[Valid Atom 1.0]

sábado, 29 de outubro de 2011

#CORRUPÇÃO Financista suspeito de lavar dinheiro de Ricardo Teixeira terá bens leiloados no Rio


Roberto Pereira de Souza
Em São Paulo
  • Ricardo Teixeira é alvo de duas investigações federais

    Ricardo Teixeira é alvo de duas investigações federais

A investigação federal por lavagem de dinheiro contra Ricardo Teixeira terá um sério obstáculo pela frente: encontrar um dos principais suspeitos na trama financeira: o engenheiro Cláudio Honigman, ex-diretor da corretora Alpes e da Brasil 100 % Marketing, fugiu do Brasil e seus bens estão sendo leiloados para pagamento de dívidas, no Rio de Janeiro.

O Ministério Público Federal já pediu à Polícia Federal de São Paulo que levante as operações feitas por Honigman Ricardo Teixeira e outros parceiros financeiros.

A informação sobre o leilão dos bens de Honigman foi dada pelos advogados que trabalharam na ação de pensão alimentícia, defendendo a ex-mulher do financista, a chilena Nathalie Peacock Serrano.

O engenheiro financeiro foi o responsável pela venda e recompra de um pacote de ações, no valor de R$ 50 milhões, em 2007. Ricardo Teixeira, presidente da Confederação Brasileira de Futebol, seria o comprador dos títulos. A diretoria da Alpes nega qualquer envolvimento nesse negócio, mas confirma que Honigman era mesmo diretor da empresa.

Como a operação envolvia também a suposta compra de um avião Cessna (ao final, intermediada pela TAM), surgiu a suspeita do Ministério Público Federal, em São Paulo, de lavagem de dinheiro e crime financeiro contra Teixeira e os outros parceiros.

O caso foi parar na Polícia Federal de São Paulo, em setembro, sem que nenhuma informação sobre o andamento da investigação tenha sido divulgada até esta sexta-feira.

“Nós também estamos procurando Cláudio Honigman”, disse os advogados Edmo Fraga e Ana Cláudia Cavalcante. “Estamos executando uma mansão dele porque fomos destituídos da ação por pensão alimentícia, sem a devida quitação de nossos honorários”, disseram.

A advogada comentou como Honigman e Ricardo Teixeira se conheceram. “Foi em uma festa e Nathalie Peacock, então mulher de Cláudio, fez o contato inicial”, lembrou-se Ana Cláudia Cavalcante.

”Houve uma festa no condomínio de luxo Golden Green, onde Sandro Rosell, presidente do Barcelona, morava. A mulher de Sandro era amiga da Nathalie. Durante a festa, ela apresentou o marido Cláudio a Ricardo Teixeira e a Rosell”.

Desse contato, surgiu a parceria com Ricardo Teixeira, o presidente do Barcelona, Sandro Rosell, Vanessa Precht (assistente de Teixeira) e o próprio Claudio Honigman. Todos se envolveram diretamente na montagem na empresa Brasil 100 % Marketing.

Rosell e Vanessa ainda abriram a Ailanto Marketing, que intermediou o jogo de Brasil e Portugal, no Distrito Federal, em troca de R$ 9 milhões dos cofres públicos (este contrato é investigado pelo Ministério Público do DF).

Foi a Brasil 100% Marketing que efetuou a suposta compra de um avião usado, pertencente a Ricardo Teixeira, pagando R$ 17,5 milhões quando o valor de mercado não passaria de R$ 8 milhões. Em outro lance de engenharia financeira internacional, Cláudio intermediou a venda e recompra de R$ 50 milhões em ações, tendo como parceiros Teixeira e Sandro Rosell, cada um com R$ 25 milhões.

A missão da Polícia Federal será encontrar Cláudio Honigman, que teria deixado o Brasil logo após a negociata com o avião e ação por pensão alimentícia.

Ele estaria casado com Larissa Tinoco, tem dois filhos por inseminação artificial (feita no Brasil) e abandonou a religião judaica. Ao mudar de religião, teria assumido o nome de Cristiano.

Pelo Soho, região nobre de Manhattan, Honigman anunciou que era um cristão convertido e que, por isso, adotara outro nome. “Essas informações foram passadas pela ex-mulher dele, que não me pagou tudo o que devia e desapareceu”, lembrou-se, indignada, Cláudia Cavalcante.

