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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Paralisação Nacional dos médicos em 7 de abril.


Médicos de todo o Brasil que prestam serviços para operadoras de planos de saúde (convênios) decidiram nesta sexta-feira, 18/02, paralisar suas atividades durante um dia, em sete de abril próximo. A categoria vai promover o Dia Nacional de Paralisação por melhorias nas condições de relacionamento entre os planos de saúde e os médicos. A decisão foi tomada na reunião da Comissão de Saúde Suplementar, formada por membros das três entidades médicas nacionais – Federação Nacional dos Médicos, Conselho Federal de Medicina e Associação Médica Brasileira, que, em conjunto com a Comissão de Consolidação da CBHPM, realizou o encontro em São Paulo, na sede da Associação Paulista de Medicina.

Na reunião, os representantes das entidades médicas definiram também que 18 de outubro, quando se comemora o Dia do Médico, será a data base proposta para a elaboração de acordos coletivos de trabalho, intermediados pelos sindicatos médicos, que contemplem reajustes nos valores pagos pelas operadoras pelos procedimentos realizados pelos médicos.

Em recente pesquisa publicada pelo Datafolha, mais de 90% dos médicos disseram que as operadoras (convênios) interferem negativamente no tratamento de seus pacientes. Tomam decisões que só cabem aos médicos, com interesses apenas financeiros. Ou seja, negam pedidos de exames, cirurgias, liberação de medicamentos e etc.

Se a saúde pública não anda bem, a saúde suplementar também não agrada. Mensalidades cada vez mais caras para usuários e pagamentos cada vez menores aos médicos. O valor médio pago por uma consulta de convênio fica entre 15 e 49 reais (valor que diminuirá após descontados os impostos), com direito a um retorno.

Se você tem consulta agendada para dia 7 de abril e é usuário de algum plano de saúde, há grandes chances de não ser atendido.

Antes de revoltar-se, reflita o quanto seu médico é importante na sua vida e se não merece uma remuneração digna.



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26/10/2008 free counters

Justiça dos EUA não aceita pedido de avós para visitar Sean

22/02/2011 11h03 - Atualizado em 22/02/2011 13h16


Silvana Bianchi afirma que vai recorrer da decisão na Convenção de Haia.
Corte de Nova Jersey julgou 'improcedente' pedido feito pelos brasileiros.

Do G1 RJ


Silvana Bianchi, avó do menino Sean Goldman, em reunião com a Comissão dos Direitos Humanos do Senado. (Foto: José Cruz/ABr)Silvana Bianchi, avó materna de Sean Goldman, diz
que vai recorrer da decisão (Foto: José Cruz/ABr)

O pedido de visitação feito pelos avós maternos do menino Sean Goldman, Silvana Bianchi Ribeiro e Raimundo Ribeiro Filho, foi considerado improcedente pela Corte Superior do Estado de Nova Jersey. Segundo a decisão, do dia 17 de fevereiro, o pai do menino, o americano David Goldman, permitiu a visita dos avós com algumas condições “razoáveis” e estas não foram aceitas. A avó de Sean diz ter acatado todas as condições. Eles deram entrada no pedido de visitação usando o estatuto da visitação dos avós (GVS - Grandparent Visitation Statute) de Nova Jersey.

As condições impostas por David são encerrar os processos na Justiça brasileira que tentem reverter a repatriação de Sean aos Estados Unidos ou a guarda total dele ao pai, os avós deveriam não fazer aparições públicas questionando essas decisões, a duração das visitas e quando deveriam acontecer seria decidido pelo psicólogo de Sean, e que toda a comunicação entre David e os avós maternos fosse confidencial.

Procurada pelo G1, a avó brasileira de Sean afirmou que, em março do ano passado, já havia acatado todas as condições impostas por David. "Não tem nenhum processo no meu nome nem da minha família nesse sentido. Não tem nada no nosso nome. Como podemos encerrar processos que não temos?", questionou Silvana.

Nós fizemos tudo o que foi possível. Agora vamos à Convenção de Haia"
Silvana Bianchi, avó de Sean

Segundo ela, havia apenas um pedido de habeas corpus para que Sean não deixasse o Brasil. "Mas com a decisão do STF ele se tornou nulo", acrescentou.

Ela afirmou ainda que vai recorrer da decisão. "Nós fizemos tudo o que foi possível. Agora vamos à Convenção de Haia", garantiu Silvana.

