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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Condenados mais dois envolvidos em desvio de medicamentos do SUS


MPF/PE:
19/10/2011
Remédios foram desviados do Hospital da Restauração
O Ministério Público Federal em Pernambuco (MPF/PE) conseguiu na Justiça a condenação de mais dois servidores públicos que desviavam remédios e equipamentos hospitalares do Sistema Único de Saúde (SUS), no Recife. A condenação é resultado das investigações da Operação Desvio, deflagrada em abril do ano passado pelo MPF, Polícia Federal (PF) e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Segundo consta na denúncia do MPF, Edson Luiz de França (auxiliar de serviços gerais) e Edvan Carneiro da Cunha (maqueiro), servidores terceirizados do Hospital da Restauração (HR), furtaram remédios da instituição entre os anos de 2007 e 2010. O objetivo era revendê-los a Edilson Pires, atravessador do esquema.

Conversas telefônicas monitoradas por autorização judicial confirmaram o envolvimento dos condenados no esquema criminoso. Entre os medicamentos mais desviados pelos servidores está o antibiótico Keflin, utilizado para tratar amigdalite, otite, faringite e sinusite, entre outras doenças.

Edson Luiz de França e Edvan Carneiro da Cunha foram condenados pelo crime de peculato. A Justiça Federal aplicou aos condenados a pena de cinco anos de prisão e multa no valor de cinco salários mínimos vigentes à época dos fatos. Eles poderão apelar da sentença em liberdade.

Operação Desvio – Desde que foi deflagrada a Operação Desvio, no ano passado, foram identificados seis hospitais vítimas da fraude: Agamenon Magalhães, Restauração, Oswaldo Cruz, Otávio de Freitas, Getúlio Vargas e Hospital das Clínicas. Os produtos desviados chegaram a ser comercializados para unidades de saúde em Belém (PA), Juazeiro do Norte (CE), Serra (SC), Rio de Janeiro (RJ) e João Pessoa (PB).

Até o momento, o MPF ofereceu denúncia contra 51 pessoas por ligação com o esquema criminoso. Vinte e nove envolvidos foram condenados a penas que variam entre quatro e 14 anos de prisão.

Diante da extensa dimensão do esquema, a Polícia Federal continua a investigar outros possíveis envolvidos, o que poderá acarretar no oferecimento de novas denúncias pelo MPF.

Processo nº 0013813-98.2010.4.05.8300  – 13ª Vara Federal em Pernambuco


Assessoria de Comunicação Social
Procuradoria da República em Pernambuco
(81) 2125-7348
ascom@prpe.mpf.gov.br
http://www.twitter.com/mpf_pe












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26/10/2008 free counters

País já torrou R$ 17 tri em juros em 17 anos





Mas Congresso derruba proposta para restringir o salário do funcionalismo
A dívida pública brasileira consumiu R$ 7 trilhões em 17 anos. O dado foi fornecido pelo economista Rodrigo Ávila, da Auditoria Cidadã da Dívida, ao comentar a rejeição pela Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados do Projeto de Lei Complementar (PLP) 549/2009. O projeto visava a limitar o crescimento da folha total de pagamento dos servidores a um índice de inflação (IPCA) mais 2,5% ao ano ou o crescimento do PIB (o que fosse menor).
Segundo Ávila, o PLP 549, na prática, significaria o congelamento do salário dos servidores por dez anos: "Agora, o PLP 549/2009 segue sua tramitação, porém, bastante combalido pela rejeição nas duas comissões nas quais foi analisado o seu mérito (Comissão de Trabalho e Comissão de Finanças). O PLP será encaminhado à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) - para a análise da constitucionalidade e, posteriormente, ao plenário", informa o economista.
Ávila diz que, ao mesmo tempo, se mantêm os privilégios dos detentores de títulos da dívida pública: "De acordo com os dados levantados pela Auditoria Cidadã da Dívida, nos quatro mandatos correspondentes aos governos FH e Lula - de 1995 a 2010 - esses gastos somaram cerca de R$ 6,8 trilhões. Porém, assustadoramente, o país segue devendo pouco mais de R$ 3 trilhões. Dados do Senado indicavam que os gastos da União com juros, amortizações e refinanciamento da dívida representam 52,7% do Orçamento executado em 2011, mais de R$ 500 bilhões. Ou seja, mais de R$ 2,2 bilhões por dia", finaliza.

logormarca do    monitor mercantil











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26/10/2008 free counters

Lixo Hospitalar :Polícia apreende lençóis de hospitais em loja de Ilhéus, na Bahia


19/10/2011 19h29 - Atualizado em 19/10/2011 21h28

Material apreendido é de unidades de saúde de SP, RJ e outros estados.
Segundo a polícia, são 830 kg de lençóis, fronhas, jalecos e máscaras.

Do G1 BA, com informações do Jornal Nacional
2 comentários
 Alguns materiais de uso hospitalar foram apreendidos por agentes da Delegacia de Furtos e Roubos de Ilhéus, após uma denúncia anônima, na tarde desta quarta-feira (19), no sul da Bahia. De acordo com a polícia, o material era vendido no comércio da cidade. A polícia informou que todo material foi levado para o Centro de Controle de Zoonoses de Ilhéus por conta do risco de contaminação.
Entre os objetos apreendidos estão lençóis, fronhas, jalecos, roupas para pacientes, algumas com manchas de sangue e nome de pessoas, e máscaras de uso hospitalar de unidades de saúde do Rio de Janeiro, São Paulo e outros estados brasileiros. Segundo a polícia, 830 kg do material foram seprados em 23 sacos e armazenados no Centro de Zoonoses.


