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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

CORRUPÇÃO + IMPUNIDADE = Melhora estado de SAÚDE de mãe que fez parto após viagem de 7 horas no RS





Possibilidade de alta: Elisiane San Martins se recupera de infecção

31/10/11

Zero Hora

A infecção que fez Elisiane dos Santos San Martins, 34 anos, ficar três dias em coma induzido foi controlada ontem. Há uma semana ela viajou 530 quilômetros para dar à luz os gêmeos Gustavo e Guilherme. A mãe se alimenta bem, e seu quadro melhora a cada dia. É possível que saia da UTI nos próximos dias. O mesmo vale para os bebês. A bolsa da gestante rompeu no dia 21, quando foi internada na Santa Casa de Santa Vitória do Palmar, que emitiu pedido de leito em instituição com Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) neonatal. Somente no dia 23, a Central de Regulação do Estado conseguiu a liberação de dois leitos na UTI neonatal do Hospital Municipal de Novo Hamburgo.



26/10/2011 11h10 - Atualizado em 26/10/2011 11h10

Segundo hospital, melhorou estado clínico de mulher, que está na UTI.
Gêmeos nasceram 3 dias após rompimento da bolsa em Novo Hamburgo.

Do G1, em São Paulo
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O Hospital Municipal de Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, informou que melhorou nesta quarta-feira (26) o estado de saúda da mãe de 35 anos que fez um parto de gêmeos após ter de esperar três dias e ter realizar uma viagem de 534 quilômetros. Segundo a assessoria do hospital, a mãe continua em estado grave, mas apresentou melhoras clínicas e não tem mais febre.
Ela continua internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), com ventilação e sedada. Os bêbes, dois meninos, estão em estado estável e também estão na UTI. O estado deles também melhorou após o parto, realizado no domingo (23). Eles agora não respiram mais com ajuda de aparelhos. Os bebês nasceram prematuros de sete meses.

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Conforme o hospital, a mulher mora em Santa Vitória do Palmar, no sul do Rio Grande do Sul, e procurou uma unidade de atendimento na cidade dela entre quinta-feira (20) e sexta-feira (21), quando a bolsa se rompeu.

Desde então, a mulher aguardava uma vaga na rede pública, que só foi disponibilizada no domingo (23), em Novo Hamburgo, diz hospital.

A paciente foi levada de ambulância para Novo Hamburgo, onde deu entrada no hospital municipal às 17h30 e o parto foi realizado. O prefeito de Santa Vitória do Palmar, Eduardo Morrone, informou que a prefeitura possui convênio com a Santa Casa municipal e que, em casos graves em que o município não consegue prestar atendimento imediato, são solicitadas vagas nas cidades mais próximas, de Pelotas e Rio Grande.

26/10/2011 - 20:10
Conferências de saúde? Para quê?


Em primeiro lugar, o que são as Conferências de Saúde? As municipais, que deveriam ser realizadas em todos os municípios do país; as estaduais, em todos os estados; e a nacional. Todas acontecem a cada quatro anos, há aproximadamente cinqüenta anos, com três segmentos: os profissionais de Saúde, os trabalhadores de Saúde e a população, sendo os delegados eleitos paritariamente ao final de cada Conferência, da municipal para a estadual e desta para a nacional.
Mas conferenciar sobre o quê? A cada Conferência que se segue, é cada vez mais complicado e difícil o acesso e a divulgação; a cada Conferência faz-se uma listagem imensa de reivindicações justas, que geralmente não são atendidas pelos gestores ou pelos governos municipal, estadual e federal, gerando uma imensa frustração a cada quatro anos, ou seja, o que se reivindicou virou de "cabeça para baixo". É o mal-estar causado pela Saúde que a população deseja, contra a ganância dos lucros através da Doença.
Não vejo mais sentido sobre o que conferenciar, basta do diálogo unilateral e ultrapassado de antigas e justas reivindicações que nunca acontecem, ou melhor, acontecem justamente no sentido inverso: a privatização e extinção do Serviço Público com as famigeradas OSS (Organizações Sociais(?) de Saúde), que nada mais são do que empresas privadas.
Não vejo mais sentido sobre o que conferenciar quanto à crescente falta de verbas para a Saúde, a Educação, a Cultura etc. etc., com a antiqüíssima justificativa "não temos recursos", porém, com o pagamento de mais de 50% do PIB (aquilo que todo o país produz) para os banqueiros e multinacionais. Para isso, nunca faltam recursos e o pagamento é feito sempre no prazo certo.
Conferenciar sobre o quê? A corrupção desenfreada na área da Saúde, o mar de lama e esgoto, de desvios astronômicos, sem nenhuma punição? Como se fosse a coisa mais normal do mundo desviar recursos da Saúde, sem a menor fiscalização? Será isso por acaso? A população que reivindica atenção primária, secundária e terciária nas Conferências continua sendo aviltada, massacrada, com o que resta das instituições públicas, totalmente decadentes, "caindo aos pedaços", além dos salários indignos dos funcionários. A imensa corrupção não deixa chegar na "ponta" (as Unidades de Saúde) o mínimo: gaze, esparadrapo, filme de raio-x...
Como o mais votado delegado no setor Trabalhadores de Saúde na última Conferência Municipal de Saúde de Niterói-RJ, fui eleito para a Conferência Estadual, no momento em que o governo do estado do Rio de Janeiro e a prefeitura da cidade do Rio de Janeiro aprovaram leis que privatizam os serviços de Saúde, o que vai desencadear uma cascata de leis de igual teor e terror nos demais estados brasileiros, desembocando no Governo Federal. Mídias adestradas, câmaras de vereadores e deputados obedientes só facilitam esse processo de adoecimento das instituições e da população.
Conferenciar sobre o quê, se as administrações dos hospitais e Unidades de Saúde serão privatizadas e terão "duas entradas, duas portas" - uma para quem possui recursos, outra para o "povão"?
Não é preciso conferenciar para saber o que vai acontecer... Não é preciso conferenciar para entender que o hospital público funcionando adequadamente fecha qualquer instituição privada a sua volta. Portanto, para o modelo capitalista-neoliberal, adoecer e "cancerizar" a instituição pública é necessidade vital.
Chega de enganação, de ficar "ganhando tempo". A minha posição pode parecer radical, respeito as demais, mas não faz sentido ir a mais uma Conferência. Nego-me a ir.
Conferenciar, dialogar com quem? Com aquele que necessita da doença, da barbárie, da dor, da perversidade, do lucro, da ganância, pressupondo nossa alienação, pressupondo nossa total ou parcial perda de consciência, em um país onde há a mais alta taxa de juros do planeta, salários aviltantes, justiça precaríssima, doenças crônicas e sócio-sanitárias em escalas assustadoras, falta de informação, prevenção, medicamentos, equipamentos?
País campeão mundial em acidente vascular cerebral, em consumo de agrotóxicos, mas que para as elites proporciona cada vez mais conforto, recursos, boa educação, bons laboratórios, medicamentos, equipamentos... Um outro mundo?
Chega de Conferências, queremos "pular a cerca", derrubá-la, romper o arame farpado que nos separa da Saúde. A minha forma de protestar pode não ser a da maioria, que respeito, é assumir e resguardar as nossas Unidades de Saúde antes que nos sejam tomadas definitivamente. Não é conferenciando com alguém "invisível", que nunca nos deu atenção, nem vai dar, e que só quer ganhar tempo e nos desgastar, nos "adoecer".
A nossa saúde clínica e social depende da posição que tomarmos. Vamos à luta. O que perderemos? Poderemos perder se ficarmos paralisados. Aí, sim, estaremos perdidos. Ir à luta nas ruas, nas unidades de saúde, repetindo o papel de mil cidades no mundo, que protestaram e assumiram sua posição contra a opressão do capitalismo selvagem que barbariza este planeta.
Não será conferenciando eternamente com o inimigo que se vai resolver a questão. Ninguém quer adoecer, mas esse inimigo perverso e cruel precisa e quer nos adoecer.
A população brasileira quer, ou melhor, exige que as unidades de saúde públicas funcionem como devem, com bons serviços, voltadas para a justiça social, para a democracia, excluindo os "chupadores de sangue", gananciosos e sedentos de lucros.
A população brasileira quer, ou melhor, exige que seja cumprido o primeiro princípio do Direito: a vida. Vida é Saúde, Saúde é transformação social e as transformações exigem sacrifícios.
Já conferenciamos demais. Agora, é hora das ações.

