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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Família proíbe Record de falar sobre Shaolin

04/02/2011 - 08h02



DE SÃO PAULO

A pedido da mulher de Shaolin, internado após um grave acidente de carro, o "Programa do Gugu" (Record) não deve mais tocar no nome do humorista.

Divulgação
Shaolin
O humorista Shaolin, que sofreu acidente em janeiro

No último domingo, a atração, com base em informação passada em off por um médico, divulgou que Shaolin havia piorado, o que irritou a família dele.

A informação é da coluna Outro Canal, assinada por Keila Jimenez e publicada na Folha desta sexta-feira (4). A íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL.

Shaolin sofreu um acidente de carro no último dia 19 e permanece internado em estado grave no Hospital das Clínicas, em São Paulo.





LAST

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26/10/2008 free counters

#MENSALÃO #PT monta futuro de Dirceu no caso dele ser inocentado pelo STF

04/02/2011 - 09h54


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DE SÃO PAULO
O PT já desenha um rascunho para o futuro de José Dirceu (PT-SP) caso ele seja inocentado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) no julgamento do mensalão, no segundo semestre, informa a coluna de Mônica Bergamo, publicada na edição desta sexta-feira da Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).
Dirceu sairia em viagem pelo Brasil, muitas vezes ao lado do ex-presidente Lula. Em 2012, iria para o Ministério da Saúde, substituindo Alexandre Padilha, que viria para São Paulo disputar a prefeitura.
O ex-ministro não gosta de comentar projetos. Prefere esperar o veredicto da Justiça.
Leia a coluna completa na Folha desta sexta-feira, que já está nas bancas.



LAST

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26/10/2008 free counters

Kassab planeja construção de vias sobrepostas no Morumbi



DE SÃO PAULO

O prefeito Gilberto Kassab (DEM) decidiu lançar mão de uma alternativa viária pouco usual em São Paulo --a sobreposição de vias-- para poder prolongar a avenida Chucri Zaidan, nas valorizadas regiões do Morumbi (zona oeste) e Brooklin (zona sul), informa a reportagem de José Benedito da Silva publicada na edição desta sexta-feira da Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).

Moacyr Lopes Junior/Folhapress
Movimento de pedestres pela Berrini, no Brooklin, onde existe estudo de impacto ambiental para modificação de vias
Movimento de pedestres pela Berrini, no Brooklin, onde existe estudo de impacto ambiental para modificação de vias

Em um trecho de 1 km, a avenida terá duas pistas na superfície e outras duas no subsolo, cada uma com duas faixas.

As pistas subterrâneas serão vias expressas, para quem está de passagem. Já as da superfície terão corredor para ônibus e tráfego local, com acesso a outras vias.
O objetivo é evitar a desapropriação de um número maior de "edifícios verticais e de grande porte" na região.

Apesar da estratégia, a obra vai desapropriar 180 imóveis, numa área de 123,6 mil m2 (17 campos de futebol), semelhante à da linha 17-ouro do metrô, também na zona sul, que terá 21,6 km.


Editoria de Arte / Folhapress

Leia a reportagem completa na Folha desta sexta-feira, que já está nas bancas.

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26/10/2008 free counters

INSS: aposentados por invalidez poderão ter benefícios reduzidos


Extra

O Ministério da Previdência Social enviou cartas a 57.633 segurados no país — sendo 4.258 no Estado do Rio — que poderão ter seus benefícios por incapacidade, como aposentadorias por invalidez e auxílios-doença, reduzidos. Isso porque o INSS errou ao calcular o valor da renda inicial de 79.846 benefícios, mas alguns já foram encerrados, como nos casos de falecimento dos titulares.

Na carta, o segurado é informado de que terá um prazo de dez dias para apresentar sua defesa numa agência da Previdência Social. Se não for apresentada defesa ou a mesma for considera insuficiente, será confirmada a revisão do valor recebido, mas haverá um prazo de 30 dias para a apresentação de recurso.

Os problemas no sistema foram pontuais e atingiram benefícios concedidos de 2005 a 2009. O erro, que foi detectado em 2008, foi corrigido em dezembro de 2009. O Ministério da Previdência Social não divulgou os percentuais de redução dos benefícios.

Problema na conta

A decisão pela cobrança ou não dos valores recebidos a mais pelos segurados aguardará um parecer da Advocacia Geral da União (AGU), por meio da Procuradoria Federal Especializada junto ao INSS. A AGU não divulgou um prazo.

O problema ocorreu por causa da duplicação dos vínculos empregatícios e, consequentemente, da constituição do Período Básico de Cálculo (PBC) de alguns benefícios, gerando, desta forma, um acréscimo indevido na apuração do salário de benefício e na renda mensal inicial. Em dezembro de 2009, essa inconsistência foi solucionada.


