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sexta-feira, 22 de julho de 2011

Marc Anthony tuvo un 'affaire' mientras estaba con Jennifer Lopez, según 'US Weekly'


Jennifer Lopez y MarcAnthony en California en mayo de este año. | Reuters

Jennifer Lopez y MarcAnthony en California en mayo de este año. | Reuters

  • Ya no se hablan salvo para cuestiones relacionadas con sus dos hijos gemelos
  • Marc mantuvo supuestamente una relación con una azafata de vuelo en 2009

Era de esperar que con el tiempo salieran trapos sucios en cantidad y que a alguno de los dos se le atribuyera un 'affaire'. En este caso ha sido Marc Anthony el que supuestamente mantuvo una relación con una azafata de vuelo hace dos años, de acuerdo con la publicación 'US Weekly', que cita fuentes cercanas para referirse a una situación que estuvo a punto de propiciar la separación entre el cantante y Jennifer Lopez.

"La ruptura pudo haber llegado mucho antes", indica la fuente de la revista del corazón. "Jennifer le iba a dejar, pero Marc le suplicó que le dejara quedarse. Acudieron a un consejero matrimonial y ella decidió darle una nueva oportunidad. Es alguien a quien quería de verdad".

Es un capítulo más de una relación que se terminó de forma oficial el pasado 15 de julio y que no parece que vaya a dar marcha atrás. Anthony confesó durante un concierto en Bogotá el pasado fin de semana que ya era un hombre soltero y su mujer aprovechó una ocasión similar para expresar su felicidad actual pese a todo lo sucedido.

Fuentes cercanas aseguran que los dos puertorriqueños ya no se hablan salvo para cuestiones relacionadas con sus dos hijos gemelos, Emma y Max, por lo que muchos a su alrededor dan por hecho que la situación acabará en divorcio, con la consiguiente disputa por los bienes conjuntos y por la custodia de los pequeños.

También han saltado a la palestra los rumores sobre la presunta relación entre Lopez y el modelo cubano William Levy, aunque el representante ha negado que hubiera nada salvo una estrecha relación profesional.







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Google Logo Honors Mobile Inventor Alexander Calder

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If you’re wondering what the logo is on Google today, it's a mobile – perhaps you have memories of one hanging above your crib, or maybe even one hanging above your own child’s crib. Alexander Calder, born 113 years ago today in 1898, may not have invented the baby mobile, but his large sculptures, dubbed mobile art because of the use of moving parts and wires, were the inspiration for the genre.

Alexander Calder Google Doodle

The doodle is clever – it moves when you mouse around it – and there is a spot where it almost disappears. The shadow below the search box moves in synch, too.

The art appears to be 3D, and the creativity to make this work can be seen in the large amount of code Google has on the page. If you check the page source, there is so much more code than an ordinary Google homepage.

Calder would have loved the work that went in to this doodle. The mobile has the fish motif that Calder was known for, and that childish feel that the artist and toy creator enjoyed.

calder-red-mobile

Calder is from a family of American artists. His father was a famous sculptor – as was his grandfather, who sculpted the William Penn statute that sits above Philadelphia's City Hall – and his mother was a professional portrait painter trained in France at the Sorbonne.

"In the 1950s, Calder increasingly concentrated his efforts on producing monumental sculptures. Notable examples are ".125" for JFK Airport in 1957, "La Spirale" for UNESCO in Paris 1958 and "Man" ("L'Homme"), commissioned for Expo 67 in Montreal. Calder's largest sculpture until that time, 20.5 meters high, was "El Sol Rojo," constructed for the 1968 Summer Olympics in Mexico City," Wikipedia notes.

His mobiles are exhibited in some of the best known museums of the world. There is a room set aside in the National Gallery of Art in Washington DC. Calder, who died November 11, 1976, was posthumously awarded the Presidential Medal of Freedom in 1977.

calder-room-washington-dc

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Google Logo Today 22 July 2011 | Google Logo Alexander Calder 22.07.2011 | Google Logo | Google Doodle

