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domingo, 30 de maio de 2010

Turkey sweeps Cuba at int'l women's volleyball tournament

LUOHE, Henan Province, May 30 (Xinhua) -- Turkey beat Cuba in straight sets here on Sunday for its first victory at the 2010 China International Women's Volleyball Tournament.

Ozsoy Neriman scored 12 points and Toksoy Bahar added 10 to lead the Turkish women, 3-2 losers to China on Saturday, to the 25-19, 25-22 and 26-24 win in 78 minutes.

Turkey started strongly in the first match of the day, jumping to an 8-2 lead at the first technical time-out thanks to a couple of Cuban mistakes and a pair of aces of Toksoy Bahar.

The inexperienced Cuban girls, who have an average age of 20.4 years old, struggled with poor receiving. Opon Kenia Carcaces pulled them within 17-14 with a smash and a smart dink, only to find Turkey surge away on a 3-0 run capped by consecutive aces of Erdem Eda and hold on to take the opener.

Trailing 8-3 and 16-10 in the first and second technical time-outs of the second set, Cuba used a 5-1 run to cut it to 17-15. Later on, a smash of backup spiker Abel Ana Yilian Cleger and a team block against Darnel Neslihan made it one point game, but Ozsoy Neriman came up with a fine shot to give Turkey the set point before Toksoy Bahar converted on it with an ace.

In the third set, Turkey was leading 22-16 before Cuba staged an 8-2 run to level it at 24-all. However, a serving mistake of Simon Liannes Castaneda and a spiking error from Abel Ana Yilian Cleger awarded the match to Turkey.

Turkey finished with 13 aces, compared with only one for Cuba.

"I am very satisfied with our serving, we made some trouble for their receiving system," said Turkey's Italian head coach Alessandro Chiappini. "And I am happy that we fight in difficult moments."

"But we have to improve our blocking and I hope we can play better in the next game," he added.

Cuba, who gave away a total of 26 points on errors in its second loss in two days, was led by Carcaces's 13 points.

Later on Sunday, China will play Dominican Republic in the Luohe Sports Center.



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26/10/2008 free counters

Governo Lula triplica gastos com patrocínio esportivo


Amanda Costa
Do Contas Abertas

A quatro anos da Copa do Mundo e a seis das Olimpíadas, o esporte nunca esteve tão em evidência no país. O novo momento tem despertado maior interesse pelo esporte de setores públicos e empresariais, pela visibilidade que proporciona aos patrocinadores. Desde 2003, primeiro ano de governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os números do investimento em esporte triplicaram, passando de R$ 61,1 milhões para R$ 198,3 milhões em 2009. O levantamento diz respeito aos patrocínios aprovados pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom) e compreende todos os órgãos e entidades do Poder Executivo, inclusive as empresas estatais (veja tabela).

Em sete anos de gestão Lula, quase R$ 1 bilhão foi liberado para apoio a projetos de prática desportiva. O patrocínio inclui diversas modalidades praticadas no ar, na água e na terra, como paraquedismo, ultraleve, canoagem, iatismo, natação, surf, fórmula 1, rally, corrida, ciclismo, futebol, capoeira, rodeio, jogos indígenas, basquete, boliche, ginástica olímpica, tênis, vôlei, xadrez, entre outros.

Contudo, não há detalhes sobre quais eventos específicos foram patrocinados, já que não existem números de patrocínio por segmento. Segundo a Secom, que coordena o Comitê de Patrocínio do governo federal, “as empresas estatais podem patrocinar eventos de qualquer natureza”. No entanto, todas as propostas de patrocínios realizadas por órgãos ou entidades do Poder Executivo Federal precisam ser analisadas e aprovadas pela Secretaria de Comunicação.

A ideia de oferecer patrocínios esportivos, segundo a Secom, é beneficiar o eixo educacional, praticado em sistemas de ensino; e o de participação, que tende a contribuir para a integração dos participantes na vida social. Ainda contempla o desporto de rendimento, cuja finalidade, além da obtenção de resultados, é integrar pessoas e comunidades do país com outras nações, sendo de modo profissional e não-profissional.

O patrocínio esportivo só perde, em volume de recursos, para a área cultural. As ações que obtiveram recursos incentivados pela Lei Rouanet somaram R$ 5,3 bilhões no período de 2003 a 2009. Segundo levantamento do Ministério da Cultura, somente as estatais Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES), Banco da Amazônia, Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Caixa, Eletrobras, Correios e Petrobras investiram em cultura, no mesmo período, mais de R$ 2 bilhões.

