O ator pediu para deixar o elenco da trama de João Emanuel Carneiro para resolver problemas pessoais, informou a assessoria de imprensa da emissora carioca.
A decisão do afastamento foi aceita pela Globo, que agora vai procurar um substituto para o papel do vilão Dodi.
Fonte: UOL
Autor lamenta saída de Fábio Assunção de 'Juízo final'; substituto ainda não foi escolhido
RIO - O diretor de "Juízo final", Ricardo Waddington, confirmou que já está à procura de um vilão para substituir Fábio Assunção, que pediu para deixar o elenco por motivos pessoais. O afastamento foi noticiado ontem pela coluna de Ancelmo Gois.
- Ele quis se afastar para tratar de assuntos particulares. Nós atendemos prontamente o pedido do Fábio. Estamos procurando um substituto - disse o diretor da próxima novela das oito, sem comentar os problemas pessoais do ator. - Ainda não gravamos, vamos começar no fim da semana, em São Paulo
- No começo da novela, Dodi se revelará um homem de caráter duvidoso, um vilão - explica o autor. - Não costumo escrever personagens para ninguém especificamente, acho que os atores é que têm que se encaixar nos papéis. Por isso, a saída do Fábio não mudará em nada a trama. Mas acho uma pena, porque eu o considero ótimo ator - disse ontem o João Emanuel.
fonte: O Globo
UMA PENA PARA O ESPECTADOR, PARA A GLOBO, PARA NOVELA ...
MAS O FÁBINHO TRABALHA DEMAIS !
ELE MERECE UM POUCO DE SOSSEGO...PAZ
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
Fábio Assunção se afasta da tv para resolver problemas pessoais
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
A multa municipal para o lirismo sentimental
Eça de Queiroz
No folhetim do Diário Popular de 24 de Junho lêem-se notáveis considerações de ordem moral. São em verso. O poeta dirige-se, na sua declamação solitária, a uma mulher.
Numa prosa anterior (prelúdio) escreve que a missão da arte é ensinar a amar (!) — e que na arte não entra realidade, justiça ou moral pública porque (acrescenta) a arte nada tem com os direitos civis. Colocado assim à larga, na anarquia da voluptuosidade e do lirismo, aí está o que o poeta expõe e ensina num jornal popular, com uma tiragem de 20.000 exemplares, que anda por cima das mesas e nos cestos de costura!
Começa por dizer:
— Que é bom amar no campo, à tarde e a sós!
Depois continua:
— Que prefere o campo, porque nas salas do mundo não lhe é dado beijar a mão dela às largas! Que o campo é livre e as sombras dão refúgio!....
Por fim acrescenta:
— Que queria que os raios cintilantes os cingissem a ele só com ela, erguidos em êxtase, longe de quanto é vil...
(Quanto é vil, na gíria da poesia lírica, é o mundo real, a família, o trabalho, as ocupações domésticas, etc.).
Dispensamo-nos de citar mais estrofes lascivas.
Aquelas bastam para legitimar as seguintes observações:
Nenhum jornal publicaria semelhantes teorias em prosa;
Nenhum homem que as escrevesse ousaria lê-las a sua filha, sem gaguejar, e sem comer palavras;
Nenhuma senhora que por acaso as tivesse lido ousaria citá-las.
Como se consente então a sua publicação em verso? A higiene não é só a regularização salutar das condições da vida física; nela devem também entrar os factos da moralidade. Se é proibido que um monturo imundo ou um cão morto corrompam o ar respirável das ruas — porque há-de ser permitido que um poeta, com as suas endechas podres, perturbe o pudor e a tranqüilidade virgem?
Há uma postura da Câmara que impõe uma multa a quem pronuncia palavras desonestas: porque não há-de ser igualmente proibido publicar idéias desonestas?
Um ébrio, um pobre homem a quem se não deu educação, a quem se não pode dar leitura, a quem quase se não dá trabalho, diz uma praga numa rua, ouvida apenas de três ou quatro pessoas, e vai para a cadeia ou paga uma multa de 3$000 réis. Um poeta lírico, esclarecido, aprovado nos seus exames, empregado nas secretarias, publica num jornal de cinqüenta mil leitores em letra impressa, permanente e indelével, uma série de desonestidades, e é apreciado, cumprimentado no Martinho, indigitado para uma candidatura!
Pedimos pois:
Ou que seja permitido livremente dizer na rua e no jornal pragas e desonestidades;
Ou que a multa da Câmara Municipal seja aplicada a todos — e que tanto o ébrio que não sabe o que diz à esquina de uma rua, como o poeta lírico que escreve, com reflexão e rascunho duma semana, ao canto dum jornal, paguem os 3$000 réis à Câmara, um pela sua praga, outro pela sua endecha.
