O retrato falado do segundo suspeito foi divulgado na quinta-feira, dia 17 Foto: Reprodução/Futura Press
O delegado Zacarias Tadros, do Setor de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP) de Carapicuíba, informou nesta segunda-feira já ter identificado o segundo suspeito da morte da supervisora de vendas Vanessa Vasconcelos Duarte, 25 anos, em Vargem Grande Paulista, na Grande São Paulo. O nome dele não foi divulgado para evitar atrapalhar as investigações. As informações são da rádio CBN.
A polícia faz buscas pelos dois homens que teriam participado do crime. Um deles é Edson Bezerra Gouveia, o primeiro a ter o retrato falado divulgado e que teve a prisão temporária decretada na sexta-feira. Segundo a polícia, ele morava próximo à casa de Vanessa e pretendia abusá-la sexualmente. Policiais teriam informações de que o suspeito se encontra na Grande São Paulo e têm expectativas de prendê-lo em breve. O corpo da jovem foi encontrado no dia 13, em um matagal próximo à rodovia Raposo Tavares.
TERRA
Preso, suspeito confessa ter matado menina de 9 anos em SP 22 de fevereiro de 2011 • 08h09
O principal suspeito do assassinato da menina Pamela Bianca da Silva, que tinha 9 anos e cujo corpo está desaparecido há mais de cinco meses, está preso em Araraquara e confessou o crime. A confissão foi gravada pela Delegacia de Investigações Gerais e divulgada nesta terça-feira. As informações são do Bom Dia SP.
Nas imagens, Deivis Gregório da Cruz Miranda, 30 anos, preso e algemado, diz à ex-namorada que matou a criança, responde sobre os motivos que o teriam levado a cometer o crime (em trecho inaudível) e informa a localização do corpo - um matagal da cidade em que a polícia já faz buscas. O crime teria sido cometido no final de setembro de 2010, quando a mãe de Pamela, que estava em um bar, teria pedido a Deivis que levasse a menina para casa.
22/02/2011 06h41 - Atualizado em 22/02/2011 07h08
Suspeito de matar menina de 9 anos é preso e confessa o crime em SP
Caso aconteceu há 5 meses em Araraquara, no interior do estado. Corpo da criança ainda não foi encontrado.
Do G1 SP
O principal suspeito de matar e esconder o corpo da Pâmela Bianca Ezequiel da Silva, de 9 anos, em Araraquara, a 273 km de São Paulo, foi preso na semana passada na cidade. Imagens divulgadas pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) nesta segunda-feira (21) mostram quando ele confessa o crime.
A menina desapareceu no fim de setembro do ano passado. Ela estava em um bar com a mãe, que tinha pedido ao suspeito, que era vizinho, para levar a filha de volta para casa. Desde então, ela nunca mais foi vista.
O homem de 30 anos foi preso no dia 14 de fevereiro após cometer um roubo em Jaboticabal. Na delegacia de Araraquara, durante uma acareação com sua ex-namorada, ele conta que matou a menina para se vingar da mãe dela.
Segundo a polícia, o objetivo foi confrontar um depoimento anterior em que ele afirmava que tinha vendido a menina. Durante as gravações, porém, ele confessou como a matou. “Afogada”, disse.
O delegado pergunta qual o foi motivo do crime e ele se justifica.
Delegado: Mas conta para ela a causa. Por quê? Preso: Vingança. Delegado: Ela te fez algum mal? Preso: A mãe dela fez.
O suspeito indicou um matagal como o lugar em que deixou o corpo de Pâmela. Buscas já foram feitas, mas como o mato está alto e a área alagada, o trabalho é difícil.
A Polícia Civil pretende fazer a reconstituição do crime na quarta-feira (23) para poder concluir as investigações até o final desta semana.
Uma mulher de 27 anos foi encontrada morta perto da feira municipal de Paranatinga (373 quilômetros de Cuiabá) na manhã de ontem. O corpo de Vanessa Luz dos Santos tinha várias marcas de perfurações e sua cabeça estava quase degolada. A Polícia Civil suspeita de que ela também tenha sido estuprada.
O corpo da vítima foi encontrado por moradores da região por volta das 7h. “A vítima estava despida e com pelo menos seis perfurações na região do abdômen, possivelmente causados por uma faca, além de um corte profundo na garganta”, disse o delegado Marcos Sampaio Ferreira.
Perto do corpo, a polícia encontrou um preservativo aparentemente usado e as roupas que seriam de Vanessa Santos. Não havia vestígios de sangue nas vestes. A suspeita é de que o crime foi cometido durante a madrugada de segunda-feira.
