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terça-feira, 3 de maio de 2011

Homem morre 20 minutos após ter alta do Hospital Rocha Faria


Thamyres Dias

Quando foi internado no Hospital Estadual Rocha Faria, em Campo Grande, no último dia 22, com tuberculose e complicações da Aids, João Paulo de Paiva Silvério estava debilitado, mas consciente. Sete dias depois, ao ser levado para casa numa ambulância, contra a vontade da família, o homem de 34 anos já não falava, nem expressava qualquer reação. Foram cerca de 20 minutos entre sua chegada e sua morte, sem chance de socorro.

— A gente não queria que ele saísse do hospital porque ele estava muito mal. A assistente social disse que se não o buscássemos, seríamos processados por abandono. Quando a ambulância chegou, foi uma surpresa. João Paulo parecia muito mal, inconsciente. O enfermeiro disse apenas ‘não é problema meu’ — contou, revoltada, a cunhada de João Paulo, Ana Paula Silva Félix, de 29 anos.

A família reclama também do mau atendimento recebido no Rocha Faria. Edison Bruno Silvério conta que tinha que dar banhos e colocar fraldas no irmão sem a ajuda de enfermeiros, que também não alimentavam o paciente.

Indignado, Edison procurou a 36ª DP (Santa Cruz) e registrou ocorrência. A família pretende também acionar o Ministério Público.

— Queremos evitar que isso aconteça com outros pacientes. Como é possível dar alta a uma pessoa que está morrendo? Negar atendimento, uma chance de sobrevivência? — desabafou Ana Paula.

Em nota, o diretor do Hospital Rocha Faria, José Macedo, afirmou que João Paulo teve alta no dia 26 de abril "porque tinha o quadro estável e sem qualquer intercorrência que justificasse a necessidade de permanecer internado". Ainda segundo Macedo, "o paciente deixou a unidade lúcido, orientado, respirando normalmente e estável".






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26/10/2008 free counters

OPINIÃO PUBLICA : Justiça mantém júri, mas reduz pena de Alexandre Nardoni

03/05/2011 13h29 - Atualizado em 03/05/2011 14h34


Réu teve pena reduzida em cerca de 11 meses.
Pena de Anna Carolina Jatobá, madrasta da garota, foi mantida.

Juliana Cardilli Do G1 SP

Os desembargadores da 4ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo decidiram por unanimidade, nesta terça-feira (3), negar a anulação do julgamento do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, condenados em 2010 por matar Isabella (filha de Nardoni) em 2008. No entanto, a pena de Alexandre Nardoni foi reduzida em cerca de 11 meses devido a uma falha no cálculo da pena em relação aos agravantes. A pena de Anna Jatobá, madrasta da garota, foi mantida.


A pena de Alexandre ficou definida em 30 anos, 2 meses e 20 dias. Em 27 de março de 2010, depois de quatro dias de julgamento, ele tinha sido sentenciado a 31 anos, 1 mês e dez dias de prisão sob a acusação de ter jogado a própria filha Isabella da janela do sexto andar do prédio. A madrasta da menina recebeu pena de 26 anos e 8 meses de reclusão pela esganadura antes da queda.


A redução da pena ocorreu devido a um erro em seu cálculo, quando foram incorporados os valores dos agravantes - houve uma sobreposição na sua aplicação. Em casos de crimes com agravantes, sobre a pena base se incidem frações dela mesma para cada qualificadora. Entretanto, todas devem ser aplicadas em apenas uma fase. No caso de Alexandre, um dos agravantes foi calculado em uma segunda fase, após os dois primeiros – e não foi calculado sobre a pena base, e sim sobre a pena já com duas qualificadoras. Por isso, houve um ligeiro aumento na pena correta.

“Não é por mérito dele [Alexandre Nardoni], ou porque ele merecia menos pena, ou porque a pena foi exacerbada. Nós temos que calcular a pena em três fases. Houve um acerto de colocação de pena. Eu não mudei nenhum fator de incidência da pena. O que eu fiz é um novo cálculo matemático em cima de todos os valores que incidem na origem”, explicou o relator do processo, desembargador Luís Soares de Mello Neto.

