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quinta-feira, 24 de junho de 2010

Nova York encontra mais restos mortais de vítimas do 11 de Setembro


Fragmentos estavam em material que vinha sendo rastreado desde abril.
Trinta e sete deles estavam sob a West Street, próximo às antigas torres.

Do G1, com agências internacionais


Autoridades municipais de Nova York afirmaram que uma nova busca nos destroços que estavam no local do World Trade Center e nos arredores achou restos de 72 corpos que seriam de vítimas dos atentados do 11 de Setembro de 2001.

O rastreamento começou em abril, em destroços retirados de uma área de 700 metros cúbicos no chamado Marco Zero, e terminou na sexta-feira passada.

Trinta e sete dos fragmentos estavam no material que estava sob a West Street, que passava ao lado das Torres Gêmeas. Eles só foram achados agora porque uma obra tornou o local acessível. Os escombros foram analisados em Staten Island.

A cidade começou as novas buscas em 2006, e 1.845 cadáveres foram achados desde então.

As autoridades disseram que muitos corpos estão em bom estado de conservação, o que permitirá que eles sejam submetidos a exames de DNA para que sejam reconhecidos.

Até janeiro de 2010, o instituto médico legal havia recuperado 21.744 restos humanos dos destroços, 12.768 dos quais foram identificados.

No mesmo período, foram identificadas 1.626 vítimas, ou 59% das 2.752 que teriam morrido nos ataques.



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26/10/2008 free counters

USP testa 'preservativo intestinal' para tratar casos graves de obesidade

24/06/2010 08h00 - Atualizado em 24/06/2010 13h19


Manga endoscópica, colocada pela boca, limita absorção do alimento.
Em um ano, pacientes conseguiram emagrecer em média 30%.

Iberê Thenório Do G1, em São Paulo


Uma prótese semelhante a uma camisinha, instalada no intestino sem a necessidade de cirurgia, está ajudando pacientes que sofrem de obesidade a emagrecer. O equipamento tem 62 cm de comprimento e impede cerca de 20% da absorção do alimento depois que a comida passa pelo estômago.

O produto foi testado pelo Hospital das Clínicas da USP em 78 pessoas. "Tivemos uma média de perda de 30% do excesso de peso nos pacientes", conta o médico Eduardo Guimarães Hourneaux de Moura, diretor do serviço de endoscopia gastrointestinal do hospital.

Além de emagrecer, 90% das pessoas que tinham diabetes tipo 2 conseguiram controlar a doença. Isso ocorre, segundo o pesquisador, porque a prótese estimula a produção de insulina e diminuiu a resistência do corpo a essa substância.

O teste foi realizado com pacientes que já tinham indicação de cirurgia do estômago, mas que não podiam fazê-la por causa das más condições de saúde causadas pela obesidade. Participaram da pesquisa pessoas que tinham obesidade mórbida (com índice de massa corporal, IMC, maior que 40) ou obesidade grave (IMC entre 35 e 39,9) com diabetes ou hipertensão.

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Segundo Eduardo de Moura, a colocação da prótese não substitui a cirurgia, mas pode ser uma boa alternativa para pacientes que são obesos, mas o caso não é grave o suficiente para exigir a retirada de parte do estômago.

Sem cortes
Para a colocação da manga endoscópica, como é chamada tecnicamente, é necessária a aplicação de anestesia geral. Como o aparelho entra pela boca com a ajuda de cabos e câmeras, nenhum corte é feito no paciente, o que acelera a recuperação.

Por enquanto, é possível ficar com o "preservativo intestinal" por no máximo um ano. De acordo com o médico do Hospital das Clínicas, mais pesquisas são necessárias para saber se o dispositivo pode causar prejuízos à saúde se ficar por mais tempo.

Dentro do intestino, o tubo plástico pode causar alguma irritação. "Eu tive uma reação nos primeiros 40 dias, quando ainda era necessário ingerir apenas líquidos. Quando eu andava de carro, começava a vomitar", conta o consultor financeiro Jose Correa Garcia Junior, de 57 anos, que retirou a prótese em março.

Por causa da menor absorção de nutrientes, quem usa o aparelho pode ter que tomar suplementos alimentares. "É necessário repor ferro, cálcio e vitaminas", explica Eduardo de Moura.

