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segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Gene discovery could yield treatments for nearsightedness

WASHINGTON, Sept. 12 (Xinhua) -- Myopia (nearsightedness) is the most common eye disorder in the world and becoming more common, yet little is known about its genetic underpinnings. Scientists at Duke University Medical Center, in conjunction with several other groups, have uncovered a gene associated with myopia in Caucasian people from several different regions, including Dutch, British and Australian subjects.

Their work was published in Nature Genetics online on Sunday.

Myopia happens when the focal point of an image falls just short of the retina at the rear of the eye, causing blurred distance vision. Often the discovery of a gene still means that many years could pass before a treatment becomes available. However, gene therapies are already working well in some eye conditions, and myopia may be a good candidate condition for gene repair.

Working with a large group of researchers, lead author Terri Young, professor of ophthalmology, pediatrics, and medicine at Duke and colleagues found several distinct spellings of DNA code near the RASGRF1 gene that had a strong association with focusing errors in vision. These findings were validated in six other Caucasian adult groups in a total of 13,414 subjects.

"Because RASGRF1 is highly expressed in neurons and the retina, it is crucial to retinal function and visual memory consolidation, " Young said.

When the scientists created mice that were missing the correct gene, these mice showed changes in their eye lenses.

"This was biologically convincing," Young said. "The RASGRF1 provides a novel molecular mechanism to study so that we can work to prevent the most common cause of visual impairment."



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26/10/2008 free counters

Dilma diz, em debate na TV, que confiou em Erenice até hoje

Candidata diz que não aceitará ser julgada com base em acusação a filho de ex-assessora

A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, tentou evitar a ligação de seu nome com as denúncias sobre a participação da ministra-chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, com o filho, Israel Guerra, em um suposto esquema de tráfico de influência em prol de empresas privadas.

Questionada sobre o tema no debate da Rede TV! ontem, a petista disse que a denúncia é contra o filho de Erenice, embora a reportagem da revistaVeja tenha afirmado que Erenice se encontrou com empresários. "Não concordo, não vou aceitar que se julgue a minha pessoa baseado no que aconteceu com o filho de uma ex-assessora minha." O candidato tucano, José Serra, explorou o assunto, ligando o escândalo à campanha de Dilma. A quebra do sigilo fiscal de tucanos e da filha de Serra também foi mencionada pelo candidato.

Segundo aVeja, Israel facilitou a concessão de um contrato de R$ 84 milhões dos Correios para um empresário do setor aéreo com negócios com os Correios. Chamada de "taxa de sucesso", a propina teria sido de R$ 5 milhões.

O tráfico de influência teria ocorrido em abril do ano passado, quando a Casa Civil era comandada por Dilma, e Erenice era secretária-executiva. No debate, a jornalista Renata Loprete perguntou a Dilma se ela colocaria a mão no fogo por Erenice. "Eu tenho, até hoje, a maior e a melhor impressão sobre a ministra", respondeu a petista.

A denúncia diz que o empresário Fábio Baracat, dono de empresa de transporte de carga aérea, usou a Capital Assessoria e Consultoria para ampliar seus contratos com os Correios. A Capital tem como um dos sócios Saulo Guerra, outro filho da ministra, reconheceu Israel.

No sábado, Erenice chamou a reportagem de "caluniosa" e pôs seu sigilo bancário à disposição. Israel também negou ter feito tráfico de influência.

Oposição pede a saída de ministra



Marqueteiros de Serra (Luiz Gonzales, à esq.) e de Dilma (João Santana) batem boca durante intervalo
Marlene Bergamo/Folhapress

(da redação)


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26/10/2008 free counters

#politica : Denúncia de esquema na Casa Civil faz oposição pedir saída de ministra


Documento obtido pela revista ‘Veja’ mostra que, para garantir contrato com os Correios, empresa de São Paulo contratou filho de Erenice Guerra, que na época era secretária executiva da pasta; na ocasião, quem chefiava a Casa Civil era Dilma

12 de setembro de 2010 | 0h 00
Rosa Costa, BRASÍLIA e Rubens Santos, ESPECIAL PARA O ESTADO, GOIÂNIA - O Estado de S.Paulo

Reportagem da revista Veja que aponta a existência de um esquema de tráfico de influência na Casa Civil levou a oposição a pedir a demissão da ministra-chefe da pasta, Erenice Guerra. Documento obtido pela revista mostra que a empresa de transporte aéreo Via Net Express contratou firma de lobby pertencente a filhos de Erenice, para garantir contratos com os Correios. Na ocasião, a Casa Civil era chefiada por Dilma Rousseff e Erenice ocupava o posto de secretária executiva, atuando como principal auxiliar da hoje candidata do PT ao Planalto.