A autoria do crime e a validade do julgamento, entretanto, não geraram dúvidas ao desembargador. “O recurso estava muito bem feito, me deu muito trabalho, mas tenho certeza absoluta de que tudo correu exatamente como eu falei, que foram os dois os autores do homicídio.”

Defesa
Para o defensor do casal, Roberto Podval, a redução da pena foi uma vitória. “Eu saio achando que ganhamos, com uma redução de pena, ainda que pequena. Era inesperada qualquer redução neste Tribunal, nesta Câmara, fomos surpreendidos com uma redução, acho que pequena, acho que poderia ter sido maior, poderia ter sido de ambos, mas para mim foi o começo de uma vitória. Não tenho dúvida que outras virão nos tribunais superiores”, afirmou ele.

Em relação à manutenção do júri que condenou seus clientes, o advogado afirmou que a decisão já era esperada. “O que aconteceu aqui era em grande parte previsível, a maioria das teses já tinham sido trazidas através de habeas corpus, já tinham sido negadas, mas é necessário trazê-las de novo para poder subir aos tribunais superiores.”

Já o promotor que acompanhou todo o caso, Francisco Cembranelli, minimizou a reducao da pena. “Não significou nada, isso é irrelevante no contexto. Foi tão mínima no contexto da sanção que passou completamente despercebida, em uma pena de mais de 30 anos reduziu-se menos de um ano, isso não vai significar nada no cumprimento da sanção. A defesa vem colhendo desde o inicio do caso decisões desfavoráveis e todas por unanimidade. O que mostra que a acusação esta absolutamente e categoricamente correta”, afirmou.

A procuradora Sandra Jardim, que discursou durante o julgamento, ressaltou que a função do Tribunal é reparar eventuais erros, e que a principal questão desta terça, a anulação do processo, foi negada. “Eu acho que essa é a função do Tribunal, operar quando visualiza um equívoco, embora o juiz que aplicou a pena tivesse um entendimento particular nessa questão. É uma correção que na pratica vai ter um efeito quase que nenhum, inexpressivo. No que importava realmente, foi mantida a sentença.”

Os desembargadores da 4ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de SP negou a anulação do julgamento do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá (Foto: Juliana Cardilli/ G1)Os desembargadores da 4ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de SP negou a anulação do julgamento do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá (Foto: Juliana Cardilli/ G1)






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26/10/2008 free counters

INSS gasta mais de R$ 1 milhão para gerir 500 imóveis no Rio


Mario Campagnani

Além de cuidar de cerca de 28 milhões de benefícios, o INSS tem uma responsabilidade que pode surpreender seus segurados: é um dos maiores proprietários de imóveis no Estado do Rio. São mais de 500 — entre prédios, terrenos e apartamentos —, herança de institutos previdenciários que foram extintos com a criação da autarquia, em 1991. Agora, o INSS está tentando vendê-los, uma vez que, apesar de alguns estarem alugados e darem lucro, juntos, eles representam um custo superior a R$ 1 milhão por mês.

O superintendente do INSS no Rio e em Minas Gerais, Manoel Lessa, explica que, do total de imóveis, 214 foram autorizados para venda pelo Plano Nacional de Desimobilização (PND). Seis deles já foram vendidos, como o terreno no Centro de Niterói onde funcionará a sede do Tribunal Regional Federal no município, negociado por R$ 8,1 milhões.

— Nossa função é a seguridade social, não a administração de imóveis. Até o fim do ano, vamos vender, no mínimo, mais 20 imóveis, pois temos como objetivo conseguir R$ 89 milhões pa$os cofres públicos — explicou Lessa, dando como exemplo um prédio na Avenida Graça Aranha, Centro do Rio, onde funciona a Agência Nacional de Cine$(Ancine), que deve ser vendido por R$ 12 milhões.