O que diz quem já usou

JoseJose Correa já pesou 240 quilos. (Fotos: Arquivo Pessoal)

Jose Correa Garcia Junior, 57 anos
Peso antes do procedimento: 194 kg
Peso após o procedimento: 139 kg

"Sou criador de cavalos 'mini-horse'. Como eu não conseguia me pesar em balanças comuns, media meu peso em balanças de cavalo. Cheguei pesar 240 quilos e usar roupa número 80. Hoje tenho 147 quilos e como um quinto do que comia antes. Pena que [a prótese] ficou só um ano."

EdersonEderson perdeu 30 kg em 4 meses. (Fotos: Arq. Pessoal)

Ederson Fleming, 32 anos
Peso antes do procedimento: 207 kg
Peso após o procedimento: 177 kg

"Fiquei menos de quatro meses [com a prótese] porque soltou um grampo. Nesse período, emagreci 30 quilos, e a diabetes acabou. Foi um aparelho que, quando tirei, chorei muito. No anos passado, em julho, fiz a cirurgia [no estômago]. Fui para a cirurgia com taxa de glicose de uma pessoa normal."

Paulo Tarso, 57 anos
Peso antes do procedimento: 116 kg
Peso após o procedimento: 92 kg

"Eu não era um paciente de obesidade mórbida, mas estava com diabetes. Minha pressão sempre foi alta, em torno de 20 por 12, mas chegou a 12 por 6 [com a prótese]. Antigamente eu era um cara que comia muito, e comida muito gordurosa. Hoje eu penso para comer. Agora o que falta é arrumar um tempo para fazer atividades físicas.

Volta à normalidade
A remoção do aparelho também é realizada pela boca, sem cirurgia. Sem o equipamento, o corpo volta a absorver os alimentos normalmente, exigindo disciplina dos pacientes para manter o peso.

"Você não pode deixar de ser acompanhado pelo endocrinologista, cirurgião de obesidade, nutricionista, e não vai deixar de ter sua atividade física, seu apoio emocional", alerta Eduardo de Moura.

Chegada ao mercado
A pesquisa estimulou a procura pela instalação da manga endoscópica, mas o produto pode demorar a chegar aos hospitais, pois a empresa que o produz ainda não tem capacidade para fabricá-lo de forma comercial.



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26/10/2008 free counters

Avó diz que conseguiu falar com Sean duas vezes ao telefone


Segundo Silvana Bianchi, ela estava havia 100 dias sem notícias dele.
Ela afirma que o menino foi monossilábico e disse que estava bem.

Do G1 RJ


Silvana Bianchi avó de SeanSilvana Bianchi, avó brasileira de Sean
(Foto: Foto: José Cruz/ABr)

A avó do menino Sean, Silvana Bianchi, afirmou nesta quinta-feira (24), que conseguiu falar com o neto nos dias 11 e 22 de junho. A criança é alvo de disputa na Justiça entre o pai biológico dele, o americano David Goldman e a avó, desde a morte da mãe do menino. Silvana conta que o primeiro telefonema durou um pouco mais de cinco minutos, e o segundo quase 17 minutos.

“Ele contou que ia entrar de férias dois dias depois. Ele disse que vai pro colégio, pra piscina e vai pescar. Também tem ido ao cinema. Eu falo em português com ele, mas ele só me responde em inglês”, disse ela.

“Ele estava bem-humorado, mas um pouco reticente. Com certeza, tem alguém do lado dele ouvindo a conversa", afirma a avó de Sean.


Sean retornou aos Estados Unidos no dia 24 de dezembro de 2009, após uma batalha judicial entra a família brasileira - representada pela avó Silvana Bianchi e pelo padrasto João Paulo Lins e Silva – e o pai do garoto, o norte-americano David Goldman. Ele era criado pela avó e pelo padrasto desde a morte da mãe Bruna Bianchi quando deu à luz o segundo filho.

Silvana explicou que foi feito um acordo entre os advogados do pai de Sean e ela para receber esses telefonemas uma vez por semana. Mas só foram dois até agora. O menino liga para o celular da avó, mas a hora da ligação não é combinada previamente, afirmou ainda.

