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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Fisk investe R$ 20 milhões em ações de marketing em 2012



Para reforçar a visibilidade de sua marca, a Fisk, uma das maiores redes independentes de centros de ensino do Brasil, anuncia sua participação em um dos projetos mais aguardados do ano: o Projeto Verão Espetacular, em parceria com a Rede Globo, que se estende até março de 2012 e que irá levar  sua marca a eventos nacionais e internacionais, que serão televisionados pela emissora como a Corrida de São Silvestre, Copa América de Ciclismo, Desafio Internacional de Futebol de Areia, Triatlo Rápido, Copa Latina de Futebol de areia, entre outros.
Com esta ação, a Fisk amplia seus projetos de fixação de marca voltados para 2012, como a Campanha “Domine o Conhecimento”, com a presença dos astros globais, Bruno Gagliasso e Paloma Bernardi e objetivo de aumentar em 20% o número de alunos; a renovação do contrato de patrocínio com Corinthians no valor de R$ 10 milhões — a verba representa um aumento de 25% com relação a 2011, já que a participação do clube na Copa Libertadores será oportuna para a marca se fortalecer no programa de expansão internacional em países que busca investidores, como Chile, Uruguai, Venezuela, Bolívia, entre outros.









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26/10/2008 free counters

Governo estuda suplementação de verbas para o Judiciário




Segundo o procurador-geral do Estado, Fernando Oliveira, as negociações com o Poder Judiciário devem se iniciar logo no próximo mês de janeiro
30.12.2011| 01:30
Fernando Oliveira minimizou efeitos dos cortes (DEIVYSON TEIXEIRA) Fernando Oliveira minimizou efeitos dos cortes (DEIVYSON TEIXEIRA)

Um dia depois de a Ordem dos Advogados do Brasil, Secção Ceará (OAB-CE) anunciar que vai ingressar com Ação Civil Pública contra o Governo, o procurador-geral do Estado, Fernando Oliveira, minimizou os efeitos da redução orçamentária de 2012 para o Poder Judiciário. Ele disse que não se tratava de cortes na verba destinada à Justiça, mas sim de adequações dos recursos às leis de planejamento e orçamento. Além disso, afirmou que a viabilidade de suplementações é estudada para o correr do próximo ano.

Ele falou na manhã de ontem ao O POVO, na sede da Procuradoria Geral do Estado. Segundo Oliveira, a redução verbas destinadas ao Judiciário em R$ 129,1 milhões se deveu a ajustes à proposta inicial de Lei Orçamentária Anual (LOA), um instrumento de planejamento governamental submetido à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que define as metas e prioridades do exercício financeiro, além do Plano Plurianual Participativo (PPA), que indica os caminhos para os resultados almejados pelo governo.

“Esses ajustes foram feitos de forma geral. Não foi pontual ao Tribunal de Justiça, mas também a outros poderes. (...) No Judiciário, a proposta estava em excesso em R$ 111 milhões, só em relação ao PPA”, disse o procurador, baseando-se em dados da Secretaria de Planejamento e Orçamento (Seplag) do Ceará.

Ele adiantou que o Governo, mesmo com a redução, permite a suplementação orçamentária, que será tratada com o próprio TJ a partir de janeiro. “Durante o ano de 2011, todas as suplementações orçamentárias solicitadas pelo Poder Judiciário foram viabilizadas”, exemplificou. Ele indicou que a ordem desses valores chegou a R$ 30,5 milhões, adicionados ao orçamento inicial de R$ 443 milhões para o exercício deste ano.

“No dia em que houve os ajustes feitos pela Assembleia Legislativa (22 de dezembro), eu tive um contato telefônico com o presidente do Tribunal de Justiça (José Arísio Lopes) e, embora ele estivesse chateado, disse para ele claramente ‘não se preocupe com os ajustes, porque eu já estou à sua disposição para, em janeiro, começarmos a discutir as suas necessidades orçamentárias e financeiras’. Então, ele já está ciente disso”, relatou o procurador.

Carga horária
Com relação à implementação da carga horária de 40 horas semanais para o Poder Judiciário, defendida pelo TJ para este ano, o procurador diz que isso representaria um acréscimo de R$ 85 milhões no orçamento, portanto, inviável. Assim, o Governo já estudaria a possibilidade de uma ampliação gradual, em até três ou quatro anos.

Quanto à instalação das 97 Varas de Justiça, objeto da Ação da OAB, Oliveira disse que dependeria de um planejamento conjunto entre os poderes. “Com a argumentação que eu estou dando, eu acho que a OAB vai ver a desnecessidade de uma Ação Civil Pública. (...) Está demonstrado claramente que o Poder Executivo tem sensibilidade e vai buscar a solução para os problemas do Judiciário”, garantiu o procurador-geral.

Procurado pelo O POVO, o presidente do TJ, José Arísio Lopes, afirmou, por meio da assessoria de imprensa, que restringiria seus comentários à nota já publicada no dia 23 de dezembro, em que ele criticou os cortes.