Erenice (abaixo à dir.) ao ser nomeada ministra da Casa Civil de Lula

O presidenciável José Serra (PSDB) considerou o caso gravíssimo. "Essas denúncias devem ser apuradas e tem de haver punição para os responsáveis. E não diversionismo e ocultamento."

Ontem, Serra visitou Goiânia, onde participou de comício seguido de carreata. "A Casa Civil tem sido foco de problemas para o Brasil. Lembro que no caso do mensalão, na época do José Dirceu, foi o centro do escândalo. Depois, esteve a Dilma, que deixou seu braço direito, uma pessoa muito próxima. E, hoje de novo, o centro da maracutaia é a Casa Civil."

Para Serra, "não é possível que alguns candidatos e partidos achem natural esse processo de corrupção" no País. "Não é natural, não. Podemos mudar isso. Podemos mudar com eleição." No horário eleitoral de ontem à noite, o tucano também levou ao ar a denúncia de tráfico de influência.

Para a oposição, a denúncia serve como combustível para tentar desgastar a candidatura presidencial de Dilma, líder nas pesquisas de intenção de voto e que hoje venceria já no primeiro turno. Seus principais representantes bateram pesado na ministra e cobraram sua saída do posto.

"A situação da ministra Erenice é absolutamente insustentável. O presidente Lula defende muita gente que não deveria, mas não me parece que ele consiga segurar a ministra no cargo depois desse escândalo", disse Índio da Costa (DEM), candidato a vice-presidente na chapa de Serra

Índio considerou "um deboche" a nota de explicação feita pela ministra para contestar a reportagem. Para ele, a promessa de quebra de sigilos apresentada por Erenice em seu nome e de seu filho Israel Guerra não faz sentido, uma vez que, segundo a revista, existe até contrato estipulando as regras e remuneração da intermediação feita com o governo. "Foi explícito. Tem um contrato assinado. É muita cara de pau essa explicação", criticou.

"Contaminada". O senador tucano Álvaro Dias (PR) disse em seu twitter que a candidatura de Dilma "está contaminada", tamanha é a proximidade política entre as duas. "Está mais do que contaminada a candidatura de Dilma depois das denúncias de hoje (ontem). Erenice é alma gêmea de Dilma. Sua parceira e sucessora", postou. "Esse escândalo é tão estarrecedor quanto o do mensalão. Na cozinha da candidata à Presidência."

O presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), disse que o partido vai pedir à Procuradoria-Geral da República que investigue os favorecidos pelo esquema de cobrança de propina nos contratos do governo. "Não vamos nos calar, não vamos nos omitir, não temos medo de retaliação e vamos à Justiça onde quer que seja possível", afirmou.

O senador disse que a cada reação do PSDB diante de denúncias de corrupção no governo do presidente Lula, Dilma e seus aliados se limitam a acusar o partido de adotar "ações ofensivas" e de se fazer de vítima para ganhar as eleições no tapetão. "Quando não existe mais dúvidas que o tapetão nestas eleições é a própria candidatura da Dilma Rousseff", disse.

O senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) aponta como "pior" aspecto da acusação o fato de o balcão de negócios estar montado na Casa Civil e não em outros órgãos públicos, como tem ocorrido no governo Lula.

"Não é nem nos ministérios, tudo parece ser acertado dentro do Palácio do Planalto", disse, lembrando não ser esta a primeira vez que Erenice está envolvida em operações suspeitas. "Ela estava no lance dos cartões corporativos, cujos valores o governo não conseguiu explicar", destaca. "Faço votos que não seja esta mais uma denúncia para o presidente Lula ridicularizar, como tem feito com tudo de comprometedor que ocorre em seu governo", disse o senador.

"Abuso de poder". Para o deputado Gustavo Fruet (PSDB-PR), ao contrário do que tem ocorrido até agora, a Polícia Federal e a Justiça Eleitoral deveriam adotar as providências necessárias para apurar e punir o que entende ser "mais um fato gravíssimo contra a candidata do PT".