“Esse telefonema no dia 11 de junho, já fazia 100 dias que eu não falava com ele. Ele diz ‘I´m ok’ (Eu estou bem). Eu perguntei o que ele queria de presente de aniversário. Ele fez aniversário no dia 25 de março. Ele disse que eu sabia do que ele gostava, mas eu queria saber o que ele quer pra mandar pra ele”, contou Silvana.

Ela disse ainda que em momento algum ele fez perguntas. Era sempre ela que contava as coisas e até deu notícias da irmã dele, que mora com o padrasto de Sean no Rio.

Ainda segundo Silvana, os advogados dela retiraram o pedido de visita emergencial para ver o menino, e entraram com um pedido de visitação através da Convenção de Haia no início do mês de abril.

“Fomos a New Jersey no final de março pra tentar visitá-lo e não o vimos. Então voltamos pro Brasil. Nós tínhamos pedido uma visita emergencial e como não houve consentimento, nós retiramos esse pedido e entramos com um pedido de visitação pela Convenção de Haia- assim é entre o governo americano e brasileiro”, explicou Silvana.

A Convenção de Haia trata, entre outros temas, da proteção de menores. Os Estados signatários da Convenção de Haia reconhecem que “para o desenvolvimento harmonioso de sua personalidade, a criança deve crescer em meio familiar, em clima de felicidade, de amor e de compreensão”. Tanto o Brasil quanto os Estados Unidos são signatários da convenção.

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26/10/2008 free counters

Governo libera R$ 500 milhões para a construção de cinemas

Foi o presidente Lula que, durante o lançamento do vale-cultura, há um ano, deu a ordem: o Ministério da Cultura (MinC) tinha de mudar as feições do circuito exibidor e levar salas de cinema para as pequenas cidades e regiões menos favorecidas.

Seguindo a máxima do "manda quem pode, obedece quem tem juízo", MinC e Agência Nacional de Cinema (Ancine) lançaram ontem, em Luziânia (GO), o programa Cinema Perto de Você.

A meta do programa é estimular a construção de 600 salas nos próximos quatro anos. Hoje, cerca de 90% dos municípios brasileiros não possuem cinema.

"O setor se desenvolveu sozinho e tornou-se conservador", diz Manoel Rangel, presidente da Ancine. O conservadorismo espelhou-se num circuito encastelado nas regiões nobres.

A razão para isso é simples. O custo de construção de uma sala no shopping Iguatemi, em São Paulo, ou no interior do Acre é praticamente o mesmo. Mas, obviamente, o público do Iguatemi pode pagar mais não só pelo ingresso como por todas as guloseimas da bomboniere.

É nessa aritmética que o governo interfere. O programa zera IPI e PIS-Cofins na importação de equipamentos e material de construção para as salas nas áreas foco. Os espaços também estarão isentos de PIS-Cofins nos primeiros cinco anos. Criou-se, ainda, uma linha de crédito de R$ 500 milhões.


Danilo Verpa/Folhapress
Sala principal do Cine Marabá, localizado na avenida Ipiranga  (região central de São Paulo)
Sala em São Paulo; governo vai liberar R$ 500 milhões para cronstruir cinemas em pequenas cidades do país

O grupo prioritário de cidades é aquele dos 89 municípios com mais de 100 mil habitantes sem salas de cinema. O governo também vai privilegiar os empresários que comprarem projetores digitais, adaptáveis ao 3D.

"A classe C é, hoje, o grande mote do varejo. O audiovisual ainda não tinha captado esses novos consumidores", diz Rangel.

Perguntado sobre o viés eleitoreiro do lançamento, o presidente da Ancine disse apenas: "Os programas são lançados quando estão prontos para serem lançados."



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26/10/2008 free counters

Avó materna de Sean diz que menino só falou em inglês durante ligação

FÁBIO GRELLET
DO RIO



A avó materna de Sean Goldman, 10, teve notícias do menino após mais de três meses sem conseguir contato. Silvana Bianchi que conversou com o neto nos dias 11 e 22 de junho, conta que foi cautelosa durante a conversa com a criança, com receio do pai estar ouvindo o telefonema, já que ele só falava em inglês.