Daniel Chutorianscy
Médico
Publicado originalmente no Correio da Cidadania






26.10.2011. Orlando Silva caiu por corrupção

Sorocaba - O Ministro dos Esportes, Orlando Silva (PCdoB), caiu fora do Ministério do Esporte. Afundado em acusações graves, Silva, que já está sendo investigado até pelo Supremo Tribunal Federal (STF), não agüentou o desgaste.


Orlando Silva é sexto ministro a cair por corrupção no governo de Dilma Rousseff (PT) e seu nome foi citado pelo policial militar João Dias Ferreira que o denunciou por ser chefe de um esquema de corrupção na pasta.


Na opinião do VIVAcidade, não basta apenas que Orlando Silva entregue uma simples carta de demissão, bata nas costas dos amigos e saia pela porta da frente como se nada tivesse acontecido.


É preciso investigar os convênios que o Ministério do Esporte fez com ONGs espalhadas pelo Brasil afora e que, provavelmente, tenha feito vários novos milionários da noite para o dia.


De acordo com a imprensa, até a mulher de Orlando Silva entrou na farra e teria montado uma ONG para receber recursos do ministério do próprio marido.


Outro viés da crise no Ministério do Esporte diz respeito à organização da Copa do Mundo de 2014 junto a Ricardo Teixeira, presidente da CBF - Confederação Brasileira de Futebol.


Teixeira tem uma lista de acusações graves sobre corrupção e estava junto com Orlando Silva no negócio da Copa. Assim, é preciso investigar também a relação de Teixeira com o ex-ministro Orlando Silva.


Por outro lado, os estádios para a Copa teriam sido grandes obras superfaturadas patrocinadas inclusive com o dinheiro público.


Orlando Silva se vai, porém, espera-se que este vergonhoso episódio tenha sido apenas o pontapé inicial para que a corrupção no Ministério do Esporte seja investigada e o dinheiro roubado devolvido aos cofres públicos para obras mais importantes.



LAST










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26/10/2008 free counters

Chávez agradece los milagros del médico José Gregorio Hernández


El presidente venezolano asegura estar curado del cáncer que lo aqueja y agradeció al doctor Gregorio Hernández por su tarea. Chávez dijo "yo ya me siento curado" y pidió pasar de página en la historia. El bolivariano se prepara para presentarse en las elecciones presidenciales venezolanas de octubre del 2012.
26/10/2011 | 15:23

Chávez agradece los milagros del médico José Gregorio Hernández
Hugo Chávez dice que ya está curado
El presidente de Venezuela, Hugo Chávez, quien acaba de terminar un tratamiento contra el cáncer, aseguró este miércoles que está vivo gracias a los milagros del médico José Gregorio Hernández, considerado un santo por miles de venezolanos.

"Me anoto en la lista de los que hemos sido bañados por el milagro del siervo de Dios, me siento parte de esa legión de hombres y mujeres de los que vivimos gracias a los milagros”, dijo Chávez a la televisión estatal VTV, luego de declarar el 26 de octubre como el Día de Júbilo Nacional en memoria de Hernández.

“Lo mío ha sido una especie de milagro que (se ha producido) gracias a Dios, al Cristo, a José Gregorio y a esta fe y a esta fuerza de vivir”, añadió.

Chávez, de 57 años, se sometió a una operación en La Habana, Cuba, el pasado 20 de junio en la que le extirparon un tumor canceroso del tamaño de una pelota de béisbol, y más tarde regresó en varias ocasiones a la isla para continuar con su tratamiento con quimioterapia.

A su regreso a Venezuela, el jueves pasado, después de practicarse los últimos exámenes médicos en Cuba, hizo una peregrinación al Santo Cristo de La Grita, al oeste del país.

Y este martes dijo que no le desea mal a quienes aseguran que va a morir en un año o que oculta su enfermedad.

"Yo he dicho la verdad, yo me siento curado, los exámenes que me hicieron revelaron que pasamos la página; ahora, habrá que tener cuidad por supuesto de que no reaparezca la enfermedad", agregó.

El médico Hernández, a quien se le atribuyen curaciones milagrosas, nació en localidad de Isnotú, en el estado de Trujillo, y murió a principos del siglo XX. Se le conoce como El Santo del Pueblo y el papa Juan Pablo II lo dio nombramiento de “venerable”.

La popularidad de Chávez aumentó luego de darse a conocer que tenía problemas de salud. El mandatario se presentará como candidato a las elecciones presidenciales del 7 de octubre del 2012.
LAST












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26/10/2008 free counters

#corrupción Perdió Lula: Orlando Silva renunció ante Dilma

 Urgente24 siguió en detalle el derrumbe de Orlando Silva como ministro de Deporte de Brasil. Sostenido por Luiz Inácio da Silva, quien reclamó al Partido Comunista do Brasil no entregar la renuncia, Silva terminó sepultado por la cantidad de denuncias de irregularidades cometidas por el comunista desde 2006 a la fecha. Él dijo que renunciaba para proteger su honra y la del PCdoB.
26/10/2011 | 19:53
Perdió Lula: Orlando Silva renunció ante Dilma
Orlando Silva.
CIUDAD DE BUENOS AIRES (Urgente24). El ministro de Deportes brasileño, Orlando Silva, acusado de desvío de fondos públicos, presentó su renuncia, según fue acordado con la presidenta Dilma Rousseff y autoridades del Partido Comunista de Brasil (PCdoB) al que pertenece el funcionario.
Silva dimitió desgastado por denuncias de corrupción que le han convertido en el 5to. colaborador de la presidenta Dilma Rousseff que renuncia por esa misma causa desde enero pasado. El 6to. renunciante fue por otro motivo.
La renuncia, que Silva entregó durante la tarde del miércoles 26/10 a Dilma, fue decidida en la noche del martes 25/10 durante una reunión entre Rousseff, el ministro y las autoridades del PCdoB, convocada de manera sorpresiva: el Supremo Tribunal Federal (STF) había aceptado el pedido de la Procuraduría General de abrir una investigación sobre las denuncias en contra de Silva.
La decisión del STF agravó la situación de Silva, quien el viernes 21/10 había sido ratificado por Rousseff en una confusa situación en la que intervino Luiz Inácio Lula da Silva pidiéndole al ministro que no renunciara y al Partido Comunista do Brasil que lo respaldara. 
Silva resistió en los últimos 10 días a un constante aluvión de denuncias formuladas por el policía federal ex afiliado al PCdoB, Joao Dias Ferreira, quien le acusa de estar involucrado en diversas irregularidades en el marco del programa de estímulo deportivo Segundo Tiempo, que financia a organizaciones civiles dedicadas a promover el deporte entre los niños más pobres.
Dias Ferreira no llegó a presentar pruebas concretas contra Silva pero sí contra todos los integrantes del equipo íntimo del ministro. Y se preguntó cómo podía ser que el secretario ejecutivo del ministerio le diese instrucciones precisas en nombre de Silva pero éste no estuviese enterado.
"Usted debe entender que nadie lo quiere en el Gobierno", llegó a espetarle a Silva el diputado Antonio Carlos Magalhaes Neto, del opositor Partido Demócratas (DEM), quien marcó así el clima político que enfrentaba el ahora ex ministro.
Según Dias Ferreira, que está acusado de fraudes en el programa Segundo Tiempo y que el año pasado llegó a ser detenido, en ese despacho existe desde hace años un "esquema de comisiones" (sobornos) mediante el cual han sido desviados unos R$ 40 millones (cerca de US$ 23 millones) de los cofres públicos, supuestamente para financiar la política del PCdoB.
Afirmó incluso que él mismo fue "víctima" de esas maniobras, como responsable de una federación de artes marciales que recibía apoyo del programa Segundo Tiempo.
El secretario general de la Presidencia, Gilberto Carvalho, explicó ahora lo de la reunión nocturna que Rousseff tuvo con el presidente del PCdoB, diputado federal Renato Rabelo, y con el propio ministro saliente, pero no se llegó a un acuerdo sobre el nombre del sucesor de Silva: el PC do B quiere que sea otro afiliado al partido pero a los comunistas brasileños le faltan personajes de peso. El Ministerio de Deporte es muy importante por la Copa del Mundo 2014 y los Juegos Olímpicos 2016.
"Como no hubo definición, la presidenta podrá nombrar de manera interina al secretario ejecutivo" del Ministerio de Deportes, Waldemar Manoel Silva de Souza, explicó Carvalho. Pero ese secretario ejecutivo aparece en la documentación entregada por el denunciante Dias a la Policía Federal.
"El PCdoB respeta la decisión de la Presidenta. Sabe que la decisión es de ella y que la reacción del ministro Orlando Silva fue de una madurez política muy grande", agregó.
Hace 2 semanas, el policía militar João Dias Ferreira acusó al ministro de participar de una esquema de desvío de recursos públicos del Programa Segundo Tiempo; la denuncia fue publicada por la revista Veja; Silva alegó inocencia y pidió que lo investigaran pero el resultado fue terrible porque Dilma le quitó toda responsabilidad en el manejo de la Copa del Mundo 2014.
Las acusaciones contra Silva causaron preocupación incluso a la FIFA (Federación Internacional de Fútbol Asociado), cuyo secretario general, Jerome Valcke, expresó su esperanza de encontrar a un "nuevo interlocutor" del gobierno en la visita que hará a Brasil en la semana próxima, en el marco de la preparación del Mundial de fútbol de 2014.
"Yo espero que no haya un vacío... No hay tiempo que perder hasta el Mundial. Espero que no haya un período en que no haya una persona con la que yo pueda hablar", expresó el dirigente, en entrevista al diario brasileño Folha de S. Paulo.
El titular de Deporte había asumido el cargo en 2006, durante la gestión del ahora expresidente Luiz Inácio Lula da Silva, y Rousseff lo mantuvo cuando asumió el poder, el pasado 01/01.
Desde entonces, Rousseff ha perdido por sospechas de corrupción a los ministros de la Presidencia, Antonio Palocci; Transportes, Alfredo Nascimento; Agricultura, Wagner Rossi, y Turismo, Pedro Novais. El ministro de la Defensa, Nelson Jobim, dimitió por diferencias políticas y personales con Dilma.
Palocci, Nascimento, Rossi y Jobim, así como Orlando Silva, se habían desempeñado como ministros durante la gestión de Lula, y pese a sus estrechos vínculos con el exmandatario, a quien considera su padrino político, a Rousseff no le tembló el pulso a la hora de pedir sus cargos.
Esa firmeza de Rousseff ante las denuncias de corrupción en su Gobierno ha llevado a la prensa a afirmar que la Presidenta avanza en una "limpieza ética" para eliminar de la administración pública las irregularidades. Además, le permitió ganar identidad propia en la gestión, y recuperar popularidad aunque le ha provocado problemas con la llamda 'base aliada' en el Legislativo.