04 de Fevereiro de 2011 - 07:52
Secretaria entrega relatório sobre aposentadorias polêmicas
Fonte: A Gazeta

A Secretaria de Estado de Administração (SAD) entrega nesta sexta-feira (4) as informações exigidas pelo presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MT), Cláudio Stábile, referente às aposentadorias vitalícias pagas pelo Estado aos ex-governadores e viúvas, que recebem até R$ 24,5 mil mensais, cada uma, dos cofres públicos. Toda a documentação será entregue ao presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante, que tem liderado um movimento contra o beneficio já tendo encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF) três ações diretas de inconstitucionalidade (Adin) contra Estados que concedem estes benefícios, que são Amazonas, Paraná e Sergipe.

Em Mato Grosso, embora a lei tenha sido revogada em 2005 pelo então governador Blairo Maggi (PR) 19 políticos são beneficiados com aposentadorias vitalícias que são ex-governadores, ex-vice-governadores e ex-presidente da Assembleia Legislativa que assumiu provisoriamente o comando do Estado. Eram 20, mas o conselheiro do TCE Humberto Bosaipo renunciou ao benefício. "Pedimos celeridade ao secretário César Zílio e assim que recebermos vamos encaminhá-la diretamente à Brasília", afirmou Stábile.

Em entrevista para A Gazeta, o presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante explicou que vai analisar a documentação para verificar qual a medida mais cabível. "Em Mato Grosso e Ceará não podemos questionar mais a constitucionalidade porque o benefício já foi extinto. Nestes dois casos, vamos estudar para verificar a medida mais prudente". A OAB entende que a aposentadoria vitalícia paga a ex-governadores ferem o princípio da moralidade pública e a Constituição Federal. "Qualquer brasileiro tem que trabalhar 35 anos para ser contemplado pela previdência e os governadores não são diferentes dos outros brasileiros", sustenta Ophir.


Arquivo morto

04 de fevereiro de 2011 | 0h 00
Dora Kramer - O Estado de S.Paulo

A iniciativa pode ser louvável, mas não é nova. Ao propor ao Executivo e ao Legislativo a criação de um "pacto republicano" entre os três Poderes para modernizar e dar celeridade à Justiça, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Cesar Peluso, repete o gesto feito pelo então presidente do STF Gilmar Mendes há menos de dois anos.

Em abril de 2009, no auge dos escândalos dos atos secretos do Senado, em cerimônia solene na Casa, representantes dos três Poderes comprometeram-se com a mesmíssima proposta: garantir ao brasileiro "um sistema de Justiça mais ágil, efetivo e acessível".

Presidia o Poder Executivo Luiz Inácio da Silva, mentor da atual presidente, comandava o Legislativo o atual presidente do Congresso, José Sarney, que, envolvido até o bigode em toda sorte de denúncias, apresentou-se de bom grado como anfitrião da solenidade.

Apenas uma maneira de produzir fatos positivos, porém inócuos, como se constata ante a evidência de que nenhuma providência foi tomada para materializar o pacto.

A declaração, bem-intencionada, careceu de condições objetivas para sua realização e de sinceridade nos propósitos de pelo menos parte dos signatários. O Legislativo só interessado em mudar de assunto e o Executivo empenhado em sustentar o desvio.

Lamentavelmente, as boas intenções do Judiciário não encontraram na época, e continuam não encontrando agora, correspondência na realidade.

Em sã consciência ninguém pode apostar na possibilidade remota de o Parlamento tocar novas legislações e regulamentações necessárias às medidas contidas no "pacto" na maneira como funciona hoje: desinteressado de quaisquer assuntos que requeiram trabalho, inteligência e preocupação com o bem-estar do público pagante.

Desigualdade. Imagine o leitor o que não pensa um aposentado comum diante das notícias sobre as aposentadorias vitalícias de ex-governadores? Recebem benefícios de até R$ 25 mil por, no máximo, oito anos de trabalho. Alguns deles fazem jus ao pagamento tendo dado meses, às vezes dias de um serviço que não é profissão, é delegação.

José Roberto da Silva, pernambucano de Jaboatão dos Guararapes, escreve para registrar sua perplexidade.

Aposentado desde 1992, ele recebe R$ 1.400. Como ainda trabalha, desconta 11% do salário para o INSS. "A contribuição vai para o ralo, pois não posso me aposentar de novo nem acrescentar essa contribuição à minha aposentadoria."

São 18 anos de contribuição para nada. "Não seria mais justo por parte do governo conceder aos aposentados a isenção desse tributo? Não seria mais justo e honesto que a contribuição de 35 anos fosse depositada numa espécie de poupança? Ou então que isso assegurasse um plano de saúde?"

Na opinião de José Roberto da Silva, 69 anos, 37 de contribuição pelo teto máximo como oficial da marinha mercante, passa da hora de "mudarmos a história deste país".

Não é, no entanto, a visão do governo, cuja determinação dada pela presidente Dilma Rousseff ao ministro da Previdência, Garibaldi Alves, por intermédio do ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, é a de que não pense muito nem menos fale em alterações no sistema previdenciário.

Da conclusão da reforma, Dilma desistiu. E determinou a interdição do debate no âmbito do ministério.

Como dantes. Não é de espantar a violência do governo do Egito em relação aos jornalistas estrangeiros, brasileiros inclusive, que registram a revolta popular contra Hosni Mubarak. Afinal, trata-se de uma ditadura e, como tal, é de sua essência a barbárie.