"Agora é uma questão da Justiça brasileira com a Justiça americana. Eles têm de se entender. Vamos recordar que o Sean é um cidadão brasileiro, que teve de deixar o país, com o aval do ministro Gilmar Mendes. Mas foi feito um acordo que não foi cumprido", reclamou.

Na decisão, também é citado um telefonema que David permitiu entre os avós e Sean no Natal de 2010. Silvana teria dito ao menino que estavam brigando por ele nos tribunais, e afirmado que teriam sucesso em trazê-lo de volta ao Brasil. A decisão diz que foi uma tentativa de interferir na relação entre pai e filho e colocar instabilidade na vida de Sean.

Silvana nega que tenha dito isso ao neto, acrescentando que foi mal interpretada. "O último contato que tive com o Sean foi por telefone, no dia de Natal, mas o telefonema foi mal interpretado. O pai biológico de Sean diz que eu falei que estava tentando trazer meu neto de volta ao Brasil. Não falei isso. Eu disse que há um ano estava lutando na Justiça para tentar vê-lo", explicou a avó materna de Sean.

O psicólogo de Sean também é citado no documento. O psicólogo que trata dele desde janeiro de 2010 teria dito em um relatório feito em junho do ano passado que Sean está bem ajustado e havia se tornado muito ligado ao pai. Ele também diz que o menino está muito frágil emocionalmente e que se preocupa com seu envolvimento em outros processos.

A decisão também diz David provou que dar a visitação irrestrita pedida pelos avós permitiria que eles continuassem a desestabilizar o relacionamento entre pai e filho, além de traumatizar a criança com a ideia de que ele pode ter que ser separado do pai e voltar ao Brasil. Alega também que o estatuto que dá direito de visita ao avós (GVS) não deveria ser usado para abusos ou manipulações.





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26/10/2008 free counters

OAB quer nome de beneficiário de passaporte especial


22 de fevereiro de 2011 | 15h 19
SOLANGE SPIGLIATTI - Agência Estado

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) enviou hoje ao ministro das Relações Exteriores, Antônio Patriota, um ofício em que solicita os nomes dos 328 beneficiários dos passaportes diplomáticos expedidos em caráter excepcional, bem como os motivos que fundamentaram a concessão desses documentos.

Quando veio à tona no fim do ano passado a polêmica dos passaportes especiais, denunciando que os filhos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva receberam o benefício, a OAB requereu ao Itamaraty a lista dos beneficiários desses documentos, visando a medidas judiciais. Porém recebeu recentemente, como resposta, apenas a informação de que o número de passaportes excepcionais emitidos foi de 328.

Agora, a OAB requer que o Itamaraty "individualize" os beneficiários desses passaportes, pois, "somente tendo à disposição esses nomes e a motivação dos atos, a OAB poderá ajuizar ações apontando as irregularidades e pedindo anulação desses documentos".






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26/10/2008 free counters

#INSS #Lula e ex-ministro são alvo de ação do Ministério Público Federal


Envio de cartas custeadas com dinheiro público a segurados do INSS tinha teor de propaganda, segundo Procuradoria

22 de fevereiro de 2011 | 15h 24
estadão.com.br

O Ministério Público Federal no Distrito Federal (MPF/DF) propôs ação de improbidade administrativa contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-ministro da Previdência Social, Amir Francisco Lando. Eles são acusados de utilizar a máquina pública para realizar promoção pessoal e favorecer o Banco BMG, envolvido no esquema do mensalão.

Segundo a Procuradoria, as irregularidades aconteceram entre outubro e dezembro de 2004. Lula e Amir Lando seriam responsáveis pelo envio - custeado com dinheiro público - de mais de 10,6 milhões de cartas de conteúdo propagandístico aos segurados do INSS. As cartas informavam sobre a possibilidade de obtenção de empréstimos consignados com taxas de juros reduzidas. De acordo com o MPF/DF, a manobra custou aos cofres públicos cerca de R$ 9,5 milhões, gastos com a impressão e a postagem das cartas.

O MPF/DF defende ainda que não havia interesse público no envio das informações e a assinatura das correspondências diretamente pelo então presidente da República e pelo ex-ministro da Previdência foi realizada para promover as autoridades.