Em maio de 2009, foi publicada a Instrução Normativa 01, que disciplina e orienta os órgãos na concessão de patrocínios. As diretrizes da instrução, segundo a Secom, pautaram-se na democratização com igualdade de oportunidade nos projetos aprovados, na regionalização, ou seja, na descentralização dos recursos, na transparência, com a adoção de critérios e mecanismos de seleção pública para escolha de projetos e, também, na troca de experiências e de melhores práticas.

Patrocínio: uma conta de R$ 909 milhões

O governo federal investiu R$ 909,6 milhões em patrocínios em 2009 . Considerando os últimos sete anos de gestão petista, já foram R$ 6,1 bilhões liberados, em valores corrigidos pelo IPCA, para este fim. O ano em que mais houve liberação de recursos foi em 2006, época de eleições presenciais. Naquele ano, R$ 1,1 bilhão foi autorizado para patrocínios em 8.356 projetos de diversas áreas.


Se por um lado no intervalo de sete anos os valores destinados a patrocínio tiveram acréscimo considerável, o mesmo não ocorreu no número de projetos patrocinados. Em órbita crescente até 2007, a quantidade foi reduzida em 2.042 entre 2007 e 2008 e em menos 2.854 entre 2008 e 2009. A Secom atribui queda à Instrução Normativa 01, que dispensou as empresas de encaminhar à Secretaria de Comunicação planilhas de valor inferior a R$ 10 mil.

No ano passado, a região Sudeste permaneceu no topo da lista no que diz respeito ao volume de recursos repassados à área de patrocínio. Foram R$ 353 milhões dirigidos à região para ser aplicados em fóruns, seminários, congressos, feiras e exposições. Segundo a Secom, o volume maior se justifica por conta da “sua importância mercadológica”. Outros projetos patrocinados pelo governo foram destinados às regiões Centro-Oeste (R$ 72,2 milhões), Nordeste (R$ 110,8 milhões), Norte (R$ 28,7 milhões) e Sul (R$ 67,5 milhões). As iniciativas que abrangeram mais de uma região, ou seja, que foram realizadas em conjunto, somaram, no ano passado, R$ 154,8 milhões. Já os projetos realizados no exterior representaram R$ 7 milhões.



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26/10/2008 free counters

Programa Professor Digital já financiou a compra de mais de 10 mil notebooks



Foto destaque
  • Assinatura de contrato para financiamento pode ser feita até 9 de julho

Em apenas oito dias, o Banrisul financiou a compra de 10.771 notebooks para os funcionários públicos estaduais da área da educação que aderiram ao Programa Professor Digital, do Governo do Estado. Docentes ativos e inativos e servidores de escolas da rede estadual de ensino e professores em exercício na Universidade Estadual do RS (Uergs), que desejam contratar o financiamento, devem se dirigir a uma agência do Banrisul.

O programa permite a compra de um notebook fornecido pelas cinco empresas vencedoras do pregão eletrônico realizado pelo Executivo. Pelas condições do programa, cada professor poderá financiar um equipamento. A adesão, com a assinatura do contrato de financiamento, deve ser feita até o dia 9 de julho de 2010, data-limite definida pela Secretaria Estadual da Educação para que os professores adquiram o computador. As informações sobre os modelos dos equipamentos estão no site www.professor.rs.gov.br.

As operações de crédito já estão pré-aprovadas aos clientes sem impedimentos operacionais e com margem consignável disponível. O banco financia 100% do valor do produto, com prazo para pagamento de 24 ou 36 meses e parcela mensal a partir de R$ 34,89. O processo de liberação do crédito é ágil, seguro e desburocratizado, facilitando a compra do equipamento.



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26/10/2008 free counters

Venezuela no puede dejar morir a Franklin Brito



Mayo 29, 2010

ND.- La Mesa de la Unidad, en voz de Ramón Guillermo Aveledo, condenó el mal trato ocurrido en el traslado de Franklin Brito a Cuidados Intensivos del Hospital Militar. Aveledo hizo un llamado a la sensibilidad humana de los funcionarios, a la responsabilidad de las autoridades y a la solidaridad de todos los venezolanos. “Venezuela no pude dejar morir a Franklin Brito”, concluyó el comunicado.