Já de democracias, como o Brasil, o que se espera é, no mínimo, um posicionamento firme em prol da liberdade como valor universal. A nota em que o Itamaraty "deplora" os "confrontos violentos" não traduz repúdio ao essencial: o regime de força.

LAST

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26/10/2008 free counters

#Dilma anuncia distribuição gratuita de remédios para hipertensão e diabete


Promessa de campanha, o programa Saúde Não Tem Preço é resultado de um acordo firmado entre o governo federal, a indústria e o varejo farmacêutico. Em troca do aumento do volume de vendas, os dois setores abrirão mão de parte de seus lucros

04 de fevereiro de 2011 | 0h 00

Lígia Formenti - O Estado de S.Paulo

A presidente Dilma Rousseff lançou ontem o primeiro programa com a sua marca, o Saúde Não Tem Preço. Promessa de campanha, prevê a distribuição gratuita de remédios para hipertensão e diabete nas farmácias conveniadas ao Aqui Tem Farmácia Popular.

Beto Barata/AE
Beto Barata/AE
Iniciativa. A presidente Dilma Rousseff durante anúncio do programa Saúde Não Tem Preço

Pelo cronograma, todos os 15 mil estabelecimentos ligados ao programa terão até o dia 14 para oferecer os dez medicamentos, que, até ontem, eram vendidos no sistema de copagamento: o governo encarregava-se de pagar até 90% do preço do remédio e o paciente, o porcentual restante. Para adquirir os remédios, basta apresentar uma receita médica, o CPF e um documento com foto.

A medida foi anunciada em uma cerimônia concorrida, a primeira realizada no Palácio do Planalto desde a posse de Dilma. Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o novo programa é fruto de um acordo do governo com indústria e setor do varejo farmacêutico. Em troca do aumento do volume de vendas, que já é esperado com o novo programa, indústria e varejo abrirão mão de parte dos lucros.

O orçamento do governo para esse programa é de R$ 470 milhões. Pelos cálculos do coordenador do departamento de Assistência Farmacêutica do Ministério da Saúde, José Miguel do Nascimento, a renúncia do setor privado será de cerca de R$ 100 milhões. "O governo não interferiu no formato dos acordos. Indústria, distribuidores e farmácias decidiram entre si qual a parcela que cada um renunciaria."

Nascimento afirma que as empresas ganham de outra forma: há expectativa de aumento na escala de venda. "Quando o comprador entra na farmácia leva também xampu e pasta de dente." O ministério não tem estimativa de qual será o aumento de venda nas farmácias conveniadas.

A medida anunciada por Dilma vai favorecer a compra de dez medicamentos, que estão no mercado em aproximadamente 400 apresentações. Padilha afirmou que um grupo de trabalho, destacado para acompanhar a implantação do programa, deverá avaliar a possibilidade de inclusão de outras drogas.

Durante seu discurso, a presidente vinculou o programa de distribuição gratuita de remédio com outra bandeira de seu governo: a erradicação da miséria. Para isso, apontou que 12% da renda da população mais pobre é consumida com remédios. Entre a parcela mais rica, esse percentual não chega a 2%.

A escolha de hipertensão e diabete também foi explicada pela presidente. Segundo ela, 33 milhões de brasileiros são hipertensos e 30% da população adulta que têm diabete ou hipertensão desconhece seu estado de saúde.

Fiscalização. Além do Saúde não Tem Preço, o governo apresentou medidas para tentar ampliar a fiscalização e o controle do programa. Entre elas, a instalação de um sistema para reduzir o risco de quebra de sigilo de informações dos pacientes e a criação de um cupom, com informações sobre o comprador, o estabelecimento e o médico que prescreveu os medicamentos e o cruzamento com o Sistema de Óbito do Ministério da Previdência.

Em 2010, o Tribunal de Contas da União (TCU) constatou que farmácias credenciadas no programa Aqui Tem Farmácia Popular venderam remédios para pelo menos 17.258 mortos. De acordo com a auditoria, feita por amostragem, o desvio foi de pelo menos R$ 1,7 milhão. Entre as falhas estavam a compra com o uso de CPFs de pessoas mortas.


DE GRAÇA

Princípio ativo dos remédios que serão distribuídos gratuitamente no programa Saúde Não Tem Preço:

Hipertensão

Captopril 25 mg, comprimido Maleato de enalapril 10 mg, comprimido
Cloridrato de propranolol 40 mg, comprimido
Atenolol 25 mg, comprimido Hidroclorotiazida 25 mg,comprimido
Losartana Potássica 50 mg

Diabete

Glibenclamida 5 mg, comprimido
Cloridrato de metformina 500 mg, comprimido
Cloridrato de metformina 850 mg, comprimido
Insulina Humana


Onde é possível conseguir remédios gratuitos



Os preços dos remédios no Brasil desde sempre custaram muito caro, e não é todo mundo que pode arcar com custos de medicamentos, por isso existem alternativas que barateiam o custo do remédio ou são distribuídos gratuitamente.
A rede pública de saúde é obrigada a fornecer totalmente grátis remédio necessários para o tratamento de quaisquer doenças, inclusive medicações de tarja preta. Mas esse beneficio só é dado as pessoas que façam parte do Sistema Único de Saúde o SUS, ou seja, que foram atendidas esse meio. Os remédios estão distribuídos em postos de saúdes e devem ser pegos com receita médica, no caso de doenças raras, podem existem postos de atendimento específicos. As prefeituras das cidades são responsáveis por manter os postos, onde infelizmente sempre faltam remédios, por isso se o posto que você for não tiver o que procura, vá em outro ou verifique na prefeitura o local exato que distribui o remédio que você precisa.