Sobre o sumiço da ex-mulher de Honigman, outra suspeita da advogada: “ ela recebeu um telefonema, dizendo que teria de deixar o Brasil imediatamente”, recorda-se a advogada. “Ela teria sido ameaçada, o cofre de sua casa fora roubado e documentos foram levados, aqui na Barra”.

Em 15 dias, Nathalie Peacock mudou-se com os filhos para uma cidade chilena, mais perto de sua família.

“Alguns dias após sua mudança, ela me telefonou, dizendo que o cofre de sua casa, no Chile, também havia sido detonado por ladrões” Ela falou que explodiram a parede da casa".

O último contato foi um telegrama enviado por Nathalie, destituindo os advogados Edmo Fraga e Ana Cláudia Cavalcante, em 2007.

Em outra missão, no Rio de Janeiro, a Polícia Federal investiga Ricardo Teixeira e seu irmão Guilherme por outra suspeita de lavagem de dinheiro, envolvendo a empresa Sanud.

Esta empresa aparece nos documentos descobertos pela Justiça suíça, que investigou casos de suborno de agentes da Fifa.

ALGUMAS EMPRESAS ENVOLVIDAS EM SUBORNO, SEGUNDO JUSTIÇA SUÍÇA

Sanud US$ 8,5 mihões de 16/02/93 a 28/11/97
Beleza US$ 1,5 milhão de 27/03/91 a 01/11/91
Ovada US$ 820 mil 22/01/1992
Wando US$ 1,8 mihão de 06/07/89 a 22/01/93
Sicuretta US$ 42,4 mihões de 25/09/89 a 24/03/99

Governo teve acesso 1 mês antes a provas de suposta fraude no Esporte

Em 9 de setembro, Advocacia da União buscou informações na Justiça.
Em 15 de outubro, revista ‘Veja’ publicou denúncia de policial militar.

Débora Santos Do G1, em Brasília


A Advocacia-Geral da União (AGU) teve acesso no dia 9 de setembro deste ano às provas que servem de base para o processo que tramita na Justiça Federal sobre desvio de dinheiro público no Ministério do Esporte. Nessa data, de acordo com o andamento processual disponível na internet, o juiz Ricardo Augusto Soares Leite, da 10ª Vara Federal de Brasília, autorizou o acesso da AGU por 24 horas aos nove volumes e quatro apensos da ação.

Mais de um mês depois, na edição de 15 de outubro da revista “Veja”, o policial militar João Dias Ferreira denunciou o suposto esquema de corrupção, que, segundo ele, envolve o ex-ministro Orlando Silva e a cúpula do ministério. O ex-ministro sempre negou as acusações.

Dois dias após a publicação da reportagem, em 17 de outubro, o então ministro anunciou que o ministério passaria a dar prioridade aos convênios com entidades públicas e não com organizações não-governamentais (ONGs). Segundo a denúncia de João Dias, as ONGs serviam de meio para desviar parte do dinheiro do Programa Segundo Tempo para o PC do B, partido do ministro. O programa tem por finalidade incentivar atividades esportivas com crianças e adolescentes de comunidades carentes.

Mesmo não sendo parte no processo, a Advocacia-Geral da União buscou em setembro as informações sobre o processo – que tramita em segredo de Justiça – com o objetivo, segundo o órgão, de avaliar eventuais elementos capazes de justificar uma ação judicial para recuperação de dinheiro público supostamente desviado.

“O acesso da AGU ao processo, que tramita na 10ª Vara Federal de Brasília, sobre irregularidades na execução de convênios do Programa Segundo Tempo, do Ministério do Esporte, está dentro dessa linha de atuação e tinha como objetivo averiguar a existência ou não de fatos e provas que pudessem, juntamente com outros dados de órgãos de controle, embasar uma eventual ação judicial de recuperação de créditos”, informou por escrito ao G1 a assessoria do órgão.

