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quarta-feira, 22 de outubro de 2008

India se suma a la carrera espacial con su primera misión a la Luna

Se trata de un cohete no tripulado que hará un atlas tridimensional de nuestro satélite



La misión al satélite terrestre sigue la estela marcada por Japón y China, que lanzaron las suyas, respectivamente, en septiembre y octubre de 2007

REUTERS / ANA GABRIELA ROJAS - Nueva Delhi - 22/10/2008


La nave Chandrayaan, camino de la Luna

La nave Chandrayaan, camino de la Luna- AFP

India se ha convertido esta madrugada (hora española) en la tercera potencia asiática en lanzar una misión a la Luna, después de que lo hicieran sus rivales China y Japón. El despegue se ha producido con éxito desde la bahía de Bengala. Con la conquista del satélite terreste, India alcanza un símbolo de desarrollo tecnológico, económico y de poder.

    India

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    A FONDO

    Capital:
    Nueva Delhi.
    Gobierno:
    República.
    Población:
    1,147,995,898 (2008)

La misión india Chandrayaan-1 -que significa nave lunar en sánscrito- llega casi justo un mes después del primer paseo espacial chino y cinco años después de que ese gigante asiático lanzara su primera nave tripulada.

Sin embargo, éste es un gran salto en la conquista india del espacio. El país ha ido perfeccionando su propia tecnología, que inició casi de manera casera en los años sesenta y que hasta hace 10 años se limitaba a construir sus propios satélites y ponerlos en órbita.

"En la última década entramos fuerte en el ámbito comercial y hemos lanzado un total de 16 aparatos internacionales, de procedencias tan diferentes como Alemania, Argentina o Corea", cuenta por teléfono Sridhara Murthy, director general del Antrix Corporation, la sección comercial de la ISRO. A principios de año fue lanzado el más polémico de todos, un satélite espía de Israel, por lo que Nueva Delhi sufrió fuertes críticas de la comunidad internacional encabezadas por Irán.

Ahora el reto es que el Chandrayaan-1 supere los más de 384.000 kilómetros que separan a la Tierra de la Luna y que entre en su órbita el próximo 8 de noviembre. Según la versión oficial, su principal objetivo es hacer un mapa de tres dimensiones de las características topográficas y de la composición química de su superficie. El interés indio de estudiar la posibilidad de extraer helio 3 ha levantado gran polémica.

India está también iniciando una carrera internacional por apoderarse de ese combustible clave para la fusión nuclear. Aunque ahora la fusión no está disponible comercialmente, se cree que lo podría estar más adelante y que la Luna podría contener mucha más cantidad de helio 3 que la Tierra. "En el futuro podría ser una fuente de energía limpia y es uno de los objetivos de nuestra misión", señala un portavoz de la ISRO.

India es el tercer país asiático que llega a la Luna, pero llega con mucho menos dinero. Comparado con los 141 millones de euros que costó a China su primera prueba lunar y los 363 millones a Japón, los 60 millones de India parecen pocos. También, según Futron, una consultoría de alta tecnología, India los ha utilizado de manera efectiva. Según un estudio de este año, India está sólo un poco por atrás de China en competitividad espacial. Y Japón, Canadá e Israel quedaron muy por detrás.

"Tenemos que estirar el dinero al máximo y sacar lo mejor con lo que tenemos", dice el funcionario de la ISRO. Para muchos, el trabajo de esta agencia india del espacio ha sido la forma de llevar, mediante satélites, educación y salud a aldeas remotas, así como de intentar luchar contra los desastres naturales.

Sin embargo, no faltan las voces críticas dentro de India contra el programa espacial. "Es un tremendo gasto innecesario de dinero en un país donde hay millones de personas que no tienen qué comer. Dos tercios de los 13.500 millones de euros destinados a la ciencia están siendo usados en actividades ligadas a la investigación militar, más allá de los 22.500 millones dedicados a la defensa", dice el prestigioso analista político Praful Bidway.

Pero en India ninguna crítica hará disminuir la esperanza de convertirse en una superpotencia, ahora también en el espacio.

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Universidade Técnica de Lisboa investe para atrair chineses

Pequim - A UTL (Universidade Técnica de Lisboa) está promovendo os seus cursos na China, tentando atrair parte das dezenas de milhares de jovens chineses que saem anualmente do país para estudar.