Para o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), o fato de o filho de Erenice, Israel Guerra, ter dito a empresários que o dinheiro da propina seria usado em parte para "saldar compromissos políticos" compromete a campanha de Dilma e deve ser investigado. "É evidente que se trata de abuso de poder econômico e, se for devidamente comprovado, leva à impugnação da candidatura da Dilma", afirmou.

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26/10/2008 free counters

Palmirinha se demitiu para descansar. Mas já está com o passe à venda

Mônica Manir

Ela pega o microfone, quer dizer, o interfone e dá uma chamada no porteiro: "Como o senhor manda a moça subir pela cozinha? Ela é jornalista, viu?" Tudo certo, Palmirinha, era por onde a entrevista deveria começar mesmo. A área de trabalho da culinarista não tem bancada de mármore nem panelas Le Creuset. É clean, de uma simplicidade palmirística. Mas, pela ausência de cadeiras, ela prefere conversar na sala de visitas de dois pisos. Só deu para bater o olho numa clareira no armário da cozinha, onde imperam uma Nossa Senhora e uma taça vermelha de pé longo no lugar do micro. "Micro-ondas? Eu praticamente na minha cozinha eu não tenho." Enquanto alguns fazem de tudo com o bicho, ela o deu de presente não lembra pra quem. "Você põe salgadinho ali e, se deixar pra comer mais tarde, ele endurece." Na visão dela, essa espiriteira de luxo é isso mesmo: um esquentador de comida congelada. Prefere as coisas antiga, sem esse no final. É de outros tempo, portanto. Mas está à espera da modernidade.

Recém-saída da TV Gazeta, onde gravou o último programa na semana passada, Palmirinha se lança para novidades de chinelinho de dedo e meia de seda. Não foi demitida, como se propagou. Pediu as contas, algo que já vinha ensaiando havia uns três anos. "Eu falava para mim mesma: ‘Este ano não faço a ceia de Natal da tevê’. E fazia." Reclamava especialmente da falta de uma ajudante e da ausência de férias. Em 11 anos e 3 meses na Gazeta, saiu apenas no período de festas de fim de ano e alguns dias em julhos alternados. De segunda a sexta, levantava às 5h30 para preparar os pratos e ajeitar o material do dia, que tinham de ficar prontos até às 13h10 (13h50, no período eleitoral), quando começava o TV Culinária. Finito o programa, 45 minutos depois, distribuía os quitutes "por baixo do pano" para os contrarregras e cameramen e voltava para o apartamento da Vila Mariana. Aos sábados chamava um táxi para fazer o supermercado do programa e dar uma escova no visual. Aos domingos pegava seu Dona Benta sem capa, mais uns livros surrados, tirava um ingrediente, juntava outro e preparava testes no quatro-bocas de casa. Não raro dormia na sala, vendo clássicos como A Ponte de Vaterlou e Encontro nos Bosque de Viena, seus preferidos.

Três meses atrás, com o aval das três filhas, dos três genros e dos seis netos, mais o tatibitate da bisneta, disse chega. Deu. Bai-bai. Não dava mais. A emissora fez contrapropostas que mencionavam assistente e uma cozinha nova, ou então uma carga horária mais leve, mas Palmirinha estava irredutível. Aos 79 anos zerados em junho, queria conviver com a família e viajar. Quer ainda. Do Brasil conhece o auditório de hotéis no Rio, em Salvador, Brasília, Aracaju e cidadelas do interior de São Paulo, onde se hospedou para dar curso de culinária. Tem um pouquinho de medo de voar, mas fará das tripas coração e, se Deus quiser, conhecerá Nossa Senhora, a de Fátima, em Portugal. A de Aparecida está na lista por causa de promessa antiga e não cumprida: visitar o santuário se a Santa Virgem a iluminasse e desse um futuro bonito para as filhas, com um casamento de melhor sorte que o dela.