De acordo com informações da delegada de Furtos e Roubos, Andréia Oliveira, esse material é reutilizado. "Nós constatamos que essa mercadoria não é nova e sim, reutilizada. Iremos alertar as unidades policiais de cada estado para que eles averiguem e possivelmente façam a apreensão de outros materiais", complementa.
Segundo a polícia, o material foi apreendido nesta terça em uma loja de tecidos localizada na Rua Almirante Barroso. A polícia informou que o dono do estabelecimento é de Ilhéus e teria dito que os lençóis, fronhas e jalecos foram comprados em São Paulo. O filho do comerciante prestou depoimento na delegacia no início da noite desta quarta-feira. Em depoimento, ele disse que essa foi a primeira compra do material. Delegada desconfia. "Estamos investigando e acreditamos que essa compra vem sendo feita há alguns tempo, inclusive porque essas mercadorias já estão sujas de sangue e medicamentos", diz. Serão ouvidos na manhã desta quinta-feira (20), representantes de instituições de saúde que estariam comprando o material.
 

Empresário pernambucano importador de lixo hospitalar dos Estados Unidos durante 8 anos exportou para a Angola

O empresário titular da empresa Na Intimidade Ltda, e dono das lojas “Império do Forro de Bolso”, criou o “Triangulo do Lixo Hospitalar” em Pernambuco.
Nas cidades de Santa Cruz do Capibaribe, Toritama e Caruaru, no Agreste Pernambucano, o empresário Altair Teixeira de Moura estabeleceu as suas unidades de confecção.
A especialidade desse empresário pernambucano é o forro de bolso para calças jeans, calças de ternos, e para bermudas de crianças e adultos. Como o tecido de forro de bolso não aparece, e certamente como insumo é o mais barato na linha de produção de peças do vestuário, a importação de “tecidos de algodão com defeito” – lixo hospitalar – era o mais lucrativo para o empresário.
Desde o ano de 2009, que a empresa Na Intimidade Ltda importa “tecidos de algodão com defeito” dos Estados Unidos.
As autoridades rastrearam as importações da Na Intimidade Ltda e somente em 2011 apontam que essa empresa importou 22 containeres contendo “tecidos de algodão com defeito”.
Dois desses containeres importados pela Na Intimidade Ltda foram apreendidos na semana passada pela Receita Federal no porto de Suape, e somam 46,6 toneladas de lixo hospitalar.
Agentes de fiscalização da Anvisa e Ibama e a delegada que conduz as investigações, localizaram entre a última sexta-feira (14/10) e essa segunda-feira (17/10) o total de 38 toneladas de lixo hospitalar dentro das unidades da empresa Na Intimidade Ltda, instaladas nos municípios pernambucanos de Santa Cruz do Capibaribe, Toritama e Caruaru.
Alguns milhares de kilos de lixo hospitalar estavam prontos para entrarem na mesa de corte e serem magicamente transformados em forro de bolso, os quais seriam colocados no mercado brasileiro e nas unidades “Império do Forro de Bolso”, incluindo a loja virtual que a empresa mantinha na internet. Outros milhares de kilos de forro de bolsos já estavam prontos e aguardavam em um depósito os seus destinos.
A importação de lixo hospitalar dos Estados Unidos já soma 84,6 toneladas (46,6 apreendidas no porto de Suape e mais 38 nas unidades da empresa).
Entre as estratégias de venda do forro de bolso, o empresário utilizou um site na internet para alavancar seu negócio. A empresa Na Intimidade Ltda mantinha uma loja virtual denominada Império do Forro de Bolso no endereço da internet www.forrodebolso.com.br.
No site, Moura dizia que “vendemos forro de bolso para calça e bermudas, jeans, brim, social sob suas medidas, também temos forro com medidas padrão. Despachamos para todo o Brasil e podemos exportar também. Tecido 50% algodão e 50% poliester, branquiado já pré-lavado. Otimize sua produção comprando o forro do bolso de suas confecções já cortadas sob suas medidas. Preços especiais para EXPORTAÇÃO.”
“Informações para contato – Telefone 55 81 37412950 – Celular – 55 81 91043403  -Endereço – Av. Prefeito Braz de lira nº 534 – Malaquias – Estado – Pernambuco – Cidade – Santa Cruz do Capibaribe – País – Brasil – FALE CONOSCO: POR EMAIL: contato@forrodebolso.com.br POR TELEFONE: 81-3741.2950 ou 81-91043403 falar com Sr. Altair Moura MSN: altair@sccnet.com.br SKYPE: MOURAALTAIR”
O empresário pernambucano é experiente na importação de tecidos. Entre 2001 e 2011 sempre esteve a frente de duas empresas de confecções que importavam tecidos Estados Unidos.
E sabe-se agora que Altair Moura também domina o comércio da exportação. Por meio de sua primeira empresa (deixou a sociedade em 2009) exportou seus produtos para a Angola entre os anos de 2002 e 2009.
Dados na internet mostram os negócios das exportações desse empresário pernambucano que importou lixo hospitalar dos Estados Unidos.
Moura chegou a declarar numa determinada época, que “a cada três meses, um contêiner embarca com um volume de 100 mil e 200 mil peças produzidas no interior pernambucano”.
Tudo começou a partir de uma feira da África do Sul, em 2000. “Fui convidado para expor os meus produtos. No final do evento, descobri que as pessoas de lá não eram meu público, mas que poderia me dar muito bem em Angola”, relembra Altair Moura.
O mais incrível são os princípios declarados pelo empresário que importou lixo hospitalar, e publicados no site da loja virtual que mantinha na internet.
MISSÃO
CONSTRUINDO NOSSO FUTURO:
Desenvolver e comercializar produtos inovadores, de alto valor percebido, com qualidade e rentabilidade classe mundial e criação de valor para funcionários, fornecedores e clientes, atuando com responsabilidade social e ambiental.
PRINCÍPIOS QUE NOS GUIAM:
Ética: Integridade, honestidade, transparência e atitude positiva na aplicação das políticas internas e no cumprimento das leis.
Informações revelam que somente a empresa Na Intimidade Ltda, desde 2009 até a presente data, teria importado 60 (sessenta) containeres de “tecidos de algodão com defeito”. Se confirmarem as informações de importação é preciso saber o destino dos forros de bolso dados pelo empresário pernambucano. Seriam 1.398 toneladas de lixo hospitalar importadas dos Estados Unidos (para conhecimento do leitor a cidade de Porto Alegre produz algo perto de 1.500 toneladas de lixo por dia).
Com o lixo hospitalar vindo dos Estados Unidos, o empresário poderia confeccionar 1.398.000 kilos de forro de bolso. Se considerarmos o preço de R$ 14,00 por kilo de forro de bolso anunciado no site da loja virtual Império, o faturamento da Na Intimidade Ltda, de titularidade do empresário pernambucano, poderia chegar ao milionário valor de R$ 19.527.000,00 com a importação lixo hospitalar dos Estados Unidos nos últimos 3 anos.
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26/10/2008 free counters