Julho 1871
"E assim desses tempos ardentes me ficara a idéia duma campanha muito alegre, muito elevada, em que a ironia se punha rapidamente ao serviço da justiça. Todo êste livro é um riso que peleja."
O Mandarim by José Maria Eça de Queirós
Project Gutenberg, the first producer of free electronic books (ebooks)
Bibliographic Record Creator Queirós, José Maria Eça de, 1845-1900
Title O Mandarim
Credits Produced by Biblioteca Nacional Digital ( http://bnd.bn.pt ), Rita Farinha and the Online Distributed Proofreading Team at http://www.pgdp.net
Language Portuguese
LoC Class PQ: Language and Literatures: Romance literatures: French, Italian, Spanish, Portuguese
EText-No. 16384
Release Date 2005-07-29
Copyright Status Not copyrighted in the United States. If you live elsewhere check the laws of your country before downloading this ebook.
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Queirós, José Maria Eça de, 1845-1900
en.wikipedia
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A Cidade e as Serras (Portuguese)
A Cidade e as Serras (Portuguese)
El Mandarín (Spanish)
As Farpas: Chronica Mensal da Politica, das Letras e dos Costumes (1873-01/02) (Portuguese) (as Editor)
As Farpas: Chronica Mensal da Politica, das Letras e dos Costumes (1873-03/04) (Portuguese) (as Editor)
As Farpas: Chronica Mensal da Politica, das Letras e dos Costumes (1873-10/11) (Portuguese) (as Editor)
As Farpas: Chronica Mensal da Politica, das Letras e dos Costumes (1877-01/02) (Portuguese) (as Editor)
As Farpas: Chronica Mensal da Politica, das Letras e dos Costumes (1877-05/06) (Portuguese) (as Editor)
As Farpas: Chronica Mensal da Politica, das Letras e dos Costumes (1878-01) (Portuguese) (as Editor)
As Farpas: Chronica Mensal da Politica, das Letras e dos Costumes (1878-02/05) (Portuguese) (as Editor)
As Farpas: Chronica Mensal da Politica, das Letras e dos Costumes (1882-06/07) (Portuguese) (as Editor)
As Farpas: Chronica Mensal da Politica, das Letras e dos Costumes (1882-11/12) (Portuguese) (as Editor)
As Farpas: Chronica Mensal da Politica, das Letras e dos Costumes (1883-06) (Portuguese) (as Editor)
As Farpas: Chronica Mensal da Politica, das Letras e dos Costumes (1887-08/09) (Portuguese) (as Editor)
A Illustre Casa de Ramires (Portuguese)
O Mandarim (Portuguese)
As Minas de Salomão (Portuguese) (as Translator)
O Mysterio da Estrada de Cintra
Cartas ao Diário de Noticias (Portuguese)
A Relíquia (Portuguese)
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008
Eu não tenho mesmo o que fazer... olha o que achei!
Rastafári só de brincadeira
30 de abril de 1997
Assunção: dread-locks e coceira
Uma semana de estágio nos redutos de funk e reggae da Vila Madalena, em São Paulo, mais seis horas de cabeleireiro e os lindos cachos do ator Fábio Assunção, 25 anos, transformaram-se em emaranhados dread-locks (mechas horríveis, na tradução literal). Por 15 dias, o ex-Jesus Cristo virou um autêntico rastafári jamaicano. Mas logo ele começou a se irritar com o novo visual e o primeiro aviso foi uma coceirinha: sem poder lavar a cabeça para não desmanchar o cabelo, feito com auxílio de laquê, Fábio sentiu-se aliviado na última quarta-feira quando passou outras duas horas no cabeleireiro. Mas se foi pra desfazer, por que é que ele fez? Para viver o vestibulando César, na Comédia da vida privada, que vai ao ar dia 6 de maio na Globo. A idéia de Fábio foi dar um toque black ao personagem: "Foi só uma brincadeira. Alma negra é outra coisa, não só um penteado."
CAMPANHA PELO USO GERAL DO FÁBIO ASSUNÇÃO
Tem gente dizendo por aí que, com a boa fase do cinema brasileiro, o público parou de encarar filme nacional como um gênero e passou a vê-lo como o que é, uma comédia ou um drama ou um policial. Sei, sei. Acho que ainda não é bem por aí, e que o pessoal, no máximo, divide filme brasileiro em duas espécies: tramas burguesas com atores globais e tramas marginais com atores desconhecidos. “Cidade de Deus” pertenceria à segunda categoria, claro. E, embora quase todo mundo esteja super orgulhoso com as quatro indicações ao Oscar, o velho preconceito (“Ish, o planeta vai continuar achando que aqui no Brasil s” tem favelado!”) persiste. Como o público freqüentador de cinema também é burguês, acho que prefere se ver retratado na tela. Historinhas de classe média para pessoinhas idem, mesmo que a atriz que esteja me representando seja a Malu Mader, que não é assim tão parecida comigo ou com a maioria das mortais. Bom, estou falando de “Sexo, Amor e Traição”, que tá atingindo a estupenda marca de 2 milhões de espectadores no país. A comédia do Jorge Fernando, uma refilmagem de uma produção mexicana, segue a linha dos diálogos-clichês, cenários de cartão postal e gente bonita, com uns clipezinhos de música entre uma cena e outra. Mas a sala tava cheia e os espectadores, principalmente as espectadoras, riram bastante, então reclamar do quê?