Quem assistiu à Palmirinha desde os tempos da Record sabe que ela nasceu em Bauru, quando a cidade ainda era pequenininha, no tempo do trem de ferro (estrada de ferro, corrige a filha Sandra, discretamente), que veio para São Paulo com 5 anos morar com uma francesa, que voltou para o interior aos 14 quando o pai morreu e que criou sozinha as meninas, como se o marido morto fosse. Na verdade, era separada. Protelou encerrar o casamento porque, na sua época, não pegava bem romper o contrato matrimonial, nem com um companheiro alcoólatra. Quando a segunda filha casou, deu de ombros para o falatório e tirou a aliança. "Meu pai era mais um filho que ela tinha, um filho danado", diz Sandra, justamente a segunda filha, que a assessora full time nas lembranças e nos esquecimentos. Palmirinha não ficou ao deus-dará. Já havia ganhado um dinheirinho vendendo sonhos na rua, sonhos literais, que você pode rechear com creme de confeiteiro ou com caixinhas de pudim pronto.

Aliás, contava um dia essa história dos sonhos na TV quando um moço de 23 anos, desempregado, jogado num sofá, se aprumou para ouvir. A massa não era nem de éclair, era de pão doce. Ele juntou uns trocados para os ingredientes, comprou o tal pudim pronto e fez 28 sonhos, não 30, como a receita previa. "Deve ter feito uns maiorzinho", calcula Palmeirinha. O moço pôs tudo numa cesta de vime e foi para a praia confirmar a teoria de que basta levantar as mangas para a vida ter rumo. Vendeu a cesta inteira. No outro dia preparou mais doces e o sucesso se repetiu. Hoje tem um quiosque recheado de receitas da senhorinha. "Eu me sinto orgulhosa dessas carta que recebo", diz ela, referindo-se aos e-mails que chegavam via Gazeta. E desenrola a contar da moça que conseguiu pagar a faculdade com a receita de pão de mel da Palmirinha vendido no prédio da universidade, do engenheiro que não virou suco, mas vendedor de empadinha, e da moradora de rua que, depois de ver a culinarista na TV das Casas Bahia, arranjou um jeito de preparar salgados embaixo do viaduto e tinha até um computador, de onde mandou aquela mensagem aparentemente surreal.

O chef Allan Vila Espejo, dono de 14 restaurantes, que conviveu com a cozinheira Ofélia na época da Bandeirantes e antecedeu Palmirinha na TV Culinária, se mostrava triste com a saída da colega de emissora. "Além de uma pessoa verdadeiramente autêntica, ela é alinhada com a realidade do País", afirma. "Qualquer pessoa que assumir esse horário terá dificuldade para evitar a comparação." A apresentadora Viviane Romanelli foi quem pegou o rojão da hora. Ex-Shoptime, Redetv Shop e BestShopt TV, recebe culinaristas de segunda a quinta e, às sextas, arrisca um macarrão com tomate fresco e manjericão. "Eu apresentava meu programa, fazia sete merchan em 45 minuto, tinha de escolher uma receita que desse tempo pra mim fazer e que agradasse meu público. Já não é mais como era", deixa escapar Palmirinha, cujo ibope era de 1 ponto, média considerada interessante por Allan num horário disputadíssimo como o das 13 horas.

Jaleco é para os chefs. Ela ajeita o cardigã carmim sobre a camisa. Não gosta de usar blusa sem manga. "Acho que minha época pra isso já passou." Também não mostra interesse pelo jaleco porque entende que estaria se igualando a um chef. "A diferença entre chef de cozinha e culinarista é que chef faz uma faculdade, vai pra fora do Brasil, conhece outros prato, faz curso", explica, na sua perspectiva. "Eu sei fazer todos os pratos que pedirem, mas eu nunca me considero uma chef de cozinha porque jamais vou chegar na altura deles." E essa história de receber convite para voltar a trabalhar com a Ana Maria Braga? "Não sei da onde que surgiu isso de ir pra Globo, mas, se eu fosse convidada, eu gostaria."

Ana Maria foi quem alcunhou Palmira Onofre de Palmirinha ainda na Record. Quando a primeira foi para a Globo, deixou um recado na secretária eletrônica da segunda dizendo, de forma genérica: "Para onde eu for eu levo vocês". Palmirinha refletiu na época: "Eu falava errado mesmo e ainda falo. Se eu for pra Globo, a primeira vez que eu abrir a boca eles me pegam pelo braço e dizem: ‘Por favor, se retire’". Sonhou com um campo verde, verdinho, sem santo nem nada, que lhe pareceu um sinal para ficar onde estava. Agora, com o nome consagrado em revista mensal, passagem pelo Top Five do CQC, convite para o sofá da Hebe e entrega de prêmio da MTV com modelito do Alexandre "Escovique", acha que tem chance de caminhar por um terreno mais macio na Vênus Platinada. Boninho parece ter opinião diversa. "Palmirinha é uma figura, mas nem pensar", escreveu o diretor da Globo no seu twitter. "Sou a favor da renovação, a Palmirinha teve seu tempo. Parabéns. Para convidar alguém, seria uma chef jovem e moderna."

