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segunda-feira, 1 de setembro de 2008

SP já tem 1.069 obras embargadas, quase o total de prédios em construção


Vizinhos reclamam que Prefeitura só paralisa canteiros irregulares, depois da destruição de árvores e calçadas

Rodrigo Brancatelli


A figueira de 20 metros de altura não pôde se dar ao luxo de esperar por uma fiscalização da Prefeitura. Teve seus galhos sumariamente arrancados para a passagem de tratores e escavadeiras, ali na altura do número 320 da Rua Fradique Coutinho, em Pinheiros, zona oeste de São Paulo. A incorporadora responsável pela construção de duas torres residenciais não só ignorou a árvore como também a legislação, já que nunca obteve um alvará de execução da obra. O resto dessa história é quase óbvio - após muitas reclamações de vizinhos, fiscais da Prefeitura apareceram para embargar as duas torres, quando a figueira já havia sido podada e o terreno destruído.

O exemplo parece previsível pelo simples fato de ser cada vez mais recorrente na capital. Segundo levantamento feito em 29 das 31 subprefeituras, São Paulo tem hoje 1.069 construções embargadas por irregularidades. Grande parte motivada por reclamações dos moradores vizinhos. Os embargos da Prefeitura andam de vento em popa - se em todo o ano de 2007 foram 421, uma média de 35 por mês, neste ano os fiscais já impediram a construção de 319 obras, média de 40 mensais. Os problemas mais comuns são início da obra sem autorização da Prefeitura, acréscimo da área sem permissão, execução de obra diferente da planta e mudança de finalidade do imóvel.

Parelheiros é o campeão do ranking, com 173 imóveis embargados atualmente. O motivo é que boa parte do distrito fica em área de proteção de manancial, o que torna as regras para a construção ainda mais rígidas. Vila Mariana aparece em segundo lugar, com 91, seguida por Capela do Socorro, com 68, Freguesia do Ó, com 58, e Campo Limpo, com 55. Para se ter uma idéia da dimensão do problema, a Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp) calcula que São Paulo tenha neste momento 1.291 prédios em construção - ou seja, quase o mesmo número de embargados.

Na visão de urbanistas, que já criticam o fato de a Prefeitura não ter aproveitado o aquecimento da construção civil para melhorar a infra-estrutura urbana, essa numeralha mostra que a cidade mal consegue disciplinar o boom imobiliário. Construtoras sem alvará iniciam as obras para tentar cumprir metas, passam por cima da legislação, cortam árvores, destroem calçadas - e a Prefeitura só vê o estrago depois que os moradores reclamam.

PAISAGEM URBANA

"As incorporadoras estão preocupadas com o seus lotes e nunca olham para o resto da cidade. Essa é a lógica do mercado, tentar trazer o máximo de lucro sem ver a demanda, a paisagem urbana", diz o arquiteto e urbanista Jorge Wilheim, secretário municipal de Planejamento na gestão Marta Suplicy (PT) e responsável pelos planos diretores de Curitiba, Osasco, Goiânia, Guarulhos e Campinas. "O fato de existir o boom imobiliário significa que há uma competição ferrenha. O mercado ficou muito capitalizado e agora precisa construir rapidamente para justificar o valor das ações. E isso, claro, não vai criar uma cidade linda."

Para Wilheim, a Prefeitura precisa criar mecanismos para fiscalizar melhor o setor. A cidade conta hoje com 657 fiscais para cuidar de toda a sorte de problemas, de comércio irregular a fachadas fora dos parâmetros da Lei Cidade Limpa. Nenhum deles, por exemplo, viu a poda irregular de árvores no Rua Fradique Coutinho para a construção das duas torres residenciais em Pinheiros. A construtora já até anuncia o lançamento do condomínio, com apartamentos de 52 e 62 metros quadrados, com uma ou duas vagas na garagem e "fácil acesso aos principais pontos da cidade", mesmo sem ter alvará de execução da obra.

Foi preciso que o fotógrafo Francisco André Buny Ferreira, vizinho à obra irregular, fizesse a partir de junho cinco pedidos de fiscalização - ele marcou os protolocos para provar a demora da Prefeitura: 7718250, 7740303, 7740293, 7740287, 7768246. Só dois meses depois os fiscais baixaram no local, embargaram a obra e distribuíram multas - R$ 5.695,90 pela falta de autorização e R$ 10 mil por corte irregular de árvores. O Estado procurou a construtora na semana passada, mas não obteve resposta.

