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terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

POLITICA


Caricatura para a revista Veja da ministra Dilma Rousseff, que declarou sobre o impacto da crise económica no Brasil : “Nós vamos ter alguns problemas momentâneos, mas temos robustez suficiente para superar essa imensa fase de contágio com uma pequenininha gripe.”


Quem é Cárcamo

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CárcamO
São Paulo, SP, Brazil
Ilustrador chileno (Los Angeles), radicado no Brasil desde 1976, Gonzalo Cárcamo colabora com as principais publicações do país. Já ganhou alguns prêmios por seu trabalho, entre eles os de melhor caricatura nos salões internacionais de Humor do Piauí (1987) e Piracicaba (1988) e o de melhor ilustração de livro infantil (2002, 2004 e 2005). É autor de quatro livros infantis e um de aquarelas sobre Paraty. Para saber mais sobre o artista clique aqui

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26/10/2008 free counters

Líder do DEM: Evento do PAC é palanque de Dilma







Marcela Rocha
Especial para Terra Magazine

A oposição ao governo ingressa nesta quarta-feira, 18, no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com uma ação contra o governo federal. "Qualquer pessoa que vá a um evento do Programa de Aceleração do Crescimento consegue identificar que o fato é uma campanha eleitoral antecipada e não um evento do PAC", justifica o líder do DEM na Câmara, deputado Ronaldo Caiado (GO).



Viagens da ministra para inspeção das obras do Programa causaram frisson na oposição. Sob alegação de que a ministra já iniciou sua campanha eleitoral, DEM e PSDB argumentam que o evento realizado na semana passada, em Brasília, com prefeitos de todo o País, serviu de palanque para a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff.

Cotada para ser a candidata petista nas eleições presidenciais de 2010, Dilma já ganhou do presidente Lula a alcunha de "mãe do PAC". Para Caiado, porém, o Programa não passa de "um artifício montado para alavancar uma candidatura". Explica:

- Não traz investimentos, não tem nada que diferencie do governo anterior, não tem ações de contenção de desemprego.

Questionado sobre a emenda da reeleição no governo FHC, na qual houve apoio do DEM, ex-PFL, o deputado lava as mãos e critica:

- Eu não era deputado à época. Hoje, fazendo uma avaliação, condeno o apoio. Ou melhor, condeno a reeleição e o uso do aparelho estatal para realização de campanhas.

Leia a entrevista com o líder do DEM, Ronaldo Caiado:

Terra Magazine - Por que o DEM quer entrar com essa representação no Tribunal Superior Eleitoral?
Ronaldo Caiado -
Por que isso compete à legislação vigente e ela não pode ser uma para o presidente e outra para a oposição. Portanto esperamos que se façam valer as regras e normas. Eles não podem continuar completamente imunes e nós totalmente bloqueados para qualquer ação político-partidária de campanha.

Qual o critério objetivo que diferencia uma inspeção de obra do PAC e um comício de campanha?
Primeiro a maneira que está sendo apresentada. Todos sabem que ela é a candidata e que esse PAC é um artifício montado para alavancar uma candidatura. Não traz investimentos, não tem nada que diferencie do governo anterior, não tem ações de contenção de desemprego. Mas isto está mais do que claro. Qualquer pessoa que vá a um evento do Programa consegue identificar que o fato é uma campanha eleitoral antecipada e não um evento do PAC. Afinal sabemos que a candidata não tem densidade eleitoral e o presidente resolveu assumir o compromisso de trabalhar para que até o final deste ano ela tenha ao menos 20% de aprovação.

A representação no TSE não pode ser encarada como uma ação tática do DEM, do ponto de vista político?
Somos oposição ao governo e temos a responsabilidade de denunciar isto. Ele não pode acreditar que fará aqui o mesmo que Chávez faz na Venezuela, guardadas as devidas proporções.

Quando o partido apoiou a emenda da reeleição no governo FHC, também não deveria ter sido barrado o uso da máquina pelo presidente e candidato à reeleição?
Eu não era deputado à época. Hoje, fazendo uma avaliação, condeno o apoio. Ou melhor, condeno a reeleição e o uso do aparelho estatal para realização de campanhas.

Terra Magazine





O cérebro do roubo ao cofre

Com passado pouco conhecido,
a ministra envolveu-se em ações
espetaculares da guerrilha

Alexandre Oltramari

Antonio Milena
A ficha nos arquivos militares de Dilma Rousseff, hoje ministra das Minas e Energia: só em 1969, ela organizou três ações de roubo de armamentos em unidades do Exército no Rio de Janeiro

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Notícias diárias sobre o governo Lula
Nesta edição
O que é isso, companheiros?

