseff, então ministra da Casa Civil, requisitou a mulher de Olivério Medina, representante das Farc no Brasil, para trabalhar no Ministério da Pesca em Brasília. Vai ver para catar lambari no Lago Paranoá. Num e-mail, Medina comunica o fato ao terrorista Raúl Reys (aquele pançudo que foi morto no Equador) e deixa claro que a contratação faz parte de uma operação para proteger aquela que chama “Mona” (apelido da patroa). O PT não vai me processar por isso porque o requerimento assinado por Dilma existe e porque o e-mail de Medina a Reyes existe. É uma ligação?
Assim escreveu o “marido da Mona” para o terrorista Reyes sobre a contratação:
Na segunda-feira, dia 15, a “Mona” começou em seu novo emprego e para garanti-la ou impedir que a direita em algum momento a hostilize, a colocaram na Secretaria da Pesca, trabalhando no que chamam aqui de cargo de confiança ligado à Presidência da República.

Tá bom. Publico abaixo o documento assinado por Dilma requisitando a mulher de Medina, uma grande especialista em… pesca!

dilma-solicita-mulher-de-medina

- Reportagem do jornal El Tiempo, da Colômbia - integra aqui, demonstra que Medina continua ligado aos terroristas. Na verdade, é um dos chefões de uma organização que tem 400 núcleos espalhados pelo mundo. No Brasil, segundo o El Tiempo, ele responde pela troca de drogas por armas. E sua mulher, não obstante, foi requisitada pessoalmente por Dilma para trabalhar em Brasília. O PT não vai me processar por isso porque a reportagem, com fartura de dados, existe. Isso é uma ligação?

- A Revista Cambio, da Colombia, publicou uma série de e-mails que estavam no computador do terrorista Raul Reyes, morto por forças colombianas no Equador, listando aqueles que seriam “os amigos” das Farc no Brasil, a saber: José Dirceu, Roberto Amaral, Gilberto Carvalho, Erika Kokay, Celso Amorim, Marco Aurélio Garcia, Perly Cipriano (da Secretaria de Direitos Humanos), Paulo Vannuchi e Selvino Heck, assessor de Lula. A integra da reportagem da revista colombiana está aqui. Carvalho, chefe de gabinete de Lula, chegou a se manifestar. Disse ter intercedido em favor de Medina quando estava preso por motivos humanitários. Marco Aurélio afirmou que os e-mails eram uma armação. A Interpol o desmentiu: são verdadeiros. O PT não vai me processar por isso porque os e-mails existem, e a reportagem existe. Não vai também porque o presidente da Colômbia, Alvaro Uribe, forneceu os documentos a Lula. Não aconteceu nada.

No e-mail, datado de 29 de julho de 2005, por exemplo, Medina escrevia para o chefão do terror: “Os amigos daqui [do Brasil] me advertiram que deveria ficar atento, pois há uma comissão da Procuradoria que tem uma ordem de captura”. Em seguida, Medina diz que esses amigos lhe asseguraram que não deveria se preocupar porque “a cúpula do governo com apoio de Celso Amorim estavam a par. Eles não apoiariam uma captura por crimes políticos”. Isso é uma ligação?

Em entrevista histórica ao jornal Le Figaro, Marco Aurélio Garcia, aquele que aparece como amigo das Farc na revista Cambio, afirma que o Brasil é neutro sobre o caráter terrorista das Farc. Marco Aurélio acha que um grupo que seqüestra, degola, assalta, faz tráfico de droga não pode ser considerado ainda terrorista. A entrevista está neste link: ESCÂNDALO! ESCÁRNIO! ESTUPIDEZ! É TOP TOP GARCIA NA ÁREA. E vocês certamente se lembram da imagem inesquecível deste senhor, com o seu chapéu Panamá, se embrenhando na selva, numa operação liderada pela turma de Chávez, para libertar reféns, numa operação NEGOCIADA com as Farc, que não tinha o endosso do governo colombiano. O PT não vai me processar por isso também. Porque isso também é um fato.

Encerro
Não sou político, não pertenço a partido nenhum e não preciso dançar o minueto com o PT. Se Lula pode subir num palanque em Diadema e MENTIR que o governo de São Paulo cria dificuldades para as obras do PAC dentro do Estado, acho que posso falar a verdade sobre este binômio “PT-Farc”. A reação petista tem muito de cálculo. Segundo li, está mais interessado em desqualificar o deputado Índio da Costa, com a ajuda das franjas petistas ou filopetistas da imprensa, do que em negar propriamente a ligação com as Farc. Usa a entrevista do outro como uma janela de oportunidades.