Así lo reseña El Universal:

El agravamiento de la salud del productor rural Franklin Brito es un llamado a nuestras conciencias y a nuestros corazones. Hay profundos motivos de humanidad para no ser indiferentes ante este drama que puede convertirse en tragedia, expresó Ramón Guillermo Aveledo, secretario ejecutivo de la Mesa de Unidad Democrática, a través de un comunicado, ante el violento traslado de Franklin Brito a la Unidad de Cuidados Intensivos del Hospital Militar, ayer en horas de la noche, según lo denunció su hija.

Franklin Brito, se encuentra en huelga de hambre por un tiempo muy prolongado, presentando un reclamo concreto de cuya justicia está persuadido el país, acompañado con devoción por su familia, la solución al caso de Brito no puede ser dejarlo morir. Sentenció Aveledo.

“La Mesa de la Unidad Democrática no quiere ver en este caso una oportunidad política para atacar al gobierno. Discrepamos, desde luego, del modo cómo el gobierno ha actuado en esta situación, así como de su política hacia la propiedad rural. Pero esto va mucho más allá. Señaló el Secretario Ejecutivo de la Mesa de Unidad Democrática”, señala el comunicado.

La situación por la que atraviesa Franklin Brito, compatriota que ha sido capaz de someterse a un largo sacrificio para defender sus derechos y los de su familia, es una posibilidad de demostrar el sentido humanitario que siempre nos ha caracterizado a todos los venezolanos.

Aveledo hizo un llamado a la sensibilidad humana de los funcionarios, a la responsabilidad de las autoridades y a la solidaridad de todos los venezolanos. “Venezuela no pude dejar morir a Franklin Brito”, advirtió


Comunicado Franklin Brito Hoy 29 de Mayo

Mayo 29, 2010

ND.- Como nos lo hace saber uno de nuestros foristas, en comunicación teléfonica a las 9:45AM, Franklin Brito manifestó lo siguiente desde la terapia Intensiva del Hospital Militar:

“Aproximadamente a las 9:30pm de la noche de ayer un grupo de militares, médicos y enfermeros, me tomaron con violencia y me sedaron. Cuando me desperté aproximadamente a las 4 am, estaba en Terapia Intensiva, y procedí a quitarme todos los aparatos y sondas que me habían puesto, declarándome en HUELGA DE SED. Me he negado a recibir tratamiento médico o monitoreo alguno. Hasta los momentos los médicos han respetado mi decisión.


Estoy seguro que si me dejan morir, mi muerte demostrará fehacientemente que el PRESIDENTE HUGO CHÁVEZ es un asesino y un corrupto. Porque a él nada le quita aclarar los actos de corrupción que se cometieron ya que él públicamente mandó a resolver los problemas de mi fundo. Yo no pido nada más que se le dé soporte legal a todo lo que ellos me dieron y a todo lo que ellos se comprometieron. No creo que les cueste nada hacerlo.

¿Que si voy a llegar a morir por esta causa? Si mi muerte contribuye a demostrar que el Presidente Chávez es un asesino y un corrupto, estoy dispuesto a morir.

Para mí al igual que LIU XIAOBO, “LOS SERES HUMANOS NO NACEN NI ESCLAVOS NI DESIGUALES, LA ESCLAVITUD Y LA DESIGUALDAD EN TODO EL MUNDO NO SE DEBEN A GOBERNANTES MUY PODEROSOS NI IMPONENTES, SINO A QUE LOS GOBERNADOS SE RINDEN.’’

Franklin Brito y su familia no nos rendiremos jamás.”


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26/10/2008 free counters

Hugo Chávez y la justicia del horror



Mayo 30, 2010

No hay alternativa: o nos liberamos cuanto antes o veremos a nuestros hijos y nietos sometidos a la justicia del horror.

A la jueza María Lourdes Afiuni

Bien haría Luisa Estela Morales, bien harían los jueces de esta etapa sórdida y tenebrosa de la (in)justicia en Venezuela – una década de postración y sometimiento de nuestra más sagrada institución a los designios de un teniente coronel hasta convertirse en su brutal instrumento de persecución y castigo – en reflexionar sobre el futuro que les espera en una Venezuela liberada. Un futuro inexorable, cada día más cercano. Y cuya primera tarea será volver a poner la justicia sobre sus pies. Y vendarle los ojos.