TRÂNSITO

Ali em Pinheiros, há outros 17 imóveis embargados. "A Prefeitura é muito permissiva. Às vezes me sinto como se vivesse numa terra de ninguém", diz Ferreira. "Moro em Pinheiros há dez anos e de lá para cá vi uns 15 prédios novos sendo erguidos nas redondezas do meu apartamento. Não sei se todos são regulares, se fizeram estudos de impacto no trânsito."

Há outros tantos exemplos. No Jardim Paulista, na esquina da Praça das Guianas com a Rua Canadá, o dono de uma residência requisitou na Prefeitura uma autorização para fazer "uma pequena reforma" e acabou transformando o local em um conjunto de escritórios. Foi embargado. Já no centro de São Paulo, na Rua Almeida Torres, um outro edifício de três andares estava sendo construído sem planta aprovada, sem placa de engenheiro responsável, sem segurança alguma e ainda por cima ocupando 80% do passeio público. A obra só foi embargada depois de reclamação anônima de um vizinho, que chegou a ser ameaçado pelo responsável pela construção. Dias depois, foi abandonada e vendida a outro investidor, que promete regularizá-la. Ainda assim, o estrago já havia sido feito.

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26/10/2008 free counters

Google lançará seu navegador para internet nesta terça


O Google Chrome será open-source e colocará a empresa em concorrência direta com a Microsoft

Carlos Orsi, do estadao.com.br


SÃO PAULO - O Google anunciou oficialmente que seu navegador para internet ("browser"), o Google Chrome, será lançado nesta terça-feira, 2, em versão beta (de testes) em mais de 100 países. O Chrome põe o Google em concorrência direta com a Microsoft, que domina o mercado de browsers com seu Internet Explorer e que, recentemente, anunciou uma nova versão do programa.

Google Chrome - os quadrinhos

O material de divulgação do Chrome foi elaborado pelo quadrinhsita e teórico da arte seqüencial Scott McCloud, autor de um dos mais importantes livros sobre a arte de criar narrativas em quadrinhos, o Understanding Comics (Desvendando os Quadrinhos, no Brasil). No material elaborado por McCloud, funcionários do Google aparecem explicando o conceito e as funções do novo programa, que pretende ser mais rápido, mais estável e mais seguro que as alternativas no mercado.

Segundo o anúncio oficial, o Chrome será open-source, isto é, seu código estará disponível para o público e será passível de modificações.

No anúncio publicado no blog oficial do Google, a empresa agradece à comunidade de desenvolvimento open-source, e cita a Fundação Mozilla, responsável pelo Firefox - atualmente, o segundo browser mais popular.

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26/10/2008 free counters

Los coches ecológicos se salvan de la crisis de ventas en el sector


Las matriculaciones se desploman un 41,3% en agosto, la mayor caída desde 1993

ELPAÍS.com/AGENCIAS - Madrid - 01/09/2008

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Las matriculaciones de turismos y todoterrenos en el mes de agosto se elevaron a 58.530 unidades, lo que refleja un retroceso del 41,3% sobre las 99.664 unidades del mismo mes del año pasado, han informado hoy las asociaciones de fabricantes (Anfac) y vendedores (Ganvam) de automóviles. Sin embargo, según fuentes de la propia Anfac, la venta de coches que consumen menos de 120 gr de CO2, aquellos que no pagan impuesto de matriculación desde enero, sí que suben frente al descenso del resto de segmentos.



El ministro Sebastián confía en que el Plan Vive para rejuvenecer el mercado modere los descensos

Agosto, tradicionalmente el mes de menor volumen de matriculaciones, ha registrado en esta ocasión el peor dato del año, con la caída porcentual más importante y la segunda más intensa de la historia, tras la de enero del año 1993, y da buena fe de la crisis de confianza de los consumidores ante el futuro económico. Las causas, según la patronal, hay que buscarlas en la fuerte disminución del consumo privado, sobre todo de bienes duraderos, y en la evolución negativa de otras variables como el desempleo y la inflación, todo ello unido a la fuerte restricción de la financiación.