O PT gosta de democracia? Não gosta! E a VEJA fez muito bem em estampar na capa, na edição passada, o monstrengo do autoritarismo. Ou aquele programa do “rubriquei, mas não traguei” não era mais uma iniciativa, entre tantas, para censurar a imprensa? O Brasil está mais democrático com o PT? Uma ova! Crescimento econômico e distribuição de renda podem se combinar bem com democracia, mas não são coisas sinônimas. Um governo que viola o sigilo bancário de um caseiro e o sigilo fiscal de um dirigente da oposição não está mais democrático, mas menos. Já expliquei aqui por quê. Confundir melhoria das condições de vida com mais democracia é coisa que agrada a ditadores. Ou o Brasil do ciclo militar foi mais democrático do que o país que o antecedeu?

Se o PT não quer ser confundido com um partido da desordem, que, então, não se confunda com ele. Ademais, as Farc não são o único grupo terrorista com o qual a legenda já flertou. Lula já manifestou o interesse em bater um papinho com o Hamas. E é hoje o grande aliado de Ahmadinejad, que financia o terror em três outros países.

Entendo que o PT, os petistas e os jornalistas isentos estejam bravos. Mas não dá pra turma posar de vestal indignada a esta altura do campeonato. Se o PSDB e até o DEM ficam com receio de chamar as coisas pelo nome, eu não fico. Com os devidos links para o divertimento dos meus leitores.

Pronto, queridos! Agora deixem o Tio Rei curtir o seu calor, enquanto vocês amargam esse frio desgraçado do aquecimento global…

Sejam contidos nos comentários. A mediação está sendo feita por outra pessoa. Colaborem! Ah, sim: pesquisem na rede a infiltração das Farc na Amazônia brasileira.

Por Reinaldo Azevedo

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26/10/2008 free counters

MAIS FARC E MAIS PT? TÁ BOM! O DIA EM QUE LULA, JÁ PRESIDENTE, DECIDIU DAR UM CONSELHO POLÍTICO AOS COMPANHEIROS NARCOTERRORISTAS


Pois é, leitores… Parece que aquele post do Tio Rei, escrito já sob o calor, conseguiu fazer algum verão neste inverno em que soçobra parte do jornalismo brasileiro. Huuummm… Esse papo de aquecimento global ainda acaba com a qualidade das minhas alegorias… Que esse jornalismo se recuse a veicular mentiras sobre o PT, posso compreender e apóio. De fato, não se deve escrever mentira sobre ninguém, com ou sem “outro lado”. Incompreensível é que se recuse a dizer as verdades. Os vínculos do PT com as Farc não existem porque essa é a opinião de Índio da Costa, de José Serra, minha ou do Mané da esquina. Existem, como deixei claro no post de ontem, porque os fatos o demonstram. Este blog dá sempre um furo permanente: TEM MEMÓRIA!!! Que tal acrescentar um outro ingrediente a esta história? Vamos lá: LULA DEU UMA PRECIOSA DICA ÀS FARC QUANDO JÁ ERA PRESIDENTE: SUGERIU QUE ELAS RENUNCIASSEM À LUTA ARMADA E PASSASSEM A FAZER POLÍTICA, SEGUINDO O EXEMPLO DO PT. Procurem as matérias na Internet. Vocês encontrarão. Voltarei a este ponto. Antes, outras considerações.

Por que tanta resistência em cuidar do binômio PT-Farc? Quando Diogo Mainardi trouxe a público o tal requerimento em que Dilma pede a transferência da mulher de Olivério Medina para o Ministério da Pesca, boa parte dos coleguinhas fez de conta que aquele documento não existia ou de nada valia. Mais tarde, a revista colombiana Cambio revelou os e-mails trocados entre Medina e o chefão terrorista Raúl Reyes: ficou claro que a transferência era uma operação combinada com o governo brasileiro para “proteger Mona” - apelido da mulher de Medina. E, de novo, fez-se silêncio nessa área do jornalismo a que me refiro.