Es en la perversión de la justicia en donde más ha avanzado la imposición de un régimen castro comunista en Venezuela, (in)justicia sólo comparable con la imperante bajo el régimen cubano. Cuenta Armando Valladares, que pasara 22 años encarcelado en Cuba por el “delito” de no aceptar declararse comunista, que de nada valían pruebas, testigos, testimonios, proceso y recusaciones: “Ningún tribunal en un régimen de derecho me hubiese podido condenar. No hubo un solo testigo que me acusara, no hubo quien me señalara. Sin una sola prueba fui condenado por la equivocada convicción de la Policía Política. No fue mi caso una excepción. Otro de los más conocidos fue el del doctor Rivera Caro, abogado. No ha olvidado nunca las palabras del interrogador de la Policía Política, Ildefonso Canales, que visiblemente enojado por no lograr arrancar ni con torturas una confesión al detenido, le dijo claramente:
-¿Sabe usted qué es lo que lo pierde? Su mentalidad de abogado. Usted está contemplando su situación con mentalidad de abogado, y se equivoca. Mire, lo que usted declare en el juicio no importa; las pruebas que usted pueda aportar tampoco importan; lo que diga su abogado, lo que alegue o proponga, no importa; lo que diga el fiscal y las pruebas que presente, no importa; lo que piense el presidente del tribunal tampoco importa. Aquí lo único que importa es lo que diga el G-2.”.

Pudo haber sido más explícito y decir sin ambages: “aquí, en Cuba, lo único que importa es lo que diga Fidel”. Y punto. Perfecta ecuación de poder supremo = juez supremo, impuesta por Adolf Hitler, su arquetipo, cuando declarase, bajo el aplauso universal de la justicia del horror y un sesudo ensayo de Carl Schmitt, su jurisprudente, que el juez supremo de Alemania era él, y más nadie. Lo demostró ordenando asesinar a todo el alto mando de las SA, las tropas de asalto que le sirvieran para sembrar el terror y alfombrarle de cadáveres su ascenso al poder. No tuvo otra explicación para aclarar su decisión de sentenciarlos a muerte y cumplir la condena en aquella terrorífica noche de los cuchillos largos. Lo demostró en el caso más espantoso de genocidio debido a su infinita maldad, el asesinato de más de seis millones de judíos.

El caso de los comisarios, el caso de los policías sentenciados a 30 años de cárcel a pesar de las pruebas, los alegatos, los testimonios que demostraron fehacientemente su inocencia se corresponde exactamente a la afirmación de Ildefonso Canales. En ese “juicio” no importó nada, salvo la decisión de Hugo Chávez de condenarlos para torcer la verdad de la historia, sentar un precedente e imponer, mediante el terror de estado, el amedrentamiento. A ese caso, tan emblemático como el de mantener encarcelado durante cinco años a Francisco Usón, uno de los más excelsos oficiales de nuestras fuerzas armadas que se atreviera a opinar como experto en un asunto que acarreó el asesinato de dos soldados y la eterna incógnita acerca de los culpables; el caso Richard Blanco y el de la jueza Afiuni; de Eligio Cedeño, de Raúl Isaías Baduel, de Leocenis García, el reciente de Oswaldo Álvarez Paz y de cientos de otros, torturados psicológicamente y corporalmente mediante medidas de horror judicial, demuestran que el comunismo ha puesto pie en Venezuela de la mano de un oficial de las fuerzas armadas. No hay alternativa: o nos liberamos cuanto antes o veremos a nuestros hijos y nietos sometidos a la justicia del horror.



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26/10/2008 free counters

Agnelo Queiroz é acusado de receber R$ 256 mil desviados de ministério


Golpes, ONGs e a mala de dinheiro
Agnelo Queiroz, candidato do PT ao governo de Brasília, é acusado de receber R$ 256 mil desviados de programa do Ministério do Esporte
murilo ramos e marcelo rocha

O ex-ministro do Esporte e candidato do PT ao governo do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, terá um caminho duro até as eleições de outubro. Um obstáculo difícil será superar o adversário Joaquim Roriz (PSC), político popular que ficou quase 14 anos no poder e está na dianteira das pesquisas eleitorais realizadas até agora. Antes, porém, Agnelo terá de se defender de denúncias que o relacionam a desvios de verbas do Segundo Tempo, principal programa do Ministério do Esporte no governo Lula.

Uma investigação deflagrada pela Polícia Civil do Distrito Federal no início de abril, batizada de Operação Shaolin, prendeu cinco pessoas, apreendeu documentos e colheu depoimentos sobre o destino de quase R$ 3 milhões repassados pelo ministério a duas associações de kung fu de Brasília. O relatório final da operação compromete Agnelo com um golpe milionário e sugere o envio das informações ao Ministério Público Federal (MPF) para que a investigação seja aprofundada. Os desdobramentos do caso dirão se o ex-ministro terá condições de se livrar das graves acusações ou se ele aumentará a lista dos políticos de Brasília flagrados com a mão no dinheiro público.

