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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

#Passione Felicidade no casamento de Sinval e Fátima em Passione

wp.clicrbs.com.br/noveleiros/

Foto: Reprodução, Passione

O capítulo da próxima quinta-feira será cheio de amor e alegria em Passione. A união de Sinval (Kayky Brito) e Fátima (Bianca Bin) reúne a família Gouveia na rua de Candê (Vera Holtz). Muito emocionando, Sinval alegra-se ao poder ter o irmão Danilo (Cauã Reymond) como seu padrinho. O ciclista, por outro lado, está nervoso e fica ainda mais tenso ao trocar olhares com Clara (Mariana Ximenes).

Fred (Reynaldo Gianecchini) também não perde a oportunidade de alfinetar Bete (Fernanda Montenegro) e senta-se próximo dela, ao lado de Melina (Mayana Moura). A atenção de todos se volta para o tapete vermelho quando Gerson (Marcello Antony) chega trazendo a filha e o casamento começa.


Candê e Felícia (Larissa Maciel) estão muito emocionanas e quase não seguram as lágrimas. “Pode uma avó ser mais feliz do que isso? Acho que só quando eu ganhar bisnetinhos“, comenta Candê. Stela (Maitê Proença) divide o momento com Lorena (Tammy Di Calafiori) e Danilo, segundo o site da novela.

“... Por isso eu os declaro: marido e mulher“, diz o padre. Ao ouvir o padre concretizar o casamento, Felícia e Gerson choram emocionados.




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26/10/2008 free counters

#Galos são obrigados a usar óculos para evitar brigas

diario-gaucho

Os galos de Chengdu, sudoeste da China, não são de briga, mas são muito briguentos. Para evitar que os galináceos saiam no braço (ou no bico), criadores locais obrigaram os bichos a adotar uma nova moda: óculos, no melhor estilo John Lennon.

O experimento ajuda a manter a paz, já que impede que as aves fiquem encarando umas as outras quando são soltas ao ar livre. Sem poder enxergar com clareza os rivais, os galos ficam mais silenciosos e pacíficos, segundo explica o criador Jiang Hau, de acordo com o “Orange News“.

No entanto, eu imagino que a explicação seja outra. O penoso olha o camarada quatro-olhos e pensa: quem bateria em um galo de óculos?





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26/10/2008 free counters

#RIO : Verba pública bancará 40% dos gastos do Rock in Rio


Prefeito promete transformar o Parque Olímpico Cidade do Rock, que começou a ser construído ontem, em novo ‘Aterro do Flamengo da Barra da Tijuca’

Rio - A 4ª edição do Rock in Rio no Brasil, que acontece de 23 de setembro a 2 de outubro de 2011, vai custar aos cofres públicos R$ 55,6 milhões em recursos para o terreno, obras de infraestrutura e isenção fiscal. O valor corresponde a 40,8% dos R$ 136 milhões a serem gastos no evento. Ontem começaram os trabalhos no local onde será construído o Parque Olímpico Cidade do Rock, que vai receber o festival de música. O espaço deverá ser transformado em área de lazer para atletas das Olimpíadas de 2016.

O parque vai ocupar terreno de 250 mil m² na Avenida Salvador Allende, no Recreio dos Bandeirantes, comprado por cerca de R$ 9 milhões pela prefeitura. A primeira fase de construção do parque (pavimentação, iluminação, saneamento, terraplenagem e drenagem) custará mais R$ 37 milhões ao município.

O prefeito Eduardo Paes garante que, num futuro ainda sem data, o local será transformado em uma grande área de lazer aberta à população. “Será como um Aterro do Flamengo na Barra da Tijuca”, comparou.

A segunda fase do projeto — que só começará depois de o Rock in Rio terminar — prevê ainda a construção de quadras esportivas, ciclovia, churrasqueiras, uma marina à beira da Lagoa de Jacarepaguá e um mirante.