Sin embargo, según ha afirmado el director general de Anfac, Luis Valero, el segmento de coches mal llamados ecológicos, es decir que emitan menos de 120 gr/km de CO2 y que están exentos del impuesto de matriculación desde la entrada en vigor de la nueva normativa el pasado enero, son el único sector que aumenta sus matriculaciones y, aunque no han facilitado la cifra exacta, su ritmo de avance supera los dos dígitos. No obstante, Valero ha recordado que este tipo de vehículos son utilitarios pequeños que cuestan poco dinero, con lo que los vendedores también "ganan menos" y no ayudan mucho a contrarrestar el "destrozo" en el resto de turismos y todoterrenos.

Concretamente, los turismos matricularon en agosto 53.666 unidades, cifra un 39,9% inferior a las 89.272 contabilizadas en el mismo mes de 2007, mientras que en los ocho meses, este tipo de vehículos desciende un 19,9%, al pasar de 1.019.950 unidades a 817.270. En los todoterrenos, la crisis es todavía más profunda con una caída del 53,2% con sólo 4.864 matriculaciones (10.391 en agosto de 2007), que llevan el acumulado de los ocho meses a 65.127 unidades, el 34,3% menos que las 99.100 de enero-agosto de 2007. Además, según Faconauto, la caída "real" de las matriculaciones se eleva al 46% en este periodo sin contar con las automatriculaciones de los concesionarios.

En el conjunto de los ocho meses, las 882.397 matriculaciones sumadas implican una reducción del 21,1% en relación a las 1.019.950 (236.653 unidades menos) de los mismos ocho meses del año pasado, una evolución algo por encima de las previsiones del sector para el conjunto del año. No obstante, no se espera superar la cota psicológica del millón de turismos vendidos hasta octubre cuando en 2007 se rebasó ya en julio.

El cierre de la temporada turística también se ha dejado sentir y en agosto las compras por parte de las empresas de alquiler de coches decrecieron un 43,7%, aunque en el conjunto del año esta reducción se modera en un 5,7%.

A pesar del mal dato de agosto, Valero ha asegurado que esperará a septiembre para proceder a una nueva modificación a la baja del cierre de mercado anual, cuya previsión es actualmente del 20%. De llevarse a cabo, sería la cuarta revisión tras abrir el ejercicio con una eventual caída del 2%.

Sebastián confía en que el plan Vive frene la caída

Tras darse a conocer estos datos, el ministro de Industria, Turismo y Comercio, Miguel Sebastián, espera que la caída de las matriculaciones se frene con la aplicación del Plan VIVE para rejuvenecer el parque automovilístico, en vigor desde finales de julio.

Sebastián ha reconocido que el sector de la automoción atraviesa "un bache", debido a la actual coyuntura económica internacional, al tiempo que manifestó la necesidad de que el sector haga una apuesta "decidida" por el uso de los coches eléctricos. Además, ha destacado que los datos de producción y exportación del sector "son buenos".

Citroen y Ford lideran el mercado

Por marcas, Citroen ha sido la líder de mercado en agosto con 5.216 matriculaciones, seguida de Ford y Renault, con 5.149 y 5.038 unidades, respectivamente. Sin embargo, en los ocho meses, el liderazgo corresponde a Ford, con 83.905 matriculaciones, por delante de Peugeot, con 81.536, y Citroen, con 80.309.El modelo más vendido en agosto ha sido el Renault Megane, con 2.713 unidades, mientras que en lo que va de año, el liderazgo es para el Ford Focus con 45.195 matriculaciones.Un dato que indica la percepción económica es la evolución del ciclo de carburante, pues el diesel, que hace unos meses se puso en precio de venta al público por encima de la gasolina, ha perdido desde principios del año siete puntos porcentuales de cuota y se sitúa ahora en el 67%, cuando en enero registraba el 74% de las ventas automovilísticas.

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26/10/2008 free counters

"Nos vamos con este mismo avión"

Catástrofe aérea en Madrid ÚLTIMAS PALABRAS DEL PILOTO DEL MD-82 A UN TÉCNICO DE SPANAIR


JOSÉ ANTONIO HERNÁNDEZ - Madrid - 01/09/2008


Si hay un empleado de Barajas que lo pasó especialmente mal el día del accidente del MD-82 de Spanair, ése es Enrique A. El 20 de agosto su misión era coordinar a los aviones que estaban en pista. A las 13.42, Enrique acudió al aparcamiento número 11 de Barajas. Allí se dirigía el avión del vuelo JK5022 después de que su comandante, Antonio García Luna, solicitara, a las 13.30, abandonar la cabecera de la pista en la que se hallaba, dispuesto para despegar, tras haber detectado un problema técnico. Siguiendo instrucciones de sus superiores, Enrique fue allí para ayudar al comandante en lo que éste le pidiese. Compartió con él los últimos 30 minutos previos a la tragedia.