Para Urgente24, el tema es bien diferente. Si prevalece el esquema que Lula da Silva dejó en herencia a Dilma, la candidatura presidencial por el PT volverá a ser Lula.

Dilma tiene que lograr, para ambicionar una reelección, que no colapse la economía, encontrar colaboradores eficientes y reformular el esquema político corrupto que toleró Lula.



Denuncias de corrupción obligan a la renuncia de otro ministro de Rousseff
Brasilia, 26 oct (EFE).- El ministro de Deporte de Brasil, Orlando Silva, dimitió hoy desgastado por denuncias de corrupción que le han convertido en el quinto colaborador de la presidenta Dilma Rousseff que renuncia por esa misma causa desde enero pasado.
La gota que derramó el vaso de denuncias contra el ministro de Deporte, responsable en parte por la organización del Mundial de fútbol de 2014 y los Juegos Olímpicos de Río 2016, fue la decisión del Supremo Tribunal de iniciar una investigación sobre supuestas irregularidades en ese despacho.
"La posición del Supremo fue determinante", declaró a periodistas el ministro de la Secretaría de la Presidencia, Gilberto Carvalho, en alusión a esa decisión del Supremo, que es extensiva a la gestión del antecesor de Silva en el cargo y actual gobernador de Brasilia, Agnelo Queiroz.
Silva resistió en los últimos diez días a un constante aluvión de denuncias formuladas por el expolicía Joao Dias Ferreira, que le acusa de estar involucrado en diversas irregularidades en el marco del programa Segundo Tiempo, que financia a organizaciones civiles dedicadas a promover el deporte entre los niños más pobres.
Dias Ferreira no llegó a presentar pruebas concretas y Silva acudió tres veces al Congreso para prestar explicaciones a una oposición envalentonada con los constantes escándalos en el Gobierno que exigía su inmediata renuncia.
Silva reclamó por la falta de pruebas, dijo ser víctima de una "nueva Inquisición" y pidió formalmente a los organismos jurídicos del Estado que investiguen su vida, pero nada bastó para impedir su salida.
"Usted debe entender que nadie lo quiere en el Gobierno", llegó a espetarle este martes el diputado Antonio Carlos Magalhaes Neto, del opositor Partido Demócratas (DEM), quien marcó así el clima político que enfrentaba el ahora exministro.
Según Dias Ferreira, que está acusado de fraudes en el programa Segundo Tiempo y que el año pasado llegó a ser detenido, en ese despacho existe desde hace años un "esquema de comisiones" mediante el cual han sido desviados unos 40 millones de reales (cerca de 23 millones de dólares) de los cofres públicos.
Afirmó incluso que él mismo fue "víctima" de esas maniobras, como responsable de una federación de artes marciales que recibía apoyo del programa Segundo Tiempo.
El desgaste causado por esas denuncias se sumó al que acumulaba Silva en las tensas negociaciones por exigencias de la FIFA de cara al Mundial de 2014, como la venta de cerveza en estadios, prohibida por ley en Brasil.
El pasado viernes, entre fuertes rumores sobre una "inminente" dimisión de Silva, el secretario general de la FIFA, Jérome Valcke, llegó a anunciar que viajará a Brasil en noviembre para continuar esas negociaciones, pero con "otro interlocutor".
No obstante, ese mismo día Rousseff se reunió con Silva y lo ratificó en el cargo bajo la "presunción de inocencia que debe beneficiar a todo ciudadano".
El pasado domingo, sin embargo, el ministro Carvalho aclaró que esa decisión de Rousseff no era "definitiva", ya que debía estudiar mejor la situación, pues durante toda la semana pasada, cuando se conocieron las denuncias, estaba en una gira que le llevó a tres países de África.
El titular de Deporte había asumido el cargo hace cinco años, durante la gestión del ahora expresidente Luiz Inácio Lula da Silva, y Rousseff lo mantuvo cuando asumió el poder, el pasado 1 de enero.
Desde entonces, Rousseff ha perdido por sospechas de corrupción a los ministros de la Presidencia, Antonio Palocci; Transportes, Alfredo Nascimento; Agricultura, Wagner Rossi, y Turismo, Pedro Novais, así como al ministro de la Defensa, Nelson Jobim, quien dimitió por diferencias con el Gobierno.
Palocci, Nascimento, Rossi y Jobim, así como Orlando Silva, se habían desempeñado como ministros durante la gestión de Lula, y pese a sus estrechos vínculos con el exmandatario, a quien considera su padrino político, a Rousseff no le tembló el pulso a la hora de pedir sus cargos.
Esa firmeza de Rousseff ante las denuncias de corrupción en su Gobierno ha llevado a la prensa a afirmar que la presidenta avanza en una "limpieza ética" para eliminar de la administración pública todo rastro de irregularidades.

Renunció otro ministro de Dilma por sospechas de corrupción

27/10/11 Orlando Silva era el titular de Deportes. Desde enero, es el quinto que debe irse.
PorEleonora Gosman
San Pablo. Corresponsal