A revista Cambio, diga-se (ver post de ontem), trouxe a lista completa daqueles que os próprios narcoterroristas consideram seus amigos no governo e no PT. Celso Amorim está lá. Esse Megalonanico… Ele não é amigo só de Ahmadinejad… Amorim certamente diria que não tem nada com isso etc. A questão é saber por que os narcos o consideram um companheiro. Num dos e-mails, Medina afirma que Amorim era uma das pessoas com as quais ele contava para permanecer livre no Brasil.

Coisa do passado?
Esse vínculo é “coisa do passado”, como sugere Clóvis Rossi na Folha, segundo vejo aqui? Acho que não. Na crise entre o governo colombiano - democrático - e os narcoguerrilheiros, o Brasil nunca condenou as Farc. Nunca! Mas sobraram hostilidades contra o governo constitucional.

Quando as forças colombianas atacaram o acampamento dos terroristas no Equador, seria até compreensível que o Brasil condenasse a violação do território etc e tal… Mas fez muito mais do que isso: transformou os narcos em vítimas e Álvaro Uribe em bandido. No auge da estupidez, Marco Aurélio Garcia concedeu aquela entrevista ao Le Figaro (ver post de ontem) afirmando que o Brasil era “neutro” (???) sobre o caráter terrorista ou não das Farc. E sentenciou: o governo colombiano estava ficando isolado na América Latina.

É pouco? LULA OFERECEU O BRASIL COMO TERRITÓRIO NEUTRO PARA UMA SUPOSTA NEGOCIAÇÃO ENTRE O GOVERNO CONSTITUCIONAL E OS NARCOTERRORISTAS. Neutro??? Então, entre o terrorismo e a lei, somos território neutro?

De volta a Lula
E agora volto ao ponto que deixei lá no primeiro parágrafo. Quando Lula sugeriu que as Farc abandonassem a luta armada e aderissem à luta política, simplesmente ignorava o caráter do grupo. Para o Babalorixá de Banânia, o “erro tático” dos companheiros - que ele aceitou no Foro de São Paulo quando eles já seqüestravam, assassinavam e mantinham campos de concentração - era a luta armada; O RESTO LHE PARECEU OK. E o resto era nada menos do que o narcotráfico. Nesse assunto, Lula não tocou. Imaginem os companheiros do pó disputando eleições, como queria Lula…

Então não me venham com essa cascata de “assunto do passado”. Não é, não! É assunto do presente. TÃO PRESENTE QUANTO O REQUERIMENTO ASSINADO POR DILMA SOLICITANDO A CONTRATAÇÃO DA MULHER DE MEDINA.

Pronto! Agora voltarei ao calor, que está gelado aqui no “Starbucks Coffee” - música brasileira no som-ambiente… Já ouvi bossa nova de elevador, Gonzaguinha e Beth Carvalho. E escrevi sobre Lula e as Farc… Como dizia uma musiquinha dos anos 80, às vezes, “a vida não presta”… Paro antes que uma das filhas, aqui do lado, fique muito brava…

Por Reinaldo Azevedo

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26/10/2008 free counters

Y&R fatura R$ 2,3 bilhões e mantém liderança entre as agências

Adnews


23/07/10


A Y&R foi a agência brasileira com maior faturamento no primeiro semestre do ano. O ranking, realizado pelo Ibope, mostra que a empresa faturou R$ 2,3 bilhões durante o período, sem os descontos concedidos pelos veículos. No total, o mercado movimentou R$ 20,8 bilhões de janeiro a junho. A informação é do propmark.

A Young lidera a lista desde 2003. E neste ano ela é seguida de longe pela JWT, que faturou R$ 952,7 milhões. O top 10 em faturamento no Brasil é composto pelas agências AlmapBBDO, DM9DDB, Borghierh/Lowe, Africa, Z , Ogilvy & Mather, Neogama/BBH e Euro RSCG Brasil, além das duas primeiras.

Confira o top 10:

Agência Faturamento
Y&R R$ 2,3 bilhões
JWT R$ 952,7 milhões
AlmapBBD R$ 931,7 milhões
DM9DDB R$ 826,4 milhões
Borghierh/Lowe R$ 811,5 milhões
Africa R$ 786,9 milhões
Z R$ 756,2 milhões
Ogilvy & Mather R$ 714,8 milhões
Neogama/BBH R$ 703,7 milhões
Euro RSCG Brasil R$ 692,6 milhões

Redação Adnews



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26/10/2008 free counters

Five's formula: Neighbours, necrosis and news


Richard Desmond's new channel has suffered for being an afterthought terrestrial broadcaster in a digital age

Kirsty Young on Five News
Kirsty Young on Five News. Photograph: Sven Arnstein/PA

Among the millions of words it has broadcast, Five (formerly Channel 5) will be remembered in broadcasting history for three spoken off-screen: the "films, football and fucking" reference to its scheduling policy, made by early director of programmes Dawn Airey.