Além dos imóveis dos quais pretende se desfazer, o $ainda tem associados a ele mais de cinco mil apartamentos que já foram vendidos, mas cujos proprietários ainda não têm a escritura definitiva. São residências em $habitacionais, especialmente na Zona Norte do Rio, que não trazem prejuízo para o instituto, mas também deverão ser regularizadas.

— Ainda estamos traba$nisso, mas, futuramente, pretendemos convocar esses proprietários às agências para que eles possam ter suas escrituras definitivas — disse Lessa.

Autorização para vender desde 1998

A mobilização atual para vender os imóveis chega com mais de 12 anos de atraso. Em 17 de novembro de 1998, foi publicada a Lei 9.702, que autorizava o INSS a se desfazer de todas as propriedades que considerasse desnecessárias. Para o advogado previdenciário Guilherme Portanova, o número de imóveis que ainda pertencem ao instituto mostra uma dilapidação do patrimônio público:

— Um prédio parado significa uma perda de dinheiro constante, seja por proble$de invasões ou da própria manutenção, já que, ao não ser utilizado, sua degradação ocorre de forma acelerada.

Manoel Lessa explica que a situação de muitos imóveis é um entrave para suas vendas, porque estão ocupados ou têm dívidas acumuladas, como de IPTU, que estão sendo questionadas.

— Eu não posso falar por administrações anteriores, mas a venda de imóveis é uma prioridade que temos — afirmou Lessa.







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26/10/2008 free counters

135 INSS tem sempre um safado para desligar o telefone

INCRIVEL !!!!!!
COMO O INSS É UM LIXOOOOOOOOOOOO, NADA FUNCIONA , NADA!
oPS SÓ FUNCIONA OS SERVIDORES QUE FRAUDAM O SISTEMA, OS FISCAIS QUE LEVAM UMA GRANINHA ALI E AQUI, , ISSO FUNCIONA,
INSS DEVIA SER EXTINTO E TER PREVIDENCIA PRIVADA SOMENTE, ASSIM ACABAVA COM A FARRA DESSA CAMBADAAAAAAAAA






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26/10/2008 free counters

Osama Bin Laden Dead: How One Phone Call Led U.S. To Bin Laden's Doorstep


Osama Bin Laden Dead

By ADAM GOLDMAN and MATT APUZZO 05/ 2/11 07:11 PM ET AP


WASHINGTON -- When one of Osama bin Laden's most trusted aides picked up the phone last year, he unknowingly led U.S. pursuers to the doorstep of his boss, the world's most wanted terrorist.

That phone call, recounted Monday by a U.S. official, ended a years-long search for bin Laden's personal courier, the key break in a worldwide manhunt. The courier, in turn, led U.S. intelligence to a walled compound in northeast Pakistan, where a team of Navy SEALs shot bin Laden to death.

The violent final minutes were the culmination of years of intelligence work. Inside the CIA team hunting bin Laden, it always was clear that bin Laden's vulnerability was his couriers. He was too smart to let al-Qaida foot soldiers, or even his senior commanders, know his hideout. But if he wanted to get his messages out, somebody had to carry them, someone bin Laden trusted with his life.

In a secret CIA prison in Eastern Europe years ago, al-Qaida's No. 3 leader, Khalid Sheikh Mohammed, gave authorities the nicknames of several of bin Laden's couriers, four former U.S. intelligence officials said. Those names were among thousands of leads the CIA was pursuing.

One man became a particular interest for the agency when another detainee, Abu Faraj al-Libi, told interrogators that when he was promoted to succeed Mohammed as al-Qaida's operational leader he received the word through a courier. Only bin Laden would have given al-Libi that promotion, CIA officials believed.

If they could find that courier, they'd find bin Laden.

The revelation that intelligence gleaned from the CIA's so-called black sites helped kill bin Laden was seen as vindication for many intelligence officials who have been repeatedly investigated and criticized for their involvement in a program that involved the harshest interrogation methods in U.S. history.