Péssimo e Gay : Galãs da TV mudam de time e protagonizam amasso gay em série






Galãs da TV mudam de time e protagonizam amasso gay em série Foto: Reprodução


Em "Malhação", Marcelo Melo (o bandido Bené de "Viver a vida", lembra?) era um goleiro apaixonado por uma particinha. Na série gay "CaRIOcas", o ator joga em outro time, e troca beijos quentes (e molhados, à esquerda) em cena.




Sergio Menezes na série gay
Sergio Menezes na série gay "CaRIOcas" Foto: Reprodução
Sergio Menezes não fica atrás e se joga num rala e rola com outro ator. Seu personagem deixa a namorada ir embora e vai logo pedindo uma xícara de açúcar no vizinho.




Sergio Menezes na série gay

6 Comentários

  • Viviane Inacio
    nada contra e nem a favor !!! mas eu penso que não deveria ir ao ar umas cenas desse patamar , temos crianças vendo tv até mais tarde hojem dia , pense se eu não estiver na sala vendo tv e minha filha filha vai lá e coloca no canal que está passando essa cena , é muito complicado , sei que são seres humanos , mas tem coisa que não se deve mostrar . A tv ultimamente anda muito apelativa até no caso de casais heteros , ou seja , tá virando uma pouca vergonha !!!
  • fiona
    QUE COISA RIDICULAAAAAAAA...TEMOS QUE OBRIGATORIAMENTE ACHAR ISTO NATURAL????? AFFFFFFFFF
  • SávioMarinho
    Dizemos que é normal até o momento que nos afeta diretamente. Sou livre de preconceito, mas ainda não estou acostumado a ver dois "homens" se beijando. Por mais que apoie o movimento gay e afins, acho uma agressão visual uma cena como esta na TV. Visto que, independente do horário a ser exibido, sempre terá uma criança assistindo. Estão querendo dar um passo maior que as pernas, expondo desta forma a homessualidade na TV. Vamos com calma gente, vamos com calma...
  • Krikri
    Nossa, que ridículas essas cenas .....
  • RicardoDias
    Isto é arte...??? Dá licença... preciso vomitar...!!!
http://extra.globo.com









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26/10/2008 free counters

Em Pernambuco, cartões do Bolsa Família são encontrados queimados



Alguns dos documentos, parcialmente queimados, estavam com senhas.
Polícia Civil recebeu a queixa e vai encaminhá-la à Polícia Federal.

Do G1 PE

 Cerca de cem cartões de benefícios do governo federal foram encontrados parcialmente queimados em uma rua do município de Petrolina, no Sertão de Pernambuco, nesta terça-feira (18). A Polícia Militar foi chamada até a Rua Estrela Fênix, no bairro residencial Vila dos Ingás, onde os cartões dos benefícios Bolsa Família e Cartão Cidadão – alguns deles com senhas anexadas em papéis - foram recolhidos.
O material, de competência da Polícia Federal, foi recebido na Delegacia de Plantão de Petrolina e deverá ser encaminhado ainda nesta terça para o órgão competente.
Alguns dos cartões estão no nome de um policial militar do estado da Bahia e de uma agricultora de Petrolina. Ambos afirmaram que não solicitaram o benefício concedido pelo governo federal. O policial Rodolfo José Porto Lima disse que chegou a encontrar o seu nome da lista de beneficiados disponibilizada no Portal da Transparência do Governo Federal. “É uma fraude absurda. O meu nome constava na relação ao lado de um valor e de um NIS [número de identificação social]”, afirma.
A Secretaria de Desenvolvimento Social e Trabalho de Petrolina é responsável pelo cadastramento dos benefícios na cidade. A secretária Tereza Coelho Bezerra de Carvalho afirmou que não recebeu nenhum comunicado oficial da polícia ou do governo federal sobre a situação.
A Caixa Econômica Federal, responsável pela distribuição do benefício para as famílias, informou que, em uma avaliação preliminar, verificou que os cartões que puderam ser identificados no ocorrido em Petrolina já estavam cancelados, portanto, sem validade. A Caixa destaca, ainda, que está em contato com a Polícia Civil do Estado de Pernambuco para ter acesso aos cartões encontrados e auxiliar na apuração dos fatos.