O festival de música vai ocupar o parque em 2011, 2013 e 2015. Só para o evento ano que vem, os organizadores devem gastar R$ 90 milhões. Cerca de cem mil ingressos (R$ 190 a entrada inteira e R$ 95 a meia) já foram vendidos — 60% para o público fora do Rio. O Rock in Rio terá mais de cem atrações. Entre as confirmadas, estão Red Hot Chili Peppers, Coldplay, Metallica, Capital Inicial e Skank.

Reportagem de Diogo Dias e Ricardo Albuquerque




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26/10/2008 free counters

Hackers pró-WikiLeaks divulgam comunicado

Monica Campi, de INFO Online

SÃO PAULO – O grupo Anonymous, responsável pelos ataques realizados pela “Operation: Payback” em prol do WikiLeaks, surgiu hoje com uma nova página no Twitter.

O grupo teve ontem (08) suas contas no Facebook e Twitter canceladas, após divulgar ataques DDoS (Negação de Serviço) contra as financeiras MasterCard, Visa e PayPal.

Em sua nova conta no Twitter, os Anonymous divulgaram um comunicado onde apontaram suas intenções e potenciais novos alvos. O grupo também criou um novo blog, pois o antigo site está fora do ar desde o início desta semana.

“A mensagem é simples: liberdade de expressão. [...] Não somos um grupo terrorista, como governantes querem que vocês acreditem. Neste momento o Anonymous é uma conscientização focada emu ma campanha de paz para a liberdade de expressão. [...] Quando o governo controla a liberdade, eles controlam você. A internet é a última chance de liberdade neste mundo altamente tecnológico. [...] O Anonymous está em campanha por vocês.”, afirma o comunicado.

Porta-vozes do Anonymous deram entrevistas a diversos veículos de imprensa afirmando que o grupo irá continuar com os contatos.

"A campanha não acabou, pelo que vi, e continua forte. Há mais pessoas aderindo, e mais pessoas estão baixando a ferramenta voluntária de botnet que permite que comandem ataques de negação distribuída de serviço", acrescentou um porta-voz do grupo, que usa o pseudônimo "Coldblood", à BBC Radio 4.

Especialistas em segurança acreditam que os ataques reuniram mais de 30 mil PCs para derrubar os sites dessas empresas.

Organizando os ataques

Desde o começo da semana a Operation: Payback vem convocando voluntários para participar da onda de ataques DDoS (negação de serviço), que sobrecarregam as redes de uma página web fazendo com que a mesma fique fora do ar, contra empresas e órgãos governamentais que se posicionaram contrárias ao WikiLeaks.

Chamados de “Hackitivistas” (hackers ativistas), o grupo não possui líderes e se reúne através de fóruns via protocolo IRC. Grande parte dos usuários também se comunicam pelo 4Chan, site agregador de informações onde surgiu a criação do grupo Anonymous.




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26/10/2008 free counters

#LULA #DILMA : Nível das escolas no Brasil passa 'de desastroso a muito ruim', diz 'Economist'


Revista afirma que políticas adotadas na última década surtiram efeito, mas que ritmo do progresso é lento.

10 de dezembro de 2010 | 5h 57

Brasil ficou em 53º lugar entre 65 países no último ranking do Pisa

Em edição publicada nesta quinta-feira, a revista britânica The Economist diz que dados recém-divulgados pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) mostram que a educação brasileira teve "ganhos sólidos" na última década.

Ainda assim, a revista afirma que "o progresso recente meramente elevou o nível das escolas de desastroso para muito ruim".

A Economist se referia à divulgação, na última terça-feira, do 4º Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), que mediu o nível da educação em 65 países. O Brasil ficou na 53º colocação, tendo obtido 412 pontos em leitura, 386 em matemática e 405 pontos em ciência.

O desempenho do país em cada uma das três áreas foi, em média, 20 pontos superior ao registrado no último teste, em 2006. O resultado fez com que a OCDE considerasse que o caso brasileiro revelava "lições encorajadoras".

Em entrevista à Economist, a pesquisadora Barbara Bruns, do Banco Mundial, cita entre os motivos para a melhoria o sistema brasileiro de avaliação escolar, criado há 15 anos.