"We got beat up for it, but those efforts led to this great day," said Marty Martin, a retired CIA officer who for years led the hunt for bin Laden.

Mohammed did not reveal the names while being subjected to the simulated drowning technique known as waterboarding, former officials said. He identified them many months later under standard interrogation, they said, leaving it once again up for debate as to whether the harsh technique was a valuable tool or an unnecessarily violent tactic.

Story continues below

It took years of work for intelligence agencies to identify the courier's real name, which officials are not disclosing. When they did identify him, he was nowhere to be found. The CIA's sources didn't know where he was hiding. Bin Laden was famously insistent that no phones or computers be used near him, so the eavesdroppers at the National Security Agency kept coming up cold.

Then in the middle of last year, the courier had a telephone conversation with someone who was being monitored by U.S. intelligence, according to an American official, who like others interviewed for this story spoke only on condition of anonymity to discuss the sensitive operation. The courier was located somewhere away from bin Laden's hideout when he had the discussion, but it was enough to help intelligence officials locate and watch him.

In August 2010, the courier unknowingly led authorities to a compound in the northeast Pakistani town of Abbottabad, where al-Libi had once lived. The walls surrounding the property were as high as 18 feet and topped with barbed wire. Intelligence officials had known about the house for years, but they always suspected that bin Laden would be surrounded by heavily armed security guards. Nobody patrolled the compound in Abbottabad.

In fact, nobody came or went. And no telephone or Internet lines ran from the compound. The CIA soon believed that bin Laden was hiding in plain sight, in a hideout especially built to go unnoticed. But since bin Laden never traveled and nobody could get onto the compound without passing through two security gates, there was no way to be sure.

Despite that uncertainty, intelligence officials realized this could represent the best chance ever to get to bin Laden. They decided not to share the information with anyone, including staunch counterterrorism allies such as Britain, Canada and Australia.

By mid-February, the officials were convinced a "high-value target" was hiding in the compound. President Barack Obama wanted to take action.

"They were confident and their confidence was growing: 'This is different. This intelligence case is different. What we see in this compound is different than anything we've ever seen before,'" John Brennan, the president's top counterterrorism adviser, said Monday. "I was confident that we had the basis to take action."

Options were limited. The compound was in a residential neighborhood in a sovereign country. If Obama ordered an airstrike and bin Laden was not in the compound, it would be a huge diplomatic problem. Even if Obama was right, obliterating the compound might make it nearly impossible to confirm bin Laden's death.

Said Brennan: "The president had to evaluate the strength of that information, and then made what I believe was one of the most gutsiest calls of any president in recent memory."

Obama tapped two dozen members of the Navy's elite SEAL Team Six to carry out a raid with surgical accuracy.

Before dawn Monday morning, a pair of helicopters left Jalalabad in eastern Afghanistan. The choppers entered Pakistani airspace using sophisticated technology intended to evade that country's radar systems, a U.S. official said.

Officially, it was a kill-or-capture mission, since the U.S. doesn't kill unarmed people trying to surrender. But it was clear from the beginning that whoever was behind those walls had no intention of surrendering, two U.S. officials said.

The helicopters lowered into the compound, dropping the SEALs behind the walls. No shots were fired, but shortly after the team hit the ground, one of the helicopters came crashing down and rolled onto its side for reasons the government has yet to explain. None of the SEALs was injured, however, and the mission continued uninterrupted.

With the CIA and White House monitoring the situation in real time – presumably by live satellite feed or video carried by the SEALs – the team stormed the compound.

Thanks to sophisticated satellite monitoring, U.S. forces knew they'd likely find bin Laden's family on the second and third floors of one of the buildings on the property, officials said. The SEALs secured the rest of the property first, then proceeded to the room where bin Laden was hiding. In the ensuing firefight, Brennan said, bin Laden used a woman as a human shield.

The SEALs killed bin Laden with a bullet to the head. Using the call sign for his visual identification, one of the soldiers communicated that "Geronimo" had been killed in action, according to a U.S. official.