Farmácia tucana distribuirá remédios em SP
(11/01/2006 - 17:05)

Programa estadual, com medicamentos gratuitos, concorre com o do governo federal, que criou venda subsidiada

FABIANE LEITE
DA REPORTAGEM LOCAL

Sem qualquer articulação com a prefeitura da cidade, gestora do sistema de saúde, e duas semanas depois do lançamento do programa petista Farmácia Popular, o governo tucano do Estado de São Paulo lançou ontem na capital o Farmácia Dose Certa. No próximo sábado, o
PSDB realiza convenção para homologar a candidatura de José Serra à prefeitura.
Serão dez postos do programa estadual em estações do metrô. Distribuirão 40 tipos de remédio gratuitamente a usuários do sistema público de saúde.

Todos os medicamentos serão produzidos pela Furp (Fundação para o Remédio Popular), maior laboratório público do país, com sede em Guarulhos (Grande São Paulo). A idéia dos tucanos é abrir as farmácias dentro de 60 dias, em plena corrida eleitoral.

O governo estadual já tem um programa chamado Dose Certa, só que este distribui a cesta com 40 remédios a prefeituras de todo o Estado, sem a visibilidade dos quiosques que serão instalados no metrô. Na capital, o Dose Certa dá recursos para que a prefeitura compre medicamentos.

O programa federal Farmácia Popular, lançado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, também tem dez unidades em subprefeituras da capital paulista. Vende 84 produtos, também fabricados por laboratórios públicos, mas a preços subsidiados e a toda a população -não importa se a receita é da rede pública ou privada.

Com o Farmácia Popular e o Farmácia Dose Certa, a cidade ganha duas redes 'paralelas' à dos 386 postos de saúde da cidade, que sofrem da falta de itens.

'São projetos totalmente distintos, porque uma coisa é vender remédio, outra é distribuir gratuitamente', disse o governador Geraldo Alckmin (PSDB) ontem, durante o lançamento do programa, ao ser questionado se a iniciativa é uma contraposição ao Farmácia Popular.
O programa federal tem sido criticado por vender remédios, o que contraria o princípio de universalidade do sistema público.

Alternativa
Durante o lançamento, o programa estadual foi apresentado como uma alternativa ao Farmácia Popular. Também foram feitas críticas à falta de medicamentos nas farmácias dos postos de saúde municipais. 'O governo do Estado identificou um problema, principalmente aqui na capital, onde os postos de saúde, às vezes, não têm disponíveis os remédios para ser fornecidos às pessoas que passaram por consulta', disse o secretário de Estado da Saúde, Luiz Roberto Barradas Barata.

'Se a pessoa, aqui em São Paulo, não conseguir o remédio no posto, no hospital em que ela fez a consulta, e se ela não tiver dinheiro para adquirir dinheiro na Farmácia Popular, poderá ter como alternativa a Farmácia Dose Certa, que dispensará os remédios gratuitamente', continuou o secretário estadual.

Durante o evento foi também anunciada a abertura de uma segunda fábrica da Furp, no interior de São Paulo.

'Isso, com certeza, vai reverter em benefício da população mais carente, que eventualmente precisa recorrer a farmácias populares', afirmou o superintendente da Furp, Edson Nakazome.

Planejamento
A disputa entre os programas fará com que exista uma sobreposição das redes em algumas regiões, como o centro da capital, onde já há uma Farmácia Popular no distrito Sé e, no futuro, haverá uma Farmácia Dose Certa na estação Sé de metrô.

Além disso, nenhum dos programas se propõe a resolver a falta de medicamentos básicos onde eles deveriam estar: nos postos de saúde perto das casas.

A aposentada Tieco Tacaguti, 61, já desistiu de ir ao posto de saúde próximo à sua casa, em Pinheiros (zona oeste), em busca de medicamento para dor.

Segundo Tacaguti, sua aposentadoria não permite comprar os medicamentos. 'Falam sempre a mesma coisa. Que não tem.'

De acordo com a presidente da Associação Paulista de Saúde Pública, Aurea Ianni, o município, por ter a gestão plena do sistema de saúde, deveria ser o responsável pelo planejamento dos serviços. Para Ianni, a maneira como os programas estão sendo implantados, sem entendimento, configura 'uma disputa', com contornos eleitorais.