Outra irregularidade apontada pela Procuradoria foi o favorecimento do Banco BMG, única instituição particular apta a operar a nova modalidade de empréstimo naquela época. As investigações mostraram que a única novidade na época do envio das cartas era o convênio recém-firmado entre o banco e o INSS, pois a lei que permitia aos segurados efetuarem empréstimos consignados foi sancionada dez meses antes. Outro fato que chamou atenção foi a rapidez no processo de convênio entre o BMG e o INSS: durou apenas duas semanas, quando o comum é cerca de dois meses.

"Diante do apurado, podemos concluir facilmente que a finalidade pretendida com o envio das correspondências era, primeiramente, promover as autoridades que assinavam a carta, enaltecendo seus efeitos e, consequentemente, realizando propaganda em evidente afronta ao art. 37, 1º da CF e, ao mesmo tempo, favorecer o Banco BMG, única instituição particular apta a operar a nova modalidade de empréstimo", defende o MPF/DF na ação.

Para garantir a devolução dos valores gastos com o envio das correspondências aos cofres públicos, o MPF/DF pede, em liminar, o bloqueio de bens dos acusados. O processo está em fase de intimação dos réus.







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26/10/2008 free counters

Coluna criticou em 2003 visita de #Lula ao ditador #Kadafi

Vale a pena ler de novo


Em 2003, quando o ex-presidente Lula foi a Trípoli, na Líbia, publiquei uma coluna criticando o tom da visita, mostrando o equívoco de se transformar um encontro para fazer negócios em visita de amigos.

Agora, o novo governo brasileiro tem a oportunidade de fazer de um outro jeito, estabelecendo diferenças entre ser cúmplice de uma ditadura como aquela e discutir relações comerciais. Vale a pena ler de novo.

Destacamos aqui um dos trechos dessa coluna, publicada no dia 12 de dezembro de 2003, que pode ser lida abaixo na íntegra:

- Democracia não se impõe, não se ensina, mas se defende como princípio e avanço civilizatório.

Princípio de Trípoli

O ministro Celso Amorim justificou as extravagâncias do último périplo presidencial dizendo que não se trocam princípios por produtos. Agora, só precisa explicar que princípios o governo brasileiro foi defender na tenda do ditador Muamar Kadafi. Seriam democráticos, comerciais ou morais? Qual deles se reforça com uma visita sem propósito, pé ou cabeça?

O ministro respondeu às cobranças de que o presidente deveria ter feito uma defesa dos ideais democráticos que professa e pratica dando uma resposta estranha: "Se negociar só com democracias, o Brasil vai ter fazer só comércio interno." O chanceler conseguiu, assim, ofender todos os países com os quais o Brasil comercializa, ao mesmo tempo. Para um diplomata, realmente, isso é uma proeza rara. Será que o ministro está se referindo aos países da Europa, com quem o Brasil tem 25% do seu comércio externo? Aos Estados Unidos, com os quais tem outros 25%? À Argentina, com quem o Brasil tem 7,5%? São todos ditatoriais como a Líbia, com quem o Brasil tem 0,07% do seu comércio?

Outra idéia defendida pelo chefe do Itamaraty é que a viagem é de negócios. Realmente a idéia de visitar países árabes é muito boa, mas falta explicar por que a Arábia Saudita foi excluída do roteiro por falta de tempo, e horas generosas foram concedidas à Síria e à Líbia. Sem tempo para conversar com um parceiro com o qual o Brasil tem um comércio de US$ 1,2 bilhão, o presidente do Brasil foi ter aulas de geopolítica numa tenda de propaganda do ditador da Líbia, visitar o túmulo do pai do ditador e jantar com convidados vindos diretamente da esquerda que fracassou, por incompetência, ao chegar ao poder. Para todos eles, é ótimo posar ao lado do presidente brasileiro; para Lula, essa companhia não lhe faz justiça.

O Lula é a nova esquerda. Ele não tem rigorosamente nada a ver com os companheiros aos quais a sua diplomacia tenta vinculá-lo. Lula fez carreira democrática, o PT ganhou o poder pelo voto e, ao chegar à Presidência, pagou o alto preço de adequar programa e políticas à demanda do eleitorado por estabilidade. Fez reformas que havia abjurado, elevou juros quando havia prometido derrubá-los, renovou o acordo com o FMI quando havia gritado "Fora!" ao organismo. Fez isso porque a população não queria explosão inflacionária, nem aventuras econômicas. O ministro Tarso Genro explicou de forma cristalina na entrevista que me concedeu esta semana: se fosse pelo caminho da ruptura, o governo Lula teria provocado crise, insegurança, como aconteceu na Venezuela, que perdeu 15% do PIB.