A FONDO

García Luna: "Dile a Mantenimiento que el RAT se 'calefacta' en tierra"

El piloto pidió dos autobuses para llevar a los pasajeros a otra aeronave

De la conversación que mantuvieron ambos en ese tiempo (y que Enrique ha descrito a la Guardia Civil), se deduce que, justo al regresar al parking, el comandante tenía la convicción de que les iban a cambiar el avión.

Tanto es así que García Luna llegó a solicitar verbalmente a Enrique dos jardineras (autobuses, en el argot de Barajas) para que transportasen a los pasajeros a otro avión. Dentro de la aeronave estaban los pasajeros. Algunos abanicándose. Hacía mucho calor y, al estar parado el avión, no había aire acondicionado. Las dos jardineras permanecieron más de diez minutos a pie de avión, vacías. Luego se fueron también vacías, ante la mirada del pasaje.

Todo comienza a las 13.30, cuando García Luna, con el avión ya en la cabecera de la pista, observa en el cuadro de la nave que el sensor que mide la temperatura externa está encendido. Se trata de una suerte de resistencia cuya misión es inyectar calor a los motores para que éstos, cuando vuelan a gran altura, no se congelen. Pero sólo se activa cuando el avión está en el aire. No en tierra, y menos en pleno mes de agosto.

García Luna decide regresar. Pero antes avisa a una coordinadora de Spanair: "Dile a Mantenimiento que el RAT se calefacta en tierra". Se decide que el MD-82 vaya al parking 11 y se avisa a los técnicos. El JK5022 llega al aparcamiento a las 13.42. Esperándole, dos técnicos de mantenimiento.

Paralelamente, un empleado de Barajas, desde la oficina de esta compañía en Barajas, llama a la sede central de la compañía, en Palma de Mallorca. E informa del incidente. Los responsables de Spanair indican que, si fuera necesario, hay otro aparato de la compañía "disponible" en Barajas para suplir cualquier incidencia.

Eso sí, según fuentes jurídicas los responsables de la compañía en Baleares supeditan el cambio de avión al dictamen de los técnicos. Es decir, cabe utilizar el otro avión si los técnicos determinan que el aparato se halla en situación de AOG (no operativo, averiado). La otra nave sólo necesitaba llenar su tanque de queroseno para volar.

Al llegar Enrique al aparcamiento ya estaban allí los técnicos. Inicialmente, Enrique se quedó a pie de escalerilla. Tras cinco minutos de trabajo de los técnicos, el comandante, a través de la ventanilla, indica a Enrique, que pida dos jardineras para desembarcar al pasaje y llevarlo a otro avión. Según los citados medios, Enrique traslada al instante al centro de control de su compañía la situación. "Dile que puede cambiar de avión si quiere, que no hay ningún problema", afirma Enrique que le comentan.

En ese momento, llegan las dos jardineras. Son las 13.52. Enrique sube las escalerillas y avisa a Garcia Luna de que ya están allí las jardineras para que desembarquen los pasajeros. Y le dice que hay otro avión disponible. "Tenemos que esperar un poco a ver qué dicen los técnicos. Están haciendo pruebas, y es posible que podamos salir con este mismo avión", respondió el comandante.

Unos 15 minutos después ve bajar a los técnicos. Y decide subir a la cabina a hablar con García Luna.

-¿Qué vais a hacer al final?

-Avisa para que reposten 2.000 libras de combustible. Al final, nos vamos con este mismo avión.

Según fuentes de la investigación, Enrique, que en todo momento notó en el comandante una actitud "seria y muy profesional", bajó las escalerillas para comunicar a sus superiores la orden del comandante. Mientras lo hacía, también se apeó de la nave García Luna, que se dirigió nuevamente hacía él y hacia el operario que acababa de llegar con la cuba del combustible. El propio comandante cerró el depósito. En lo alto de las escalerillas, dos azafatas. Se despidió de ellas, y del comandante, que subió a la cabina. El avión comenzó a moverse marcha atrás.

