[Valid Atom 1.0]

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Policia suiza confirma que padre de mellizas suizas dijo que las mató

Ginebra (Peru.com).- Matthias Schepp, padre de las mellizas suizas desaparecidas, expresó en una carta que data del 3 de febrero que había matado a sus hijas.


La Policía de Suiza confirmó este viernes la información publicada por el diario italiano ‘La Repubblica’, que aseguraba que el padre de las mellizas envió una carta a la madre antes de suicidarse en la que decía que "las niñas reposan en paz" y "no han sufrido”.



Los efectivos indicaron que no hicieron pública la carta por respeto a la intimidad de la familia y para no entorpecer la investigación.


Sin embargo, no se descarta que las pequeñas Alessia y Livia Schepp, de seis años, desaparecidas desde el pasado 31 de enero, todavía sigan con vida


www.peru.com



LAST

Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters

#Egito:#Mubarak saiu do #Cairo - TV Al-Arabiya


Lusa - Esta notícia foi escrita nos termos do Acordo Ortográfico
13:03 Sexta feira, 11 de Fev de 2011

Dubai, 11 fev (Lusa) - A televisão árabe al-Arabiya noticiou hoje que o Presidente egípcio, Hosni Mubarak, partiu do Cairo, noticiou a agência noticiosa Reuters na sua página internet.

Segundo a Reuters, a Al-Arabiya começou por noticiar que Mubarak tinha deixado o Egito com "destino desconhecido", mas retificou minutos depois noticiando que o Presidente saiu do Cairo, não do Egito.

A BBC cita também uma notícia do canal israelita Channel 10, segundo a qual Mubarak foi para a estância turística egípcia de Charm el-Cheikh, onde tem uma residência.


Mubarak deixa Cairo com a família, diz TV árabe

Plantão | Publicada em 11/02/2011 às 10h35m

Reuters/Brasil Online

CAIRO (Reuters) - A TV Al Arabiya informou nesta sexta-feira que o presidente do Egito, Hosni Mubarak, e sua família deixaram o Cairo rumo a um local desconhecido, partindo de uma base militar num subúrbio da capital. A emissora não informou qual era sua fonte.

Uma alta fonte militar contatada pela Reuters não quis comentar a informação.

A Al Arabiya havia informado inicialmente ter "notícias" de que Mubarak e a família haviam deixado o Egito.

(Reportagem de Samia Nakhoul e Marwa Awad)



LAST

Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters

Exército do #Egito promete revogar estado de emergência, mas pede fim dos protestos


Do UOL Notícias*
Em São Paulo


O Exército egípcio afirmou nesta sexta-feira (11) em um comunicado que vai garantir as reformas prometidas pelo presidente Hosni Mubarak, que na quinta-feira anunciou que permanecerá no cargo, apesar dos protestos populares que exigem sua renúncia.

Os militares do Egito afirmaram também que podem encerrar a Lei de Emergência, vigente no país desde 1981, "imediatamente depois que se termine a situação atual", referindo-se aos protestos. O Egito vive em um estado de emergência desde a morte do presidente à época Anwar Sadat. No regime de estado de emergência, o Estado egípcio tem poderes para prender qualquer pessoa a qualquer momento sem ter um motivo legal. Mubarak governa o Egito escorado na lei, que dá ao Estado amplos poderes repressivos, que tem sido usados sem parcimônia para coibir militantes islâmicos.

O comunicado emitido após a reunião do Conselho Supremo das Forças Armadas, presidido pelo ministro da Defesa Mohamed Husein Tantaui, também se comprometia a não perseguir os "honoráveis (cidadãos) que rechaçaram a corrupção e pediram as reformas".

Análises

O Egito se preparava para novos protestos nesta sexta-feira de oração, depois que o presidente Hosni Mubarak se negou a renunciar ao cargo, como exigem milhares manifestantes reunidos nas ruas há mais de duas semanas.

Na praça Tahrir (Libertação) do Cairo, centro nervoso dos protestos contra o regime de Mubarak, milhares de pessoas passaram a noite na rua indignadas com a obstinação do presidente, que se agarra ao poder.

O número de barracas na praça aumenta a cada dia. Durante a madrugada, os manifestantes discursaram e gritaram frases contra o regime.

Mubarak diz que não renuncia

Ontem, Mubarak fez um discurso em rede nacional e anunciou a transferência de poderes ao vice-presidente Omar Suleiman, mas frustrou as expectativas ao afirmar que permanecerá no cargo até as eleições de setembro, nas quais prometeu não ser candidato.