Bin Laden's body was immediately identifiable, but the U.S. also conducted DNA testing that identified him with near 100 percent certainty, senior administration officials said. Photo analysis by the CIA, confirmation on site by a woman believed to be bin Laden's wife, and matching physical features such as bin Laden's height all helped confirm the identification. At the White House, there was no doubt.

"I think the accomplishment that very brave personnel from the United States government were able to realize yesterday is a defining moment in the war against al-Qaida, the war on terrorism, by decapitating the head of the snake known as al-Qaida," Brennan said.

U.S. forces searched the compound and flew away with documents, hard drives and DVDs that could provide valuable intelligence about al-Qaida, a U.S. official said. The entire operation took about 40 minutes, officials said.

Bin Laden's body was flown to the USS Carl Vinson in the North Arabian sea, a senior defense official said. There, aboard a U.S. warship, officials conducted a traditional Islamic burial ritual. Bin Laden's body was washed and placed in a white sheet. He was placed in a weighted bag that, after religious remarks by a military officer, was slipped into the sea about 2 a.m. EDT Monday.

Said the president: "I think we can all agree this is a good day for America."

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Associated Press writers Kimberly Dozier, Eileen Sullivan and Ben Feller in Washington and Kathy Gannon in Islamabad, Pakistan contributed to this report.






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26/10/2008 free counters

Brasil tem 16,2 mi de pessoas em situação de extrema pobreza


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DA AGÊNCIA BRASIL

Cerca de 16,2 milhões de brasileiros são extremamente pobres, o equivalente a 8,5% da população. A estimativa é do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) a partir da linha de extrema pobreza definida pelo governo federal.

Anunciada hoje, a linha estipula como extremamente pobre as famílias cuja renda per capita seja de até R$ 70. Esse parâmetro será usado para a elaboração das políticas sociais, como o Plano Brasil sem Miséria, que deve ser lançado em breve pelo MDS (Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome).

De acordo com a ministra do MDS, Tereza Campello, o valor definido é semelhante ao estipulado pelas Nações Unidas.

Para levantar o número de brasileiros em extrema pobreza, o IBGE levou em consideração, além do rendimento, outras condições como a existência de banheiros nas casas, acesso à rede de esgoto e água e também energia elétrica. O IBGE também avaliou se os integrantes da família são analfabetos ou idosos.

Dos 16,2 milhões em extrema pobreza, 4,8 milhões não tem nenhuma renda e 11,4 milhões tem rendimento per capita de R$ 1 a R$ 70.







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26/10/2008 free counters

Tamanho do pulso pode indicar pré-diabete


Estudo relaciona medida do pulso e resistência à insulina em crianças e jovens com sobrepeso

12 de abril de 2011 | 9h 11
Karina Toledo - O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO - Medir a circunferência do pulso pode ser uma nova forma de identificar quais crianças e adolescentes obesos têm maior risco de desenvolver resistência à insulina e doença cardiovascular, afirmam cientistas em artigo publicado na revista Circulation, da American Heart Association.

Ao analisar as medidas de 477 jovens, os pesquisadores verificaram que aqueles que tinham o osso do pulso aumentado tinham 17% mais chance de desenvolver resistência à insulina. A resistência à insulina, também chamada de pré-diabete, é uma condição em que o organismo produz a insulina, mas não consegue usá-la de forma eficiente no metabolismo da glicose. A disfunção metabólica é um fator de risco para o desenvolvimento, no futuro, de doença cardiovascular.

Segundo os autores, o tamanho do pulso mostrou ser um indicador mais preciso para prever o risco de resistência à insulina do que o índice de massa corporal (IMC). Estudo anteriores mostraram que, durante o período de crescimento, os altos níveis de insulina circulando no organismo atuam como um anabolizante para o tecido ósseo. O estudo não aponta, contudo, qual é a medida considerada normal e a partir de que tamanho o risco estaria presente.