Enrique se quedó en el aparcamiento 11 viendo el recorrido hacia la pista de despegue del MD-82. Antes, vio despegar con normalidad otra nave de Spanair. Pero no apartó sus ojos de la pista. Y esperó la salida del JK5022. Todo aparentemente normal hasta que notó, casi al final de la pista, que el avión se balanceaba. Incluso le vio levantar el morro y seguidamente perder altura. Segundos después lo perdió de vista. Pero sin verle ascender. Corrió hacia la oficina. En el trayecto, en la lejanía, vio una polvareda y poco después una nube de humo negruzco. Al llegar a la oficina, pálido, solo acertó a balbucear ante sus compañeros: "El avión se ha caído, el avión se ha caído". Y empezó a llorar.

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26/10/2008 free counters

Calderón anuncia traspaso Robinho a Manchester City

(Avance) FÚTBOL-REAL MADRID

Redacción Deportes, 1 sep (EFE).- Ramón Calderón, presidente del
Real Madrid, anunció esta noche el traspaso del brasileño Robinho al
Manchester City inglés por 40 millones de euros.
El presidente del club blanco, que hizo el anuncio en el programa
"Veo Fútbol" de la cadena Veo Televisión, declaró que el Real Madrid
cobrará el dinero acordado con el Manchester por el traspaso al
contado y que la operación "es lo mejor para el jugador y para el
club".

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26/10/2008 free counters

Gustav azota la costa de Luisiana


AGENCIA ATLAS 01-09-2008


El huracán cae a categoría 2, con vientos de 175 kilómetros por hora

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26/10/2008 free counters

La UE presiona a Rusia para que retire sus tropas de Georgia a niveles previos a la guerra


CNN+ 01-09-2008


Sarkozy, Solana y Barroso viajarán a Moscú y Tbilisi la próxima semana para verificar el cumplimiento del acuerdo de alto el fuego


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26/10/2008 free counters

El Real Madrid traspasa a Robinho al Manchester City por 40 millones de euros


La salida del extremo brasileño, que había anunciado su intención de jugar en Inglaterra, fuerza al Madrid a buscar un recambio

ELPAÍS.com - Madrid - 01/09/2008


Robinho se ha salido con la suya, aunque sólo a medias. Tras protagonizar uno de los culebrones más sonados de la pretemporada, el brasileño ha conseguido lo que buscaba: abandonar el Real Madrid para jugar en la Premier League. Pero no recalará en el Chelsea, como el propio Robinho había anunciado, sino en el Manchester City, club que pagará 40 millones de euros al Real Madrid por el traspaso, según ha podido saber EL PAÍS de fuentes próximas a la directiva del Real Madrid.


Róbson De souza

Robinho

A FONDO

Nacimiento:
25-01-1984
Lugar:
(Brasil)

El Chelsea, interesado en el brasileño durante todo el verano, había hecho una oferta de 32 millones por el extremo brasileño, pero Ramón Calderón, presidente del Real Madrid, la había rechazado.

El Real Madrid no tenía intención de fichar a ningún refuerzo para esta temporada, como dejó bien claro el propio Calderón al término del encuentro del domingo contra el Deportivo, que terminó en derrota, pero tras la salida de Robinho el club de Chamartín tiene de plazo hasta esta medianoche para encontrar un recambio.

Deseado por Schuster

El alemán Bernd Schuster, técnico del Madrid, tuvo palabras fraternales estos últimos días para intentar que uno de sus jugadores preferidos siguiera vistiendo de blanco. Pero el idilio entre el jugador y el entrenador blanco se rompió el domingo, cuando el brasileño convocó a la prensa para reiterar, una vez más, que su idea era irse del Real Madrid, y para renegar de las palabras que le había dedicado su entrenador. "Al final se dará cuenta de lo que es mejor para él. Nosotros lo sabemos, como lo sabe un padre de un hijo". "Él no es mi padre, es mi entrenador", dijo un Robinho enfadado, que veía cómo se le acababa el plazo para fichar por otro equipo y amenazaba por tanto con "no jugar en todo el año" si se quedaba.