Looks like Google is playing with my its users again — only this time, the Doodle is very tricky.
Compared to previous Google Doodles that you can easily click the image and see the search words embedded into it, the new Google logo today, July 21, is a moving image, and deciphering it is not an easy task. Luckily, I decoded the new Google Logo and found the answer hiding inside it.
The new Google Doodle is for Alexander Calder, the American sculptor and artist most famous for inventing the mobile sculpture — so yeah, the logo today is the “mobile sculpture” that Calder invented 80 years ago. Tomorrow is Alexander Calder’s 113th birthday.
According to Calder’s Wikipedia entry, he also created paintings, lithographs, toys, tapestry, jewelry and household objects, but his mobile sculpture is his winning moment because it’s an art with a sprinkle of Physics. The Mobile Sculpture is an artwork that is using the principle of equilibrium that is allowing weighted objects hang. Objects that are in the sculpture are balancing each other to maintain their horizontal alignment.
To simplify the explanation of the Mobile Sculpture, see it as a see-saw with two or three kids playing with it. The kids are the rods, and the see-saw is the main object of the equilibrium or balance, and kids can control their weight and their place or position to maintain the horizontal or straight alignment of the see-saw.
I embedded a video from YouTube featuring Alexander Calder’s mobile in his father’s hometown in Philadelphia.
So apparently, Google loves technology and science — and they celebrate them by using Art.




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Valec,Transportes: TCU identifica indícios de prejuízo de R$ 420 milhões em estatal


Obras em ferrovias - que integram o PAC - tiveram a compra de materiais suspensa pelo órgão

21 de julho de 2011 | 18h 50

Marta Salomon, de O Estado de S.Paulo

BRASÍLIA - Em meio à crise no comando do Ministério dos Transportes, o Tribunal de Contas da União (TCU) identificou indícios de prejuízo de R$ 420 milhões aos cofres públicos na Valec, estatal que comanda obras em ferrovias. O TCU determinou a suspensão da compra de materiais como dormentes para trechos da Norte-Sul e Oeste-Leste.

Veja também:
link MPF entra com ação contra Dnit por abandono de rodovia
link Diretor afastado do Dnit constrói casa de R$ 2,5 mi no MT
link RELEMBRE: Influência do PR nos Transportes atingiu TCU
link Presidente avisa que faxina segue se houver denúncias
link Relembre os principais fatos que marcaram a crise

As duas obras integram o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). A medida cautelar foi aprovada por unanimidade no tribunal depois que a equipe técnica apontou a existência de estimativa de sobrepreço de 44,71% na compra antecipada de materiais que deverão ser usados apenas na parte final da construção dos trechos das duas ferrovias.

A suspensão da compra foi definida dez dias depois da demissão do ex-presidente da Valec José Francisco das Neves, na primeira leva de demissões após as denúncias de irregularidades no Ministério dos Transportes. Depois disso, outros dois funcionários da estatal já tiveram a exoneração publicada no Diário Oficial da União.

O despacho do TCU, a que o Estado teve acesso, foi levado ao plenário pelo ministro Marcos Bemquerer em caráter de urgência. Não estava na pauta. "Precisamos de uma decisão rápida diante da possibilidade de prejuízo", disse na quarta-feira, 20, o ministro, que não apontou vínculos entre a decisão do tribunal e a crise no Ministério dos Transportes e os políticos envolvidos. A área é uma das recordistas em irregularidades nas análises do tribunal.

A suspensão das compras atingem 12 processos , a maior parte deles relativos à Ferrovia de Integração Oeste-Leste, chamada de Fiol. A ferrovia está na fase inicial das obras e irá ligar Ilhéus, na Bahia, ao município de Figueirópolis, em Tocantins. O PAC prevê a conclusão das obras de pouco mais de 1,5 mil quilômetros de trilhos até o final do mandato da presidente Dilma Rousseff, ao custo de R$ 7,4 bilhões.

Cinco dos contratos em que o TCU identificou irregularidades são da Ferrovia Norte-Sul, iniciada ainda na segunda metade dos anos oitenta, durante o governo do ex-presidente José Sarney. Os contratos questionados estão relacionados ao trecho mais recente de obras, chamado de tramo sul da ferrovia. Esse trecho tem 680 quilômetros e vai ligar aos municípios de Ouro Verde (GO) a Estrela do Oeste (SP). Com esse trecho pronto, a Norte Sul teria mais de 3.000 quilômetros de extensão.



As encomendas dos materiais estão suspensas, assim como eventuais pagamentos, até uma decisão definitiva do Tribunal de Contas da União. Os técnicos defendem que os contratos com as empreiteiras sejam revistos para que materiais _como dormentes de concreto, palmilhas amortecedoras e calços isoladores para os trilhos dos trens_ sejam comprados diretamente pela Valec, por meio de pregão específico.

