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quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Deputados de SC aprovam novo mínimo de R$ 587 no Estado

Quinta, 10 de setembro de 2009, 13h56


Fonte: Redação Terra

Economia nacional


Fabrício Escandiuzzi
Direto de Florianópolis
Especial para o Terra

A Assembléia Legislativa de Santa Catarina aprovou na noite desta quinta-feira o projeto que cria o novo salário mínimo no Estado. Dividido em quatro pisos, com a menor remuneração de R$ 587, o novo mínimo estadual já começa a vigorar a partir de janeiro de 2010.

A proposta partiu do próprio Executivo. O projeto estipula salários de R$ 587 a R$ 679 para várias categorias de trabalhadores e vinha sendo sendo alvo de protestos por parte de sindicatos patronais. A Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC) chegou a assinar um repúdio ao projeto. A aprovação gerou muitos debates entre os parlamentares, mas acabou ocorrendo no meio da noite desta quinta.

Trabalhadores dos setores de turismo, agricultura, pecuária, indústria extrativista e beneficiamento, pesca, além de empregados domésticos, construção civil, motociclistas, motoboys, funcionários no transporte urbano (exceto motoristas) e de documentos e pequenos volumes, terão o piso de R$ 587.

O mínimo de R$ 616, segundo o projeto, vai englobar trabalhadores da indústria do vestuário e calçado, fiação e tecelagem, artefatos de couro, papel, empresas distribuidoras e vendedoras de jornais e revistas e empregados em bancas, vendedores ambulantes de jornais e revistas, e funcionários de estabelecimentos de serviços de saúde, empresas de comunicações e telemarketing.

O projeto ainda prevê o piso de R$ 647 para trabalhadores do comércio, indústrias químicas e farmacêuticas, cinematográficas e setor de alimentação. O maior salário mínimo de Santa Catarina passa a ser de R$ 679 para funcionários das indústrias metalúrgicas e mecânicas, cerâmica, gráficas, vidros e derivados, empresas de seguros privados e capitalização, estabelecimentos de cultura, processamento de dados auxiliares em administração, além de motoristas do transporte urbano.

O projeto ainda deve ser sancionado pelo governador Luiz Henrique da Silveira nos próximos dias.








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Mato Grosso confirma quatro mortes por gripe suína

Gripe Suína

Quinta, 10 de setembro de 2009, 13h36 Atualizada às 13h38


Juliana Michaela
Direto de Cuiabá

A Secretária de Estado de Saúde de Mato Grosso confirmou nesta quinta-feira quatro mortes pelo vírus Influenza A (H1N1), causador da gripe suína. Os dois primeiros casos confirmados são do município de Rondonópolis, sendo uma mulher que era casada com um caminhoneiro que faleceu no município de Toledo, no Paraná, e uma mulher de 26 anos portadora de síndrome de Down.

» Veja que cuidados tomar com a gripe suína
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» Mortes por gripe suína chegam a 20 em Goiás

As outras mortes confirmadas ocorreram nos municípios de Primavera do Leste e Várzea Grande. No primeiro, a vítima era uma mulher de 39 anos, que era cardiopata e aguardava na fila a colocação de uma válvula no coração. O secretário de Saúde do município, Artur Mohr, informou que a paciente apresentou os sintomas da gripe suína no dia 18 de agosto, procurou atendimento e fez a coleta do sangue no dia 23.

O resultado do exame foi entregue no dia 1º de setembro e a paciente morreu no dia 4. "Está sendo feito o monitoramento da família. Até o momento não temos registrado entre os familiares e amigos algum sintoma da gripe suína", comentou Mohr. Ainda não há detalhes sobre a quarta vítima, do município de Várzea Grande

O Estado aguarda o resultado de exame de um óbito no município de Sorriso. A Secretaria de Saúde notificou 384 casos de Influenza A (H1N1), dos quais 50 foram confirmados, 80 descartados, 117 aguardam resultado e 116 são de pessoas que apresentaram sintomas leves e não tiveram material coletado, conforme normas do Ministério da Saúde.