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Otro ministro brasileño, Orlando Silva, el sexto desde principios de año, pero el quinto por sospechas de corrupción, dejó ayer el gobierno de Dilma Rousseff, y provocó una conmoción no sólo en el mundo político sino, sobre todo, en el nivel popular. Aun cuando la “abdicación” del funcionario, titular de la cartera de Deportes, era ficha puesta desde hace al menos una semana, su salida tiene un mayor impacto público que otras “defecciones” anteriores. Es que en las manos de este universitario, quien antes de llegar al poder se había consagrado como líder de la Unión Nacional de Estudiantes, se había concentrado la ciclópea tarea de hacer en 2014 “el mayor mundial” de la historia . Y por añadidura, consagrar en 2016 a Río de Janeiro como la “mejor ciudad olímpica” de todos los tiempos.
Los medios brasileños relataron la renuncia de Silva, quien ayer comunicó su salida después de reunirse con la presidenta Rousseff, como producto de un “desgaste político” prolongado. A Silva se lo acusa de haber participado, supuestamente, en el desvío de dinero destinado a financiar un programa nacional de promoción deportiva entre alumnos de clases sociales pobres. En una conferencia de prensa que ofreció luego de su cita con Dilma, donde presentó la dimisión, Silva sostuvo que había sido objeto de “ataques”, por las noticias aparecidas en distintos medios que lo sindicaban como presunto jefe de una mafia instalada en su ministerio. “Me lincharon públicamente”, acusó. “No hay ni habrá pruebas de los delitos por los que me responsabilizan. Nada comprometerá mi honor”.
La presunta corrupción del ex funcionario no tiene hasta ahora pruebas concretas. Pero aquí se afirma que el gobierno de Dilma no puede someterse a la duda permanente de la prensa sobre un área tan sensible en estos tiempos. Deportes, una cartera creada por el ex presidente Fernando Henrique Cardoso en 1995, y que tuvo como primer ministro a Pelé, un papel protagónico en 2007 cuando la FIFA consagró a Brasil como la sede del Mundial 2014. Frente a semejante desafío, un país que se desespera por mostrar que entró en la modernidad no podría permitirse un fracaso. Ni siquiera preocupa saber que el éxito de la Copa podrá influir en forma decisiva en las elecciones presidenciales de 2014. Más que eso, lo que media hoy en las decisiones de Rousseff es el temor a fracasar en lo que considera su punto más fuerte: la gestión gubernamental.
Peor todavía: según afirman los medios locales “éste es un momento de alta exposición a la prensa internacional. Eso es pésimo”. La parte buena de la historia sería que Dilma “está dispuesta a combatir la corrupción en su gobierno, heredada de años anteriores”. Como señaló un periodista experto en política y deportes: “A 960 días de la Copa, Brasil marcha hacia una fase crítica de las obras de preparación dejando en el camino un rastro de tropiezos”. Menciona entre ellos la elección de las ciudades que serán sede del mega evento deportivo. En un principio se hablaba de apenas 8 capitales. Pero por motivos políticos, terminaron por ser 12. “El cúmulo de errores se potenció por interferencias políticas”, sostuvo el experto.
Lejos de ser un improvisado, Silva gerenció los juegos panamericanos de 2007 en la capital carioca. Y luego acompañó al ex presidente Lula da Silva en la victoria de la candidatura de la Copa. Triunfo que habría de repetirse en 2009 cuando Lula le ganó de mano a Barack Obama y a José Rodríguez Zapatero en la designación de Río para las olimpíadas de 2016. Otros especialistas como Amir Somoggi, citado por un diario de Curitiba, dicen que Brasil “perdió un tiempo precioso en la organización de 2014. No trajimos inversiones privadas ni generamos un ambiente de negocios saludable y duradero para después de la Copa”.



El ministro de Deportes de Brasil dimite arrastrado por un escándalo de corrupción

Orlando Silva es el sexto miembro del Gobierno de Rousseff obligado a dejar su cargo y el quinto por acusaciones de corrupción

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Orlando Silva, Ministro de Deportes de Brasil y miembro del partido comunista PcdoB, ha dimitido tras una reunión con la presidenta Dilma Rousseff. Lo acaba de anunciar la dirección de su partido, que ya busca un sustituto dentro entre sus filas, aunque la decisión final será sólo de Rousseff.
El titular de Deportes ha cedido a las presiones de los medios de comunicación, acusado de haber montado dentro del ministerio un esquema de corrupción a través varias ONG para el enriquecimiento propio y del partido.
Silva se convierte así en es el sexto ministro obligado a dejar el Gobierno desde inicios de junio y el quinto por motivos de corrupción. Solo el titular del Ejército, Nelsom Jobim, fue forzado a dimitir por haber criticado duramente a dos de las ministras de confianza de Dilma.
Los ministros anteriores que dejaron el Ejecutivo acusados de corrupción fueron los de la Casa Civil, Transportes, Agricultura y Turismo. Los seis fueron heredados por Rousseff del anterior Gobierno del expresidente Lula da Silva, algunos de ellos por petición expresa suya del exmandatario.
La presidenta brasileña ha seguido el mismo guion que otras veces. Ante las acusaciones de corrupción de los medios ha pedido al interesado que se explique y se defienda ante el Congreso. Así lo ha hecho Silva, aunque sin éxito. Roussefg después pide a los órganos de vigilancia del Estado que investiguen las acusaciones y, solo tras esto, toma su decisión sin perder tiempo y sin que los problemas se le pudran sobre la mesa.
Esta vez, el proceso ha durado un poco más porque el ministro Silva pertenece a un partido que, a pesar de contar sólo con 15 diputados, es una formación de izquierdas que luchó contra la dictadura militar y que fue fiel a Lula desde la primera vez que se presentó como candidato a las presidenciales, en los años 80. El propio Lula llamó por teléfono a los dirigentes del PcdoB y les pidió que “resistieran” y sostuvieran al ministro, quien continuaba defendiendo su inocencia.
Dilma, que ya había decidido días atrás sacar al ministro, acabó aparcando el caso hasta que anteayer se encontró con el expresidente en Manaos en la inauguración de un puente. En el viaje, en el avión presidencial, ambos hablaron a solas. Poco después Lula se quejó de que el PcdoB no le había informado cabalmente de los pormenores del escándalo y que había tenido que enterarse de algunas acusaciones contra el ministro “por los periódicos”. Apenas 48 horas después, y tras anunciarse hoy que el Tribunal Supremo había abierto una investigación acerca de la posible participación de Silva en el desvío de fondo públicos destinados a incentivar el deporte entre jóvenes y niños, Dilma tomó su decisión.
El PcdoB, que se ha visto muy dañado en su reputación al aparecer como un partido corrupto más tras un historial de lucha contra la dictadura, llegó a ver el caso como una conspiración del partido hermano de la izquierda, el Partido de los Trabajadores de Rousseff y el propio Lula, para hacerse con un ministerio, el de Deportes, hasta ayer considerado menor y hoy muy codiciado al depender de él los preparativos del Mundial de Fútbol de 2014 y los Juegos Olímpicos de Rio de 2016 que van a mover miles de millones en obras públicas. Pero es muy posible que el ministerio se quede de nuevo con el PcdoB.

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26/10/2008 free counters

Las denuncias de corrupción han costado a Brasil un ministro por mes


26 de octubre de 2011 17:50


Las denuncias de corrupción y desvíos de dinero público han costado a la presidenta brasileña Dilma Rousseff la dimisión de un ministro por mes desde junio, el quinto el de Deportes, Orlando Silva, encargado de organizar el Mundial de fútbol-2014 y las Olimpíadas en 2016.
Las dimisiones en el seno del gobierno de Rousseff, una ex guerrillera de 63 años que asumió en enero, comenzaron el 7 de junio, cuando el poderoso ministro jefe del gobierno, Antonio Palocci, cayó tras semanas de polémica y denuncias por su súbito enriquecimiento haciendo consultorías mientras era diputado y coordinador de la campaña de la presidenta.
Palocci, quien había sido ministro de Hacienda del gobierno de Luiz Inacio Lula da Silva, fue sustituido por dos mujeres poderosas cercanas a la presidenta: una nueva ministra jefe de Gobierno, Gleisi Hoffman, y la ministra de Relaciones Institucionales, Ideli Salvati, ambas del gobernante Partido de los Trabajadores (PT).
Casi un mes exacto después, el 6 de julio, renunció el ministro de Transportes, Alfredo Nascimento, tras denuncias de desvíos de dinero público en su cartera. Casi 30 altos cargos del ministerio cayeron por las denuncias de presunto cobro de sobornos a empresas constructoras.
El Partido de la República (PR) de Nascimento abandonó la coalición de gobierno.
Poco más de un mes después, el 17 de agosto, dimitió el ministro de Agricultura, Wagner Rossi, tras semanas de denuncias en la prensa sobre presuntos desvíos de dinero público en su cartera y sobre sus relaciones con una empresa agraria.
Rossi fue sustituido por un diputado de su partido, el gigante Partido del Movimiento Democrático (PMDB, centro), principal aliado del gobierno.
Al mes siguiente le tocó el turno al ministro de Turismo, Pedro Novais, acusado de pagar con dinero del Congreso a empleados de su casa. Semanas antes, la policía había ordenado la detención de 36 personas vinculadas a esa cartera, incluido el número dos del ministerio, por presuntos desvíos de dinero público a través de programas y ONG.
El 15 de octubre aparecieron en la prensa las primeras denuncias contra el ministro de Deportes, quien perdió el cargo este miércoles.
Silva fue acusado de desvío de dinero público para él y para su Partido Comunista do Brasil (PCdoB), a través de ONG y de un programa para promover el deporte entre jóvenes pobres de ese ministerio, que tiene la responsabilidad de organizar la Copa del Mundo de Fútbol en 2014 y las Olimpíadas de 2016.
Rousseff perdió además a un sexto ministro en esos cuatro meses y medio, el de Defensa, Néstor Jobim, pero no por corrupción, sino por criticar públicamente a otros ministros.
Heredera política de Lula, la flamante presidenta ha sorprendido a la opinión pública al forzar las dimisiones con celeridad, especialmente en los casos relacionados a denuncias de corrupción.
"La actitud de Lula era otra: frente a denuncias, él decía que nadie podía ser culpado hasta ser juzgado. Rousseff ha actuado de manera diferente -forzando las dimisiones-, lo que es un reflejo de que la sociedad es menos tolerante" ante la corrupción, dijo a la AFP Carlos Lopes, del Instituto Analise.
Brasil acogió en los últimos meses grandes manifestaciones públicas contra la corrupción, organizadas a través de las redes sociales.