A história é nula e realmente não importa. O principal é o elenco. Do lado dos garanhões, tem o Fábio Assunção, o Murilo Benício, o Caco Ciocler, e o Marcello Antony fazendo um gay (o que matou de rir a galera). As moças, representadas pela Malu, Alessandra Negrini e Heloísa Périssé, também são jeitosinhas. Tem quem gosta, né? E a Beth Faria ainda dá uma canja no papel do Michael Jackson. Bem, não sei se a intenção era essa, mas que ela tá a cara do sujeitinho complicado, isso tá.
Outro dia, um diálogo engraçado da novela “Celebridade” mostrava duas personagens chamando o Fábio Assunção de deus. Elas têm toda razão. Inclusive, num momento de “Sexo”, a Malu diz que toda mulher deveria experimentar transar com o Fábio. Olha, taí uma idéia sábia. A gente podia até começar uma campanha. Acho até que mulher casada transar com o Fábio não deveria ser considerado adultério. Deveria ser visto como bônus por tempo de serviço. O Fábio é maravilhoso, e mesmo que o filminho seja tão meia-boca, pelo menos dá pra ver o bumbum dele e o Marcello de sunguinha vermelha. Já é mais do que se pode dizer da maioria dos filmes. A única traição do título foi o Fábio ainda não ter sido liberado para uso irrestrito da população feminina. Note o “ainda”. Tenho fé.
Outra traição, e essa não tem nada a ver com o filminho citado acima, foi o que eu vi no site Metacritic. Os críticos americanos falam muito bem de “City of God”, dão uma média alta pro negócio, um destaque enorme, e aí, nos comentários dos leitores, aparece um mané afirmando que “Cidade” é o melhor filme brasileiro de todos os tempos, mas que isso não é grande coisa, já que filme brasileiro é tudo uma m**** mesmo. Pra completar, o energúmeno diz que sabe do que tá falando porque, afinal, ele é brasileiro. Agora, o que a gente faz com um elemento desses? Eu normalmente sou contra a pena de morte, mas sinto que, em alguns casos, devemos abrir exceções. Paredón nele!
Lola Aronovich é professora de inglês e cinéfila.
domingo, 3 de fevereiro de 2008
Um trecho em audio do livro O Mandarim (en spañol)
El Mandarin [The Mandarin]
El dilema moral del mandarin. El viejo dilema de si una persona, ocasionando la muerte de alguien que no conoce consigue toda la riqueza y el poder es la historia de El Mandarin del portugues Jose Maria Eca de Queiroz (1845-1900). En ella un pobre empleadillo al tocar una campana hace que muera un lejano mandarin en China y hereda sus riquezas. Pero la obsesion de haber sido la causa de la muerte de un inocente embarga al ahora poderoso protagonista y el resto de la historia cuenta sus intentos de rehabilitacion. Es una fantasia ironica que es considerada una de las grandes novelas del ilustre escritor, ya que tiene vigencia permanente.
The old dilemma that if a person, by causing the death of someone that he doesn't know, can get wealth and power, will do it, is the story of this brilliant novel by the Portuguese writer Eca de Queiroz.
© and (P)2001 Editorial Fonolibros de Colombia
#audioplayer10
sábado, 2 de fevereiro de 2008
Capa de THE MAIAS
The Maias (New Directions Paperbook) (Paperback)
by Jose Maria Eca de Queiros (Author), Margaret Jull Costa (Translator)
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
Anita y Garibaldi

Sinopse
GariBbaldi in América é uma história de paixão,
aventura e afirmação da liberdade humana.
Giuseppe Garibaldi, 32 anos, italiano, marinheiro, comandante dos rebeldes republicanos que invadem Laguna, SC, durante a Guerra dos Farrapos (1835 - 1845), encontra sua alma gêmea em Anita, 18 anos, lagunense, casada com o sapateiro local. Entre a paixão e as batalhas, eles definirão o rumo de suas vidas, e influenciarão o curso da revolução.
GariBbaldi in América foi concebido para ser finalizado em dois formatos: filme de longametragem e minissérie em 2 capítulos, para TV. Rodado em 35 mm, ambientando à época (1834 a 1848) e com reconstituição cenográfica e dramática que remonta ao Brasil e Itália do século passado.