Lula e seus assessores internacionais têm justificado o constrangedor silêncio sobre os princípios democráticos nas visitas a ditaduras dizendo que o Brasil não deve interferir em assuntos internos destes países. Falta explicar, agora, por que o presidente Lula disse que o presidente Bush se arrependeu de haver invadido o Iraque e não declara isso porque o ano que vem é ano eleitoral. Quem deu a Lula o direito de interpretar o pensamento do presidente de outro país numa conversa exatamente com os inimigos do país do qual se fala? Isso sim é fazer comentários inconvenientes.

A idéia da não intervenção em assuntos internos é bem mais precisa do que parece. E o Brasil sempre respeitou isso. O que não significa silenciar-se diante de ditadores. Democracia não se impõe, não se ensina, mas se defende como principio e avanço civilizatório. Governantes democráticos, quando visitam ditaduras, falam com os opositores do regime, coisa que Lula não fez em Cuba, nem poderia fazer em Trípoli. Em Cuba, alguns escaparam do fuzilamento; na Líbia, não se sabe.

A mais patética das respostas - e a mais comum - quando falam o assessor internacional Marco Aurélio Garcia e o ministro Celso Amorim, é acusar seus críticos de um suposto "colonialismo". Qualquer pessoa que discorde da orientação desorientada da atual política externa é um subserviente aos interesses americanos. Tática comum para desqualificar o interlocutor, muito usada em meios estudantis.

A invasão do Iraque, o desrespeito ao Conselho de Segurança da ONU, o retrocesso civilizatório da apropriação de um país para dividi-lo, como um botim, entre os amigos, os atos e palavras do presidente George Bush são indefensáveis. O governo Bush aumenta o risco global. Até o suspeito especulador George Soros acha isso e quer gastar dinheiro para vê-lo longe do poder.

O Brasil usou os foros e formas adequadas para fazer essa crítica. Defendeu esse ponto de vista na ONU, o presidente Lula fez fortes declarações sobre o tema refletindo a média do pensamento nacional. E continuou defendendo em todos os foros internacionais a postura de repúdio à barbárie praticada. Tudo isso é defesa de princípios. Reunir-se com certos líderes árabes e, com eles, criticar os Estados Unidos e chamar Kadafi de velho amigo, aceitar as imposições do seu esdrúxulo protocolo não é exatamente defesa de princípios, é erro diplomático.

Esta viagem do presidente Lula tinha o roteiro errado, foi mal preparada do ponto de vista do cerimonial, provocou constrangimentos e riscos à imagem do Brasil. Na boa diplomacia, quando um presidente apresenta uma proposta, é porque ela já foi testada pelos escalões diplomáticas. Para usar uma imagem cara ao presidente, ele tem que entrar só pra chutar pro gol. Lula propôs uma reunião entre árabes e latino-americanos que foi desdenhada por Kadafi com um argumento irrefutável: há muita divisão entre os árabes. E, disso, entende ele, que não é aceito pela maioria dos líderes árabes.








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26/10/2008 free counters

Remember: Lula e o “amigo” Khadafi

22/fev/2011 José Pedriali

O ex-presidente Lula se reuniu quatro vezes, no exercício do mandato, com o ditador líbio Muamar Khadafi. A última foi descrita assim pelo jornal O Estado de S. Paulo (síntese):

Lula ataca mídia e chama Kadafi de ”amigo e irmão”

Único convidado a comparecer à Cúpula Africana, ele diz que consolidar democracia é ”processo evolutivo”

02 de julho de 2009 | 0h 00

Único convidado de honra presente à Cúpula da União Africana, aberta ontem, em Sirte, na Líbia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva responsabilizou os países industrializados pela crise do sistema financeiro e pelo “caráter perverso da ordem internacional”. O discurso, aplaudido por chefes de Estado e de governo e por líderes tribais africanos, foi sucedido por críticas à imprensa pelo que considerou “preconceito premeditado” por sua proximidade com ditadores da região.