A estimativa de sobrepreço de 44,71% e prejuízo potencial de R$ 420 milhões para os cofres públicos levou em conta apenas os preços das dormentes de concreto.

A Valec avalia que o tribunal de enganou quando mandou suspender parte dos contratos das duas ferrovias. A estatal informou que pretende contestar a cautelar até 8 de agosto. "Na verdade o nosso preço de concorrência foi inferior ao preço recomendado por outra secretaria do tribunal. A nosso ver, a posição será revista pelo TCU", informou a estatal, por meio da assessoria.


VALEC

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
VALEC Engenharia, Construções e Ferrovias S.A.
Abreviações VALEC
Área de operação Maranhão, Tocantins e Goiás
Tempo de operação 1972–Presente
Antecessora -
Sucessora -
Bitola 1600 (larga) mm
Frota 00 locomotivas
Sede Brasília, DF, Brasil

A VALEC-Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. é uma empresa pública, sob a forma de sociedade por ações, controlada pela União através do Ministério dos Transportes, conforme texto da Lei 11.772/2008.

Índice

[esconder]

[editar] Objetivos

Cabe à VALEC o planejamento econômico e administrativo de engenharia de uma estrada de ferro; sua construção, operação, exploração e sistemas de interligação com outras modalidades de transportes; implantação e operação de sistemas de armazenagem, transferência e manuseio de produtos e bens a serem transportados; elaboração de estudos de viabilidade para a expansão da malha ferroviária.

Como empresa pública, a VALEC pode receber da Administração Federal todos os encargos que estejam de acordo com suas atribuições.

[editar] Concessões

A VALEC tem concessão para a construção da Ferrovia Norte-Sul, cujo traçado, com extensão aproximada de 3.100 km, é iniciará em Belém, no Pará, e seguirá até o município de Panorama, em São Paulo.

A VALEC detém também as concessões das ferrovias:

[editar] Ferrovia Norte-Sul

A VALEC subconcedeu em dezembro de 2007 a operação da Ferrovia Norte-Sul para a VALE por um período de 30 anos.

[editar] Transporte de passageiros

Está sobre responsabilidade da VALEC os estudos da construção dos trens de alta velocidade que ligarão as cidade de São Paulo - Rio de Janeiro - Campinas, e Belo Horizonte - São Paulo - Curitiba

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Filha de superintendente da Valec foi para o Dnit


22 de julho de 2011 | 8h 34

AE - Agência Estado

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) empregou até ontem a filha de Oswaldo de Almeida Simões Júnior, superintendente de Administração da Valec, empresa estatal que cuida de ferrovias. Patrícia Merola Simões era funcionária terceirizada e, segundo o Dnit, foi retirada do órgão, o que ocorreu após o jornal O Estado de S. Paulo pedir informações sobre o caso.

Patrícia era secretária na assessoria parlamentar do órgão, onde, segundo o próprio Dnit, "atendia telefonemas e recebia pessoas". Ela assessorava o irmão do senador Magno Malta (PR-ES), Maurício Pereira Malta, que chefia a assessoria parlamentar da autarquia. Em um primeiro contato com a reportagem, na quarta-feira, a assessoria de comunicação do Dnit tratou Patrícia Simões como funcionária do órgão.

"Patrícia Merola Simões trabalha como secretária na assessoria parlamentar, onde atende telefonemas e recebe as pessoas. É funcionária terceirizada, de nível médio, com um salário bruto de R$ 1.800", informou então a comunicação social do órgão.

Ontem, no entanto, a informação era outra. Alertada pela reportagem de que duas denúncias de nepotismo cruzado haviam sido encaminhadas à ouvidoria do Dnit, a autarquia afirmou que a ouvidora "terminou nesta semana uma sindicância iniciada há 30 dias e recomendou à Diretoria de Administração e Finanças a devolução da funcionária à empresa, o que já foi feito".

Segundo uma fonte ouvida pela reportagem, Patrícia estava na assessoria parlamentar do Dnit havia pelo menos três anos - como ela era funcionária terceirizada, não é possível confirmar a informação no Portal da Transparência do governo federal, que mostra apenas as datas de contratação de funcionários concursados e em cargos de confiança.





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Como empresa pública, a VALEC pode receber da Administração Federal todos os encargos que estejam de acordo com suas atribuições.