Moradores disseram à Polícia Civil que a mulher era garota de programa e morava em um prostíbulo no município, mas a informação ainda não foi confirmada. “De qualquer forma, vamos amanhã [hoje] até essa casa de prostituição para investigar o crime”, afirmou Ferreira. A família da vítima mora em Paranatinga.
A Polícia Civil pediu exame de conjunção carnal para saber se a vítima sofreu violência sexual e o exame necroscópico para saber a causa da morte. O preservativo encontrado perto do corpo também foi encaminhado para análise. Ainda não se sabe quando os exames ficarão prontos. Até o início da noite de ontem, nenhum suspeito havia sido preso. (CH)
CRUELDADE: Mulher encontrada nua, foi estuprada e degolada Redação 24 Horas News
Mais uma mulher é violentada e executada com crueldade. Vanessa Luz dos Santos, de 27 anos, foi encontrada morta na manhã desta segunda-feira (21). Além de ter sido deixada nua, a vítima ainda foi degolada e estuprada.
A barbárie aconteceu na cidade de Paranatinga (Sul, a 370 quilômetros da Capital). O corpo de Vanessa foi deixado numa rua próximo à Feira Municipal mda cidade.
A morte da mulher, uma das mais brutais dos últimos tempos, não só abalou, como revoltou os moradores de Paranatinga. A Polícia Militar fez a preservação de local de corpo, e a Polícia Civil iniciou as investigações.
O corpo de Vanessa, segundo informações da Polícia Militar, foi removido para a cidade de Primavera do Leste, na mesma região, para que seja feita a necropsia.
A Polícia no entanto, ainda não tem pistas do autor, muito menos dos motivos do crime. Em princípio, a vítima teria sido estuprada antes de ser degolado e sofrer outras perfurações de faca pelo corpo. (JRT).
Jovem de 27 é estuprada e degolada no Mato Grosso
MIDIA NEWS 21/02/2011 15h42
A jovem Vanessa da Luz dos Santos, de 27 anos, foi estuprada e degolada na madrugada de domingo (21), na cidade de Paranatinga (373 km ao Sul de Cuiabá).
O corpo, nu, estava jogado nas proximidades da Feira Municipal e foi encontrado por moradores que passavam no local. Foi encontrada uma faca e uma camisinha ao lado do corpo.
Ela foi vista pela última vez na lanchonete "Momentos Bar", por volta das 21h. Suspeita-se que Vanessa trabalhava como garota de programa e era usuária de drogas.
O investigador da Polícia Civil, Xavier Sobrinho, disse que Vanessa estava com sinais de agressões pelo corpo. "Ela estava com várias perfurações. O pescoço estava com um corte profundo. Havia também camisinhas jogadas ao lado. Por isso, acreditamos no estupro", disse o investigador.
O corpo da jovem será encaminhado para Primavera do Leste (240 km ao Sul da Capital), para fazer o exame de conjunção carnal e a necropsia.
De acordo com informações da polícia, Vanessa é de família pioneira de Paranatinga e, atualmente, estava desempregada e morava sozinha em um quarto alugado. A Polícia ainda não tem nenhum suspeito do crime.
Dois Irmãos - Mas afinal o que aconteceu no sítio da Família Lima, no limite entre Dois Irmãos e Sapiranga? Segundo a MetSul Meterologia, a causa da enxurrada foi um temporal muito isolado, típico de verão, que despejou enorme volume de água entre Dois Irmãos, Sapiranga e Santa Maria do Herval. O temporal se compara ao que aconteceu na região serrana do Rio de Janeiro no mês passado, que foi em maior proporção, por ser um temporal localizado. Essas chuvas com ventos fortes são capazes de provocar volumes extremos de água em curto período nesta época. O relevo da região favoreceu que uma torrente de água e lama atingisse o sítio, oferecendo pouco tempo para que as pessoas buscassem segurança.
Já foi notícia no Jornal NH
Em reportagem publicada pelo Jornal NH dia 14 de janeiro deste ano, especialistas alertavam para os riscos de cidades da região passarem por situações semelhantes às vividas por moradores de localidades da Serra do Rio de Janeiro no início desse ano. Também o Jornal ABC Domingo, em reportagem publicada em fevereiro de 2009, fez uma radiografia das regiões com risco de deslizamento e alagamento, entre elas Igrejinha e Três Coroas.
Foto: Néia Dutra/GES
Bombeiros buscam desaparecidos em sítio da Família Lima no RS 21 de fevereiro de 2011 • 09h53
Soldados do Comando Regional do Corpo de Bombeiros no Vale do Rios dos Sinos, no Rio Grande do Sul, fazem buscas na manhã desta segunda-feira por desaparecidos no sítio da Família Lima, na divisa entre Dois Irmãos e Sapiranga. A chuva forte que caiu na região no final de semana deixou pessoas ilhadas, mas a corporação não informou a quantidade nem a identidade das vítimas procuradas.