"Recebemos centenas de pedidos de informação. Excedeu o que estávamos à espera", disse à Agência Lusa o vice-reitor da UTL, Vítor Conceição Gonçalves, comentando a sua primeira participação na China Internacional Education Expo, que ocorreu no último final de semana em Pequim, com mais de 600 universidades e institutos de ensino superior de 30 países.

Foi a única instituição portuguesa representada no evento, contra várias dezenas de Espanha, França, Alemanha, Canadá, Rússia e Reino Unido, o país europeu com mais estudante chineses.

A maioria dos jovens que foi ao stand da UTL procurava cursos de economia e engenharia do ISEG (Instituto Superior de Economia e Gestão) e do IST (Instituto Superior Técnico), duas das sete escolas da universidade, mas também apareceram interessados em agronomia e arquitetura, contou Vítor Gonçalves.

Além da sua participação na China International Education Expo, a UTL vai assinar quarta-feira um protocolo de cooperação com a Universidade de Jilin, no norte do país, que prevê principalmente o intercâmbio de professores e estudantes.

Estrangeiros
A UTL, que tem atualmente cerca de 21 mil alunos, já assinou acordos idênticos com a Qinghua, uma das prestigiadas escolas de engenharia da China, e a Universidade de Macau.

No ano letivo 2009/10, a UTL terá cerca de oitenta cursos de pós-graduação (mestrado e doutorado) ministrados em inglês e com preços que "em termos internacionais, são muito competitivos", realçou o vice-reitor da UTL.

Centenas de estudantes estrangeiros já freqüentam a UTL, a esmagadora maioria deles europeus, no âmbito do programa Erasmus, e das ex-colônias portuguesas em África.

Desde que a China adotou a política de "Reforma Econômica e Abertura ao Exterior", há 30 anos, mais de 1,2 milhão de chineses foram estudar no exterior.

Em 2007, dos cerca de 90 mil estudantes chineses que estavam fora do país apenas 10% tinham bolsas do governo.

"As famílias chinesas estão a gastar cada vez mais dinheiro na educação dos seus filhos e é por isso que há um crescente número de universidades estrangeiras a mostrar interesse pelos nossos estudantes", afirmou Wu Zaofeng, vice-secretário-geral da China Education Association for International Exchange.

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26/10/2008 free counters

Em SP, Kassab promete para 2010 implementação de bônus por mérito

Alvo de críticas dos sindicatos de professores da rede pública, o bônus proporcional ao desempenho dos alunos destinado aos docentes está na lista de metas do prefeito e candidato à reeleição Gilberto Kassab (DEM). "Sou a favor da bonificação individual. Vou implementar em 2010 a avaliação por mérito", disse nesta terça-feira (21) em sabatina sobre educação, promovida pelo movimento Educar para Crescer.

O bônus premia, em dinheiro, professores e funcionários de escolas que atingem metas de qualidade. A idéia do candidato é contabilizar o valor em cima do desempenho dos alunos em avaliações como Saresp, Prova São Paulo e Prova Brasil, entre outros critérios.

Os sindicatos desaprovam o sistema porque a realidade e as condições das instituições são distintas. "A verba recebida, o número de alunos por sala, a infra-estrutura são diferentes. E, dessa forma, privilegia aquelas que têm melhores condições, além de transferir mais uma vez a responsabilidade sob a qualidade de ensino para os professores", acredita a presidente da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), Maria Izabel Azevedo Noronha.



Para Cláudio Fonseca, presidente do Sinpeem (Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal), o importante é remunerar bem o professor. "Não somos contra a bonificação, mas é preciso pensar antes de tudo em um bom salário. Depois, se você vai diferenciar ou não por desempenho, é outra história".

"Falta gestão"
No debate, Kassab disse que dinheiro nunca foi problema para se investir na educação. "Não faltam recursos. Temos 31% do orçamento vinculado. O que falta é uma boa gestão", avaliou.

Diferente da proposta de Marta, Kassab disse não ter os CEUs (Centro de Educação Unificado) como prioridade em sua administração. "A gestão anterior errou. Não sei se faríamos esse tanto de CEU. Nosso objetivo é melhorar a qualidade do ensino geral", disse, sem esclarecer qual será o procedimento para a melhoria.