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A VALEC detém também as concessões das ferrovias:

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Dnit empregou filha de superintendente da Valec, diz jornal




O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) empregou até quinta-feira a filha de Oswaldo de Almeida Simões Júnior, superintendente de Administração da Valec, estatal responsável pelas ferrovias. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo. Patrícia Merola Simões era funcionária terceirizada e, segundo o Dnit, foi retirada do órgão, o que teria ocorrido após o jornal pedir informações sobre o caso. Ela era secretária na assessoria parlamentar do órgão, onde, segundo o Dnit, "atendia telefonemas e recebia pessoas", assessorando o irmão do senador Magno Malta (PR-ES), Maurício Pereira Malta, que chefia o setor.

Em um primeiro contato com a reportagem, o Dnit teria tratado Patrícia como "funcionária terceirizada, de nível médio, com um salário bruto de R$ 1.800". Um dia depois, no entanto, a autarquia teria afirmado que a ouvidora "terminou nesta semana uma sindicância iniciada há 30 dias e recomendou à Diretoria de Administração e Finanças a devolução da funcionária à empresa, o que já foi feito". O pai de Patrícia é superintendente da Valec desde 2005, aliado de Mauro Barbosa, diretor-geral do Dnit exonerado após a revelação de esquemas de cobrança de propina no órgão. Patrícia se comunicava com diretores de empresas contratadas, sendo que teria recebido convites para jantar com o diretor da Camter Construções e Empreendimentos, em ocasião em que ele viajava a Brasília para conversar, no Dnit, com Frederico Augusto Dias, apadrinhado do deputado Valdemar Costa Neto (PR-SP), que também era terceirizado no órgão e estaria "dando uma força para a Camter", nas palavras do diretor. Em 2010, a construtora recebeu R$ 37,8 milhões do Dnit para obras em rodovias de Goiás, Rio de Janeiro e Ceará.





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Cabe à VALEC o planejamento econômico e administrativo de engenharia de uma estrada de ferro; sua construção, operação, exploração e sistemas de interligação com outras modalidades de transportes; implantação e operação de sistemas de armazenagem, transferência e manuseio de produtos e bens a serem transportados; elaboração de estudos de viabilidade para a expansão da malha ferroviária.

Como empresa pública, a VALEC pode receber da Administração Federal todos os encargos que estejam de acordo com suas atribuições.

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A VALEC tem concessão para a construção da Ferrovia Norte-Sul, cujo traçado, com extensão aproximada de 3.100 km, é iniciará em Belém, no Pará, e seguirá até o município de Panorama, em São Paulo.

A VALEC detém também as concessões das ferrovias:

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A VALEC subconcedeu em dezembro de 2007 a operação da Ferrovia Norte-Sul para a VALE por um período de 30 anos.

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Lula recebe título de Doutor Honoris Causa


22/07/2011 | 07h47 | Santa Isabel




No segundo dia de visita ao Recife, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebe esta manhã a outorga do título de Doutor Honoris Causa pelas uUniversidades Federal de Pernambuco (UFPE), Rural de Pernambuco (UFRPE) e de Pernambuco (UPE). O título é atribuído à personalidades que se tenham se destacado pelo saber ou pela atuação em prol das artes, das ciências, da filosofia, das letras ou do melhor entendimento entre os povos.

A cerimônia acontece no Teatro de Santa Isabel, sendo presidida pelo reitor Amaro Lins e tendo como presidente de honra o governador Eduardo Campos. Participam ainda do evento reresentantes dos Conselhos Universitários das três instituições de ensino superior e outros convidados das universidades, do Governo do Estado e da Prefeitura do Recife.

A concessão do título pela UFPE foi aprovada pelo Conselho Universitário em 2002, sendo a primeira universidade a fazer esta homenagem a Lula. Os demais títulos foram concedidos posteriormente, a UFRPE, em 2003, e a UPE, em 2009. No entanto, a entrega do título acontece agora por decisão do próprio Lula, que preferiu receber homenagens desta natureza somente depois que deixasse a presidência.