Por quê

ENTENDA A NOTÍCIA

O Poder Judiciário do Ceará sofreu um corte em seu Orçamento da ordem de R$ 129,1 milhões. Segundo a Ordem dos Advogados do Brasil, secção Ceará, a medida pode até atrapalhar o processo eleitoral de 2012.

Marcela Belchior
marcelabelchior@opovo.com.br






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26/10/2008 free counters

Tech’s Relationship With Depression, Suicide and Asperger’s





By | December 29, 2011, 8:53pm PST
Summary: In 2011 tech increased its awareness about depression and suicide, highlit by tragedy.
As 2011 comes to a close, it’s clear there is no question that tech culture has strong relationships with disorders and illnesses related to acute stress, depression, autism, and the tragedy of suicide.
Tech culture is also no stranger to accusations among its ranks of both borderline and narcissistic personality disorders.
The pressure to succeed is enormous, and a recent suicide in startup culture sparked heated and sometimes painful conversations in online tech culture forums about the mental health perils of working in tech.
My hope is that in reflecting on the losses so many of us have suffered this year, we can take a close look at what makes tech and the startup world a prime environment for incubating and overlooking these issues.
The issue of tech and startup culture and depression and suicide came to the fore in November when 22-year-old Ilya Zhitomirskiy, co-founder of indie social network Diaspora, committed suicide.
Zhitomirskiy’s work situation resonated with many in startup and engineering circles. Diaspora had the publicity, groundswell and acumen that made its launch something many startup jocks hope for when trying to get a new project off the ground.
And like many startups, notably social startups, Diaspora hit a fallow period. As is tradition, Diaspora’s name mingled on many tongues with the word “failure.”
On November 7 the Wall Street Journal ran the article Whatever Happened To Diaspora The Facebook Killer? We will never know if it had anything to do with the fact that Ilya Zhitomirskiy was found in his San Francisco flat five days later.
No one agrees whether Diaspora is or is not a failed endeavor - only time will tell - but its faltering brought up the familiar dance all technologists do with the concept of “fail” long before Zhitomirskiy’s tragedy.
How much, many want to know, did tech culture contribute to this awful loss?
The #Fail Culture
Failure, failing, and being “a failure” is such a part of tech culture that entire posts, blogs, pep talks and conventions.
Failure is universally feared and derided, yet framed and re-framed again and again as a means of staying positive, of learning from mistakes, of using failure as a measure of working hard for success.
The ideal of success in tech is married to the terror of failure.
What undoubtedly makes it worse is the public nature of tech culture, populated with gossip bloggers happy to run any item for page views, the better if it humiliates their competitors. Add to this that the very nature of tech work itself is inherently isolating.
Dr. Keely Kolmes, Psy. D. counseled students at Stanford University for six years. When I interviewed her for this article, she immediately told me about the “Stanford Duck Syndrome”:
I was always struck by the immense pressure the Stanford students felt to keep the illusion that they were doing well. We would refer to it as the Stanford Duck Syndrome: everyone gave the illusion that they were gliding elegantly across the water, but nobody could see that beneath the surface they were paddling like crazy to keep up.
My observation is that many people in tech culture experience similar pressure to maintain a public image. They are fearful of exposing their vulnerabilities to others or asking for help.
Bootstrappers Can’t Afford Help
In many aspects of trying to “make it” in tech, bootstrapping is how everyone gets there. Especially among startups, it’s accepted that to get your company off the ground that everyone involved is going to hame to make personal sacrifices.
Those sacrifices are typically monetary - often times having a decent working and sleeping environment are also put low on the priority list. In bootstrapping, you’ll work 15 hours a day and have little to no social life - I can tell you from painful personal experience that romantic relationships suffer horribly during bootstrapping, much more than I can explain here.
When someone is already struggling with they way they’re feeling, a daily environment that feels more like lonely, constant surveillance than a home or office only exacerbates internal distress. A great example of this is the tendency for bootstrappers and writers to work in a cafe.
Factor in the amount of bravado, false-fronts and ‘fake it till you make it’ that greases tech’s social interactions, and you can imagine how much shame plays a very real role in keeping the suffering of individuals hidden.
Dr. Kolmes elaborates on how much more personal this is for startup culture denizens and tech’s constant high-stakes online endeavors - which I’d expand to include tech writing and other aspects of technology based on the person-as-brand:
Those putting their egos, reputations, and wallets on the line, investing so much heart, soul, time, energy and money in these ventures are engaging in high stakes behavior.
It is a gamble. And it makes sense to me that there is great potential to fall to very low places after investing so much and believing so much in something.
And in this day and age, all eyes are upon you. You are not taking these risks in a vacuum, but your name and identity are very public. It can truly can be a roller coaster for emotions, and if you’re already prone to depression, anxiety, or other mental illness, this kind of stress can wreak havoc.
But the issue of money for bootstrappers isn’t to be underestimated; the psychological risk is just as real as the financial risk.
Even if friends, lovers or coworkers can spot warning signs that someone might need a little help, chances are good that the person can’t afford to see anyone.
And do you think a lot of people cutting their teeth in tech have insurance - or if they do, can deal with what a diagnosis might do to their insurance? Perhaps that’s why geeks are making their own resources, such as Suicide Scale.
I have to wonder: even if there were some flexible-rate therapists, even ones that would take equity and shares as payment, do you think people in pain would be able to step out of the matrix and start getting help?
People in tech culture are definitely worried whether or not they’re at risk - the popularity of the post U Can’t Haz Sadz: The Hushed Dangers of Startup Depression is a testament to increasing awareness about tech culture’s relationship with depression and mental health challenges.
But as Dr. Kolmes explains, “There is already a great deal of stigma attached to seeking help for depression, anxiety, or other issues, and it sadly this prevents many people from getting the care they need.”
Tech and Depression: The Asperger’s Factor
In talking to and interviewing therapists for this article, they all stressed the role of Asperger’s Syndrome when talking about depression and mental health among people in tech.
If you’re unfamiliar, Asperger’s Syndrome is a developmental disorder in the autism spectrum where “Aspies” experience serious difficulties with basic social interactions (notably in communication, empathy, self-care and literal interpretations) and excel at things that involve rules, systems and laws.
Asperger’s has been called “the geek syndrome” because of its strong ties to IT, and some people believe that we wouldn’t have computational science if it weren’t for the disorder.
Lots of geeks wonder, or worry, that they may have Asperger’s.
Keep an eye on the boards at Hacker News long enough, and you’ll see that Asperger’s comes up fairly frequently as a topic and when it does the threads are long and intense - with plenty of people trying to self-diagnose online or trying to solve painful personal life issues by sharing articles about living with Asperger’s.
The only way to find out, of course, is to see a doctor. The struggle and immense amount of work it takes to fit in within tech culture is not to be underestimated, Asperger’s or not. Dr. Kolmes tells me,
When we’re talking about folks in tech and depression, we have to note that there are a lot of successful folks in tech who may fit along the Asperger’s spectrum and if these folks are sometimes harder to read emotionally, we may not know that our pals are suffering.
People with Asperger’s are also vulnerable to depression in connection to their feeling unaccepted or not understood and from the work of trying to socially fit in. They may have histories of feeling lonely or being bullied and may also be perfectionistic (and thus more vulnerable, if, say, a business venture fails).
Finding Answers and Resources
The signs and symptoms of depression can easily go undetected in tech culture; especially since we’re all trying so hard to show we’re happy and successful - and any sign of distress or unhappiness typically results in painful reinforcement, such as unfollows.
I think it will still benefit everyone to know what the signs are. Rather than a blog post, I recommend reading the complete signs and symptoms of depression as provided by the National Institute of Mental Health and the American Psychological Association’s depression page.
To find out more about depression and suicide risk, take a look at NIMH’s suicide fact sheet and the APA’s suicide risk resource page.
Dr. Kolmes tells me,
A good workbook that I think can be used easily by clients wanting to do work on their own is Mind Over Mood (Greenburger and Padesky). Also, I know a lot of people who really like using the David Burns book Feeling Good.
I found this site which may be helpful, explaining links between Asperger’s and depression.
There is also a book I recommend to clients with Asperger’s who come to work with me: The Complete Guide to Asperger’s Syndrome by Tony Attwood. (Pp. 140-143 talk about depression and suicide.)
Let’s resolve to drop the egos a bit and focus on what’s important - and please take care of each other as we go into 2012.
Image by Sarah Witherby, under Creative Commons 2.0 Generic license, via Flickr.