Também disse que está determinado a viver e morrer no Egito, uma notícia que frustrou aqueles que esperavam que Mubarak partisse para o exílio, abrindo caminho para as reformas democráticas exigidas pela população.

O presidente de 82 anos, no poder desde 1981, frustrou todas as expectativas. "Decidi delegar poderes ao vice-presidente com base na Constituição", disse Mubarak, com uma voz rouca. "Estou consciente dos perigos desta encruzilhada... e isso nos força a priorizar os altos interesses da nação".


Ele continuou o discurso com um aparente ataque aos Estados Unidos e a outros países que o pressionaram para acelerar a transição para a democracia, afirmando: "nunca me curvei a ingerências externas".

Obama critica Mubarak

O presidente americano, Barack Obama, alertou que o presidente egípcio falhou ao apresentar uma mudança crível, concreta e irreversível e afirmou que o governo deve mostrar um caminho claro em direção à democracia.

Obama divulgou um comunicado duro após um dia em que se esperava o anúncio da renúncia de Mubarak. "O povo egípcio foi informado de que ocorreu uma transição de autoridade, mas ainda não está claro se esta transição é imediata, significativa ou suficiente", disse Obama.

"Muitos egípcios ainda não se convenceram de que o governo é sério em relação a uma transição genuína em direção à democracia, e é responsabilidade do governo falar claramente ao povo egípcio e ao mundo", acrescentou.

"O governo egípcio deve mostrar um caminho crível, concreto e inequívoco em direção a uma democracia genuína", afirmou.

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, afirmou que os egípcios devem decidir o próprio futuro político, reiterando o pedido de transição para eleições livres.

"Ban acompanha de perto os acontecimentos no Egito", informa um comunicado do gabinete do secretário-geral divulgado após o discurso de Hosni Mubarak.


O secretário-geral "reitera o pedido de uma transição transparente, ordenada e pacífica que cumpra as legítimas aspirações do povo egípcio e inclua eleições livres, justas e confiáveis", completa o comunicado.

Para a ONG de defesa dos direitos humanos Human Rights Watch, o discurso de Mubarak não respondeu aos desejos revelados pela crise no Egito.

"O discurso de Mubarak está longe da ruptura necessária com o sistema abusivo dos últimos 30 anos", afirmou Kenneth Roth, diretor executivo da ONG que tem sede em Nova York.

"Não bastam mudanças cosméticas para satisfazer as reivindicações do povo egípcio de democracia e direitos humanos. Estados Unidos e União Europeia deveriam usar sua influência e ajuda para estimular uma verdadeira reforma", completou.

A ONG defende o fim do estado de emergência no Egito, em vigor desde 1981, e o início de um "processo legítimo e sério de transição democrática, independente do governo atual, para fazer as mudanças legislativas e constitucionais necessárias para eleições livres e justas".

A HRW exige ainda o fim da tortura. "O Exército egípcio, há muito tempo parte integrante do governo, foi uma peça chave na criação e defesa do sistema repressivo atualmente vigente no Egito", diz a ONG.

* Com as agências internacionais




LAST

Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters

#CRIME Noiva é sequestrada antes de casar

Noiva é vítima de sequestro relâmpago na porta da igreja em Curitiba

Depois de rodar por mais de 20 minutos, os bandidos largaram a noiva e os outros reféns – que estavam no carro - a dez quilômetros da igreja. A noiva conseguiu voltar para igreja de táxi para a realização da cerimônia.

Dessa vez, a noiva não chegou atrasada para o casamento porque quis. Mariele Correa estava com o carro parado, esperando só o momento de ir para o altar. Junto com ela, uma criança de 10 anos, que era a dama de honra e mais um casal. Faltavam poucos minutos para o casamento, a igreja estava lotada de convidados e o noivo também esperava lá dentro.

Nessa hora, o carro foi invadido por dois bandidos, um deles armado. Eles deram a partida e levaram todo mundo junto.

“Eu perguntava o tempo todo para o rapaz, por favor, você vai deixar eu casar? Você vai deixar eu casar? E ele olhava pra mim e falava que o meu noivo já era viúvo", conta.

Depois de rodar por mais de 20 minutos, os bandidos largaram Mariele e os outros reféns a dez quilômetros da igreja. Mesmo sem carro, joias e dinheiro a noiva conseguiu avisar Gláucio, o noivo, que não acreditava no que estava acontecendo.