"Tomei o cuidado de não fazer perguntas que o pai pudesse interpretar como tentativas de convencer o menino a voltar para o Brasil", diz a avó.

De acordo com a avó, Sean não falou nada em português. "Eu falei em português e ele só em inglês, provavelmente para que o pai [o americano David Goldman] monitorasse. Falou que vai entrar em férias nos próximos dias, contou dos amigos da escola e não reclamou da rotina nos Estados Unidos nem de saudade do Brasil", conta.

A criança é alvo de uma disputa judicial que culminou com sua mudança para os Estados Unidos há seis meses. Desde que foi morar com o pai, em dezembro de 2009, Sean conversou seis vezes com a família brasileira, sempre por telefone. A última conversa durou 16 minutos, segundo Silvana.

Sean morava com os pais, Bruna e David, nos Estados Unidos. Em 2004 Bruna, filha de Silvana, trouxe o filho para o Brasil, com autorização do pai, mas decidiu não voltar mais. Com a morte de Bruna, durante o parto da segunda filha, em 2008, o padrasto de Sean, João Paulo Lins e Silva, passou a disputar com David a guarda do menino. Em 24 de dezembro, por ordem judicial, Sean foi entregue ao pai, com quem mora nos EUA.

A família brasileira discute na Justiça norte-americana um pedido de autorização para visitas regulares a Sean.


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26/10/2008 free counters

O engano e a contradição de Kaká


Frase de Kaká, poucas horas atrás, em entrevista coletiva, em resposta ao repórter da ESPN-Brasil, André Kfouri, meu filho:

“Há algum tempo os canhões do seu pai são disparados contra mim. A artilharia dele está voltada contra mim. Eu queria aproveitar a pergunta para responder às críticas que ele vem fazendo, e o que me deixa triste é que o problema dele comigo não é profissional, mas porque ele não aceita minha religião. Porque eu sou uma pessoa que segue Jesus Cristo. Eu o respeito como ateu, e gostaria que ele me respeitasse como [seguidor de] Jesus Cristo, como alguém que professa a fé em Jesus Cristo. Não só a mim, mas a todos os milhões de brasileiros que acreditam em Jesus Cristo”.

Kaká se engana e enfiou Jesus onde Jesus não foi chamado.

Critico sim o merchandising religioso que ele e outros jogadores da Seleção costumam fazer, tentando nos enfiar suas crenças goela abaixo.

Um tal exagero que a Fifa tratou de proibir, depois do que houve na comemoração da Copa das Confederações.

Mas não abri bateria alguma contra ele, provavelmente mal assessorado, tanto que o considerei o melhor em campo no jogo contra Costa do Marfim.

Apenas noticiei que ele sofre com seu púbis e há quem avalie que isso o levará a encerrar a carreira prematuramente.

Ele negou as dores no púbis ao dizer que sente dores como qualquer jogador profissional e que o prazer de jogar pela Seleção o faz superá-las.

Aí caiu na primeira contradição, pois ao atribuir às dores que sentia a sua má atuação na Copa da Alemanha, quatro anos atrás, declarou que não jogaria mais com dores.

E hoje mesmo, na entrevista coletiva, ao responder sobre se seria operado do púbis depois da Copa respondeu que esta era uma questão delicada e que os médicos divergiam a respeito.

Mas, para quem não tem nada no púbis, como alegou, por que cogitar de tal hipótese?

Talvez só Deus saiba.

Como não acredito nele…

Em tempo: em tudo isso, além das inegáveis qualidades técnicas de Kaká, resta-lhe um mérito: diferentemente do que frequentemente fazem tantos, Dunga e Jorginho entre eles, Kaká não generalizou e deu nome aos bois, no caso, ao boi.

É muito melhor assim.


Sobre o autor

Formado em Ciências Sociais pela USP. Diretor das revistas Placar (de 1979 a 1995) e da Playboy (1991 a 1994). Comentarista esportivo do SBT (de 1984 a 1987) e da Rede Globo (de 1988 a 1994). Participou do programa Cartão Verde, da Rede Cultura, entre 1995 e 2000 e apresentou o Bola na Rede, na RedeTV, entre 2000 e 2002. Voltou ao Cartão Verde em 2003, onde ficou até 2005. Apresentou o programa de entrevistas na rede CNT, Juca Kfouri ao vivo, entre 1996 e 1999. Atualmente está também na ESPN-Brasil. Colunista de futebol de "O Globo" entre 1989 e 1991 e apresentador, desde 2000, do programa CBN EC, na rede CBN de rádio. Foi colunista da Folha de S.Paulo entre 1995 e 1999, quando foi para o diário Lance!, onde ficou até voltar, em 2005, para a Folha.