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26/10/2008 free counters

Paraíba: Motorista diz ter comprado lençóis ,lixo hospitalar, descartados pelos EUA


Após assistir às reportagens sobre o caso, motorista decidiu denunciar.
Materiais do mesmo tipo foram achados em hotéis e pousadas de Timbaúba.

Do G1 PB
12 comentários
Só depois que assistiu às reportagens sobre o caso do lixo hospitalar comercializado em Pernambuco, um motorista da Paraíba notou a semelhança com os lençóis de casa. Atraído pela oferta de um vendedor de João Pessoa, Élio Lucena da Nóbrega comprou o material e só agora percebeu que há uma frase carimbada em inglês: “Governo dos Estados Unidos”.

Então, Élio Lucena decidiu procurar a imprensa para divulgar: “Fiquei pensando que eu comprei um lixo hospitalar, vindo dos EUA, que pode me prejudicar... Eu me sinto lesado e alerto ao pessoal que comprou para divulgar onde comprou e não comprar mais”.
Ele não é o único que se sente prejudicado com a venda de material hospitalar importado dos EUA. A equipe de reportagem da Globo Nordeste encontrou, na última terça-feira (18), lençóis descartados em hotéis e pousadas de Timbaúba, Mata Norte de Pernambuco. O município fica a 158 Km de Santa Cruz do Capibaribe, onde fica a empresa que estaria comprando a mercadoria estrangeira.

Em lojas de Timbaúba, também é possível encontrar tecidos com nomes de hospitais americanos, bem parecidos aos encontrados em contêineres no Porto de Suape, no dia 11 de outubro. Em um dos armarinhos mais populares do local, os itens estavam em promoção. Informadas da procedência das peças, todas as clientes disseram que, se soubessem que os lençóis foram descartados por hospitais, não comprariam.

A dona da loja não estava na cidade. Por telefone, ela falou à reportagem da Globo Nordeste que os lençóis foram comprados como retalho a comerciantes de Santa Cruz de Capibaribe. Ela informou também que não tinha ideia de que o tecido não podia ser comercializado no Brasil.

Investigações
A PF instaurou inquérito com o objetivo de apurar as responsabilidades pelo desembarque de contêineres com lixo hospitalar vindo dos Estados Unidos, que apontam para a prática de crimes de contrabando, ambiental e uso de documento falso. As investigações estão sendo coordenadas pelo delegado Fernando Aires, mas o atual chefe da Delegacia de Polícia Fazendária, Humberto Freire, vai assumir nos próximos dias, porque ele já foi chefe da Delegacia da PF em Caruaru e conhece bem a região. "Estamos tentando rastrear quem está comprando o material da importadora. Queremos saber também se esse produto foi distribuído para outras empresas no Brasil", disse o superintendente da PF em Pernambuco, Marlon Jefferson.

'Faltou fiscalização nos EUA'
Em entrevista à Globo Nordeste, na última terça-feira, o governador Eduardo Campos afirmou que faltou fiscalização também por parte dos Estados Unidos. “A mercadoria saiu e não deveria ter saído. Aqui a fiscalização tem sido incrementada no Porto de Suape. Mas, mesmo a checagem sendo feita por amostragem, pegou exatamente um contêiner com esse tipo de material e interrompeu esse fluxo de mercadoria.”

Campos anunciou também que vai pedir, através da Secretaria de Governo, uma representação do Ministério das Relações Exteriores sobre o caso. “Esse incidente precisa ser relatado nos Estados Unidos e vamos pedir que eles investiguem como aconteceu a exportação desse material”, disse.

Ao final da tarde da terça, o secretário da Casa Civil, Tadeu Alencar, foi ao Consulado dos Estados Unidos em Pernambuco, no Recife, onde foi recebido pela cônsul Usha Pitts para tratar do assunto. Também participaram da reunião o gestor da Secretaria de Defesa Social, Wilson Damázio, e o secretário de Estado, Maurício Rands.

Em nota divulgada à imprensa, o Consulado disse que já informou o caso às agências norte-americanas responsáveis pela entrada e saída de mercadorias nos Estados Unidos, assim como às agências responsáveis pelo controle ambiental.

“Os Estados Unidos e o Brasil mantêm uma relação comercial forte e madura, que envolve mais de 60 bilhões de dólares por ano. Nós estamos comprometidos em facilitar o comércio legal, reforçando as leis de comércio dos Estados Unidos que protegem a economia, saúde e segurança das pessoas em todo o mundo, através de sólidas parcerias com governos estrangeiros. Nós estamos tratando desse assunto com muita seriedade e verificando se alguma lei americana foi violada”, complementa o comunicado.

Queda nas vendas

De acordo com Adenísio Vasconcelos, presidente do Sindicato do Vestuário de Pernambuco, a repercussão negativa do caso levou a uma queda de 30% nas vendas nas feiras livres das 14 cidades integrantes do Polo. “A notícia pegou todo mundo de surpresa, mas acreditamos que, com as investigações, as pessoas vão notar que foi apenas um caso isolado”, falou.