Rafael Neddemermeyer
ACUSAÇÃO
No inquérito, o delegado afirma que Agnelo “teria se valido da condição de ex-ministro” para ser favorecido pelo esquema de corrupção. Agnelo nega

ÉPOCA teve acesso ao relatório da Polícia Civil. “Os indícios preliminares colhidos sugerem que Agnelo Queiroz teria se valido de sua condição de ex-ministro do Esporte para se beneficiar de um suposto esquema de desvio de recursos pertencentes a associações que receberam verbas do programa Segundo Tempo”, afirma, no documento, Giancarlos Zuliani Junior, o delegado responsável pela investigação. A origem das irregularidades foi o repasse de R$ 2,9 milhões para a Federação Brasiliense de Kung Fu (Febrak) e para a Associação João Dias de Kung Fu. O maior convênio, de R$ 2 milhões, foi assinado em 2005 pelo então secretário executivo da pasta e atual ministro, Orlando Silva, com a Febrak. A federação teria de desenvolver atividades desportivas com 10 mil alunos da rede pública de ensino enquanto não estavam em sala de aula. O segundo convênio, de R$ 920 mil, foi firmado com a associação em 2006, quando Agnelo não era mais ministro do Esporte. Segundo a polícia, as associações, presididas pelo policial militar, professor de kung fu e suplente de deputado distrital João Dias (PCdoB), se apropriaram de R$ 2 milhões dos convênios sem prestar os serviços combinados.

A investigação sustenta que as ONGs de Dias forjavam a compra de materiais que seriam usados durante as atividades com as crianças, tais como quimonos, jogos de xadrez, damas, varetas e alimentos. As associações teriam atuado em conluio com empresas que forneciam notas fiscais frias para driblar a fiscalização do ministério.

reprodução/Revista Época

De acordo com a apuração da polícia, empresas de fachada cobravam 17% do valor das notas para emitir os papéis frios, sacar os recursos depositados pelas associações em suas contas e devolver o dinheiro para as ONGs de João Dias. Os investigadores afirmam que Dias desviou recursos para a compra de uma casa avaliada em R$ 850 mil para construir duas academias de ginástica e financiar sua campanha para deputado distrital em 2006.

Fernando  Soutello
O INÍCIO
Então secretário, o atual ministro Orlando Silva assinou com João Dias o contrato com a Febrak. Segundo uma testemunha, desse convênio teriam saído R$ 256 mil para Agnelo

Uma testemunha disse ao delegado Giancarlos Zuliani que sacou entre os dias 7 e 8 de agosto de 2007 o equivalente a R$ 335 mil em uma agência do Banco de Brasília, o BRB. Essa testemunha não será identificada na reportagem porque, segundo um envolvido nas investigações, ela ainda não está sob proteção da polícia. A mesma testemunha disse que colocou R$ 256 mil numa mochila e seguiu até a cidade-satélite de Sobradinho, acompanhada de Eduardo Pereira Tomaz, principal assessor de João Dias nos projetos do Segundo Tempo. Chegando ao local indicado, o estacionamento de uma concessionária de motos, um Honda Civic de cor preta, diz a testemunha, estacionou ao lado do carro onde estava com Eduardo. Eduardo, prossegue o relato, entregou a mochila com o dinheiro ao passageiro do carro preto.

A testemunha diz ter identificado o homem que pegou a mochila. “O local onde ocorreu a suposta entrega possuía boa iluminação, razão pela qual o declarante pode afirmar com convicção que Agnelo Queiroz foi a pessoa que recebeu a mochila contendo R$ 256 mil”, diz o relatório da polícia. O depoimento fornece detalhes do encontro em Sobradinho. O ex-ministro teria despejado o dinheiro no chão do carro para conferir os valores e, ao final, tirado R$ 1.000 e dado como gorjeta para Eduardo e para a testemunha.

reprodução/Revista Época

Eduardo e João Dias foram presos temporariamente durante a Operação Shaolin. Um manuscrito encontrado na casa de Dias chamou a atenção dos policiais. Trata-se de um bilhete que relaciona o número “300.000” ao nome “Agnelo”. O papel foi submetido a perícia, que identificou João Dias como o autor do manuscrito. Gravações telefônicas autorizadas pela 3ª Vara Criminal de Brasília, segundo os investigadores, interceptaram ligações realizadas por Ana Paula Oliveira, mulher de Dias, para Agnelo Queiroz na manhã de 5 de abril, logo após a prisão de João Dias Ferreira. De acordo com a investigação, Ana Paula tentou falar três vezes com Agnelo para “solicitar a indicação de um advogado para defender seu marido na situação relacionada ao Segundo Tempo”. Em outro momento, segundo a polícia, Dias quis auxílio de Agnelo para se defender em uma ação civil pública promovida pelo Ministério Público Federal.