As provas
As provas que servem de base ao processo foram colhidas pela Operação Shaolin, da Polícia Civil do Distrito Federal. Na operação, deflagrada no ano passado, policiais apreenderam documentos, computadores e arquivos de áudio e vídeo na casa de João Dias Ferreira. Segundo o policial militar, delator do suposto esquema, o material recolhido pela polícia é capaz de ligar “autoridades” às fraudes que ele diz terem ocorrido no ministério.

As duas ONGs de João Dias mantinham convênios com o ministério e recebiam dinheiro do programa Segundo Tempo. Ele e outras cinco pessoas respondem a ação civil por improbidade administrativa e a uma ação penal, nas quais são acusados de desviar dinheiro público. Na ação civil, que tramita na 1ª Vara de Justiça Federal do Distrito Federal, a Procuradoria da República no DF pede que Ferreira e a mulher, Ana Paula Oliveira de Faria, sejam condenados a devolver R$ 3.176.851,81 aos cofres públicos. Os procuradores chegaram a pedir o bloqueio dos bens, mas a Justiça negou.

Ferreira tenta agora ter acesso a essas provas para formular a própria defesa. “Se a gente conseguir o documento que a Justiça liberou vai se agravar cinco vezes mais a situação. O que tem até aqui vai envolver cinco vezes mais pessoas públicas, com cinco vezes mais gravidade, em todos os sentidos", disse, na última semana.

Procuradoria
Antes das denúncias do policial militar na imprensa, a Procuradoria-Geral da República (PGR) já havia cobrado do então ministro Orlando Silva explicações sobre as supostas irregularidades no programa Segundo Tempo.

Em ofício do dia 16 de setembro, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, dá prazo de 20 dias para que Orlando Silva apresente informações sobre a execução do programa. Em vez de fornecer o material, Silva pediu, no dia 7 de outubro, a prorrogação do prazo por mais 20 dias, “em razão do elevado volume de trabalho acumulado pela pasta”. Após pouco mais de uma semana, a revista “Veja” publicou a reportagem que deu origem à crise política cujo resultado foi a demissão do ministro, na última quarta (26).

Na última quinta-feira (27), após o pedido de demissão de Orlando Silva, o ministro-chefe da Controladoria-Geral da União, Jorge Hage, anunciou que o governo estuda medidas mais rigorosas para apertar o cerco contra a corrupção nos convênios entre ministérios e ONGs.

Segundo ele, em setembro, já foram publicadas algumas medidas para tornar mais rígidas as regras de contratos com ONGs. “É preciso fazer o que está sendo feito, ou seja, alterar as regras tornando-as cada vez mais rigorosas, mais públicos e mais transparentes os critérios de escolhas das ONGs, porque não podemos desqualificar todas as organizações sem fins lucrativos. Existem várias outras entidades sérias. Agora, existem outras criadas pouco antes da ação do convênio que não tem a menor condição de ser parceiros do governo”, disse Hage.

LAST







Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters

Complacency, Corruption And Construction Delays Stall Progress Of Preparations For Brazil 2014


Having run unopposed in being awarded the tournament seven years ago, Brazil is only now realising how large a task they face to be ready to host the World Cup


Brazil fans 2014
COMMENT
By Keir Radnedge

Nine months ago Fifa president Sepp Blatter declared that Brazil was further behind in its preparations for the World Cup than South Africa had been at the same stage ahead of 2010.

His comment did not go down well. But most impartial observers, both in South America and beyond, recognised that he was telling only the truth. Brazil had been the only candidate to host the 2014 finals . . . and nothing could have been worse.

The greatest threat to a smooth-running World Cup in less than three years’ time is not the pack of assorted scandals and resignations but complacency.

Brazil faces a race against time to be ready in time because, all the way along, the government and its football authorities never had to try – in contrast to the National Olympic Committee which had to fight tooth and nail to secure the summer Games for Rio de Janeiro in 2016.

The Brazilians knew, in 2004, that they were the only contenders. So, in effect, they have already had seven years in which to get their act together.

That is, longer than any other World Cup host in football history.

Brazil was spared serious scrutiny for six years because Fifa and Jerome Valcke, its progress-chasing secretary-general, were engrossed 24/7 in trying to ensure that South Africa ‘worked.’