"De um ponto de partida em que não havia nenhuma informação sobre o aprendizado do estudante, as duas (últimas) presidências construíram um dos sistemas de medição de resultados educacionais mais impressionantes do mundo", disse ela.

Apesar do avanço, a revista diz que dois terços dos jovens de 15 anos são incapazes de fazer qualquer coisa além de aritmética básica.

"Mesmo escolas privadas e pagas são medíocres. Seus pupilos vêm das casas mais ricas, mas eles se tornam jovens de 15 anos que não se saem melhor que um adolescente médio da OCDE", afirma a publicação.

Segundo a Economist, uma das razões para a má qualidade do ensino é o desperdício de dinheiro. "Como os professores se aposentam com salários integrais após 25 anos para mulheres e 30 para homens, até a metade dos orçamentos da escola vai para as aposentadorias", diz a revista.

A publicação afirma ainda que, exceto em poucos locais, professores podem faltar em 40 dos 200 dias escolares sem ter o salário descontado.

A Economist diz que o país estabeleceu a meta de alcançar a média da OCDE na próxima década, mas alerta que, "no ritmo atual, chegará só até a metade do caminho".

A solução, aponta a revista, é propagar iniciativas como a da cidade do Rio (que combate a falta de professores dando pagando bônus às escolas que atingirem metas) e a do Estado de São Paulo (que criou plano de carreira a professores que vão bem em testes de conhecimento).

"Se o Brasil alcançar a nota, será porque conseguiu espalhar essas práticas inovadoras por todos os cantos", conclui a revista. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.


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26/10/2008 free counters

#LULA #DILMA: Representantes de instituto confirmam ajuda de petista


Publicitário André Fratti, filho de diretor fiscal do InBrasil, diz que Padilha fez carta e que propósito é fomentar o turismo

Leandro Colon, de O Estado de S.Paulo

BRASÍLIA - Os representantes do Inbrasil afirmaram ontem ao Estado que contaram com o apoio do ministro Alexandre Padilha, das Relações Institucionais, para viabilizar a aprovação dos convênios com o Ministério do Turismo. "Foi o ministro que deu a carta", disse o publicitário André Fratti, dono da Vibe Marketing e filho de Antônio Carlos Silva, diretor fiscal do instituto beneficiado por emendas parlamentares e pela carta de Alexandre Padilha.

Veja também:
linkPadilha nega ter assinado papel e pede investigação
linkCarta assinada por Padilha deu aval a instituto de fachada

A reportagem precisou ir à sede da Vibe, no Lago Sul, para obter informações sobre o Inbrasil. O instituto está registrado na casa da família de André Fratti. Quinta-feira, 9, ele recebeu a reportagem ao lado de Sérgio Eustáquio Assunção, presidente do Inbrasil. "Houve um casamento: a gente (Vibe) precisava de outras fontes de recursos para o Festival de Inverno. E o instituto precisava de projetos", disse Fratti. Sua empresa fechou no fim de 2009 um contrato de R$ 320 mil com a Fundação Banco do Brasil para organizar eventos.

‘Fomento do turismo’

Fratti contou ainda que a Vibe é a encarregada de executar os projetos do Inbrasil, que tem seu pai na direção. "No Inbrasil, eu sou o apoiador. O instituto assumiu o Festival de Inverno de Brasília. Eu faço toda a parte técnica, plano de trabalho, a destinação do recursos", explicou.

"Nosso propósito é desenvolver projetos de fomentos do Turismo", prosseguiu o empresário. Ele afirmou que não é seu papel fechar contratos com o Inbrasil. "No caso do festival, minha empresa fica com o trabalho de bilheteria. Ela é feita a preços populares, algo em torno de R$ 30".

E qual o segredo para conseguir emendas parlamentares? "A gente procurou alguns deputados. É passar o chapéu mesmo, porque um festival desses não se sustenta. É deficitário. A gente precisa do apoio", afirmou. O publicitário admite que o Inbrasil tomou conta de um outro instituto para poder funcionar e fechar contratos públicos. "Houve uma assembleia e elegemos uma nova diretoria. O antigo presidente é amigo de um amigo. É coisa de relacionamento", afirmou.