Adriano  Machado
O IMÓVEL
A casa de João Dias em um condomínio nos arredores de Brasília. Dias comprou-a enquanto recebia dinheiro do Ministério do Esporte

A polícia indiciou sete pessoas, entre elas João Dias e Eduardo Pereira Tomaz. Além de sugerir o envio das informações para o MPF, Zuliani pede que seja feito um rastreamento dos telefones celulares usados por Agnelo e pelos outros envolvidos na suposta entrega de dinheiro em Sobradinho. Propõe, também, que sejam pedidos os extratos telefônicos que contêm as chamadas geradas e recebidas pelas linhas usadas pelos suspeitos, inclusive Agnelo.

Agnelo nega ter recebido dinheiro proveniente das associações ligadas a João Dias. Diz não ter havido o encontro em Sobradinho descrito pela testemunha e ataca os investigadores. “Esse é um inquérito ilegal e clandestino, arquitetado por uma facção da Polícia Civil do Distrito Federal que estava sob o comando dos meus adversários e que tinha na linha de frente o ex-governador José Roberto Arruda”, afirma. “Esse dossiê, travestido de relatório final de um inquérito, produzido por um grupo da Polícia Civil do Distrito Federal que não tem competência legal para fazê-lo, está sendo usado por meus adversários políticos do momento para tentar equiparar a minha biografia ao prontuário policial deles.” Indagado sobre sua relação com João Dias, Agnelo afirma que foram “correligionários” no PCdoB na eleição de 2006, mas nega que tenha recebido pedido para ajudá-lo na defesa contra a denúncia do MP. “A investigação obedeceu a todas as condições técnicas e foi concluída”, afirma o diretor da Polícia Civil do Distrito Federal, Pedro Cardoso. “O relatório foi encaminhado pelo delegado constituído para a Justiça.”

reprodução/Revista Época

João Dias nega o envio de pacotes de dinheiro para Agnelo. “Não existe possibilidade de qualquer tipo de benefício direto ou indireto ao ex-ministro Agnelo. Nunca houve nenhum tipo de ajuda financeira”, disse Dias a ÉPOCA. Dias afirma que não escreveu o bilhete e se compromete a fazer novos exames grafotécnicos para provar que a letra não é dele. De acordo com o Ministério do Esporte, os convênios com as associações de kung fu foram firmados obedecendo a critérios técnicos. O ministério diz que o dinheiro desviado, avaliado em R$ 4 milhões em valores atuais, foi cobrado dos representantes das ONGs. Eduardo Tomaz nega o encontro de Sobradinho e a entrega do dinheiro relatada pela testemunha no inquérito.

Diz uma lei não escrita, estabelecida há meses na política do Distrito Federal, que não vence as eleições quem tiver mais votos, mas quem conseguir sobreviver a denúncias de corrupção. Para Agnelo, o maior desafio agora não é enfrentar uma disputa com Roriz, mas provar que as acusações contra ele são inconsistentes.



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26/10/2008 free counters

Jacques Cousteau's Grandson Takes 'Nightmare' Dive Into Oil Spill

(May 27) -- The Gulf oil spill's toll on the environment remains difficult to quantify at this time, but a new video of a journey into the dark heart of the spill taken by Philippe Cousteau Jr., grandson of legendary undersea explorer Jacques Cousteau, reveals a "nightmarish" scene.



Cousteau was investigating whether Corexit, the environmentally-tenuous chemical dispersant that BP has been spraying into the Atlantic since the spill began is "breaking down the oil or if the byproduct they are forming is causing more damage to see life." ABC Good Morning America reporter Sam Champion, who was along for the ride, was shocked and appalled at what he found.

"The entire water column is thick with this oil and chemical dispersant mix and it's absolutely disgusting," said Champion, "I think that this has got to be one of the most horrible things I've ever seen underwater."

The display, Cousteau said, was but "a snapshot of what's happening in the Gulf. This is a nightmare, this is nightmare."