Big plans for the Maracana |
But strike action has hit stadium plans thrice already

An illustrative exchange was that of Valcke and a Brazilian journalist during the pre-2010 team workshop. Asked about the likely venue for the 2014 Opening Match, Valcke snapped: “For goodness sake [or something similar], how can you ask me that when we’ve only just got the stadium ‘delivered’ for the Opening Match this year?”

While it is a football federation, technically, which ‘wins’ a World Cup, the hard graft of creating both the legal and infrastructural framework is all down to the national government and local authorities.

President Lula da Silva had assured Fifa that all the guarantee boxes concerning cash, tax and tickets would be ticked without question. But Lula’s term of office ended on December 31 last year. Nothing had been signed off and successor Dilma Rousseff was in no way bound by his airy promises.

Allied to that, the elections complication meant the last nine months of Lula’s term of office were accompanied by a total freeze in decision-making.

Only after Rousseff took office and Fifa came knocking urgently on her presidential door did serious negotiations begin over who would pay for the upgrading of all the airports, how the stadia building would be funded and when would a kick-start be applied to the parliamentary process.

Work had already begun on razing and rebuilding the Maracana in Rio but that was to some extent thanks to the Olympics. Maracana will host the 2016 Opening and Closing ceremonies – as well as the World Cup Final – so work was already a commitment from both federal and local governments.

Most of the private finance initiatives for the airports had been put in place though priorities have been set only by this month’s confirmation of the 12 host cities.

At long last Corinthians of Sao Paulo have managed to pull together all the financial and construction strings for work to start on the Itaquerao which will host the Opening Match.

The pace of work is another matter entirely. As with every World Cup, construction workers have discovered the power of the strike weapon – and have deployed it three times on the Maracana project already.

Parliament is proving a hitch, still. The tax waiver was smuggled through, almost unnoticed, but toughening up punishments for commercial pirates and suspending the law enforcing half-price tickets at any major event for pensioners and students - up to the age of 29 – will not be through even the lower chamber of parliament until the new year.

Fifa, for the sake of speed and diplomacy, has had to concede the half-price concession to pensioners while promising a system to guarantee a targeted market for the lowest-price tickets to cover the student rate.

The 2014 World Cup is past the point of no return.
And the Brazilians know it.



Meanwhile the torcida, Brazil’s football fans, seethe at the tales surrounding the ‘sporting oligarchs.’

Orlando Silva, a prime mover in both World Cup and Olympics projects, has been forced put as Sports Minister by allegations – denied – that he embezzled millions of dollars from a youth sports development programme. He is the sixth Minister to quit Rousseff’s government this year alone.

Ricardo Teixeira, the ‘cartola’ [‘top hat’] of Brazilian football, has come under even more personal pressure than usual.

Teixeira is the entrenched president of the Brazilian federation, president of the local World Cup organising authority, one of three South American members of the Fifa executive committee and – most important – the former son-in-law of immensely powerful Joao Havelange: former long-time Fifa president and senior member of the International Olympic Committee.

In the past Teixeira has brushed off one parliamentary investigation after another. But questions about funds for the promotion of a friendly match against Portugal and even about the millions he is alleged to have received from former marketing partner will not go away.

The fraud squad is on his case.

Can Teixeira hang in there, yet again? Will the stadia be ready? Can the airports cope?

Valid questions but all irrelevant: the 2014 World Cup is past the point of no return.

And the Brazilians know it.



Keir Radnedge has covered every World Cup since 1966, analysing the international game for newspapers, magazines, TV and radio around the world

How do you stay up to date with football when on the move? With http://m.goal.com – your best source for mobile coverage of the beautiful game.

LAST







Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters

President José Manuel Barroso - European Commission - Diary

President José Manuel Barroso - European Commission



The Group of Twenty (G-20) is the premier forum for international economic cooperation. It promotes open and constructive discussion between industrial and emerging-market countries on key issues related to global economic stability.

THE EU AT THE G20

LAST







Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters

Myanmar's Suu Kyi could seek parliament seat



Aung San Suu Kyi, leader of Myanmar's democratic opposition, waves during the opening ceremony of Aungsan Jar-mon Library at Thanatpin township near Bago, 60 miles (97 km) north of Yangon August 14, 2011.  REUTERS/Soe Zeya Tun

YANGON | Sat Oct 29, 2011 2:40am EDT

(Reuters) - Myanmar democracy leader Aung San Suu Kyi might stand for parliament in an upcoming by-election after her party re-registers itself to enter politics, a party spokesman said.