El presidente del Real Madrid lo había dejado claro: si quiere irse que pague su cláusula de rescisión. Si no, el jugador se queda. Según el mismo Robinho este ultimátum del club se llevaba a cabo por el entrenador alemán, que se negaba a dejarle marchar. "El presidente y Mijatovic me entienden, sé que el que está haciendo para que no me vaya es Schuster", explicó, resentido. Y es que aunque el alemán creyera que el brasileño era "recuperable", lo cierto es que el jugador no se quería "recuperar" en el equipo blanco. Su enfado por haberse sentido una moneda de cambio cuando el club pretendía hacerse con Cristiano Ronaldo no lo olvida, e insiste en que "me tengo que hacer valer". "Cuando mi representante fue al club para hablar sobre mi renovación, le dieron largas. Y como ahora no pueden fichar me quieren retener aquí", insistió el jugador ante la prensa.

El jugador no sólo quería irse para castigar al Madrid por no haberle valorado lo suficiente, también, según explicó, porque quería jugar en la Premier y lograr ser el "mejor jugador del mundo".

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26/10/2008 free counters

Robinho deixa o Real e acerta com o Manchester City


Brasileiro, que pretendia jogar no Chelsea, é vendido para outro clube inglês por 40 milhões de euros

Redação


Robinho havia concedido coletiva domingo dizendo que queria deixar o Real Madrid

Arquivo

Robinho havia concedido coletiva domingo dizendo que queria deixar o Real Madrid

SÃO PAULO - Finalmente acabou a novela Robinho no Real Madrid. Nesta segunda-feira, no último dia em que a janela de transferências na Europa está aberta, ele acertou com o Manchester City, da Inglaterra, que adquiriu o jogador por 40 milhões de euros.



O atacante pretendia se transferir para o Chelsea, time comandado pelo técnico Luiz Felipe Scolari. No entanto, a proposta do City foi mais atraente para o clube espanhol. Robinho receberá 6 milhões de euros por ano.

Curiosamente, a próxima partida do Manchester City, pela quarta rodada do Campeonato Inglês, é justamente contra o Chelsea, no dia 13 de setembro

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26/10/2008 free counters

Gustav toca tierra cerca de Nueva Orleans



El huracán cae a categoría 2, con vientos de 175 kilómetros por hora, pero aún tiene un alto poder de devastación.- Dos millones de personas han sido evacuadas.- McCain reduce a la mínima expresión la convención republicana

ELPAÍS.com / AGENCIAS - Nueva Orleans / St. Paul - 01/09/2008


El huracán Gustav ha tocado hoy las costas de Luisiana, a 110 kilómetros al suroeste de Nueva Orleans, con menos fuerza de la que se preveía, pero aún con poder devastador. El ciclón ha reducido su intensidad a categoría 2, con vientos de hasta 175 kilómetros por hora, según el último boletín del Centro Nacional de Huracanes (CNH) de EE UU. Aunque está azotando con fuertes vientos y ráfagas de lluvia en Nueva Orleans desde temprano, se esperaba que se moviera hacia el oeste, salvando a la ciudad de sufrir toda su fuerza. El oleaje ha pasado por encima de la pared de cemento del Canal Industrial de Nueva Orleans, pero hasta el momento se desconoce si hay rupturas en las barreras como las que ocurrieron hace tres años con Katrina, y que causaron la inundación del 80% de la ciudad afectando a miles de personas.





FOTOS - AP - 01-09-2008

Nubes sobre el Superdome. Este domingo, la ciudad de Nueva Orleans y su reconstruido estadio pudieron apreciar el paso de las nubes del huracán.-


Grafico




Huracanes

Con vientos que pueden alcanzar los 350 kilómetros por hora, las tormentas tropicales giratorias son los fenómenos climáticos más violentos.






GRAFICO - El Pais - 15-07-2003

Con vientos que pueden alcanzar los 350 kilómetros por hora, las tormentas tropicales giratorias son los fenómenos climáticos más violentos. - ELPAIS.es

Grafico






Catástrofe en Nueva Orleans

Detalles de la zona afectada por el ciclón Katrina - 02-09-2005









GRAFICO - El Pais - 02-09-2005

Detalles de la zona afectada por el ciclón Katrina -


Nueva Orleans parece una ciudad fantasma, tras ser evacuada ante el temor de que se produzca una catástrofe similar a la del huracán Katrina en 2005. El centro de Gustav se encuentra a 115 kilómetros de Nueva Orleans y ha entrado por el poblado de Cocodrie. Se mantiene en categoría 2 en la escala de 5 Saffir-Simpson, un nivel menos que cuando Katrina impactó el mismo lugar en 2005.

La amenaza, en todo caso, persiste. Al igual que ocurrió hace tres años con el impacto de Katrina, la gran preocupación de las autoridades es si los diques que protegen a Nueva Orleans de la crecidas del río Misisipi y de las marejadas aguantarán el embate del ciclón. Desde hace dos días las autoridades estadounidenses se han movilizado por el recuerdo de Katrina y el balance de 96 muertos que ha dejado Gustav en el Caribe. Cerca de dos millones de personas han sido evacuadas en Luisiana, especialmente de las zonas costeras, mientras más de 11 millones están bajo alerta en otros cinco Estados.

El CNH ha decidido mantener su "alerta de huracán" para una zona que abarca Nueva Orleans, que parece que se librará de un azote fuerte, y que se extiende desde High Island, Texas (al suroeste de Houston) hacia el oeste hasta la frontera entre Alabama y Misisipí. Mientras, las compañías petroleras del Golfo de México han detenido en un 96% la producción del crudo.

El fantasma de Katrina

La amenaza de Gustav ha despertado el fantasma de Katrina, la mayor tragedia meteorológica de los últimos años en EE UU. En Nueva Orleans, donde Katrina azotó con toda su fuerza y dejó 1.500 muertos, el alcalde, Ray Nagin, se ha movilizado con gran prontitud y urgencia anunciando ayer la orden de evacuación obligatoria a los 239.000 habitantes de la ciudad, donde los vehículos han colapsado las carreteras, aunque no se ha producido ningún altercado. Nagin lanzó un mensaje rotundo a los residentes: "Esta es la madre de todas las tormentas, una tormenta grande y terrible que mantiene su fuerza, por lo que les insto a partir". Aún así, unas 10.000 personas han decidido permanecer en la ciudad.

El alcalde impuso un toque de queda del crepúsculo al amanecer y advirtió a los saqueadores que serán enviados directamente a prisión. Nagin también advirtió de que cualquiera que desafíe las órdenes de evacuación se enfrentará a un peligro extremo. Las casas móviles que albergaron a algunos de los desplazados por el Katrina podrían "convertirse en proyectiles" ante los fuertes vientos del huracán.

La Agencia Federal de Gestión de Emergencias estadounidense (FEMA) ha declarado que ahora está mejor preparada para afrontar la amenaza de Gustav que hace tres años, cuando se produjo el desastre del Katrina. Esta vez, la agencia estadounidense, en vez de esperar a que el fenómeno meteorológico toque tierra, ya ha comenzado a evacuar a los habitantes del sur del país, ha indicado David Paulison, portavoz de la FEMA. "Hemos cambiado la cultura de esta organización", ha destacado.

Convención Republicana

Mientras tanto, Gustav también ha tenido un efecto político. Además de forzar la evacuación de Nueva Orleans, el huracán ha privado al candidato del Partido Republicano a la presidencia de EE UU, John McCain, de su semana de gloria. El senador por Arizona, que con 72 años se convertirá el próximo 4 de noviembre en el candidato más viejo de la historia de EE UU en optar por primera vez a la presidencia del país, ha ordenado la suspensión del grueso de actividades previstas para hoy y ha anunciado que viajará al Golfo de México esta semana.

La convención, en un formato reducido, se celebrará en la localidad de St Paul (Minnesota, norte de Estados Unidos) mientras los organizadores decidirán "día a día" cómo proceder. El presidente George W. Bush ha cancelado su participación en la convención, así como su vicepresidente Dick Cheney. Bush se trasladará a Texas para seguir desde allí el desarrollo de los acontecimientos; Cheney, en cambio, estará en la zona para supervisar las operaciones de emergencia. Arnold Schwarzenegger, gobernador de California, quien, junto a George Bush y Dick Cheney, era la estrella de la sesión de hoy, también canceló su intervención.

Hoy, dentro de los actos considerados "indispensables", quedará la apertura formal de la reunión y el establecimiento del Comité Nacional Republicano. El único requisito que faltaría sería el nombramiento oficial de McCain como aspirante a la presidencia y Sarah Palin, gobernadora de Alaska, como vicepresidenta, en una votación a viva voz.

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26/10/2008 free counters