Vovó Palmirinha também tem seu Twitter, alimentado pelos netos, e não entende esses comentários de 140 caracteres. Anda mais preocupada com o neto adotivo, Anderson Clayton Ribeiro, que se contorcia no chão da Gazeta para perfazer o Huguinho, seu escada na TV Culinária. O moço, que entrou menino na Gazeta, dois meses depois dela, aguarda seu destino na emissora. Ele diz que não acreditava na saída de sua mentora espiritual e gastronômica, mas já tinha sacado a tensão – ou hipertensão – dos últimos tempos. Marinês Rodrigues, superintendente de programação da Gazeta, insiste que as portas continuam abertas para a culinarista e que o corte no último programa de Palmeirinha foi para poupá-la do sensacionalismo e de um mal súbito por causa da emoção. Palmirinha discorda frontalmente, ajeitando os óculos: "Eu tava falando, dando uma satisfação para as minhas amiguinhas, explicando por que eu tava saindo, que eu ia descansar, e eles me cortaram o microfone. Eu fiquei falando como se estivesse falando com as parede". A emissora aguarda uma oportunidade na agenda de Palmirinha para uma homenagem "no modelo ideal". Os parentes de Palmirinha esperam um buraco na agenda para curti-la até o tutano, com o tempero que a chefe da família quiser.



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26/10/2008 free counters

Gastronomia Mineira




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26/10/2008 free counters

#casobruno : Mídia pauta decisões judiciais no caso Bruno, diz advogado


MARIANA DESIDÉRIO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

O advogado Ércio Quaresma Firpe, que defende o goleiro Bruno Fernandes e seu amigo Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, questionou, em entrevista à Folha, as decisões judiciais tomadas até agora no caso. Para ele, "o próprio decreto de prisão foi midiático". O jogador responde pelos crimes de sequestro e lesão corporal de Eliza Samudio que teria acontecido em 2009, no Rio.


Firpe argumenta que o inquérito "gravitou" por nove meses antes do depoimento do adolescente, que segundo o advogado, foi o que desencadeou o interesse pelo caso. Segundo ele, somente após o interesse midiático no assunto, foi emitido o decreto de prisão. O advogado classifica ainda o depoimento do garoto como "alucinógeno". Segundo Firpe, o próprio adolescente disse que estava sob efeito de cocaína no momento.

Já a denúncia do Ministério Público, para Firpe, é uma "peça literária a ser estudada". O advogado afirma que o documento traz duas denúncias que precisam de provas materiais --ocultação de cadáver e homicídio--, sem que as provas existam.

SEM MORTES

A morte de Eliza Samudio também foi questionada pelo advogado Ércio Quaresma Firpe. "Você viu o cadáver? Você leu o atestado de óbito? Examinou o relatório de necropsia?" perguntou o advogado à reportagem. Para ele, "não houve morte neste caso".