Folha de São Paulo



02/12/2009 , às 14h04

SUS financia seis novos fitoterápicos


Oferta passa de dois para oito produtos à base de plantas medicinais. Eles são indicados para o tratamento de problemas como prisão de ventre, inflamações e sintomas do climatério

O Sistema Único de Saúde (SUS) financiará seis novos medicamentos fitoterápicos. A partir do próximo ano, os postos de saúde poderão oferecer fármacos produzidos à base de alcachofra, aroeira, cáscara sagrada, garra do diabo, isoflavona da soja e unha de gato. Com isso, o número de fitoterápicos financiados pelo SUS passa de dois para oito. Os novos produtos – preparados a partir de plantas medicinais – são indicados para o tratamento de problemas como prisão de ventre, inflamações, artrite reumatóide e sintomas do climatério (veja quadro abaixo). Esses medicamentos serão financiados com os mesmos recursos utilizados para a compra dos medicamentos da atenção básica. A portaria que inclui esses fitoterápicos no Componente Básico de Assistência Farmacêutica foi publicada no Diário Oficial da União nesta semana.

O diretor do Departamento de Assistência Farmacêutica do Ministério da Saúde, José Miguel do Nascimento Júnior, explica que a escolha desses fitoterápicos considerou as evidências científicas de segurança e eficácia a respeito deles. “Vamos ampliar as opções terapêuticas para a população. Ao oferecer esses fitoterápicos no SUS, aliamos a sabedoria e a prática popular às evidências científicas desses medicamentos”, afirma Nascimento.

Ele observa que os medicamentos são extraídos de espécies da flora brasileira não ameaçadas de extinção. Dessa forma, o financiamento segue a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) de que os países usem os recursos naturais disponíveis no próprio território para promover a atenção primária à saúde. “Além de ampliar a oferta de opções terapêuticas para a produção, vamos contribuir para o uso sustentável da biodiversidade nacional e para o desenvolvimento da agricultura e da indústria, além de incentivar a criação de empregos” ressalta o diretor.

DISTRIBUIÇÃO- Desde 2007, o SUS financia medicamentos fitoterápicos feitos à base de espinheira santa (para gastrites e úlceras) e guaco (para tosses e gripes), em apresentações como cápsula, comprimido e xarope, entre outras. Os produtos integram as listas de distribuição de medicamentos em 13 estados.
A inclusão dos seis novos fitoterápicos faz parte das ações do Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, que busca oferecer mais opções terapêuticas à base de plantas medicinais para a população.

Os estados não são obrigados a oferecer todos os medicamentos. Assim como ocorre com a lista de fármacos da atenção básica, as secretarias estaduais e municipais de saúde deverão definir os medicamentos que serão distribuídos na rede pública de saúde, de acordo com a necessidade de cada região.

José Miguel do Nascimento Júnior destaca que a oferta dos fitoterápicos não interfere na política de distribuição de medicamentos alopáticos sintéticos, os mais conhecidos entre a população brasileira. A prescrição dos fitoterápicos será realizada pelos médicos e, com a receita médica em mãos, os pacientes terão acesso a eles nos postos de saúde gratuitamente.

COMITÊ – O Ministério da Saúde criou, em setembro, o Comitê Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. Coordenado pelo Ministério e formado por membros do governo federal e da sociedade civil, o Comitê monitorará e avaliará as ações do Programa Nacional de Fitoterápicos. Esse programa contempla todas as etapas de produção de um fitoterápico. As ações vão desde as pesquisas que demonstram evidências científicas da planta para um determinado tratamento, passando pelo cultivo, colheita e extração, até a produção e comercialização do produto.

NOVOS FITOTERÁPICOS

Nome popular
Nome científico
Indicação de uso

Alcachofra
Cynara scolymus
Tratamento de dores na região abdominal associadas a disfunções relacionadas ao fígado e à bile.





Aroeira
Schinus terebenthifolius
Produtos ginecológicos anti-infecciosos

Cáscara sagrada
Rhamnus pushiana
Constipação ocasional (prisão de ventre)

Garra do diabo
Harpagophytum procumbens
Anti-inflamatório (oral) para dores lombares, osteoartrite (artrose)

Insoflavona da soja
Glycine max
Climatério (coadjuvante no alívio dos sintomas)

Unha de gato
Uncaria tomentosa
Anti-inflamatório (oral e tópico) nos casos de artrite reumatóide, osteoartrite (artrose) e como imunoestimulante


Outras informações
Ministério da Saúde
(61) 3315 3580
jornalismo@saude.gov.br



+ ] Lista de medicamento comerciais e laboratórios – Aqui você encontra informação sobre o nome comercial de cada um e seus respectivos fabricantes.

[ + ] Lista de medicamentos e suas composições – Nesta você passa a reconhecer o medicamento através de sua composição.

Para mais informações acesse o site oficial do programa:

[ + ] Farmácia Popular




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26/10/2008 free counters

Egito : Mubarak diz que está 'farto' do poder

Manifestantes no Cairo
Um mega-protesto está agendado para esta sexta-feira
O presidente egípcio Hosni Mubarak afirmou à emissora de televisão norte-americana ABC recear que caso abandone o poder neste momento o seu país possa resvalar para o caos.

Estas declarações surgem quando a situação permanece extremamente tensa, a poucas horas de um mega-protesto agendado para esta sexta-feira a seguir às tradicionais orações de sexta-feira.