As it happens, Airey was trying to reject such a depiction of her network, rather than endorsing it, but the mud spun back and stuck. This unfortunate reputation is unlikely to be lost by a takeover from Richard Desmond, whose media empire has never bothered much with movies or soccer but has long profited from sex. Cynics will expect that, under Desmond's stewardship, the fifth channel will broadcast rather more of the third F.

In fact, until it was wrecked by the pressure of being an afterthought terrestrial broadcaster in a culture where the focus was already shifting to digital and internet services, Five's formula was always more complicated than that trio from the sixth letter of the alphabet.

Another alliterative way of summarising its formula would be: Neighbours, necrosis and news. It outbid the BBC for the Australian soap opera, as part of a desperate struggle to take ratings from the BBC and advertising revenue from ITV and Channel 4, while – as part of the same strategy of buying recognisable hits – whole hours of the evening schedules have recently been filled by necrotic tissue, in the various spinoffs of the CSI forensic franchise.

The network's contributions in news, though, are likely to be seen as its main legacy to television. Few felt, in 1997, that the medium was short of current affairs coverage, but Five used a simple expedient – female solo anchors in a more informal setting – to develop territory separate from its terrestrial rivals' men-at-desks approach. The early evening bulletins made stars of Kirsty Young and then Natasha Kaplinsky.

This promotion of women newsreaders might be seen as feminist but, as often with this channel, Five will be remembered for its worst endeavours in this department rather than its best: paying £250,000 compensation to Selina Scott for age discrimination after offering, then withdrawing, a job.

There have even been spells when the broadcaster's calling cards might have been encapsulated as Matisse, Mandela and Muhammad. Astonishing as it may come to seem to media historians – especially if Desmond fulfils the worst expectations of observers – there was a time when Five specialised, in early evening peak time, in shows in which Tim Marlow delivered a monologue on an artist or art show. On other occasions, the same slot was filled with profiles of great political or religious leaders.

Such shows brought critical plaudits and guilty readjustments at rival broadcasters (Five's strategy encouraged the BBC to increase TV arts coverage) but failed to deliver ratings or revenue. So it moved to programmes – including one in which alleged Beckham temptress Rebecca Loos hand-pleasured a pig – that surrendered what critical reputation it had. The fear for Desmond's regime is that posterity will judge the pig scene to have been a relative model of good taste.



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26/10/2008 free counters

Italian govt seeks roundtable on Fiat production


MILAN — Premier Silvio Berlusconi said Friday that Fiat can build cars where it sees fit, but his government still wants to have a roundtable talk with Italy's largest manufacturer to discuss the announcement this week that it would produce new minivans in Serbia instead of Italy.

"In a free economy and a free country, an industrial group is free to locate its production where it sees fit," Berlusconi told reporters at a news conference after meeting with Russian President Dmitry Medvedev. "I hope, however, that this doesn't happen at the expense of Italy or of Fiat workers."

Fiat CEO Sergio Marchionne said the decision to shift production to Serbia was necessary to guarantee smooth production of future rollouts as the company emerges from a painful industrywide crisis and attempts to build a larger global automaker with Chrysler Group LLC, which Fiat controls.

Labor Minister Maurizio Sacconi said he wants to meet with Fiat to discuss the plans, and the head of the Italian business lobby urged Fiat to avoid unnecessary conflicts.

Others were less measured, accusing Fiat of taking advantage of government incentives on cleaner burning engine technology to weather the crisis, and then moving jobs out of the country.

Marchionne had previously announced plans to increase production at Italy's underutilized auto factories, as government officials and unions sought assurances that Fiat's global ambitions wouldn't penalize Italy.

Fiat earlier this month confirmed that it is going ahead with plans to invest euro700 million ($903 million) to move production of the next generation Panda from Poland to a plant near Naples, despite objections from one union to concessions it sought. But the battle over the Naples plant colored the Serbia decision.

Marchionne told analysts this week that Fiat's plans involve more than euro20 billion in investments, and the automaker cannot afford labor issues hampering production.