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26/10/2008 free counters

#politica : Veja os principais momentos do debate RedeTV!/Folha






















Candidatos fazem considerações finais em debate (24:54)
Confira a íntegra do quinto bloco do debate Folha/RedeTV! com os candidatos à Presidência da República Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB), Marina Silva (PV) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL). Leia mais. Veja os bastidores do debate.
Tags: debate, debate folha redetv, dilma rousseff, eleições, eleições 2010, jornalismo, josé serra, marina silva, notícias, plínio de arruda sampaio, política, psdb, psol, pt, pv
Publicação: 12/09/2010 22h59
Por: UOL Notícias
Avaliação: Nota: 4
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Jornalistas fazem mais perguntas para candidatos (9:32)
Confira a íntegra do quarto bloco do debate Folha/RedeTV! com os candidatos à Presidência da República Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB), Marina Silva (PV) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL). Leia mais. Veja os bastidores do debate.
Tags: debate, debate folha redetv, dilma rousseff, eleições, eleições 2010, jornalismo, josé serra, marina silva, notícias, plínio de arruda sampaio, política, psdb, psol, pt, pv
Publicação: 12/09/2010 22h33
Por: UOL Notícias
Avaliação: Nota: 3
Visitas: 854
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Dilma e Serra duelam em direito de resposta (21:46)
Confira a íntegra do terceiro bloco do debate Folha/RedeTV! com os candidatos à Presidência da República Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB), Marina Silva (PV) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL). Leia mais. Veja os bastidores do debate.
Tags: debate, debate folha redetv, destaque, dilma rousseff, eleições, eleições 2010, jornalismo, josé serra, marina silva, notícias, plínio de arruda sampaio, política, psdb, psol, pt, pv
Publicação: 12/09/2010 22h18
Por: UOL Notícias
Avaliação: Nota: 1
Visitas: 5480
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Jornalistas fazem perguntas para candidatos no debate (9:49)
Confira a íntegra do segundo bloco do debate Folha/RedeTV! com os candidatos à Presidência da República Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB), Marina Silva (PV) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL). Leia mais. Veja os bastidores do debate.
Tags: debate, debate folha redetv, destaque, dilma rousseff, eleições, eleições 2010, jornalismo, josé serra, marina silva, notícias, plínio de arruda sampaio, política, psdb, psol, pt, pv
Publicação: 12/09/2010 21h51
Por: UOL Notícias
Avaliação: Nota: 0
Visitas: 2733
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Candidatos falam sobre sucessos e fracassos do governo Lula (29:15)
Confira a íntegra do primeiro bloco do debate Folha/RedeTV! com os candidatos à Presidência da República Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB), Marina Silva (PV) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL). Leia mais. Veja os bastidores do debate.
Tags: debate, debate folha redetv, destaque, dilma rousseff, eleições, eleições 2010, jornalismo, josé serra, marina silva, notícias, plínio de arruda sampaio, política, psdb, psol, pt, pv






Redação/RedeTVi


O debate entre os presidenciáveis terminou em meio a acusações sobre corrupção e com uma discussão que girou muito em torno dos vazamentos da Receita.

Cada um dos candidatos reiterou suas principais propostas. Dilma falou da continuidade ao governo Lula, Serra criticou a corrupção e os vazamentos dos dados fiscais de sua filha.

Marina, mais uma vez, enfatizou a questão ambiental e Plínio de Arruda defendeu o fim do capitalismo, que considera prejudicial por si só.

Leia sobre os principais pontos do debate:

Jornalista questiona Dilma sobre os vazamentos da Receita

Plínio repete acusação de que o bolsa família é humilhante

Repórter questiona Serra sobre uso da imagem de Lula

Repórter pergunta a Plínio quem pagará a conta do socialismo

Plateia se diverte com resposta do candidato Plínio Sampaio

Plínio questiona Dilma sobre analfabetismo

Serra questiona o bom relacionamento do presidente Lula com o presidente iraniano

Dilma comenta as denúncias contra o filho da ministra Erenice Guerra

Dilma recebe direito de resposta

"É preciso criar um novo modelo de desenvolvimento", diz Marina

Sem perguntar nada, José Serra segue questionando a corrupção

Suplicy e Kassab prestigiam o debate RedeTV!/Folha

Candidatos falam sobre sucessos e fracassos do governo Lula

Dilma é a mais assediada pelos jornalistas

Começa o debate RedeTV!/ Folha entre os presidenciáveis

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26/10/2008 free counters

#politica : 'É assunto de governo', diz Dilma sobre caso que envolve sucessora na Casa Civil

A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, tentou se desvincular neste domingo do escândalo que envolve sua sucessora na Casa Civil do governo, Erenice Guerra, em lobby para empresas obterem contratos com o governo federal.

"Eu não tenho de provar nada da minha pessoa. Eu não estou sendo acusada de nada. Eu não vou me manifestar sobre esse assunto. É um assunto do governo. Essa é uma questão que não está no âmbito da minha campanha. O governo responderá por ela", afirmou a candidata.


O filho de Erenice, Israel Guerra, é apontado como o pivô do esquema. Uma empresa dele cobraria uma comissão de empresas interessadas em obter contratos ou favores do governo e a própria ministra teria participado de algumas conversas, segundo reportagem da revista "Veja" deste fim de semana.

Para Dilma, a tentativa de ligá-la ao escândalo só interesse "à pauta negativa caluniadora do meu adversário".