Uma comissão formada por representantes do Governo do Estado e da cadeia têxtil de Pernambuco se reunirá na próxima sexta-feira (21), novamente no Palácio do Campo das Princesas, para apresentar as primeiras ações tomadas em conjunto.



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19/10/2011 09h35 - Atualizado em 19/10/2011 09h35

Vigilância Sanitária de PE promete fiscalizações em Timbaúba

Na cidade, havia lençóis de hospitais americanos em hotéis e no comércio.
Apevisa não garante segurança no uso de peças inteiras com essa origem.

Do G1 PE
Comente agora
Jaime Brito, gerente da Apevisa (Foto: Reprodução/TV Globo)Jaime Brito, gerente da Vigilância Sanitária em
Pernambuco (Foto: Reprodução/TV Globo)
As pessoas que compraram peças inteiras provenientes de hospitais norte americanos devem entrar em contato com a Vigilância Sanitária de Pernambuco (Apevisa). A orientação foi dada na manhã desta quarta-feira (19) por Jaime Brito, gerente da Agência, após denúncia veiculada no NETV 2ª Edição da terça-feira (18) sobre venda de lençóis de hospitais americanos no comércio e uso em hotéis do interior do estado. O uso de peças inteiras, para Jaime Brito, é um risco em potencial. “A gente já não pode mais garantir tanto quando garante as peças confeccionadas, as calças e blusas”, afirma.
Segundo Jaime Brito, a cidade de Timbaúba, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, deve receber fiscalizações para apurar a denúncia da TV Globo. “Vamos fazer o inverso. A partir do consumidor final vamos rastrear para chegar até a origem desse produto”, conta.
Para ele, o uso de partes das peças não oferece risco à saúde. “Ao colocar o tecido como forro de bolso ele passa por nove processos, inclusive quatro de lavagem a altas temperaturas, além de outros como engomamento a vapor de água quente, produtos químicos na hora do tingimento, cloro etc. Não há nenhuma possibilidade de um micro-organismo sobreviver a esses procedimentos”, detalha.
Já as pessoas que compraram peças inteiras com essa origem devem ficar atentas. “O lençol inteiro, apesar de ser submetido a processos nas próprias residências e estabelecimentos, é um risco em potencial. Pode ser que ele não seja lavado, que tenha um micro-organismo de alta resistência. A situação é bem diferente”, pondera.
O telefone da Apevisa é o 0800-282-5919.

InvestigaçõesA PF instaurou inquérito com o objetivo de apurar as responsabilidades pelo desembarque de contêineres com lixo hospitalar vindo dos Estados Unidos, que apontam para a prática de crimes de contrabando, ambiental e uso de documento falso. As investigações estão sendo coordenadas pelo delegado Fernando Aires, mas o atual chefe da Delegacia de Polícia Fazendária, Humberto Freire, vai assumir nos próximos dias, porque ele já foi chefe da Delegacia da PF em Caruaru e conhece bem a região. "Estamos tentando rastrear quem está comprando o material da importadora. Queremos saber também se esse produto foi distribuído para outras empresas no Brasil", disse o superintendente da PF em Pernambuco, Marlon Jefferson.
'Faltou fiscalização nos EUA'
Em entrevista à Globo Nordeste, na última terça-feira, o governador Eduardo Campos afirmou que faltou fiscalização também por parte dos Estados Unidos. “A mercadoria saiu e não deveria ter saído. Aqui a fiscalização tem sido incrementada no Porto de Suape. Mas, mesmo a checagem sendo feita por amostragem, pegou exatamente um contêiner com esse tipo de material e interrompeu esse fluxo de mercadoria.”
Campos anunciou também que vai pedir, através da Secretaria de Governo, uma representação do Ministério das Relações Exteriores sobre o caso. “Esse incidente precisa ser relatado nos Estados Unidos e vamos pedir que eles investiguem como aconteceu a exportação desse material”, disse.
Ao final da tarde da terça, o secretário da Casa Civil, Tadeu Alencar, foi ao Consulado dos Estados Unidos em Pernambuco, no Recife, onde foi recebido pela cônsul Usha Pitts para tratar do assunto. Também participaram da reunião o gestor da Secretaria de Defesa Social, Wilson Damázio, e o secretário de Estado, Maurício Rands.
Em nota divulgada à imprensa, o Consulado disse que já informou o caso às agências norte-americanas responsáveis pela entrada e saída de mercadorias nos Estados Unidos, assim como às agências responsáveis pelo controle ambiental.
“Os Estados Unidos e o Brasil mantêm uma relação comercial forte e madura, que envolve mais de 60 bilhões de dólares por ano. Nós estamos comprometidos em facilitar o comércio legal, reforçando as leis de comércio dos Estados Unidos que protegem a economia, saúde e segurança das pessoas em todo o mundo, através de sólidas parcerias com governos estrangeiros. Nós estamos tratando desse assunto com muita seriedade e verificando se alguma lei americana foi violada”, complementa o comunicado.
Queda nas vendas
De acordo com Adenísio Vasconcelos, presidente do Sindicato do Vestuário de Pernambuco, a repercussão negativa do caso levou a uma queda de 30% nas vendas nas feiras livres das 14 cidades integrantes do Polo. “A notícia pegou todo mundo de surpresa, mas acreditamos que, com as investigações, as pessoas vão notar que foi apenas um caso isolado”, falou.
Uma comissão formada por representantes do Governo do Estado e da cadeia têxtil de Pernambuco se reunirá na próxima sexta-feira (21), novamente no Palácio do Campo das Princesas, para apresentar as primeiras ações tomadas em conjunto.
 