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26/10/2008 free counters

Man Jailed for Posting Crime Photos on Facebook




Man Jailed for Posting Crime Photos on Facebook
YouTube
In what is sure to go down as one of the dumbest moves ever by a criminal, a 17-year-old Pittsburgh teenager and his friends were arrested after he posted photos on Facebook of a robbery he committed.
Isiah Cutler, 17, and two 14-year-old friends stole more than $8,000 in cash from a local market.
"Well, I guess they're just stupid kids," Detective Valerie Milie told the Associated Press. "They thought they could put [the pictures] out there for their friends who friended them on Facebook to see. But the one kid had 200 friends, but not only were they friends, some of them were relatives who became concerned and called police."
Close to an hour after the burglary, the group put pictures of the activity on Facebook. The grandmother of one of the children alerted police after she was tipped off to the photo by a relative. Cutler is scheduled to be in court Wednesday on charges of theft, burglary and conspiracy.
When you think about this, these kinds of dumb actions by children -- not to mention the crime involved -- are really becoming the norm. Nowadays, on sites across the Internet, children are encouraged to upload and post compromising and incriminating photos of themselves, so why should we be surprised? Are you?







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26/10/2008 free counters

European shame over the Roma question Opinion - Al Jazeera English





European strategies to 'integrate' Roma populations have failed due to lack due to a lack of inclusiveness.
Last Modified: 29 Dec 2011 14:23rint


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Politicians working on 'integration' strategies for the Roma often do not understand their culture [GALLO/GETTY]
London, United Kingdom - Earlier this year, the European Commission published one of those beautiful documents called a "Communication" under the title "An EU Framework for National Roma Integration Strategies up to 2020".
The idea is to force the EU member states to devise their own national strategies for dealing with the Roma question. And this week, the Bulgarian government will dutifully accept a national strategy for Roma integration. The Communication is a result of lobbying, horror and the inadequate behaviour of President Sarkozy of France.