Na sua primeira entrevista desde o início dos protestos, há mais de uma semana, Mubarak disse estar cansado de ser presidente mas que se preocupava com o seu país, que prometeu nunca abandonar.

O líder egípcio, no poder há 30 anos, voltou a insistir que não se iria recandidatar e que o seu filho, Gamal, não iria ser o seu sucessor.

Entrevista à ABC

A jornalista do canal ABC Christine Amanpour, relatou o encontro de 30 minutos que teve com Hosni Mubarak:

"Quando lhe perguntei sobre se ía abandonar o cargo ele respondeu: 'estou farto. Depois de 62 anos quero ir-me embora'. Quando lhe falei da violência contra os manifestantes na Praça da Libertação, ele disse 'fiquei muito descontente com isso. Não quero ver egípcios a lutar uns contra os outros'. Ele negou que o seu regime e os seus apoiantes fossem os responsáveis.

"Ele disse-me que o presidente Obama não lhe tinha pedido que saísse imediatamente. Disse ainda que apesar de pensar que Obama é um homem muito bom, lhe tinha dito que 'ele não percebe a cultura egípcia e o que aconteceria caso se demitisse agora'. Voltou a dizer que 'se me demitir agora, virá o caos e a Irmandade Muçulmana tomará o poder'"

A jornalista confirmou ainda ter visto o filho e a mulher de Mubarak no Palácio Presidencial, desmentindo assim rumores de que a família teria fugido para Londres ou para o Dubai.

Evacuação

Antes o recentemente nomeado vice-presidente de Mubarak, Omar Suleiman voltou a apelar aos manifestantes que deixassem a Praça Tahrir, dizendo que os apelos a reformas políticas iriam ser satisfeitas.

Os apelos de Suleiman foram ignorados pelos milhares que permenecem no centro nevrálgico do Cairo.

Registam-se ainda confrontos esporádicos entre apoiantes das facções pró e anti-governo, que têm obrigado o exército a intervir para os separarem.

Entretanto, as Nações Unidas começaram a evacuar o seu pessoal do Egipto devido à situação volátil e instável no terreno. Segundo a ONU as restrições no acesso à Internet estavam também a dificultar o trabalho da organização.

Cerca de 300 funcionários de agências culturais e humanitárias já partiram, em direcção ao Chipre, restando ainda um segundo contingente.

Intimidação

O secretário-geral das Nações Unidas, Ban ki-Moon apelou à calma e afirmou que a transição de poder exigida pelos manifestantes deveria ter início já:

"Penso que é necessário uma mudança e a haver mudança, essa mudança deve acontecer já. É muito importante que esta transição tenha lugar de forma ordeira".

Disse o secretário-geral da ONU, que a exemplo dos governos aliados de Mubarak no Ocidente está, segundo os analistas, refém do evoluir dos acontecimentos no terreno e ainda reticente quanto às exigências dos manifestantes para o afastamento do presidente egípcio.

Os Estados Unidos, Grã-Bretanha, França, Alemanha, Itália e Espanha mostraram-se unidos porém nas críticas ao que dizem ser a inaceitável campanha de intimidação contra os jornalistas que cobrem os acontecimentos no Egipto, onde dezenas de repórteres estranngeiros foram detidos e alvo de agressões e visto o seu equipamento apreendido.

A secretária de estado norte-americana Hillary Clinton exigiu que os princípios democráticos e liberdades essenciais fosse respeitadas:

"Nós condenamos com veemência os ataques contra os repórteres que estão a cobrir os acontecimentos no Egipto.

"Trata-se de uma violação das normas que garantem a liberdade de imprensa e é inaceitável independentemente da situação. Condenamos ainda com veemência os ataques contra manifestantes pacíficos, activistas dos direitos humanos, estrangeiros e diplomatas"




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26/10/2008 free counters

#apagao #inss Deputados deixam Câmara, mas mantêm salários #festivaldeverao

04/02/2011


Folha de S.Paulo

BRASÍLIA - Deputados federais estão aproveitando uma brecha da Constituição para se tornar "supersecretários" de Estado, ganhando salário de R$ 26,7 mil, mais do que os próprios governadores, seus chefes daqui para frente.

Até a tarde de ontem, 18 deputados haviam pedido para continuar a receber o salário de congressista, embora tenham se afastado da Câmara para trabalhar como secretários de Estado, cujo salário é, em geral, bem menor.

Levantamento da reportagem mostra que pelo menos 30 deputados irão se licenciar para atuar nos Estados.

A Constituição permite ao parlamentar escolher entre o salário de secretário ou o da Câmara, cujo valor foi reajustado em 62%, passando de R$ 16,5 mil para R$ 26,7 mil.

O valor maior

Todos os que até ontem haviam informado a decisão à Câmara optaram pelo contracheque maior.

"O fato de eu estar secretário é uma circunstância. Posso estar hoje e não estar amanhã. A delegação que recebi da população é para ser deputado", afirmou José Aníbal (PSDB), que se licencia da Câmara para assumir a Secretária de Energia de São Paulo.