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26/10/2008 free counters

#corrupción Brasil: se busca ministro para supervisar el Mundial de Fútbol



26 de octubre de 2011 22:50


La renuncia del ministro brasileño de Deportes marcó este miércoles la quinta baja en el gabinete de la presidenta Dilma Rousseff por acusaciones de corrupción y abrió nuevas dudas sobre cómo el país organizará el próximo Mundial de Fútbol en menos de tres años.Orlando Silva anunció su dimisión tras haber sido acusado de participar de un esquema ilegal y recibir millones de dólares a cambio de contratos para promover el deporte entre jóvenes pobres.
Silva, del Partido Comunista de Brasil, rechaza las acusaciones y niega que haya "pruebas concretas" en su contra. "Decidí salir del gobierno para poder defender mi honra", declaró después de reunirse personalmente con Rousseff.
El ministro renunciante era el hombre del gobierno a cargo de supervisar los preparativos de Brasil para acoger el Mundial de 2014 y los Juegos Olímpicos de 2016.
Las denuncias contra Silva carecen de relación directa con ambos eventos, pero su dimisión surge justo cuando muchos se preguntan si Brasil concluirá a tiempo las obras prometidas para recibir la mayor fiesta del fútbol.
"Esas obras están absolutamente atrasadas", dijo Carlos Vainer, profesor de planeamiento urbano y regional de la Universidad Federal de Río de Janeiro, en diálogo con BBC Mundo.
Paralelamente, el jefe de la Confederación Brasileña de Fútbol (CBF) y presidente del comité organizador del Mundial 2014, Ricardo Teixeira, está siendo investigado por la policía por presunto lavado de dinero.
Bajo sospecha
Cuando Brasil fue elegido para hospedar la Copa 2014, muchos vieron eso como una oportunidad para que el país muestre su mejor cara al planeta, en momentos de pujanza económica y renovado orgullo nacional.
Sin embargo, las dudas de que eso ocurra efectivamente parecen aumentar.
Existen temores de que los costos de organización, cuya cifra exacta aún es una incógnita para los brasileños, se multipliquen debido a los retrasos en obras y lo que algunos ven como falta de transparencia.
En los últimos 12 días, el clima de denuncias de corrupción y faltas éticas que desde junio costaron el cargo a cinco ministros de Rousseff se instaló definitivamente en el área de Deportes que dirigía Silva.
Y el escepticismo también parece crecer.
Vainer dijo creer que el retraso las obras del Mundial tienen "un atraso programado, porque (en razón de eso) comenzaron a ser hechos contratos al margen de la ley brasileña para acelerar las obras".
"Si todo ocurre como viene ocurriendo en Brasil, dentro de una semana volverá todo al mismo orden o desorden que impera en las operaciones asociadas a la Copa del Mundo", sostuvo Vainer, que coordina un equipo de investigación sobre el impacto de los megaeventos deportivos en la sociedad.
Claudio Abramo, director ejecutivo de la organización no gubernamental Transparencia Brasil, dijo que "la Copa del Mundo es un área que preocupa a mucha gente por causa de la vulnerabilidad".
"No sería sorpresa si ocurren casos de corrupción pesados en las obras de la Copa del Mundo", agregó Abramo en diálogo con BBC Mundo.
El factor Teixeira
Abramo descartó también que se puedan esperar "buenas cosas" de un Mundial de Fútbol organizado por Teixeira.
El jefe de la CBF es investigado por la policía brasileña para establecer si lavó y transfirió ilegalmente dinero a Brasil.
Este mismo miércoles, Andrew Jennings, periodista de la BBC y autor del libro "Juego sucio: el mundo secreto de la FIFA", entregó al Senado brasileño documentos sobre presuntos sobornos por US$60 millones a Teixeira y su exsuegro y expresidente de la FIFA, Joao Havelange.
Una investigación de Jennings basada en documentos de la justicia suiza indicó que los sobornos provinieron de la empresa de marketing deportivo ISL en los años '90 para conseguir derechos de transmisión y patrocinio de campeonatos de fútbol.
También concluyó que la justicia suiza alcanzó un acuerdo con Teixeira y Havelange para que devuelvan parte del dinero en donaciones a instituciones de caridad, a cambio de mantener sus nombres en el anonimato.
El presidente de la FIFA, Joseph Blatter, prometió la semana pasada que a partir de diciembre divulgará los documentos relacionados con este caso.
La Cámara de Diputados brasileña anunció la semana pasada que fiscalizará los gastos del comité organizador del Mundial 2014 que preside Teixeira.
La FIFA y el gobierno de Rousseff han exhibido diferencias sobre aspectos relacionados con la próxima Copa del Mundo, como la protección de marcas anunciantes y la venta de entradas con descuentos a personas de edad y estudiantes.
Esto ha generado comentarios de legisladores y políticos brasileños, incluido el ex presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sobre la importancia de que la FIFA respete la "soberanía" del país.
La elección del próximo ministro brasileño de Deportes, que se espera sea del Partido Comunista, puede ser importante para definir si el país va a alcanzar un acuerdo con la FIFA o si las tensiones continuarán en aumento.



Ministro de Deportes de Brasil renuncia presionado por denuncias de corrupción

El ministro brasileño de Deportes, Orlando Silva, anunció el día 26 su renuncia al cargo, 12 días después de la divulgación en la prensa local de denuncias de corrupción en su contra.

En rueda de prensa concedida en el Palacio de Planalto en Brasilia, tras definir su salida en una reunión de dos horas con la presidenta Dilma Roussef, Silva reafirmó su inocencia y afirmó que deja el gobierno "para poder defender mi honor".

Silva ha ganado mucha importancia por ser responsable de la preparación del país al Mundial de fútbol de 2014 y a los Juegos Olímpicos de Río de Janeiro 2016.

Aparentando tranquilidad, el ahora ex ministro, quien estaba acompañado por el presidente de su Partido Comunista de Brasil (PCdoB), Renato Rabelo, dijo que es víctima de "un linchamiento político" y repitió que las acusaciones en su contra divulgadas el 15 de octubre por la revista Veja, son falsas y carecen de pruebas.

"Han pasado 12 días desde que sufrí ese ataque bajo (en referencia a la publicación de las denuncias), y en 12 días no se ha presentado ninguna prueba en mi contra", aseguró. "Yo tranquilicé a la presidenta, le dije que no hubo, no hay y no habrá ninguna prueba de esas calumnias", aseveró el ahora ex ministro.

Silva, quien asumió el comando del Ministerio de Deportes en 2006, aún durante el pasado gobierno de Luiz Inacio Lula da Silva, fue acusado por el policía Joao Dias Ferreira de cobrar sobornos a organizaciones no gubernamentales candidatas a recibir dinero del Programa Segundo Tiempo, destinado a incentivar a los niños en riesgo social a practicar deportes.

Silva estaba en Guadalajara acompañando la apertura de los Juegos Panamericanos, pero regresó a Brasil en el mismo día y ha pasado toda la semana pasada rechazando tajantemente las acusaciones, sea en declaraciones a la prensa, sea a través de notas oficiales y hasta compareció al Congreso nacional para dar explicaciones y anunciar que pidió ser investigado por los organismos judiciales del Estado.

Sin embargo, todas las portadas de los principales diarios del país le daban como a punto de perder el cargo y se esperaba que el anuncio saliera así que la presidenta Dilma Roussef, terminara su gira por países africanos pero el viernes pasado, Silva se reunió con la mandataria y siguió ministro, aunque todos los rumores indicaban que sus días en el cargo estaban contados.

La situación se complicó el martes cuando el Supremo Tribunal Federal (STF), ordenó una profunda investigación en todos los convenios firmados por el Ministerio de Deportes con ONGs, para verificar indicios de irregularidades.Tras la medida, fuentes del gobierno no identificadas afirmaron a la agencia noticiosa Estado que la salida de Silva era inminente.