Many organisations lobby for Roma rights. However, most of them are weak, they rarely include any Roma people, they haven't brought about any meaningful political change and they can't even attract the attention of mainstream politicians.

That is why the birth of the EU Roma "Communication" needed a second push. When the European Union accepted 10 new states from Eastern Europe nobody realised that the enlargement came with the largest, and most deprived, ethnic minority. And nobody wanted to know.
Once the enlargement was a fact, Western Europe realised that five million Gypsies had entered the sparkling club and a few more million might come with the future enlargement.

This led to silent horror and fear. People were watching documentaries about Romas selling babies and running highway prostitution rings gasping in disbelief about what was happening on what was already EU territory and sinking into silent denial. European politicians did not go much further than replacing the term Gypsies with 'Roma', which they thought was more politically correct (which it is not, by the way).
At this point, Sarkozy came to the rescue. With his typical cartoon patriotic spontaneity, he ordered the expulsion of a group of Gypsies from France back to Romania. The EU Justice Commissioner Viviane Reding spotted a good high-profile opportunity, leapt against him and compared his act to the behaviour of German Nazis.

The silence was broken; many Roma activists came out of the dark and suddenly lit up like long-forgotten Christmas decorations all over the house. The European Commission prepared its "Communication" and now the European governments, mainly in the New Member States, started preparing national strategies. As one of the Bulgarian papers quite correctly put it: "The Government will adopt a Roma integration strategy in order to get access to European funds."
A passing guilt complex

The question of whether the national strategies for Roma integration will work has a simple answer: they will not. The question of whether the European funds for Roma integration will be absorbed also has a simple answer: they will.

There are three problems. The first is that all of these strategies are prepared without the participation of Roma people. They do not reflect the views of Europe's estimated 10-12 million-strong Roma population, and they cannot. The European Parliament has only one person of Roma origin. Around 10 per cent of the Bulgarian population is Roma, but there is exactly one half-Roma member in the 240 seats of the Bulgarian parliament.

The second problem is that strategies for Roma integration are based on a guilt complex which European citizens only feel intermittently - in the face of specific campaigns. But once a BBC documentary or an award winning Czech film about the plight of Gypsies is replaced in our mind by a flood in the Far East, a drought in Africa or a child abuse case in the Catholic Church; the Roma case will be forgotten.
Yes, there will always be some concerned EU Commissioner, a few MPs or Madonna asking during her Bucharest concert why Romanians discriminate against the Gypsies, but it is very unlikely that "Roma integration" or the "Roma inclusion" will be of lasting concern to citizens across Europe - East or West.
Roma populations in Europe have been consistently harrassed, mistreated and mistrusted [GALLO/GETTY]
Finally, the third problem is that the majority of Gypsies are in Eastern Europe, where there is no money and where there are no traces of political correctness. While European money to address the Roma question will be accepted with resentment and spent in full, these funds will by no means be sufficient to move the Roma cause forward. A permanent flow of substantial funds through national budgets is necessary if the problem is going to be solved with money.

There is also another fundamental question based on the fact that we do not know the best way to solve the Roma question. Why should we assume that "integration" is the right solution? And what does integration mean?
In Romania and Bulgaria, for example, one of the acts of integration is not allowing Gypsies to drive their horse carts on roads and in towns. This policy does not integrate the Gypsy with his horse cart into the life of the country: it separates the Gypsy from the horse cart, sends him on a course for waiters or to study MS Office and, when the training - probably paid for with EU money - finishes, society concludes in the end that the Gypsies cannot be integrated.

The truth is that we know very little about the Roma beyond the reported horror stories and the general prejudices that occupy our minds. We don't speak their language, we don't understand their traditions and moral code, we don't know how many of them there are, we don't differentiate between their unique communities and we do not have the slightest idea what they think about us.
Even many civil society organisations treat their Roma engagements with frustration or condescending humour.
A long history of marginalisation

Not only do we not know enough about the Gypsies, but we don't want to know. And we simply don't want them around. And when I say "we" I mean a very wide "we" - educated and uneducated Romanians, Bulgarians, Hungarians, Czechs and Slovaks, Eastern European politicians, French presidents and Welsh mayors. Last year, a Welsh mayor said that Hitler had the "right idea about how to deal with Gypsies". At least he showed some knowledge about the history of Roma persecution.

Hitler started his ethic cleansing with the Gypsies, when he got away with it, he went on to bigger things. In fact, he did not start the persecution of the Gypsies - he inherited elaborate discriminatory legislation specifically designed to keep the Gypsies away. Germany had anti-Gypsy laws since the end of 19th century. During the early days of Nazism, existing anti-Gypsy measures were strengthened and led to mass sterilisation and murder.