Ele diz ter defendido apenas a reposição da inflação no reajuste para os congressistas, que embora tenha entrado em vigor agora, foi aprovado em dezembro.

O salário do cargo de Aníbal, R$ 15 mil, é quase R$ 12 mil menor do que o pago no Congresso. O governador Geraldo Alckmin ganha R$ 18,7 mil, R$ 8.000 a menos do que o subordinado.
Só no governo de São Paulo haverá cinco "supersecretários" oriundos da Câmara dos Deputados.

"Escolhi o salário da Câmara porque o de secretário é menor", declarou Márcio França (PSB), secretário de Turismo de Geraldo Alckmin.

Dificuldade

A diferença é maior ainda no Estado do Rio Grande do Sul, onde os secretários do governo ganham cerca de R$ 11 mil ao mês.

"Fica difícil, né?", disse Luiz Busato (PTB), que assumiu a Secretaria de Obras e receberá R$ 15,7 mil a mais por mês --R$ 9.700 superior ao que ganha o chefe, o governador Tarso Genro (PT).

No Rio de Janeiro, o secretário de Habitação, Leonardo Picciani (PMDB), afirmou que sua decisão é técnica.

"É mais cômodo receber pela Câmara, porque, quando eu volto para o mandato, não preciso reabrir a conta bancária. O salário maior não é o mais importante", afirmou Picciani.

Além das secretarias de Estado, seis deputados federais haviam pedido licença da Câmara para assumir cargos de ministros no governo de Dilma Rousseff. Mas, nesse caso, o salário que será pago é o mesmo.

04/02/2011

Dilma já estuda dar mínimo de R$ 550 neste ano

Carolina Rangel e Folha de S.Paulo
do Agora

O governo vai propor aos sindicalistas incluir em sua proposta para o salário mínimo um mecanismo que permita a antecipação, quando o reajuste não representar um aumento acima da inflação, de valores a serem pagos em anos seguintes.

A estratégia seria usada agora para resolver o impasse com as centrais sindicais, que exigem reajuste acima da inflação para o piso neste ano.

Enquanto o governo insiste em R$ 545, as centrais querem R$ 580. Hoje, ministros se reúnem mais uma vez com as centrais para negociar.

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26/10/2008 free counters

Justiça dá multa por atraso do INSS #festivaldeverao


04/02/2011


Luciana Lazarini e Carolina Rangel
do Agora

O TRF 3 (Tribunal Regional Federal 3ª Região), que atende nos Estado de São Paulo e Mato Grosso do Sul, determinou que o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) pague multa diária a um segurado devido a atraso na concessão de aposentadoria conquistada na Justiça.

Segundo a decisão, publicada no dia 27 de janeiro, o segurado receberá multa diária de 3% do valor mensal da sua aposentadoria. Isso significa que 30 dias de atraso, por exemplo, vão corresponder a um mês de benefício.

Como o INSS demorou para cumprir a sentença, a multa foi uma alternativa para garantir que o órgão não demore demais para implantar a aposentadoria, que é uma verba alimentar.

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26/10/2008 free counters

US Officials: US-Egypt discuss Mubarak quitting







Obama administration is in talks with top Egyptian officials about the possible immediate resignation of President Hosni Mubarak and the formation of an interim government that could prepare the country for free and fair elections later this year, U.S. officials said late Thursday.

Creation of a military-backed caretaker government in Egypt is one of several ideas being discussed as anti-Mubarak protests escalate in the streets of Cairo and other Egyptian cities, the officials said. Those protests are expected to grow in size and intensity on Friday and the administration fears they may erupt into more widespread violence unless the government takes tangible steps to address the protesters main demand that Mubarak leave office.

The officials stressed the United States isn't seeking to impose a solution on Egypt but noted that the administration had made a judgment that Mubarak has to go soon if there is to be a peaceful resolution to the crisis. The officials spoke on condition of anonymity to discuss the sensitive diplomatic talks, which are continuing. The talks about Mubarak's immediate departure were first reported by The New York Times.

White House and State Department spokesmen would not discuss details of the discussions U.S. officials are having with the Egyptians.

Vice President Joe Biden spoke with Egyptian Vice President Omar Suleiman on Thursday, a day after a similar conversation between Suleiman and Secretary of State Hillary Rodham Clinton. Officials said neither Biden nor Clinton made a specific call for Mubarak to resign immediately but pressed for measures that would ease tensions on the streets and set the stage for democratic elections.

"The president has said that now is the time to begin a peaceful, orderly and meaningful transition, with credible, inclusive negotiations," said White House national security spokesman Tommy Vietor on Thursday night. "We have discussed with the Egyptians a variety of different ways to move that process forward, but all of those decisions must be made by the Egyptian people."

An administration official said there is no single plan being discussed with the Egyptians.

Rather, the administration is pursuing different ideas with Egyptian figures on how to proceed quickly with a process that includes a broad range of voices and leads to free and fair elections.

Among those options is a proposal for Mubarak to resign immediately _ which the embattled 82-year-old president has refused to do _ and for him to cede power to a transitional government run by Suleiman.