Se novos estudos conseguirem validar uma tabela com as medidas consideradas ideais de acordo com o sexo, a idade e as diferenças populacionais, a descoberta terá grande importância na prática clínica, afirma Marcus Malachias, da Sociedade Brasileira de Cardiologia. "Hoje, não temos bons métodos para diagnosticar resistência à insulina em crianças. E o problema está se tornando cada vez mais comum entre elas", completa.

PRÉ-DIABETE: O QUE É? Também chamada de resistência à insulina, é uma condição em que o organismo produz esse hormônio, mas não consegue usá-lo de forma eficiente no metabolismo da glicose, aumentando o risco cardiovascular








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26/10/2008 free counters

Dieta rica em gordura pode reverter insuficiência renal do diabetes, diz estudo


Dieta com 87% de gorduras recuperou danos em tubos dos rins de camundongos com tipos 1 e 2 de diabete

26 de abril de 2011 | 4h 33


Uma dieta rica em gordura e com poucos carboidratos pode reverter a insuficiência renal em camundongos com diabete, segundo um estudo realizado por cientistas americanos.

Divulgação
Divulgação
Dieta com 87% de gorduras poderia recuperar danos em tubos dos rins

Na pesquisa, divulgada na publicação científica PLoS ONE, os cientistas da Mount Sinai School of Medicine, de Nova York, analisaram os efeitos de uma dieta composta de 87% de gorduras sobre um grupo de camundongos com predisposição a ter os tipos 1 e 2 de diabete.

O excesso de açúcar no sangue nos diabéticos pode provocar danos nos rins, gerando um quadro de insuficiência renal.

As cobaias foram divididas em dois grupos. Quando a insuficiência renal se manifestou, metade delas passou a receber uma dieta normal e a outra, a dieta com muita gordura.

Depois de oito semanas, os cientistas notaram que os danos nos rins dos roedores haviam sido revertidos.

Médicos e nutricionistas alertam que a dieta rica em gordura, que reproduz os efeitos da inanição, não deve ser realizada sem acompanhamento médico.

Dúvidas

"O nosso estudo é o primeiro a demonstrar que uma intervenção por meio de dieta por si só é suficiente para reverter esta complicação grave da diabete", afirmou o professor Charles Mobbs, que liderou a pesquisa.

"Eu certamente acho que (a pesquisa) traz uma esperança, mas eu não posso recomendá-la até que tenhamos feito testes clínicos", completou.

O diretor de pesquisas da entidade britânica Diabetes UK, que combate a doença, levantou dúvidas sobre o estudo, questionando a capacidade de humanos conseguirem manter esta dieta de forma saudável.

"Esta pesquisa foi conduzida com camundongos, então é difícil ver se estes resultados se traduziriam em benefícios reais para pessoas com diabetes neste estágio", afirmou.

"É muito simples dizer que insuficiência renal pode ser prevenida somente com dieta, e também é questionável se a dieta utilizada neste caso seria sustentável por humanos, mesmo no curto prazo."

De acordo com números de 2007, citados pelo Ministério da Saúde, a diabete afeta mais de 6,3 milhões de brasileiros, ou 5,2% da população adulta. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.




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26/10/2008 free counters

Cirurgia bariátrica é mais eficaz no controle da diabete que dieta, diz pesquisa


Segundo estudo, a intervenção cirúrgica melhorou os níveis de açúcar no sangue em 80% dos casos avaliados

28 de abril de 2011 | 8h 05
estadão.com.br

SÃO PAULO - Pesquisadores norte-americanos encontraram evidências de que a cirurgia bariátrica é mais eficaz no controle dos níveis de insulina que a dieta rígida a que os diabéticos são normalmente submetidos. Segundo a recente pesquisa, publicada na revista Science Translational Medicine nesta quarta-feira, 27, a intervenção cirúrgica melhorou os níveis de açúcar no sangue em 80% dos casos avaliados.



Para o estudo, os cientistas acompanharam dois grupos de obesos diabéticos: um que fez uma dieta rígida e outro que passou pela cirurgia bariátrica. No caso do grupo que passou pelo procedimento cirúrgico, os benefícios para os níveis de açúcar no sangue apareceram mesmo antes de uma perda significativa de peso, o que sugere, segundo os pesquisadores, que há algum outro mecanismo bioquímico envolvido (embora a perda de peso beneficie os dois grupos).

Sendo assim, a equipe da Universidade de Duke e da Universidade de Columbia passou a investigar outros mecanismos hormonais envolvidos e descobriu que os pacientes que passavam pela cirurgia quando comparados aos pacientes que perderam o mesmo peso através da dieta tinham níveis muito menores de aminoácidos ramificados, de fenilalanina e tirosina.

Anteriormente, esses aminoácidos já foram associados à resistência à insulina e à doença arterial coronariana em três estudos humanos independentes. Além disso, um estudo da Universidade de Harvard já havia determinado que os aminoácidos ramificados e os aminoácidos aromáticos (como a fenilalanina) podem servir como indicadores biológicos para o risco do desenvolvimento de diabete tipo 2.

Juntamente com as evidências desses estudos anteriores, portanto, o estudo atual parece demonstrar a eficácia da cirurgia bariátrica no controle da diabete. Segundo os pesquisadores, ainda são necessários mais estudos comprobatórios, para compreender os melhor os mecanismos de intervenção do procedimento cirúrgico na doença, além de entender melhor a relação dos hormônios com as mudanças metabólicas envolvidas na diabete.








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26/10/2008 free counters

tudo em turma : Vice-presidente da CUT é nomeado assessor da Presidência


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BRENO COSTA
DE BRASÍLIA

Em meio a uma queda-de-braço entre as principais centrais sindicais do país, o vice-presidente nacional da CUT (Central Única dos Trabalhadores), José Lopes Feijóo, foi nomeado ontem assessor do ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência).

A Secretaria Geral tem sido o órgão responsável por dialogar com os sindicalistas em nome da presidente Dilma Rousseff, como na polêmica sobre o salário mínimo.

Ex-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC entre 2005 e 2008, Feijóo renunciará ao cargo na CUT e exercerá a função de interlocutor do governo com as centrais, auxiliando Gilberto Carvalho na missão.

A nomeação ocorre num momento de isolamento da CUT frente às outras centrais sindicais. O principal ponto de discórdia envolve o fim do imposto sindical.

Sérgio Lima-11.mar.11/Folhapress
Feijóo, o novo assessor da Presidência, teve o nome sugerido pelo do ex-presidente Lula
Feijóo (copia melhorada do lula o pulha), o novo assessor da Presidência, teve o nome sugerido pelo do ex-presidente Lula

O dinheiro, descontado da folha salarial de todos os trabalhadores formais do país, é uma das principais fontes de receita das centrais.

"Feijozinho vai ter que mudar sua posição, ser imparcial", afirmou Gilberto Carvalho, negando que a presença do sindicalista no governo represente um alinhamento do Planalto com a bandeira da CUT.

O ministro afirma que o nome de Feijóo foi sugerido pelo ex-presidente Lula em março, durante encontro com ele e com a presidente Dilma em São Paulo. Ele é visto no governo como um nome com bom trânsito entre as outras centrais.

A intenção de Carvalho ao colocá-lo no governo, afirma, era substituir dois outros assessores que deixaram a Secretaria-Geral e que exerciam essa função.

"Se ele tomar qualquer decisão favorável à CUT ele perde autoridade", afirma.

Presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores), Ricardo Patah negou que haja "ciumeira" nas outras centrais, e disse que Feijóo é "muito preparado".

"Para nós, um cargo a mais no governo não faz diferença", disse. "Estou certo de que ele terá a grandeza de não privilegiar uma central em detrimento de outra."

A Folha tentou contato com o presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP) e com Feijóo, mas eles não retornaram os recados.








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