DIARIODEPERNAMBUCO










Pressionado, irmão de Romero Jucá deixa Conab

Reportagem de VEJA revelou que Oscar Jucá Neto fez um pagamento de 8 milhões de reais de forma irregular

Luciana Marques
O senador Romero Jucá: líder do governo, ele procurou o vice Michel Temer para defender o irmão

O senador Romero Jucá: líder do governo, ele procurou o vice Michel Temer para defender o irmão (Geraldo Magela/Agência Senado)

O diretor financeiro da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Oscar Jucá Neto, pediu demissão na tarde desta quinta-feira ao ministro da Agricultura, Wagner Rossi. A solicitação foi feita após uma série de reuniões ao longo da semana com a cúpula do PMDB, inclusive com a presença do vice-presidente, Michel Temer. Oscar Jucá Neto é irmão do líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR).

Jucazinho não teve tempo nem de esquentar a cadeira: sua demissão ocorreu logo depois que ele completou um mês no cargo. E cinco dias após VEJA ter revelado que ele autorizou, por conta própria, o pagamento de uma dívida de 8 milhões de reais a uma empresa de armazenagem chamada Renascença. Havia, porém, um empecilho legal para pôr um ponto final no litígio: o dinheiro para saldar a dívida não existia no orçamento, o que levou a Conab a ter a área de um estacionamento penhorada pela Justiça como garantia de pagamento.

Pressa - Apenas duas semanas depois de assumir o cargo, Jucazinho aproveitou que o presidente da Conab, Evangevaldo Moreira, estava fora, numa reunião de trabalho com o ministro da Agricultura, e decidiu resolver o caso. Como diretor financeiro, ele tem a senha da conta da Conab. Sem avisar nada a ninguém, ele verificou que havia dinheiro em caixa e fez a transferência. Jucazinho tinha tanta pressa que não atentou para o fato de que estava sacando dinheiro de um fundo que só pode ser usado para comprar alimentos. Dois dias depois, o presidente da Conab descobriu a fraude e levou o assunto ao conhecimento do ministro Wagner Rossi.

Chamado a se explicar na frente do ministro, Jucazinho desafiou seus superiores. Disse que pagou porque era preciso pagar - e pronto. Não se deu ao trabalho de explicar o porquê da pressa, do descuido com os procedimentos administrativos, de ter feito tudo na surdina. Diante do enfrentamento, Rossi, um cacique menor se comparado ao senador Jucá, decidiu demitir Jucazinho.

Ao tomar conhecimento das intenções do ministro, o senador Jucá procurou Michel Temer para defender o irmão. O vice-presidente ficou numa situação delicada. De um lado, seu afilhado político, Wagner Rossi, que foi desautorizado. Do outro, Jucazão, o homem de confiança, artífice de todas as tarefas sujas do partido. Diante do impasse, Temer lavou as mãos - e combinou com os correligionários que o problema seria resolvido sem alarde para evitar desgastes. Em tempo: o agora milionário dono da Renascença integra uma lista de pessoas carentes candidatas a receber uma casa popular do governo.



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Em SP, prima de secretário lucra em sua gestão



Projeto demora e firma ganha R$ 19 mi

21 de julho de 2011 |




Mesmo com base de apoio de 40 dos 55 vereadores dando aval às suas propostas, o prefeito Gilberto Kassab não aprovou na Câmara Municipal um projeto que, além de interromper o principal contrato da Egypt, poderia render R$ 200 milhões anuais aos cofres públicos. Trata-se da concessão do mobiliário urbano, que, caso fosse aprovada assim que começou a tramitar, faria a Egypt, empresa que tem como sócia prima do secretário municipal de Transportes, Marcelo Cardinale Branco, deixar de faturar R$ 19,4 milhões da Prefeitura.

O projeto em questão prevê a concessão dos abrigos de ônibus e relógios de rua para empresa que seria responsável pela manutenção. Em troca, ela exploraria os espaços publicitários dos equipamentos e, para isso, pagaria R$ 200 milhões anuais à Prefeitura. O projeto chegou à Casa em fevereiro de 2010 mas, até agora, não foi aprovado e a Prefeitura continua pagando a Egypt para consertar os abrigos.

Desde o ano passado, muitos vereadores comentam sobre o pouco interesse do prefeito em ver aprovada a proposta, que foi divulgada pela primeira vez em 2007. Só em junho o líder de governo, Roberto Trípoli (PV), retirou três vezes da pauta o projeto do mobiliário urbano. Mas ele nega ter sofrido pressão para segurar a proposta. “O prefeito queria que o texto fosse votado. Quem não queria votar o mobiliário era eu. Fui um dos autores da Lei Cidade Limpa e qualquer flexibilização na publicidade da cidade precisa ser muito bem debatida”, argumentou o líder. “A segunda discussão vai ocorrer no segundo semestre”.