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26/10/2008 free counters

#Passione

www.direitoce.com.br


Agora, um texto nada ingênuo, bem diferente dos anteriores. Aqui não se constroi uma história com nomes de novelas ou bairros de uma metrópole, mas se conta e se comenta a trama de uma novela atual, no ar, desafiando com um enredo de extrema devassidão, nossa moral e os bons costumes.

Será Passione, com tanta sujeira, espelhada de fato na sociedade brasileira, em seu estágio atual? Não podemos acreditar, diante da interpretação que nos dá este crítico desconhecido:

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Passione

Uma trama de luxúria e devassidão

Bete Gouveia casou-se grávida de outro homem e teve um filho que o marido (cornutto) escondeu, mentindo para ela toda a vida.

Todos os seus filhos são cornutti, até a filha esquisita, que parece que fugiu de filme futurista. Todos, inclusive o Totó italiano, nome de cachorro babaca no Brasil. É claro que o autor é doente e Lacan explica a novela.

Um dos filhos tem um problema misterioso que só pode ser, se conheço a Globo, pedofilia ou necrofilia. Ele não trabalha e nem faz nada. Só corre de carro, já tentou suicídio (tremendo exemplo de homem).

O outro, já morto, o ex-presidente da fábrica, Saulo Gouveia, que chamaremos de malandro agulha, aquele que queima a rodinha mas não perde a linha, odiava a mãe, além da mulher com quem não transava.

Essa, imitava mal a "Dama do Lotação", personagem copiado da Sônia Braga, que sai por ai transando com todo mundo. Ficou faltando a cena do cemitério.

Tem um filho viciado em drogas e outro cornutto, que ama a menina com quem o irmão drogado transou e que abortou um filho dele. Além disso, o ex-malandro agulha Saulo, tinha uma filha corneada pela mãe.

Ou seja, que é apaixonada pelo bonitinho amante da mãe, que é filho do Totó corno. Isso para falar só da estrutura sexual da família.

Lembrando que o empregadinho da casa dele é uma tremenda bichona. E que ele era safado, e fazia qualquer coisa, vender a mãe, mulher, filho ou filha, pelo poder da fábrica, quase falida por ele mesmo...

O cara era um espanto!

O Totó, nem se fala ! Uma riqueza: tem uma filha corna, Agostina (olha só a estrutura da novela), que é casada com um bígamo, que é casado com a filha ninfomaníaca (Jéssica) de um casal de velhos, também ninfomaníacos, cujo homem (ator Francisco Cuoco) é o pai do Totó.

Gente, imagine que lixo de novela e a estrutura do argumento. Que saudade de Shakespeare! Será que o autor, Sílvio de Abreu, pensa que é o dramaturgo inglês reencarnado?

Vejam que mundo pequeno o autor conseguiu, entre São Paulo e Florença. Ou seja, o genro do Totó é casado com a irmã do Totó, filha do rico lixeiro pai do Totó, que então, é a tia da filha da outra mulher do marido dela!

Caramba ! Melhor nem seguir com essa linha, pois a neta do Totó se torna sobrinha da outra mulher do seu genro etc. etc.


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A coluna A TORTO & A DIREITO de hoje agradece

a contribuição de Marcus Soares, advogado,

residente em Fortaleza; Giovanni Scandura,

publicitário, residente no Recife e Ayrton Rocha,

jornalista, cantor e compositor, residente em Fortaleza.




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26/10/2008 free counters

#NEWS:#TWITTER Chinese officials reach out with micro blogs

BEIJING, Dec. 10 (Xinhuanet) -- Not only has micro-blogging become the trendiest social networking model for Chinese netizens, it has also been increasingly utilized by government officials as a means of communication with the public.