It is believed that under Communism, hundreds of Gypsy women were sterilised in Czechoslovakia. Human rights organisations claim that the practice continued after 1989. A couple of years ago, a Bulgarian Facebook group appeared under the title - "Sterilise first the Gypsies and then the dogs" (There are a lot of street dogs in Bulgaria and there are debates about whether it is humane to sterilise them.)
The group quickly gathered 20,000 members, and then grew by several hundred every a day. It took some time to take it off Facebook. In the meantime, model citizens - most of them with higher education - with detailed personal profiles, family and wedding pictures, proudly listing their professional achievements publishing their names, addresses, emails and mobile numbers were competing with each other about who could suggest a better method for getting rid of the Gypsies.
The imagination of the Bulgarian Facebook middle classes significantly surpassed the practices of the Nazis. According to Bulgarian law, many of the members of this group could have been prosecuted and even jailed for up to four years. Yet, no one in Bulgaria or anywhere in the European Union reacted.

The EU wants to be the perfect land, but it can't. If it wants to be at least a land of real diversity it will have to learn more about its own minorities before trying to integrate them. This does not mean that we must not work hard to secure equal treatment for Gypsies, but that we must also work hard to preserve some level of respect and dignity for this centuries-old nation.
Future EU Communications on National Roma Strategies should be based on much better knowledge of their society and prepared with their participation.

Julian Popov is a journalist, consultant, director of the UK charity organisation, Friends of Bulgaria, and chairman of the Board of Directors at the Bulgarian School of Politics.







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Amarillo father hopes social media will help bring runaway daughter home If you post to Twitter please use the hash tags #FindHaley and #LoveHaley





I love my daughter very much and threw together this video in hopes of finding her safe. Please pass this info along and God Bless. If you post to Twitter please use the hash tags #FindHaley and #LoveHaley





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Presidente da AMB nega que juízes tenham privilégios e diz que classe recebe 'carnê da fome'


29 de dezembro de 2011 | 23h 00



Calandra alega que magistrados recebem 'aos poucos' e diz que corregedora causa 'rebuliço'

Fausto Macedo, de O Estado de S. Paulo
Artífice da ofensiva que empareda o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e acua a corregedora nacional da toga, Eliana Calmon, o desembargador Henrique Nélson Calandra, presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), afirma que juiz não tem privilégios.
Para Calandra, corregedora do CNJ causa 'rebuliço' - Dida Sampaio/AE - 27.09.2011
Dida Sampaio/AE - 27.09.2011
Para Calandra, corregedora do CNJ causa 'rebuliço'
Diz que ele próprio não foi contemplado com um contracheque graúdo, a exemplo de alguns colegas. "Quem me dera tivesse recebido valores a mais, não estaria devendo cheque especial."
A entidade que Calandra dirige é a mais poderosa e influente ordem dos juízes. Ela reúne doutores de todas as instâncias do Judiciário. A AMB foi ao Supremo Tribunal Federal (STF) e obteve a liminar que mandou paralisar os trabalhos do CNJ até que a corte máxima decida se é constitucional ou não a abertura de dados de 217 mil juízes, servidores e familiares.
O ministro Cezar Peluso, presidente do STF, recebeu R$ 700 mil de uma só vez a título de atrasados. O sr. também recebeu?
Não tenho notícia de que o ministro tivesse recebido valores a maior que ninguém. Nem com relação ao ministro Ricardo Lewandowski, que foi meu colega no Tribunal de Justiça de São Paulo. Ele sempre recebeu o que era pago para todo mundo, ninguém recebeu vantagens que não tivessem sido pagas aos demais magistrados. Se houve erro por parte do tribunal que seja corrigido.
O sr. recebeu?
Quem me dera tivesse recebido a mais, não estaria devendo cheque especial. Recebemos não de uma vez só, mas uma pequena fração todo mês, a gente chama carnê da fome, são 87 prestações para pagar diferenças de salários. Valor pequeno, mil e poucos reais cada parcela. E agora o plano de equivalência ao qual tivemos direito. Teve aumento para a Câmara dos Deputados, a vantagem foi estendida aos juízes, fracionada a perder de vista.
Acha moral os pagamentos?
São valores legalmente devidos. Um juiz quando se aposenta tem que entrar com ação para receber coisas que a ele são devidas. Muitas vezes perde. Não tirou férias porque não quis, alegam. O pagamento é ético. Surgem defasagens salariais que geram diferenças. Houve governos que não davam verbas. Ficava aquele débito, formando acervo volumoso, correção, juros. Não é nada demais.



Fausto Macedo, de O Estado de S. Paulo
Por que repudiam a devassa em suas folhas salariais?
A inspeção nas folhas é obrigação legal, o que não pode é transformar isso em espetáculo. Não tem como criar privilégios. Todo o sistema retributório da magistratura está regrado pela Constituição, pela lei federal e resoluções do CNJ. Qualquer um está sujeito a erros, por isso tem que ter a humildade de não se achar o dono da verdade. Não adianta, por causa de uma unha encravada, cortar o braço. Não vamos ter Eliana Calmon para o resto da vida. Não vamos ter Calandra para o resto da vida. As instituições são as únicas que são imortais. O caminho é aplicar a lei de modo uniforme.
Querem tirar de cena o CNJ?
Pelo contrário, sempre recorremos ao CNJ para corrigir alguma falha. Quem propôs ação para firmar a constitucionalidade da existência do CNJ foi a AMB. Que interesse teremos de desprestigiar o CNJ? O que há é divergência de opinião entre nós e a corregedora nacional pelo modo inflamado com que ela se manifesta. Deram dimensão que não existe para as liminares, que praticamente não mudam nada. A nossa divergência é técnica. A consideração por Eliana Calmon é imensa. Ela é figura muito querida. Como baiana que é, exagera, provoca rebuliço tremendo. É uma brasileira preocupada com o seu trabalho, assim como todos nós.
Do que os srs. têm medo?
Eu não tenho medo de nada. O que causa receio para muitos é o modo como às vezes se desenvolvem os trabalhos do CNJ. A parte correcional cada tribunal deve cuidar. Não há porque competência simultânea, apurar no CNJ e no tribunal. Só deve ir ao CNJ aquilo que o tribunal não apurar, não julgar. Prestamos eletronicamente relatórios mensais ao CNJ. Cada passo que a gente dá o CNJ fica sabendo. Mas não admitimos que coloquem sob suspeita toda a magistratura. Um jardineiro teve sua conta invadida e caiu o ministério (caso Palocci, então ministro da Fazenda, em 2006). O que vale para o jardineiro tem que valer para o juiz.



 Brasileiros já pagaram R$ 1,5 trilhão em impostos neste ano

 

Ano deve fechar com um aumento de 11% em relação a 2010

Publicado:
Atualizado:







Impostômetro vira a casa de R$ 1 trilhão e meio Foto: Eliaria Andrade / Agência O Globo







Impostômetro vira a casa de R$ 1 trilhão e meio Eliaria Andrade / Agência O Globo
SÃO PAULO - Os brasileiros já tiveram de desembolsar R$ 1,5 trilhão só para pagar impostos neste ano. A cifra foi registrada às 17h desta quinta-feira pelo "impostômetro", painel eletrônico mantido pela Associação Comercial de São Paulo e que registra em tempo real a arrecadação de tributos federais, estaduais e municipais.
A previsão da entidade é que o total em 2011 chegue a R$ 1,51 trilhão,o que representará um aumento nominal de 17,1% e real (descontada a inflação do período) de 11% na comparação com o R$ 1,29 trilhão registrado no ano passado.

Embora Jader Barbalho tenha renunciado ao mandado para escapar de um processo de cassação, o senador não foi alcançado pela Lei da Ficha Limpa, pois o STF o julgou apto a desempenhar o mandato para que foi eleito. O pacote de bondade que é dado a um senador deixa qualquer cidadão estupefato. Salário de R$ 26.723,13 mais auxílio-moradia de R$ 3,8 mil caso não ocupe imóvel funcional, plano de saúde... Não há limite para despesas médicas dos senadores em exercício de mandato. O atendimento beneficia o parlamentar, cônjuge e dependentes com até 21 anos, ou até 24, caso sejam universitários. O limite anual para despesas odontológicas e psicoterápicas é de R$ 25.998,96. Verba indenizatória, R$ 15 mil, Cinco passagens aéreas mensais de ida e volta para a capital do Estado de origem, Cotas: gráfica, R$ 8,5 mil; telefone, R$ 500 mensais para o telefone fixo. No caso de líder partidário e integrantes da Mesa, o valor é de R$ 1 mil. As despesas com o uso de telefone residencial podem ser ressarcidas com base nos mesmos valores. Não há limites para gastos com telefone celular. Combustível, 25 litros de gasolina ou 36 litros de álcool por dia, de segunda a sexta-feira, durante a permanência em Brasília. Cada senador tem direito ao uso de um veículo oficial em Brasília. Diante desse acinte, já passou da hora de o eleitor acordar e aprender a votar em quem realmente merece e tem a ficha limpa, pois esperar pela Justiça é perder as esperanças. Brasil, um país de tolos.
Izabel Avallone
São Paulo


BRASILEIROS   pagarão bilhões por auxílio-moradia retroativo de magistrados


DE SÃO PAULO
Hoje na Folha O pagamento retroativo do auxílio-moradia a magistrados, que estão sob inspeção e agora geram polêmica, obrigou a União a desembolsar alguns bilhões, informa a coluna Mônica Bergamo publicada na Folha desta quinta-feira (a íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).
Só para a Justiça trabalhista, em 2008, quando começaram a ser pagos, eles foram calculados em R$ 1 bilhão. O auxílio foi concedido até para quem morava na cidade em que trabalhava.

Na semana passada, reportagem da Folha mostrou que nove dos 33 ministros do Superior Tribunal de Justiça receberam de uma vez só neste ano pagamentos de auxílio-moradia atrasados dos anos 1990. Os valores, somados, superam R$ 2 milhões. É o mesmo benefício recebido pelo presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Cezar Peluso, e pelo ministro Ricardo Lewandowski.
O direito foi reconhecido em 2000, quando o STF decidiu que todos os magistrados do país deveriam ter ganho aquilo que, durante alguns anos da década de 1990, foi pago apenas aos congressistas.
Na quarta-feira, Peluso, saiu em defesa de Lewandowski, que durante a semana paralisou inspeções do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) sobre pagamentos milionários feitos por tribunais estaduais a magistrados.