Cousteau also told Champion that what frightened him the most was that volume of the oil spill dispersant mix was unprecedented, thus it is impossible to predict its side effects.

Nalco, the company that manufactures Corexit, today released additional technical information about the product, saying it "is a simple blend of six well-established, safe ingredients that biodegrade, do not bioaccumulate and are commonly found in popular household products," according to Marketwatch.

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26/10/2008 free counters

Obama Memorial Day Wreath-Laying Need Not be at Arlington Cemetery

Carl M. Cannon
Senior Washington Correspondent

The news that some conservative critics were exacting their pound of flesh from a Democratic president for not laying a wreath this year at Arlington National Cemetery certainly was a reach, especially after the White House revealed that Vice President Joe Biden was going to Arlington -- and that the commander-in-chief would pay his respects at Abraham Lincoln National Cemetery in Elwood, Ill.
The Lincoln cemetery, located 50 miles southwest of Chicago, was not one of the original 14 designated by Congress in 1862 and signed into law by President Lincoln himself – but neither was Arlington, which was then the recently evacuated home of Robert E. Lee. In the vicinity of the capital, Congress designated three sites: The Soldiers Home in Washington, where Lincoln spent his wartime summers, and cemeteries in Alexandria, Va., and Annapolis, Md. As those sites filled up in 1864, the government looked at the 1,100-acre Arlington estate, and began to use that land to bury the Union dead.
The sprawling Lee estate on the hill overlooking Washington had been inherited by Lee's wife, Mary Anna Randolph Custis, a great-granddaughter of Martha Washington. At great cost to himself and his country, Lee had ignored President Washington's famous exhortation to his countrymen to keep their nation together and had commanded the rebel Army of Northern Virgina. To some Union officers, Lee's land seemed a fitting resting place for their dead -- a grim rebuke, as it were, to their former comrade -- while to others it was only a temporary, emergency measure. It's forgotten, now, but after the Civil War ended, some 300,000 Union war dead were located and re-interned in cemeteries closer to their families, including some of those buried at Arlington.
Any notion that this cemetery is somehow more sacred than the others is not only absurd; it is on its face ahistorical. The idea that a president is required to lay a wreath there on Memorial Day also has no valid traditional basis. As recently as 1993, a U.S. president left office without having done so once. His name is George H.W. Bush, and his patriotism and his bravery in wartime are beyond question.
The summer after the Japanese bombed Pearl Harbor, then 17-year-old George Bush was in the graduating class at Phillips Academy in Andover, Mass. Secretary of War Henry Stimson delivered the commencement address at Andover in 1942 and urged the graduating class to go to college instead of enlisting. It was to be a long war, Stimson told the boys, and their country would need seasoned and educated officers.
"George, did the Secretary say anything to change your mind?" Prescott Bush asked his son nervously afterward.
"No, sir," young Bush said over his shoulder. "I'm going in."
And so he did, joining the U.S. Navy, becoming the youngest American aviator in the Pacific theater and winning the Navy's Distinguished Flying Cross for completing his mission after his plane was hit by enemy fire, killing two of his crew members, and dropping Bush into the Pacific Ocean.
This nation's passion for Arlington National Cemetery came when another World War II naval hero-turned president was buried there amid sadness and shock in 1963. John F. Kennedy's funeral was watched by millions of Americans, many of them his "Greatest Generation" cohorts, who decided that Arlington was a fitting resting place for them, as well. It's a beautiful and consecrated ground, but this nation's heroes are numerous -- too numerous to ever fit in a single graveyard.
It has always been thus, and we can grieve for the families of those who were lost, even while appreciating that we live in a country where so many of our citizens raise their hands in wartime and say, "I'm going in." Wherever they are buried is consecrated ground, whether it's one of the 133 national cemeteries or a private resting place known mainly to the family and friends of the fallen. It's their presence that consecrates the ground.
The hallowed ground in Elwood, Ill., serves as a reminder of that truth. It was designated as a national cemetery in 1999, but even before that, it was a burial ground for some of Illinois' best and bravest sons. In Section One, grave number 1613, lie the remains of 1st Sgt. Theodore Hyatt of the 127th Illinois Infantry, who died in May 1863 at the Battle of Vicksburg, and for his gallantry as a member of a "volunteer storming party" was awarded the Medal of Honor.
Michael Pearson is buried in Elwood, too. He was an Army private known in his suburban Chicago hometown for his musical talent. He played piano, was a virtuoso at guitar improvisation, wrote songs, revered Jimi Hendrix, and hoped to someday be a music teacher. Instead, he was killed in last November's massacre at Fort Hood before ever leaving for Afghanistan. He was 21 years old.
Albert D. Ware, a 27-year-old infantryman did make it to Afghanistan -- twice, in fact -- but he didn't make it back home. He joined the service after 9/11 to do his part. His father, Thomas, recalls being afraid for his only son, but proud of him. Last December, Albert's mother, Anna, answered a knock at the door to find uniformed officers bearing the worst news a mother can hear. Her son, who died in combat when his Humvee was blown up, also left behind a wife and three children. Albert Ware is also buried at Elwood, the place his commander-in-chief is to visit Monday.


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26/10/2008 free counters

Obama vows to pursue any means to stop oil spill into Gulf of Mexico



U.S. President Barack Obama talks to the media as he surveys the damage along the Louisiana coastline at Fourchon Beach caused after a BP oil line ruptured in the Gulf of Mexico, May 28, 2010. (Xinhua/Reuters Photo)

WASHINGTON, May 29 (Xinhua) -- U.S. President Barack Obama vowed to pursue any "responsible means" to stop oil spill into the Gulf of Mexico on Saturday, after energy company BP announced its latest effort to stop the spill has failed.

In a statement issued minutes after the BP announcement, Obama admitted that "Top kill" approach attempt, which was designed to stop the flow of oil and gas, has failed. "While we initially received optimistic reports about the procedure, it is now clear that it has not worked."

BP executive Doug Suttles told reporters Saturday evening that three attempts to put mud and 16 tries to stuff solid material into a breached well failed to stop the flow, and that the company would try sending a submarine robot to cap the damaged pipe.

Obama, who was briefed on the BP ongoing efforts to stop the oil spill, told his people that the new approach "is not without risk and has never been attempted before at this depth," and would take several days.

"We will continue to pursue any and all responsible means of stopping this leak until the completion of the two relief wells currently being drilled," said the president.


NASA MODIS satellite image, taken May 23, 2010, of the Gulf of Mexico shows the extent of the oil released from the Deepwater Horizon spill. The oil can be seen as a sheen on the water surface. BP was weighing whether to stick with the tricky "top kill" maneuver or try something else to plug the gushing well that has caused the worst oil spill in U.S. history, its chief operating officer Doug Suttles said on May 29, 2010. (Xinhua/Reuters Photo)

"We will not relent until this leak is contained, until the waters and shores are cleaned up, and until the people unjustly victimized by this manmade disaster are made whole," he added.

A BP-operated oil well, which is located at about 64 kilometers southeast of Louisiana coast, exploded on April 20, killing 11 workers and causing a massive ongoing oil spill into the Gulf of Mexico.

The oil spill, which is believed the largest offshore spill in U.S. history, has caused severe environmental degradation in surrounding waters and coastlines, and "an assault on the people of the Gulf Coast region, their livelihood."



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Produtor de 'Indiana Jones' é preso no Sri Lanka por posse de explosivos

Um parente de Ratnam disse ao 'Daily Mirror' que o material foi 'colocado' em uma casa do diretor em que ele não morava há um ano


NOVA DELI - O Sri Lanka prendeu neste domingo, 30, sob a acusação de possuir explosivos, um cineasta veterano do país que foi produtor de "Indiana Jones e o Templo da Perdição" (1984), informa o jornal "Daily Mirror".

O diretor e produtor Chandran Ratnam, de pai tâmil e mãe cingalesa, foi detido pela Polícia em Mirihana, perto da capital Colombo, supostamente por guardar material explosivo e detonadores em casa.

Um parente de Ratnam, que deve comparecer amanhã a um tribunal, disse ao "Daily Mirror" que o material foi "colocado" em uma casa do diretor em que ele não morava há um ano.

Já o site "Lanka Truth" disse se tratar de uma prisão política instigada por atores de cinema governistas. Segundo o veículo, os explosivos seriam usados em uma cena de seu próximo filme.

Ratnam participou de muitas criações estrangeiras, como o segundo filme da saga "Indiana Jones", dirigido por Steven Spielberg e no qual foi supervisor de produção.

Os tâmeis, de língua homônima e religião hindu, convivem no Sri Lanka com a etnia majoritária, a cingalesa, que professa o budismo.

O Exército do Sri Lanka derrotou em maio de 2009 os rebeldes tâmeis, que tinham iniciado uma revolta armada em 1983 para reivindicar um Estado independente no norte e no leste do país, áreas em que são predominantes.



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