More and more Chinese authorities are resorting to Twitter-like micro blogs to communicate and hopefully win the support of the public, building images contrary to the otherwise drab portrait of Chinese officials who tend to be restrained and stuck to scripted lines.

Recently, 21 courts in Shanghai opened online micro-blogging accounts at xinmin.cn, a local news portal. They have so far generated 1,900 fans and followers in two months since Oct 8.

The move, possibly the first of its kind nationwide, aims to facilitate communication between the courts and the public, said Shen Gang, coordinator at the Higher People's Court of Shanghai. Shen is responsible for operating and monitoring the courts' micro blogs.

"We intend to present and promote the image of Chinese courts to the public by using modern information technology," he said. "We could also have a better understanding of what the public really wants to know through posting messages and receiving feedbacks."

More than 1,300 pieces of information have so far been released through the courts' micro blogs, including announcements, pictures, video files as well as responses to inquiries and questions posed by Internet users, Shen said.

But netizens still want to see more flexibility in the courts' communication with the public.

One netizen, under the tag of Wuyuzegang, said there is a lack of efficiency in the release of information from the courts. The netizen said they should invite public participation in discussing corruption cases and other issues.

Shen said that they did have problems in ensuring the efficient release of information when the micro blog began but are now gradually adapting to the needs of the public.

"There are huge differences between the traditional means of information release of Chinese officialdom and micro-blogging, which allows a maximum of 140 words in a single message and therefore demands far greater efficiency and conciseness ... It has offered us a great opportunity to learn how to deliver messages in the most efficient way," he said.

"All of the micro blogs of the Shanghai courts are monitored by us, and our focus is to find out what are the main concerns of the public."

Micro-blogging, or weibo as it is called by Chinese netizens, was launched only a little more than a year ago in China but has already gained about 50 million users. It is growing at a rapid pace in China, the world's biggest Internet market by users.

Wu Hao, deputy director of the publicity department of the Yunnan provincial Party committee, first started the trend for government officials to use micro blogs.

Wu, who is known for his innovation in trying to change the traditional image of the government's publicity departments, set up his own micro blog to better communicate with the public. Sensitive social issues, including the topic of forced demolitions, are all included in his micro blog, which have led to heated discussions among netizens.

Wu said on his micro blog that he believes micro-blogging is like a social university where people could learn, share and think together.

"Micro-blogging has become a trend in recent years, which is a new form of communication between the public and the government, as well as a great channel to collect public thoughts," said Zhou Baohua, a professor in media research at Fudan University.

"We must appreciate the positive effects achieved by the government by building various channels to deliver information to the public, although there is still much room for improvement," he said.

"The government also needs to remember that micro-blogging is not the only platform that can be used to communicate with the public. The best way is to combine it with other platforms such as a government website," Zhou said.

Due to its popularity with the great majority of Chinese netizens, micro-blogging has also been instrumental in helping with police crackdowns in criminal cases. A major case was solved with the help of forwarding and exchanging messages through micro-blogging last month in Xiamen, Fujian province.

Xiamen police released information of a murder case including details of the victim's pictures and asked for netizens' help to provide clues. It received more than 3,000 feedback messages and was forwarded 10,000 times. The case was solved six days later with clues from the public.

According to online records, dozens of local police had opened their official micro blogs in 2010, including in Beijing, and in provinces such as Shandong, Jiangsu and Fujian.

"In general, it is the fastest and most cost-effective way to bridge information between the government and the public," Zhou said. "I believe it will become one of the most commonly used methods in the future."

(Source: China Daily)


7 things Sina Microblog (Weibo) has that Twitter doesn’t

Sina Microblog – better known in China as Weibo (pronounced ‘way-bore’) – is establishing itself as the leading Chinese microblog platform. According to Sina’s CEO, Weibo had more than 5 million users in early March 2010.

While Weibo is essentially the same concept as Twitter, there are a few differences:

1) Blog-like comments. Unlike Twitter’s ‘replies’, Weibo’s comments do not appear independently in the feed; instead, they are listed under the entry, more like a traditional blog. All discussion around a single Weibo entry, therefore, can be seen easily in one place.