Silva será sustituido interinamente por el secretario ejecutivo del ministerio, Waldemar de Souza, hasta que la presidenta Roussef anuncie el nuevo titular de la cartera, lo que deberá ocurrir en los próximos días, posiblemente antes de la llegada al país del secretario general de la FIFA,Jeróme Valcke.

El dirigente viene para una visita preparatoria a otra, del presidente de la entidad, Joseph Blatter en la que se espera definir un acuerdo con el gobierno en torno de los puntos polémicos de la Ley General del Mundial de 2014.

La dimisión de Silva no fue una sorpresa para Valcke, quien había comentado la semana pasada, en Zúrich, con periodistas brasileños que esperaba de encontrar a un "nuevo interlocutor" del gobierno.

"Yo espero que no haya un vacío... No hay tiempo que perder hasta el Mundial. Espero que no haya un período en que no haya una persona con la que yo pueda hablar", expresó el dirigente.

Según el columnista deportivo del diario "O Globo", Jorge Luis Rodrigues, la salida de Silva será festejada tanto por la FIFA como por el Comité Organizador Local (COL) que no mantenían buenas relaciones con el ex ministro.
(Xinhua)
27/10/2011


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Sexto ministro en salir del Gobierno

Brasil.- El ministro de Deportes dimite por un escándalo de corrupción



BRASILIA, 27 Oct. (Reuters/EP) -
   El ministro de Deportes de Brasil, Orlando Silva, ha presentado su dimisión a raíz de la polémica que ha generado la publicación de unas denuncias sobre un supuesto desvío de fondos públicos. Es el sexto ministro en salir del Gobierno de Dilma Rousseff desde que tomó posesión del cargo, el pasado mes de enero.
   Tras una hora de reunión con la presidenta, en la que esta ha alabado su trabajo en los cinco años que ha estado al frente de esta cartera, Silva ha anunciado su dimisión, al tiempo que ha explicado que renuncia al cargo para poder defenderse mejor de las acusaciones y no perjudicar al Partido Comunista do Brasil (PCdoB), integrado en el Gobierno.
   "Desde hace doce días estoy siendo víctima de ataques bajos. En estos doce días no se ha presentado ni una sola prueba en mi contra, pero se ha generado una crisis política y yo tengo un compromiso con este Gobierno", ha dicho Silva.
   Además, ha instado a la prensa brasileña a "dedicar las mismas páginas" a las pruebas de su inocencia. "Quiero defender mi honor porque la injusticia está en que las calumnias han ganado a las verdades", ha indicado, en declaraciones recogidas por la Agencia Brasil.
   Silva ha sido acusado de aceptar sobornos en su propio beneficio y en el del PCdoB por valor de 23 millones de dólares (16,5 millones de euros) a cambio de contratos gubernamentales para la construcción de las infraestructuras del Mundial de Fútbol de 2014 y los Juegos Olímpicos de 2016.
   El Ministerio de Deportes maneja un presupuesto de 18.000 millones de dólares (12.951 millones de euros) para la organización de estos eventos, que se celebrarán en Río de Janeiro. La gestión de Silva ha sido muy criticada por el lento avance de las obras y el elevado coste de las mismas.
   Por su parte, el ministro de la Secretaría General de la Presidencia, Gilberto Carvalho, ha adelantado que el actual secretario ejecutivo del Ministerio de Deportes, Waldemar Manoel Silva de Souza, se ocupará temporalmente de la cartera hasta que el PCdoB designe un nuevo ministro.


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26/10/2008 free counters

Waldemar de Souza Interino do Esporte firmou convênios com ONGs suspeitas

Waldemar de Souza, do PC do B do Rio, assinou contrato com sindicato de dirigentes de futebol

26 de outubro de 2011 | 23h 48

Leandro Colon, de O Estado de S.Paulo
BRASÍLIA - Apontado como ministro interino do Esporte após a demissão de Orlando Silva, o secretário executivo da pasta, Waldemar Souza, assinou convênios com organizações não governamentais suspeitas de irregularidades.
Waldemar é homem de confiança de Orlando Silva - Fabio Motta/AE-23/5/2011
Fabio Motta/AE-23/5/2011
Waldemar é homem de confiança de Orlando Silva
Filiado ao PC do B do Rio de Janeiro, Souza foi quem firmou o contrato de R$ 6,2 milhões com um sindicato de cartolas do futebol para um projeto da Copa do Mundo de 2014, conforme revelou reportagem do Estado publicada em agosto.
Confiança. Waldemar Souza faz parte da tropa do PC do B dentro do ministério. É homem de confiança do ministro Orlando Silva. Passa pelo crivo dele os principais contratos do Ministério do Esporte. Em suas entrevistas, o delator do esquema que derrubou Orlando, João Dias Ferreira, também inclui o nome de Waldemar.
O nome do secretário executivo aparece, por exemplo, na prorrogação de um convênio do Programa Segundo Tempo no valor de R$ 911 mil com o Instituto de Desenvolvimento da Criança e do Adolescente (Idec), da cidade de Novo Gama (GO).
A renovação foi publicada no dia 25 de agosto deste ano no Diário Oficial da União. A entidade é de fachada e, apesar de ter assinado o contrato em 2009, jamais executou o projeto. Após o Estado revelar o caso, o ministério anunciou que decidira cancelar o contrato.
No dia 25 de janeiro de 2011, Waldemar Souza assinou ainda um convênio de R$ 1,2 milhão com o Instituto Pró-Ação, outra entidade sob suspeita.
Conforme a reportagem mostrou na segunda-feira passada, a ONG repassou pelo menos R$ 1,3 milhão em cheques para empresas fantasmas em Valparaíso (GO). A entidade é apontada como "modelo de gestão" pelo Ministério do Esporte.




Outro convênio. E não para por aí. Em 30 de novembro de 2010, o secretário executivo surge como responsável por um novo convênio, no valor de R$ 2,4 milhões com o Instituto Cidade, de Minas Gerais.
A entidade, que levou R$ 9 milhões nos últimos quatro anos, é ligada ao secretário de Esporte Educacional, Wadson Ribeiro.
Tem sede na cidade mineira de Juiz de Fora, cidade em que Wadson é pré-candidato a prefeito em 2012 pelo PC do B. Ele, aliás, era o antecessor de Waldemar Souza na Secretaria Executiva do ministério.
Ex-presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE) e também personagem de convênios suspeitos, Wadson ainda permanece no cargo.
Ele retornou em março deste ano para o Ministério do Esporte depois de perder as eleições para deputado federal em 2010. O Estado revelou na quarta-feira que o secretário recebeu R$ 33,5 mil de ajuda de custo ao voltar para o governo.

¿Qué les pasa a los ministros de Brasil?

El control del reforzado Ministerio de Deportes y las Presidenciales de 2014 marcan la agenda política de Brasil