Marchionne is moving ahead with a spinoff of Fiat's industrial units into a separate company, in order to launch a global auto company including Chrysler. The spinoff is expected to be completed by Jan. 1.

(This version CORRECTS to euro20 billion in penultimate graf rather than euro1 billion.)



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Berlusconi plays down Fiat plan to make new car in Serbia

ITALY-RUSSIA-DIPLOMACY

Map

MILAN — Prime Minister Silvio Berlusconi on Friday played down a plan by Fiat to produce a new car in Serbia, saying that he hoped the move would not hurt Italian workers.

"In a free economy and a free state, an industrial group is free to locate where its production is the most convenient," Berlusconi said at a joint news conference in Milan with visiting Russian President Dmitry Medvedev.

"I hope however that this does not happen to the detriment of Italy and Italian workers," he added.

Three members of Berlusconi's centre-right government earlier slammed Fiat's plan to produce a new multi-purpose car, dubbed the L-Zero, in Serbia.

"Frankly, the reasons given are disconcerting and counterproductive," Adolfo Urso, vice-minister for foreign trade, told the daily La Stampa in an interview.

Fiat boss Sergio Marchionne argued that the group wanted to avoid "unnecessary risks" after months of fruitless negotiations with Italian unions.

"We have to be able to make cars without seeing activity stop," he told La Repubblica.

Italian Labour Minister Maurizio Sacconi on Friday called a meeting next week between the government, Fiat management and the unions "to examine the Fiat plan and its repercussions on Italian production sites".

European Affairs Minister Andrea Ronchi also condemned the plan, saying: "At a time of great crisis like the one we are facing, from which Italy is recovering by making tough sacrifices, it hurts to hear about outsourcing plans."

The minister for legislative simplification, Roberto Calderoli, recalling that Fiat sales had received a boost from a government "cash-for-clunkers" programme, said: "You cannot sit down at the table, feed on government incentives and then leave without paying the bill."

Fiat's billion-euro plan for the venture in Serbia would include its own investment of 350 million euros (450 million dollars), plus 250 million euros from the Serbian government and 400 million euros from the European Investment Bank, La Repubblica reported.

Berlusconi's remarks came as Fiat workers observed a two-hour strike Friday to protest layoffs and demand bonuses.

In April, Marchionne said Fiat, Italy's leading private employer with a domestic workforce of some 80,000, would double car production in the country by 2014.

Fiat initially planned to produce the L-Zero at its flagship Mirafiori plant in northern Italy but got bogged down with unions over returning production of the Fiat Panda model from Poland to the Naples-area plant of Pomigliano, Marchionne said.



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Após detonar o Brasil, Stallone sai de evento com prêmio


23 de julho de 2010


Sylvester Stallone entrou para o Livro dos Recordes por ter criado a franquia  Rocky , considerada a mais bem-sucedida saga de esportes no cinema  Foto: Reuters

Stallone entra para o Livro dos Recordes por ter criado a franquia 'Rocky' nos cinemas
Foto: Reuters


Depois de detonar o Brasil em declaração que motivou internautas brasileiros a começarem um movimento contra o ator, Sylvester Stallone deixou a feira de cultura pop Comic-Con, em San Diego, com um prêmio dado por ninguém menos do que os organizadores do famoso The Guiness Book, o Livro dos Recordes.

O troféu - uma espécie de quadro de consideração - nomeia a saga de Rocky, criada por Stallone, como a mais bem-sucedida franquia de esportes do mundo.

Agradecido e surpreso, Stallone disse que estragou tudo ao fazer Rocky V, de 1990, para ele o pior filme da série. "Fiz por ambição", admite. Já Rocky Balboa, o fiasco da crítica de 2006, o deixou contente com os resultados.

Vale ressaltar que Stallone ainda quer fazer um sétimo filme da série, se o público assim o deixar. Em agosto, o ator - mais musculoso do que nunca - lança Os Mercenários, que teve cenas rodadas no Rio de Janeiro e participação da brasileira Gisele Itié.

Piadas de mau gosto
Instigado pelo moderador do evento, Harry Knowles, dono do famoso site Ain't It Cool News, Stallone fez piada com o Brasil e, finalmente, demonstrou seu verdadeiro descontentamento com as filmagens no Rio de Janeiro.

"Gravar no Brasil foi bom, pois pudemos matar pessoas, explodir tudo e eles (os brasileiros) dizem obrigado", diz Sylvester Stallone.