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26/10/2008 free counters

Liberdade de manifestação


Juca Kfouri não deve indenizar Ricardo Teixeira

Por LILIAN MATSURA

Do CONSULTOR JURÍDICO, onde se pode ler toda a sentença em:

http://www.conjur.com.br/

A 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal confirmou, nesta terça-feira (22/6), a derrota de Ricardo Teixeira em mais uma peleja contra o jornalista Juca Kfouri. O presidente da Confederação Brasileira de Futebol pedia a condenação do comentarista por danos morais por tê-lo chamado de “subchefe da máfia do futebol nacional”, em reportagem publicada na revista Caros Amigos.

Para decidir, os ministros Ellen Gracie e Gilmar Mendes seguiram voto do decano da corte, ministro Celso de Mello. Ao analisar anteriormente o Agravo de Instrumento apresentado por Ricardo Teixeira, o relator concluiu que, “longe de evidenciar prática ilícita contra a honra subjetiva do suposto ofendido”, o jornalista usou da liberdade de expressão assegurada aos profissionais da imprensa pela Constituição Federal.

Segundo o ministro, os jornalistas têm o direito de criticar, mesmo de forma contundente, qualquer pessoa ou autoridade. “Não se pode desconhecer que a liberdade de imprensa, enquanto projeção da liberdade de manifestação de pensamento e de comunicação, reveste-se de conteúdo abrangente, por compreender, dentre outras prerrogativas relevantes que lhe são inerentes, (a) o direito de informar, (b) o direito de buscar a informação, (c) o direito de opinar e (d) o direito de criticar”, escreveu Celso de Mello no dia 13 de maio, ao rejeitar monocraticamente o agravo.

Celso de Mello considerou “lapidar” a decisão do Tribunal de Justiça paulista contestada por Ricardo Teixeira. A ementa do acórdão dizia: “Os políticos estão sujeitos de forma especial às críticas públicas, e é fundamental que se garanta não só ao povo em geral larga margem de fiscalização e censura de suas atividades, mas sobretudo à imprensa, ante a relevante utilidade pública da mesma”.


Sobre o autor

Formado em Ciências Sociais pela USP. Diretor das revistas Placar (de 1979 a 1995) e da Playboy (1991 a 1994). Comentarista esportivo do SBT (de 1984 a 1987) e da Rede Globo (de 1988 a 1994). Participou do programa Cartão Verde, da Rede Cultura, entre 1995 e 2000 e apresentou o Bola na Rede, na RedeTV, entre 2000 e 2002. Voltou ao Cartão Verde em 2003, onde ficou até 2005. Apresentou o programa de entrevistas na rede CNT, Juca Kfouri ao vivo, entre 1996 e 1999. Atualmente está também na ESPN-Brasil. Colunista de futebol de "O Globo" entre 1989 e 1991 e apresentador, desde 2000, do programa CBN EC, na rede CBN de rádio. Foi colunista da Folha de S.Paulo entre 1995 e 1999, quando foi para o diário Lance!, onde ficou até voltar, em 2005, para a Folha.


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26/10/2008 free counters

Perto do prazo final, 574 mil ainda não sacaram o PIS

Os trabalhadores cadastrados no PIS (ou Pasep) até 2003, que foram registrados por pelo menos 30 dias consecutivos no ano anterior e receberam, em média, até dois salários mínimos mensais podem sacar o abono salarial ao qual tem direito.

O prazo termina no dia 30, e cerca de 574 mil ainda não retiraram o dinheiro, segundo último balanço da Caixa Econômica Federal, divulgado na sexta-feira (18). Juntos, eles deverão receber aproximadamente R$ 293 milhões. Já haviam sido pagos aproximadamente R$ 6,4 bilhões até sexta. No total, perto de 14,5 milhões de trabalhadores podem receber o abono.