No atual governo, há dois ex-guerrilheiros com posto de ministro de Estado. Um é o ex-presidente do PT, José Dirceu, ministro da Casa Civil, cuja trajetória política é bastante conhecida. Foi preso pelo regime militar, recebeu treinamento de guerrilha em Cuba e, antes de voltar às escondidas para o Brasil, submeteu-se a uma cirurgia plástica no rosto para despistar a polícia. O outro integrante do primeiro escalão com passagem pela guerrilha contra a ditadura militar é a ministra Dilma Rousseff, das Minas e Energia — mulher de fala pausada, mãos gesticuladoras, olhar austero e passado que poucos conhecem. Até agora, tudo o que se disse a respeito da ministra dava conta apenas de que combatera nas fileiras da Vanguarda Armada Revolucionária Palmares, a VAR-Palmares, um dos principais grupos armados da década de 60. Dilma Rousseff, no entanto, teve uma militância armada muito mais ativa e muito mais importante. Ela, ao contrário de José Dirceu, pegou em armas, foi duramente perseguida, presa e torturada e teve papel relevante numa das ações mais espetaculares da guerrilha urbana no Brasil — o célebre roubo do cofre do governador paulista Adhemar de Barros, que rendeu 2,5 milhões de dólares.

O assalto ao cofre ocorreu na tarde de 18 de julho de 1969, no Rio de Janeiro. Até então, fora "o maior golpe da história do terrorismo mundial", segundo informa o jornalista Elio Gaspari em seu livro A Ditadura Escancarada. Naquela tarde, a bordo de três veículos, um grupo formado por onze homens e duas mulheres, todos da VAR-Palmares, chegou à mansão do irmão de Ana Capriglioni, amante do governador, no bairro de Santa Teresa, no Rio. Quatro guerrilheiros ficaram em frente à casa. Nove entraram, renderam os empregados, cortaram as duas linhas telefônicas e dividiram-se: um grupo ficou vigiando os empregados e outro subiu ao quarto para chegar ao cofre. Pesava 350 quilos. Devia deslizar sobre uma prancha de madeira pela escadaria de mármore, mas acabou rolando escada abaixo. A ação durou 28 minutos e foi coordenada por Dilma Rousseff e Carlos Franklin Paixão de Araújo, que então comandava a guerrilha urbana da VAR-Palmares em todo o país e mais tarde se tornaria pai da única filha de Dilma. O casal planejou, monitorou e coordenou o assalto ao cofre de Adhemar de Barros. Dilma, no entanto, não teve participação física na ação. "Se tivesse tido, não teria nenhum problema em admitir", diz a ministra, com orgulho de seu passado de combatente.

"A Dilma era tão importante que não podia ir para a linha de frente. Ela tinha tanta informação que sua prisão colocaria em risco toda a organização. Era o cérebro da ação", diz o ex-sargento e ex-guerrilheiro Darcy Rodrigues, que adotava o codinome "Leo" e, em outra ação espetacular, ajudou o capitão Carlos Lamarca a roubar uma Kombi carregada de fuzis de dentro de um quartel do Exército, em Osasco, na região metropolitana de São Paulo. "Quem passava as orientações do comando nacional para a gente era ela." O ex-sargento conta que uma das funções de Dilma era indicar o tipo de armamento que deveria ser usado nas ações e informar onde poderia ser roubado. Só em 1969, ela organizou três ações de roubo de armas em unidades do Exército, no Rio. Quando foi presa, em janeiro de 1970, o promotor militar que preparou a acusação classificou-a com epítetos superlativos: "Joana D'Arc da guerrilha" e "papisa da subversão". Dilma passou três anos encarcerada em São Paulo e foi submetida aos suplícios da tortura.

Décio Bar
O capitão Carlos Lamarca, o maior mito da esquerda armada no Brasil, e Iara Iavelberg, com quem o capitão manteve um tórrido e tumultuado romance. Com Lamarca, Dilma Rousseff polemizou sobre os rumos da guerrilha, numa famosa reunião realizada em Teresópolis. Com Iara, ia à praia, falava de cinema, e tornaram-se confidentes

A atual ministra era tão temida que o Exército chegou a ordenar a transferência de um guerrilheiro preso em Belo Horizonte, o estudante Ângelo Pezzuti, temendo que Dilma conseguisse montar uma ação armada de invasão da prisão e libertação do companheiro. Durante o famoso encontro da cúpula da VAR-Palmares realizado em setembro de 1969, em Teresópolis, região serrana do Rio, Dilma Rousseff polemizou duramente com Carlos Lamarca, o maior mito da esquerda guerrilheira. Lamarca queria intensificar as ações de guerrilha rural, e Dilma achava que as operações armadas deveriam ser abrandadas, priorizando a mobilização de massas nas grandes cidades. Do encontro, produziu-se um racha. Dos 37 presentes, apenas sete acompanharam Lamarca. Ficaram com boa parte das armas da VAR-Palmares e metade da fortuna do cofre de Adhemar de Barros. Os demais concordaram com a posição de Dilma Rousseff.

A divergência com Carlos Lamarca não impediu Dilma de manter uma sólida amizade com a guerrilheira Iara Iavelberg, musa da esquerda nos anos 60, com quem o capitão manteve um tórrido e tumultuado romance. Dilma chegou a hospedá-la em seu apartamento, no Rio. Juntas, iam à praia, falavam de cinema, tornaram-se confidentes. Nos três anos que passou na cadeia, seu nome chegou a aparecer em listas de guerrilheiros a ser soltos em troca da libertação de autoridades seqüestradas — mas a ação que renderia sua liberdade foi malsucedida. Aos 55 anos, recentemente separada de Carlos Franklin de Araújo, Dilma Rousseff não lembra a guerrilheira radical de trinta anos atrás, embora exiba a mesma firmeza. "Ela é uma mulher suave e determinada", diz a jornalista Judith Patarra, autora do livro Iara, que conta a trajetória de Iara Iavelberg (1944-1971). "Quando a vi na televisão, percebi que Dilma continua a mesma. É uma mulher espetacular e será uma sargentona no governo. Ela não é mulher de meio-tom", resume o ex-companheiro de guerrilha Darcy Rodrigues.


Com reportagem de Luís Henrique Amaral


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26/10/2008 free counters

"A polícia se atirou sobre mim e me senti sequestrado", diz eurodeputado expulso da Venezuela


El País
P. Ordaz e M. Primera
Em Caracas
O governo da Venezuela expulsou no sábado o eurodeputado Luis Herrero, que estava em Caracas na qualidade de observador internacional do referendo de domingo passado, que afinal abriu as portas para a reeleição indefinida do presidente Hugo Chávez. As autoridades venezuelanas consideraram "lesivas" as declarações do eurodeputado espanhol do Partido Popular, nas quais ele criticou a ampliação do horário de votação e qualificou Chávez de ditador.

O governo espanhol convocou no próprio sábado o embaixador venezuelano, Alfredo Toro, e lhe manifestou sua queixa pelo tratamento recebido pelo parlamentar, que foi privado da imunidade consular. O Ministério das Relações Exteriores pretende apresentar uma nota de protesto formal. O presidente do Parlamento Europeu, Hans-Gert Pöttering, qualificou a expulsão de Herrero como "desprezo pelas instituições democráticas".

Segundo a versão do governo espanhol, Herrero "foi convidado a deixar o país". O eurodeputado e seus acompanhantes, entre os quais seu correligionário Carlos Iturgaiz, pintam um quadro diferente. "Apresentou-se no hotel um funcionário das Relações Exteriores acompanhado de seis ou sete policiais. Me perguntaram se era o deputado Herrero. Assim que respondi que sim, atiraram-se sobre mim", explica o eurodeputado por telefone, de São Paulo. "Um me segurou pelo pescoço, outro pelos braços, outro me empurrou pela cintura. Me tiraram dali como se me levassem na cadeirinha da rainha. Carlos Iturgaiz se portou como um valente. Tentou interpor-se no caminho e lhe tiraram seu celular como se estivessem desarmando um pistoleiro no oeste. O empurraram. É claro que não me deixaram pegar minha bagagem ou meu passaporte. Também tiraram meu celular."

Herrero foi colocado em uma van. Suas perguntas recebiam como resposta um movimento negativo de cabeça do policial que estava ao seu lado. "Esses momentos de incerteza foram os piores. Me senti sequestrado. Embora também deva dizer, em honra da verdade, que em nenhum momento duvidei que se tratava de policiais - tinham um jeito inconfundível - e que os maus-tratos não se prolongaram além da abrupta saída do hotel."

Finalmente, conseguiu saber que se dirigiam para o aeroporto de Maiquetía, a meia hora de Caracas. "Ao chegar ao aeroporto, para fazer ver quem mandava ali, entraram diretamente na pista e estacionaram junto a um avião da Varig. Tentaram me fazer embarcar, mas é claro que eu não tinha passaporte. Então foi preciso esperar que um motorista fosse até o hotel e trouxesse meu passaporte. O tempo todo me mantiveram fechado na van."

A bordo do avião ele soube que se dirigia ao Brasil. "Nesse momento me senti feliz, livre", comenta Herrero do aeroporto de São Paulo, enquanto esperava para embarcar em um avião com destino a Madri. "Embora as pessoas não acreditem, não gosto de estar no centro desta polêmica. Mas se for para servir para alguma coisa, que seja para que os venezuelanos percebam os métodos de Chávez, o que acontece quando alguém pensa diferente dele e diz isso."

O eurodeputado Carlos Iturgaiz declarou no sábado em Caracas que ações como a expulsão de Herrero dão muito o que pensar sobre o respeito às garantias individuais na Venezuela.

"O governo venezuelano privou Luis Herrero da liberdade de expressão, de movimento e de comunicação", disse Iturgaiz, acrescentando que nenhuma autoridade tinha dado explicações à delegação espanhola do Parlamento Europeu, convidada pela oposição venezuelana. O Conselho Nacional Eleitoral também não havia credenciado os eurodeputados como observadores. Mas Iturgaiz disse que esperaria as credenciais até um minuto antes da abertura das seções eleitorais.

As reações à expulsão de Herrero não demoraram. O Partido Popular expressou sua "repulsa" pelo incidente, que o senador Iñaki Anasagasti, do PNV, qualificou de "despropósito". Anasagasti lembrou que nenhuma delegação parlamentar espanhola havia sido admitida para vigiar a lisura do plebiscito. O presidente do Grupo Popular Europeu (PPE-DE), Joseph Daul, declarou: "A impressão é que Hugo Chávez e seus seguidores não querem testemunhas incômodas do que poderia acontecer no referendo".

O presidente venezuelano acusou Luis Herrero de ter "produzido o incidente de maneira intencional" e confiou que o ocorrido "não empane as excelentes relações" que mantém com o governo espanhol.

Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves

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26/10/2008 free counters

Pesquisa tenta entender fiasco de novelas da Globo


Ricardo Feltrin
Colunista do UOL
Jornalistas, publicitários, pedagogos e psicólogos são alguns dos profissionais que estão sendo procurados com afinco por pessoas ligadas à Globo nos últimos dias. O objetivo: convidar esses profissionais para integrar as famosas comissões de telespectadores que, de tempos em tempos, opinam sobre as produções da casa --especialmente as novelas. O resultado dessas pesquisas pode definir não só o rumo de qualquer novela, mas também decretar a morte ou ascensão de um personagem.

Segundo Ooops! apurou, o interesse da Globo é tentar entender o que está ocorrendo com a teledramaturgia. Duas das três novelas da casa em horário nobre vivem um fracasso de audiência sem precedentes na história da emissora:

A novela das 18h, "Negócio da China", tem registrado ibope médio de 17 pontos --o menor da história da dramaturgia da Globo.

A produção das 19h, "Três Irmãs", também é um fiasco, embora de proporções menores: média de 23 pontos.

Por fim, "Caminho das Índias", às 21h, uma superprodução de Gloria Perez, novela mais importante da casa, mas que ainda não decolou no ibope e vem registrando médias de 36 pontos, índice bem menor que o desejado para o horário.

Motivos, causas, rumos

A Globo sempre realizou pesquisa com grupos. Donas de casa, de todas as classes sociais, sempre são convidadas a falar. Em geral todos dão sua opinião não só sobre a trama, mas também sobre o que pensam sobre cada um dos personagens.

Foi numa dessas pesquisas, por exemplo, que a Globo descobriu que o personagem de Fábio Assunção em "Negócio da China" não era agradável ao público, e que ninguém daria por sua falta caso Fábio fosse limado da história. E foi o que ocorreu.

Em "Caminho...", uma pesquisa já apontou dificuldades para o telespectador em entender os termos e expressões indianas usados na história. A atuação de alguns protagonistas, como Márcio Garcia, também foi muito criticada.

Agora a Globo pretende ir mais longe com a pesquisa. Quer descobrir o que pode fazer para tentar manter a família diante de uma tela de TV, quando há outras opções tão ou mais interessantes, como assistir a DVD's, jogar videogames ou acessar a internet --onde também é possível ver novelas, ou ler uma coluna bacana como Ooops!.

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26/10/2008 free counters

São Paulo confirma os três primeiros casos de dengue do ano



Os três registros foram feitos na região de Itaquera, na zona leste da capital; em 2008, cidade teve 216 casos

Ricardo Valota - estadao.com.br

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SÃO PAULO - Os três primeiros casos de dengue em São Paulo foram confirmados pela Secretaria Municipal da Saúde. Todos os casos foram registrados na região de Itaquera, na zona leste da capital paulista.

Veja também:

especialEspecial: O avanço da dengue

Os três casos são do final de janeiro, segundo dados do último relatório da Vigilância Epidemiológica. No ano passado, foram registrados 216 casos da doença, contra 2.624 registros em 2007.

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26/10/2008 free counters

FÁBIO ASSUNÇÃO

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ANA PAULA AROSIO

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