Ao longo desta madrugada, pelo menos sete jovens já foram resgatados. O Corpo de Bombeiros informou, às 9h30, que não havia mortos em decorrência das chuvas na região. A Reserva Ecológica Família Lima fica a 60 km de Porto Alegre e é aberta ao público mediante pagamento de entrada.
Seis aprovados no Vestibular 2011 da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) correm o risco de serem excluídos do processo seletivo. Uma comissão instituída pela Comperve está analisando os documentos apresentados pelos estudantes e, até o final desta semana, vai informar se eles terão a mesma penalidade de Antônio Gomes da Silva Filho, primeiro lugar no curso de Medicina, que foi excluído por ter, segundo a universidade, fraudado o histórico escolar para ser beneficiado pelo argumento de inclusão.
O reitor da UFRN, Ivonildo Rêgo, prefere somente revelar a identidade dos alunos ao final da investigação, mas informou que todos são da área Biomédica: dois de Medicina, três de Odontologia e um de Nutrição. “A comissão está investigando e até o final da semana vamos encerrar os trabalhos”, disse. As aulas na universidade começaram ontem. O reitor afirmou que é possível que alguns dos alunos investigados já estejam em sala de aula, mas, caso a fraude seja descoberta, serão desligados da instituição de ensino. “Os alunos sob suspeita já foram informados do caso e sabem que estão sendo analisados. A qualquer tempo, eles podem ser excluídos”.
Na semana passada, a UFRN anunciou a eliminação de Antônio Gomes da Silva Filho porque ele teria cursado o ensino básico e médio em escolas da rede privada, mas cursou também o Educação para Jovens e Adultos (EJA) supostamente para conseguir o argumento de inclusão oferecido aos estudantes que são oriundos da rede pública. O calouro nega a ilegalidade e disse que vai acionar a Justiça para reverter a decisão da UFRN.
Este foi o primeiro ano que a UFRN recebeu alunos que estudaram no EJA. O reitor da instituição acredita que as investigações não vão deixar suspeitas com relação às próximas avaliações. “O nosso vestibular é muito respeito. A Comperve elabora um excelente exame. Essas investigações só vão reforçar nossa credibilidade. Isso é um aviso aos alunos: esperteza não vale a pena”, declara Ivonildo Rêgo.
Jo Kane, who lives on the outskirts of the southern city, said she felt like an "opossum in the headlights".
"This has shaken me to the core, I'm really concerned about friends that I haven't been able to get in contact with in the city.
"I've rung people whose homes were already damaged (in the last earthquake) and people are just really shocked, absolutely quite shell-shocked.
"Their houses are worse, there is no sewage, no water and they are just in darkness."
I'm a Wellington girl and I grew up with earthquakes, but I'm telling you I'm sitting here with an expression like an opossum in the headlights.
Jo Kane, Christchurch resident
She added: "You do not expect this to happen twice, but that is what this city has got.
"This is a very serious situation for New Zealand.
"I'm a Wellington girl and I grew up with earthquakes, but I'm telling you I'm sitting here with an expression like an opossum in the headlights.
"It's the shallowness of the quake that has caused so much damage, but there are still many of us waiting for the people out of the city to come back home.
"The aftershocks are very very strong.
"We are very lucky we have still got power here.
"There are people trapped in buildings and we don't yet know what the death toll could be."
Dave Ireland Tells Of Quake Devastation
:: Dave Ireland is in Christchurch as part of a British tennis team participating in the World Team Championships.
He said: "We were opposite the tennis centre (when the earthquake struck) where everyone was playing, thankfully outside and before we knew it, the ground started to shake aggressively and cracks appeared.
The main tennis centre building, which has eight or nine indoor courts, started to shake like a paper building and it was pretty scary stuff.
Dave Ireland, British tennis player in Christchurch
"The main tennis centre building, which has eight or nine indoor courts started to shake like a paper building and it was pretty scary stuff.
"As far as tennis goes in Christchurch now (our tournament) is over.
"One of our team was mid-rally when the quake struck and he was running for a ball and took a tumble and grazed his knee.
"Someone in the kitchen was serving and the hot water machine came off the wall and he was burnt quite badly on his arm, but thankfully nothing too serious.
"At the tennis centre everything was down. There was a lot of water coming up from underground, from the main sewage pipes.
"We are on a road now where one side has got no electricity at all, but it is hit and miss really. It depends where you are.