“Eu falava para com esse trote, não, não venha com isso agora”, diz.

A noiva foi de táxi para o casamento. Entrou na igreja quase duas horas depois do horário, carregando um buquê improvisado, feito com as flores da decoração. A violência na região onde fica a igreja - um bairro de classe média - fez o padre começar um abaixo assinado por mais segurança. Mais de 400 pessoas já assinaram, entre elas, Mariele e Gláucio

“O importante é que a gente está vivo. Agora estamos casados”, fala Mariele.




LAST

Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters

#CRIME Condomínios vão criar sistema antiarrastão

/blogs.estadao.com.br

  • 10 de fevereiro de 2011 |
  • 23h33 |


Empresários do setor da construção civil estão organizando uma rede de proteção particular para os condomínios residenciais na tentativa de reduzir o número de casos de arrastões. A ideia é a seguinte: os prédios de um mesmo bairro ou quarteirão teriam um radiocomunicador de canal único. Se o funcionário de um condomínio envia uma mensagem, todos ouvem. Assim, eles trocam informações e alertas sobre suspeitos na rua ou sobre movimentações estranhas. No caso de um assalto, os condomínios vizinhos ao prédio invadido poderiam chamar a polícia, pelo 190.
Segundo dados da polícia, ocorreram este ano três ataques a condomínios. No ano passado foram 24 casos, média de dois crimes por mês. Em 2009, aconteceram 21.
O modelo foi discutido quinta-feiraentre o Sindicato da Habitação (Secovi) e a cúpula do Departamento Estadual de Investigação sobre o Crime Organizado (Deic). Oplano ainda depende de uma reunião entre administradores de condomínios, marcada para a semana que vem. O Secovi espera a candidatura de um bairro voluntário para receber um projeto-piloto. A proposta é baseada em um sistema implantado no Recife há sete anos.




LAST

Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters

X-Men: First Class Trailer is Now in Session


Matthew Vaughn’s

It didn’t make it to the Super Bowl, but the trailer for Matthew Vaughn’s “X-Men: First Class” has now appeared online to blow your minds. Or, er, make you doubt the film even more. Unlike Professor X, I’m no mind reader, but any movie that puts the supremely gorgeous January Jones in a skimpy costume gets bonus points in my book. Hey, that’s just how I roll. So what do you think? Has Matthew Vaughn confirmed your faith in him or your fears?

“X-Men: First Class” charts the epic beginning of the X-Men saga, and reveals a secret history of famous global events. Before mutants had revealed themselves to the world, and before Charles Xavier and Erik Lensherr took the names Professor X and Magneto, they were two young men discovering their powers for the first time. Not archenemies, they were instead at first the closest of friends, working together with other Mutants (some familiar, some new), to stop Armageddon. In the process, a grave rift between them opened, which began the eternal war between Magneto’s Brotherhood and Professor X’s X-Men.

Starring Michael Fassbender, January Jones, James McAvoy, Nicholas Hoult, Kevin Bacon, Jason Flemyng, Rose Byrne, Jennifer Lawrence, Lucas Till, Zoë Kravitz, Oliver Platt, Morgan Lily, Edi Gathegi, Caleb Landry Jones, and directed by Matthew Vaughn.

The swinging ’60s returns June 3, 2011.

Get more images and videos in our “X-Men: First Class” preview page.





LAST

Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters

Same Dictator, Different Day: Mubarak's Replacement Is Terrible, Too



suleiman
Egyptian President Hosni Mubarak said in his speech today that, though he plans to remain in power until the nation’s elections in September, he’s relinquishing some of his powers to the recently installed Vice President Omar Suleiman, who’s currently the frontrunner for the top position. That is terrible news. Here’s why.

1. Suleiman is “Mubarak II”

Suleiman has long been a part of the Egyptian military establishment, becoming deputy head of military intelligence under Mubarak in 1986, and the head of the agency seven years later. In the time since, Suleiman, whose views on a wide range of foreign policy issues closely resemble Mubarak’s, has been implicated as a torturer of prisoners and a clandestine puppet for the C.I.A.

Nowadays, Egyptians consider Suleiman to be nothing but a “Mubarak II”:

Egyptians, particularly those of us calling for an end to Mubarak's three-decade rule, see Suleiman as Mubarak II, especially after the lengthy interview he gave to state television Feb. 3 in which he accused the demonstrators in Tahrir Square of implementing foreign agendas. He did not even bother to veil his threats of retaliation against protesters.