Recomendação
Kassab, por sua vez, afirmou que não interfere no trabalho da Câmara Municipal. “Sou um prefeito diferente. Não uso de minoria ou maioria para aprovar projetos. Apresento os projetos e aqueles que eles entendem que são bons para a cidade são aprovados”, disse. Segundo ele, é importante que o texto seja discutido à exaustão. Mas o prefeito diz que vai recomendar ao Legislativo a aprovação da proposta.

O plano da Secretaria de Planejamento era que a licitação do mobiliário já estivesse concluída em 2010 – o orçamento daquele ano previa R$ 200 milhões de receita a serem criados pela concessão. Desde o início da tramitação, dois termos aditivos foram firmados com a empresa da prima de Branco – um de R$ 9,3 milhões e outro de R$ 10,1 milhões.

MP vai apurar o caso
O Ministério Público Estadual vai instaurar inquérito civil público na semana que vem para apurar os contratos firmados entre a Prefeitura e a Egypt. Foi o que afirmou Sílvio Marques, da Promotoria do Patrimônio Público. Caso o conflito de interesses seja confirmado, poderá haver até anulação dos contratos e processo por improbidade administrativa contra o secretário dos Transportes.

Débora Bergamasco, Diego Zanchetta, Rodrigo Burgarelli e Felipe Frazão




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Bandidos atacam mais dois caixas eletrônicos na capital e na Grande SP, já são pelo menos 88 ataques


De janeiro a julho deste ano já são pelo menos 88 ataques a caixas no periodo noturno na Região Metropolitana

22 de julho de 2011 | 6h 24

Ricardo Valota, do estadão.com.br

SÃO PAULO - Criminosos atacaram mais dois caixas eletrônicos, um dentro de uma farmácia, na zona leste de São Paulo, outro dentro de uma agência bancária, em Mairiporã, na Grande São Paulo, na madrugada de sexta-feira, 22.

Um caixa eletrônico da rede Banco 24 Horas, instalado dentro de uma farmácia na Avenida Moacir Dantas Itapicuru, em São Miguel Paulista, na zona leste da capital, foi danificado por bandidos por volta das 3h30 . A polícia não informou se algum valor foi levado da máquina, cujo dispositivo de segurança danificou parte das notas manchando-as com tinta rosa.

Na explosão, o caixa pegou fogo. O Corpo de Bombeiros foi ao local para apagar as chamas. Não houve testemunhas e o estabelecimento, segundo a polícia, estava fechado e teve a porta arrombada pelos criminosos. O caso será registrado no 22º Distrito Policial, de São Miguel Paulista.

Também durante a madrugada, outra quadrilha entrou numa agência do Bradesco, na Avenida Pietro Petri, no bairro Terra Preta, em Mairiporã, na Grande São Paulo. Apenas parte da dinamite instalada no caixa explodiu. Como não conseguiram ter acesso ao cofre da máquina, os bandidos fugiram sem levar nada.

O Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate), da PM, foi acionado para recolher o material explosivo não acionado. Após uma análise, que será feita na base do grupo especializado, um relatório será enviado para a Polícia Civil.







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Metalúrgico do ABC ganha 79% a mais que a média


  • 22 de julho de 2011 |
  • 7h15 |

Gustavo Uribe

A média salarial dos metalúrgicos da base sindical da região do Grande ABC é 79,2% maior que a média nacional da categoria. O dado faz parte de pesquisa divulgada nesta quinta-feira, 21, pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em parceria com a subseção do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A média salarial desses trabalhadores, excluindo cargos de liderança, é de R$ 3.242,83. Já a média nacional é de R$ 1.809,91.

O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Sérgio Nobre, disse que a diferença se deve, entre outros fatores, à qualificação maior dos trabalhadores da região e à força de organização das suas entidades representativas.

Outro ponto seria a menor rotatividade da mão de obra na região. O estudo mostra que em 2010 a rotatividade no Grande ABC representou 18,7%, enquanto no Brasil esse índice foi de 35,5%. “Na nossa região há salários maiores porque os trabalhadores têm uma maior qualificação e a produtividade acaba sendo maior quando comparada com regiões sem tradição de indústria.”