Mesmo sem colocar os CEUs em primeiro plano, o candidato garantiu que até 1º de fevereiro --data em que se inicia o ano letivo-- as 11 unidades restantes para entregar estarão prontas. "É só uma questão de engenharia. Já temos a instalação concretizada".

O candidato também voltou a admitir que o "turno da fome", como ficou conhecido o turno das 11h às 15h das escolas municipais, vai acabar só no início de 2010. Pelo menos 66 escolas vão manter o terceiro turno no início de 2009.

A educação infantil também foi pauta na sabatina. Em meio a apresentações dos números que fazem parte de sua campanha, o candidato disse estar tranqüilo para atingir metas definidas para a criação de vagas nas creches.

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26/10/2008 free counters

Suspeito no 'crime do papai noel' deixa prisão








Pai e avô de Renata Archilla ganharam liberdade nesta terça (21).
Advogado de defesa espera que decisão seja permanente.


Renato Grembecky(i) Archilla, acusado de mandar matar publicitária Renata Archilla, de 29 anos, em 2001 no caso conhecido como o 'crime do papai noel', deixou o 13º Distrito Policial, na Casa Verde, na noite desta terça-feira (21). Às 19h30, ele estava “livre e a caminho de casa”, segundo seu advogado, Gustavo Eid Bianchi Prates.

Renato e seu pai, Nicolau Archilla Galan, de 81 anos, que cumpria prisão domiciliar, tiveram o pedido de habeas corpus aceito pela 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo nesta terça.

Prates acredita que seus clientes devem permanecer livres. “Creio que eles vão permanecer em liberdade. Se haverá recurso ou não, cabe ao Ministério Público. Mas nós acreditamos muito e esperamos que a liberdade seja permanente, por que eles são inocentes”.

O advogado sustenta que seus clientes não estão relacionados à tentativa de homicídio de Renata. “Eles não têm nada a ver com esse fato. Quanto mais o processo avança, mais fica claro que eles não estão envolvidos”.

Recurso

O advogado Marcial Hollanda, assistente de acusação, disse que é "praticamente impossível" recorrer. "Fica complicado reverter isso porque os tribunais superiores não examinam a matéria de fato". Ele lamentou a decisão favorável aos réus por entender que, soltos, representam ameaça à vida de Renata. "Sempre é um risco pendente".


Para Hollanda, cabe agora "esperar a pronúncia" da juíza do caso (determina que os réus vão a júri popular), o que deve ocorrer em novembro, estimou o advogado.

Quando soube da decisão judicial, Renata Archilla, de não mostrou desânimo ao comentar a decisão da Justiça de São Paulo. “Isso (a decisão dos desembargadores) me dá força para batalhar para que a Justiça seja feita. Não sinto isso como uma derrota. Venci até agora de forma correta e tenho certeza de que eles vão a júri popular”, contou nesta terça a publicitária.



Por causa das ameaças que disse ter sofrido durante o processo, ela mora em outro estado brasileiro. Renata afirmou que a liberdade concedida ao seu pai e avô “não muda nada” até agora. “Eu acredito na Justiça. Tenho certeza de que vou sair vitoriosa”.

O caso


O crime ocorreu em dezembro de 2001. Renata foi atacada em um sinal de trânsito no Morumbi, Zona Sul de São Paulo, por um homem vestido de Papai Noel. “Parei o carro, ele me encarou. Achei estranho e, sem falar nada, começou a atirar”, lembrou Renata, em entrevista ao G1 em 12 de agosto, quando o pai e o avô dela foram presos em São Paulo. O ex-PM foi o único julgado no caso até agora e, em 2006, foi condenado a 13 anos e quatro meses de prisão pelo crime..

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26/10/2008 free counters

Paulo Francis comenta a Crise dos Mísseis em Cuba



Quarta-feira, 21/10/1992

O correspondente Paulo Francis comentou a Crise dos Mísseis em Cuba. Nas imagens de arquivo, Fidel aparece com Nikita Krushev e discursa durante o desfile de tanques com mísseis na Praça Vermelha.

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26/10/2008 free counters