2) Focus on verified accounts. Although Twitter now has now brought them in, verified accounts are a much bigger deal in Weibo; they are given out far more readily, to all kinds of celebrities and brands, and a pretty “v” appears by every verified user’s Weibo entry. With 1,259,038 fans, Yao Chen, a young actress, is the most popular ‘Weiborer’:

3) The backing of a Chinese giant. Sina is better known in China for its blogging platform, which is one of the most widely read in the world. This not only connects Weibo to a huge user base and content source, years of self-censoring experience have earned Weibo acceptance from the government. For these reasons and more, Weibo is in a very strong position in China.

4) Embedded picture & video attachments. By clicking on thumbnails that can be easily added to any Weibo entry, pictures or video can be viewed without leaving the page. This is this handy for the user and provides opportunities for marketing, as brands can more easily associate visuals with entries. The following screenshots show an embedded video before it is clicked:

And after it has been clicked:

5) Stringent self-censorship. Unlike Twitter, users risk having entries deleted by Weibo, without explanation, if they contain anything deemed politically sensitive.

6) A comprehensive portal page. Weibo’s portal page features far more than Twitter’s, with extensive lists including rankings for individual entry, topic, and user popularity.

7) An ‘eager’ automatic URL shortener. Enter any ‘http://…’ address — regardless of length — and it will be shortened to something like http://sinaurl.cn/kljlkj. While often handy, this will frustrate anyone that needs to make it clear to users exactly what link they’re following.

For more detail, read an article by Sinobytes; for context, read a ‘Chinese Microblog Roundup’ by East-West-Connect; and for more Webb in China stuff on Weibo, click here.


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26/10/2008 free counters

Partidarios y detractores de Wikileaks inician la primera 'ciberguerra de la información'


Anonymous

Miembros de Anonymous con máscaras de Guy Fawkes. (Vincent Diamante)

Anonymous
Miembros de Anonymous con máscaras de Guy Fawkes. (Vincent Diamante)
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El portal de filtraciones Wikileaks ha acaparado en los últimos meses la atención mediática internacional, primero por la publicación de documentos sobre la guerra sucia en Irak y Afganistan y después por la difusión masiva de más de 250.000 cables diplomáticos de Estados Unidos. Por otro lado, el fundador de la página web, Julian Assange, se ha visto involucrado en dos acusaciones por delitos sexuales que muchos. el primero él, califican de campaña de desprestigio. Hace unos días, Assange fue detenido en Reino Unido.

De este modo, Wikileaks y Assange se han convertido en el nucleo de una guerra, desarrollada sobre todo a través de Internet, entre sus partidarios y sus detractores. Entre los detractores se encuentran diversas naciones y empresas que se han posicionado claramente en contra de Wikileaks, muchas de ellas presionadas por Estados Unidos, como es el caso de Amazon o PayPal. A favor destaca el papel de Anonymous, un grupo ciberactivista que ha cerrado filas en torno al fundador de Wikileaks y lleva varios días realizando ciberataques contra algunos importantes miembros del bando contrario.

Aquí es donde ha surgido la polémica: ¿los ciberactivistas son internautas solidarios o vándalos de la Red? Los foros y redes sociales se han convertido en el lugar ideal para debatir sobre el tema. ¿Dónde está la línea que separa la legalidad del delito?, ¿hasta qué punto el bloqueo de una página web es una forma de manifestación lícita?

Los responsables de los ataques de Anonymous

¿Son hackers?
En principio no. Los hackers son personas apasionadas por la seguridad informática, por la programación, por el diseño de aplicaciones, por las entrañas de Internet... Puede que entre los miembros más activos de Anonymous se encuentren algunos hackers, pero el sistema utilizado para bloquear las páginas web requiere la colaboración de multitud de individuos, miles o incluso millones de internautas convencionales unidos por una misma causa. El sistema empleado por Anonymous es el ataque de denegación de servicios (DoS), que consiste en provocar un aumento del tráfico de una página web para provocar su saturación y hacerla inaccesible.