A pesquisa indica também diferença nos rendimentos pagos a homens e mulheres. O salário médio pago ao metalúrgico na região do Grande ABC é de R$ 3.401,16, enquanto as metalúrgicas ganham em média R$ 2.319,05, o que equivale a 31,8% menos. Na região, há hoje 107.533 trabalhadores. Apenas 14,5% (15.568) são mulheres.

Segundo o estudo, nos últimos 22 anos houve pouca oscilação no porcentual de mulheres entre os metalúrgicos da região do Grande ABC.

O presidente do sindicato observou que, além do preconceito, há uma resistência econômica das empresas em contratar funcionárias, uma vez que seriam obrigados a investir em infraestrutura como, por exemplo, construção de novos vestiários e banheiros.

Educação
Em relação à edição anterior da pesquisa, realizada em 1994, houve alterações significativas no nível de escolaridade dos metalúrgicos. Em 1994, 48,6% tinham ensino fundamental incompleto, 18,2% o fundamental completo, 12,1% o ensino médio completo e 6% o ensino superior completo.

Já em 2010 a maioria dos metalúrgicos do ABC (54,9%) apresentavam ensino médio completo. O total de trabalhadores com ensino fundamental completo era de 10,6%, de ensino fundamental incompleto era de 8,5% e ensino superior completo, 12,9%.

O presidente do sindicato observou que o aumento da escolaridade trouxe diferenças na comunicação dos metalúrgicos com os líderes sindicais. “Eles agora são mais críticos e mais empenhados na luta por reajustes salariais.”

Na comparação entre 1994 e 2010 foi registrado um amadurecimento da categoria. O porcentual de trabalhadores entre 30 e 39 anos caiu de 33,6% para 29,5%, enquanto o porcentual de funcionários entre 40 e 49 anos cresceu de 23,4% para 25,9%.

Houve ainda uma leve queda no porcentual de trabalhadores entre 25 e 29 anos, de 18,1% para 17,5%, e um crescimento no porcentual de metalúrgicos entre 50 e 64 anos, de 6,7% para 11%.






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Vítima atira contra bandidos durante tentativa de assalto em túnel na zona sul


Para fugir dos tiros, assaltantes andaram na contramão no Túnel Tribunal de Justiça

22 de julho de 2011 | 8h 02

Pedro da Rocha - estadão.com.br

SÃO PAULO - Cinco bandidos, em três motos, tiveram que fugir na contramão após o homem escolhido que pretendiam assaltar sacar um revólver e disparar diversos tiros contra eles. O caso aconteceu por volta de 00h30 desta sexta-feira, 22, no Túnel Tribunal de Justiça, sentido Marginal Pinheiros, que liga as Avenida Juscelino Kubitschek e Antônio Joaquim de Moura Andrade, no Itaim Bibi, na zona sul da capital.

Segundo o delegado plantonista do 15º Distrito Policial, César Saad, os bandidos começaram a ameaçar alguns motoristas, até avistarem um homem em uma moto Honda Hornet amarela. Eles seguiram em direção a moto, com suposta intenção de roubar o veículo. "Quando o dono da Hornet viu que seria o alvo dos bandidos, sacou uma arma e disparou contra os assaltantes", contou o delegado. Um dos motoqueiros foi atingido de raspão na perna.

Para fugir dos tiros, duas das motos viraram na contramão e seguiram em fuga. No segundo semáforo, já fora do túnel, uma delas passou o sinal vermelho e bateu em uma Hyundai Tucson prata. Os dois ocupantes foram detidos. Um terceiro assaltante permaneceu em sua moto dentro do túnel, tentou passar despercebido, mas acabou preso pela polícia. Os dois ocupantes da terceira moto conseguiram escapar.

Quando abordou os bandidos, após o acidente de trânsito, a polícia ainda não tinha informações sobre o assalto. "Quando perguntados sobre o motivo de estarem na contramão, os motoqueiros disseram que haviam se perdido e tentavam encontrar o caminho certo no sentido contrário", contou Saad. Após ouvir testemunhas, a polícia percebeu se tratarem dos suspeitos de assalto.

Os motoqueiros envolvidos no acidente foram encaminhados ao Hospital das Clínicas (HC). Um deles, de 17 anos, sofreu fratura na coluna. O outro não corre risco de morte, apesar do tiro na perna.

Todos estavam sem documentos e os dois maiores de idade disseram ao delegado terem 19 e 22 anos. Saad disse que irá requisitar as imagens das câmeras da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), localizadas dentro do túnel. O atirador ainda não foi encontrado.








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