Depois de sugerir problemas com a equipe de filmagem (cerca de 65 pessoas), em entrevista na semana passada, e inclusive mencionar o assunto no material oficial de divulgação do filme, o diretor e ator transformou a violência local em piada ao mencionar que foi necessário um grupo de 70 seguranças para garantir o bem estar de sua equipe.

Além disso, comentou o símbolo do B.O.P.E "os policiais de lá usam camisetas com uma caveira, duas armas e uma adaga cravada no centro; já imaginou se os policiais de Los Angeles usassem isso? Já mostra o quão problemático é aquele lugar".

A lavagem de roupa suja terminou com uma menção ao fato de "podermos ter explodido vários prédios, todos ficaram felizes e ainda trouxeram cachorros-quentes para aproveitar o fogo".



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BRASIL TEM O 3º PIOR ÍNDICE DE DESIGUALDADE DO MUNDO


ONU: BRASIL TEM 3º PIOR DESIGUALDADE DO MUNDO
Autor(es): Agencia o Globo/Carolina Brígido
O Globo - 23/07/2010

ONU põe país empatado com Equador em concentração de renda

O Brasil tem o terceiro pior nível de desigualdade de renda do mundo, empatado com o Equador. A constatação é do primeiro relatório sobre desenvolvimento humano para América Latina e Caribe sobre distribuição de renda, elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud). No Brasil, o Índice de Gini - que mede a desigualdade é 0,56. Quanto mais perto de 1, mais desigual é o país. O levantamento aponta dois outros grupos de países com situação mais grave: Bolívia, Camarões e Madagascar - empatados com 0,60 - e África do Sul, Haiti e Tailândia, todos com 0,59. Dos 15 paises do mundo com maior concentração de renda, dez são da América Latina. Segundo a ONU, o baixo nível educacional é um dos fatores que mais dificultam a melhoria social na região.

Dez dos 15 países com maior concentração de renda estão na América Latina. Situação brasileira melhorou recentemente


Em seu primeiro relatório sobre desenvolvimento humano para a América Latina e Caribe em que aborda especificamente a distribuição de renda, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) constatou que a região continua sendo a mais desigual do planeta. Dos 15 países do mundo nos quais a distância entre ricos e pobres é maior, 10 estão na América Latina e Caribe. O Brasil tem o terceiro pior Índice de Gini que mede o nível de desigualdade e, quanto mais perto de 1, mais desigual do mundo, com 0,56, empatando nessa posição com o Equador.

Concentração de renda pior só é encontrada em Bolívia, Camarões e Madagascar, com 0,60; seguidos de África do Sul, Haiti e Tailândia, com 0,59. O relatório considera a renda domiciliar per capita e o último dado disponível em que era possível a comparação internacional.

No caso do Brasil, porém, a desigualdade de renda caiu fortemente nos últimos anos e, em 2008, o Índice de Gini estava em 0,515.

Na região, os países onde há menos desigualdade são Costa Rica, Argentina, Venezuela e Uruguai, com Gini inferior a 0,49. Na média, segundo o Pnud, o Índice de Gini da América Latina e do Caribe é 36% maior que o dos países do leste asiático e 18% maior que os da África Subsaariana.

O relatório, denominado Atuar sobre o futuro: romper a transmissão intergeneracional da desigualdade, mostra que a concentração de renda na região é influenciada pela falta de acesso aos serviços básicos e de infraestrutura, baixa renda, além da estrutura fiscal injusta e da falta de mobilidade educacional entre as gerações.

No Brasil, educação dos pais tem forte influência No Brasil, por exemplo, a escolaridade dos pais influencia em 55% o nível educacional que os filhos atingirão.

O estudo também mostra que ser mulher indígena ou negra na região é, em geral, sinônimo de maior privação. As mulheres recebem menor salário que os homens pelo mesmo tipo de trabalho, têm maior presença na economia informal e trabalham mais horas que os homens. Em média, o número de pessoas vivendo com menos de um dólar por dia é duas vezes maior entre a população indígena e negra, em comparação com a população branca.

Ainda segundo o relatório, a desigualdade na região é historicamente alta, persistente e se reproduz num contexto de baixa mobilidade social. No entanto, para a entidade, é possível romper esse círculo vicioso não com meras intervenções para reduzir a pobreza, mas com a implementação de políticas públicas de redução da desigualdade. Um exemplo são mecanismos de transferência de renda.

De 2001 a 2007, gasto social cresceu 30% na região A desigualdade deve ser combatida per se, como objetivo de política explícito, diz o documento.

Mas essa diretriz parece não ter funcionado na região. Os altos níveis de desigualdade têm sido relativamente imunes às diferentes estratégias de desenvolvimento implementadas na região, conclui o estudo.

Entre as conquistas da América Latina e Caribe, o estudo mostra que as mudanças na política social da região na década de 1990 se refletiram na distribuição de renda. O gasto público social apresentou tendência crescente e gira em torno de 5% do Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e serviços produzidos no país) dos 18 países da região, apesar das limitações fiscais enfrentadas pela maioria dessas economias.

Além disso, registrou-se na região um aumento do gasto social por habitante, em média, de quase 50% entre 1990 e 2001. Entre 2001 e 2007, o aumento foi de 30%. A maior parte do dinheiro concentrouse nas áreas de seguridade e de assistência social esta última, representada principalmente pelo aumento no número de aposentados.



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Assistência social dá 20% da renda dos brasileiros


Renda das famílias tem 19,3% de verba pública
Autor(es): Marta Nogueira
Jornal do Brasil - 23/07/2010

Os programas de transferência de renda, como o Bolsa Família, responderam por quase 20% dos proventos dos brasileiros em 2008, segundo o Ipea. Em 1978, estas transferências eram 8,1 % da renda familiar per capita. Especialistas previnem: a assistência social não deve ser a única fonte de renda dos pobres.


Os programas de transferência de renda como aposentadoria, Bolsa Família e assistência social responderam por 19,3% da renda das famílias brasileiras em 2008, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Em 1978, estas transferências representavam 8,1% da renda familiar per capita. Especialistas consideram o resultado compatível com as grandes dimensões do país e com a forte desigualdade social. Entretanto, enfatizam a necessidade do investimento em educação financeira para prevenir que a assistência social não seja a única fonte de renda das famílias mais pobres.

Segundo o pesquisador da diretoria de Estudos e Políticas Sociais do Ipea Jorge Abrahão de Castro, a mudança permitiu que cerca de 21 milhões de pessoas ficassem fora da linha de pobreza. As políticas sociais, principalmente aquelas voltadas para a assistência e para a previdência, estruturadas depois da Constituição de 1988, foram suficientemente importantes para constituir uma parcela expressiva da renda das famílias, para combater a pobreza e a desigualdade, avalia.

Castro destacou que, em 1978, 26,9 milhões de pessoas viviam com renda inferior a 25% do salário mínimo. Este número caiu para 18,7 milhões em 2008.

Se não houvesse a transferência de renda, seriam 40,5 milhões de pessoas ressalta. A incidência da pobreza, entre os idosos, em especial, pôde ser quase eliminada.

Em contrapartida, o professor da Fundação Getulio Vargas (FGV) Samy Dana explica que o uso do dinheiro público em políticas assistencialistas compromete os investimentos futuros do país. Para ele, estes projetos não podem durar muito tempo e devem ser melhor administrados.

O Brasil ainda não está em uma situação preocupante, mas é preciso tomar cuidado para que as famílias não se tornem dependentes destes projetos e o governo acabe com parte de suas reservas, comprometidas com estas ações explica o professor.

Dana ressalta a importância do investimento na formação financeira dos cidadãos. Se tirar esse dinheiro do assistencialismo e colocar na educação pode ser que tenhamos um resultado melhor. Matérias como administração financeira e economia doméstica deveriam ser lecionadas no ensino básico.

Já o professor da UFF Marco Aurélio Cabral acredita que o país está produzindo um modelo de desenvolvimento com crescimento e distribuição da riqueza. Para ele, completa-se o ciclo iniciado na ditadura militar, que destaca o crescimento para a divisão da renda.

Era o famoso aumentar o bolo para depois dividir. Estamos fazendo esta divisão agora disse Cabral.

No entanto, ele concorda com a importância do investimento na educação. Os recursos não são direcionados e a população pode decidir onde empenhá-los. Precisamos fazer mais para as crianças, melhorando o sistema educacional para que elas se beneficiem mais destes programas, comentou.

O estudo mostra ainda que a cobertura previdenciária direta da população com idade ativa de 16 a 64 anos passou de 37,4% em 1978 para 49,9% em 2008, incluindo quem contribui e os beneficiários.



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