Suu Kyi has been blocked from politics and detained for long stretches of time since returning to her homeland from abroad in 1988.

But after holding the first election in 20 years last November, Myanmar's military nominally handed power in March to a civilian government and it has introduced some reforms and started a dialogue with Nobel Peace Prize laureate Suu Kyi.

Her National League for Democracy (NLD) party was officially disbanded for refusing to take part in last year's election although it has continued to function.

NLD spokesman Nyan Win said the party was likely to get re-registered under an amended party law that drops clauses the party had objected to.

Asked if Suu Kyi herself would stand in a by-election after the party's re-registration, Nyan Win said: "I think she will and I personally want her to."

Asked by Reuters a month ago if she would stand in a by-election if the law was amended, the 66-year old Suu Kyi said she would have to get the approval of her party's central executive committee.

A set of by-elections is expected late this year.

Analysts say the government's reforms, including the recent release of about 200 political prisoners, are aimed at shedding Myanmar's pariah status and giving it some legitimacy with the international community, particularly the Association of South East Asian Nations (ASEAN), of which Myanmar is a member.

Since coming to power this year, the new government has stopped criticizing Suu Kyi and issuing veiled threats and instead sent an envoy, Labor Minister Aung Kyi, to meet her on three occasions. They are due to meet again on Sunday, government and party officials said.

Suu Kyi also had a meeting with President Thein Sein in the capital, Naypyitaw, in August.

Well-informed sources close to the government said the government wanted Suu Kyi and members of her party in parliament to give it legitimacy.

"They think the participation of some NLD lawmakers including Suu Kyi would surely help improve their image and legitimacy," said a retired senior diplomat.

Under the amended political party law, a clause barring anyone convicted of a crime from joining a party has been dropped.

Another change requires political parties to "respect and obey" a 2008 constitution instead of "preserve and protect."

Suu Kyi and other democracy activists objected to the constitution, drafted by a military-appointed convention, because it effectively enshrined the supremacy of the military in politics.

(Reporting by Aung Hla Tun; Editing by Robert Birsel and Ron Popeski)

LAST







Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters

Forte tremor deixou 17 feridos e 35 casas danificadas no Peru


Duas vítimas estão em estado grave, segundo o governo peruano.
O abalo também foi sentido em localidades litorâneas e andinas.

Do G1, com agências internacionais*

Comente agora

O forte tremor de magnitude 6,9 que sacudiu nesta sexta-feira (28) o litoral central do Peru deixou 17 pessoas feridas, duas delas em estado grave, e provocou sérios danos em 35 casas na região de Ica, informou o Instituto de Defesa Civil (Indeci).

O chefe do Indeci acrescentou que várias réplicas ocorreram depois do tremor e que uma delas alcançou uma intensidade de 6 graus na escala Richter.

Forte tremor deixou 17 feridos e 35 casas danificadas no Peru (Foto: AP Photo/El Comercio)Forte tremor deixou 17 feridos e 35 casas danificadas no Peru (Foto: AP Photo/El Comercio)

O presidente do Peru, Ollanta Humala, que viajou ao Paraguai, pediu a seus compatriotas que mantenham a calma depois do forte tremor e assegurou que se alguma situação muito grave acontecer voltará ao país.

O terremoto teve seu epicentro no mar, a cerca de 117 quilômetros ao sudoeste da cidade litorânea de Ica e a uma profundidade de 30 quilômetros. O abalo também foi sentido em localidades litorâneas e andinas, no centro e no sul do país, segundo as rádios.

Não houve alerta de tsunami, segundo o Centro de Alerta de Tsunamis do Pacífico, dos EUA.

Em 2007 a região de Ica foi afetada por um terremoto de magnitude 7,9 que devastou a cidade e causou mais de 500 mortos. Quatro anos depois, centenas de moradores ainda vivem em barracas, à espera da reconstrução da cidade.