O saque pode ser feito em qualquer agência da Caixa Econômica Federal, nos terminais de autoatendimento ou nas lotéricas, com o Cartão do Cidadão. Se não tiver, é preciso levar a carteira de trabalho e o número do PIS.

Quem tem cotas de PIS

Os trabalhadores que possuem cotas de PIS também podem sacar, até o dia 30, o rendimento desse montante. O valor é calculado proporcionalmente ao tempo de serviço registrado na conta e ao salário anual do trabalhador na época.

De acordo com a Caixa, o número total de trabalhadores que podem retirar os rendimentos é de 28.730.163. O valor é de cerca de R$ 1,3 bilhão. Até sexta-feira, apenas 13.892.166 trabalhadores haviam sacado o dinheiro - o equivalente a R$ 608 milhões.

Pode receber o trabalhador que foi cadastrado no PIS/Pasep até dia 4 de outubro de 1988 e possui saldo na cota do PIS. O saque também é feito em qualquer agência da Caixa Econômica Federal, nos caixas eletrônicos ou nas lotéricas. As informações são da Rede Globo.

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26/10/2008 free counters

Buttons, T-shirts and a Facebook group for quake in Canada

Vancouver Sun




Within hours — or in some cases, minutes — of the earthquake that shook central Canada on June 23, a cottage industry popped up online, full of people looking to capitalize on the shaky afternoon.

Less than an hour after the 5.0-magnitude tremors subsided, someone had created a T-shirt design declaring "I survived the 2010 Ottawa earthquake," which was selling for $26.50 from CustomInk.com.

And although the epicentre of the quake was located just north of Ottawa, Torontonians seemed to want to stake a claim, too.

Another T-shirt design emblazoned with, "I survived Toronto earthquake 2010" appeared on Zazzle.com soon after the Ottawa version. Spacing, an urban landscape magazine in Toronto, also swiftly whipped up "I survived the quake!" buttons featuring the image of a trembling CN Tower, selling them for $2 through PayPal online and at a handful of bricks-and-mortar businesses in Toronto.

In Ottawa, Dylan Armstrong was napping in a chair when the quake hit and woke him up. His father turned panicky after the trembling stopped, he says, and within "about 20 minutes," the experience spawned a new Facebook group.

"I updated my Facebook status just to tease my dad," says Armstrong, 18.

"My dad said, 'I survived the earthquake of 2010' and that was my new status, and then one of my friends said, 'Dylan, that should be a Facebook group.' "

Through the afternoon, the recent high school grad watched, amazed, as about four new people joined every minute, and by 6 p.m. on Wednesday, the group had drawn nearly 300 members.

"Everyone wants to be able to give their two cents about something," Armstrong says, laughing. "I don't really plan to do anything with it; it was more just a joke on my dad."

"In my whole life, I have never been sober and watched my house move," one member wrote on the group's page. "It was an experience."

The quake was also immortalized on Wikipedia within half an hour of the tremors. Initially, the "2010 Central Canada earthquake" page contained only the sketchiest details and links to a couple of news articles, but the creator also threw in a few dramatic flourishes: "A Canadian dodo, located in Ontario, texted his friends in case they were worried about him," the page read. "They were not." That part of the entry was swiftly deleted.

On the web:

Link to the Toronto earthquake T-shirt: www.zazzle.ca/i—survived—toronto—earthquake—2010—tshirt-235881067103972311

The Ottawa earthquake T-shirt: www.customink.com/designs/tshirt/fwx0-000e-xeff/hotlink? cm—mmchotlink-—-1-—-Body—txt-—-button1

The Wikipedia page: http://en.wikipedia.org/wiki/2010—Central—Canada—earthquake

The Facebook group: www.facebook.com/?reflogo#!/group.php? gid129524483747626&refts

The buttons: http://spacingtoronto.ca/2010/06/23/we-made-i-survived-the-quake-buttons/





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U.S. General in Afghan War Risks Losing Job



The White House summoned Gen. Stanley McChrystal to Washington to explain disparaging comments in a forthcoming Rolling Stone magazine article about his commander in chief and President Barack Obama's top aides. (June 22)


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