But the official rejected the notion that the White House was trying to impose that idea and said it was not at all clear it would happen. The official spoke on condition of anonymity to discuss internal deliberations.

The discussions come amid escalating violence between pro- and anti-Mubarak forces.

The United States on Thursday severely criticized what it called systematic attacks on journalists in Egypt and said they appeared to be an attempt to shut out reporting of even bigger anti-government demonstrations to come.

Clinton condemned "in the strongest terms" the pro-government mobs that beat, threatened and intimidated reporters in Cairo.

Attacks as well on peaceful demonstrators, human rights activists, foreigners and diplomats were "unacceptable under any circumstances," she said.

Clinton pointed the finger at Mubarak's government without explicitly blaming the president for the violence. She said, "It is especially in times of crisis that governments must demonstrate their adherence to these universal values."

Egypt's government must hold accountable those responsible for the attacks and "must demonstrate its willingness to ensure journalists' ability to report on these events to the people of Egypt and to the world," she said.

Foreign photographers reported attacks by Mubarak supporters near Tahrir Square, the scene of vicious battles between Mubarak supporters and protesters demanding he step down after nearly 30 years in power.

The Egyptian government has accused media outlets of being sympathetic to protesters who want Mubarak to quit now rather than complete his term as he has pledged.

Among the many detained were correspondents for The New York Times, Washington Post and Al-Jazeera. Human rights groups said many activists also were taken away after a raid by the military police on a legal center in Cairo.

The Obama administration warned that the arrests and intimidation of reporters may be aimed at stopping the spread of the anti-government message ahead of potentially critical protests Friday, when many Egyptians are expected to take to the streets after prayer services.

"It could well be that this is in anticipation of events tomorrow," State Department spokesman P.J. Crowley said. "We are bracing for a significant increase in the number of demonstrators on the streets and the real prospect of a confrontation."

Amid heightened U.S. concern about rising violence in Egypt, President Barack Obama began his remarks at Thursday's National Prayer Breakfast with pointed hopes for better days ahead: "We pray that the violence in Egypt will end and the rights and aspirations of the Egyptian people will be realized."





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26/10/2008 free counters

U.S., Egypt in talks; Mubarak ‘fed up’



An anti-government protester beckons others to support those at the frontline of clashes with pro-government supporters, near the Egyptian Museum in downtown Cairo, on Thursday. Photo: AP
An anti-government protester beckons others to support those at the frontline of clashes with pro-government supporters, near the Egyptian Museum in downtown Cairo, on Thursday. Photo: AP

Embattled Egyptian President Hosni Mubarak has said he is “fed up” and wants to quit but fears that the nation will “sink in chaos” if he steps down.

“He is fed up with being President and would like to leave office now, but cannot, he says, for fear that the country would sink into chaos,” ABC News, which recently interviewed Mr. Mubarak, said.

In his first interview after pro-democracy protests gained momentum, the President blamed opposition Muslim Brotherhood for the violence in Cairo and said “I was very unhappy about yesterday. I do not want to see Egyptians fighting each other.”

On U.S. President Barack Obama’s apparent calls for his resignation, Mr. Mubarak said he told his American counterpart, “You don’t understand the Egyptian culture and what would happen if I step down now.” He, however, maintained that Mr. Obama is a “very good man.”

When asked about seeing people shouting insults about him and wanting him gone, Mr. Mubarak who has been ruling Egypt for 30 years said, “I don’t care what people say about me. Right now I care about my country, I care about Egypt.”

The 82-year-old leader said he had never planned to run for Presidency during the September election, neither had any plan to pass on the mantle to his son Gamal, who was also present during the interview.

On his feeling after addressing the nation on Monday night when he said he would not run for Presidential election again, Mr. Mubarak said he felt “relief“.

According to the report, Mr. Mubarak was along with his family and his palace was heavily guarded by armed troops, tanks and barbed wires. Protesters’ Friday deadline for Mr. Mubarak’s resignation is ending today.

“I would never run away... I will die on this soil,” he said as the President defended his legacy, recounting the many years he has spent leading his country.

Talks about Mubarak stepping aside now

The Obama administration is in talks with top Egyptian officials about the possible immediate resignation of President Hosni Mubarak and the formation of an interim government that could prepare the country for free and fair elections later this year.

U.S. officials said on Thursday the creation of a military-backed caretaker government in Egypt is one of several ideas being discussed as anti—Mubarak protests escalate in the streets of Cairo and other Egyptian cities.

The officials said the United States isn’t seeking to impose a solution on Egypt but stressed that the administration had made a judgement that Mr. Mubarak has to leave office soon if there is to be a peaceful resolution to the crisis. The officials spoke on condition of anonymity to discuss the sensitive diplomatic talks that are continuing.

The talks were first reported by The New York Times.




The simmering bitterness and bloodshed of Egypt's popular uprising against President Mubarak has continued for a second day throughout the country.




The Egyptian vice president has called for the protests to end. Speaking on state television he said all the protestors' demands are being addressed. Omar Suleiman also said President Mubarak will not stand at the next election due in September. this has been a key demand of the opposition - the main reason for them not talking to the government.



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26/10/2008 free counters