¿Son crackers?
No. Los crackers son hackers criminales (a menudo se les suele denominar simplemente hackers, algo que ofende a los hackers no delincuentes). Los ataques de denegación de servicio no son algo ilegal, tan sólo son muchas personas tratando de acceder a una web al mismo tiempo. "Es una forma de manifestación diferente a lo que estamos acostumbrados. Además, no es delito, no se utilizan códigos maliciosos ni es hackeo. Tan sólo consiste en que mucha gente intente acceder al mismo tiempo a una páginaweb. Es algo lícito", explicaba Emilio Castellote, experto en seguridad de PandaLabs a 20minutos.es.

¿Son colaboradores de Julian Assange?
No. En un manifiesto, el grupo Anonymous afirma no tener ninguna relación con el sitio web ni su autor, pero le apoyan porque ambos defienden los mismos principios: la transparencia y la anticensura. "Aunque no estamos afiliados con Wikileaks, luchamos por las mismas razones. Queremos transparencia y atacamos la censura. No podemos permitir que esto pase", explicaba el grupo.

¿Son ciberactivistas?
Sí. "Estamos en todas partes. somos todos. Somos Anonymous (anónimos)", decía uno de los miembros en una entrevista concedida a The Economist. Los responsables de los ataques son miles de internautas anónimos de todo el mundo unidos por una misma causa, personas que creen en la necesidad de la existencia de Wikileaks y que se han unido bajo la bandera de Anonymous para hacer fuerza. Su campo de batalla y sus armas son la misma cosa: Internet. Los foros, los chats, Facebook o Twitter son los medios que les sirven para coordinarse y una sencilla aplicación gratuita es la que amplifica su poder.

¿Son hacktivistas?
En este punto es donde comienzan las dudas, donde se inicia el debate. El hacktivismo es la protesta activa realizada mediante herramientas digitales para defender una idología u opinión determinada. ¿El uso de la aplicación de Anonymous no convierte entonces a los ciberactivistas en hacktivistas? Serían usuarios de Internet convencionales haciendo uso de herramientas propias de hacker.

Los medios usados no siempre están permitidos por la legislación de los distintos países

Según Juan Santana, de Panda Security, lo que está claro es que no estamos ante ningún delito: "En este tipo de acciones (a diferencia de aquellas iniciadas por ciberdelincuentes), no se busca ningún beneficio más que la de reivindicar unos derechos que consideran lícitos y dar a conocer una posición o protestar por lo que se considera injusto. En este sentido, es importante distinguir entre unos ataques y otros".

Sin embargo, Santana admite que "los medios usados no siempre están permitidos por la legislación de los distintos países, pero sí está claro que la legislación en este ámbito, como en muchos otros, va por detrás de la realidad y se hace necesario una revisión profunda de los derechos y obligaciones de los usuarios en un mundo que va mucho más deprisa de lo que las instituciones legislativas pueden seguir (y de lo que algunas empresas querrían…)".

El hacktivismo puede ser "una forma políticamente constructiva de desobediencia civil anarquista o un gesto anti-sistema indefinido" según quién utilice el término. De hecho, la postura crítica contra este movimiento considera que los ataques DoS son un ataque a la libertad de expresión, que tiene consecuencias indeseadas como la pérdida de recursos y que, al final, no sirve para conseguir nada.

El inicio de una ciberguerra

"La primera guerra de la información ha empezado. Envía por Twitter y coloca esto en cualquier lugar", proclamaba uno de los ciberactivistas unidos por la llamada Operation: Payback (Operación Venganza), reconvertida temporalmente en Operation Avenge Assange (Operación Vengar a Assange) como señal de apoyo a Wikileaks y su fundador, detenido el 7 de diciembre.