LAST







Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters

MPF/ inquérito para acompanhar políticas públicas sobre câncer de mama



28/10/2011

Câncer de mama é a primeira causa de morte dentre as neoplasias em mulheres

MPF/RO abre inquérito para acompanhar políticas públicas sobre câncer de mama

MPF/RO iluminou seu prédio durante Outubro Rosa

Rondônia possui apenas sete mamógrafos disponíveis às pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). Mesmo com poucos mamógrafos, o estado poderia fazer mais de 55 mil exames por ano, mas atinge 8,75% de seu potencial. Estes e outros dados constam em relatório feito pelo Ministério da Saúde com os resultados das avaliações dos mamógrafos de todos os estados brasileiros. A partir destes dados e das 21 providências recomendadas pelo Ministério da Saúde, o Ministério Público Federal em Rondônia (MPF/RO) instaurou um inquérito civil público para acompanhar a política pública de prevenção e tratamento ao câncer de mama na rede pública de saúde estadual.

Rondônia possui oito mamógrafos em uso. Sete mamógrafos estão disponíveis às pacientes do SUS, dos quais cinco estão instalados em hospitais públicos e dois em clínicas particulares. Mesmo tendo dois dos sete mamógrafos de Rondônia, as unidades privadas de saúde produziram 46,78% dos exames do período analisado pelo Ministério da Saúde.

O potencial de exames dos sete mamógrafos disponíveis ao SUS em Rondônia em junho deste ano era de 47.306 exames por ano e a meta de cobertura da população alvo era de 55.772 exames ao ano. Mas Rondônia ficou longe de atingir o potencial de seus mamógrafos e a meta de cobertura. O Estado atingiu apenas 4.140 exames ao ano, cumprindo apenas 8,75% de seu potencial de exames e 7,42% da meta de cobertura.

Além da insuficiente realização de exames, o relatório do Ministério da Saúde revelou alimentação insuficiente do Sismama (sistema nacional de registro de dados sobre o câncer de mama); problemas no controle dos serviços de mamografia pela vigilância sanitária; carência de médicos radiologistas, mastologistas, pessoal administrativo, enfermeiros e técnicos capacitados; além de falta ou demora de manutenção preventiva e corretiva dos mamógrafos.

Diante do quadro constatado, o Ministério da Saúde recomendou aos gestores estaduais 21 providências. Com base nestas informações, o Ministério Público Federal quer saber quais são as providências que estão efetivamente sendo implantadas e vai acompanhar a política pública de prevenção e tratamento ao câncer de mama em Rondônia.

Outubro Rosa - A instauração de inquérito civil público foi uma das ações feitas durante o mês dedicado à prevenção do câncer de mama. Além de atividades internas dedicadas às servidoras do MPF, a instituição iluminou seu prédio na cor rosa para lembrar a luta mundial de combate e prevenção ao câncer de mama.

A iluminação integra o Outubro Rosa, uma campanha mundial sobre este tipo de câncer. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), no Brasil, o câncer de mama constitui-se na primeira causa de morte dentre as neoplasias em mulheres e tanto a incidência como a mortalidade têm aumentado. A detecção precoce é fundamental para controlar o câncer, reduzir internações e a mortalidade.

LAST







Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters

The new sports minister, Aldo Rebelo, Aldo Donors now work at the World Cup


Author (s): EDUARDO BRESCIANOThe State of S. Paul - 28/10/2011



Like many lawmakers, the new minister received, as a deputy, donations from contractors responsible for construction of stadiums

The new sports minister, Aldo Rebelo, received donations to their election campaigns in 2006 and 2010 contractors who are currently involved in the construction of stadiums for the 2014 World Cup. It is customary among contractors suprapartisan donations, several lawmakers, a default value.
Mendes Junior construction companies Odebrecht and contributed $ 140 thousand in two campaigns in which Aldo was elected federal deputy for the PC do B São Paulo. The new minister received also corporate sponsors of the Brazilian Football Confederation (CBF).
Mendes Junior gave $ 100,000 last year for Aldo. The company participates in the consortium that built the arena of Cuiabá (MT) for the event organized by FIFA. The stadium's estimated cost of $ 596.7 million, R $ 392 million financed by BNDES, according to the World Cup portal, maintained by the Ministry of Sports. The building was chosen through a tender organized by the government of Mato Grosso.
The Odebrecht group, in turn, gave $ 40,000 for the new minister in 2006. The contractor is ahead of works by four stages: Itaquera in Sao Paulo, Maracana in Rio; Arena Pernambuco, Recife, and Fonte Nova in Salvador. These projects have an estimated cost of U.S. $ 2.68 billion, according to the World Cup portal. All have funding from the BNDES, R $ 1.52 billion.
In addition to the contractors, three corporate sponsors of the CBF donated resources to campaign for the new minister, according to accounts given to the provision of the Superior Electoral Court (TSE). Aldo received $ 50 000 bank Itau Unibanco, R $ 25 thousand of Fratelli Vita Drinks, which belongs to AmBev, and $ 80 000 of the Brazilian Distribution Group that controls the Sugar Loaf.
Aldo was a president of CPI, which investigated the CBF and pointed out irregularities in the procurement entity. In recent years, however, the deputy approached Ricardo Teixeira. According to the parliament, there is no "hard feelings" in the relationship.
Independence. The new minister treated as normal contributions and said that this will have no interference in their work. "Do not hit and do not in any way to achieve my independence," he said. He also said they received no guidance from President Rousseff on how to deal with FIFA and said you want a cooperative relationship, but with independence.
Information provided to the TSE also show a curious fact. The deputy lost almost half its assets since 2006. That year, said Aldo have $ 612,900 in assets. Last year, the amount fell to $ 376,300. The loss is primarily due to a house of $ 203,000 reported in 2006 that is not in the accountability of last year. In 2010, the only property held by Aldo is a house in Viçosa (AL), which was built four years earlier.

LAST












Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters

Doadores de Aldo agora atuam na Copa


Autor(es): EDUARDO BRESCIANI
O Estado de S. Paulo - 28/10/2011

Como vários parlamentares, novo ministro recebeu, como deputado, doações de empreiteiras responsáveis por construção de estádios


O novo ministro do Esporte, Aldo Rebelo, recebeu doações para suas campanhas eleitorais em 2006 e 2010 de empreiteiras que atualmente estão envolvidas na construção de estádios para a Copa de 2014. É praxe entre empreiteiras fazer doações suprapartidárias, a diversos parlamentares, num valor padrão.

As construtoras Mendes Júnior e Odebrecht contribuíram com R$ 140 mil nas duas campanhas em que Aldo se elegeu deputado federal pelo PC do B paulista. O novo ministro recebeu também recursos de empresas patrocinadoras da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

A Mendes Júnior doou R$ 100 mil para Aldo no ano passado. A empresa participa do consórcio que constrói a arena de Cuiabá (MT) para o evento organizado pela Fifa. O estádio tem custo previsto de R$ 596,7 milhões, sendo R$ 392 milhões financiados pelo BNDES, segundo dados do portal da Copa, mantido pelo Ministério do Esporte. A construtora foi escolhida por meio de licitação realizada pelo governo de Mato Grosso.

O grupo Odebrecht, por sua vez, doou R$ 40 mil para o novo ministro em 2006. A empreiteira está à frente de obras de quatro estádios: Itaquera, em São Paulo; Maracanã, no Rio; Arena Pernambuco, em Recife; e Fonte Nova, em Salvador. Esses empreendimentos têm custo estimado em R$ 2,68 bilhões, segundo o portal da Copa. Todas têm financiamento do BNDES, totalizando R$ 1,52 bilhão.

Além das empreiteiras, três empresas patrocinadoras da CBF doaram recursos para a campanha do novo ministro, segundo a prestação de contas entregue ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Aldo recebeu R$ 50 mil do banco Itaú Unibanco, R$ 25 mil da Fratelli Vita Bebidas, que pertence à Ambev, e R$ 80 mil da Companhia Brasileira de Distribuição, que controla o Grupo Pão de Açúcar.

Aldo foi presidente de uma CPI que investigou a CBF e apontou irregularidades em contratos da entidade. Nos últimos anos, porém, o deputado aproximou-se de Ricardo Teixeira. Segundo o parlamentar, não há "ressentimentos" na relação.

Independência. O novo ministro tratou como normais as contribuições e afirmou que isso não terá interferência em seu trabalho. "Não atingiu e não atingirá de qualquer forma a minha independência", afirmou. Disse também não ter recebido qualquer orientação da presidente Dilma Rousseff sobre como lidar com a Fifa e afirmou pretender uma relação de cooperação, mas com independência.

As informações prestadas ao TSE mostram ainda um dado curioso. O deputado perdeu quase a metade de seu patrimônio desde 2006. Naquele ano, Aldo declarou ter R$ 612,9 mil em bens. No ano passado, o montante caiu para R$ 376,3 mil. A perda se deve basicamente a uma casa de R$ 203 mil declarada em 2006 que não consta na prestação de contas do ano passado. Em 2010, o único imóvel declarado por Aldo é uma casa em Viçosa (AL), que estava em construção quatro anos antes.

LAST







Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters

Zezé di Camargo diz que não faria sucesso em carreira solo



O jornal 'Agora' noticiou ontem que teria chegado ao fim o casamento de Zezé Di Camargo e Zilú. A coluna ligou ontem para o celular da mãe de Wanessa, que está em Miami.

Perguntamos se sua união com o cantor havia terminado. Zilú respondeu o seguinte: "Eu não vou falar nada sobre minha vida pessoal". E desligou imediatamente o telefone. Ela, que sempre esteve ao lado de Zezé, continua sendo a ausência mais sentida no difícil momento que a dupla atravessa.

Foto: Ag. News

Publicidade

ESTELITA HASS CARAZZAI
DE SÃO PAULO

O cantor disse durante o show em Curitiba na sexta-feira (28) que não faria sucesso com carreira solo. Na noite de anteontem (27), Zezé brigou antes de um show com o irmão Luciano, que chegou a anunciar que deixaria a dupla, o que foi desmentido depois pela assessoria.

Veja galeria de fotos do show de Zezé nesta sexta
Zezé di Camargo visita o irmão em hospital de Curitiba
Internação não está ligada a briga, diz assessora
Xuxa visita Luciano após internação por excesso de remédios
Veja fotos da carreira de Zezé di Camargo e Luciano

"Se eu tivesse que ter feito sucesso com carreira solo já teria feito antes. Se nós estamos juntos é porque Deus abençoou e porque que tinha que ser os dois filhos de Francisco", disse Zezé.

Zezé fez sozinho o show de ontem à noite em Curitiba, porque Luciano foi internado pela manhã com intoxicação por uso de diurético. A assessoria do cantor nega que a briga entre os irmãos tenha desencadeado a crise no estado de saúde de Luciano.

Durante o show, Zezé conversou diversas vezes com o público. Emocionado, deixou por vários momentos os fãs cantarem sozinhos, chamou alguns ao palco e fugiu do repertório programado.

O backing vocal Cleiton --que já fez dupla com Camargo, irmão de Zezé e Luciano-- fez a segunda voz durante todo o show do cantor, mas ficou no fundo do palco. Apenas na última música -- Saudade da minha terra-- é que Cleiton veio a frente do palco e cantou ao lado de Zezé.

No final do show, o cantor agradeceu à equipe do hospital onde o irmão Luciano está internado e leu algumas faixas de apoio à dupla levadas por fãs.

O show terminou por volta das 23h30 e Zezé deixou o local sem falar com a imprensa. O teatro estava lotado.

LAST







Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters

Q3 Smartphone sales Go to Samsung, Not Apple


Samsung claimed the top share of the global smartphone market in the third quarter with 23.8 percent, compared to Apple’s 14.6 percent. (Samsung fans rejoice.) Nokia took third with 14.4 percent of the market. Apple had the lead in the second quarter with 18.5 percent and Samsung was in second with 17.5 percent and of course Nokia was third with 15.2 percent.

Can anyone else see the same pattern I do? Samsung gained 6.3 percent from the second quarter to the third, while Apple and Nokia both lost ground. Best guesses are most buyers waited for the iPhone 4S release in the forth quarter.

Those are still some impressive numbers from Samsung. This time last year, Samsung was in third with only 9.3 percent of the market. That is a 14.5 percent increase in one year. Apple lost 2.8 percent, while Nokia lost the most with 18.3 percent of the global market share. Samsung’s rise can be attributed to the 30 million Galaxy S, And Galaxy S II phones sold.

Are you happy for Samsung? Let us know what you think in the comments below.

LAST







Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters