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segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Família brasileira decide manter disputa por garoto


Rio - Ao contrário do que afirmou na antevéspera do Natal, de que a família brasileira do menino S., de 9 anos, iria parar de brigar por sua permanência no Brasil, o advogado Sérgio Tostes divulgou nota à imprensa no fim desta tarde dizendo que a entrega de S. ao pai americano David Goldman "não encerra o processo judicial".

Tostes informou que vai entrar no Superior Tribunal de Justiça (STJ) recorrendo da decisão do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (RJ e ES) que determinou a entrega de S. ao pai. "Caso os tribunais superiores venham a modificar a decisão do TRF-2, a família confia em que serão tomadas pelas autoridades brasileiras todas as medidas para que haja o retorno imediato de S. ao Brasil", diz a nota.

O advogado aguarda ainda o exame do Supremo Tribunal Federal (STF) do mérito do pedido impetrado em nome da avó do menino, Silvana Bianchi, para que ele seja ouvido em juízo. "Caso a decisão seja proferida conforme o pedido da avó, uma Carta Rogatória será enviada aos Estados Unidos, local onde S. se encontra presentemente, para que ele seja ouvido em Juízo".

Na terça-feira passada o presidente do STF, ministro Gilmar Mendes, concedeu liminar cassando a concedida pelo ministro Marco Aurélio Mello que suspendia a determinação do TRF. Com isso, o menino foi entregue ao pai.

Em entrevista à imprensa concedida logo após a entrega, Tostes havia afirmado que "a família decidiu que a agonia iria acabar" e que estava "deixando claro que as armas estavam depositadas".










LAST






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26/10/2008 free counters

Niño de lucha por custodia aún no dice "papá" a progenitor EEUU






NUEVA YORK (Reuters) - El niño de 9 años que se reunió con su padre estadounidense tras una extensa batalla por su custodia en Brasil aún no lo llama "papá", pero el padre dijo el lunes que planea compensar el tiempo perdido.


Sean Goldman volvió a Estados Unidos con su padre, David Goldman, en vísperas de Navidad después de que la familia brasileña de la fallecida madre del menor perdió la disputa legal para quedarse con él.

El caso puso a prueba las relaciones entre Estados Unidos y Brasil y por un breve período amenazó con interrumpir miles de millones de dólares de beneficios para el país sudamericano a partir de un acuerdo comercial.

La familia brasileña entregó al muchacho al consulado estadounidense en Río de Janeiro el jueves, cumpliendo con fallos de cortes brasileñas.

"En verdad no me ha llamado de ninguna forma", dijo David Goldman al programa "Today" de la cadena NBC. "Y creo que está luchando con eso. Le dije 'puedes llamarme papá'. Y él no dio nada", afirmó Goldman.

"Me perdí cinco años, años preciosos, de la vida de mi hijo. Esa es una gran cicatriz. Pero ahora estamos juntos. Y vamos a sanar. Y vamos a disfrutar y a vivir y a amar y a compartir y a llorar y a reír y a aprender como padre e hijo", añadió.

NBC alquiló un avión para llevar a los Goldman de vuelta a Estados Unidos y ha tenido acceso exclusivo a padre e hijo, que han permanecido en Orlando, Florida.

David Goldman había luchado desde el 2004 para volver con su hijo a su hogar en Nueva Jersey. Ese año, la que entonces era su esposa y madre de Sean, Bruna Bianchi, llevó al niño nacido en Estados Unidos a Brasil, desde donde ella era originaria, y posteriormente si divorció del estadounidense.

Bianchi falleció el año pasado al dar a luz a una niña, pero su segundo esposo y su familia trataron de quedarse con la custodia del menor.

Goldman afirmó que permitirá que la abuela materna de Sean ejerza sus derechos de visita.

La entrega del niño en el consulado estadounidense fue caótica. El menor se veía asustado y se aferraba a su padrastro, cubriendo de las cámaras su rostro lleno de lágrimas, mientras ambos se abrían paso entre una multitud de reporteros.

"Espero que no tenga pesadillas de por vida de ese día", afirmó Goldman.

"Mi corazón se ha estado rompiendo una y otra vez por esta terrible experiencia. Nunca los entenderé. Nunca", remarcó Goldman.

(Reporte de Daniel Trotta. Editado en español por Juana Casas)

"O que estão fazendo com Sean é desumano"

Diante da indecisão sobre a guarda de Sean Goldman, Silvana Bianchi, a avó brasileira do menino, conta ao site de Marie Claire que o neto não quer ir para os Estados Unidos

POR FERNANDA CIRENZA, especial para Marie Claire Online







Silvana Bianchi e Sean, em foto feita para reportagem especial de Marie Claire que trouxe depoimento das duas avós do menino

Silvana Bianchi, a avó brasileira de Sean Goldman, de 9 anos, disse que é "desumano" todo o processo que envolve a disputa pela guarda de seu neto.


Marie Claire vêm acompanhando o caso desde abril deste ano (leia mais aqui), quando publicou uma reportagem especial contendo cartas das duas avós do menino.

Na última terça-feira, uma decisão da Justiça Federal determinava que Sean fosse devolvido ao pai, o americano David Goldman. Mas o ministro Marco Aurélio Mello, do STF (Supremo Tribunal Federal) concedeu limiar suspendendo a decisão. Até 10 de junho, o minsitro deve submeter a sua liminar ao plenário da Suprema Corte.

'DAVID ESTÁ FAZENDO O FILHO SOFRER'

Sem definição de com quem Sean vai ficar, a família brasileira está em estado de absoluta apreensão. A avó Silvana, que cuida do menino desde a morte da mãe dele, afirmou em entrevista por telefone que seu neto não quer ir 'de jeito nenhum' para os Estados Unidos. Ela contou que David Goldman está no Rio de Janeiro, onde Sean mora, e tem feito visitas regulares ao filho.

'Sean recebe o pai muito bem, mas está apreensivo com a possibilidade de ser arrancado de seu núcleo familiar. David está fazendo o filho sofrer.' Sean Goldman se tornou alvo de disputa entre David e a família de Bruna Bianchi, a mãe do menino que morreu durante o parto de sua segunda filha, em 2008. Atualmente, quem detém a guarda de Sean é o advogado João Paulo Lins e Silva, seu padrasto.


Como vive Sean Bianchi Goldman
ÉPOCA visitou o menino pivô de uma disputa judicial entre Brasil e Estados Unidos, que pode envolver até Lula e Barack Obama
REDAÇÃO ÉPOCA
Confira a seguir um trecho dessa reportagem que pode ser lida na íntegra na edição da revista Época de 7/março/2009.

Assinantes têm acesso à íntegra no Saiba mais no final da página.

Álbum de família
BRASILEIRO
Sean posa com uma réplica da taça da Copa do Mundo, com o padrasto e a mãe, em foto da época do mundial de futebol de 2006

Sean Bianchi é um menino bonito, esperto e amoroso, com quase nove anos de idade e dupla nacionalidade: brasileira e americana. Nasceu em Nova Jersey, EUA, mas vive desde os quatro anos no Rio de Janeiro. Não desgruda da nonna (avó, em italiano), anda enganchado nela. Ambos são bronzeados, de cabelos e olhos castanhos. Orgulha-se de ser craque no basquete e "bamba" em Matemática e redação. Não gosta de estudar História. Quando consegue ficar parado, tem mania de mexer nas medalhinhas de seu cordão: uma tem a imagem de Iemanjá; outra, a inscrição Agnus Dei ("cordeiro de Deus" em latim); a terceira, um trevo de quatro folhas; e a maior, fina e delicada, o rosto da mãe.

Sean perdeu a mãe tragicamente, em agosto do ano passado: Bruna, estilista carioca, morreu aos 33 anos, ao dar à luz Chiara. Desde então, Sean consulta uma psicóloga uma vez por semana. Vive em um apartamento de 250 metros quadrados em um condomínio de luxo no Jardim Botânico, junto à Lagoa, no Rio de Janeiro, com varandão, plantas, obras de arte e tapetes antigos. Mora com uma grande família: os avós maternos, Silvana e Raimundo, um tio que é quase um irmão mais velho, Luca Bianchi – ator, surfista e peso-pena faixa-preta de jiu-jitsu. Divide o quarto com o padrasto, a quem chama de pai, João Paulo Lins e Silva. Na verdade, Sean começa seu sono toda noite na cama de casal da avó, e depois João Paulo o encaminha, quase sonâmbulo, para o quarto colorido, com painéis de elefantes e outros bichos na parede. Não dá mais para carregá-lo nos braços, como antes. Jogos medievais no computador e vários esportes, conjugados com o surfe de fim de semana na Praia Rasa em Búzios, compõem a vida de Sean. Além das broncas que leva quando deixa roupas no chão do quarto, Sean é acompanhado nos deveres de casa por uma família que diz querer, acima de tudo, seu bem-estar. Tem sorte. É evidente, para quem passa o dia na casa, que ele se sente amparado mas não mimado, e que preferiria continuar anônimo. Até a mãe morrer, ele era apenas "Shan", "Sam", "Shon", um garoto popular entre os amigos, mas com nome esquisito.

Se tivesse de superar apenas a perda prematura da mãe, Sean Richard Bianchi Carneiro Ribeiro Goldman (seu nome completo) seria um menino privilegiado. Mas ele está no centro de uma disputa judicial rancorosa entre duas famílias – e entre dois países, o Brasil e os Estados Unidos. Uma briga que transcendeu as paredes do lar e se tornou um imbróglio diplomático, um circo internacional, com o rosto de Sean e imagens de seu passado estampados na internet pelo pai biológico, o ex-modelo David Goldman, hoje sócio de uma empresa náutica que organiza passeios.

A família de Sean no Rio só abriu a casa com exclusividade para a ÉPOCA depois de muito relutar, porque o caso adquiriu dimensões políticas e de mídia lá fora. E porque, segundo a versão do padrasto, dos avós e do tio de Sean, o pai biológico, David Goldman, se empenhou, desde a morte de Bruna, numa "campanha de calúnias" contra a família brasileira.

À reportagem de ÉPOCA, a família disse que Bruna não premeditou a vinda definitiva dela para o Brasil. Em férias, no Rio de Janeiro, com o filho, em 2004, ela teria se dado conta de que era tão infeliz no casamento que não adiantava voltar para Nova Jersey. O casamento teria desmoronado, segundo Bruna, por um conjunto de razões: o sexo tinha praticamente acabado, era ela quem sustentava a casa, trabalhava demais, não tinha como crescer profissionalmente, se sentia sozinha. E também porque as brigas eram constantes com o marido - de acordo com o relato de Bruna aos parentes, ele às vezes esmurrava móveis e paredes. Por tudo isso, Bruna teria telefonado pedindo o divórcio. Ela teria pedido também a Goldman que viesse ao Brasil para que discutissem e chegassem a um acordo amigável sobre Sean.

Depois da separação do casal, Goldman abriu um processo contra a ex-mulher e os ex-sogros por sequestro e violação da Convenção de Haia – que dispõe sobre as crianças levadas de um país para outro. Durante quatro anos, o pai biológico abriu mão de ver o filho para sustentar suas acusações. A família brasileira afirma que se ofereceu para pagar a vinda de Goldman ao Brasil para visitar o filho. Segundo a família, essa nunca foi uma opção para Goldman. O pai seguiu a orientação de seus advogados de nunca visitar ou ver o filho, porque sua denúncia de sequestro seria enfraquecida e poderia ser contestada juridicamente. E assim foi por mais de quatro anos. Apenas depois da morte da mãe de Sean, no ano passado, Goldman decidiu ver Sean. E teria aparecido na porta do condomínio onde o filho vive, em companhia de agentes da Polícia Federal brasileira, funcionários do consulado americano e uma equipe da rede de televisão americana NBC. Os policiais revistaram o apartamento mas o menino não foi encontrado. Passava o feriado em Angra dos Reis com o padrasto e amigos. Mas no mês passado, Goldman e Sean se encontraram por dois dias seguidos, com o consentimento do padrasto e dos avós maternos.

Segundo a versão da família brasileira, o pai biológico de Sean teria pedido US$ 500 mil (R$ 1,2 milhão) – o que Goldman nega – para tirar o nome dos avós como "co-autores" do sequestro do menino. O acordo acabou sendo fechado em US$ 150 mil (R$ 360 mil).

O que diz o pai, David Goldman
| 1 | O casamento ia bem, o sexo era regular e ele mantinha o trabalho de modelo
| 2 | O pai até hoje não entende a razão de Bruna ter deixado os Estados Unidos com seu filho
| 3 | A família brasileira impede que o pai veja o filho
| 4 | Bruna e Sean – nascido nos Estados Unidos – viviam bem e ele queria que voltassem ao país
| 5 | Os US$ 150 mil que recebeu fazem parte de acordo judicial para retirar o nome dos ex-sogros do processo

O que diz a família da mãe, Bruna
| 1 | O relacionamento ruiu quando Sean nasceu, o sexo minguou e ela sustentava a casa
| 2 | Bruna não premeditou ficar no Brasil e somente conheceu João Paulo seis meses depois da separação
| 3 | A mãe e os avós maternos de Sean nunca receberam nenhum pedido de David para visitar a criança
| 4 | A vida de Bruna e Sean – com dupla nacionalidade – seria melhor no Rio de Janeiro
| 5 | Goldman explora a imagem da criança e teria pedido US$ 500 mil da família para retirar os avós do processo

A família brasileira afirma que David Goldman falsificou a assinatura de Bruna em alguns cheques que ela deixou nos Estados Unidos. Nas imagens, à esquerda, a letra da brasileira segundo a família; à direita, a supostamente falsa.

 Reprodução


  • larissa | RJ / Rio de Janeiro | 16/03/2009 11:24
    O pai deixou de visitar o filho nesse fim de semana
    O pai deixou de visitar o filho esse fim de semana Está no Globo de hoje: David Goldman deixou de estar com o filho sábado à tarde, e domingo o dia inteiro, dias em que tinha autorização para tanto. Sequer telefonou, quem ligou para dar o recado foi o Consulado!! Ele pode até ter tido motivos justos para isso... mas, se os tinha, devia ao menos ter falado com o filho. E o Sean, aliás? E se ele tiver ficado esperando o pai biológico? E se ele tinha alguma expectativa neste sentido? A máscara do pai biológico está, definitivamente, começando a cair... se ele esperou tanto e queria tanto estar com o filho, por que despediçar dois dias que poderia estar com ele? Será que ele tinha alguma entrevista ou evento marcado para esse dia? Não sei...mas que é estranho e contraditório, é.

  • Theka Lindner | RJ / Rio de Janeiro | 16/03/2009 05:34
    SOBRE O CASO SEAN...
    Sra. Marciolina, sua opiniao eh um verdadeiro disparate. Quer dizer que considera que o pai biologico tem todo o direito de levar o menino, "INDEPENDENTE DO BEM ESTAR DA CRIANCA? E o padastro que passou metade da vida do Sean, participando, dando amor, orientando e cuidando, nao tem nada a ver com ele? Francamente, minha senhora. Quanto ao Adolfo, de Sao Paulo, tem vergonha de ser brasileiro mas, deve ser por ele mesmo, hahahaha... Porque ninguem entendeu o motivo. O que o senhor queria? Que a familia muito "civilizadamente" dissesse Amen ao americano? E, como se nao bastassem os dois primeiros, vem uma terceira leitora fazer comparacoes descabiveis com a sua vidinha... Eh claro que o Sean eh americano. Se nao fosse, nao estariamos nessa polemica. O que qualquer pessoa de senso espera eh que a Justica Brasileira nao se deixe intimidar, como sempre ocorre e, nao permita que uma crianca seja usada, nem sequer por um pai que, mesmo tendo nascido no Primeiro Mundo, tem todo o perfil de picareta, disposto a tirar o maximo proveito economico do proprio filho.

  • marcionila | PR / Marilena | 16/03/2009 00:06
    Caso Sean
    Na minha opinião o Sean deve voltar para o pai biologico, independente do bem estar da criança,o filho é de David, nada melhor para cuidar da criança do que o pai legítimo, o filho é dela,o que o padrasto tem que impor, brigar por uma coisa que não é dele.



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26/10/2008 free counters

Argentina celebró primera boda gay de América Latina (contrayentes)

BUENOS AIRES (AFP) - Alex Freyre y José María Di Bello se casaron este lunes en un registro civil de la ciudad de Usuahia (3.500 km al sur de Buenos Aires) y se transformaron en los primeros protagonistas de una boda gay en Argentina y en América latina, confirmó la pareja a la prensa


Hoy nos casamos en Usuahia", reveló Freyre en comunicación telefónica desde la ciudad austral, al canal Todo Noticias de Buenos Aires.

Freyre y Di Bello habían intentado casarse el pasado 1 de diciembre, tras obtener una autorización para el enlace, pero cuando todo estaba preparado en un registro civil porteño una controversia judicial impidió el trámite.








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26/10/2008 free counters

Danny Glover quer interpretar pai de Lázaro Ramos em filme


Mônica Bergamo:

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da Folha Online

O ator Danny Glover telefonou à equipe portuguesa do longa "O Grande Klapy", uma coprodução entre Brasil, Portugal e Angola, para pedir um papel: quer ocupar a vaga de pai do personagem de Lázaro Ramos no filme.

A informação é da coluna da jornalista Mônica Bergamo, publicada na Folha desta segunda-feira (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).

O ator brasileiro será um angolano "bon vivant" que tem relações com revolucionários de seu país.


Gerald Herbert/AP
O ator Danny Glover quer interpretar o pai de Lázaro Ramos no filme "O Grande Klapy"
O ator Danny Glover quer interpretar o pai de Lázaro Ramos no filme "O Grande Klapy"

A Angola colonial, aliás, será reconstituída num set em João Pessoa, na Paraíba. As filmagens começam em março em Portugal e continuam em junho no Brasil, com direção do angolano Zezé Gamboa.







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26/10/2008 free counters

David Goldman is seeking custody of his son Sean who is living in Brazil with his stepfather, after the death of his mother. Harry Smith spoke exclusi

David Goldman is seeking custody of his son Sean who is living in Brazil with his stepfather, after the death of his mother. Harry Smith spoke exclusively with Sean's grandmother and step-father

http://www.youtube.com/watch?v=FaEyxbujFXM







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26/10/2008 free counters

PAI BRASILEIRO TENTA REVER FILHA QUE A MÃE LEVOU PARA PORTUGAL








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26/10/2008 free counters

Sean voltou aos EUA por vontade própria, diz pai americano

FAKE

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SÉRGIO DÁVILA
da Folha de S.Paulo, em Washington

O menino Sean mudou-se para os EUA por vontade própria. Quem diz isso é o pai, David Goldman, segundo trechos da entrevista que ele deu com exclusividade à NBC, a primeira desde a reunião dos dois. Parte da conversa vai ao ar hoje no programa de variedades "Today", às 7h locais (10h de Brasília), e parte no "Dateline" de 8 de janeiro, em especial de duas horas sobre o caso.


"Ele veio por conta própria", disse o norte-americano à apresentadora Meredith Vieira. "E ele está aqui agora, com seus primos. Eles estão se divertindo." A emissora não revela onde foi feita a entrevista, provavelmente a pedido do pai, mas especula-se que os dois passaram o Natal em Orlando, na Flórida, e só embarquem nesta semana para a casa dos Goldman em Tinton Falls, no Estado de Nova Jersey.

Mais adiante, David reforça o ponto de que o garoto não foi forçado a nada, embora a passagem de custódia da família materna para o pai tenha sido resultado de uma decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal, na quinta, depois de longa disputa judicial. "Sean nunca disse: "Eu não quero ir com você, eu não quero ficar com você". Ele não resistiu nada", afirma David. "Ao mesmo tempo, estava sofrendo muito. O que viveu é incomensurável", afirmou o pai.

O americano voltou a criticar as circunstâncias da entrega do menino no Consulado dos EUA no Rio, ocorrida na manhã do dia 24 último. Em meio a tumulto por conta do assédio da imprensa. David Goldman acredita que a entrega tenha sido feita em público como retaliação, o que a família materna nega. "Espero que ele não tenha pesadelos pelo resto da vida por causa daquele dia", disse David Goldman.

"Nunca vou entendê-los [os familiares brasileiros]", diz ele à jornalista, segundo trechos divulgados ontem. "Não acredito que alguém com uma lógica racional e amor verdadeiro possa compreender aquele espetáculo que eles criaram lá." Ao mesmo tempo, ele elogia a ausência de violência no episódio do Consulado do Rio.

Ontem, em entrevista ao "Fantástico", da Rede Globo, o padrasto João Paulo Lins e Silva disse nunca ter negado acesso do pai biológico à criança e que espera poder rever o enteado nos EUA, o que disse ter certeza de que será "dificultado".











'Não temos nenhuma estratégia jurídica', diz Silvia Bianchi, que afirma ter escrito carta sem resposta a Lula

Pedro Dantas - O Estado de S. Paulo



Tio e avó de Sean se emocionam em coletiva

Marcos de Paula/AE

Tio e avó de Sean se emocionam em coletiva
RIO - Os avós de Sean pedirão auxílio à Embaixada Brasileira nos Estados Unidos para visitar o menino de 9 anos levado pelo pai David Goldman, após viver cinco anos no país depois de uma intensa batalha judicial. Desde que a criança embarcou, levando dois celulares, eles não têm contato com o neto. "Queremos a ajuda do governo brasileiro. Não temos nenhuma estratégia jurídica. Quero apenas ver o meu neto. Escrevi uma carta ao presidente Lula e até hoje não obtive resposta. Queria que ele me dissesse onde estão os direitos humanos no Brasil", afirmou Silvana Bianchi, avó de Sean.



Veja também:

linkEstados Unidos pedem a volta de 28 crianças



Nesta sexta-feira, 25, Silvana revelou as últimas horas de Sean no país desde a decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, na terça-feira à noite até a entrega do menino ao pai na quinta-feira no Consulado dos Estados Unidos, no Centro do Rio.



"Sean sabia de tudo sobre o processo dele. Nós informávamos a ele até porque hoje em dia as crianças têm acesso a Internet. Assim que saiu a decisão do ministro, eu contei a Sean. Ele chorou e me abraçou sempre repetindo que queria ficar", contou Silvana.



Segundo ela, mais calmo, Sean reclamou da decisão. "Primeiro, eu perdi a minha mãe e agora vou perder a minha família inteira", teria dito o menino em referência à morte da mãe, a empresária Bruna Bianchi, após o nascimento da sua segunda filha, Chiara, em agosto do ano passado. "Esta decisão do ministro é desumana. Foi uma covardia separar dois irmãos. Ele trocou o meu neto por um acordo comercial entre os dois países. A criança tinha que ser ouvida. Para que serve o Estatuto da Criança e do Adolescente?", questionou.



De acordo com a avó, após uma noite agitada, Sean chegou ao Consulado dos Estados Unidos com febre. A entrada foi tumultuada devido ao cerco dos jornalistas. Após entrar, muito nervoso, o menino pediu um copo d'água e vomitou em seguida. "Me revolta esta versão de que ele estaria feliz e comeu um hambúrguer com o pai", apontou Silvana referindo-se a narrativa do encontro feita pelo deputado republicano Chris Smith à mídia dos EUA. O político de New Jersey criticou a família brasileira por expor o menino no consulado.



"As ruas de acesso ao consulado estavam fechadas e não fomos convidados a entrar pela garagem como informa a porta-voz do consulado dos EUA. Isto é uma mentira deslavada", declarou o advogado de Silvana, Sérgio Tostes. Assustado, Sean ainda presenciou um bate boca entre o advogado e o deputado norte americano. "Eles impediam que a avó subisse para passar as instruções sobre medicamento e alimentação para David. No entanto, o deputado fazia questão de posar com o menino. Questionei isto e ele disse `você é um sequestrador'. Eu respondi a ele 'você é um mentiroso profissional'", disse Tostes.



A psicóloga do consulado recomendou que o menino subisse rapidamente para encontrar o pai. Após mais negociações, as autoridades norte-americanas concordaram que a avó o acompanhasse e orientasse David sobre as restrições alimentares e medicamentos de Sean.



"Subi ao segundo andar do consulado com Sean. Expliquei a David sobre as alergias e o momento difícil do Sean, que perdeu a mãe há um ano e meio. Beijei meu neto e disse a ele que nossos corações vão estar juntos para sempre e isto ninguém separa, censura ou arranca como fizeram. David foi gentil ao ver o desespero do filho e disse que estava lutando por cinco anos e o trataria muito bem". Segundo ela, o primeiro pedido que Sean fez ao pai foi para que David aprendesse português. O norte-americano teria concordado.




















LAST






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26/10/2008 free counters

LOST












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26/10/2008 free counters

"Ele me chamava de pai", conta padrasto de Sean





O advogado João Paulo Lins e Silva fala pela primeira vez sobre a relação com o menino brasileiro que, por determinação da Justiça, foi devolvido ao pai nos Estados Unidos.

Um pai vitorioso se despede do Brasil. David Goldman leva com ele Sean, após cinco anos de separação.

No Rio de Janeiro, o padrasto de Sean, João Paulo Lins e Silva, fala, com exclusividade, ao Fantástico.

Edney Silvestre - Você é padrasto do Sean, não tem ligação biológica com ele. Por que insistiu em ter a guarda da criança?

João Paulo - Eu convivi com Sean praticamente dos 4 anos até quase 10 anos de idade. Participei da vida do Sean mais que 60% da vida dele. E a relação que eu tinha com ele era uma relação pai e filho.

João Paulo conta que a aproximação com o menino foi cautelosa.

João Paulo - Nós fizemos a coisa muito aos pouquinhos, iniciando muito aos pouquinhos, eu era o amigo da mamãe. Depois isso foi passando aos poucos. Até um dia em que o Sean, no dia 12 de junho, Dia dos Namorados, trouxe o presente para mim. Foi ele quem trouxe e falou “esse aqui é o presente para o namorado da minha mãe”. E me entregou, me deu um abraço e foi a primeira vez em que ele viu um beijo meu com a Bruna. Ele ficou muito feliz, muito emocionado, foi muito bacana. Depois de um tempo ele começou a me chamar de pai. Isso não partiu de mim, partiu dele.

Edney Silvestre- Você, como pai adotado pelo Sean, te ocorria como se sentiria o pai biológico dele?

João Paulo - Eu não entendia efetivamente o porquê dessa distância desse pai biológico com relação ao Sean. Esse pai não ligava, ele ligou duas ou três vezes, e cada vez menos, cada vez menos.

Edney Silvestre- Ele alega o contrário, que tentava e não conseguia.

João Paulo - Isso nunca aconteceu, isso não é verdade. O pai biológico esteve no Brasil umas duas ou três vezes durante o período do processo enquanto a Bruna estava viva. Ele não fez nenhum contato. Soubemos isso pelos advogados. O pedido de visita aconteceu uma vez nesses 5 anos do Sean no Brasil, justamente na semana em que a Bruna faleceu.

Na véspera do Natal, João Paulo entregou Sean no consulado americano, como a Justiça brasileira decidira.

João Paulo - Ele chorava o tempo inteiro. Nos dias anteriores, ele teve muitas dores, muita febre. No dia, ele vomitou dentro do consulado, ele vomitava, ele chorava e olhava pra mim o tempo inteiro e falava "pai, não deixa eu ir, não deixa eu ir, não deixa eu ir". A gente não tinha escolha, então foi muito duro. Passar o Natal sem meu filho, sem a família unida foi muito duro.

O padrasto vai tentar ver Sean nos Estados Unidos. Sabe que não vai ser fácil.

João Paulo – Eu não duvido que vá haver uma forma de evitar e nos bloquear de ter esse contato. Eu não espero nada de diferente. Tomara que isso não aconteça, pelo bem do Sean, que eu tenho certeza absoluta que quer. Foi uma promessa que eu fiz a ele, que ia estar o tempo inteiro visitando, em contato. Vamos ver se isso acontece dessa forma, para o bem dele.

A avó, Silvana Bianchi, vai lutar para ver o neto com esperança de ter Sean perto dela, aqui no Brasil. “O quarto dele vai ficar como está. Até que ele volte. Naturalmente, depois, a gente muda alguma coisa, porque as coisas vão ficando defasadas, roupas vão ficando defasadas, livros vão ficando defasados, a televisão vai ficar defasada, mas depois isso tudo a gente refaz. Mas o lugar dele está sempre lá”, disse a avó.





OS "FRIENDS" DE DAVID COMENTAM :
( SÓ PENSAM NO "COITADO" DO DAVID, QUE ESTÁ LUCRANDO HORRORES COM ESSE DRAMA , DRAMA DE SEAN, QUE NÃO QUERIA IR EMBORA!!!!)



Celita Celita is offline
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Thumbs down Joao Paulo to Fantastico

It's disgustaing to see this step evil saying that Sean called him Dad and Sean was very happy when saw his Mom ( before God take her away) kiss him. He also said Sean gave him a present and said : "this is a present to my Mom boyfriend. They were already "ready" when all the kidnap was planned. The Globo channel in Brazil is the most cheap news: they sell the lies and they hide the truth. Always was like this.This Sunday 27/09
http://fantastico.globo.com/Jornalis...O+DE+SEAN.html
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#2
Unread Today, 01:43 AM
JuliRosi JuliRosi is online now
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Default Re: Joao Paulo to Fantastico

Como se não bastasse tudo o que fizeram contra o David, agora querem impor ir para lá para estragar a adaptação do menino. Pai e filho agora precisam de um tempo só para eles para recuperar o tempo perdido! Parece provocação o JP LeS falar meu filho, ele deveria era ir cuidar da filha dele!
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#3
Unread Today, 02:22 AM
Claudia Machado Claudia Machado is offline
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Posts: 2
Default Re: Joao Paulo to Fantastico

Celita,

I am assuming you are Brazilian or at least know the language. So I will write in Portuguese, please let me know if you require a translation.
Vi a entrevista pela televisao, pra mim nada de novo...Alias passei os ultimos dias pensando neste caso e cheguei a uma conclusao - que alias depois de ler mais de 50 opinioes na net, so encontrei duas que sao iguaizinhas a minha: a 'Driving Force' por tras dessa triste estoria chama-se Dinheiro. Com certeza a Sra. Silvana precisa de ajuda psicologica e talvez ate de cadeia, ela e o tal advogado, mas igualmente culpado e tambem corrupto nessa estoria esta o Sr. Goldman. Ele nao deveria ter aceitado os 150,000USD pra tirar o nome dela do processo. Se ela e a gang dela pode ser chamada de corruptos cheios de $, David tambem faz parte da mesma gang: o que ele quer eh 'cash', afinal o menino ao completar a maior idade deve herdar algum $ da familia da mae - se eh que esse $ existe.
Pra terminar acho que David vai ter que realmente 'lift his backside off the couche and get a decent job' (se ele nao quiser continuar dependendo das migalhas que ele ja recebeu dos Bianchi, caso contrario a solucao pra ele - o que eu acho que vai ser a mais facil e menos 'trabalhosa pra ele' vai ser manter um bom relacionamento com Silvana pra garantir no final do dia ' his ticket meal'. Acho que na America isso tem outro nome. Desejo tudo de bom ao menino e muita Boa Sorte ao Sr. Goldman.


Quote:
Originally Posted by Celita View Post
It's disgustaing to see this step evil saying that Sean called him Dad and Sean was very happy when saw his Mom ( before God take her away) kiss him. He also said Sean gave him a present and said : "this is a present to my Mom boyfriend. They were already "ready" when all the kidnap was planned. The Globo channel in Brazil is the most cheap news: they sell the lies and they hide the truth. Always was like this.This Sunday 27/09
http://fantastico.globo.com/Jornalis...O+DE+SEAN.html

Nadia Nadia is offline
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Exclamation Lins & Silva Interview to Fantastico: "he used to call me dad"

"Ele me chamava de pai", conta padrasto de Sean


O advogado João Paulo Lins e Silva fala pela primeira vez sobre a relação com o menino brasileiro que, por determinação da Justiça, foi devolvido ao pai nos Estados Unidos.

Um pai vitorioso se despede do Brasil. David Goldman leva com ele Sean, após cinco anos de separação.

No Rio de Janeiro, o padrasto de Sean, João Paulo Lins e Silva, fala, com exclusividade, ao Fantástico.

Edney Silvestre - Você é padrasto do Sean, não tem ligação biológica com ele. Por que insistiu em ter a guarda da criança?

João Paulo - Eu convivi com Sean praticamente dos 4 anos até quase 10 anos de idade. Participei da vida do Sean mais que 60% da vida dele. E a relação que eu tinha com ele era uma relação pai e filho.

João Paulo conta que a aproximação com o menino foi cautelosa.

João Paulo - Nós fizemos a coisa muito aos pouquinhos, iniciando muito aos pouquinhos, eu era o amigo da mamãe. Depois isso foi passando aos poucos. Até um dia em que o Sean, no dia 12 de junho, Dia dos Namorados, trouxe o presente para mim. Foi ele quem trouxe e falou “esse aqui é o presente para o namorado da minha mãe”. E me entregou, me deu um abraço e foi a primeira vez em que ele viu um beijo meu com a Bruna. Ele ficou muito feliz, muito emocionado, foi muito bacana. Depois de um tempo ele começou a me chamar de pai. Isso não partiu de mim, partiu dele.

Edney Silvestre- Você, como pai adotado pelo Sean, te ocorria como se sentiria o pai biológico dele?

João Paulo - Eu não entendia efetivamente o porquê dessa distância desse pai biológico com relação ao Sean. Esse pai não ligava, ele ligou duas ou três vezes, e cada vez menos, cada vez menos.

Edney Silvestre- Ele alega o contrário, que tentava e não conseguia.

João Paulo - Isso nunca aconteceu, isso não é verdade. O pai biológico esteve no Brasil umas duas ou três vezes durante o período do processo enquanto a Bruna estava viva. Ele não fez nenhum contato. Soubemos isso pelos advogados. O pedido de visita aconteceu uma vez nesses 5 anos do Sean no Brasil, justamente na semana em que a Bruna faleceu.

Na véspera do Natal, João Paulo entregou Sean no consulado americano, como a Justiça brasileira decidira.

João Paulo - Ele chorava o tempo inteiro. Nos dias anteriores, ele teve muitas dores, muita febre. No dia, ele vomitou dentro do consulado, ele vomitava, ele chorava e olhava pra mim o tempo inteiro e falava "pai, não deixa eu ir, não deixa eu ir, não deixa eu ir". A gente não tinha escolha, então foi muito duro. Passar o Natal sem meu filho, sem a família unida foi muito duro.

O padrasto vai tentar ver Sean nos Estados Unidos. Sabe que não vai ser fácil.

João Paulo – Eu não duvido que vá haver uma forma de evitar e nos bloquear de ter esse contato. Eu não espero nada de diferente. Tomara que isso não aconteça, pelo bem do Sean, que eu tenho certeza absoluta que quer. Foi uma promessa que eu fiz a ele, que ia estar o tempo inteiro visitando, em contato. Vamos ver se isso acontece dessa forma, para o bem dele.

A avó, Silvana Bianchi, vai lutar para ver o neto com esperança de ter Sean perto dela, aqui no Brasil. “O quarto dele vai ficar como está. Até que ele volte. Naturalmente, depois, a gente muda alguma coisa, porque as coisas vão ficando defasadas, roupas vão ficando defasadas, livros vão ficando defasados, a televisão vai ficar defasada, mas depois isso tudo a gente refaz. Mas o lugar dele está sempre lá”, disse a avó.

http://fantastico.globo.com/Jornalis...O+DE+SEAN.html

There's also a video with the interview.
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#2
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Nadia Nadia is offline
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Default Re: Lins & Silva Interview to Fantastico: "he used to call me dad"

Google translation:

"He called me father," said stepfather's lawyer Sean John Paulo Lins e Silva speaks for first time about the relationship with the Brazilian boy who, through determination of Justice, was returned to his father in the United States.

A father says goodbye to the victorious Brazil. David Goldman Sean brings with him after five years of separation. In Rio de Janeiro, the stepfather of Sean John Paulo Lins e Silva, speaks exclusively to the Fantastic. Edney Silvestre - You are Sean's stepfather, has no biological link him. Why insisted on having the custody of the child? John Paul - I lived with Sean for almost 4 years to nearly 10 years of age. Participated in the life of Sean more than 60% of his life. And the relationship I had with him was a father-son relationship. John Paul says that the approach to the boy was cautious. John Paul - We made it very little by little, bit by bit starting too, I was the friend of my mother. After it was going slowly. Until one day when Sean, on June 12, Valentine's Day, brought this to me. It was he who brought and said "this here is the gift for the boyfriend of my mother." And gave me, gave me a hug and was the first time he saw a kiss from me to Bruna. He was very happy, very excited, it was very nice. After a while he began to call me father. This does not come from me, broke it. Edney Silvestre-You, as the adopted father Sean, I happened to feel his biological father? John Paul - I do not really understand why this gap that the biological father in relation to Sean. This father did not care, he called two or three times, and less and less, less and less. Edney Silvestre-He claims to the contrary, I tried and could not. John Paul - That never happened, this is not true. The biological father was in Brazil two or three times during the process while Bruna was alive. He made no contact. We learned this by lawyers. Requests for visits happened once in those 5 years of Sean in Brazil, in the week where Bruna died. On Christmas Eve, Sean John Paul gave at the U.S. Consulate, as the Brazilian court decided. John Paul - he cried all the time whole. In the days before, he had a lot of pain, high fever. On the day he threw up inside the consulate, he vomited, he was crying and looking at me the entire time and spoke "Dad, do not let me go, do not let me go, do not let me go." We had no choice, so it was very hard. Spending Christmas without my son, without the family together was very hard. Stepfather will try to see Sean in the United States. You know that will not be easy. John Paul - I do not doubt that there will be a way to prevent and block to have that contact. I do not expect anything different. Hopefully it does not, for the sake of Sean, I'm absolutely sure you want. It was a promise I made to him, that would be the time visiting, contact. Let's see if it happens that way, for his own good.'s Grandmother, Silvana Bianchi, will fight to see the home with hopes of having Sean around her, here in Brazil. "His room will stay as is. Until he returns. Of course, then we change something, because things are becoming outdated, clothes are becoming outdated, books are becoming outdated, the TV will be outdated, but after all that we remade. But his place is always there, "said the grandmother.
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#3
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malalves malalves is offline
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Default Re: Lins & Silva Interview to Fantastico: "he used to call me dad"

It was a disgusting piece. I wonder if he is in a competition of lies with Tostes...
After the interview they started to present some other cases of Parents that abducted or had their children abducted. A Brazilian woman had her children returned from the US in two months - David fought during five years. This kind of comparison was left to the viewers. There was also a short interview with Luis Inácio Adams from AGU. But Globo will never mend its ways.

Last edited by malalves; Yesterday at 10:02 PM. Reason: typo
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#4
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Grace Grace is offline
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Default Re: Lins & Silva Interview to Fantastico: "he used to call me dad"

Arrgghhh...of course Globo had to give JP face time. Again, he tries to come out as the nice guy who was a loving father to Sean and saying David never tried to call or see his son. He totally ignores the fact he was a co-kidnapper and how the father must have felt (the reporter asked him what did he think David thought of this).

At least Cruella was milder tonight, just saying that Sean's room will stay the same but she will "update" his clothes and TV and books for when he comes back.....
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#5
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gina gina is offline
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Default Re: Lins & Silva Interview to Fantastico: "he used to call me dad"

Did you see how he was sweating during the interview?
I have enjoyed the scene with Sean having fun together with David and his cousins in the hotel in Orlando. Great!!!
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#6
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Lexi Lexi is offline
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Default Re: Lins & Silva Interview to Fantastico: "he used to call me dad"

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Originally Posted by malalves View Post
It was a disgusting piece. I wonder if he is in a competition of lies with Tostes...
After the interview they started to present some other cases of Parents that abducted or had their children abducted. A Brazilian woman had her children returned from the US in two months - David fought during five years. This kind of comparison was left to the viewers. There was also a short interview with Luis Inácio Adams from AGU. But Globo will never mend its ways.
Ouch. I imagine JP is trying to mitigate the reputational fallout from Mendes' decision and trying to save the LeS franchise so it's mighty inconsiderate of Fantastico to follow up with other abduction cases. That suggests to me that perhaps they're not quite as supportive of their version of the truth or uh ..."truthiness" anymore.
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#7
Unread Yesterday, 10:08 PM
FC_Florida FC_Florida is offline
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Originally Posted by Grace View Post
Arrgghhh...of course Globo had to give JP face time. Again, he tries to come out as the nice guy who was a loving father to Sean and saying David never tried to call or see his son. He totally ignores the fact he was a co-kidnapper and how the father must have felt (the reporter asked him what did he think David thought of this).

At least Cruella was milder tonight, just saying that Sean's room will stay the same but she will "update" his clothes and TV and books for when he comes back.....
Exactly. That's what they care about the most, stuff, status...I just mentioned that in another post, which has the Fantastico link interview. Unbelievable, Grace.
__________________
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#8
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Rio Gringa Rio Gringa is offline
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Default Re: Lins & Silva Interview to Fantastico: "he used to call me dad"

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Originally Posted by Lexi View Post
Ouch. I imagine JP is trying to mitigate the reputational fallout from Mendes' decision and trying to save the LeS franchise so it's mighty inconsiderate of Fantastico to follow up with other abduction cases. That suggests to me that perhaps they're not quite as supportive of their version of the truth or uh ..."truthiness" anymore.
I think they're mad about Silvana going over to Record!
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#9
Unread Yesterday, 10:11 PM
Lexi Lexi is offline
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Join Date: Feb 2009
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Default Re: Lins & Silva Interview to Fantastico: "he used to call me dad"

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Originally Posted by Rio Gringa View Post
I think they're mad about Silvana going over to Record!
Good point!
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#10
Unread Yesterday, 10:14 PM
FC_Florida FC_Florida is offline
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Default Re: Lins & Silva Interview to Fantastico: "he used to call me dad"

Isn't Luca "working" in one of Record TV's "novela" ? Maybe that's why. Or they joined Igreja Universal...
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David and Sean in Rio, Feb 2009. The first time they were allowed to meet since 2004!

David and Sean in Rio, Feb 2009. The first time they were allowed to meet since 2004!
Photo by Congressman Chris Smith


avid Goldman has spent over $400,000 over the past five years fighting to bring his son home from Brazil and the costs continue to increase daily. For that reason, we ask you to consider making a donation of any amount to help David in his fight to be reunited with Sean.

Donations will be strictly used to defray expenses relating to Sean Goldman’s abduction and repatriation to the United States.

You do not have to register with PayPal to make a donation. You may use the credit card of your choice or an "eCheck."

Checks and money orders should be made payable to:
THE DAVID AND SEAN FUND
P.O. BOX 612
LINCROFT, NJ 07738


dditionally, donations can be made directly to the Bring Sean Home Foundation (BSHF) which was established in March, 2009. Donations to the BSHF will be used for more general purposes related to raising awareness, preventing future abductions, and assisting the many victims of international parental child abduction.

You do not have to register with PayPal to make a donation. You may use the credit card of your choice or an "eCheck."

Checks and money orders should be made payable to:
Bring Sean Home Foundation
P.O. Box 670
Lincroft, NJ 07738

The Bring Sean Home Foundation, Inc. is incorporated as a New Jersey non-profit organization. Contributions are not currently tax deductible for federal income tax purposes, but we are in the process of completing the application to become a 501(c)(3) organization. Please check this page for updates, and consult your tax advisor with any questions.

E ELE CONTINUA PEDINDO DOAÇÕES


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