Festa da virada em Brasília custará R$ 2,3 milhões...

29/12/2011 - 14h16
Da Agência Brasil

Brasília – A dois dias para a virada do ano, a festa com direito a shows na Esplanada dos Ministérios foi confirmada hoje (29) pela Secretaria de Cultura. A demora foi gerada pelas complicações envolvendo a licitação para a contratação dos serviços do evento. O Governo do Distrito Federal (GDF) garantiu que o réveillon - com queima de fogos, espetáculos nacionais e locais – ocorrerá normalmente, segundo a organização, a partir das 20 horas do dia 31.
A subsecretária de Políticas e Promoções Culturais da Secretaria de Cultura, Fátima de Deus, disse à Agência Brasil que o evento deste ano vai custar aos cofres públicos aproximadamente de R$ 2,3 milhões. Segundo ela,  os recursos foram usados para a montagem da estrutura (R$ 1,4 milhão) e o pagamento dos artistas (R$ 890 mil). “Todos os setores do governo se uniram para que o evento [da virada do ano] seja um sucesso.”
A organização programou shows de cinco atrações nacionais – Móveis Coloniais de Acaju, Natiruts, Arlindo Cruz e duplas sertanejas João Bosco e Vinícius e Pedro Paulo e Matheus – e a queima de fogos com  duração aproximada de 25 minutos. No ano passado, o Distrito Federal enfrentava uma de suas piores crises políticas e não houve queima de fogos nas festas de Ano Novo. À época, o governo justificou alegando problemas na licitação que garantia a contratação da estrutura para a apresentação.
De acordo com a subsecretária, serão montadas tendas de apoio da Polícia Civil, do Corpo de Bombeiros, da Defesa Civil, da Vara da Infância e Juventude, da Secretaria de Saúde, do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu), um Posto Médico, da Companhia Elétrica de Brasília (CEB), da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) e da Agência de Fiscalização do Distrito Federal (Agefis).
No dia 31, a Polícia Militar (PM) instalará dez torres de monitoramento e haverá um esquema especial de vigilância para garantir a segurança da festa. O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran) também montou um esquema especial na Esplanada dos Ministérios com nove viaturas, 16 agentes de trânsito e dois guinchos. Os sistemas de transporte urbano e o metrô funcionarão, de acordo com os cronogramas de fim de semana, sem preços e horários especiais.
Aqueles que forem para a festa na Esplanada dos Ministérios no dia 31 terão à disposição 160 banheiros químicos e quatro tendas de abrigo que se destinam a mulheres com  crianças de colo, idosos e pessoas com deficiência. A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) decidiu ainda inovar neste ano, construindo passagens para os pedestres no gramado que fica no centro da Esplanada dos Ministérios.






DE SÃO PAULO
Hoje na Folha O Tribunal de Justiça de São Paulo concedeu a 22 desembargadores licenças-prêmio referentes a períodos em que eles trabalharam como advogados, anteriores ao ingresso no serviço público, informa reportagem de Flávio Ferreira, publicada na Folha desta quinta-feira (a íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).
Em dois casos, o benefício referente ao período em que atuaram por conta própria chegou a um ano e três meses --ou 450 dias.
A corte também é investigada pelo CNJ por supostos pagamentos de verbas relativas a auxílio moradia de forma privilegiada. O conselho apura ainda possíveis casos de enriquecimento ilícito.
OUTRO LADO
O TJ-SP informou que anulou as 22 concessões de licença-prêmio que consideraram períodos de exercício de advocacia e a legalidade do benefício deverá ser julgada no início do ano que vem.
Segundo a assessoria de imprensa do TJ, "houve duplo fundamento para a anulação: a) ausência de prévia manifestação da Comissão Salarial; b) a questão deveria ter sido submetida ao órgão Especial do tribunal".
"Além da anulação, o Conselho Superior da Magistratura determinou imediata apreciação da matéria pelo Órgão Especial [colegiado da cúpula do tribunal], que reapreciará todas as questões relacionadas ao tema", de acordo com a nota do TJ.
Em sessão realizada no último dia 19, o Órgão Especial da corte chegou a iniciar o julgamento do caso, porém, a análise foi interrompida por pedidos de vista de desembargadores.
Colaborou Frederico Vasconcelos

Editoria de Arte/Folhapress

Tijolo no céu

Aposentadoria maior não, mas os idosos terão cota especial no Minha Casa, Minha Vida. Pelo ritmo do programa, morrerão sem teto.

Brasil ainda tem 1 milhão de crianças que trabalham


DE SÃO PAULO
Hoje na Folha Dados do IBGE revelam que mais de 1 milhão de crianças de 10 a 14 anos trabalhavam no Brasil em 2010, informa reportagem de Antônio Góis, Luiza Bandeira e Matheus Magenta, publicada na Folha desta quarta-feira (a íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).
Alberto César Araújo/Folhapress
Menina menor de 10 anos vende roupas em feira de Manaus
Menina menor de 10 anos vende roupas em feira de Manaus
O número é equivalente a 6% das crianças nesta faixa de idade no país. Na região Norte, o índice é pior, chega a 9%.
As atividades domésticas ou em propriedades agrícolas e familiares, de difícil fiscalização, são as que mais persistem no país.
Leia mais na edição desta quarta-feira, que já está nas bancas.