"I think a lot of the more serious injuries were downtown.
"The courts are ripped up - even now as you can imagine there are lots of cracks in the ground.
"As far as we are concerned, we are sort of coming to terms with the fact that the competition is over before it started really."
The earthquake that hit Christchurch in New Zealand has devastated the homes and livelihoods of thousands.
:: Listen to Jo Kane, who lives near Christchurch, talk about the devastation the quake has caused.
At least 65 people have been killed and around 200 others are feared trapped in collapsed buildings.
Here they tell Sky News their stories.
Jo Kane, who lives on the outskirts of the southern city, said she felt like an "opossum in the headlights".
"This has shaken me to the core, I'm really concerned about friends that I haven't been able to get in contact with in the city.
"I've rung people whose homes were already damaged (in the last earthquake) and people are just really shocked, absolutely quite shell-shocked.
"Their houses are worse, there is no sewage, no water and they are just in darkness."
She added: "You do not expect this to happen twice, but that is what this city has got.
"This is a very serious situation for New Zealand.
"I'm a Wellington girl and I grew up with earthquakes, but I'm telling you I'm sitting here with an expression like an opossum in the headlights.
"It's the shallowness of the quake that has caused so much damage, but there are still many of us waiting for the people out of the city to come back home.
"The aftershocks are very very strong.
"We are very lucky we have still got power here.
"There are people trapped in buildings and we don't yet know what the death toll could be."
:: Dave Ireland is in Christchurch as part of a British tennis team participating in the World Team Championships.
He said: "We were opposite the tennis centre (when the earthquake struck) where everyone was playing, thankfully outside and before we knew it, the ground started to shake aggressively and cracks appeared.
"The main tennis centre building, which has eight or nine indoor courts started to shake like a paper building and it was pretty scary stuff.
"As far as tennis goes in Christchurch now (our tournament) is over.
"One of our team was mid-rally when the quake struck and he was running for a ball and took a tumble and grazed his knee.
"Someone in the kitchen was serving and the hot water machine came off the wall and he was burnt quite badly on his arm, but thankfully nothing too serious.
"At the tennis centre everything was down. There was a lot of water coming up from underground, from the main sewage pipes.
"We are on a road now where one side has got no electricity at all, but it is hit and miss really. It depends where you are.
"I think a lot of the more serious injuries were downtown.
"The courts are ripped up - even now as you can imagine there are lots of cracks in the ground.
"As far as we are concerned, we are sort of coming to terms with the fact that the competition is over before it started really."
(c) Sky News 2011
Britons describe NZ quake 'chaos'
17 mins ago
British nationals caught up in a deadly earthquake that killed more than 65 people on New Zealand's South Island have spoken of the chaos and devastation following the crippling natural disaster.
The powerful 6.3-magnitude quake struck around six miles outside Christchurch during lunchtime, causing widespread destruction and injury.
Eyewitnesses said the three-mile deep tremor, believed to be an aftershock from a 7.1 magnitude earthquake which struck last September, levelled high-rise buildings, tore up footpaths and sprayed rubble onto the streets below. A state of emergency has been declared in the city with collapsed debris and buildings trapping an unknown number of people.
British backpacker Christopher Ratcliffe, 27, was forced to shelter under a desk in a Christchurch library when the quake struck.
"When I came outside the city looked like a bomb had hit it. There was dust and smoke in the air and bits of glass and rubble falling from the tops of buildings. People were walking around covered in blood and in tears - it was just shocking," the traveller from Sutton Coldfield said.
Barnaby Luck, from Haverfordwest in Pembrokeshire, was in a hostel when the disaster hit: "Everything started shaking and it became more and more violent - it was like someone had got hold of the building and was shaking it and swinging it back and forwards - so I just jumped under my bunk bed."
The Foreign Office said it was "urgently" seeking information about British casualties. It is not know if any Britons are among the dead.
The UK's Department of Foreign Affairs has activated its Consular Crisis Centre to deal with public queries relating to the earthquake. The helpline number is 01 418 0222.
Christchurch was still recovering for an earthquake that hit in September last year which caused an estimated four billion New Zealand dollars in damage. A strong aftershock in December caused further damage to buildings. The city was still rebuilding from those quakes when the latest one hit.
Prime minister John Key held an emergency Cabinet meeting then rushed to the stricken city. "It is a just a scene of utter devastation," he said, before revealing the death toll was 65, and may rise. "This may be New Zealand's darkest day," he told a local news channel.
New Zealand earthquake: UK tourists tell of devastation
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BRITISH nationals caught up in a deadly earthquake that killed more than 65 people on New Zealand's South Island today spoke of the chaos and devastation following the crippling natural disaster.