Hay una pregunta que revolotea en el aire de la política brasileña; ¿Qué les pasa a los ministros? No es normal, en efecto, que Dilma Rousseff, que heredó el legado de su antecesor en la Presidencia, Lula da Silva, el mandatario más popular y carismático de la historia de Brasil, haya tenido que prescindir en cinco meses de seis ministros (Casa Civil, Transportes, Agricultura, Ejército, Turismo y ahora Deportes).
Los seis tienen un común denominador: pertenecían al Gobierno de Lula, y Rousseff los mantuvo en su primer gabinete, no se sabe si por voluntad propia o por consejo de su mentor. De ellos, todos menos el ministro del Ejército, Nelsom Jobim, que salió por criticar a dos ministras de confianza de la presidenta, están acusados de delitos de corrupción.
La pregunta que se hacen los analistas políticos es si no habrá detrás de tanto escándalo una lucha interna de poder entre el partido del Gobierno, el Partido de los Trabajadores (PT), y los principales partidos aliados, para adueñarse de algunos departamentos claves.
Significativa es la lucha entablada en este momento para adjudicarse el de Deportes, pieza clave en la preparación del Mundial de Fútbol del 2014 y de las Olimpiadas de Rio (2016), motivo por el que ya que ha triplicado su presupuesto.
No se trata de que las acusaciones de corrupción contra los cinco ministros puedan no ser verdaderas. Si Rousseff, que es una mujer de gran seriedad, ha acabado prescindiendo de esos ministros es porque creyó a la fuerza las acusaciones de corrupción de los medios de comunicación contra ellos.
La pregunta es otra. Puesto que esas acusaciones de corrupción no se refieren al tiempo en que son ministros de Dilma si no que se retrotraen a los Gobiernos de Lula, ¿por qué no aparecieron entonces dichas acusaciones y lo hacen ahora? ¿Es que con Lula no se atrevían? ¿O no será que ahora el Partido de los Trabajadores y los partidos aliados se sienten más fuertes frente a la nueva presidenta para sus juegos de poder?
Una cosa es cierta: a Lula le preocupaba sobre todo poder contar incondicionalmente con los partidos aliados para asegurarse una gobernabilidad tranquila. Su sucesora, escogida por él, es más sensible a una buena gestión de la Administración Pública y a la legalidad republicana. Su frase clave es: "En mi Gobierno no permitiré ilegalidades". En cada caso en los que ha tenido que prescindir de uno de sus ministros, la presidenta ha comenzado defendiendo su presunta inocencia, al mismo tiempo que ha pedido al ministro acusado que se defendiera públicamente ante el Congreso y ante los órganos de vigilancia del Estado. Solo después, cuando la situación se volvía inevitable, retiraba al ministro.
Al revés que Lula, defensor a capa y espada de sus ministros, Dilma nunca ha acusado a la oposición o a los medios de ser los responsables de las acusaciones, aunque también Lula tuvo que acabar prescindiendo de sus dos ministros más importantes, ambos acusados de corrupción: el de Economía, Antonio Palocci, y el de la Casa Civil, José Dirceu, a quien sucedió la propia Rousseff en el cargo.
Lula consiguió, sin embargo, que Palocci volviera a ser ministro de la Casa Civil con Rousseff y Dirceu mantiene una influencia muy grande dentro del PT y aguarda para volver al Ejecutivo la sentencia del Tribunal Supremo sobre los supuestos sobornos a diputados durante el primer Gobierno de Lula, en 2005, de los que se le considera responsable.
Todo el nerviosismo que existe hoy en el Gobierno, donde los ministros van cayendo uno a uno, podría también estar relacionado con las Presidenciales previstas para 2014. Los partidos aliados presionan para que vuelva Lula. A Rousseff, curiosamente, le están explotando las primeras huelgas significativas (servicio postal y banca) y la inflación corre desbocada. Con Lula, en ocho años no hubo ninguna huelga significativa. Los sindicatos estaban en su Gobierno.
Los partidos aliados están de alguna forma en pié de guerra. Les gusta más Lula que la actual presidenta y si ella se presentara a la reelección- como todo hace pensar dada la fuerza que está tomando en la clase media- es muy posible que en 2014 haya varios candidatos que aspiren a ocupar el Palácio de Planalto, sede del Gobierno brasileño.
Al final, el gran Lula acaba siendo el eje visible o secreto de los principales movimientos políticos de este país.


Está pinchada la pelota de Silva, el ministro de Lula

 Orlando Silva es el ministro de Deporte de Luiz Inácio Lula da Silva, no de Dilma Rousseff. La Presidente de Brasil ambicionaba la renuncia del militante comunista, quien sin embargo fue aconsejado por Lula da Silva para que no renunciara y resistiera (¿él tiene que velar por los intereses de Lula da Silva en los eventos de 2014 y 2016?). En cualquier caso, la pelota de Silva se sigue desinflando.
25/10/2011 | 21:48

Está pinchada la pelota de Silva, el ministro de Lula
La pelota conque juega el ministro Orlando Silva, ya está pinchada.
CIUDAD DE BUENOS AIRES (Urgente24). El ministro de Deporte de Brasil, Orlando Silva, padeció el enojo opositor durante una audiencia pública en la Cámara baja, en la tarde del martes 25/10. Silva se presentó al debate sobre la Ley General de la Copa de Fútbol 2014 (Lei Geral da Copa), y de inmediato le reclamó Onyx Lorenzoni (Demócratas): "Renuncie ministro. Le hará un gran bien al país".
Silva se negó a referirse a las denuncias que enfrenta la conducción del Ministerio de Deporte, reveladas por el semanario Veja. "No haré ninguna disgresión política", aclaró. De inmediato le respondió Otávio Leite (PSDB): "¿Usted es el ministro o está de ministro?". 
Pero no convence fuera del Partido Comunista do Brasil.

Más tarde, en la Cámara baja, el líder del PPS, Rubens Bueno, se retiró del recinto como forma de protestar ante la situación. antes le dijo a Renan Filho (PMDB), presidente de la Comisión Especial de la Lei Geral da Copa: "Me retiro de esta payasada", y acusó a Renan de intentar "blindar el robo del deporte".
Pauderney Avelino (Demócratas) dijo que la presencia de Silva para tratar la Lei Geral da Copa era "ilegítima" ya que la presidente Dilma Rousseff le habría retirado los poderes al político comunista (Urgente24 ya informó esa pérdida de confianza de Dilma en Silva). 
"Creo que el ministro no puede estar aquí en representación de su jefa, la Presidente de la República", dijo el parlamentario.
Gilmar Machado (PT) intentó, con alguna tibierza, defender a Silva: "El diputado Pauderney Avelino todavía no ganó una elección como para hablar en nombre de mi gobierno".
Avelino le respondió: "Es cierto, no hablo en nombre de ese gobierno".
Pero Onyx Lorenzoni mencionó el listado completo de denuncias vigentes contra la gestión de Silva en Deporte, quien se negó a responderle. 
Un estadio fantasma
"Diseñado para proporcionar infraestructura al deporte brasileño en modalidades olímpicas y paralímpicas, el Centro de Entrenamiento de Deportes de Alto Rendimiento de Campos do Jordão, a 175 kilómetros de São Paulo, está lejos de estar listo para servir de apoyo en la preparación de los atletas para los juegos 2016. Sólo 3 personas trabajaron en la obra que debería haber sido entregada a finales de 2007, según un comunicado del propio Ministerio de Deporte difundido en 2006. El Centro de Entrenamiento ya recibió del Ministerio, R$1.370.000 (US$ 775.000) previsto."
Financiada con recursos del gobierno federal, a través de un contrato de transferencia con el Ministerio de Deportes y el municipio, la obra está paralizada desde 2007 a causa de problemas con las empresas que ganaron la licitación, de acuerdo con el Ejecutivo local. Sólo hace 2 meses, se reanudó el trabajo que ya consumió R$ 800.000 (US$ 453.000), de acuerdo a la Alcaldía local. 3 obreros trabajan de lunes a viernes. Caballos pastan en libertad en la vasta zona reservada para el proyecto.
El proyecto del Centro de Capacitación fue firmado en 2006 por el ya por entonces ministro de Deportes, Orlando Silva, e incluye la participación de la Universidad Federal de São Paulo (Unifesp), responsable de la utilización del espacio como un centro de investigación científica y tecnológica en el área de Deportes.
Datos de la web Transparencia, del gobierno federal, muestran la transferencia de R$ 1.370.000  para la ciudad de Campos do Jordão y la previsión de R$733.000 (US$ 414.000) de contrapartida. El más reciente desembolso fue de R$1.000.000 (US$ 565.000) en diciembre de 2006. La vigencia del contrato es hasta el 26/12/2011. El Departamento de Convenios (Deconv) de la Alcaldía municipal confirma que recibió de la Unión (el Gobierno federal) los US$ 775.000.
"El centro será referencia para recibir atletas de alto nivel. Así conseguiremos equipar y capacitar al país con el objetivo de acoger grandes competiciones internacionales como los Juegos Olímpicos de 2016", dijo Orlando durante la firma del convenio, de acuerdo con un informe en la web del Ministerio de Deporte.
Después de la fase inicial de la infraestructura, con movimientos de tierras, apertura de calles y tuberías de agua y cloacas, el proyecto quedó parado desde 2007. 
Desde entonces, el área destinada para el alojamiento de 80 atletas de alta competición, sirvió para criar las cabras de los moradores vecinos (o sea como establo). El lugar todavía mantiene el olor a las heces de los animales que se encuentran en todo el edificio. Una habitación cerrada con madera, sirve de refugio para una parte del material básico de construcción.
Del lado exterior del alojamiento, una tubería defectuosa pierde agua día y noche. En la parte baja del terreno, en el cobertizo que sirve como baño improvisado para los trabajadores, una manguera rota también chorrea agua permanentemente.
En uno de los lugares en los que el terraplén ya está listo, los camiones despejan el barro de las obras de implementación de la red del sistema de cloacas de la ciudad. En la meseta diseñada para ser un gimnasio cubierto, el agua de lluvia abrió en el suelo enormes zanjas. Las pistas de bicicross y de mountain-bike desaparecieron, sepultadas bajo la vegetación.
La falta de planificación y despilfarro de dinero público son visibles en la construcción de la supuesta cafetería. Muros de mampostería fueron demolidos y los escombros colocados al lado del edificio. Las tuberías de energía eléctrica, que debería ser subterránea, está expuesto en zanjas abiertas.
De acuerdo con el casero Mauro Zeferino, de 50 años, quien vive en el sitio desde hace 18 años, frente al área destinada al centro de deportes, los trabajadores pasan días y días sin material básico para continuar el trabajo.
"En la primera parte de la obra en 2007, había 16 personas, ahora son sólo 3. Ellos siempre se quejan de la falta de material", afirmó. 
El criador de caballos Edvaldo Souza, de 45 años, confirmó el abandono: "La gente no tiene el material para trabajar, por eso nunca avanza algo. Creo que todo fue sólo una mentira. No tengo ninguna esperanza de verlo terminado alguna vez".
Las señalizaciones turísticas cercanas señalan el camino a los turistas hacia el futuro Centro de Entrenamiento Deportivo, situado a 8 km de la entrada principal de la localidad. La expectativa de encontrar un centro para deportistas de alto rendimiento se frustra cuando se descubre una placa en medio de la selva, que muestra el valor de la obra: R$ 2.102.871,39 (US$ 1.190.080,02).
"Cuando la gente pregunta dónde está el centro de entrenamiento, yo les explico: 'Es eso que esta está ahí, que usted está viendo'", dice el cuidador Zeferino.
"Me siento indestructible"
En una carta a los "camaradas" del Partido Comunista do Brasil, el ministro de Deporte, Orlando Silva, citó al poeta chileno Pablo Neruda para autollamarse "indestructible", explicó Lucas Abreu Maia, en O Estado de S. Paulo