Lula começou seu discurso dizendo a Kadafi: “Meu amigo, meu irmão e líder”. Logo de início, o presidente elogiou “a persistência e a visão de ganhos cumulativos que norteia os líderes africanos” e ressaltou que “consolidar a democracia é um processo evolutivo”.

Minutos depois, em entrevista a jornalistas brasileiros, Lula respondeu às críticas feitas sobre sua proximidade com ditadores africanos, como Muammar Kadafi. O presidente ironizou a imprensa pelo não comparecimento de Ahmadinejad, afirmando que as críticas que recebera eram “preconceito premeditado”.



www.odiario.com



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26/10/2008 free counters

Acusado de matar Vanessa de Vasconcelos Duarte, cumpria pena em liberdade


22 de fevereiro de 2011 | 10h 25
AE - Agência Estado

Oito dias antes do assassinato da supervisora de vendas Vanessa de Vasconcelos Duarte, de 25 anos, o principal acusado do crime, Edson Bezerra de Gouveia, de 35, se apresentou no Fórum de Barueri, na Grande São Paulo. Ele tinha de comparecer por estar cumprindo pena de roubo em liberdade condicional.

Gouveia, que está com prisão temporária de 30 dias decretada pela Justiça, não era foragido, como havia declarado na semana passada o delegado Zacarias Katzer Tadros, responsável pela investigação. O acusado estava cumprindo pena em liberdade desde 3 de fevereiro de 2010.

Antes disso, ele estava em regime semiaberto no Centro de Progressão Penitenciária de Mongaguá, na Baixada Santista, segundo a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP). Como condição para ficar em liberdade condicional, ele tinha de se apresentar no Fórum de Barueri, na Grande São Paulo, a cada três meses.

Crime

Vanessa foi encontrada morta em Vargem Grande Paulista no dia 12. Ontem, a Polícia Civil informou ter o primeiro nome do segundo suspeito, mas não o divulgou. O acusado seria amigo de Gouveia e, segundo a polícia, eles teriam cometido outros crimes juntos. "Temos informes de que os dois, após o crime, se dirigiram para a região de Araraquara", contou Tadros. Lá, eles teriam brigado por dinheiro e Gouveia voltou para a Grande São Paulo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.





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26/10/2008 free counters

Frota de carros oficiais de Tribunais de Justiça ainda é ‘caixa-preta’


Levantamento do ‘Estado’ revela que 18 TJs possuem 1.270 veículos oficiais, mas nove tribunais ainda escondem os números, apesar de resolução do Conselho Nacional de Justiça obrigar o Judiciário a informar a lista de forma acessível pela internet

21 de fevereiro de 2011 | 23h 00
Daniel Bramatti, de O Estado de S. Paulo

Mais de um ano e meio depois de o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) ter determinado a abertura da "caixa preta" dos carros oficiais do Poder Judiciário, a maioria dos tribunais estaduais ainda oculta suas frotas de veículos ou dificulta o acesso a dados sobre elas. Levantamento feito pelo Estado constatou a existência de pelo menos 1.270 Corollas, Vectras, Astras e assemelhados à disposição de juízes e desembargadores em 18 Tribunais de Justiça.

Nove dos 27 tribunais não apresentaram os dados solicitados pela reportagem. Entre os que o fizeram, apenas dez divulgaram as listas de carros na internet da forma como determinou o CNJ em resolução editada em junho de 2009 pelo então presidente do órgão, Gilmar Mendes.

Se um morador de Sergipe, do Acre, do Distrito Federal ou de Mato Grosso quiser saber quantos carros de juízes e desembargadores são custeados por seus impostos, precisará apenas entrar no site do Tribunal de Justiça de seu Estado, clicar no link "Transparência" e, a seguir, em "Lista de veículos".

Já no Rio de Janeiro, para obter a mesma informação, o cidadão terá de percorrer um caminho bem mais complexo: a partir da home page, clicar em "Institucional", procurar o item "Diretorias", entrar em "DGLOG" e, por fim, no link em que se lê "Em cumprimento ao artigo 5º da Resolução 83/2009 do CNJ - clique aqui para ver a planilha". No mundo pré internet, seria o equivalente a pendurar uma nota de interesse público não no quadro de avisos da repartição, mas atrás do armário de uma sala fechada do segundo subsolo.