De acordo com dados do Ministério da Saúde divulgados na semana passada, 657 pessoas morreram infectadas pela gripe suína no País. O Brasil, segundo os dados da Organização Mundial da Saúde, é o país com maior número de casos fatais da doença.









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Gripe Suína: Uberaba agora contabiliza dois óbitos em menos de dez dias



10/09/2009 às 08:48

Nas últimas semanas estão chegando a Uberaba, com uma maior frenquência, os exames relacionados à gripe suína. Entre estes puderam ser confirmados alguns casos da gripe e até mesmo de óbito. Ontem, pela manhã, segundo a Secretaria Municipal de Saúde, mais um caso de óbito teve o resultado de exame positivo no município, totalizando duas pessoas portadoras do vírus H1N1 e dois casos de morte pela influenza A.
A segunda morte confirmada por gripe suína trata-se de uma mulher de 56 anos, que esteve internada em um dos hospitais particulares da cidade. A sua internação aconteceu no dia 15/08. No entanto, ela sentiu os sintomas relativos à Influenza no dia 10/08. Assim que comprovou a suspeita, a paciente medicada com o antiviral Tamiflu. Porém, não sobreviveu. Segundo o secretário de Saúde, Valdemar Hial, os dados clínicos desta paciente não estavam relatando nenhum agravante.
A primeira morte anunciada pelo JORNAL DE UBERABA, no último sábado (5), foi confirmada pelo Comitê Estadual de Enfrentamento à Influenza A (H1N1), através da nota 102. Trata-se de uma gestante de 33 anos, que esteve internada no Hospital de Clínicas no dia 13 e morreu no dia 16 de agosto. "Esta mulher que faleceu foram constados alguns fatores que agravaram a sua situação. Além de ser uma gestante, ela era obesa, tinha eclampsia e provavelmente hipertensão. O filho sobreviveu e hoje está bem", comenta Valdemar Hial.
Segundo os últimos levantamentos realizados pela Secretaria de Saúde, estão em monitoramente 78 casos com síndrome respiratória aguda, 29 estão internados. Em relação aos exames, 50 amostras foram enviadas para laboratórios oficiais do Ministério da Saúde, 41 resultados estão sendo aguardados, sendo que dois exames são de casos de óbito. Uberaba pode computar cinco casos negativos, quatro positivos, sendo dois óbitos.
No entanto, mesmo com a confirmação de duas mortes, segundo Hial, no município não será ponderada nenhuma medida pelo Comitê Municipal de Enfrentamento à Influenza A (H1N1) diferente das demais já implantadas. "Ainda iremos permanecer com o trabalho preventivo, por isso alerto à população que continue realizando a higienização como indicada desde o início. O vírus H1N1 ainda é uma incógnita para todos. Estão sendo coletadas todas as informações possíveis para ser realizado um balanço sobre esta pandemia que também foi instalada em Uberaba. E assim se preparar para os próximos anos", relata o secretário.
A expectativa é de que nos próximos dias o número de casos de gripe sofra uma queda devido à possível mudança na temperatura, visto que o vírus H1N1 não sobrevive a mais de 21°. Além disso, a instalação de uma área para pacientes com da gripe A, na Unidade de Pronto Atendimento São Benedito, teve nos últimos dias uma ótima evolução. Visto que em certo momento no local todos os 15 leitos instalados chegaram a ser ocupados; hoje a situação está mais branda.

Hospital de Clínicas - Segundo a diretora clínica do Hospital de Clínicas, Cristina Hueb Barata, atualmente sete pessoas se encontram internadas no pronto-socorro do local, dentre estas quatro estão com quadro clínico estável e três respiram com ajuda de aparelhos. Além disso, três gestantes com a suspeita da gripe suína já concluíram a medicação, com o Tamiflu. E o bebê de um mês, um dos casos confirmados com a Influenza, ainda se encontra internado na Unidade de Terapia Intensiva - Pediátrico, porém a sua situação clínica é estável. (GS)









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Gripe suína atinge 116 pessoas em Ribeirão Preto


Em um boletim divulgado na tarde desta quarta-feira (09/09), a secretaria de Saúde de Ribeirão Preto confirmou mais 22 casos de gripe suína na cidade. Com isso, o município chega a 116 pessoas contaminadas pelo Influenza A (H1N1). Com relação aos casos suspeitos, 54 pessoas estão em obervação por terem apresentado os sintomas da doença.