"En este momento, tal como dijo Pablo Neruda en su carta al partido, yo soy indestructible, porque contigo, mi partido (el PC do B), no termino en mi mismo", escribió el texto que se leyó el pasado viernes 21/10 en un encuentro de los comunistas en Río y publicado en el portal Vermelho, que pertenece al partido.
"No hubo, no hay y nunca habrá nadie capaz de intimidarnos", continuó el ministro. En un intento de demostrar fuerza política, Orlando Silva utilizó la carta para tratar de mostrar cercanía con la presidente Dilma Rousseff. Según él, las acusaciones tienen "el objetivo final" de "derrotar el proyecto innovador liderado por la presidente Dilma".
El ministro asoció las acusaciones de corrupción dirigidas al Ministerio de Deporte a la  dictadura militar: "En tiempos de terror utilizaban la tortura, el encarcelamiento y el asesinato. Hoy, las mismas fuerzas utilizan el linchamiento político, la execración pública para eliminar a nuestros compañeros".
El viernes, la Presidente decidió, ya que Silva no presentaba su renuncia, mantenerlo en el cargo pese al escándalo en el ministerio comandado por él. 
La carta de Silva atribuyó el escandalo a la "lucha de clases" y dice que el Ministerio de Deporte, bajo el mando del partido, "produjo éxitos y victorias para nuestro país".
En el texto, Orlando Silva alegó: "Nuestra actitud y la unidad inquebrantable de nuestro partido sorprendieron. ¡No seremos intimidados! ¡No aceptaremos la hoja de ruta trazada por las fuerzas conservadoras!".
El ministro también atacó a los "grandes medios de comunicación nacionales, que descaradamente quieren deshonrar una historia de 90 años de luchas (del Partido Comunista do Brasil)".
El ministro ha dicho reiteradamente que la prensa ha dado voz "a un ladrón procesado por la Justicia". 
Lo que viene
De acuerdo al relato del periodista Vannildo Mendes, en una nueva declaración, que duró más de 4 horas, el oficial de policía João Dias, denunciante de Silva, informó a la Policía Federal que, por lo menos 20 organizaciones no gubernamentales (ONGs), están dispuestas a denunciar el esquema de recaudación de sobornos que el PC do B habría montado en el Ministerio de Deporte, en el marco de los convenios para participar del programa de estímulo deportivo Segundo Tempo. Los representantes de las entidades, según él, declararán en los próximos días.
Tal como había prometido en su primera declaración, la semana pasada, Dias entregó documentos (13 audios, 1 celular y otras pruebas documentales) que, en su opinión, muestran las desviaciones de recursos públicos del ministerio. El material será sometido a pericias de la Policía Federal. Entre los medios hay 2 audios, ya publicados por la revista Veja, en los cuales funcionarios del Ministerio de Deporte instruyen al policía Dias (quien por entonces también era un militante del PC do B) para realizar un fraude en los los convenios firmados entre el ministerio y las 2 ONGs que él dirige.
Según Dias, ninguno de los 2 audios contiene la voz del ministro Orlando Silva, así como ninguna de las pruebas lo involucra directamente. Sin embargo,él insistió en que sería imposible que Silva no conociera el esquema. "Si él no sabía, tal como afirma, no debería considerarse ministro, porque las demandas eran hechas por altos asesores suyos, dentro del Ministerio y en su nombre", afirmó. "Su propio secretario ejecutivo me atendió para darme instrucciones en su nombre", garantizó.
"Fui víctima de un chantaje y represalias por no aceptar las condiciones absurdas que me exigían", dijo Dias, en una entrevista. Además de sus 2 ONGs, él dio a la Policía Federal los nombres de otras 10 entidades que, aseguró, aceptaron condiciones poco legítimas para obtener recursos del programa. Las organizaciones no gubernamentales, para no ser molestadas por rendición de cuentas, debían comprar productos y servicios de un grupo de seis empresas.
Dio los nombres de las empresas a la PF. Todas serán citadas para prestar declaración. Además de las organizaciones no gubernamentales que tienen la intención de declarar voluntariamente, Dias citó otras 10 que habrían accedido a pagar el precio exigido por el PC do B para concederles contratos con el ministerio. Entre ellas, 5 eran de Brasilia.
Su lista también incluye a 1 ONG de Río de Janeiro y 1 de Santa Catarina. Y 3 ONGs de Bahía. El esquema sería operado dentro del Ministerio por asesores directos de Silva, entre los cuales se encuentra el jefe de Gabinete del ministro, el secretario ejecutivo del ministerio, el secretario nacional de Deportes Educacionales y los jefes de las áreas jurídica y técnica.
Fuera del ministerio, los operadores de la recaudación, según él, serían el ex presidente regional del PC do B, Apolinário Rebelo, hermano del diputado Aldo Rebelo (presidente del PC do B) y Fredo Eberling. Ambos niegan la acusación. La Policía Federal no difundió el contenido de la declaración e informó, por los abogados, que todavía no cerró el calendario de citaciones.
Silva ha negado sistemáticamente las acusaciones, hechas en su punto de vista por un "criminal". 
Dias respondió en el mismo tono: "Estoy demostrando que él es el villano descalificado". 
También dijo que después de la investigación que la Policía Federal hará en los convenios, habrá un efecto dominó. "Fui perjudicado porque yo no rezaba su Biblia y no acepté realizar los fraudes, pero ahora no voy a parar. Lo de aquí es sólo un pedazo de esa caja negra que estamos abriendo", prometió.
Y otro escándalo
El Ministro de Deporte, Orlando Silva, autorizó de puño y letra una medida que benefició a una organización no gubernamental de Dias, según un informe de Filipe Coutinho y Fernando Mello, publicado en Folha de S. Paulo.
En julio de 2006, Orlando firmó una orden que redujo el valor que la ONG Juan Dias Ferreira se había comprometido a gastar a cambio de recibir fondos del gobierno, permitiendo al policía militar Dias continuar participando en un programa del ministerio.
La medida fue autorizada incluso después de auditorías internas, segun han señalado los primeros indicios de fraude conjunto entre el ministerio y Dias, en un período en que él aún mantenía relación amistosa con el gobierno.
Los documentos obtenidos por Folha son los primeros en establecer un vínculo directo entre Orlando Silva y el policía.
Dias siempre sostuvo que ese vínculo directo existió y Silva siempre lo negó.
¿Por qué el ministerio autorizó a reducir el dinero a aplicar en un proyecto pero no el total de fondos girados para ese proyecto? ¿Dónde fue a parar la diferencia?
En tanto, en un diálogo reservado, el lunes 24/10 en Manaus, la presidente Dilma demostró preocupación con la situación política del ministro Silva.
Al lado del ex presidente Luiz Inácio Lula da Silva y de otros interlocutores, ella admitió, según el relato de los presentes, que si surgen nuevas denuncias contra Silva, podría directamente despedir al militante comunista sospechado de corrupto, segun el diario O Globo.
En otro momento del diálogo, fue el propio Lula quien exhibió preocupación con la cantidad de denuncias que cubren a Silva y al Ministerio de Deporte, pero insistió en que hay que tener cautela con la veracidad de las acusaciones.


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