"Esses saltos mortais que pegar um fato e querem ligar a mim, e meio não tem nada, eu não vou mais dar combustível para isso. Não respondo a isso", afirmou Dilma na tarde deste domingo na favela de Paraisópolis (zona sul de São Paulo).



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26/10/2008 free counters

#politica Escândalos dominam debate marcado por troca de acusações

Os escândalos do governo Lula, em especial os vazamentos da Receita, dominaram as discussões do debate Folha/RedeTV, que foi marcado pelo maior duelo entre os dois principais presidenciáveis --Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB)-- nesta campanha.

"Dois assuntos eu tinha para dizer. Um deles foi o uso político dos vazamentos da Receita", afirmou Serra após o debate.

Apesar disso, ele não questionou Dilma diretamente sobre o assunto. A pergunta ficou a cargo de Marina Silva (PV).

"Nós estamos fazendo uma investigação rigorosa", respondeu Dilma, que chegou a vacilar na resposta. Ela também defendeu a preservação da Receita como instituição.

Assista aos blocos do debate presidencial
Veja como foi a cobertura em tempo real
Debate é marcado por troca de acusações entre Serra e Dilma
Dilma evita dizer se colocaria a mão no fogo por Erenice Guerra
No debate, Serra diz que governo acoberta companheiros e persegue oposição
No debate, Dilma evita apontar fracasso do governo Lula e Serra cita escândalos

"Eu não sabia que era corriqueira. Devemos punir exemplarmente aqueles que tenham praticado dolo", rebateu Marina.

"Eu concordo com você, Marina. Acredito que as medidas que você propõe são bastante razoáveis. O que o ministro Guido Mantega disse é que bancos de dados são passíveis de serem violados", afirmou Dilma, que na fala final citou o nascimento do seu neto Gabriel.

"Tem muita gordura na despesa federal. Muito cabide de emprego. Não há preocupação com custos. Investimentos mal programados", afirmou Serra, em outra passagem sobre a regulamentação da Emenda Constitucional 29, que dá mais verbas para a saúde.

TROCAS DE ACUSAÇÕES

O bloco mais animado foi o terceiro quando houve inclusive trocas de acusações entre Serra e Dilma.

"Não se sabe se você é ou não caluniadora ou é ou não evasiva. Mas você sistematicamente não responde às perguntas", afirmou Serra.

"Eu também tenho história", respondeu Dilma, que durante um direito de resposta também chamou o tucano de caluniador.

Dilma ainda completou dizendo que não é dona da verdade. "Não subestime ninguém, candidato."

Questionada sobre as relações entre o governo Lula e o Irã, ela respondeu que essa é uma questão diplomática. "Ninguém trata o Irã com carinho e afetividade."

Apesar da presença da petista, Serra voltou a dizer que ela não vai a debates.

"Questões que envolvem democracia e moralidade não se resolvem com brabeza", disse Serra, no direito de resposta a que teve.

"O candidato adversário quer ganhar essa campanha no tapetão, porque não consegue convencer o povo brasileiro", afirmou Dilma no começo do direito de resposta.

ERENICE GUERRA

A petista evitou dizer se colocaria a mão no fogo pela ministra da Casa Civil e seu braço direito, Erenice Guerra.

Ela também afirmou que não pode ser responsabilizada pelo filho de uma ex-assessora.

"Não concordo, não vou aceitar que se julgue a minha pessoa baseado no que aconteceu com o filho de uma ex-assessora minha", disse Dilma, ao ser questionado pela jornalista Renata Lo Prete.

Para ela, o governo deve apurar de forma rigorosa a denúncia da revista "Veja" de que o filho da ministra Israel Guerra fez lobby para ajudar a MTA Linhas Aéreas a renovar concessão da Anac, o que permitiu um contrato com os Correios.

Dilma disse que o caso é mais uma manobra eleitoreira sistematicamente feita contra ela.

Questionado por que não falou antes da suspeita de que o sigilo fiscal tinha sido violado, Serra respondeu que suspeitava, mas não tinha prova. "Não cabe a mim colocar rumores. Se eles faze isso hoje na campanha imagine amanhã."

PERSEGUINDO A OPOSIÇÃO

Serra também fez um ataque duro ao governa Lula.

"É assunto do governo, que acoberta os companheiros e persegue a oposição. A democracia do PT, da Dilma, a democracia deles, é usar o aparato legal para proteger os companheiros", afirmou o tucano.

No segundo bloco, sem poder fazer uma pergunta para Dilma, Serra questionou Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) sobre os "descalabros" dentro do governo.

Já Marina Silva (PV) perguntou a petista porque "o atraso ético ainda permanece" no país.

Dilma respondeu citando uma série de feitos do governo Lula. "Nós participamos do mesmo governo. Tivemos o CGU, fizemos o portal da transparência, reforçamos a PF."

"É a primeira vez que vejo a Dilma mencionar minha participação no governo", rebateu Marina.

Dilma afirmou que reconheceu Marina como do governo e citou o ex-ministro Marcio Thomaz Bastos. "Não são as pessoas que tem que ser virtuosas, mas as instituições."

PRIMEIRO BLOCO

No primeiro bloco, a candidata do PT evitou apontar um fracasso do governo Lula.

"Não conseguimos resolver todos os problemas", afirmou a petista na primeira pergunta feita pelo jornalista Kennedy Alencar: Qual o maior sucesso e qual o maior fracasso do governo Lula, e em que o seu será diferente?

Para a ex-ministra da Casa Civil, o sucesso do governo Lula foi a diminuir a miséria. "O maior sucesso foi ser capaz de fazer o país crescer e distribuir renda."

Já José Serra (PSDB) citou os escândalos do governo. "O maior fracasso foi o mensalão, o dossiê dos aloprados, e agora essas violações da Receita."

Ele ainda falou em fracassos nas áreas da saúde, educação e saneamento básico.

Para o tucano, o maior sucesso de Lula foi "não jogar o plano real pela janela".

Terceiro a responder, Plínio de Arruda Sampaio falou da fome e criticou o Bolsa Família. "Hoje 35% da população tem medo de passar fome."

Marina Silva (PV) afirmou que nos últimos 16 anos houve um grande retrocesso na política. "Avançamos no social e na economia, mas na política retrocedemos."

Ela afirmou que houve fracasso na sustentabilidade.

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domingo, 12 de setembro de 2010

#politica :A MÃE DE TODOS OS ESCÂNDALOS 3 – “Está na hora de você conhecer a doutora”

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Na Veja:
VEJA localizou um empresário que participou de reuniões com o filho, os funcionários da Casa Civil e Erenice. Em abril do ano passado, o paulistano Fábio Baracat, dono da Via Net Express, empresa de transporte de carga aérea e então sócio da MTA Linhas Aéreas, queria ampliar a participação de suas empresas nos Correios. A idéia era mudar as regras da estatal, de modo que os aviões contratados por ela para transportar material também pudessem levar cargas de outros clientes. Isso elevaria o lucro dos empresários. Baracat também desejava obter mais contratos com os Correios. Ele chegou ao nome do filho de Erenice por indicação de um diretor dos próprios Correios. Diz Baracat: “Fui informado de que, para conseguir os negócios que eu queria, era preciso conversar com Israel Guerra e seus sócios”.

O empresário encontrou-se com o filho da então secretária executiva de Dilma e o assessor Vinícius Castro. Explicou a eles o que queria - e ouviu a garantia de que poderiam entregar ali o que se encomendava. “Bastava pagar”, lembra Baracat. Nos encontros que se seguiram, Israel disse que poderia interceder por meio do poder da Casa Civil: “Minha mãe resolve”. Conta o empresário: “Impressionou-me a forma como eles cobravam dinheiro o tempo inteiro. Estavam com pressa para que eu fechasse um contrato”.

Após algumas conversas de aproximação, segundo o relato de Baracat, os sócios da Capital informaram: “Está na hora de você conhecer a doutora”. Os dois levaram o empresário para o apartamento funcional onde Erenice morava até março deste ano. Para entrar, Baracat teve de deixar do lado de fora celulares, relógio, canetas - qualquer aparelho que pudesse gravar o encontro. Erenice foi amável, abriu um vinho. “Ela conversou sobre amenidades e assuntos do governo. Erenice não mencionou valores ou acordos. Deixou evidente, porém, que seu filho e o sócio falavam com o aval dela”, diz. “Depois que eles me apresentaram a Erenice, senti que não estavam blefando”, admite Baracat, em conversas gravadas. “Israel e Vinícius passaram a me cobrar um pagamento mensal e exigiam que somente eles me representassem em Brasília.”

Por Reinaldo Azevedo

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