Ataques realizados

La web de PayPal cayó, y también su blog, por retirar las donaciones a Wikileaks. El portal de Internet del banco postal suizo, PostFinance, también quedó offline después de que la entidad cerrase el lunes la cuenta de Assange. La web de la Fiscalía sueca se vino abajo por pedir al Reino Unido la extradición de Assange. También se 'tumbaron' con éxito las webs de los abogados de Anna Ardin y Sofia Wilen, las dos mujeres cuyas acusaciones motivaron la detención de Assange.

Sarah Palin se ha convertido en "víctima" de Anonymous por calificar a Assange de "agente antiamericano"

Las dos últimas empresas afectadas fueron Mastercard y Visa, atacadas por anunciar el bloqueo de los pagos que se canalicen hacia WikiLeaks. También Sarah Palin se ha convertido en "víctima" por calificar a Assange de "agente antiamericano". Pero se planean más ataques. Se ha barajado la posibilidad de bloquear la web del medio de comunicación estadounidense Fox News e incluso Twitter. "Las webs que están cediendo a las presiones de los gobiernos se han convertido en otros tantos blancos", afirmaba un miembro del grupo ciberactivista Anonymous en declaraciones a la BBC.

Ataques recibidos

Los ataques se están realizando contra empresas y grupos que se han posicionado claramente en contra de Wikileaks como contra aquellos a los que se considera responsables de los ciberataques contra Anonymous. Los atacantes también están siendo atacados. De hecho, la página web del grupo, que tan sólo se usa para publicar mensajes informativos de las acciones tomadas, lleva caída ya varios días y las comunicaciones se canalizan sobre todo a través de Twitter y de su blog.

Por su parte, la polémica web creada por Julian Assange va saltando de unos servidores a otros, ubicados en puntos de todo el globo, intentando esquivar el continuo ciberacoso al que se está viendo sometida. El mejor sistema de defensa que ha encontrado Wikileaks ha sido clonarse en 507 sitios de la Red "para hacer imposible" que el material que posee "sea retirado totalmente de Internet".

Los ataques y contraataques se están produciendo en todas direcciones. En otras ocasiones se han llevado a cabo fuertes ciberprotestas por muy diversos motivos, como cuando se bloquearon las webs de la SGAE, Promusicae y el Ministerio de Cultura a modo de reivindicación de los programas de intercambio P2P.

El primer movimiento hacktivista está fechado en 1989, cuando se introdujo un gusano antinuclear en varios superordenadores estadounidenses. Otros ejemplos destacados de ciberactivismo fueron la huelga dirigida contra los ordenadores del Gobierno de Francia en 1995 o la más reciente lucha contra la Cienciología, que sufrió continuos ataques de denegación de servicio durante una semana de enero de 2008. Sin embargo, nunca se había producido una protesta tan globalizada, que afectase a tantos actores y en tantas partes del mundo y que además tuviese un cibercontraataque también de gran magnitud. La "ciberguerra" parece un hecho.

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26/10/2008 free counters

#YOUTUBE : Up, Up and Away - Long videos for more users


Thursday, December 9, 2010


Your creativity isn’t bound by a time limit, so why should your video uploads be? Back in July we raised the upload limit to 15 minutes for all users. Starting today, we’ll begin allowing selected users with a history of complying with the YouTube Community Guidelines and our copyright rules to upload videos that are longer than 15 minutes.

So go find that movie you wrote and filmed last year and share it with the world! Or upload your son’s championship high school basketball game or the insightful lecture you just gave on the emerging economics of green tech. As long as it’s your original content, it’s fair game regardless of length.

This launch has been made possible in part by the continued advances in our state-of-the-art Content ID system, as well as our other powerful tools for copyright owners. Over 1000 global partners use Content ID to manage their content on YouTube, including every major U.S. movie studio and music label. We remain as dedicated as ever to building and improving the most sophisticated technology in the world to help copyright owners protect their rights.

Just click the “Upload” button at the top of the site to see if your account qualifies. And remember, if you’re uploading a video that was previously rejected for being too long, go into “My Videos” and delete the old video before uploading it again.

Joshua Siegel, Product Manager, and Doug Mayle, Software Engineer, Upload, recently watched "The Muppets: Beaker's Ballad".





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