O número de mortes registradas se mantém em 3, mas uma mulher internada no dia 10 de agosto grávida, morreu na última segunda-feira (07/09), um mês depois de dar luz a seu filho. Na ocasião, apenas o bebê foi liberado para ir para casa, a mãe ficou internada sob suspeita da doença








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Santa Catarina produz Tamiflu infantil e já realiza exames para a Gripe A


10 de Setembro de 2009

O laboratório de Produção e Análise de Medicamentos (Lapam), da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), dirigido pela farmacêutica Samanta Cardozo Mourão, começou a fazer o processo de transformação da versão infantil do Tamiflu, remédio contra a gripe A, de pó para solução líquida. O processo é uma recomendação do Ministério da Saúde, pois a validade do Tamiflu pediátrico é muito reduzida após a diluição.

Até a última quinta-feira (3), o laboratório já havia produzido e entregado 3 mil doses, das 7 mil solicitadas pela Secretaria de Estado de Saúde. “Fomos contratados para fazer a manipulação do fosfato de osetalmivir, princípio ativo do medicamento, na forma de solução oral, encaminhado pela Secretaria de Saúde”, esclareceu Samanta.

De acordo com a farmacêutica, o Ministério da Saúde entregou sete quilos da substância ativa do Tamiflu ao laboratório da Univali, segundo o contrato. A transformação do medicamento para a forma líquida era feito anteriormente pelos próprios pais das crianças tratadas com o medicamento. Samanta ainda explicou como o remédio é fabricado. “O sal do Tamiflu é diluído em água junto com um conservante, e envasamos 50 ml por frasco. E é diferente do remédio original, vendido em cápsulas.”

Os frascos lacrados, e com a medicação, saem do Lapam e são entregues diretamente à Diretoria de Assistência Farmacêutica, da Secretaria de Saúde. A contratação da instituição de ensino para fazer este serviço ocorreu pela falta de laboratório público no Estado. “Mas, de qualquer forma, temos a melhor infraestrutura, melhor capacidade técnica e um ótimo pessoal. Ao todo, são cinco farmacêuticos e seis auxiliares trabalhando na produção do Tamiflu”, revelou.

A distribuição é controlada pela Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina e o remédio é fornecido apenas a crianças com suspeita de gripe A. A manipulação do remédio deve prosseguir até atender a demanda do Estado.

Exames

O secretário de Estado da Saúde de Santa Catarina, Dado Cherem (PSDB), esteve na Assembleia Legislativa na tarde desta terça-feira (8) para comunicar o início dos exames de diagnóstico da gripe A. O investimento para que o Estado se credenciasse à realização foi de R$ 600 mil e a meta da secretaria é realizar aproximadamente 40 exames diários, com prazo de 72 horas para o resultado.

Com a implantação dos exames, Santa Catarina entra para um restrito grupo de estados aptos à realização, ao lado do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo. O secretário destacou que os exames estão em implantação. “É um trabalho novo e que deve evoluir com o tempo, ganhando uma maior dinâmica no atendimento.” Cherem ainda enfatizou que este é o embrião de um Centro de Virologia que em breve entrará em funcionamento pra atender os catarinenses.

Gripe A no estado

Conforme os dados da Secretaria de Saúde, de sexta-feira (4), o número de casos em investigação em Santa Catarina subiu para 3.721. Até o momento, foram confirmados 42 óbitos e 337 casos de Influenza A (H1N1). Foram descartados 433 casos e 31 óbitos inicialmente considerados suspeitos.