• Passers-by survey damage caused by the Christchurch earthquake.
Barnaby Luck, from Haverfordwest in Pembrokeshire, Wales, was in a hostel when the disaster hit at 12.51pm local time.
"I was in my dorm room sorting some of my stuff out and knew what it was straight away, as we have had a few aftershocks in recent weeks," he said.
"Everything started shaking and it became more and more violent - it was like someone had got hold of the building and was shaking it and swinging it back and forwards - so I just jumped under my bunk bed."
The 29-year-old, who has been travelling in New Zealand since last November, added: "Once it stopped I was really shaken up and went outside. A tree had fallen in a communal area where a lot of backpackers had been sitting a few minutes before which was scary, but I only realised the magnitude of it when I looked up the street.
"The gable side of a building 100 yards away was completely levelled to the ground and as I made my way into the centre of the town there was just total devastation. One four-storey building was completely razed to the ground and windows and parts of other buildings were damaged.
Geri Nolan, the owner of Around the World Backpackers hostel, where Mr Luck was staying, said she had feared all her 37 guests were dead when the quake struck.
"I was down the road getting lunch when it happened and immediately thought that my hostel had collapsed. Luckily it was OK but the city is ruined. It has been horrible."
Tim Ireland was visiting Christchurch for a tennis competition at the time the quake struck.
He said: "The ground started to shake very aggressively, cracks appeared and the main tennis centre building, which has got eight or nine courts, just started to shake like a paper building, it was pretty scary stuff."
He said there were two large aftershocks following the quake and many smaller tremors.
The city was in disarray, with telephone lines down, water pipes burst and the electricity supply sporadic.
He added: "I've never experienced anything like this in my life before. There has been lots of aftershocks, lots of tremors, we are just hoping the main one has happened and has gone."
Foreign Secretary William Hague said: "I was shocked and saddened to hear of the devastating earthquake that struck Christchurch earlier today, killing so many people.
"The ties that bind the UK with New Zealand are very close and my thoughts are with the friends and families of all those who have lost their lives and been affected by the earthquake.
"Many people in the UK with links to New Zealand will be watching anxiously as the situation develops.
"Our High Commissioner in New Zealand is on her way to Christchurch and we stand ready to provide any assistance that we can to the authorities and to any British nationals who have been caught up in the earthquake."
A 6.3-magnitude earthquake hit the New Zealand city of Christchurch on Tuesday, causing buildings to collapse, burying vehicles under debris, and sending rescuers scrambling to help trapped people amid reports of many deaths. (Feb. 21)
Neil Sands
February 22, 2011 - 9:04PM
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AFP
At least 100 people remained trapped in the ruins of Christchurch on Tuesday night following a devastating earthquake which claimed at least 65 lives.
New Zealand Prime Minister John Key announced on Tuesday night that "at least 65 people have lost their lives" and noted rescuers were still searching through the ruins of collapsed buildings looking for injured and trapped survivors - and bodies.
Christchurch Mayor Bob Parker said more than 100 people were trapped in about six sites - but it was possible more were trapped in individual houses.
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Parker told Radio New Zealand up to 200 people could be trapped, while local TV3 news reports said 125 people had been rescued.
Police drafted in urban search and rescue teams in an urgent attempt to locate survivors.
"It is a just a scene of utter devastation," Key said after rushing to the city within hours of the quake.
"We may be witnessing New Zealand's darkest day," he said.
"People are just sitting on the side of the road, their heads in their hands. This is a community that is absolutely in agony," Key said, warning that the toll was likely to rise.
New Zealand's deadliest tremor in 80 years struck as city streets were packed with lunchtime shoppers, and turned central Christchurch into a rubble-strewn disaster zone littered with dazed and bleeding residents.
The city's iconic cathedral lost its spire, and the multi-storey Canterbury TV building was reduced to a smoking ruin.
Rescue helicopters plucked survivors to safety from the rooftops of buildings where staircases had collapsed, and emergency workers used giant cranes to pull office workers out of ruined city buildings.
It was the second major quake to hit Christchurch in five months, though Tuesday's shallow quake caused far more destruction than the more powerful September quake that struck before dawn on a weekend.
Police have reported "multiple fatalities" at several locations in the downtown area, including where two buses were crushed by falling buildings.
The Pyne Gould Corp building, several storeys high, folded up like a pack of cards and rescuers were still trying to find trapped occupants on Tuesday night.
Up to 50 people were said to be in the wreckage - alive or dead.
Rescuers were trying to get people out of the Canterbury TV building, while firefighters battled a fire there.