Até o início do mês, a relação de carros do TJ-RJ não estava na internet. Depois de questionamento feito pelo Estado, ela foi colocada no site, mas em local inacessível para os cidadãos.

Em evidência. O CNJ, órgão de controle do Judiciário, determina que todos os tribunais do País publiquem, até 31 de janeiro de cada ano, a lista de veículos oficiais em "espaço permanente e facilmente acessível do sítio ou portal respectivo na rede mundial de computadores".

Além do Rio, TJs do Paraná, do Espírito Santo, de Pernambuco e de Goiás, entre outros, descumpriam completamente a resolução do CNJ e não publicavam a lista na internet até a semana passada . Outros tribunais publicaram a relação, mas não na página principal da instituição nem no link Transparência - para localizá-la, foi preciso consultar as assessorias de imprensa.

O contraste com a Justiça Federal não poderia ser maior: todos os Tribunais Regionais Federais e suas respectivas Seções Judiciárias nos Estados têm portais de transparência com formato padronizado e informações centralizadas sobre carros oficiais, gastos com funcionários e número de cargos ocupados, entre outros itens.

Sem punição. Ao exigir que detalhes sobre a frota de veículos de todo o Poder Judiciário fosse divulgada, o CNJ tinha como objetivo facilitar a fiscalização de eventuais abusos.

Mas o próprio CNJ não monitora o cumprimento da resolução. Segundo a assessoria de imprensa do órgão, apesar de a medida estar em vigor há 20 meses, somente a partir das próximas semanas haverá um acompanhamento caso a caso para checar se as listas de carros estão sendo divulgadas e em que condições.

Tampouco há punição prevista para os juízes e desembargadores avessos ao princípio da transparência. O CNJ afirma que sua intenção não é punir, mas atuar como um facilitador para que o interesse público seja levado em consideração.

O Estado solicitou entrevista sobre o assunto com algum representante do CNJ, mas o órgão preferiu se manifestar apenas por meio de sua assessoria de imprensa.








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26/10/2008 free counters

#TITITI Rebeca diz a Pedro que vai processá-lo por tentativa de homicídio

No hospital, o filho de Jacques sente o peso da ameaça da mãe de Camila. Ela não aceita o atropelamento da filha

21/02/11 às 08h56 - Atualizado em 21/02/11 às 09h02


Rebeca ameaça Pedro e Jacques fica com mais raiva do filhoRebeca ameaça Pedro e Jacques sente ainda mais raiva do filho

Depois de tentar atropelar Luti (Humberto Carrão) e acertar a amada Camila (Maria Helena Chira), Pedro (Marco Pigossi) vai parar no hospital. Todo engessado, o jovem ainda escuta as críticas de seu pai.

"Como você teve coragem, hein, Pedro?!", pergunta Jacques (Alexandre Borges), enquanto Júlia (Nicette Bruno) tenta acalmá-lo. No entanto, Leclair não esconde a revolta com o filho e diz que torce para que ele esteja sentindo muita dor para não esquecer jamais o que fez.

Nisso, Rebeca (Christiane Torloni) entra com tudo no quarto de Pedro e avisa: "Sentir dor é pouco! Se prepare, rapaz! Você vai ser processado por tentativa de homicídio! E testemunha para isso não vai faltar!".

Pedro fica ferido e é internado no hospitalPedro fica ferido e é internado no hospital

Todos ficam tensos com a ameaça, enquanto a mãe de Camila continua afirmando que vai fazer de tudo para colocar o filho de Jacques na cadeia.

Divirta-se com o Oráculo de Ti-ti-ti

Após a saída de Rebeca, Leclair se lamenta: "(...) Além de ter um filho presidiário, nós também nos queimamos com a Rebeca Bianchi! Que tragédia, meu Deus!".

A cena vai ao ar na terça-feira, 22 de fevereiro! Não perca!








De: SoNovelas | 11 de dezembro de 2010 | 77511 exibições
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26/10/2008 free counters

Alexandre Garcia fala sobre o combate ao tráfico de drogas e armas



Terça-feira, 22/02/2011

Fiscalizar as fronteiras é o primeiro passo para combater as armas e drogas. Para Alexandre Garcia, o policiamento entre o Paraguai e o Brasil é como tapar o sol com a peneira. O ideal seria vigilância aérea e armada e apoio terrestre rápido.






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