2. Suleiman could be worse than Mubarak, because he has more control over the military

While Mubarak was once the commander of the Air Force, Suleiman is a former general in the nation’s army, a U.S.-backed, eminently powerful, multibillion-dollar operation. He has the trust of the army, especially after being head of Egyptian Intelligence for decades.

Of Suleiman’s promotion to vice president on January 29, Ragui Assaad, a professor of Egyptian economics said, “I think basically this is a way of paving the way for a military-led regime in a so-called constitutional context. It is clearly the result of negotiations with the army.”

Suleiman’s ascension is also scary for the Muslim Brotherhood. One reason America has worked so closely with Suleiman is because he despises Islamic extremists, and it’s likely he wouldn’t shy away from crushing an Islamist uprising with extreme force.

3. The protesters say they will accept nothing less than a regime change

Student groups have flat-out rejected enticements to start a dialogue with Suleiman, as they say they won’t accept anything less than a democratic regime change from the ground up:

“We want the whole regime to change, starting from Hosni Mubarak,” Ramzi Mohamed Helwan, a 19-year-old student said during ... protests in Tahrir Square in downtown Cairo. “We don’t accept Omar Suleiman or anyone else.”

It should be noted that, despite all this, the United States basically adores Suleiman, according to leaked WikiLeaks cables. As Robert Scheer notes in the Huffington Post:

[The Obama] administration has fallen back on the sordid option of backing a new and improved dictatorship. Predictably, it is one guided by a local strongman long entrusted by the CIA, Vice President Omar Suleiman, described by U.S. officials in the WikiLeaks cables as a ‘Mubarak consigliere.’ The script is out of an all-too-familiar playbook: Pick this longtime chief of Egyptian intelligence who has consistently done our bidding in matters of torture and retrofit him as a modern democratic leader.

photo via Wikimedia Commons




LAST

Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters

What does the tag #youwillnevercatchme mean on Twitter?

What does the tag #youwillnevercatchme mean on Twitter?





LAST

Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters

Gemelas suizas Una terrible incertidumbre

www.lne.es

El padre de las gemelas suizas desaparecidas consultó en internet datos sobre envenenamiento







Livia Schepp.
Livia Schepp. efe
MULTIMEDIA
Basilea, Agencias
El padre de las gemelas suizas de 6 años desaparecidas el pasado día 30 consultó en internet métodos de suicidio, datos sobre envenenamiento y también sobre armas de fuego. Matthias Schepp terminó suicidándose el día 3 en la localidad italiana de Cerignola. Dejó en la mayor de las incertidumbres a sus familiares y sobre todo a la madre de las niñas, de las que no hay rastro alguno. El hombre hizo las búsquedas en internet el 28 de enero, dos días antes de llevarse a las niñas. Intentó borrar el rastro de las búsquedas, que hizo desde su ordenador portátil en el trabajo, pero la Policía las ha reconstruido.

El padre de las pequeñas estuvo mirando los horarios del ferry entre Marsella y Córcega, isla a la que se cree que viajaron el 31 de enero. El hombre, de 43 años, tenía todo planeado. El día que se marchó con las niñas envió un mensaje electrónico a su empresa para informar de que el lunes no iría a trabajar. Matthias Schepp regresó de Córcega al continente el 1 o 2 de febrero. Envió una postal desde Toulon el día 2. La Policía no sabe aún si las niñas estaban con él. La Policía italiana busca ahora una grabadora que Matthias siempre llevaba consigo, por si hubiera registrado algún dato sobre lo ocurrido a las pequeñas. Los agentes sospechan que pudo enviarla a su mujer por correo, como ya hizo con 5.000 euros.

Hay testigos que colocan a las niñas en Cerignola el día del suicidio del padre, que se arrojó a un tren. Otro testigo indica que llegó a llamar a una «Lía» o algo parecido. Pero la Policía no da mucho crédito estos testimonios.

Schepp estaba a tratamiento psicológico para superar el proceso de divorcio con su mujer. Al parecer, temía que su ex esposa terminase llevándose a las niñas a Bélgica. El hombre había intentado conseguir la custodia de sus hijas, sin éxito.

La policía suspende en Suiza la búsqueda de las dos mellizas desaparecidas

10-02-2011 / 20:10 h

Ginebra, 10 feb (EFE).- La policía helvética confirmó hoy que ha suspendido la búsqueda en territorio nacional de las dos mellizas suizas de seis años desaparecidas desde el pasado 31 de enero, tras la confirmación de que las niñas viajaban junto a su padre en un ferry con destino a la isla francesa de Córcega.

El delegado del Gobierno de Marsella (Francia) informó ayer de que varios testigos confirmaron que las pequeñas tomaron junto a su padre un ferry en esa ciudad con destino a Córcega.

Tras estas revelaciones, esta isla mediterránea es el centro de las investigaciones policiales.

Alessia y Livia Schepp se encuentran en paradero desconocido desde que su padre, separado de su madre, se las llevó para pasar el fin de semana del 29-30 de enero.

Matthias Schepp se suicidó el 3 de febrero arrojándose a una vía de tren en la estación de Cerignola (Italia), desde donde llegó en coche desde Francia.

La policía también indicó hoy que el padre consultó desde su ordenador páginas de internet con consejos e información sobre las sustancias utilizadas en un envenenamiento, según se desprende de los análisis de su computadora realizados por los investigadores.

Los análisis del ordenador revelaron, además, consultas sobre los horarios del servicio de ferry.

La policía italiana se centra ahora en la búsqueda de una grabadora que Schepp siempre llevaba consigo y en la que, según los investigadores, podría haber dejado un mensaje con información útil sobre lo sucedido.

Se baraja la posibilidad de que el padre hubiera enviado la grabadora a la madre, como hizo con varios sobres de dinero en efectivo, hasta un total de 5.000 euros de los 7.500 que había retirado de cajeros automáticos en Marsella.

En la estación donde se suicidó Schepp también fueron hallados dos sobres con dinero (uno con 950 euros y el otro con 150) dirigidos a la madre de las mellizas.

El 29 de enero, Schepp recogió a sus hijas en Lausana (Suiza), donde vivían con su madre, y el domingo avisó por sms de que no las devolvía esa noche, sino que las iba a dejar directamente el lunes por la mañana en la escuela.

La última comunicación de Schepp fue el pasado 31 de enero, cuando envió una postal a su exmujer desde Marsella en la que le decía que estaba desesperado y no podía vivir sin ella.

El día 3, tras su suicidio, la policía italiana encontró en el aparcamiento de la estación de Cerignola el coche con el que viajó desde Francia. EFE



LAST

Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters

#Egypt WRAPUP 1-Showdown in Egypt as Mubarak hangs on


Fri Feb 11, 2011 2:15am GMT

[-] Text [+]

* Mubarak to hand powers to vice president, not resigning

* Protesters disappointed, plan big rallies on Friday

* Fears of violence after army declares it is in control

* Obama says Egypt government needs to do more for democracy

By Marwa Awad and Alexander Dziadosz

CAIRO, Feb 11 (Reuters) - Egypt's people-power protesters, reeling with disillusion and anger after President Hosni Mubarak disappointed hopes he was about to resign, planned massive new demonstrations on Friday that may test the army's loyalties.

Increasingly sour confrontation after 17 days of unrest has raised fears of violence in the most populous Arab nation, a key U.S. ally in an oil-rich region where the chance of disorder spreading to other repressive states has troubled world markets.

U.S. President Barack Obama also sounded less than satisfied by Mubarak's latest concessions, saying he must explain changes he was making and do more to offer a path toward democracy.

For some hours on Thursday, following a military communique that many read as an army move to strip the 82-year-old former general of the power he has held for 30 years, rallies in Cairo and other cities turned festive in anticipation that Mubarak was about to resign in a televised address to the nation.

Within minutes of that broadcast starting, however, they were waving shoes and jeering as the president launched into a lengthy explanation of his own role in supervising a review of constitutional arrangements before he would step down, as he had said last week, at a presidential election due in September.

He praised the young protesters who have derided him as a corrupt and brutal dictator -- "your demands are legitimate and just" -- and sympathised with families of the 300 or more killed by his forces -- "I have felt all the pain you have felt". And, finally, he said he would transfer powers to his new deputy.

Vice President Omar Suleiman, a 74-year-old former intelligence chief who has maintained close relations with the United States and Israel, later appeared on television himself to promise a "road map" to democratic elections.

"NO TO MUBARAK"

However, demonstrators, who two weeks ago could scarcely have dreamt of winning such concessions, were not satisfied and said they would continue, potentially in their hundreds of thousands, to press for Mubarak's immediate departure and an end to the military-dominated system in place for six decades.

"No to Mubarak. No to Suleiman. One is an agent and the other a coward," chanted protesters camped out again overnight in central Cairo's Tahrir, or Liberation, Square.

Some tried to march toward some of Mubarak's presidential residences in Cairo but army roadblocks barred their way with barbed wire. The army has been on the streets for two weeks, since police attacked protesters on Jan. 28 and then pulled back. Troops have pledged to protect the right to demonstrate.

However, the lengthening showdown may test that resolve, with many Egyptians eager to end the economic disruption of the protests and the army command keen to show it can impose order.

Soldiers appeared to let some 200 people through to demonstrate outside the state broadcasting building overnight.

"My great fear is that if the demonstrations don't end that the military begins to split over this. You may have younger commanders who don't want to go down with the ship," said Elliott Abrams, a former U.S. deputy national security adviser.

"If the demonstrations build ... then you once again face the army with the choice they have sought to avoid -- put the demonstrations down or get rid of Mubarak. They have managed so far not to make that choice, but if the people stay in the streets then they are going to have to make that choice."

APPEAL FOR CALM

Businessman Naguib Sawiris, chairman of Orascom Telecom and one of the so-called Wise Men who have been seeking to mediate out of the crisis, urged an end to protest.

"The continuation of this anarchy ... will lead to destruction," he told Al Arabiya television, saying people should go home from Tahrir Square. "I hope they leave ... We must preserve the dignity of the president."

But Mohamed ElBaradei, a Nobel peace prize winner and former U.N. diplomat who runs a liberal political movement, wrote on Twitter: "Egypt will explode. Army must save the country now."

Egypt's ambassador to Washington said it was clear that Suleiman was now "de facto president". But Egyptian analysts said Mubarak still appeared to be able to call the shots.

"Mubarak still holds the reins to power and he can easily and at any time retrieve presidential powers from Suleiman," said Hassan Nafaa, a commentator and government critic.

The army, from politically plugged-in generals to poor conscripts and junior officers, is key to what happens next.

"This poses a real dilemma for the army," said Rosemary Hollis at London's City University. "Are they going to allow the demonstrators to escalate their demonstrations so that they push the point that Mubarak has got to go, and that means the army definitely does split with Mubarak? The demonstrators are very disappointed and there will be violence."

Robert Springborg of the U.S. Naval Postgraduate School said: "They are risking not only the coherence of the military but even indeed ... civil war."

WASHINGTON WARY OF TUMULT

Washington's approach to the turmoil has been based from the start on Egypt's strategic importance: a rare Arab state no longer hostile to Israel, the guardian of the Suez canal linking Europe and Asia and a major force against militant Islam in the Middle East.

With the CIA forecasting that Mubarak was about to step down, Obama said before Mubarak spoke that the United States would support an "orderly and genuine transition to democracy". Washington would be publicly uncomfortable if the army held on to power, and also does not want Islamist rule.

After the speech, Obama said in a statement: "The Egyptian people have been told that there was a transition of authority, but it is not yet clear that this transition is immediate, meaningful or sufficient."

Washington has pressed Mubarak to speed the pace of reform but stopped short of demanding the resignation of the president of the country, which has a 1979 peace treaty with Israel and an army which receives about $1.3 billion in U.S. aid a year.

The protests that have shaken the Egyptian political system and the political landscape of the Middle East was partly inspired by the example of Tunisia, where street protesters toppled the president on Jan. 14.

Eight weeks ago to the day on Friday, a young man in the provincial city of Sidi Bouzid set himself alight on the main square in protest after police confiscated the vegetable cart with which he was trying to scrape a living.

The wave of anger which Mohamed Bouazizi set in motion across the Arab world has drawn comparisons with the toppling of communist leaders in eastern Europe in 1989. Governments from Morocco to Yemen have made concessions to people unhappy with rising prices and unemployment and a lack of political freedoms. (Reporting by Samia Nakhoul, Tom Perry, Dina Zayed, Marwa Awad, Andrew Hammond, Alexander Dziadosz, Yasmine Saleh, Sherine El Madany, Patrick Werr, Edmund Blair, Jonathan Wright, Peter Millership and Alison Williams in Cairo, Arshad Mohammed and Ross Colvin in Washington; Writing by Alastair Macdonald; Editing by Louise Ireland)




LAST

Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters