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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

#WikiLeaks: #Dilma reage com 'tranquilidade' a informações sobre sua atuação na ditadura


Publicada em 10/12/2010 às 16h20m

Isabel Braga

BRASÍLIA - Interlocutores do governo de transição informaram nesta sexta-feira que a presidente eleita, Dilma Rousseff, leu as notícias sobre telegramas confidenciais da diplomacia americana que tratam de sua atuação como militante de esquerda durante o regime militar. Segundo os interlocutores, Dilma reagiu com "tranquilidade".

- Ela leu, não fez comentários e demonstrou tranquilidade - afirmou um dos interlocutores que esteve com a presidente na manhã desta sexta-feira.

Segundo documentos aos quais o GLOBO teve acesso, o ex-embaixador americano John Danilovich descreveu, em 2005, a atuação de Dilma, que tomava posse como ministra da Casa Civil.

"Junto a vários grupos clandestinos, Dilma Rousseff organizou três assaltos a banco e cofundou a Vanguarda Armada Revolucionária de Palmares. Em 1969, ela planejou o lendário roubo conhecido como 'Roubo do Cofre do Adhemar", disse ele no telegrama enviado ao Departamento de Estado dos Estados Unidos.

O Embaixador dos EUA no Brasil, Thomas A. Shannon, minimizou nesta sexta-feira os documentos vazados e ressaltou o "longo e positivo relacionamento" que os EUA têm mantido com a presidente eleita do Brasil.

" O governo dos Estados Unidos tem com a presidente eleita um longo e positivo relacionamento "

"O governo dos Estados Unidos não tem qualquer informação que confirme essas alegações. Do contrário, temos com a presidente eleita um longo e positivo relacionamento, que começou em 1992 com um programa de intercâmbio e que continuou durante seus períodos como ministra de Minas e Energia e como chefe da Casa Civil da Presidência. A presidente eleita vem desempenhando um papel fundamental no desenvolvimento das relações Brasil-Estados Unidos, ajudou a criar o Fórum de CEOs Brasil-EUA, já viajou aos EUA diversas vezes e participou de reuniões com presidentes na Casa Branca. Recentemente, o presidente Barack Obama expressou claramente seu interesse em reunir-se com a presidente eleita o mais cedo possível".

Depois de se tornar ministra, Dilma passou a ser acompanhada de perto pelo governo americano. Danilovitch coloca na ficha de Dilma (três assaltos a banco e o roubo do cofre do ex-governador Adhemar de Barros, de onde teriam sido levados US$ 2,5 milhões, o que a presidente eleita sempre negou ter feito. No processo do Superior Tribunal Militar (STM), de 1970, Dilma é acusada de "assessorar" assaltos, mas não de participar ou planejar as ações.

Além da atuação durante a ditadura, os telegramas revelam que o câncer linfático de Dilma preocupou os EUA. Foram elaborados possíveis cenários eleitorais sem a candidata. A falta de carisma de Dilma e de relações com líderes religiosos na campanha também não passaram despercebidas por Washington.

A presidente eleita passou a manhã na Granja do Torto e deve permanecer em Brasília no final de semana.




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26/10/2008 free counters

#WikiLeaks revela visão americana sobre #Dilma

Vinicius Aguiari, de INFO Online Sexta-feira, 10 de dezembro de 2010 -




WikiLeaks revela visão americana sobre Dilma

Segundo ministro conselheiro americano, Dilma é teimora, durona, competente e detalhista


SÃO PAULO - O WikiLeaks divulgou documentos nos quais ex-embaixador americano John Danilovich descreve a presidente eleita Dilma Rousseff com ex-guerrilheira e militante.

"Junto a vários grupos clandestinos, Dilma Rousseff organizou três assaltos a banco e cofundou a Vanguarda Armada Revolucionária de Palmares. Em 1969, ela planejou o lendário roubo conhecido como ´Roubo do Cofre do Adhemar’", diz o documento enviado a alguns jornais brasileiros, como a “Folha de S.Paulo” e “O Globo”. O documento foi enviado no dia 22 de junho de 2005.


Desde então, de acordo com “O Globo”, Dilma foi tema de diversos telegramas elaborados pelos diplomatas americanos. O câncer linfático que atingiu Dilma no ano passado e sua possível falta de carisma junto aos eleitores também despertou a atenção dos americanos, que chegaram a cogitar possíveis cenários eleitorais sem a candidata.

Em outro telegrama, elaborado pelo ministro conselheiro dos EUA, Phillip Chicola, em maio de 2008, Dilma é descrita como competente, querida por empresas americanas, teimosa, dura e detalhista. Além disso, a carta aponta que ela foi torturada por 22 dias.

O processo na Justiça Militar diz que Dilma chefiou greves e assessorou assaltos a bancos, mas a isenta a presidente de organização ou planejamento.





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26/10/2008 free counters

Portaria do INSS torna definitiva regra que reconhece pensão em união gay


Benefício já era reconhecido por liminar; documento torna regra permanente.
Diário Oficial diz que ministério 'tomará providências necessárias'.

Do G1, em São Paulo

Portaria publicada na edição desta sexta-feira (10) no Diário Oficial determina que o Ministério da Previdência torne permanente a regra que reconhece que benefícios previdenciários a dependentes, como pensão por morte, devem incluir parceiros do mesmo sexo em união estável.

De acordo com o ministério, o pagamento de pensão em caso de união gay estável já é reconhecido e praticado desde 2000, quando o desfecho de ação civil pública determinou que o companheiro (a) homossexual tenha direito a pensão por morte e auxílio-reclusão, desde que comprovada a vida em comum.

A decisão segue recomendação de um parecer divulgado em junho deste ano pela Advocacia Geral da União sobre o assunto. O documento é assinado pelo ministro da Previdência Social, Carlos Eduardo Gabas.

"O que acontece agora é que muda o fundamento da regra, que passará a ser garantida por instrução normativa. Antes ela era reconhecida por uma liminar, que poderia cair", informou o ministério da Previdência.

Não há prazo para que o Ministério efetue a mudança na regra.

Conforme a publicação no Diário Oficial, a Lei nº 8.213, que trata de dependentes para fins previdenciários "deve ser interpretada de forma a abranger a união estável entre pessoas do mesmo sexo".

“O Instituto Nacional do Seguro Social - INSS adotará as providências necessárias ao cumprimento do disposto nesta portaria”, informa o documento.

Recomendações anteriores
A portaria segue o parecer da Advocacia Geral da União divulgado em junho deste ano, que considerou que a Constituição Federal (CF) não impede a união estável de pessoas do mesmo sexo, por não ser discriminatória.

Também este ano, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) divulgou parecer que reconheceu o direito para fins previdenciários no setor privado. No parecer, foi escrito que as discriminações sofridas por homossexuais não estão de acordo com os princípios constitucionais.



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26/10/2008 free counters

Prefeito de Jandira é morto a tiros


Crime aconteceu em frente a uma emissora de rádio, na Grande SP.
Dois suspeitos foram presos em Itapevi, segundo a PM.





O prefeito de Jandira, Braz Paschoalin (PSDB), de 62 anos, foi morto a tiros na manhã desta sexta-feira (10), na cidade. Segundo uma policial militar, o motorista do prefeito também morreu (o hospital não confirma).O crime aconteceu na Rua Antônio Conselheiro, no bairro Santa Tereza, em Jandira, na Grande São Paulo, em frente a uma emissora de rádio. Dois suspeitos foram presos em Itapevi, também na região metropolitana.

Segundo informações da Prefeitura de Jandira, o prefeito costumava ir à Rádio Astral FM todas as sextas-feiras para participar de um programa de entrevistas, no qual ele respondia perguntas de ouvintes.

O barulho produzido por cerca de 15 disparos que mataram Paschoalin puderam ser ouvidos ao vivo por quem acompanhava a programação da Rádio Astral FM. O presidente da associação que administra a rádio da cidade da Grande São Paulo, Fernando Silva, estava apresentando a última reportagem do jornal, às 7h57, quando se ouviu os tiros. O prefeito entraria no ar logo em seguida para participar de um programa semanal no qual responde a perguntas dos ouvintes. (Ouça ao lado o som dos disparos que mataram o prefeito de Jandira)

O delegado Marcelo Prado, da Seccional de Carapicuíba, também na Grande São Paulo, afirmou que não há sinais de que o prefeito tenha sido vítima de uma tentativa de roubo de carro. Para ele, trata-se de uma execução. Um veículo foi encontrado em Itapevi, na Grande São Paulo, e dois homens foram presos, por volta das 8h30. A polícia ainda investiga se o veículo foi utilizado pelos criminosos.

Segundo o coordenador operacional do 20º Batalhão da PM, capitão Lídio Costa, os dois detidos foram encontrados próximos ao carro que estava abandonado num local ermo. Eles tinham passagem pela polícia por roubo e foram levados à Polícia Civil para prestar depoimentos. Eles foram encaminhados para a realização de exame residuográfico para verificar vestígios de pólvora.

Uma adolescente de 17 anos teria presenciado o crime. Por volta das 10h10, ela foi levada pela polícia para uma delegacia da cidade para prestar depoimento.

De acordo com o presidente da associação que administra a Rádio Astral, Fernando Silva, o prefeito chegava todas as sextas-feiras às 7h55 para entrar no ar às 8h. Nesta manhã, ele não chegou a descer do carro. Ao chegar à rádio, dois homens que estavam em um carro prata atiraram várias vezes e atingiram o prefeito e o motorista dele. Um dos criminosos estava encapuzado.


Terceiro mandato
Segundo informações disponíveis no site da Prefeitura de Jandira, Paschoalin estava em seu terceiro mandato como prefeito da cidade. Em 1976, foi eleito vereador, então com 28 anos. Em 1988, foi eleito prefeito pela primeira vez, administrando a cidade de 1989 a 1992. Ele reassumiu o cargo no período entre 1997 e 2000, e foi eleito novamente em 2008, tomando posse em 2009.

Durante o segundo mandato, Pascholin chegou a ser o prefeito com o maior salário do país. Em 2003, ele foi investigado por causa do sumiço de cem cheques da Prefeitura. Os cheques foram feitos em nome de várias pessoas e sacados de uma vez só. As assinaturas que endossaram os cheques eram falsificadas. A mulher do prefeito, Maria Helena, também foi investigada pelo Ministério Público por causa de despesas que o Tribuna de Contas do Estado de São Paulo considerou irregulares.

Em nota, o PSDB lamenta com "profundo pesar e indignação" a morte de Paschoalin, afirmando que ele foi "um exemplo de liderança na região", lutando "pelos avanços de Jandira ao longo de seus três mandatos à frente da prefeitura. Sua morte abrupta é uma perda inestimável para o PSDB e para o estado de São Paulo. As circunstâncias deste crime hediondo devem ser imediatamente apuradas e os culpados devidamente punidos", diz o texto.

Carro do prefeito Braz Paschoalin No carro do prefeito Braz Paschoalin é possível contar 19 perfurações (Foto: Juliana Cardilli)

Outros crimes
No dia 8 de julho deste ano, um ex-vereador de Jandira foi assassinado depois de uma tentativa de assalto, em casa. Waldemiro Moreira de Oliveira foi vereador da cidade entre 2005 e 2008. Quando os criminosos entraram na casa, a vítima havia acabado de sair para comprar pão. Só estavam no local a mulher do vereador e o filho do casal, de 11 meses.

No dia 20 de setembro, sete homens armados invadiram o prédio onde mora a filha do prefeito e um vereador, na Rua Henrique Sammartino, no bairro Anita Costa. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), o grupo foi até à casa de um porteiro que trabalhava no edifício e rendeu ele, a esposa e um vizinho. Em seguida, foram até o prédio onde mora a filha de Paschoalin, renderam o porteiro e tentaram arrombar a porta do apartamento dela. A filha do prefeito e o marido seguraram a porta e os criminosos fugiram levando apenas a bateria do celular do porteiro rendido na portaria do edifício. Na época, a filha de Paschoalin disse à polícia que acreditava que os ladrões estavam atrás do dinheiro arrecadado em uma festa, em Jandira.




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26/10/2008 free counters

Prosecuting WikiLeaks' Assange could be 'difficult' case

www.computerworld.com/

Report from Congressional Research Service says prosecution would be unprecedented

By Jaikumar Vijayan



Computerworld - Any attempt to criminally prosecute WikiLeaks founder Julian Assange for the ongoing disclosure of classified State Department cables will pose huge challenges for the U.S. government, according to a newly updated report by the Congressional Research Service (CRS).

The 24-page report, released this week, examines the criminal statutes involved in the WikiLeaks case and how they might apply outside the U.S. The report concludes that at least some of the information released by WikiLeaks has national security implications and may indeed by covered under the Espionage Act and other criminal laws on the books.

Even so, actually prosecuting Assange for the disclosures would be unprecedented -- and challenging, the report said.

"We are aware of no case in which a publisher of information obtained through unauthorized disclosure by a government employee has been prosecuted for publishing it," the report bluntly stated. Such an action would have First Amendment implications, and political ramifications "based on concerns about government censorship."








In addition, prosecuting a foreign national whose actions were conducted entirely overseas carries with it certain foreign policy implications and would raise questions related to extraterritorial jurisdiction, the CRS said in its report.

Details of the report were published Wednesday by Steven Aftergood on Secrecy News, a blog run by the FAS Project on Government Secrecy. The blog also posted a link to the CRS report (download PDF).

The report comes amid continuing debate about the legal options available to the federal government to hold Assange accountable for the leaks. Some U.S. lawmakers, notably Sen. Joseph Lieberman (I.-Conn) and Sen. Dianne Feinstein (D-Calif.), want Assange prosecuted under the Espionage Act of 1917.

In an opinion piece in the Wall Street Journal on Tuesday, Feinstein said that Assange should be "vigorously prosecuted" for espionage. Feinstein's column quoted an earlier report by the CRS in October that said the government had ample authority to prosecute anyone who actively disseminated information with the intent to damage national security.

"Both elements exist in this case," Feinstein wrote. "The "damage to national security" is beyond question. As for intent, Mr. Assange's own words paint a damning picture."



The CRS report makes it clear that there is currently no one statute that "generally proscribes the acquisition or publication of diplomatic cables, although government employees who disclose such information without proper authorization" may be prosecuted.

But the report goes on to add that a "patchwork" of statutes exist that would apply to the information contained in the cables.

Among those laws is one relating to the willful retention, communication and transmission of classified information obtained through unauthorized computer access. Another statute covers the theft or conversion of government records for personal use or for the use of someone else.

The real question, though, is whether those statutes could be used to prosecute Assange, according to the report. Past prosecutions have always involved individuals who had access to classified information who then made it available to foreign agents. In some cases, foreign agents who illegally accessed classified information while in the U.S. have also been prosecuted.

But "leaks of classified information to the press have only rarely been punished as crimes," the CRS said.

Also, there is nothing in the language of the Espionage Act that suggests it can be used to prosecute foreign nationals outside the U.S. The Act has been used just once to prosecute individuals who did not hold a position of trust in the government.

That case involved two pro-Israeli lobbyists in Washington who received classified information from government workers who they knew were not authorized to disclose the information. That case, however, ended with the charges being dropped because of concerns that classified information would be revealed during trial.

Even if the Espionage Act could be used to prosecute Assange, extraditing him to the U.S. will pose a challenge because Assange's alleged crime could be viewed as a political offense for which no extradition is available.

The report, in conclusion said: "Whether the publication of national security information can be punished likely turns on the value of the information to the public weighed against the likelihood of identifiable harm to the national security, arguably a more difficult case for prosecutors to make."

Jaikumar Vijayan covers data security and privacy issues, financial services security and e-voting for Computerworld

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26/10/2008 free counters

#news : #WikiLeaks CableGate Live Updates: December 10

CBSNews.com

Check this page often for the latest news and views on the WikiLeaks saga, as well as our special report.

DECEMBER 10, Day 13

The coordinator of a Christian outreach group in the West Bank denied reports Friday that one of two women accusing WikiLeaks founder Julian Assange of rape had left Sweden and traveled to a town in the Palestinian territory.

Australian news website "Crikey" reported on Thursday that Anna Ardin had traveled to the town of Yanoun, in the West Bank, with the Ecumenical Accompaniment Programme in Jerusalem and Israel (EAPPI) earlier this week.

Ardin, however, "cancelled her participation because we anticipated this," program coordinator Pauline Nunu told CBSNews.com Friday morning in a telephone interview. "She's still in Sweden and she's not coming to Palestine."

DECEMBER 9, Day 12

Fact: WikiLeaks has released 1,203 cables so far, less than 1/2 of 1 percent of the total number of U.S. diplomatic cables they have procured.

Fact: Wikileaks is currently mirrored on 1,368 sites. Vis4.net has a visual of the international spiderweb of mirrors.

[Guardian] Julian Assange has been moved to a segregation unit of Wandsworth prison, and officials are expected to give him some access to the Internet. The WikiLeaks founder's lawyers will attempt to free him on bail when he appears before the court Dec. 14.

[Guardian] Today's drop of cables includes:

Pfizer used dirty tricks to avoid clinical trial payout

The world's biggest pharmaceutical company hired investigators to unearth evidence of corruption against the Nigerian attorney general in order to persuade him to drop legal action over a controversial drug trial involving children with meningitis, according to a leaked US embassy cable.

Pfizer was sued by the Nigerian state and federal authorities, who claimed that children were harmed by a new antibiotic, Trovan, during the trial, which took place in the middle of a meningitis epidemic of unprecedented scale in Kano in the north of Nigeria in 1996.

Last year, the company came to a tentative settlement with the Kano state government which was to cost it $75m.

But the cable suggests that the US drug giant did not want to pay out to settle the two cases - one civil and one criminal - brought by the Nigerian federal government.

WikiLeaks cables suggest Burma is building secret nuclear sites

Witnesses say North Koreans are helping to construct underground facility in jungle, heightening concerns that military regime is seeking to develop nuclear weapons

WikiLeaks cables: China 'fed up' with Burma's footdragging on reforms

China, in spite of its closeness to the Burmese dictatorship, shares the same concerns as the US about the country's instability and is keen to work with Washington in promoting change, according to American diplomats.

WikiLeaks cables cast Hosni Mubarak as Egypt's ruler for life

WikiLeaks cables: Kosovo sliding towards partition, Washington told

WikiLeaks cable exposes US-UK rift over Croatian accession to EU

[CBS News] The U.K. site of the online retailer Amazon has had an ebook with the WikiLeaks diplomatic cables for sale for viewing on their Kindle mobile reading device. Going to the page now offers this message: "We're sorry. The Web address you entered is not a functioning page on our site. Go to Amazon.co.uk's Home Page." It's not clear whether Amazon closed shop on the ebook or there is some other explanation. Hat tip, Greg Mitchell.

Click here for earlier posts from Dec. 9 and Dec. 8.



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26/10/2008 free counters

#casobruno : Delegado do caso #Eliza depõe por cerca de 11h em Belo Horizonte


Conteúdo do depoimento será enviado para Contagem, na Grande BH.
Parentes dos acusados puderam acompanhar o depoimento.

Do G1 MG


O delegado Wagner Pinto, chefe da Divisão de Crimes contra a Vida e um dos responsáveis pelas investigações do desaparecimento e morte de Eliza Samudio, prestou depoimento por cerca de 11h, nesta quinta-feira (9), no Fórum Lafayette, em Belo Horizonte.

Os réus Bruno, Luiz Henrique Romão, o Macarrão, Wemerson Marques, o Coxinha, Elenilson Vitor, Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, Fernanda Castro e Dayanne de Souza acompanharam a audiência. O depoimento foi interrompido apenas uma vez para que os réus fossem jantar. Na volta, Dayanne e Fernanda foram dispensadas e voltaram para a penitenciária. Os parentes dos acusados puderam acompanhar a audiência.

Réus chegam no Fórum de Contagem para acompanhar depoimento de delegadoRéus chegam no Fórum de Contagem para
acompanhar depoimento de delegado
(Foto: Reprodução TV Globo)

O conteúdo do depoimento será enviado para a comarca de Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, onde corre o processo sobre o desaparecimento e morte de Eliza Samudio. De acordo com a assessoria do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), Wagner Pinto é a última pessoa a prestar depoimento sobre o caso.

No dia 8 de outubro, o delegado Júlio Wilke também foi ouvido durante audiência no Fórum de Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O delegado que participou das investigações sobre o caso falou à juíza Marixa Fabiane Lopes Rodrigues sobre a descrição feita pelo menor sobre a casa de Marcos Aparecido dos Santos, o Bola.

Durante audiência no dia 14 de outubro, a juíza Marixa determinou que os delegados Edson Moreira, Alessandra Wilke e Ana Maria dos Santos não poderiam ser ouvidos como testemunhas e informantes no processo. O pedido veio do Ministério Público Estadual (MPE), feito pelo promotor de Justiça Gustavo Fantini.

Entenda o caso
O goleiro Bruno é réu no processo que investiga a morte de Eliza Samudio. A Justiça de Minas Gerais aceitou a denúncia do Ministério Público contra Bruno e outros oito envolvidos no desaparecimento e morte de Eliza. Fernanda Gomes de Castro, namorada de Bruno, foi presa em Minas Gerais.

O goleiro; Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão; Sérgio Rosa Sales; Dayanne Souza; Elenilson Vítor da Silva; Flávio Caetano; Wemerson Marques; e Fernanda Gomes de Castro respondem na Justiça por homicídio triplamente qualificado, sequestro e cárcere privado, ocultação de cadáver e corrupção de menor. Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, é o único que responde por dois crimes. Bola foi denunciado por homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver. Todos os acusados negam o crime.

A pedido do Ministério Público, a Justiça decretou a prisão preventiva de todos os acusados. Com essa medida, eles devem permanecer na cadeia até o fim do julgamento. Em 2009, Eliza teve um relacionamento com o goleiro Bruno, engravidou e afirmou que o pai de seu filho é o atleta. O bebê nasceu no início de 2010 e, agora, está com a mãe da jovem, em Mato Grosso do Sul.




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26/10/2008 free counters

#NEWS :Pelosi, House Democrats Balk at Tax Cuts Deal, Seek Changes



House Democrats dug in against President Obama's tax-cut compromise with the GOP, taking a non-binding vote Thursday not to bring the bill before the full House without some significant changes. If no bill is passed, taxes will go up in January when Bush-era tax cuts expire. Jim Lehrer reports.

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26/10/2008 free counters

#passione : Reynaldo Gianecchini abre o coração com Marília Gabriela

Enviado por Retratos da Vida -
10.12.2010
| 7h00m


Fotos de Divulgação

Gabi recebeu Reynaldo Gianecchini para gravar o programa "Marília Gabriela entrevista", que vai ao ar dia 19, no GNT, e arrancou revelações do ex-marido. A jornalista aproveitou a intimidade que tem com o galã para perguntar sobre o golpe que levou de Daniel Ferreira Mattos, seu ex-empresário, que só tinha Giane como cliente. "É uma história que eu quero explicar muito. Ele era meu administrador, não agente. Uma pessoa que eu imaginei que pudesse contar para sempre. Mas não posso ficar falando, pois está em juízo", disse o Fred de "Passione".
Gabi foi além. "Falaram, inclusive, da sua sexualidade", disparou. Giane também não titubeou e respondeu, sem fugir do assunto. "As pessoas falam isso porque têm e-mails dele, me ameaçando. Ele não era meu agente, muito menos meu namorado", explicou.
Gabi ainda perguntou ao ex-marido como a família dele lida com os boatos sobre esse episódio. "Minha família sempre esteve junto comigo. Ficam abalados, eles têm muito medo, mais do que eu", confessou.
Em setembro de 2008, Giane transferiu uma cobertura na Barra, avaliada em mais de R$ 1 milhão, para Daniel. De acordo com o processo, tal manobra seria apenas para que ele fosse vendido sem a exposição do nome do ator, que, agora, quer desfazer a doação.





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26/10/2008 free counters

#Passione Felicidade no casamento de Sinval e Fátima em Passione

wp.clicrbs.com.br/noveleiros/

Foto: Reprodução, Passione

O capítulo da próxima quinta-feira será cheio de amor e alegria em Passione. A união de Sinval (Kayky Brito) e Fátima (Bianca Bin) reúne a família Gouveia na rua de Candê (Vera Holtz). Muito emocionando, Sinval alegra-se ao poder ter o irmão Danilo (Cauã Reymond) como seu padrinho. O ciclista, por outro lado, está nervoso e fica ainda mais tenso ao trocar olhares com Clara (Mariana Ximenes).

Fred (Reynaldo Gianecchini) também não perde a oportunidade de alfinetar Bete (Fernanda Montenegro) e senta-se próximo dela, ao lado de Melina (Mayana Moura). A atenção de todos se volta para o tapete vermelho quando Gerson (Marcello Antony) chega trazendo a filha e o casamento começa.


Candê e Felícia (Larissa Maciel) estão muito emocionanas e quase não seguram as lágrimas. “Pode uma avó ser mais feliz do que isso? Acho que só quando eu ganhar bisnetinhos“, comenta Candê. Stela (Maitê Proença) divide o momento com Lorena (Tammy Di Calafiori) e Danilo, segundo o site da novela.

“... Por isso eu os declaro: marido e mulher“, diz o padre. Ao ouvir o padre concretizar o casamento, Felícia e Gerson choram emocionados.




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