Empresário pernambucano importador de lixo hospitalar dos Estados Unidos durante 8 anos exportou para a Angola

O empresário titular da empresa Na Intimidade Ltda, e dono das lojas “Império do Forro de Bolso”, criou o “Triangulo do Lixo Hospitalar” em Pernambuco.
Nas cidades de Santa Cruz do Capibaribe, Toritama e Caruaru, no Agreste Pernambucano, o empresário Altair Teixeira de Moura estabeleceu as suas unidades de confecção.
A especialidade desse empresário pernambucano é o forro de bolso para calças jeans, calças de ternos, e para bermudas de crianças e adultos. Como o tecido de forro de bolso não aparece, e certamente como insumo é o mais barato na linha de produção de peças do vestuário, a importação de “tecidos de algodão com defeito” – lixo hospitalar – era o mais lucrativo para o empresário.
Desde o ano de 2009, que a empresa Na Intimidade Ltda importa “tecidos de algodão com defeito” dos Estados Unidos.
As autoridades rastrearam as importações da Na Intimidade Ltda e somente em 2011 apontam que essa empresa importou 22 containeres contendo “tecidos de algodão com defeito”.
Dois desses containeres importados pela Na Intimidade Ltda foram apreendidos na semana passada pela Receita Federal no porto de Suape, e somam 46,6 toneladas de lixo hospitalar.
Agentes de fiscalização da Anvisa e Ibama e a delegada que conduz as investigações, localizaram entre a última sexta-feira (14/10) e essa segunda-feira (17/10) o total de 38 toneladas de lixo hospitalar dentro das unidades da empresa Na Intimidade Ltda, instaladas nos municípios pernambucanos de Santa Cruz do Capibaribe, Toritama e Caruaru.
Alguns milhares de kilos de lixo hospitalar estavam prontos para entrarem na mesa de corte e serem magicamente transformados em forro de bolso, os quais seriam colocados no mercado brasileiro e nas unidades “Império do Forro de Bolso”, incluindo a loja virtual que a empresa mantinha na internet. Outros milhares de kilos de forro de bolsos já estavam prontos e aguardavam em um depósito os seus destinos.
A importação de lixo hospitalar dos Estados Unidos já soma 84,6 toneladas (46,6 apreendidas no porto de Suape e mais 38 nas unidades da empresa).
Entre as estratégias de venda do forro de bolso, o empresário utilizou um site na internet para alavancar seu negócio. A empresa Na Intimidade Ltda mantinha uma loja virtual denominada Império do Forro de Bolso no endereço da internet www.forrodebolso.com.br.
No site, Moura dizia que “vendemos forro de bolso para calça e bermudas, jeans, brim, social sob suas medidas, também temos forro com medidas padrão. Despachamos para todo o Brasil e podemos exportar também. Tecido 50% algodão e 50% poliester, branquiado já pré-lavado. Otimize sua produção comprando o forro do bolso de suas confecções já cortadas sob suas medidas. Preços especiais para EXPORTAÇÃO.”
“Informações para contato – Telefone 55 81 37412950 – Celular – 55 81 91043403  -Endereço – Av. Prefeito Braz de lira nº 534 – Malaquias – Estado – Pernambuco – Cidade – Santa Cruz do Capibaribe – País – Brasil – FALE CONOSCO: POR EMAIL: contato@forrodebolso.com.br POR TELEFONE: 81-3741.2950 ou 81-91043403 falar com Sr. Altair Moura MSN: altair@sccnet.com.br SKYPE: MOURAALTAIR”
O empresário pernambucano é experiente na importação de tecidos. Entre 2001 e 2011 sempre esteve a frente de duas empresas de confecções que importavam tecidos Estados Unidos.
E sabe-se agora que Altair Moura também domina o comércio da exportação. Por meio de sua primeira empresa (deixou a sociedade em 2009) exportou seus produtos para a Angola entre os anos de 2002 e 2009.
Dados na internet mostram os negócios das exportações desse empresário pernambucano que importou lixo hospitalar dos Estados Unidos.
Moura chegou a declarar numa determinada época, que “a cada três meses, um contêiner embarca com um volume de 100 mil e 200 mil peças produzidas no interior pernambucano”.
Tudo começou a partir de uma feira da África do Sul, em 2000. “Fui convidado para expor os meus produtos. No final do evento, descobri que as pessoas de lá não eram meu público, mas que poderia me dar muito bem em Angola”, relembra Altair Moura.
O mais incrível são os princípios declarados pelo empresário que importou lixo hospitalar, e publicados no site da loja virtual que mantinha na internet.
MISSÃO
CONSTRUINDO NOSSO FUTURO:
Desenvolver e comercializar produtos inovadores, de alto valor percebido, com qualidade e rentabilidade classe mundial e criação de valor para funcionários, fornecedores e clientes, atuando com responsabilidade social e ambiental.
PRINCÍPIOS QUE NOS GUIAM:
Ética: Integridade, honestidade, transparência e atitude positiva na aplicação das políticas internas e no cumprimento das leis.
Informações revelam que somente a empresa Na Intimidade Ltda, desde 2009 até a presente data, teria importado 60 (sessenta) containeres de “tecidos de algodão com defeito”. Se confirmarem as informações de importação é preciso saber o destino dos forros de bolso dados pelo empresário pernambucano. Seriam 1.398 toneladas de lixo hospitalar importadas dos Estados Unidos (para conhecimento do leitor a cidade de Porto Alegre produz algo perto de 1.500 toneladas de lixo por dia).
Com o lixo hospitalar vindo dos Estados Unidos, o empresário poderia confeccionar 1.398.000 kilos de forro de bolso. Se considerarmos o preço de R$ 14,00 por kilo de forro de bolso anunciado no site da loja virtual Império, o faturamento da Na Intimidade Ltda, de titularidade do empresário pernambucano, poderia chegar ao milionário valor de R$ 19.527.000,00 com a importação lixo hospitalar dos Estados Unidos nos últimos 3 anos.

NA INTIMIDADE LTDA

NA INTIMIDADE LTDA

AV PREFEITO BRAZ DE LIRA 534-MALAQUIAS Rod. PE 90 nº 1.390 – Toritama- Pernambuco, SANTA CRUZ DO CAPIBARIBE 55190-000, PE
Alto Capibaribe
t: 81-37313325  f: 81-37313325









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26/10/2008 free counters

Homem flagra esposa infiel através de aplicativo do iPhone 4S




O iPhone 4S mal chegou às lojas e já está envolvido em casos de adultério nos Estados Unidos. Para o marido traído, a compra deve ter valido a pena.  Segundo o Business Insider, o homem enganado pela companheira é um cidadão novaiorquino de 40 anos. Usando um estratagema simples e o app Find My Friends, confirmou as suspeitas de que sua mulher o traía.
O Find My Friends permite que os usuários encontrem seus amigos usando o localizador GPS presente nos smartphones. O marido desconfiado deu um iPhone 4S para a esposa de presente, sob a alegação de que era um lançamento e ele quis “fazer um chamego”. Só que ele também comprou um para si e com seu próprio iPhone passou a rastrear os descaminhos da amada.
No dia do “flagra”, a esposa disse ao marido que ia ao cabelereiro, mas na verdade foi até o bairro Upper East Side, em Nova York. O marido, já desconfiando das constantes idas ao coiffeur – muitas vezes, a mulher voltava com o cabelo intocado -, confirmou as suspeitas usando o app.
Os nomes dos envolvidos não foram divulgados. É provável que um processo de divórcio ocorra, mas não se sabe ainda se a mulher processará a Apple (ou o marido traído) por invasão de privacidade.











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26/10/2008 free counters

Meningite causa demissão em massa


O Estado de S. Paulo - 19/10/2011
 

Medo após morte de operário leva 300 a abandonar emprego em obra da Gerdau em Ouro Branco (MG)

O medo de um surto de meningite tipo C levou 300 funcionários terceirizados que trabalhavam em uma obra da Gerdau Açominas em Ouro Branco, na região central de Minas, a pedirem demissão. Dois operários tiveram a doença confirmada, sendo que um deles, de 19 anos, morreu na sexta-feira.
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, pelo menos outros 17 trabalhadores estão internados com sintomas da doença, todos isolados. Um deles foi levado para o Centro de Terapia Intensiva, mas já voltou ao quarto.
Até a tarde de ontem, não haviam sido divulgados os resultados dos exames realizados pela Fundação Ezequiel Dias, em Belo Horizonte, nos outros operários internados. Em agosto, duas pessoas morreram da doença em Ouro Branco. No Estado, desde o início do ano, foram notificados 792 casos de meningite, com 117 mortes.
Segundo o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Conselheiro Lafaiete, Congonhas e Ouro Branco, 1,2 mil trabalhadores, a maioria recrutada no Nordeste, dormiam nos alojamentos junto com os operários que tiveram a doença confirmada ou apresentaram sintomas. Eles foram contratados pela Paranasa Engenharia e Comércio para trabalhar na expansão de uma usina da Gerdau.
O sindicato estima que pelo menos outros 200 trabalhadores devem pedir demissão por medo da doença. Todos os casos confirmados e suspeitos estavam no mesmo alojamento. "Essas ocorrências começaram na sexta-feira. Foram 12 casos na sexta-feira, 5 no sábado, 2 no domingo e 2 na segunda-feira. A gente analisou e investigou 19 casos. Desses, 2 foram confirmados até o momento", afirmou o secretário de Saúde de Ouro Branco, Hideraldo Belini.
Reações. Em nota, a Paranasa informou que forneceu preventivamente medicamentos a todos os operários da obra. A empresa informou que faz o acerto rescisório com todos os trabalhadores que querem deixar a obra - eles receberão alimentação e transporte para suas cidades.
Belini disse que o município e as empresas decidiram fornecer medicamentos a todos os prestadores de serviço que tiveram contato com os alojamentos, como funcionários de limpeza e fornecedores de alimentação. "Os que tiveram contato mais próximo tomaram um antibiótico mais forte e os que tiveram contato menor tomaram antibiótico que a gente chama de segundo nível", salientou o secretário. "A tomada de ação foi muito rápida. O quadro no momento é de extrema tranquilidade", acrescentou.
Também em nota, a Gerdau lamentou a morte do trabalhador na sexta-feira e afirmou que trabalha com as autoridades sanitárias para dar assistência aos dois operários que tiveram a doença confirmada. E afirmou que os trabalhadores estão sendo informados "com clareza sobre todas as medidas" adotadas para impedir novos casos.
A meningite meningocócica é uma infecção bacteriana das meninges, membranas do sistema nervoso central. Os principais sintomas são febre, mal-estar, desânimo, dores de cabeça fortes e frio nas extremidades do corpo, como mãos e pés.












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26/10/2008 free counters

É urgente rever a política de repasses a partidos e ONGs




Valor Econômico - 19/10/2011
 

Requentado ou não, o escândalo envolvendo o ministro do Esporte, Orlando Silva, com o desvio de verbas do Programa Segundo Tempo deixou vulnerável uma das autoridades responsáveis pela decisão sobres bilhões de reais envolvidos na preparação para a realização da Copa do Mundo de 2014 e da Olimpíada de 2016, no Rio de Janeiro.
É conhecido, em Brasília, o mal-estar que causam à presidente da República as relações duvidosas de seu ministro do Esporte com a cartolagem do futebol. Até agora, essa rede de amigos e a memória acumulada em relação aos dois eventos - o ministro é remanescente do governo Lula - são as únicas justificativas para a manutenção de Silva no cargo.
No ministério, ele representa um partido inexpressivo politicamente, dono de uma bancada de pouco mais de uma dezena de deputados que se destacam pela ferocidade com que defendem a "boquinha" que detêm no governo.
As denúncias envolvendo o ministro no desvio de verbas do Programa Segundo Tempo não são novas. É salutar que se dê ao ministro o benefício da dúvida. A "presunção da inocência" faz parte do processo civilizador e é bom que assim a entenda o governo. Mas já não há como esconder as sucessivas demonstrações de leniência e incompetência do Ministério do Esporte na gerência dos recursos destinados a incentivar os esportes no país.
Já há algum tempo é de domínio público que Organizações Não Governamentais (ONGs) transformaram-se num ralo de desvio do dinheiro público. Elas somam milhares e são de difícil fiscalização. Há quem diga, no governo, que é impossível mantê-las integralmente no radar do Estado e de seus órgãos de controle e fiscalização. A própria presidente Dilma Rousseff afirmou na África que o governo precisa ser mais rigoroso nos contratos que faz com ONGs.
Segundo Dilma, é preciso endurecer as regras para reduzir a fragilidade dos convênios. "O que nós detectamos é que em geral elas são menos formais do que as prefeituras e do que os Estados, que têm toda uma regulamentação", disse a presidente ao chegar à África do Sul, primeira etapa de uma jornada pelo continente africano iniciada na segunda-feira. Dilma foi elegante, pois também é do conhecimento público que ONGs - e não se pode generalizar- se transformaram num instrumento de partidos e de políticos para o desvio de verbas públicas.
Silva, aliás, nem é o primeiro ministro do atual governo a ser açoitado pela falta de vigilância sobre os acordos que seu ministério fez com algumas dessas organizações. Antes dele, houve o folclórico deputado Pedro Novaes (PMDB-MA), do Turismo, já posto para fora do governo. Até o ministro encarregado da relação do governo com os movimentos sociais, Gilberto Carvalho (Secretaria Geral da Presidência), já registrara a epidemia de "picaretagem" no meio. Não há como deixar de constatar: é preciso diminuir esse tipo de convênio e tornar mais eficiente a fiscalização dos contratos.
Evidentemente, há de se separar o joio do trigo. Existem organizações de primeira linha que merecem e precisam ser incentivadas. Esse é o caso, por exemplo, da Fundação Butantã, que em 2010 recebeu quase R$ 900 milhões para a produção de vacinas e imunizantes - e que nem por isso devem deixar de ser auditadas em cada centavo público recebido. E há aquelas ONGs suspeitas à primeira vista, como parece ser o caso de uma boa parte das entidades atendidas pelo Programa Segundo Tempo.
Talvez seja o caso de se delimitar com mais precisão o objetivo do programa. Hoje ele é um guarda-chuva sob o qual cabe qualquer coisa. Sua meta é "democratizar o acesso à prática e à cultura do Esporte de forma a promover o desenvolvimento integral de crianças, adolescentes e jovens, como fator de formação da cidadania e melhoria da qualidade de vida, prioritariamente em áreas de vulnerabilidade social". Ou ainda de mais transparência, como ocorre com o Bolsa Família, cujos beneficiários são listados na internet - o que também não o torna imune à fraude.
Seja como for, urge ao governo rever a política de repasses a entidades sem fins lucrativos, denominação na qual cabem tanto as ONGs como os partidos. Nos últimos seis exercícios, a transferência de recursos para essas entidades cresceu a cada ano, passando de R$ 1,9 bilhão, em 2004, para R$ 5,4 bilhões, em 2010. Como se alguém, num piscar de olhos, descobrisse o caminho das pedras.











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26/10/2008 free counters

Ex-ministro Antonio Palocci saiu do imóvel e afirma que desconhecia o dono



O Estado de S. Paulo - 19/10/2011
 

O criminalista José Roberto Batochio, que defende Antonio Palocci, disse que o ex-ministro da Casa Civil alugou o apartamento de Moema, na zona sul de São Paulo, por meio de uma imobiliária. Segundo ele, Palocci desconhecia que Gesmo Siqueira dos Santos fosse o proprietário. Batochio anotou que Palocci desocupou o imóvel do colega de partido quando terminou o contrato de locação, em 30 de julho.
Gesmo apresentou defesa em 49 processos criminais em andamento. Segundo seus advogados, isso provaria que ele está comprometido em não fugir das acusações feitas pelo Ministério Público Estadual. A defesa do advogado alega que os antecedentes de Gesmo, que afirma ter "ocupação honesta", não trariam nenhum indicativo de ele ser um risco para a ordem pública e econômica












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26/10/2008 free counters