Há um mês, o governo do Estado, baseado em orientação técnica da DIVE, recomendou o remanejamento, no local de trabalho, de todas as gestantes que exercem atividades em contato direto com o público externo. Se a mudança de função não for possível, as mulheres grávidas devem ser dispensadas do trabalho até que as evidências epidemiológicas comprovem a diminuição da circulação viral em Santa Catarina. (Graziela May Pereira/Divulgação Alesc)











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Sobe para oito o número de casos confirmados de Gripe A

São José do Rio Pardo, quinta-feira, 10 de setembro de 2009

9/9/2009 16:26:04

A Vigilância Epidemiológica de São José do Rio Pardo confirmou esta semana que chegam a oito os casos de Gripe A, provocada pelo vírus H1N1. Todos são autóctones, com inicio dos sintomas a partir do dia 17 de agosto. As equipes locais de saúde pública fazem o monitoramento diário também dos casos suspeitos de SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) e dos possíveis surtos de Síndrome Gripal, com atenção especial aos locais fechados (escolas, creches e outros), realizando visitas, divulgando orientações e adotando de medidas cabíveis com base nos Protocolos do Ministério da Saúde e da Secretaria Estadual de Saúde.

A Vigilância Epidemiológica registrou 20 casos suspeitos da Gripe A em agosto, dos quais 12 pacientes eram do sexo feminino e oito do sexo masculino. Até a última quarta-feira, 2, oito casos da Nova Gripe foram confirmados na cidade. Cinco mulheres e três homens foram infectados pelo vírus. Segundo estatística, quatro desses pacientes tinham menos de 15 anos de idade, uma entre 16 e 20 anos e outros três com idades entre 21 e 31 anos.

A enfermeira Denise Rondinelli Cossi Salvador informou que uma classe de escola de ensino fundamental chegou a ter as aulas suspensas por medida de prevenção, porque uma aluna contraiu o vírus da Gripe A, mas já retomou as atividades.

“Seguimos os procedimentos dentro das normas estabelecidas pelo Ministério da Saúde”, afirmou a enfermeira.

Na tarde de quinta-feira, 3, mães de alunos dessa mesma escola estiveram na prefeitura para pedir nova suspensão das aulas. Elas mães solicitaram que fossem suspensas as atividades de toda a escola por temerem um possível surto. Uma das mães disse à Reportagem que “há 20 casos suspeitos só naquela escola”.

Denise Rondinelli disse que “a informação não procede; muitos estavam com alergias, sinusite, síndrome gripal respiratória, mas não com a Gripe A; o protocolo prevê que temos que suspender as aulas somente quando houver caso confirmado da doença na sala”. A direção da escola está devidamente orientada, alerta e adotou as medidas de higiene.

A distribuição do antiviral Oseltamivir (Tamiflu), que é prescrito somente com base no protocolo da Secretaria Estadual da Saúde, continua sendo distribuído gratuitamente nos Centros de Saúde para pacientes com suspeita da doença. Semanalmente o Estado faz a reposição do medicamento – São José do Rio Pardo é sede regional no esquema de distribuição.

REGIÃO

Os casos de gripe A na região subiram para 81. Em Mococa, as aulas estão suspensas em três escolas. A medida foi tomada depois da confirmação de seis novos casos em alunos com idade entre 9 e 11 anos.

MEDIDAS DE

PREVENÇÃO

Segundo a enfermeira da Vigilância Epidemiológica, é preciso estar atento à rigorosa higienização dos ambientes escolares, que deve ser feita dentro dos padrões estabelecidos.

Deve-se notificar a Vigilância Epidemiológica a respeito dos casos suspeitos de SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave): febre acima dos 38º, tosse, dispnéia (dificuldade para respirar), acompanhadas ou não de dor de garganta ou manifestações gastrintestinais, identificando, conforme o caso, a escola, classe, nome da mãe/endereço/telefone para contato











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Vacinar 70% da população dos EUA conteria a gripe suína

Vacinar 70% da população dos EUA conteria a gripe suína

Mapa

WASHINGTON, EUA — Uma campanha agressiva de vacinação que abrangesse 70% da população americana, tendo como prioridade as crianças de seis a 18 anos, poderia conter a pandemia de gripe H1N1, segundo uma projeção informática apresentada nesta quinta-feira.

Os dados se baseiam na análise de estudos epidemiologicos dirigidos por pesquisadores do Instituto de Enfermidades Infecciosas e Vacinas (VIDI) do Fred Nutchinson Cancer Research Center em Seattle (Estado de Washington).

Os autores do trabalho publicado na edição on-line da revista americana Science assinalam que duas doses da vacina administradas com três semanas de intervalo seriam suficientes para se obter a proteção necessária.

"A disponibilidade de uma vacina eficaz para proteger a população contra o vírus H1N1 da pandemia de gripe, assim como o momento da aparição da infeção determinarão a rapidez de controle da epidemia", afirma Ira Longini, do VIDI e co-autor da pesquisa.

Segundo os pesquisadores, a campanha de vacinação deveria começar um mês antes do momento de maior auge da doença e ser concentrada nas crianças.

As crianças sao o grupo da população mais afetados pela gripe suína e seus principais vetores, segundo estudos e observações epidemiológicas de todo mundo.










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Sete morreram em MS pelo vírus da gripe suína e 47 estão em tratamento

10/09/2009 13:22

Jacqueline Lopes com assessoria

Foram sete mortes pelo vírus Influeza A (gripe suína), em Mato Grosso do Sul, segundo a Secretaria de Estado de Saúde. Foram três mortes em Campo Grande, um caso em Costa Rica, outro em Dourados, e um em Fátima do Sul e também em Três Lagoas, segundo o balanço parcial do “Boletim Gripes” da Secretaria de Estado de Saúde (SES).

Somente os pacientes casos graves e gestantes têm exame feito em São Paulo, no Instituto Adolfo Lutz. A coriza do nariz e garganta são analisados.

Foram confirmados 2 em Anaurilânida, 29 na Capital, 3 em Corumbá, 1 caso em Costa Rica, Fátima do Sul, Eldorado, Porto Murtinho e Itaquiraí. Três casos em Mundo Novo e 9 na cidade de Dourados e 1 em São Gabriel.

Até agora, desde o mês de julho, foram 308 notificações de casos de influenza em 40 municípios de Mato Grosso do Sul. Desse quantitativo, 80 foram descartados e são 156 suspeitos.

Ainda de acordo com o boletim divulgado há pouco pelo governo estadual, em relação às confirmações, 47 foram pelo novo vírus da gripe – sendo que 2 são de pessoas residentes em São Paulo (SP). Em relação ao total de confirmações por gripe sazonal (dentre os municípios do Estado) é de 17, além de mais 2 de pessoas oriundas do estado de São Paulo.










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Tatuí registra o quinto caso

GRIPE SUÍNA - [ 10/09 ]


Em Tatuí, a Secretaria Municipal da Saúde registrou o quinto caso de gripe suína na cidade. A quinta vítima do vírus A (H1N1) é uma criança, do sexo masculino, de dez anos de idade. Ele passa bem, já foi medicada e está em casa. No momento, em Tatuí, existem cinco casos suspeitos - aguardando resultados dos exames - da nova gripe. Todos eles estão sendo monitorados pela Vigilância Epidemiológica.

Casos anteriores

Os outros quatro casos registrados em Tatuí da nova gripe foram os seguintes: uma criança, do sexo feminino, de 10 anos; um homem, de 47 anos; uma mulher de 36 anos, gestante e, um homem, de 25 anos, que mora em Itapetininga, mas trabalha em Tatuí. Os três passam bem e já voltaram às suas atividades normais.

Disk Gripe

O serviço de Disk Gripe (0800-7701666), criado pela Secretaria Municipal de Saúde atende ás dúvidas dos moradores com relação à nova gripe, está funcionando em novo horário, das 7 às 18h. Até o momento, mais de 150 ligações já foram registradas.

Esta matéria foi acessada 23 vez(es).










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Cientistas recomendam vacinar já crianças e adolescentes contra a nova gripe



Amanhã na revista "Science"
10.09.2009 - 19h01 Ana Gerschenfeld
Num artigo a ser publicado amanhã na edição online da revista Science, uma das mais conceituadas equipas de peritos do mundo em modelização de doenças conclui que, pelo menos nos EUA, um programa agressivo de vacinação, dirigido numa primeira fase às crianças e adolescentes entre os seis meses e os 18 anos de idade, mas progressivamente abrangendo no mínimo 70 por cento da população total, permitiria mitigar a pandemia de gripe A (H1N1) que se perfila para o Outono, reduzindo os seus efeitos aos de uma epidemia sazonal.

A equipa de Ira Longini, do Centro de Estudo do Cancro Fred Hutchinson de Seattle, analisou uma série de cenários possíveis para os próximos meses, combinando factores como a eficácia da futura vacina anti-gripe e o padrão temporal da pandemia com a observação da actual pandemia e de pandemias de gripe anteriores naquele país. E estimam que, para controlar a doença, a vacinação deveria começar pelo menos um mês antes do pico epidémico.

“As nossas estimativas da pandemia nas famílias, nas escolas e na comunidade colocam o vírus na fasquia de maior transmissibilidade”, diz Yang Yang, co-autor do estudo, em comunicado. E, embora o isolamento dos doentes e o recurso a medicamentos antivirais sejam parcialmente eficazes para travar a sua disseminação, a vacinação é o meio mais eficaz de controlo pandémico da gripe. Mesmo do ponto de vista dos custos envolvidos, salientam, a vacinação é a arma mais rentável, enquanto o fecho de escolas e outros locais de reunião são os menos rentáveis.

Mas por que vacinar crianças e jovens em idade escolar primeiro? Porque os investigadores calcularam que é entre eles que as taxas de infecção serão as maiores: a partir de um surto epidémico que se verificou numa escola de Nova Iorque no passado mês de Abril, estimaram que, no Outono, cada aluno irá infectar, em média, dois a três dos seus colegas de escola. “Tanto quanto sabemos”, escrevem na Science, “esta é a primeira estimativa da transmissibilidade da gripe pandémica nas escolas.”

Ora, como o mais provável, segundo eles, é que o padrão actual da disseminação da pandemia seja semelhante ao da pandemia de 1957-58 de gripe asiática A (H2N2), é de esperar que a sua disseminação acelere já em inícios de Setembro e que o pico pandémico seja atingido em meados ou finais de Outubro. “Neste caso”, diz ainda Longini, “a vacinação faseada deveria começar logo que possível e não mais tarde do que em meados de Setembro para ter um real efeito mitigador.” Ou seja: para estes investigadores, deve ser feita já.

Contudo, os cientistas estão cientes das limitações em termos da produção da vacina, “cuja entrega poderá vir a ser adiada até ao mês de Outubro”. “Mas dada a situação, a produção de vacina em quantidades suficientes para vacinar gradualmente pelo menos 70 por cento da população norte-americana é importante.”

Contactado pelo PÚBLICO por email, Steven Salzberg, bioinformático da Universidade do Maryland, disse-nos que “vacinar 70 por cento de uma grande população-alvo é certamente realizável – e, de facto, já foi feito antes (embora talvez não tão rapidamente).” E salienta: “A questão fundamental é que a vacinação funciona – e funciona mesmo, mesmo muito bem. De facto, é a nossa única defesa real contra a gripe.” E o estudo não vale apenas para os Estados Unidos: “em princípio”, responde, “estes resultados aplicam-se a qualquer país moderno, o que inclui todos os países da Europa, a Austrália, a Nova Zelândia, etc.”

João Vasconcelos Costa, virologista português, considera por seu lado que “dar maior prioridade à vacinação das crianças [em idade escolar] faz sentido”. Mas considera por outro lado que, devido à falta de dados sobre a Europa (e sobre Portugal em particular), as conclusões em termos de controlo da pandemia podem não ser directamente transponíveis. Para responder a essa questão, “são precisos modelos matemáticos específicos”, frisa.









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