Graphic photographs on television showed blood-splattered survivors scrambling from downed buildings or crawling from under shattered shop verandahs that had fallen on to city footpaths.
Crushed cars lined parking spaces, masonry scattered across roads.
Victims were crushed to death as buildings collapsed, many of them weakened in last year's event.
TV3 said dead bodies had been pulled from a hostel and a bookshop and that a tourist was crushed to death in a van.
All flights in the country were briefly suspended after a Christchurch control tower was damaged.
About half of Christchurch remained without power on Tuesday night.
Earlier in the day, mobile phone networks were disrupted and road and rail transport was badly hit after the violent tremor, which tore gaping fissures in asphalt.
Water mains were also burst, unleashing a torrent of water that joined with heavy rains to inundate the suburb of Bexley and cause surface flooding in other areas of the city.
Video footage showed a landslide crushing a small building, while passers-by fled for their lives from underneath a collapsing awning.
"This is about as bad as it gets," said Parker, the mayor, who declared a five-day state of emergency and said emergency crews would work through the night to reach the dozens of trapped people.
"What the picture will be in the morning, God only knows," he added.
The death toll is already the second highest in a New Zealand earthquake - outranked only by the 256 people who died in the violent 7.9 1931 Hawke's Bay quake.
Scientists put the epicentre at 10km southeast of the city - at Lyttelton, the city's coastal port - at a depth of only 5km.
Radio and television reported damage in the town of Lyttelton was severe.
Key flew to Christchurch on Tuesday afternoon and, after a quick tour of the city, described it as "utterly wrecked", adding "this is an absolute tragedy for Christchurch".
Parker, lauded for his behaviour and slick civic control in the wake of last year's quake, said the latest damage was much more severe.
"The city centre is like a war zone and damage is immense. Everybody needs to understand that this is going to be a day of very black news," he said.
Christchurch Airport closed after the earthquake and was to remain shut down overnight, open only to emergency flights and aircraft carrying rescuers and medical helpers.
Extra police, armed forces troops and search and rescue teams were heading for Christchurch on Tuesday night, while a NSW search and rescue team was due to start work at first light on Wednesday.
In Canberra, Prime Minister Julia Gillard warned Australians could be among those killed or injured in the earthquake, but said no Australian casualties had been confirmed as of 1800 (AEDT).
Heavy aftershocks continued to roll across Christchurch on Tuesday night, further frightening shocked residents. A 5.0 magnitude jolt hit at 7.43pm (1743 AEDT).
It will come as cold comfort to New Zealanders, but recent quakes in Christchurch have lessened the prospect of another big one striking the South Island city soon, an Australian seismologist says.
A view shows a damaged cathedral after an earthquake in central Christchurch. Photograph by: HO Credit: REUTERS
"The September earthquake and this earthquake will have relieved the majority of stress in the regions in which they occurred so another large earthquake is unlikely," Melbourne University research fellow Gary Gibson said.
The South Island city was still recovering from September's 7.1-magnitude quake when Tuesday's 6.3 quake struck.
While September's quake was stronger, it was centred further away (30 kilometres west of the city) and much deeper (33 kilometres).
Tuesday's quake, in contrast, was centred very near the city and at a depth of only 5 kilometres.
"This is by far the largest earthquake to have occurred in the Christchurch region in historic time," Gibson said in a release from the Australian Science Media Centre.
"Earthquakes always cluster in time and space, with some large earthquakes having foreshocks and most large earthquakes have many aftershocks."
Gibson said authorities should not be faulted for not anticipating the quake.
"It's not possible to predict earthquakes, giving location, time of occurrence and magnitude with certainty," he said.
Gibson, however, said Christchurch would always be prone to damaging quakes, saying "all earthquakes in the Christchurch region will be shallow, so the effect of a given earthquake will be worse than from a deeper plate boundary earthquake of the same magnitude."
He also endorsed a statement from Deputy Prime Minister Bill English that even modern earthquake-strengthened buildings had not been spared because the quake had been so strong.
"Building standards are already very high in New Zealand," Gibson said.
O delegado Damasio Marino, que no mês passado agrediu um cadeirante depois de discussão a respeito de uma vaga de estacionamento, voltou ao trabalho nesta segunda-feira após cumprir afastamento de 30 dias.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, Marino vai continuar afastado da função de delegado. Na época da agressão, ele era titular da 6ª Delegacia de Polícia de São José dos Campos.
A partir de agora, e até que a Corregedoria da Polícia Civil conclua o procedimento administrativo que apura sua conduta, Marino vai exercer funções administrativas dentro da Delegacia Seccional de São José.
O procedimento administrativo deve ser concluído até a metade de abril e vai definir se o delegado será punido. Ele poder ser demitido.
Marino já é réu em processo em que é acusado de crimes de injúria, ameaça e lesão corporal dolosa (quando há intenção), todos agravados por abuso de autoridade e violação de dever inerente ao cargo.
No dia 17 de janeiro o advogado e cadeirante Anatole Magalhães Macedo Morandini repreendeu o delegado por ter estacionado seu carro em uma vaga pública destinada a deficientes físicos em frente a um cartório da cidade.
Ele diz que o delegado o agrediu com coronhadas na cabeça, bateu com a ponta da arma em seu rosto e o ameaçou. Cinco testemunhas ouvidas pela Corregedoria da Polícia Civil confirmam a versão do cadeirante.
Já Marino nega que tenha usado a arma para bater no cadeirante, mas admite ter dado "dois tapas" nele após ter sido xingado e recebido uma cusparada no rosto.
A Corregedoria da Polícia Civil abriu também inquérito para investigar uma ameaça de morte contra o cadeirante. Uma perícia feita no celular de Morandini comprovou que a ligação com a suposta ameaça partiu de um telefone da Delegacia Seccional de São José.
Lucas Lacaz Ruiz-20.jan.11/Folhapress
Advogado cadeirante Anatole Morandini, agredido por delegado em briga por vaga em estacionamento
A polícia divulgou na noite desta segunda-feira a foto de Edson Bezerra Gouveia, 35, conhecido como Buda, suspeito de estuprar e matar a supervisora de vendas Vanessa Duarte, 25.
Apelido Buda surgiu por conta do excesso de peso; segundo a polícia, ele emagreceu devido ao uso de crack
Gouveia teve a prisão decretada na sexta-feira (18) e está foragido. Imagens divulgadas pela TV Record mostram que o suspeito tem uma tatuagem grande no braço direito.
O corpo de Vanessa foi encontrado em um matagal em Vargem Grande Paulista (Grande São Paulo), no domingo (13).
O suspeito ganhou o apelido de Buda por conta do excesso de peso do suspeito --mas, segundo a polícia, ele emagreceu devido ao uso de crack.
Gouveia tem condenações por roubo, receptação, ato obsceno e atentado violento ao pudor e fugiu do regime semiaberto do presídio de Tremembé em fevereiro de 2010. Ele teve seu retrato falado divulgado na terça-feira (15).
A polícia diz que chegou até o Gouveia porque, no dia do crime, ele teria comentado com um irmão que tinha sequestrado uma mulher e feito uma "loucura". Como ele chegou em casa transtornado, o irmão procurou a polícia.
Uma outra testemunha também afirmou ter cruzado com o suspeito em uma estrada na região do crime --ela o reconheceu por foto. De acordo com essa testemunha, Gouveia estava com os olhos "esbugalhados" e tinha arranhões nos braços, o que pode indicar contato com a vítima.
Segundo o delegado responsável pelo caso, Zacarias Tadros, o crime foi premeditado e o objetivo era estuprar a jovem. Ele afirmou que o suspeito monitorava e seguia Vanessa já havia algum tempo e que ela foi sequestrada assim que deixou sua casa.
Ainda de acordo com Tadros, após a prisão deste suspeito será mais fácil localizar o outro.
RETRATOS
Na quinta, foi divulgado retrato falado do segundo suspeito de assassinar a vendedora. O retrato foi feito com base no depoimento de uma testemunha e, a princípio, não seria divulgado para preservar as investigações. A polícia, porém, mudou de ideia e divulgou a imagem, que mostra um homem jovem branco.
Divulgação
Retrato falado dos suspeitos do assassinato de Vanessa Duarte; segundo retrato foi divulgado depois
A polícia também está analisando mais de nove horas de imagens captadas por câmeras de monitoramento da Prefeitura de Barueri. A investigação tenta rastrear imagens em que aparece o carro em que estava Vanessa para descobrir o trajeto exato desde que ela saiu de sua casa até o local onde o veículo foi encontrado, em Vargem Grande Paulista.
CRIME
O corpo de Vanessa foi encontrado por amigos na noite de domingo (13) em um matagal próximo à rodovia Raposo Tavares, em Vargem Grande Paulista, na Grande São Paulo, após eles avistarem um broche, um colar e uma cinta da jovem.
Reprodução/TV Record
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Um preservativo e duas embalagens vazias foram encontradas perto do local em que estava o corpo e passarão por perícia, segundo informação da Secretaria de Segurança Pública.
O carro usado pela jovem no dia do seu desaparecimento é do noivo dela. Ele disse à polícia que ela ia de encontrar três amigas em Carapicuíba (Grande SP), de onde seguiriam para um curso no bairro do Jaguaré, na zona oeste de São Paulo. O casamento estava marcado para novembro.
As amigas da jovem disseram que esperaram até as 9h40, mas ela não apareceu. Elas contam que o celular dela estava na caixa postal a manhã inteira.
O laudo do IML (Instituto Médico Legal) de Cotia (Grande São Paulo) sobre a causa da morte de Vanessa apontou que ela morreu asfixiada após sofrer abuso sexual e ser espancada.
A asfixia foi provocada por estrangulamento e pela obstrução da boca por um absorvente feminino. O laudo também apontou traumatismo craniano, hematomas em diversas partes do corpo e queimaduras.
A Polícia Militar (PM) aplicou 744 mil multas de trânsito na capital no ano passado, 8% a mais do que em 2009. Isso é resultado da volta do Comando de Policiamento de Trânsito (CPTran). Extinta em 2002, a unidade foi reorganizada em maio do ano passado, reunindo 2,2 mil homens divididos em dois batalhões. Do total de multas aplicadas, pelo menos 100 mil foram registradas pelos policiais do CPTran. O restante ficou a cargo de um efetivo de aproximadamente 22 mil homens, que acumulam as funções de combate preventivo e ostensivo ao crime com a de vigilância sobre motoristas infratores. A Prefeitura estima que a produtividade tanto dos PMs quanto dos fiscais da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) será ainda maior neste ano. A Prefeitura espera um aumento de 20% na receita com multas de trânsito. O valor projetado para o período é de R$ 638,9 milhões, o que representa R$ 106,8 milhões a mais do que os cofres municipais receberam em 2010.
Polícia Militar e CET deveriam verificar se esse rigor da fiscalização trouxe alguma melhoria para o trânsito da capital. A Prefeitura, por sua vez, poderia explicar por que a previsão de aumento de 20% da receita com multas não se reflete no valor projetado para o Fundo Municipal de Desenvolvimento de Trânsito (FMDT). Ao contrário do que deveria acontecer, o fundo receberá 17,2% a menos neste ano. Menos recursos significam menos investimentos em melhorias no trânsito, como sinalização e engenharia de tráfego, e praticamente nada em educação para o motorista.
Esses pontos deveriam ser prioritários nos programas. A legislação determina a aplicação das verbas do FMDT em planos destinados a aumentar a segurança do trânsito por meio de melhores condições de circulação e pela educação dos motoristas. Até outubro do ano passado, porém, sob a rubrica "compensações tarifárias e renovação da frota", a Prefeitura transferiu R$ 120 milhões dos recursos do FMDT para o pagamento de subsídios às empresas de ônibus. Entende-se, assim, por que a punição continua sendo a principal preocupação dos órgãos responsáveis pelo trânsito. Assegurar recordes sucessivos na arrecadação com multas de trânsito tornou-se prioridade. Entre 2008 e 2009, o aumento do número de multas foi de quase 34%. Foram 6,2 milhões de infrações punidas. Bom seria se esses índices se refletissem na diminuição de acidentes e congestionamentos. Mas eles, infelizmente, continuam aumentando.
Com uma integração maior, o CPTran e a CET seriam mais eficientes. A fiscalização das condições de segurança e de legalidade da frota, assim reforçada, poderia retirar das ruas milhares de veículos que nelas rodam irregularmente. Veículos sem condições mecânicas de circular causam acidentes e enguiçam com frequência, bloqueando ruas e aumentando a lentidão dos principais corredores. Os proprietários de veículos em situação irregular geralmente não cumprem as exigências para o licenciamento, não pagam o IPVA e, muitas vezes, não têm sequer a carteira de habilitação em ordem.
Há fiscais da CET e radares em número suficiente para multar por uso do celular ao volante, falta do uso do cinto de segurança, estacionamento em local proibido ou por desrespeito ao farol vermelho. Mas não há para punir quem circula com veículo irregular ou dirige com carteira de habilitação vencida.
Isso numa cidade cuja frota tem, segundo cálculos otimistas, um terço de veículos irregulares. Se a eles forem somados os que não fizeram a inspeção obrigatória de emissão de poluentes, o total de irregulares será quase a metade. Até setembro, de acordo com dados da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, apenas 45% dos veículos registrados na cidade tinham passado pela vistoria. Em vez de pensar nas multas antes de mais nada como meio de aumentar a arrecadação, para melhorar o trânsito paulistano o CPTran e a CET deveriam concentrar esforços na tarefa de impedir a circulação de carros em mau estado e de motoristas que têm pendências legais.