Editoria de Arte/Folhapress


País do futuro

O IBGE constatou mais de 1 milhão de crianças trabalhando em 2010, até de graça. Deram duro para levar o Brasil à 6ª economia do mundo.


claudiohumberto


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26/10/2008 free counters

Brasileiros já pagaram R$ 1,5 trilhão em impostos neste ano



Ano deve fechar com um aumento de 11% em relação a 2010

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Impostômetro vira a casa de R$ 1 trilhão e meio Foto: Eliaria Andrade / Agência O Globo




Impostômetro vira a casa de R$ 1 trilhão e meio Eliaria Andrade / Agência O Globo
SÃO PAULO - Os brasileiros já tiveram de desembolsar R$ 1,5 trilhão só para pagar impostos neste ano. A cifra foi registrada às 17h desta quinta-feira pelo "impostômetro", painel eletrônico mantido pela Associação Comercial de São Paulo e que registra em tempo real a arrecadação de tributos federais, estaduais e municipais.
A previsão da entidade é que o total em 2011 chegue a R$ 1,51 trilhão,o que representará um aumento nominal de 17,1% e real (descontada a inflação do período) de 11% na comparação com o R$ 1,29 trilhão registrado no ano passado.


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Embora Jader Barbalho tenha renunciado ao mandado para escapar de um processo de cassação, o senador não foi alcançado pela Lei da Ficha Limpa, pois o STF o julgou apto a desempenhar o mandato para que foi eleito. O pacote de bondade que é dado a um senador deixa qualquer cidadão estupefato. Salário de R$ 26.723,13 mais auxílio-moradia de R$ 3,8 mil caso não ocupe imóvel funcional, plano de saúde... Não há limite para despesas médicas dos senadores em exercício de mandato. O atendimento beneficia o parlamentar, cônjuge e dependentes com até 21 anos, ou até 24, caso sejam universitários. O limite anual para despesas odontológicas e psicoterápicas é de R$ 25.998,96. Verba indenizatória, R$ 15 mil, Cinco passagens aéreas mensais de ida e volta para a capital do Estado de origem, Cotas: gráfica, R$ 8,5 mil; telefone, R$ 500 mensais para o telefone fixo. No caso de líder partidário e integrantes da Mesa, o valor é de R$ 1 mil. As despesas com o uso de telefone residencial podem ser ressarcidas com base nos mesmos valores. Não há limites para gastos com telefone celular. Combustível, 25 litros de gasolina ou 36 litros de álcool por dia, de segunda a sexta-feira, durante a permanência em Brasília. Cada senador tem direito ao uso de um veículo oficial em Brasília. Diante desse acinte, já passou da hora de o eleitor acordar e aprender a votar em quem realmente merece e tem a ficha limpa, pois esperar pela Justiça é perder as esperanças. Brasil, um país de tolos.
Izabel Avallone
São Paulo

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26/10/2008 free counters

PMs e bombeiros param às vésperas do Réveillon em Fortaleza





DE SÃO PAULO
Os policiais militares e os bombeiros do Ceará decidiram em assembleia, realizada no início da noite desta quinta-feira, fazer uma paralisação às vésperas do Réveillon.
O presidente da Associação de Cabos e Soldados Militares do Ceará, Flávio Sabino, disse que 1.200 PMs estavam reunidos em um ginásio esportivo de Fortaleza por volta das 21h e que outros policiais iriam para o local. A expectativa, segundo ele, é que mais de 10 mil policiais e bombeiros participem do movimento.
Os militares dizem que a paralisação será por tempo indeterminado, até que o governo negocie com a categoria. "Pensamos em parar na véspera de Natal, mas decidimos respeitar a festa natalina das famílias cearenses, aquele momento fraterno. Resolvemos paralisar hoje porque, se o governo quiser, tem 48 horas para negociar com a categoria e garantir o Réveillon."
A Polícia Militar do Ceará, por meio da assessoria de imprensa, disse o movimento está sendo feito por um pequeno grupo e que não afetou o policiamento no Estado. Segundo a PM, o efetivo policial na capital está garantido para a festa de Ano-Novo.
Os policiais reivindicam, segundo Sabino, o estabelecimento de uma carga horária de 40 horas semanais e o pagamento de horas extras. No interior do Estado, segundo ele, os PMs chegam a trabalhar 90 horas por semana.
Entre as reivindicações estão ainda mudanças na política de promoções e aumento salarial.
Segundo Sabino, os policias que participaram da assembleia que decidiu pela paralisação estavam com medo de represálias por parte do governo e, por isso, muitos usaram máscaras para não serem identificados. O presidente da associação disse que mais de 30 policiais foram transferidos para o interior do Estado após participarem de uma caminhada de protesto.







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26/10/2008 free counters

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A Vida da Gente 24-12-2011 Parte 3 [FINAL] Capítulo 078 de sábado

21:31

A Vida da Gente 24-12-2011 Parte 3 [FINAL]...




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