A história se baseia na vida de Giuseppe e Anita, mas é uma obra de ficção, com as licenças poéticas e dramáticas necessárias para torná-la um filme cativante. Tão cativante quanto foi a vida dos protagonistas. Produzido em 2005/6, será exibido primeiramente nos cinemas, e depois em homevídeo, Tvs de sinal aberto, Tvs a cabo e Tvs por assinatura.
Elenco Principal :
ANITA GARIBALDI Ana Paula Arósio
GIUSEPPE GARIBALDI Gabriel Braga Nunes
LUIGI ROSSETTI Antonio Buil Pueyo
JACINTO Alexandre Rodrigues
TIO DUARTE Paulo Cesar Peréio
TEIXEIRA NUNES Leonardo Medeiros
BENTO GONÇALVES Paulo Betti
“Guerra, orgulho, revolução, coragem e amor...
Esse é um grande projeto que tem um forte potencial comercial e de sucesso”.
Syd Field (Professor Americano, consultor de roteiros)
Em GariBbaldi in América é a primeira vez que a saga libertária de Garibaldi na América se transforma num grande filme de época. Os treze anos de Giuseppe Garibaldi no Brasil, Argentina e Uruguai foram anos de uma aventura sem igual. Giuseppe Garibaldi chegou ao Rio de Janeiro com 26 anos. Partiu de volta para a Itália, de Montevidéu, com 39 anos. Nesse período viveu paixões ardentes, realizou façanhas militares julgadas impossíveis, sobreviveu a naufrágios e tempestades, defendeu o cerco de uma cidade e cercou e incendiou outras.
Garibaldi foi um herói romântico mais sedutor e audaz do que qualquer outro criado pela imaginação dos escritores. E isso é o espantoso: a saga de Garibaldi é real. Sua luta ao lado dos republicanos riograndenses, ao lado dos Lanceiros Negros - a brigada de cavalaria composta apenas de negros fugidos à escravidão - e ao lado dos uruguaios na defesa de Montevidéu é uma aventura verdadeira, e por isso nos toca e nos comove.
Ana Maria de Jesus Ribeiro, Anita, foi uma mulher à frente de seu tempo. Vestindo calças e liderando as tropas em batalha, surpreendeu até mesmo Garibaldi. Anita tinha consciência precisa da guerrilha e da situação política. Lutou por amor a Garibaldi, mas principalmente pela causa. Ela já era republicana. A produtora Laz Audiovisual orgulha-se de estar desenvolvendo um projeto tão importante para a cultura brasileira e italiana, que reúne todos os ingredientes de grandes fantasias épicas. E é com muita satisfação que apresentamos esta proposta de investimento cinematográfico, considerando que GariBbaldi in América estará também nas telas de cinemas europeus, através do contrato de co-produção com a Itália, repercutindo no Brasil e no mundo, conquistando espectadores e trazendo benefícios a todos envolvidos neste projeto maravilhoso
Ficha Técnica
PRODUÇÃO
Laz Audiovisual Ltda.
CO-PRODUÇÃO
Alberto Rondalli, Prole de Adão,
TeleImage e Quanta
PRODUTORES
R. A. Gennaro e Virginia W. Moraes
DIREÇÃO
Alberto Rondalli
ARGUMENTO
R. A. Gennaro
ROTEIRO
Alberto Rondalli
DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA
Cláudio Collepiccolo
Aldo Antonelli
DIREÇÃO DE ARTE
Sérgio Silveira e Luiz Rossi
EDIÇÃO/MONTAGEM (A Definir)
FIGURINO
Maria Diaz
PRODUÇÃO EXECUTIVA
Ricardo Genaro
PRODUÇÃO DE FINALIZAÇÃO
Eliane Ferreira e Fábio Donzelini
PRODUÇÃO DE ELENCO
Sandra Pires, Paulo Letier,
Nádia Bambirra e Deborah Aguia
“Fábio está superbem
“Fábio está superbem e não está em tratamento para dependentes químicos, como andaram dizendo”
FONTE :
REVISTA ISTOÉ GENTE
(Lógicamente alguma ameba pra ter uns segundinhos de audiencia)
MAS E SE ELE ESTIVESSE EM TRATAMENTO QUAL O PROBLEMA?!
E NÃO SERIA DA CONTA DE NINGUEM, MUITO MENOS DA IMPRENSA, QUE FAZ QQ COISA PRA VENDER , PRA DAR AUDIENCIA, QUE FALTA DE RESPEITO COM O ATOR E COM FILHO DELE!!!
TENHO NOJO DE QUEM ESPALHOU ISSO, SENDO OU NÃO VERDADE !!!!

